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Travesti é espancada e corpo é encontrado em Mangabeira

Moradores encontraram neste domingo (7) o corpo de uma travesti com sinais de espancamento. A vítima foi encontrada na calçada da Farmácia Globo, nas proximidades do Complexo Ortotrauma de Mangabeira, o Trauminha. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada ao local e prestou os primeiros socorros a vítima.

Segundo informações preliminares que foram encaminhadas por uma das testemunhas à polícia, o travesti  estava com vários hematomas, o que leva a pensar em espancamento. Já no Trauma, a vítima foi identificada como Francisco Átila Barbosa, 34 anos. Ele permanece na área laranja do Trauma, ainda com desorientação. O estado é estável.

 

clickpb

 

 

Travesti é presa suspeita de roubar cerca de R$ 5 mil de um homem, em João Pessoa

Uma travesti foi presa na noite desta quarta-feira (13) suspeita de roubar pelo menos R$ 5 mil de uma homem, em João Pessoa. O roubo tem duas versões, que foram apresentadas à Polícia Civil, na Central de Polícia.

De acordo com a vítima, ele estava próximo a orla de Manaíra, dentro do veículo, quando por volta das 22h, uma travesti chegou armada com uma faca, colocou no pescoço dele e anunciou o assalto. Ele informou que estava com R$ 10 mil dentro do carro e que a travesti conseguiu roubar R$ 5 mil. A vítima procurou a polícia, que conseguiu localizar a travesti, com mais duas travestis, dentro de um táxi.

As três travestis e o taxista foram levados para a Central de Polícia. Na delegacia, apenas uma travesti ficou detida porque assumiu o crime, embora tenha contado outra versão. Ela disse que havia feito um programa com o homem e que ele não quis pagar. Segundo a travesti, ela não estava armada, apenas pegou o dinheiro sem que o cliente percebesse. Quando ele percebeu, procurou a polícia e foi ao encontro deles.

A travesti, que tem 22 anos, continua detida na carceragem da Central de Polícia Civil, em João Pessoa, e deve responder pelo crime de roubo. As outras três pessoas foram liberadas e a vítima conseguiu reaver o dinheiro roubado.

G1

 

Travesti é morta a tiros por cliente após programa no Centro de João Pessoa

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma travesti foi morta a tiros por um cliente após realizar um programa na noite do sábado (21), no Centro de João Pessoa. Segundo a Polícia Militar, outras travestis e garotas de programa que estavam no local viram o crime e chegaram a acionar o socorro, mas a vítima não resistiu.

O crime aconteceu na Rua Monsenhor Sabino Coelho, por volta das 21h (horário local). De acordo com a PM, testemunhas contaram que a vítima chegou em um carro preto e logo em seguida começou a correr, quando foi baleada pelo motorista. A travesti chegou a caminhar até o cruzamento com a Rua Desembargador José Peregrino, mas caiu em seguida.

Ainda segundo a Polícia Militar, as testemunhas contaram que a vítima estava fazendo um programa para o motorista do carro, mas não souberam informar quem era a pessoa. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado, mas a vítima não resistiu e morreu antes da chegada da ambulância.

Perto do local do crime existem câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais e a polícia vai solicitar as imagens para tentar identificar quem teria realizado o crime. Até as 9h deste domingo (22), ninguém foi preso.

G1

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Travesti morre após fazer aplicação de silicone industrial para aumentar o bumbum em JP

Reprodução/ arquivo pessoal Scheylla Mychelly teve infeccão generalizada
Reprodução/ arquivo pessoal
Scheylla Mychelly teve infeccão generalizada

O técnico de enfermagem Josivando dos Santos Silva, 28 anos, conhecido como ‘Scheylla Mychelly’, morreu nessa terça-feira (3), depois de aplicar no bumbum silicone de esteira elétrica para fins estéticos. A vítima era travesti e ela passou mal depois da aplicação de 1,5 litro do produto. O caso ocorreu em João Pessoa.

De acordo com a agente de saúde, Alzira Andrade, que prestou socorro a vítima, Scheylla comprou seis litros de silicone industrial na internet e o procedimento foi realizado por uma amiga, que também é travesti.

“Não sabemos quem foi a pessoa que aplicou o produto. Scheylla começou a passar mal logo após receber a primeira aplicação no bumbum de 1, 5 litro. O caso ocorreu no dia 25 de maio. Por cada aplicação, a vítima pagaria R$ 200. Assim que o lubrificante foi injetado, Scheylla teve reação e foi socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oceania, no bairro de Manaíra”, disse agente.

