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Jovem na PB cata latinhas para pagar tratamento da mãe: ‘única forma que eu achei’

Com apenas 18 anos de idade, Gabriela Paola Santos Cunha não vive uma realidade fácil. Mas as dificuldades não a impedem de sonhar alto. A garota, que mora em Picuí, no Seridó da Paraíba, cata latinhas para sustentar o sonho de se tornar empresária e pagar um tratamento para a doença da mãe.

A mãe de Gabriela, Edneide Cristine Dantas Santos, de 56 anos, é auxiliar de enfermagem e foi diagnosticada com colite crônica. A doença intestinal impede que o organismo dela absorva os nutrientes dos alimentos que come. Ela chegou a pesar 36 kg.

Edneide está afastada do emprego por causa da doença. Ela recebe um benefício pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas o dinheiro só é suficiente para bancar as despesas básicas da casa e comprar parte dos remédios que precisa tomar. O tratamento nunca foi feito integralmente.

Desde que soube da doença, Gabriela tenta ajudar nas despesas da casa. Catar latinhas não foi a primeira opção da garota, que é filha única de pais divorciados. Ela procurou emprego em muitos estabelecimentos da cidade. Mas, sem perspectiva de contratação, viu que trabalhar com a reciclagem seria a única alternativa.

“A única forma que eu achei foi essa”, reforçou.

Há cerca de um ano, uma empresa de reciclagem foi aberta no município em que ela mora.

“Estavam pegando papelão, garrafa descartável e latinha. Eu vi que o que daria uma renda melhorzinha seria a latinha”, explicou.

A jovem coleta o material em bares, espetinhos e festas privadas. Na maioria das vezes, ela trabalha à noite, mas não reclama. O faturamento dela é de, no máximo, R$ 120 por mês.

Gabi, como gosta de ser chamada, também não reclama do preconceito, mesmo sendo magoada por quem discrimina o trabalho que ela desempenha com a reciclagem.

“Tinha mais no começo. Um dia fui pra uma vaquejada com amigos e peguei uma sacola. Um menino olhou e perguntou se eu tava morrendo de fome. Eu olhei e fiquei calada, fui catar o resto das latinhas. Fiquei chateada. Não fazia porque eu tava morrendo de fome, mas eu precisava ajudar em casa”, desabafou.

Mãe de Gabi tem uma doença que impede que o organismo dela absorva nutrientes dos alimentos — Foto: Gabriela Paola Santos Cunha/Arquivo pessoal

Mãe de Gabi tem uma doença que impede que o organismo dela absorva nutrientes dos alimentos — Foto: Gabriela Paola Santos Cunha/Arquivo pessoal

A dedicação de Gabriela é conhecida pela região. Comerciantes e pessoas que fazem festas em casa costumam reservar o material de entregar nas mãos dela. Alguns deixam até na casa onde ela mora.

As intenções de Gabriela reforçam que há um amor tão forte quanto o de uma mãe para um filho: o de um filho para a mãe.

“Minha mãe não fala nada, a única coisa que ela faz é me abençoar quando eu saio. Ela não tem vergonha de mim”, garantiu.

Em nenhum momento a jovem pensou em desistir e guarda, entre tantas lições, uma das mais valiosas que a mãe poderia ter deixado.

“Eu acho que a gente só consegue as coisas se batalhar. Minha mãe dizia sempre que se eu quiser alguma coisa na minha vida, eu tenho que correr atrás”, pontuou.

Gabriela fatura cerca de R$ 120 por mês catando latinhas — Foto: Gabriela Paola Santos Cunha/Arquivo pessoal

Gabriela fatura cerca de R$ 120 por mês catando latinhas — Foto: Gabriela Paola Santos Cunha/Arquivo pessoal

Paixão pelo ramo automotivo surgiu na lavagem de motos e carros

A paixão de Gabi pelo ramo automotivo surgiu em outro trabalho que ela encarou: a lavagem de carros e motos. Mesmo precisando de pouco para começar a trabalhar, ela também enfrentou dificuldades.

Os tios dela tinham um equipamento de lavagem de pequeno porte e passaram para ela. Ela cuidava dos veículos no beco da casa onde mora e ia buscá-los caminhando.

O micronegócio precisou ser interrompido porque as instalações não eram as ideais. Os veículos ficavam no sol e secavam antes que ela pudesse retirar os produtos de limpeza, o que fazia com que ficassem manchados.

Gabi sabe o que quer e também o que precisa fazer para chegar lá. Por isso, ela valoriza os estudos. Cursa a segunda série do ensino médio em uma escola pública. Assim, o dia ficou preenchido com a esperança de um emprego.

Trabalho na feira

Gabriela também trabalha com mudanças e fretes com carrinhos de mão na feira da cidade onde mora. Ela contou que o preconceito no local não é de classe, mas de gênero.

