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Com gol de Douglas, Tricolor gaúcho encosta no Corinthians no número de pontos

douglasO Grêmio venceu o São Paulo por 1 a 0 neste domingo, pela 16ª rodada do Brasileirão, na Arena Grêmio, e conquistou um importante resultado na perseguição ao líder Palmeiras. Se o melhor do campeonato perdeu e o Corinthians empatou, o Grêmio sim aproveitou essa rodada e fez três pontos, chegando aos mesmos 30 do Corinthians e a dois do Palmeiras. Já o São Paulo perdeu a chance de não se desgrudar no G-4. O gol da partida foi marcado pelo meia veterano Douglas. Bolaños acionou Maicon, que chutou rasteiro. Denis defendeu, e a bola apareceu para Douglas completar, lembrando um pouco o gol que o jogador fez na vitória no Grenal.

Se o arqueiro Denis não conseguiu segurar esse chute, o goleiro foi o grande responsável pelo placar magro. Ele fez pelo menos 3 defesas muito difíceis, e aos 30 minutos do segundo tempo, o placar era de 9 x 0 nas chances reais de gol para o Grêmio. A situação do São Paulo ficou ainda pior aos 33 minutos, quando Mena foi expulso, depois de ter tomado o amarelo dois minutos antes. Com esse gol, Douglas chegou a quatro anotados no Brasileirão e se tornou o vice-artilheiro da equipe gaúcho, com um a menos que Luan. A partida teve ótimo público na Arena Grêmio, com 37.069 pagantes.


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Em rede social, ‘com gafe’, Pato vibra com vitória tricolor; Gobbi se irrita

são pauloAlexandre Pato é um homem de dois times – pelo menos no Twitter. A foto de fundo da rede social do jogador ainda o mostra com a camisa do Corinthians. Na imagem principal, porém, ele exibe o uniforme do São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa do Tricolor, a foto com a camisa do Timão foi mantida na rede social com a anuência do clube do Morumbi, “em respeito” ao Corinthians, clube com quem Pato ainda tem contrato.

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O atacante, porém, mostrou que sua cabeça já está voltada completamente para o São Paulo. Ele usou o Twitter para comemorar a vitória por 3 a 2 sobre o Corinthians, neste domingo, no Pacaembu. Pato viu o jogo pela TV, ao contrário de Jadson, que foi ao estádio e assistiu à partida no meio da torcida. Os dois foram envolvidos em uma troca entre Timão e Tricolor no mês passado e, por força de contrato, não podem enfrentar os clubes – acordo que pode ser quebrado no Brasileirão.

– Grande vitoria!!!!! #avantesoberano #VamosSaoPaulo – escreveu Pato.

O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, não curtiu a postagem do atacante…

– Sem comentários. Cada um fala o que quer e sabe o que pensa. Ele (Pato) não pode se esquecer que em janeiro de 2016 ele tem de se apresentar na Rua São Jorge, 777, quinto andar – disse o dirigente, lembrando que Pato ainda tem contrato com o Corinthians e que o empréstimo ao São Paulo termina em dezembro de 2015.

Twitter Pato São Paulo Corinthians (Foto: Twitter)Twitter de Pato o mostra com camisas de São Paulo e Corinthians (Reprodução: Twitter)
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Muricy rebate técnico rival e culpa preparo físico do Tricolor por empate

são pauloO técnico Muricy Ramalho acredita que o mau condicionamento físico dos jogadores do São Paulo tenha sido o principal adversário no empate por 1 a 1 contra a Universidad Católica, nesta quinta-feira, no Morumbi, pelas oitavas da Copa Sul-Americana. O treinador confia que o time ainda pode conseguir a classificação no confronto da volta, dia 23 de outubro, em Santiago.

Na saída de campo, o técnico da equipe chilena, Martín Lasarte, disse que estava satisfeito com o resultado na capital paulista, mas que poderia ter vencido o Tricolor. Muricy não concordou e respondeu.

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– Não vi toda essa diferença. No primeiro tempo, eles deram sorte de tomar um gol só. Enquanto estávamos bem na parte física, dominamos, e eles chegaram apenas no gol. Respeito, mas não concordo. Ele deve ter visto outro jogo – afirmou.

O São Paulo começou o confronto pressionando e criando boas chances. No entanto, na etapa final, o Tricolor despencou de rendimento e quase não assustou. Para o comandante, o preparo físico do elenco, também criticado anteriormente por Paulo Autuori, deixa a desejar.