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Ainda de acordo com Andrade, sentido fortes dores no corpo, a travesti foi levada para o Complexo Hospitalar Ortrauma, o Trauminha de Mangabeira, de onde foi transferida para o Hospital Universitário (HU), da Capital. “Scheylla estava muito debilitada. Quando chegou no HU, na segunda-feira (1), ela foi direto para a UTI onde veio a falecer 24 horas depois, em decorrência de infecção generalizada”, disse.

O corpo da travesti está sendo velado na central de Velório Morada da Paz, em Jaguaribe. O sepultamento está marcado para ocorrer às 16h no Cemitério São José, no bairro de Cruz da Armas, em João Pessoa.

A aplicação do silicone industrial é crime que está previsto em três artigos do Código Penal – exercício ilegal da medicina, curandeirismo e lesão corporal. As penas variam de 2 a 8 anos de prisão.

 

Por Hyldo Pereira

 

Vídeo mostra travesti sendo atropelado, de propósito, por veículo na Capital

Reprodução/ TV Correio Atropelamento ocorreu no bairro de Manaíra
Reprodução/ TV Correio
Atropelamento ocorreu no bairro de Manaíra

Um vídeo divulgado em grupos no WhatsApp mostra o momento em que um travesti é atropelado em João Pessoa. O flagrante teria ocorrido na avenida Edson Ramalho, no bairro de Manaíra, área nobre da Capital, na madrugada desta quarta-feira (3).

As imagens – feitas de um apartamento – mostram quando o travesti caminha pela calçada e passa um carro em alta velocidade, na contramão. O motorista dar marcha ré e ao retornar, ele acelera o automóvel e vai em direção a vítima, que tenta se livrar, mas acaba sendo atropelada.

O travesti ficou por alguns minutos deitado no meio da rua e ainda chegou a receber socorro de um motoqueiro. Logo em seguida, a vítima se levanta e vai para uma parada de ônibus. O motorista que provocou o acidente não foi identificado, assim como a vítima.

Segundo dados da Associação dos Travesti da Paraíba (Astrapa), mais de dez travestis já foram vítimas de violência este ano. Para Fernanda Bevenutty, que presidente a entidade, uma das grandes barreiras é o medo das vítimas denunciarem os agressores.

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“Nesse caso, a agressão foi filmada. Em muitas das vezes, digamos, que cotidianamente, as meninas são sofrem agressões. Em conversas conosco, dez já revelaram que foram agredidas, mas elas têm medo de denunciar os agressores porque as garotas sempre voltam para o mesmo onde foram agredidas. As agressões vão desde jogar lata de cerveja com urina até tiros para o alto”, revela Bevenutty, que falou está levantando as informações para identificar a travesti que foi atropelada.

Confira vídeo:

Por Hyldo Pereira

 

Mãe de travesti que arrancou orelha de carcereiro não pôde ver a filha

Desde domingo, Marli Ferreira Alves Francisco, 48 anos, não consegue pregar os olhos à noite. Foi neste dia que ela descobriu que sua filha, a travesti Verônica Alves, de 25 anos, tinha sido presa acusada de tentativa de homicídio, em São Paulo. Durante a prisão, ela se envolveu numa briga com os agentes carcerários e arrancou com a boca um pedaço da orelha de um deles. Desde então, a mãe não pôde entrar em contato com a filha para conhecer a sua versão do que aconteceu.

A travesti durante a prisão
A travesti durante a prisão Foto: Reprodução / Facebook

— Não tem nada de normal nessa história — disse Marli, que mora em Mococa, no interior de São Paulo. — Não consegui falar com ela até agora. Fui a São Paulo, mas não deixaram eu ver de jeito nenhum, nem no hospital, nem na delegacia.

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De acordo com o boletim de ocorrência, Verônica já tinha sido detida por tentativa de homicídio contra uma idosa que vivia em seu prédio, durante uma discussão. Ela estava sendo transferida quando se envolveu em “luta corporal” com o carcereiro cuja orelha foi ferida. Para intimidá-la, outro policial deu três tiros na direção da briga mas, segundo a polícia, ninguém foi atingido. Os agentes e a agressora foram levados ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, e o caso foi registrado no 2º DP (Bom Retiro). Ela é acusada de evasão mediante violência contra a pessoa, lesão corporal de natureza grave e resistência à prisão.

Foto: Reprodução / Facebook

Segundo a mãe, Verônica, que se prostituía, morava na capital paulista há um ano e, até então, vivia tranquilamente. Ela acredita que a polícia não deixou vê-la como retaliação pela agressão.