“Fui muito humilhada também. Ouvi muitas vezes que uma menina é pra estar na cozinha, em casa. Não é pra pegar no pesado não”, relatou.

G1

 

Hanseníase tem cura e tratamento gratuito pelo SUS

A hanseníase é uma doença não hereditária causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, mas que é transmissível pelas vias aéreas respiratórias entre pessoas doentes sem tratamento e pessoas saudáveis. A doença é manifestada por lesões cutâneas e diminuição de sensibilidade térmica. É importante ressaltar que hanseníase tem cura e o tratamento pode ser feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Existem duas formas de hanseníase: a cutânea e a nervosa. A cutânea é menos grave, com manchas na pele e progressiva perda de sensibilidade. Na nervosa aparecem nódulos, os nervos se transformam em cordões nodosos e com a incidência de fortes dores, insensibilidade e deformidade.

Desde 2016, o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro como o período para o combate à hanseníase e fixou a cor roxa para a campanha. Sendo assim, o mês de janeiro passou a ser intitulado Janeiro Roxo e é dedicado à conscientização da doença. Dia 29 é o dia mundial de combate à doença, enquanto a data nacional é 31 de janeiro.

História, preconceito e tabus

Mas em torno desta doença estão segregação, preconceito e rejeição. O preconceito acontece por conta de lendas históricas e de valores bíblicos que consideravam a doença deformadora da pele e que caía pedaços das pessoas. A hanseníase era conhecida como ‘lepra’.

Hanseníase
Na Bíblia, Jesus aparece curando os doentes (Foto: Ilustração/ Alexandre Teles)

As referências mais remotas datam de 600 a.C. e procedem da Ásia, que, juntamente com a África, são consideradas o berço da doença. A Bíblia contém passagens fazendo referência ao nome ‘lepra’. A doença foi durante muito tempo incurável, o que forçava o isolamento dos pacientes em ambiente denominados gafarias, leprosarias ou leprosários, principalmente na Europa durante a Idade Média, onde as vítimas eram obrigadas a carregar sinos para anunciar a presença. A doença, nessa altura, deu origem a medidas de segregação.

No Brasil, em meados do século XX (20), os doentes eram obrigados a se isolar em leprosários e tinham pertences queimados, uma atitude que visava mais o afastamento dos portadores do que a um tratamento efetivo. Nessa época existiam leis para que os portadores de lepra fossem ‘capturados’ e obrigados a viver em leprosários. Apenas em 1962 a internação compulsória dos doentes deixou de existir.

Mitos e verdades

Veja abaixo um resumo com esclarecimentos sobre a doença:

  • A hanseníase já foi totalmente erradicada. 

É MITO! A Hanseníase ainda possui grande ocorrência no mundo e, principalmente, no Brasil (veja os número abaixo).

  • Pessoa de qualquer sexo, idade e classe social pode “pegar” hanseníase. 

É VERDADE! Apesar de qualquer um estar sujeito a adquirir a bactéria, 90% da população tem resistência para adoecer desse problema.

  • A hanseníase pode causar deformidades e incapacidades físicas.

É VERDADE! Com diagnóstico e tratamentos tardios, há o risco de graves sequelas. Isso pode ser evitado com o tratamento rápido, que cura e é gratuito em unidades do SUS.

  • É possível “pegar” hanseníase de um animal.

É MITO! A hanseníase só é transmitida de uma pessoa que tenha a doença na forma infectante, e não tratada, para outra pessoa.

  • A aglomeração de pessoas facilita a transmissão da hanseníase.

É VERDADE! Ambientes muito fechados e com pouca circulação de ar são locais propícios para a transmissão da doença.

Dados sobre hanseníase

No período de 2008 a 2016, foram notificados 301.322 casos de hanseníase em todo o país, dos quais 21.666 (7,2%) eram menores de 15 anos de idade. Segundo a Secretaria de Saúde da Paraíba, a taxa de detecção na população geral da hanseníase no estado aumentou de 525 casos em 2018 para 608 casos em 2019, apresentando um acréscimo de 2,1%.

Na população maior que 15 anos na Paraíba, em 2018, houve registro de 20 casos, subindo em 2019 para 29 casos novos registrados. Esse indicador mede a força da transmissão recente da endemia e sua tendência, mostrando assim uma alta carga da doença na região onde os casos são encontrados e a importância de se avaliar todos os contatos de casos registrados para quebra da cadeia de transmissão.

Em relação à hanseníase, a meta do Ministério da Saúde é reduzir a carga da doença, com diminuição da taxa de casos novos de hanseníase com Grau de Incapacidade Física 2 (GIF) no diagnóstico para 4,36 casos por 1 milhão de habitantes, e reduzir em 57% o número de crianças diagnosticadas com hanseníase com GIF 2 até 2020.