– Nosso condicionamento físico é muito ruim. Não tivemos força no segundo tempo. O time sente demais a parte física. Isso preocupa muito – ressaltou.

Com a igualdade em casa, o São Paulo precisa vencer o duelo no Chile para se classificar. Um empate por dois ou mais gols também leva o Tricolor para as quartas de final.

– (O prejuízo) é grande, mas está tudo aberto. Um gol lá nos classifica. É uma pedreira, esse time é perigoso em casa. O gol fora de casa ajuda muito o adversário, mas não tem nada decidido.

 

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Pato marca em pênalti após falha tricolor, e Timão vence o São Paulo

nadsonLuis Fabiano, Guerrero, Jadson, Sheik, Ganso, Danilo, Osvaldo, Pato, Rogério Ceni, Paulinho… Se em um domingo de Páscoa um clássico com tantos bons jogadores terminasse 0 a 0, o Paulistão teria de ser benzido. Mas inesperado mesmo é que a vitória fosse decidida por um erro, em vez do talento de um deles. Rafael Toloi recuou a bola de maneira absurda para Rogério Ceni, que teve de dividir com Alexandre Pato. E aí? O goleiro chutou o pé do atacante, ou o atacante entrou de sola no goleiro? O árbitro deu pênalti.

Pato bateu e decidiu. Virada do Corinthians, que nem foi melhor no jogo, não foi brilhante, mas não perdeu as oportunidades que teve e errou menos. Vitória que mantém uma escrita de sete anos sem perder para os donos da casa no Morumbi. E que coloca o Timão em situação de menos aperto na tabela do Paulistão: está em quarto, com 29 pontos. O Tricolor segue líder, seis pontos à frente do rival e com um jogo a menos.

O São Paulo foi melhor no primeiro tempo, criou ótimas jogadas e contou com talento e dedicação de seus jogadores. Jadson marcou logo no início, e o time controlava o jogo até Danilo, sempre ele, letal nos Majestosos, acertar um lindo chute de pé direito e salvar sua má atuação. Na etapa final, fez diferença a consistência do Corinthians, que nem se esforçou muito para ganhar, mas não cometeu nenhum erro grave como o de Toloi.

Pausa no Paulistão. A Libertadores vem aí! O São Paulo está em situação muito ruim. Vai jogar na quinta-feira na tão temida altitude de La Paz contra o Strongest. Se não vencer, corre o risco de ir para a última rodada precisando derrotar o Atlético-MG no Morumbi, e ainda dependendo de outros resultados para se classificar. Já o atual campeão Corinthians, em posição mais confortável, terá o Millonarios pela frente, na quarta, em Bogotá. Se vencer, praticamente carimba sua vaga. Do contrário, ainda poderá fazer isso diante do frágil San José, na última rodada, no Pacaembu.

Chuta, Ganso? Chuta, Danilo!

Paulo Henrique Ganso fez um bom primeiro tempo. Com movimentação, dedicação de saltar aos olhos na marcação, ótimos passes, inteligência, mas… Teve três chances para chutar a gol, e em todas preferiu tentar encontrar um companheiro. Danilo, por outro lado, tinha atuação pífia até receber com liberdade do lado esquerdo, ajeitar para o pé direito e… Gol! Golaço! Não era o pé bom, mas não importa. Danilo tem talento, tem estrela nos duelos entre São Paulo e Corinthians, onde já fez muitos gols com as duas camisas. Ganso também tem talento. Precisa usá-lo mais.

Quem chutou, e também marcou, foi Jadson, o melhor jogador do São Paulo desde que Lucas se foi. Logo no começo do Majestoso, para afastar qualquer suspeita de um novo 0 a 0 em clássicos no Paulistão. Uma jogada ótima, que teve o drible e o passe de Osvaldo, a visão de Ganso ao deixar a bola passar, e a calma do camisa 10. Com um sistema de marcação frágil, apenas Denilson como volante e Maicon mais recuado, o Tricolor foi melhor, muito por conta da dedicação dos homens de frente.

Luis Fabiano, por exemplo, apareceu em duas boas finalizações que Cássio defendeu, mas também em desarmes e entradas firmes. Firmes, não violentas! Leais. Mas o Timão, sabendo de sua fama, fez de tudo para enervá-lo e jogá-lo contra o árbitro. Por sinal, choraram demais os corintianos, que cercaram Leandro Marinho em dois lances: pediram falta em Alessandro no lance que originou o gol são-paulino, e reclamaram do empurrão de Gil no Fabuloso. Em nenhum deles tinham razão.

