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Paralisação deixa João Pessoa sem ônibus, trens e com principais avenidas fechadas

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Os ônibus de transporte público de João Pessoa e os trens que fazem o transporte na Região Metropolitana na capital paraibana estão parados no início da manhã desta sexta-feira (28) devido a paralisação dos motoristas e funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos de João Pessoa (CBTU).

Além dos serviços de transportes parados, manifestantes fecharam pelo menos seis avenidas de João Pessoa: Avenida Pedro II, na altura do Jardim Botânico, na Torre; a Avenida Via Expressa Padre Zé, próximo ao Campus da UFPB de João Pessoa; a Avenida Cruz das Armas, nas imediações da feira de Oitizeiro; A Avenida Tancredo Neves, no bairro do Ipês; Acesso Oeste; e Parque da Lagoa, no trecho antes do hipermercado.

Garagem da principal empresa de transporte público de João Pessoa amanheceu fechada nesta sexta-feira (Foto: André Resende/G1)

Garagem da principal empresa de transporte público de João Pessoa amanheceu fechada nesta sexta-feira (Foto: André Resende/G1)

Na saída para o Rio Grande do Norte e para o interior da Paraíba, no entrocamento das BRs 101 e 230, manifestantes também fecharam uma das faixas. As interdições tiveram início por volta das 5h e até as 7h, todas as avenidas estavam fechadas com pneus em chamas.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob) informou que a Avenida Epitácio Pessoa, o Viaduto do Cristo, Avenida Hilton Souto Maior, em Mangabeira e Avenida Beira-rio, não estão interditados e podem ser alternativas para os motoristas.

Avenida Cruz das Armas foi bloqueada na setxa-feira (28)  (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Avenida Cruz das Armas foi bloqueada na setxa-feira (28) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Serviços paralisados

As agências bancárias em toda Paraíba estão fechadas nesta sexta-feira (28) porque os bancários aderiram à paralisação. Os Sindicato do Professores das escolas privadas de João Pessoa também aunciaram adesão à paralisação desta sexta. As escolas públicas também não vão ter aulas.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) determinou ponto facultativo, para que os servidores que escolherem participar da paralisação não tenham o ponto cortado.

G1

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RAMALHO LEITE – Vamos falar de trens

 

ramalhoO trem chegou a Bananeiras em 1925. Solón de Lucena, contrariando seu cunhado Celso Cirne, (queria que o trem aportasse em Moreno/Solânea), profetizou: “O trem chegará a Bananeiras nem que seja por debaixo da terra“. A construção do túnel da Serra da Viração levou dez anos. Enquanto isso, desde 1913, o comboio de ferro despejava seus passageiros na Estação de Borborema e, depois, em Manitú. Cavalos selados esperavam os passageiros para levá-los a Bananeiras, território fértil dos Barões do Café.

A linha de ferro Independência (Guarabira) a Picuí constituía uma linha de penetração nos sertões da Paraíba e do Rio Grande do Norte e, por essa razão, sua construção foi confiada à Inspetoria de Obras Contra as Secas.A Great Western, companhia inglesa que participou da nossa história, abandonara o trecho e não cumprira o contrato inicial de 1909. Posteriormente, em 1922,por novo contrato, os ingleses se obrigaram a construir o trecho entre Borborema e a Boca do Túnel. Este estava sendo construído pelo Governo. Era obra de Epitácio e seu parente Solón.

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A construção de ferrovias de propriedade da União não deveriam ter “o intuito de proporcionar lucros diretos ao Estado”, mas aproveitar os lucros indiretos advindos do incremento econômico proporcionado pele rede ferroviária. Daí, seu arrendamento aos ingleses até 1960, quando seria devolvida ao patrimônio federal sem direito a quaisquer indenizações. O governo não agüentou muito tempo e, de logo, em 1967, extinguiu os ramais considerados deficitários. Obra de Juarez Távora e da “redentora” de 64.

A linha da Paraíba (João Pessoa) a Alagoa Grande, teve sua construção concedida pelo governo imperial ao conselheiro Diogo Velho, ao bacharel Anísio Carneiro da Cunha e ao engenheiro André Rebouças. No contrato, uma ramificação para Ingá e Independência. Essa concessão foi depois transferida para a Ferrovia Conde d´Eu,  organizada em Londres em 1875. O Conde d´Eu era marido da Princesa Isabel, estigmatizado por ser estrangeiro,era impopular até dizer basta.O sotaque Frances ajudava sua imagem negativa.  A linha da Conde D´Eu terminava em Guarabira. Esses mesmos incorporadores conseguiram financiamento do Governo para um ramal até Cabedelo. Para André Rebouças, o porto de Cabedelo, o mais oriental do Brasil, seria futuramente a “estação marítima do maior caminho-de-ferro inter-oceânico da América do Sul.”.