A meta brasileira difere da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS), de “reduzir a taxa de casos novos para menos de 1 por milhão de habitantes e zero para crianças com diagnóstico de hanseníase com GIF 2”, pois leva em consideração o cenário epidemiológico e os determinantes socioeconômicos que influenciam no processo da eliminação da doença como problema de saúde pública no Brasil.

Tipos e Classificação

Manchas na pele são as características mais conhecidas da doença (Foto: Divulgação/ Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD))

Os pacientes com hanseníase são classificados, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, em dois grupos: paucibacilares e multibacilares. Aqueles são os que apresentam exames com poucos ou nenhum bacilo; já estes são os que apresentam em seus exames muitos bacilos.

De acordo com a classificação de Madri, a hanseníase pode ser classificada em: hanseníase indeterminada (paucibacilar), tuberculoide (paucibacilar), dimorfa (multibacilar) e virchowiana (multibacilar). Veja a definição de cada um desses tipos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia:

  • Indeterminada: Pacientes possuem até cinco manchas de contornos imprecisos, e, nesse caso, não há comprometimento neural. É a fase inicial da doença.
  • Tuberculoide: Paciente apresenta até cinco lesões bem definidas e um nervo comprometido.
  • Dimorfa: Paciente apresenta mais de cinco lesões, com bordos que podem estar bem ou pouco definidos, e o comprometimento de dois ou mais nervos.
  • Virchowiana: Paciente apresenta a forma mais disseminada da doença, sendo observada grande parte da pele danificada e, algumas vezes, comprometimento de órgãos, como nariz e rins.

Sintomas e diagnóstico

A hanseníase é fácil de diagnosticar, tratar e tem cura, no entanto, quando diagnosticada e tratada tardiamente pode trazer consequências para os portadores e seus familiares, pelas lesões que os incapacitam fisicamente.

Hanseníase
Sintomas não podem ser ignorados e devem ter acompanhamento médico (Foto: Divulgação/EBC)

Quando se detecta manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, sem pelos e que não coçam, com alteração de sensibilidade (térmica, dolorosa ou tátil) e/ou força muscular, deve-se procurar uma Unidade de Atendimento de Saúde, pois esses são os principais sintomas da hanseníase. Também podem surgir dores e sensação de choque, formigamento e dormência ao longo dos nervos, dos braços e das pernas.

A hanseníase, se não tratada inicialmente, pode evoluir para incapacitações físicas. Entre as sequelas deixadas pela doença, estão: incapacidade de elevar o pé (“pé caído”); incapacidade de extensão dos dedos e do punho (“mão caída”); incapacidade de fechar os olhos (lagoftalmo); necrose e ulceração da cartilagem do nariz (“nariz desabado”).

O diagnóstico da hanseníase é feito analisando a manifestação clínica da doença. Além disso, o exame denominado baciloscopia do raspado intradérmico é utilizado para confirmar a existência da doença. Esse exame visa identificar a presença de bacilos. Vale destacar que o resultado negativo do exame não descarta a doença caso o paciente apresente sintomas.

A manifestação clínica da hanseníase em cada pessoa é fundamental para determinar a classificação da doença como Paucibacilar (poucos bacilos) ou Multibacilar (muitos bacilos) e para selecionar o esquema de tratamento adequado para cada caso.

Hanseníase tem cura

O tratamento é realizado em Unidades de Saúde e a medicação é oferecida de forma gratuita. Ao iniciar o tratamento, a carga bacilar da doença diminui gradativamente e assim, o paciente deixa de transmitir para outras pessoas. Para o controle da doença e interrupção da cadeia de transmissão, é imprescindível que sejam realizados: diagnóstico precoce, tratamento regular e avaliação de contatos.

Hanseníase
O paciente deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento. (Foto: Divulgação)

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza o tratamento e acompanhamento da doença em unidades básicas de saúde e em referências, realizado com a Poliquimioterapia (PQT), uma associação de antimicrobianos. Essa associação diminui a resistência medicamentosa do bacilo, que ocorre com frequência quando se utiliza apenas um medicamento, o que acaba impossibilitando a cura da doença.

Os medicamentos são seguros e eficazes. O paciente deve tomar a primeira dose mensal supervisionada pelo profissional de saúde. As demais são auto-administradas. Ainda no início do tratamento, a doença deixa de ser transmitida. Familiares, colegas de trabalho e amigos, além de apoiar o tratamento, também devem ser examinados.

Para crianças com hanseníase, as doses dos medicamentos são ajustadas de acordo com a idade e o peso. Já no caso de pessoas com intolerância a um dos medicamentos do esquema padrão, são indicados esquemas substitutivos.

A alta por cura é dada após a administração do número de doses preconizadas pelo esquema terapêutico, dentro do prazo recomendado. O tratamento da hanseníase é ambulatorial, ou seja, não necessita de internação.