Tite começou a partida com Romarinho na direita, Danilo centralizado e Sheik na esquerda. Nenhum deles ia bem, o que comprometia também a atuação de Guerrero. A versatilidade dos atletas permite ao técnico invertê-los. De repente, Emerson estava na direita, Romarinho pelo meio e Danilo na esquerda, onde recebeu para fazer um senhor golaço. Quando recebeu, aliás, o lateral-direito Paulo Miranda, que joga porque é marcador, estava voltando lentamente no meio.

Na jogada mais bonita do primeiro tempo, a bola passou pelos pés de Ganso e Paulo Miranda até chegar em Jadson, e o meia fazer lindo passe para Osvaldo, que bateu de primeira, para fora. Paulinho e Romarinho também tiveram chances pelo Timão. Um clássico cheio de ótimos jogadores, muito melhor do que os outros do Paulistão.

Falta ou pênalti? Pênalti!

Ritmo mais lento. O segundo tempo não teve a intensidade do primeiro. Um vai viajar para a Colômbia, o outro para a Bolívia. Era esperado. Ainda assim, a qualidade dos jogadores em campo fazia com que chances fossem criadas. Luis Fabiano recebeu dois bons passes e finalizou com perigo, mas em ambas as vezes estava impedido.

O banco do Corinthians era melhor. Sai Guerrero, entra Pato. Que time tem esse privilégio? Foi o jovem quem ajeitou de cabeça para Paulinho e causou o lance mais inusitado do jogo. Rogério Ceni, goleiro mais talentoso com os pés, furou, mas se recuperou a tempo de evitar o segundo gol corintiano.

Com a formação inicial, o São Paulo não tinha outra proposta além de tentar a vitória. São jogadores fadados ao ataque. O contra-ataque, então, ficou para o Timão. Mas nenhum time cumpriu sua proposta com apetite suficiente. Por falar em apetite, uma cena que deve ter enchido os dirigentes tricolores de orgulho: Ganso deu um carrinho, levantou socando o ar de raiva pela marcação da falta, e levou cartão amarelo. Corre sangue nas talentosas veias do meia.

Tudo parecia caminhar para o quinto empate consecutivo em clássicos quando Toloi, que havia acabado de desarmar Sheik e Pato com maestria, errou o recuo para Rogério Ceni. O goleiro dividiu com Pato, ficou caído, e ainda teve de amargar o pênalti e um cartão amarelo. Foi a vez dos tricolores reclamarem demais com todos os árbitros possíveis. Queriam uma falta do atacante, que antes do choque entre sua chuteira e a do capitão são-paulino, já havia tocado na bola.

Sem pressão, o anfitrião tentou empatar no fim. Não conseguiu. Vitória  do Corinthians em um bom jogo, que poderá se repetir na fase final.

 

 

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Em novo teste para Ganso, Tricolor busca vice-liderança diante do Azulão

(Foto: Léo Pinheiro/Agência Estado)
(Foto: Léo Pinheiro/Agência Estado)

A chance que Paulo Henrique Ganso tanto esperava chegou. O meia ganhou a vaga de titular e a promessa do técnico Ney Franco de ter uma sequência à frente do São Paulo. Por isso, o confronto com o São Caetano, nesta quarta-feira, às 19h30m, no Anacleto Campanella, pelo Paulistão, é visto pelo jogador com muita importância. Só que o adversário conta com outro maestro com passagens pela Seleção e pelo Tricolor. Rivaldo é a aposta do Azulão para encontrar seu rumo este ano.

Ganso já teve outras oportunidades como titular, mas os testes foram pontuais. Agora, Ney Franco pretende deixá-lo no time por mais jogos para que o meia enfim adquira o mesmo ritmo do restante da equipe. No ABC, Ganso terá a missão de liderar o Tricolor à vitória e, por consequência, à vice-liderança do estadual.

O São Paulo tem o segundo melhor aproveitamento no Paulistão com 72,2% e fica atrás apenas da líder Ponte Preta, que somou 75% dos pontos disputados. No entanto, o time do Morumbi tem dois jogos a menos que a maioria dos adversários por causa do conflito de tabela com a “pré-Libertadores”. O duelo com o Azulão é um desses jogos atrasados. Por isso, o triunfo vale um salto da quinta para a segunda colocação.