Em 1883, o trem chegou a Mulungú e, no mesmo ano,  a Pilar, a tempo de ser apreciado  pelo menino de engenho Carlinhos e seu companheiro de folguedos, o moleque Ricardo, compondo o cenário de Zé Lins do Rego. Somente em 1884 seriam inauguradas as estações de Cachoeira e Independência. Cabedelo só viu o trem em 1889. Era  nesse terminal que deveria aportar o café de excelente qualidade produzido em Bananeiras, Serraria e Areia. A ciclópica construção do túnel favoreceu a ação do ceracocus parahybensis e as plantações de café foram dizimadas.Quando o trem atravessou o túnel e parou em Bananeiras, não havia mais café para ser transportado.

Devo a mim mesmo um estudo mais alentado sobre a implantação das linhas de trem na nossa região, e sua influência na mudança dos costumes locais. Não preciso lembrar que nasci na beira da linha, e o apito do trem, talvez tenha sido o primeiro som que meus ouvidos escutaram. Neste texto, compilei apenas alguns dados da Historia de Uma Estrada de Ferro do Nordeste, de Estevão Pinto, escrito a pedido de Gilberto Freyre. Descobri o documentário através de um sebo eletrônico. Comprei um exemplar que pertenceu a Clemente Mariani, ex-ministro da Fazenda de Jânio Quadros. O autor escreveu simpática dedicatória: “Ao eminente político Ministro Clemente Mariani, com a homenagem e admiração de Estevão Pinto.XII-Recife”. A admiração, ao que parece, não era recíproca: o Ministro, além de vender o livro no sebo, deixou para mim a tarefa de abrir suas páginas ainda virgens.

 

O texto é de inteira responsabilidade do assinante

Base tucana barra investigações de cartel dos trens e metrôs de São Paulo

A base do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo barrou as investigações sobre o cartel em licitações de trens e metrôs, que envolveu as gestões tucanas no Estado, de acordo com o líder do PT na Assembleia, Luiz Cláudio Marcolino, em entrevista à Folha de S. Paulo. “Eles estão obstruindo justamente para dificultar o processo investigativo”, disse Marcolino.

Os mecanismos que a base tucana utilizou para “dificultar” o processo foram: rejeição de pedidos, adiamento da análise de pedidos por tempo indeterminado, e mudança de convocações para ouvir autoridades por convites, desobrigando, assim, o convidado a comparecer.

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Assim, desde que as investigações sobre o cartel tiveram início, em agosto deste ano, a base petista não tinha número suficiente de deputados para instalar uma CPI, recorrendo, então, para comissões que ouviriam os depoimentos de empresários e consultores. De 26 pessoas levantadas para as comissões, apenas 3 foram ouvidas.

“Eles estão obstruindo justamente para dificultar o processo investigativo”, diz Luiz Claúdio Marcolino (Mauricio Garcia de Souza/Alesp)

Quando entrevistado pela Folha de S.Paulo, o presidente da Comissão de Transportes, João Caramez (PSDB), afirmou que não houve blindagem. “As pessoas mais importantes foram chamadas, e todos os deputados puderam tirar suas dúvidas. Foi tão transparente que nenhum questionou qualquer resposta dada por eles”, disse.

Para adiar as análises, os aliados utilizam o pedido de vista, que cada deputado tem direito, alongando para uma semana a votação. A base petista também usou do mecanismo para evitar que os pedidos fossem derrubados, quando havia maioria presente na comissão.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e o atual presidente do Metrô, Luiz Antonio Pacheco, e o da CPTM, Mário Manuel Bandeira, foram os ouvidos. Entretanto, ficaram de fora o ex-assessor da Secretaria de Transportes Metropolitanos, Pedro Benvenuto, acusado de repassar informações das empresas a um consultor; o presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), Vinicius Carvalho; o presidente da Siemens, Paulo Stark, e o vereador Andrea Matarazzo (PSDB).

Para todos eles as audições haviam se transformado em convites e, assim, decidiram não comparecer. Foram derrubados também os requerimentos do ex-diretor da CPTM, João Roberto Zaniboni, que recebeu US$ 836 mil numa conta na Suíça, e José Fagali Neto, acusado de repassar esse dinheiro e de receber informações de Pedro Benvenuto.

Ainda está na lista de adiamentos o executivo da Siemens, Everton Rheinheimer, que delatou à Polícia Federal que os políticos tucanos receberam propina do esquema.

Com informações de Folha de S. Paulo.

Do Jornal GGN

Choque frontal de trens deixa feridos na Suíça

1_12Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas nesta segunda-feira (29) no choque frontal entre dois trens na Suíça, segundo a polícia e a agência local ATS.

O acidente ocorreu às 19h locais (14h de Brasília) em Granges-près-Marnand, no cantão de Vaud, na parte francófona da Suíça.