 

 

por

 Erickson Nogueira e Ingrid Donato

 

 

Na PB: Ministério Público fiscalizará campanhas para tratamento de saúde

Pessoas físicas ou jurídicas agora são obrigadas a abrirem conta bancária antes de iniciar campanha solidária para arrecadação de dinheiro com o objetivo de auxiliar financeiramente no tratamento de saúde voltado a crianças, idosos, incapazes e pessoas hipossuficientes no Estado da Paraíba. A lei de autoria do deputado estadual Ricardo Barbosa (PSB), foi sancionada pelo governador João Azevêdo (sem partido) e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (25).

Ainda de acordo com a nova legislação, a  conta bancária mencionada  deverá ser apresentada perante o Ministério Público do Estado da Paraíba para que este efetue a fiscalização da campanha e também verificar sua finalidade analisado os exames comprobatórios da doença que acomete o paciente, atestado médico prescrevendo o medicamento e o tratamento adequado, bem como documentos comprovando a falta de recursos para custear o tratamento.

A campanha deverá ter prazo estipulado e a fixação do valor total necessário para o tratamento de saúde, sendo disponibilizado saldo remanescente a outra campanha com a mesma finalidade.

Trimestralmente, a parte deverá prestar contas ao Ministério Público com apresentação das notas fiscais dos gastos e o valor que possui na referida conta para demonstrar quanto valor arrecadou e quanto gastou, além de especificar o destinatário do dinheiro.

Caso não seja apresentada a prestação de contas, o Ministério Público poderá apresentar procedimento junto ao Judiciário para bloqueio da conta. A Lei entra em vigor a partir de hoje, data de sua publicação.

MaisPB

 

 

Dor lombar: Conheça o tratamento que reduz sintomas

Cerca de 80% da população mundial sofre com lombalgia, diz estudo

Segundo pesquisa publicada pela revista cientifica The Lancet em 2018, a dor lombar é o principal fator incapacitante em todo o mundo, afetando aproximadamente 540 milhões de pessoas, cerca de 80% da população mundial. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que lombalgia (dor na região lombar) é a segunda maior causa de visita aos consultórios médicos, perde apenas para dor de cabeça. No Brasil, último levantamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 2018 aponta crescimento de 6% no volume de afastamento de trabalhadores por doenças ou complicações de saúde. Com mais de 83 mil casos, lombalgia é a principal causa.

 A lombalgia pode ser originada por traumatismo pelo movimento crônico ou momentâneo como torções, carregar peso, envelhecimento, infecção dos discos intervertebrais e doenças reumáticas.

Para corrigir a doença existem alguns recursos terapêuticos como fisioterapia, LEDterapia e reeducação postural. Segundo o fisioterapeuta Dr. Alexandre Alcaide, a fisioterapia, agregada aos LEDs, auxilia no fortalecimento dos músculos e articulações, além de aliviar a dor.

 Um dos procedimentos utilizados em clínicas especializadas são os tratamentos baseados em LEDterapia, como o Sportllux, que atua como ação analgésica e anti-inflamatória. “A terapia com luz de baixa potência também pode ser usada no tratamento e prevenção desta condição”, explica o especialista, que completa: “Estes dispositivos realizam fotobiomodulação, ou seja, utilizam da estimulação fotodinâmica para promover efeitos fisiológicos, atuando na recuperação dos músculos e prevenindo dores”.

O Sportllux é um dispositivo, único no mercado, que emite luzes vermelha e infravermelha, estimulando a produção de ATP intracelular, que nada mais é do que a energia que o corpo humano necessita para funcionar. O ATP aprimora a função celular, trazendo inúmeras respostas benéficas ao organismo, entre elas a regeneração muscular acelerada, gerando resposta terapêuticas.

 Segundo o angiologista Dr. Álvaro Pereira, idealizador do Sportllux, quando ocorre a interação da luz com os tecidos do corpo há um aumento de ATP (energia) mitocondrial e óxido nítrico. “O ATP auxilia na contração muscular e atua no reparo tecidual das lesões em nervos periféricos, além de aliviar a dor e atrasar o aparecimento da fadiga muscular, podendo ainda ter uma ação protetora sobre o desenvolvimento de dores crônicas e aguda”, afirma o médico.

 FONTE:

Dr Alexandre Ribeiro Alcaide – Fisioterapeuta especializado em Fisioterapia Esportiva e Músculo-Esquelética e sócio fundador da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva (SONAFE).

Dr. Álvaro Pereira – Formado na FMUSP em 1978, residência em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Doutorado em Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR – HCFMUSP, pós-doutorado no B&H Hospital – Harvard.

Cosmedical 
Empresa fabricante do Sportllux, especializada em oferecer tratamentos seguros e inovadores aos seus clientes, desde terapia capilar à recuperação de musculatura pós esforço físico com o intuito de promover qualidade de vida, sem dor e sem esforço, tudo ao toque de um botão. Atuando com a alta tecnologia e a eficácia da fotobiomodulação por meio de LEDs, a empresa se tornou referência em equipamentos home device. A COSMEDICAL fabrica, comercializa e importa equipamentos para a saúde, desde 2008.