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O time do ABC, por sua vez, ainda não se encontrou na temporada. Da vitória na estreia sobre o Atlético Sorocaba para cá, foram seis jogos sem vitórias. O meia Rivaldo, porém, deu novo ânimo ao Azulão.

O pentacampeão mundial estreou com gol diante do Corinthians e ajudou o São Caetano a conquistar um empate diante dos atuais campeões mundiais. Ele também deixou sua marca diante do Bragantino, mas, novamente, o triunfo não veio. Com apenas cinco pontos ganhos, o Azulão está na vice-lanterna. No entanto, uma vitória nesta quarta tira a equipe da zona de rebaixamento e a coloca na 14ª posição.

O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances da partida em Tempo Real, com vídeos exclusivos. A partida será transmitida pelo SporTV.

header as escalações 2

São Caetano: o técnico Geninho fará quatro mudanças em relação à derrota para o Bragantino. O goleiro Fábio Costa está com uma lesão no dedo e será substituído por Fábio. Suspenso, o zagueiro Gabriel dá lugar ao estreante Jaime Bustamante. Ainda na defesa, Eli Sabiá retorna ao time no lugar de Adriano Alves. Por fim, Marcone entrará na vaga de Éder no meio-campo. Assim, a provável formação do Azulão é: Fábio, Samuel Xavier, Jaime Bustamante, Eli Sabiá e Pirão; Marcone, Moradei, Leandro Carvalho e Rivaldo; Danielzinho e Jobson.

São Paulo: Ney Franco dará nova chance a Ganso como titular, mas não antecipou quem será sacado para isso. O técnico pode manter a formação 4-2-3-1, com apenas um armador, e tirar Jadson do time. No entanto, a opção mais provável é que ele escale os dois meias juntos e retorne o atacante Aloísio para a reserva, testando o esquema 4-4-2 novamente. Como Paulo Miranda passará por uma cirurgia no joelho esquerdo, Douglas assumirá o posto. O São Paulo deve entrar em campo com: Rogério Ceni, Douglas, Lúcio, Toloi e Cortez; Wellington, Denilson, Jadson (Aloísio) e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano.
quem esta fora (Foto: arte esporte)

São Caetano: o goleiro Fábio Costa está com uma lesão no dedo e engrossa a lista de desfalques. Também no departamento médico estão o zagueiro Wagner, o lateral-esquerdo Fernandinho e o goleiro Luiz. Suspenso por acúmulo de cartões amarelos, o defensor Gabriel fecha a lista.

São Paulo: Paulo Miranda terá de passar por uma artroscopia no joelho esquerdo. Negueba também está no departamento médico se recuperando de uma cirurgia no joelho direito. Wallyson, por sua vez, ainda aprimora a forma física.

header fique de olho 2São Caetano: Rivaldo deixou sua marca nos dois jogos em que atuou pelo Azulão. Estrela do time do ABC, ele agora tenta manter a sequência e fazer gol no São Paulo, equipe que defendeu em 2011.

São Paulo: depois de uma boa arrancada inicial, com quatro gols em três jogos, Luis Fabiano amarga uma série de três partidas sem marcar. Ele tenta quebrar o jejum para não igualar sua pior sequência sem gols desde que voltou ao Tricolor, em 2011.
header o que eles disseram
Danielzinho, atacante do São Caetano: “Não podemos mais adiar nossa recuperação. Sabemos que não estamos apresentando um futebol competitivo como na Série B do ano passado. Precisamos voltar a ganhar para recuperar a confiança do grupo e nada melhor que vencer um grande para espantar a má fase”.

Ney Franco, técnico do São Paulo: “Vamos enfrentar um adversário difícil, com jogadores experientes. É um jogo importante para nós, já que pode nos colocar na vice-liderança e com um jogo a menos que os adversários”.

header números e curiosidades

* O São Caetano ainda não venceu jogando no Anacleto Campanella neste ano. O time foi superado pelo Linense, por 2 a 0, e pelo Bragantino, por 2 a 1.

* São Caetano e São Paulo se enfrentaram dez vezes no Anacleto Campanella, com vantagem do Tricolor, que venceu cinco vezes, contra três vitórias do Azulão e dois empates.