Polícia, bombeiros e ambulâncias estão no local.

Alguns dos feridos estão em estado grave, mas não há relatos sobre mortes.

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O tráfego foi interrompido em parte da linha que une as cidade de  Palézieux e Payerne, segundo a empresa federal de trens.

A colisão na Suíça ocorre a menos de uma semana do descarrilamento de um trem perto de Santiago de Compostela, no noroeste da Espanha, que matou 79 pessoas, em um dos piores desastres ferroviários da Europa.

G1

Colisão entre trens do Metrô de SP deixa mais de 30 feridos

Trinta e três pessoas ficaram feridas no acidente entre dois trens da Linha 3-Vermelha do Metrô de São Paulo, de acordo com o Corpo de Bombeiros. A colisão ocorreu por volta 9h50 desta quarta-feira (16) e o resgate foi encerrado por volta das 11h30. Duas pessoas ficaram em estado grave com hemorragias e suspeita de traumatismo craniano.

O acidente aconteceu em um trecho na Zona Leste, entre as estações Penha e Carrão. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que será aberto um inquérito para investigar o acidente na Delegacia do Metropolitano (Delpom). Em entrevista por telefone à TV Globo, o presidente do Metrô, Peter Walker, confirmou que a principal suspeita é de uma falha no sistema de atuomação.

Até as 11h30, o Metrô não sabia informar as causas do acidente (veja íntegra abaixo). A companhia informa que a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Barra Funda e Tatuapé. Não havia previsão para liberação do trecho. Além do apoio de ônibus, o Metrô diz que está mantida a integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.

Após o acidente, as demais linhas do Metrô de São Paulo operavam com velocidade reduzida. A SPTrans informou que mudou a circulação de ônibus na região e acionou o sistema de apoio. O problema causava lentidão na Radial Leste, no sentido Centro. Por causa do resgate, faixas da via permaneciam interditadas às 11h30. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomendava que os motoristas evitassem a região.

Socorro
Sessenta e oito homens bombeiros e 23 veículos atuaram no local. As vítimas foram imobilizadas e colocadas em macas, que precisaram ser passadas por sobre o muro que separa os trilhos da Linha 3-Vermelha da Radial Leste Os feridos foram levados para o Hospital das Clínicas, Santa Casa e Hospital do Tatuapé.

Mapa acidente do Metrô (Foto: Arte/G1)

Segundo o major Fábio Barbieri, do Corpo de Bombeiros, uma das vítimas com ferimentos leves estava grávida e passou mal após o acidente, mas não perdeu o bebê e passa bem. Os demais tiveram luxações, escoriações e  ferimentos leves.

Falha em sistema de automação
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Metroviários, Paulo Pasin, houve um choque entre duas composições devido a uma falha no sistema de automação do Metrô. O sindicalista, que estava em reunião com dirigentes do Metrô para discussão de propostas salariais na hora do acidente, diz ter recebido informações de que o sistema automático que faz um trem parar quando outro está à frente não funcionou.

“Não pode ter havido falha humana porque esse sistema é automático”, disse Pasin. “Em 20 anos de Metrô, eu nunca vi nada disso acontecer”, acrescentou.

Ônibus
Segundo a SPTrans, todas as linhas de ônibus que circulam na Radial Leste seguiam direto até a Estação Tatuapé do Metrô, deixando de atender as estações Itaquera, Arthur Alvim, Patriarca, Guilhermina Esperança, Vila Matilde, Penha, e Carrão, por volta das 11h. A integração das linhas de ônibus com as estações do Metrô foi suspensa devido ao acidente.

Trânsito
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registrava 45 km de lentidão em São Paulo por volta das 12h35 desta quarta-feira, índice considerado acima da média. No horário, a Radial Leste estava com 3 km de filas no sentido Centro, entre os viadutos da Vila Matilde e Conselheiro Carrão.

Nota do Metrô
Veja abaixo a íntegra da nota enviada pelo Metrô:

“Metrô Informa

Por volta das 9h50, duas composições da Linha 3-Vermelha que circulavam no sentido Palmeiras/Barra Funda se colidiram próximas a estação Carrão do Metrô. As causas do acidente estão sendo apuradas pela Companhia do Metrô.

Os usuários que se acidentaram na colisão estão sendo socorridos por Agentes de Segurança do Metrô, Corpo de Bombeiros e SAMU.

Em razão deste acidente, a circulação dos trens na Linha 3-Vermelha está sendo realizada somente entre as estações Palmeiras/Barra Funda e Tatuapé. Para atender os usuários no trecho entre as estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera, o Metrô acionou o serviço do PAESE e mantém integração gratuita com a CPTM nas estações Tatuapé e Corinthians/Itaquera.

G1