Redes Sociais:

Instagram: @Sportlluxoficial

https://www.instagram.com/sportlluxoficial/

 

HIV: OMS faz recomendações de testagem para ampliar tratamento

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez novas recomendações para tentar alcançar as 8,1 milhões de pessoas que vivem com vírus da imunodeficiência humana (HIV), mas ainda não foram diagnosticadas e, portanto, não têm acesso ao tratamento. As diretrizes foram divulgadas pelo Dia Mundial de Luta Contra a Aids, lembrado neste domingo (1º), e tem o objetivo de ajudar os serviços de saúde a se adaptarem à natureza mutável da epidemia de HIV.

“A face da epidemia de HIV mudou dramaticamente na última década”, afirmou, em nota, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Mais pessoas do que nunca estão recebendo tratamento, mas muitas ainda não têm a ajuda de que precisam porque não foram diagnosticadas”, acrescentou.

O teste de HIV é essencial para garantir que as pessoas sejam diagnosticadas precocemente e iniciem o tratamento. De acordo com a OMS, bons serviços de testagem também garantem que as pessoas que apresentem HIV negativo estejam ligadas a serviços de prevenção adequados e eficazes. Isso pode ajudar a reduzir 1,7 milhão de novas infecções que ocorrem a cada ano.

No final de 2018, havia 36,9 milhões de pessoas com HIV no mundo. Desses, 79% foram diagnosticados, 62% estavam em tratamento e 53% haviam reduzido seus níveis de HIV por meio de tratamento sustentado, a ponto de reduzir substancialmente o risco de transmissão do vírus.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, 135 mil pessoas no Brasil vivem com o vírus HIV e não sabem. Na última sexta-feira (29), a pasta lançou a sua nova campanha: “HIV/aids. Se a dúvida acaba, a vida continua”, com foco na importância da prevenção, testagem e tratamento. O público alvo é população jovem, faixa em que a contaminação está crescendo no país.

Novas recomendações
Uma das recomendações da OMS é que todos os países adotem uma estratégia padrão de teste de HIV, que usa três testes reativos consecutivos para estabelecer um diagnóstico de soropositividade. Anteriormente, a maioria dos países de alta carga usava dois testes consecutivos. A nova abordagem pode ajudar os países a alcançarem a máxima precisão no teste de HIV, na medida em que uma grande proporção de pessoas já foi testada e tratada.

A OMS recomenda ainda que os países usem o autoteste de HIV (teste rápido de HIV) como uma porta de entrada para o diagnóstico. De acordo com a organização, pessoas com maior risco de HIV e que não fazem testes em contextos clínicos têm maior probabilidade de fazer o autoteste.

As redes sociais também podem ser utilizadas para rastrear certos grupos populacionais importantes, que têm alto risco de infecção pelo HIV, mas menos acesso aos serviços. Isso inclui homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas injetáveis, profissionais do sexo, população trans e pessoas privadas de liberdade.

Segundo a OMS, essas “populações-chave” e seus parceiros são responsáveis por mais de 50% das novas infecções pelo HIV. Por exemplo, a testagem de 99 contatos de redes sociais de 143 pessoas soropositivas na República Democrática do Congo mostrou que 48% tiveram diagnóstico soropositivo.

O uso de comunicações digitais inovadoras lideradas por pares, como mensagens curtas e vídeos, também pode criar demanda e aumentar a aceitação do teste de HIV. Evidências do Vietnã mostram que profissionais de assistência online aconselharam cerca de 6,5 mil pessoas de grupos-chave da população em risco, das quais 80% foram encaminhadas para testes de HIV e 95% fizeram os testes. A maioria (75%) das pessoas que receberam aconselhamento nunca havia tido contato antes com serviços de pares ou serviços sociais para o HIV.

A OMS também pede esforços para fornecer serviços de diagnóstico rápido por meio de fornecedores não especializados em países da Europa, Sudeste Asiático, Pacífico Ocidental e Mediterrâneo Oriental. Nessas regiões ainda está em uso o método laboratorial “western blotting”. Evidências do Quirguistão mostram que diagnósticos de HIV que levaram de quatro a seis semanas com o “western blotting” agora levam apenas de uma a duas semanas e são muito mais acessíveis graças a mudanças em políticas.

O uso de testes rápidos duplos de HIV/sífilis no atendimento pré-natal como o primeiro teste de HIV pode ajudar os países a eliminar a transmissão de mãe para filho de ambas as infecções. Para a OMS, a medida pode ajudar a fechar a lacuna de testes e tratamento e combater a segunda principal causa de natimortos no mundo. Abordagens mais integradas para testes de HIV, sífilis e hepatite B também são incentivadas pela organização.