* A última vitória do São Caetano sobre o São Paulo foi pelas semifinais do Paulistão 2007 quando o Azulão goleou por 4 a 1, no Morumbi, diante de mais de 44 mil pagantes.

header último confronto v2

No dia 28 de janeiro de 2012, o São Paulo teve trabalho para bater o São Caetano por 2 a 1, no Morumbi, pelo Paulistão. Comandado pelo técnico Emerson Leão na época, o Tricolor abriu o placar logo aos 16 minutos, com Luis Fabiano. No entanto, a reação do Azulão de Márcio Araújo não tardou, e Moradei empatou aos 28 minutos. O gol da vitória só veio aos 31 minutos do segundo tempo, em um chute de Lucas.

 

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Torcida tricolor já prepara mosaico para a festa do tetra contra o Cruzeiro

(Foto: Rodrigo Benchimol / Globoesporte.com)

Depois de festejar o tetracampeonato brasileiro no último domingo, a torcida tricolor já se organiza para estender a comemoração por mais tempo. E a próxima celebração está marcada para o jogo do próximo domingo entre Fluminense e Cruzeiro, às 17h (de Brasília), no Engenhão, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para isso, os tricolores irão formar um grande mosaico inicialmente de 20 mil peças nas arquibancadas leste inferior e superior do estádio. E já começaram uma campanha de arrecadação pela internet . A meta é conseguir R$ 5 mil para viabilizar a produção.

O desenho e a mensagem que será passada pelo mosaico ainda não foram definidos pelos torcedores. Se a arrecadação ultrapassar a meta prevista de R$ 5 mil, o mesmo será aumentado. Em 2010, no jogo que garantiu o tricampeonato brasileiro ao Fluminense, os tricolores formaram uma bela imagem com a frase “Juntos pelo Tri, 70 – 84”.

Com 76 pontos, dez de vantagem para o vice-líder Grêmio restando apenas três rodadas, o Fluminense não pode mais ser alcançado e já é o campeão brasileiro por antecipação.

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Domingo tricolor: Flu vence, dispara na ponta e freia o Flamengo

Imagine a sensação de abrir seis pontos de vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. Imagine alcançar esse conforto ao vencer justamente um clássico – e que clássico! Imagine, de quebra, ver o rival voltar a olhar com desconfiança para a tabela de classificação. Ou pergunte a um torcedor do Fluminense. Com a vitória de 1 a 0 sobre o Flamengo neste domingo, no Engenhão, ele sabe muito bem como é.

O golaço de Fred no primeiro tempo, de voleio, imunizou o controle que o Flamengo teve em uma partida emocionante ao extremo. A maior posse rubro-negra revelou-se inútil. Chance clara desperdiçada por Cleber Santana e pênalti perdido por Bottinelli completaram o domingo ruim para a equipe de Dorival Júnior. E permitiram que o Tricolor repetisse o placar do primeiro turno – a equipe de Laranjeiras não vencia as duas sobre o rival desde o Brasileiro de 2004.

– É uma vitória de time que quer ser campeão. O Flamengo é um grande time, nos deu trabalho, mas conseguimos segurar – afirmou Deco, autor do cruzamento para o gol de Fred. – O Flamengo foi melhor no segundo tempo, mas a gente tem que saber defender.

No Flamengo, Renato e Vagner Love justificaram da mesma maneira a escolha por Bottinelli no momento do pênalti, cobrado aos 41 minutos do segundo tempo. Os dois disseram que o argentino estava confiante e saíram em sua defesa.

– Bottinelli já tinha pedido para bater, estava confiante, e eu deixei, pois ele treina. Nem treinei muito nessa semana, e ele estava mais confiante do que eu – explicou o atacante.

A rodada deu peso maior ao triunfo da turma comandada por Abel Braga. O Atlético-MG, vice-líder, não conseguiu vencer a Portuguesa no sábado – empatou por 1 a 1 no Canindé. O Fluminense agora tem 59 pontos, contra 53 do Galo. Já o Flamengo foi prejudicado pela vitória do Bahia sobre o Botafogo, mas pelo menos viu o Coritiba empatar em casa com o São Paulo e o Sport perder fora para o Corinthians. Está em 11º, com 34 pontos – sete a mais do que os pernambucanos, que abrem a zona de rebaixamento.

O primeiro colocado do Brasileirão volta a campo no sábado, em clássico contra o Botafogo no Engenhão. Dois dias antes, no mesmo estádio, o Rubro-Negro recebe o Bahia.

Fred marca gol do Fluminense no Flamengo (Foto: Nelson Perez / Fluminense. F.C.)Fred , no ar, emenda voleio: golaço e vitória para o Fluminense (Foto: Nelson Perez / Fluminense. F.C.)