— Como foram muito covardes e machucaram muito ela, não quiseram me deixar vê-la. É muito triste para uma mãe uma coisa dessas — resumiu.

Em fotos que circulam nas redes sociais, é possível ver a travesti num pátio, sem camisa, com os seios expostos, a calça rasgada, cabelos raspados e o rosto desfigurado. Há também imagens do agente carcerário que foi vítima de agressão.

O agente carcerário foi agredido e teve um pedaço da orelha arrancado pela travesti
O agente carcerário foi agredido e teve um pedaço da orelha arrancado pela travesti Foto: Reprodução / Facebook

Posicionamento da polícia

A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo afirmou que a Secretaria de Administração Penitenciária (Sap) é responsável pela detenta, mas não comentou as agressões sofridas por Verônica. Já a Sap explicou que os presos podem passar até 20 dias sob regime de observação. Durante esse período, eles não têm direito a ver sua família, apenas o defensor público. Segundo Marli, sua filha ainda não teve ninguém designado para fazer sua defesa.

Apoio nas redes

Nas redes sociais, grupos de apoio a travestis e transexuais tentam garantir que Verônica tenha acesso a uma defesa justa e que não seja vítima de violência sexual. Uma página chamada Somos todas Verônica foi criada no Facebook para apoiá-la.

Foto: Reprodução / Facebook

Extra

Travesti entra para história política da PB ao ser eleita presidente de Câmara Municipal

ShirleyEleito em 2012 com 273 votos, Geraldo Costa da Silva (PP), 53 anos, mais conhecido como ‘Mãe Shirley’, se tornou a primeira travesti eleita vereadora na história na Paraíba, pela cidade de Pilar, a 52 km de João Pessoa. Quase três anos depois, ‘Mãe Shirley’ surpreende e é eleita presidente da Câmara dos Vereadores local, quase por unanimidade. A eleição ocorreu no dia 1 de janeiro deste ano. Uma casa legislativa ser presidida por uma travesti deve ser o primeiro caso no estado e no Brasil. 

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Durante entrevista ao Portal Correio, a travesti explicou que houve um acordo entre os partidos PT e PP, que integram a base aliada do governo municipal. “Houve um consenso entre os partidos e meu nome foi colocado como favorito. Tive seis votos, contra uma abstenção, e dois contra”, resumiu.

Shirley tem uma história de superação e solidariedade na cidade. Integrante do candomblé há 39 anos, ela trabalha desde a adolescência e tem muitos serviços prestados nas comunidades carentes de Pilar. Técnica de enfermagem por formação contribuiu para o bom atendido no único hospital de cidade, o que lhe rendeu o slogan na campanha eleitoral de “Saúde em primeiro lugar”.

Sobre os novos projetos, a travesti disse que vai continuar a defender a bandeira de combate a homofobia, melhoria nos serviços públicos em prol da população. “Vou fazer uma gestão democrática. Vamos fazer nosso papel de fiscalizar o dinheiro público e lutar e votar projetos que beneficiem a população. O combate a homofobia e a inclusão do ensino religioso nas escolas municipais serão alguns dos nossos projetos futuros”, adiantou ‘Mãe Shirley’.

Apesar dos poucos votos recebidos, a impressão de quem acompanha Shirley pelas ruas é a de que toda a cidade votou nela. Discreta, ela sempre chamou a atenção por andar pelas ruas usando roupas brancas e acessórios femininos. “ Todo mundo me conhece aqui em Pilar. Crianças, adultos e idosos quando passo acenam e falam: “Oi, mãe Shirley”, comentou.

Sorridente, Shirley disse que muitos têm dúvidas sobre como se referir ao falar com ela: travesti, gay, homossexual, ele ou ela. “Não escolho etiquetas. Todo mundo sabe da minha orientação sexual e religiosa e não escondo de ninguém. Sou super bem resolvida, quanto a isso. Sou conhecida como ‘Mãe Shirley’ devido a minha posição no candomblé”, avisou.

 

portalcorreio

Acusado de matar travesti na Capital tem pena de 16 anos mantida pelo Tribunal de Justiça da PB

juriUm homem acusado de matar um travesti, no ano de 2009, na comunidade Bola na Rede, no Bairro dos Novais, Zona Oeste da Capital, teve o recurso de apelação negado por unanimidade, na manhã desta terça-feira (14), pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). O julgamento confirma a decisão tomada pelo 1º Tribunal do Júri da Capital, que condenou o acusado a 16 anos de prisão pela morte da vítima.