 

Agência Brasil

 

 

Equipes multidisciplinares para o tratamento contra o câncer de mama são fundamentais

Os tratamentos são mais focados, são menos agressivos aos tecidos e com resultados mais expressivos

De acordo com a pesquisa publicada por médicos do Hospital Sírio-Libanês no International Journal of Radiation Oncology, os protocolos cirúrgicos atuais são menos invasivos poupando mais a região operada priorizando a estética e mantendo tecido mamário.

Segundo o cirurgião plástico, Dr. Marco Cassol, a radioterapia é uma das áreas da medicina que mais teve modificações nos tratamentos e protocolos nos últimos tempos. “Hoje os tratamentos são mais focados, são menos agressivos aos tecidos e com resultados mais expressivos”. Informa

O estudo questiona o quanto a mastectomia deve efetivamente remover e o quanto de pele remanescente é ideal prevalecer de acordo com os protocolos oncológicos. Além disso, a pesquisa defende a importância de ter médicos diferentes para a retirada do tumor e da reconstrução. “Equipes multidisciplinares para o tratamento contra o câncer de mama, são fundamentais, sendo um radiologista responsável pelo tratamento radioterápico, oncologista responsável pela retirada do nódulo, setorectomia, quadrantectomia ou mastectomia e um cirurgião plástico responsável pela reconstrução da mama com prótese ou sem prótese ou dependendo do tipo de cirurgia necessário”. Concluí Dr. Cassol

Dr. Marco Cassol, cirurgião plástico. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) com mais de 20 anos de experiência. É formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em plástica facial.

Site: www.marcocassol.com.br

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Enxaqueca é a sexta doença que mais incapacita, mas tem tratamento

A enxaqueca é conhecida por provocar uma dor de cabeça que dura algumas horas e muitas vezes vem acompanhada de náuseas, sensibilidade à luz, ao som, tontura, fadiga e falta de apetite. A doença é a sexta mais incapacitante do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e atinge 15% da população mundial.

No Brasil, cerca de 31 milhões de brasileiros sofrem com enxaqueca, a maioria com idade entre 25 e 45 anos. As mulheres representam 25% das pessoas que convivem com a patologia, o dobro da prevalência entre os homens. Em relação às crianças, a ocorrência é de 3% a 10%, afetando ambos os sexos antes da puberdade e após tendo predomínio no sexo feminino.

Uma pesquisa feita pela Novartis e a European Migraine and Headache Alliance (EMHA) mostra que as pessoas com enxaqueca chegam a perder cerca de uma semana de trabalho por mês em decorrência do problema. Esse foi o maior estudo global já realizado com pacientes que enfrentam a doença e envolveu mais de 11.266 pessoas de 31 países, incluindo o Brasil.

Diagnóstico simples e rápido

A patologia, na maioria das vezes, é diagnosticada de forma rápida e simples, a partir de informações reunidas no consultório. “A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça que ocorre em pessoas geneticamente predispostas. É desencadeada por alterações neuroquímicas em diversos componentes do Sistema Nervoso Central que levam à sensibilização de estruturas como nervos, músculos e vasos sanguíneos. O diagnóstico é clínico, ou seja, os sintomas e o exame neurológico no consultório são suficientes, não sendo necessário exame complementar para diagnosticar a enxaqueca”, explica a neurologista da NeuroAnchieta, Dra. Fernanda Ferraz.

Entre os tabus relacionados à enxaqueca, está o medo de uma doença grave cerebral, mas a especialista afirma que a patologia não costuma ter relação com algo mais sério. “Ela não é causada por tumores, aneurismas ou trombose cerebral. Exames de imagem do cérebro ou dos vasos sanguíneos cerebrais são solicitados pelo médico apenas quando há dúvida ou alguma suspeita de que a dor de cabeça não seja enxaqueca. Por isso, é importante procurar um profissional, porque sabemos, por meio de estudos, que alguns pacientes podem ter risco aumentado de AVC. Mas isso em casos específicos”, afirma a especialista.

Quando o paciente apresenta sinais de alerta normalmente são solicitados exames de imagem pra melhor avaliação do quadro. “Existem inúmeras causas de dor de cabeça na população em geral que vão desde privação do sono, estresse, cansaço, desidratação até causas mais graves e complexas. O neurologista poderá solicitar tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética se suspeitar de alguma possível patologia. Esses exames são capazes de confirmar ou afastar uma causa de maior gravidade”, explica o responsável técnico do Anchieta Diagnósticos, Dr. Anderson Benine Belezia.

Mais de uma forma de enxaqueca

A enxaqueca é classificada quanto a frequência, sintomas associados e subtipos genéticos específicos. “Quando a dor ocorre até 14 vezes por mês é chamada de episódica. Acima de 15 vezes, com até oito episódios e características típicas por no mínimo 3 meses seguidos, é considerada crônica. Alguns pacientes têm a aura (manchas, raios, luzes, formigamento ou dormência, vertigem ou fraqueza em um dos lados do corpo), um sintoma neurológico que acontece antes ou durante a dor. É bom ter atenção a aura porque estudos dizem ser um fator de associação a maior incidência de doenças cardiovasculares. Mas isso não quer dizer que a pessoa terá um AVC, por exemplo. Basta fazer acompanhamento correto, preventivo”, enfatiza a neurologista.