Golaço

A diferença entre Flamengo e Fluminense no primeiro tempo não esteve na posse de bola, tampouco na capacidade de tramar jogadas, muito menos no interesse em vencer o jogo. Nada disso. Se o Tricolor pulou na frente, foi porque teve brilho individual. Pois perceba-se: o gol do Flu saiu em uma das jogadas mais difíceis, mais improváveis, daquelas que exigem perícia extrema, e o gol do Fla não nasceu mesmo com o time rubro-negro tendo duas oportunidades vivas – bem mais simples do que aquela do gol do adversário.

É que o Fluminense tem jogadores superlativos. Tem Deco. Tem Thiago Neves. E tem Fred, sobretudo Fred. O gol tricolor é exemplar para se analisar a capacidade técnica da equipe de Abel Braga. Aos 17 minutos, enquanto a defesa do Flamengo se arrumava depois de Wellington Nem quase marcar por cobertura, Deco se apressou e bateu escanteio curto para Thiago Neves. Num piscar de olhos, a jogada voltou para o camisa 20, que olhou para a área e já percebeu a movimentação do centroavante. E aí era tudo com Fred.

Enquanto a bola viajava, ele deixava a marcação a ver navios. Frauches ficou no meio do caminho. E Fred teve espaço para apresentar ao Engenhão toda a qualidade que emana de suas chuteiras. Ele arremessou seu corpo no ar e pegou de primeira, com a perna direita acima da esquerda, de voleio. Gol de quem tem noção de espaço, técnica e potência. Golaço.

Justiça seja feita ao Flamengo. Com Cleber Santana e Léo Moura no meio-campo, o time rubro-negro conseguiu ter a bola sob seu controle em boa parte do primeiro tempo – a etapa terminou com 55% de posse de bola para o time comandado por Dorival Júnior. É um sinal de que a equipe já consegue criar ações coletivas, algo tão raro no decorrer da temporada. Mas faltou o gol.

E não foi por falta de oportunidades que ele não veio à luz. Ibson teve duas oportunidades. A primeira foi de cabeça, logo depois de Fred abrir o placar. A segunda foi um pouco mais tarde, quando ele recebeu na área e, frente a frente com Cavalieri, parou no goleiro tricolor.

O Fluminense conseguiu equilibrar o controle do jogo – a posse beirou os 70% para o Flamengo no terço inicial da partida. Cabeceio de Fred para fora e chute fraco de Wellington Nem foram as demais tentativas do líder do Brasileirão no primeiro tempo.

Thiago Neves assusta, Cleber Santana e Bottinelli perdem

Uma, duas, três vezes. Faltou pouco para Thiago Neves ampliar para o Fluminense no segundo tempo. Ele acertou a trave, carimbou o travessão e obrigou Felipe a espalmar em três conclusões diferentes. Quase. Em um segundo tempo de desespero para o Flamengo, o meia foi a válvula de escape do Tricolor. Mais uma vez, o time rubro-negro conseguiu ter maior posse de bola, mas demorou para criar. Quando criou, jogou as chances no lixo.

Cleber Santana perdeu um daqueles gols que é melhor não explicar. O cruzamento de Ramon encontrou o meia frente a frente com as traves. Era só fazer. Mas ele bateu por cima. Impressionante.

Nixon, pouco depois, também teve chance viva. Mas sua cabeçada parou em defesa de Cavalieri. A entrada de Renato, ausente desde 19 de agosto por causa de cirurgia no joelho direito, foi a cartada final em busca do empate. E quase deu certo. Diguinho derrubou Wellington Silva na área. O juiz não deu sequência, e o gol de Renato acabou anulado.

Mas o Flamengo pelo menos tinha um pênalti a bater. Bottinelli partiu para a cobrança, em busca do empate, à caça da sobrevida. E errou. Cavalieri caiu no canto e salvou o Fluminense.

Era o aviso final de que o domingo não seria rubro-negro. Vagner Love, segundos depois, mandou para a rede, mas em impedimento. Não valeu. Passados cinco minutos de acréscimos, o Engenhão viu o alívio tricolor e a incredulidade flamenguista. Que jogo…

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Rogério Ceni volta após seis meses para arrumar a casa tricolor

Ceni volta após seis meses em recuperação (Foto: Divulgação/ São Paulo FC)