No recurso, o réu alegou que a primeira decisão foi totalmente contrária à prova dos autos. Ele afirmou que não teve qualquer participação no crime e teria sido obrigado a assinar seu depoimento na esfera extrajudicial sem, ao menos, saber o conteúdo do documento. Ele ainda afirmou que dois menores, que também estão envolvidos com o delito, teriam confessado a prática do crime de homicídio e ocultação de cadáver, excluindo-o de participação no crime.

No julgamento do mérito, o relator da apelação, o desembargador João Benedito, e os demais membros da unidade, entenderam que o recurso não merece ser acolhido, em virtude das provas dos autos permitirem, claramente, a conclusão que chegou o corpo de jurados.

“A decisão popular somente pode ser cassada por contrariedade à prova quando o posicionamento dos jurados se mostrar arbitrário, distorcido e manifestamente dissociado do conjunto probatório, o que, indiscutivelmente, não é o caso dos autos, já que o Conselho de Sentença tem seguro apoio na prova reunida”, assegurou o relator.

Do mesmo modo, o desembargador Benedito ressaltou que diante das duas versões manifestadas no processo, de que o acusado, acompanhado dos menores, praticou o crime de homicídio e auxiliou na ocultação de cadáver, e a versão sustentada pela defesa do acusado, preferiu o Conselho de Sentença acolher a tese da acusação, tomando como base as provas colhidas nos autos.

 

portalcorreio

Travesti, que foi candidato a vereador, é morto e tem rosto desfigurado a facadas

Sétima Regional
Sétima Regional

Um crime com requintes de crueldade foi registrado neste domingo (21), na cidade de Nova Floresta, no Agreste paraibano. Um travesti, que foi candidato a vereador em 2012, foi assassinado a golpes de faca peixeira.

De acordo com informações do delegado regional de Picuí, João Joaldo, o cabeleireiro Josinaldo Rodrigues Macena, 29 anos, conhecido como “Shanayne”, estava bebendo com amigos quando foi embora de um bar.

“Ficamos sabendo que a vítima passou noite de sábado (20) bebendo com amigos em um bar no sítio Estrondo, na zona rural da cidade, quando foi embora. Na manhã de domingo (21), o corpo de Josinaldo foi encontrado mutilado em uma estrada vicinal”, disse o delegado.

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O delegado Tércio de Sousa, comentou que o rosto ficou desfigurado devido os diversos golpes. “A pessoa que cometeu o crime estava com muita raiva da vítima. O rosto ficou mutilado. Foram muitos golpes profundos”.

O motivo do crime ainda é desconhecido. Entretanto, a polícia vai investigar se uma briga em que a vítima se envolveu há cerca de um mês pode ter relação com a morte.

O corpo de Josinaldo Rodrigues foi encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal da cidade de Campina Grande. Josinaldo Rodrigues se candidatou a vereador pelo PT, mas não obteve êxito.

 

 

Por Hyldo Pereira

1º político travesti na Paraíba, é diplomado vereador

O pacato município de Pilar, localizado a pouco mais de 40 quilômetros da capital paraibana, elegeu, este ano, Geraldo Costa da Silva, ou Shirley Costa como é mais conhecido, 51 anos, a primeira travesti política diplomada no Estado. Com 273 votos, a nova vereadora eleita pelo partido progressista (PP) e já diplomada pela Justiça Eleitoral buscará a continuação da assistência que vem prestando à população através de seu trabalho no setor administrativo do hospital da cidade.[bb]

 “O hospital é pequeno, mas foi onde eu tive todo o contato” afirma Shirley, “eu saí do gabinete e fui para o meio do povo, mas isso não era por causa da política, eu não pensava ainda em política. Foi no meu contato com a sociedade, com essas comunidades mais carentes onde eu ouvia ‘seja um vereador, talvez você possa nos ajudar mais’”

A humanização da saúde é uma de suas bandeiras e um dos motivos de sua candidatura, Shirley, cujo slogan de campanha é “Saúde em primeiro lugar”, já se prontificou a lutar por melhores condições de saúde pública. Outro foco de sua luta será contra o racismo e o preconceito existente na sociedade: “queria poder acabar com isso, que vivamos uma vida de igualdade sem ter que medo de se dirigir a alguém por ser gay ou negro”.

O presidente da Câmara Municipal de Pilar, Murilo Barbosa (PT), acredita que a cidade só tem a ganhar com Shirley atuando como um dos nove vereadores eleitos: “eu não tenho dúvida de que Shirley é uma pessoa diferenciada, não só por sua opção sexual, mas pela forma carinhosa e atenciosa de lidar com a comunidade. Shirley tem muito que nos ensinar”.

Portal Correio