Entre as possíveis alavancas de uma crise está a alimentação, frequentemente citada pelos pacientes. “A exposição a alguns embutidos, defumados, adoçantes, álcool, queijos, outros derivados de leite, chocolate pode desencadear uma crise em algumas pessoas. O que se deve fazer é evitar os gatilhos específicos que são identificados como causadores da dor. Não existe dieta específica para enxaqueca, então não adianta retirar alimentos se a pessoa não percebe o que desencadeia a enxaqueca”, acrescenta Dra. Fernanda Ferraz.

Novos medicamentos

Um novo medicamento, já utilizado em outros países, foi lançado no Brasil. O erenumabe é um anticorpo receptor para a substância CGRP (peptídeo relacionado ao gene da calcitonina) que é liberado em grande quantidade durante as crises, no cérebro e no nervo trigêmeo (estrutura responsável pela percepção dolorosa em grande parte da cabeça). “Ele é administrado via subcutânea com uma injeção mensal e não age dentro do cérebro, mas sim na meninge (membrana que envolve a superfície cerebral) e no trigêmeo. Até 40% dos pacientes com enxaqueca crônica e episódica apresentaram diminuição de 50% dos episódios de dor. Resultado positivo e com pouco efeito colateral”, conta a neurologista da NeuroAnchieta.

Automedicação e a enxaqueca

O Brasil ainda é recordista mundial de automedicação, hábito comum em 77% da população, de acordo com o Conselho Federal de Farmácias (CFF). Quase metade dos brasileiros, 47%, se automedica ao menos uma vez por mês e 25% faz isso todo dia ou uma vez na semana. A prática pode atrapalhar no controle das doenças. “Uso excessivo de analgésicos comuns por mais de 15 dias no mês e analgésicos para enxaqueca por mais de 10 vezes faz com que o sistema natural de controle de dor do cérebro não funcione adequadamente e a dor piora em intensidade e frequência. O principal problema associado a isso é a cronificação dessa dor”, explica a neurologista.

A medicação correta, prescrita por um especialista, pode diminuir as crises. E há variedade e possibilidades de tratamentos. “Existem diversos medicamentos para tratamento em longo prazo, como antiepilépticos, antidepressivos, ansiolíticos, antivertiginosos, antiarrítmicos, anti-hipertensivos e toxina botulínica. Eles foram desenvolvidos para outras doenças, mas estudos demonstraram efeito e segurança também para a enxaqueca”, acrescenta Dra. Fernanda Ferraz.

Conviver com a doença é possível, seja com medicamentos, atenção aos possíveis fatores que desencadeiam as dores ou terapias alternativas. “A atividade física é uma aliada no tratamento e prevenção. Para efeito significativo são necessários pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos por semana. Outras estratégias adjuvantes são a acupuntura, biofeedback e o estimulador transcutâneo do nervo trigêmio. Procurar um especialista, fazer acompanhamento correto e seguir o protocolo recomendado são fundamentais para garantir qualidade de vida”, conclui a neurologista.

 

portalcorreio

 

 

Irmãos se acorrentam em frente a hospital para exigir tratamento de mãe com diabetes, na PB

Dois irmãos que mora na cidade de Sapé, na região da Mata paraibana, se acorrentaram em frente a um Hospital de João Pessoa para exigir que a mãe deles, que é diabética, seja atendida e passe por um tratamento. O caso foi registrado nesta quarta-feira (17) e, segundo eles, foi um ato de desespero diante do drama de quem está precisando do serviço público de saúde.

O protesto aconteceu em frente ao Hospital São Vicente de Paulo. Em entrevista a TV Cabo Branco, os dois irmãos contaram que a mãe está internada na unidade há cerca de 8 dias, mas o tratamento para o caso dela está sem evolução.

“Não anda não. A gente precisa de ajuda e a gente quer cobrar justiça porque está complicada demais a nossa situação. Querem que a gente roube para conseguir o dinheiro do tratamento?”m disse Paulo Lima.

A paciente é uma senhora de 65 anos de idade que permanece internada. Segundo a direção do hospital, ela ainda não tem precisão de alta médica. O hospital explicou que ela já passou por uma cirurgia e que ainda deve passar por outro procedimento. Os filhos destacam que alguns exames estão demorando muito tempo para serem feitos.

“É desespero. A situação não está fácil. Estão dizendo que estão resolvendo, mas não está. Porque passamos o dia esperando exames e ainda estamos esperando outros. Não estamos acreditando mais que vá resolver”, disse o outro filho da paciente, Flávio Lima.