A espera da torcida do São Paulo acabou. No dia em que completou seis meses de recuperação da cirurgia realizada para corrigir a grave lesão que sofreu no ombro direito, o goleiro e capitão do São Paulo, Rogério Ceni, teve sua volta confirmada ao time na partida do próximo domingo, às 16h, contra o Flamengo, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Na última quinta-feira, após treinar o tempo todo com a equipe reserva, Ceni saiu animado de campo. Realizou todos os movimentos exigidos, saltou, fez defesas e cobrou faltas, como estava acostumado a fazer. Nesta sexta, a cena se repetiu. Ele trabalhou normalmente com os companheiros. Após o treino, houve uma reunião no campo envolvendo o camisa 1, o técnico Ney Franco, o médico José Sanchez, o preparador de goleiros Haroldo Lamounier e o reserva Denis, que vinha atuando. Nesta conversa, foi sacramentado o retorno.

Ney Franco comemorou a volta do camisa 1.

– Além de exercer um papel de liderança, ele entende demais a parte tática e faz esse papel de comunicação com os zagueiros e alas. Ele está voltando em um momento interessante e, mesmo sem estar 100%, é importante contar com o retorno de atletas experientes – afirmou o treinador.

rogerio ceni são paulo treino (Foto: Luiz Pires / Vipcomm)Rogério Ceni treina com os demais goleiros nesta sexta-feira no CT (Foto: Luiz Pires / Vipcomm)

Rogério Ceni volta em um momento importante. O São Paulo não vive bom momento na temporada. Eliminado na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista, a equipe mudou seu treinador e, mesmo com Ney Franco, ainda não conseguiu engrenar. Em quatro partidas, venceu uma, empatou uma e sofreu duas derrotas. A torcida, irritada, pressiona atletas e dirigentes. O atacante Luis Fabiano e o presidente Juvenal Juvêncio são os principais alvos. Idolatrado pelo torcedor, o capitão servirá como bombeiro e fará de tudo para colocar as coisas nos eixos.

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Fred desencanta em Fla-Flus, e Tricolor vence clássico dos 100 anos

Assim como no jogo de cem anos atrás, foram os tricolores que comemoraram. Em tarde de festa – e chuva – no Engenhão pela data comemorativa do Fla-Flu, Fred desencantou em seu sexto clássico contra os rubro-negros e marcou o único gol da partida, logo aos dez minutos. O placar de 1 a 0 deixa o Fluminense secando o Atlético-MG, que joga ainda neste domingo contra a Portuguesa, para ficar com a liderança do Campeonato Brasileiro pela primeira vez após oito rodadas.

O Flamengo, que se viu obrigado a tomar a iniciativa de atacar após sofrer um gol cedo, terminou a partida com 61% de posse de bola. E teve o dobro de finalizações do que o adversário (14 a sete), mas sem criar tantas chances de perigo assim. O time fica estacionado nos 12 pontos, na nona colocação.

Fred, que voltou a jogar após duas partidas ausente, agora está a dois gols de se igualar a Magno Alves como o maior artilheiro do Fluminense em Brasileiros.

– Só de poder participar, me sinto honrado. Fazer gol é especial para mim. É especial porque eu estava esperando esse gol há tanto tempo, e ele veio na hora boa, na hora dos cem anos, uma data especial. É o clássico mais charmoso do Brasil, e eu estou muito feliz. Está tudo bem comigo, agora é só pegar ritmo e fazer mais e mais gols – afirmou.
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No Flamengo, Renato lamentou o resultado, mas procurou ver o lado positivo da derrota:

– O jogo todo foi com o Flamengo no ataque e o Flu no contra-ataque. Fiz questão de reunir o nosso time para saudar a torcida, porque brigamos o tempo todo, e ela nos apoiou. Um tinha de sair feliz daqui hoje, infelizmente não fomos nós, mas o time mostrou que tem qualidade para enfrentar de igual para igual qualquer um.

Fluminense e Flamengo retornam a campo no próximo domingo. O Tricolor faz o clássico com o Botafogo, no Engenhão, enquanto o Rubro-Negro visita o Bahia, em Pituaçu.

A partida no Engenhão teve público de 32.591 pagantes (38.862 presentes), com renda de R$ 1.149.110. Cem anos atrás, o placar a favor do Fluminense foi 3 a 2.

fred fluminense gol flamengo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Fred comemora após marcar o gol que decidiu o Fla-Flu (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Festa e gol logo cedo

Antes do apito inicial, houve muita festa pelos 100 anos do clássico. Foi disputada uma preliminar de 20 minutos, com artistas e ex-jogadores de Fla e Flu. Depois, Toni Platão e Dudu Nobre cantaram os hinos dos clubes, acompanhados pela banda dos Fuzileiros Navais. Por fim, Peter Siemsen e Patricia Amorim, presidentes de Flu e Fla, receberam um troféu comemorativo aos 100 anos do clássico.