G1 não conseguiu resposta do hospital durante a noite desta quarta-feira sobre situação do estado de saúde da paciente. Os filhos dela continuavam acorrentados em frente a unidade de saúde.

G1

 

Tratamento de câncer afeta a vida sexual de homens e mulheres, mas é possível manter qualidade de vida

O tratamento de combate ao câncer vai afetar a minha vida sexual? Essa é uma das dúvidas de pessoas que recebem o diagnóstico da doença. A resposta? provavelmente sim, mas não necessariamente de maneira irreversível, afirma a oncologista Michelle Samoa, do grupo Oncoclínicas. Nesse momento, muito além do físico, é natural que a parte psicológica afete o paciente de forma mais severa, já que ainda há um estigma em relação ao diagnóstico do câncer.

“Muita gente acredita que está recebendo uma sentença de morte, o que não é necessariamente verdade. Mas é natural que, confrontado com esse tipo de notícia, o interesse na vida sexual diminua. E, durante o tratamento, é comum que homens e mulheres também apresentem perda do interesse por conta de alterações fisiológicas”, comenta a especialista.

Cada tipo de tumor demanda um tratamento e, dependendo de qual for feito, a alteração na vida sexual do paciente será diferente. De acordo com estudo divulgado pela National Center for Biotechnology Information (NCBI), 50% a 64% das mulheres com câncer de mama, por exemplo, apresentam dificuldade de excitação, desejo e lubrificação. Já nos casos de câncer cervical, após dois anos de radioterapia, 85% das mulheres se queixam de pouco ou nenhum interesse sexual devido à dor, que pode ser explicada “pelas alterações ocorridas pela falta de lubrificação vagina e pela formação de tecido cicatricial após a radioterapia, que pode tornar a vagina mais estreita (estenose vaginal), ou seja, menos capaz de esticar, o que pode tornar o sexo vaginal doloroso.”, afirma Michelle.

“É comum também que durante a quimioterapia a mulher tenha os mesmos sintomas de uma menopausa precoce, como ressecamento vaginal e interrupção do ciclo menstrual, mas isso não significa que será permanente e não determina o fim da vida sexual da mulher”, explica.

Efeitos também entre homens

Nos homens, a disfunção erétil acomete 75% dos pacientes tratados de câncer colorretal. Em casos de câncer de próstata, 60 a 90% referiam disfunção erétil. “Amputações, desequilíbrio hormonal, incontinência urinária ou fecal, alteração de peso e efeitos adversos do tratamento como náuseas, vômitos, diarreia e fadiga, associados ao tratamento, também podem levar a uma autoimagem negativa e este desconforto inibir a intimidade”.

Diante todos esses fatores, é importante, ressalta a médica, que os pacientes busquem ajuda médica e psicológica para recuperar, ou amenizar, os efeitos do tratamento do câncer em sua vida sexual, buscando uma melhor qualidade de vida.

“O diálogo entre o casal para ressignificar e adaptar sua vida, levando em conta o toque, o olhar, o cheiro, os beijos, as carícias são também importantes ferramentas para explorar o corpo e ter prazer”, finaliza.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

 

Hipertensão: tratamento contínuo evita consequências graves ao organismo

Com alta prevalência no Brasil, atingindo mais de 30 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão não recebe a atenção que merece diante da sua gravidade. De acordo com o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, muitas pessoas ainda se medicam apenas quando há o registro de aumento da pressão e ignoram o tratamento contínuo.

Essa tática, comentada pelo especialista, não traz benefícios à saúde e pode piorar o quadro do paciente. “A hipertensão, por ser uma doença crônica, deve ser tratada de forma contínua a fim de se ter um controle pleno. Apenas tratar por demanda aumenta mais as chances de desenvolver consequências graves ao organismo, como AVC e infarto”, explica.

A importância de controle da doença vai além de evitar esses dois problemas. A lista de riscos desenvolvidos pela pressão alta ainda envolve a perda de função de diferentes órgãos, como os rins. Dutra lembra que a enfermidade é um fator de risco para o surgimento de doenças arteriais periféricas, coronárias e também da insuficiência renal.

Considerada uma doença silenciosa, ou seja, sem sintomas aparentes, é preciso atenção redobrada nas formas de prevenção, que incluem acompanhamento médico, prática de atividade física, alimentação saudável, controle do diabetes, não fumar e evitar estresse.

O cardiologista aconselha também a aferição da pressão de forma rotineira, a fim de manter o controle em dia. Porém, é bom ter em mente que essa prática deve ser realizada em momentos específicos, evitando qualquer interferência. “Para a aferição ser mais precisa é importante que a pessoa esteja calma, em um lugar sem barulho”, conclui.

HOSPITAL EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Saúde – Hospitais, conquistado por dois anos consecutivos, 2017 e 2018.

 

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