Com a bola rolando, o que se viu foi o Flamengo tomando a iniciativa nos primeiros minutos. Luiz Antonio, improvisado pela lateral direita, buscou o apoio. No meio, Bottinelli e Ibson tentaram municiar o ataque formado por Diego Maurício e Vagner Love, que teve a primeira chance do jogo, após bom passe do argentino, mas bateu nas mãos de Cavalieri.

O Fluminense, por sua vez, entrou em campo com a opção de jogar fechado. Apesar de ter jogadores de característica ofensiva em campo, como Deco, Thiago Neves, Wellington Nem e Fred, o Tricolor ficou à espera de bobeadas do Flamengo para contragolpear.

Logo na primeira oportunidade que teve, o Flu abriu o placar. Aos 10 minutos, Wellington Nem foi lançado em velocidade e acabou parado com falta por González, no bico direito da grande área. A cobrança não foi boa e parou na barreira, mas a zaga do Flamengo afastou mal e a bola acabou voltando a Thiago Neves na ponta direita. O camisa 7 limpou a jogada e cruzou com açúcar para Fred, no meio da área, desviar de pé direito e marcar seu primeiro gol em Fla-Flus.

O gol não fez o panorama da partida mudar no primeiro tempo. O Flu seguiu fechadinho, com duas linhas de quatro, à espera de vacilos rubro-negros, enquanto o Fla tinha mais a bola, mas trocava passes sem objetividade e praticamente não criava chances de gol.

Ao fim da etapa inicial, o Flamengo tinha 57% da posse de bola e oito finalizações, contra três do Flu. Entretanto, o Rubro-Negro só assustou em uma falta de longe de Renato, que saiu rente ao travessão.

O Fluminense, por outro lado, esteve muito próximo de ampliar sua vantagem aos 34 minutos. Thiago Neves foi à linha de fundo pela direita e cruzou para Fred. A bola passou na boca do gol e o camisa 9, que entrou de carrinho, não alcançou por questão de centímetros.

vagner love gum flamengo x fluminense (Foto: André Durão/Globoesporte.com)Gum e Love se estranham em disputa perto da área tricolor (Foto: André Durão/Globoesporte.com)

Fla lança garotos e parte para o abafa

Na volta para o segundo tempo, Joel Santana promoveu uma alteração no Flamengo: Adryan, de 17 anos, entrou na vaga de Diego Maurício. O Fluminense manteve sua formação inicial. Adryan, que é meia de origem, passou a exercer a função de segundo atacante. O Tricolor continuou bem armado na defesa, saindo na boa e deixando o adversário sem poder de penetração – apenas arriscando bolas levantadas e chutes de fora da área.

O jogo se desenrolou ao feitio que agradava ao Fluminense. O Flamengo, com 60% da posse de bola, não conseguia espaços e, com o passar do tempo, foi ficando nervoso. O Flu, toda vez que ia à frente, principalmente com Wellington Nem, causava calafrios à defesa rubro-negra, que ainda teve um desfalque ao longo da etapa final: o chileno Marcos González, sozinho, machucou as costas e teve de dar lugar a Arthur Sanches, que passou a formar dupla com Marllon.

Por volta dos 30 minutos, o clássico passou a ganhar outros ares. Abel tirou Fred, que voltava de lesão, e lançou Samuel. Joel respondeu tirando o volante Amaral para a entrada do meia-atacante Mattheus. Abel agiu rapidamente, tirando Deco para a entrada de Valencia.

Na base da vontade, o Flamengo foi para o ataque e chegou a criar chances para empatar. Magal fez boa jogada pela esquerda e cruzou na medida para Adryan, livre na área. O jovem cabeceou, e a bola saiu tirando tinta do poste direito de Cavalieri.

Depois, numa sequência de escanteios, o ataque do Flamengo fez uma blitz na área tricolor e ainda acertou a trave, numa cabeçada de Arthur Sanches, mas não conseguiu o empate. O Fluminense, com Wellington Nem puxando contra-ataques, mostrou também que não estava morto no jogo e que poderia ampliar a qualquer momento. No fim, com atuação irrepreensível de sua dupla de zaga (Gum e Anderson), o time de Abel garantiu a vitória no Fla-Flu do centenário.

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