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Equipes multidisciplinares para o tratamento contra o câncer de mama são fundamentais

Os tratamentos são mais focados, são menos agressivos aos tecidos e com resultados mais expressivos

De acordo com a pesquisa publicada por médicos do Hospital Sírio-Libanês no International Journal of Radiation Oncology, os protocolos cirúrgicos atuais são menos invasivos poupando mais a região operada priorizando a estética e mantendo tecido mamário.

Segundo o cirurgião plástico, Dr. Marco Cassol, a radioterapia é uma das áreas da medicina que mais teve modificações nos tratamentos e protocolos nos últimos tempos. “Hoje os tratamentos são mais focados, são menos agressivos aos tecidos e com resultados mais expressivos”. Informa

O estudo questiona o quanto a mastectomia deve efetivamente remover e o quanto de pele remanescente é ideal prevalecer de acordo com os protocolos oncológicos. Além disso, a pesquisa defende a importância de ter médicos diferentes para a retirada do tumor e da reconstrução. “Equipes multidisciplinares para o tratamento contra o câncer de mama, são fundamentais, sendo um radiologista responsável pelo tratamento radioterápico, oncologista responsável pela retirada do nódulo, setorectomia, quadrantectomia ou mastectomia e um cirurgião plástico responsável pela reconstrução da mama com prótese ou sem prótese ou dependendo do tipo de cirurgia necessário”. Concluí Dr. Cassol

Dr. Marco Cassol, cirurgião plástico. Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica (ASPS) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) com mais de 20 anos de experiência. É formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especialista em plástica facial.

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Enxaqueca é a sexta doença que mais incapacita, mas tem tratamento

A enxaqueca é conhecida por provocar uma dor de cabeça que dura algumas horas e muitas vezes vem acompanhada de náuseas, sensibilidade à luz, ao som, tontura, fadiga e falta de apetite. A doença é a sexta mais incapacitante do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e atinge 15% da população mundial.

No Brasil, cerca de 31 milhões de brasileiros sofrem com enxaqueca, a maioria com idade entre 25 e 45 anos. As mulheres representam 25% das pessoas que convivem com a patologia, o dobro da prevalência entre os homens. Em relação às crianças, a ocorrência é de 3% a 10%, afetando ambos os sexos antes da puberdade e após tendo predomínio no sexo feminino.

Uma pesquisa feita pela Novartis e a European Migraine and Headache Alliance (EMHA) mostra que as pessoas com enxaqueca chegam a perder cerca de uma semana de trabalho por mês em decorrência do problema. Esse foi o maior estudo global já realizado com pacientes que enfrentam a doença e envolveu mais de 11.266 pessoas de 31 países, incluindo o Brasil.

Diagnóstico simples e rápido

A patologia, na maioria das vezes, é diagnosticada de forma rápida e simples, a partir de informações reunidas no consultório. “A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça que ocorre em pessoas geneticamente predispostas. É desencadeada por alterações neuroquímicas em diversos componentes do Sistema Nervoso Central que levam à sensibilização de estruturas como nervos, músculos e vasos sanguíneos. O diagnóstico é clínico, ou seja, os sintomas e o exame neurológico no consultório são suficientes, não sendo necessário exame complementar para diagnosticar a enxaqueca”, explica a neurologista da NeuroAnchieta, Dra. Fernanda Ferraz.

Entre os tabus relacionados à enxaqueca, está o medo de uma doença grave cerebral, mas a especialista afirma que a patologia não costuma ter relação com algo mais sério. “Ela não é causada por tumores, aneurismas ou trombose cerebral. Exames de imagem do cérebro ou dos vasos sanguíneos cerebrais são solicitados pelo médico apenas quando há dúvida ou alguma suspeita de que a dor de cabeça não seja enxaqueca. Por isso, é importante procurar um profissional, porque sabemos, por meio de estudos, que alguns pacientes podem ter risco aumentado de AVC. Mas isso em casos específicos”, afirma a especialista.

Quando o paciente apresenta sinais de alerta normalmente são solicitados exames de imagem pra melhor avaliação do quadro. “Existem inúmeras causas de dor de cabeça na população em geral que vão desde privação do sono, estresse, cansaço, desidratação até causas mais graves e complexas. O neurologista poderá solicitar tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética se suspeitar de alguma possível patologia. Esses exames são capazes de confirmar ou afastar uma causa de maior gravidade”, explica o responsável técnico do Anchieta Diagnósticos, Dr. Anderson Benine Belezia.

Mais de uma forma de enxaqueca

A enxaqueca é classificada quanto a frequência, sintomas associados e subtipos genéticos específicos. “Quando a dor ocorre até 14 vezes por mês é chamada de episódica. Acima de 15 vezes, com até oito episódios e características típicas por no mínimo 3 meses seguidos, é considerada crônica. Alguns pacientes têm a aura (manchas, raios, luzes, formigamento ou dormência, vertigem ou fraqueza em um dos lados do corpo), um sintoma neurológico que acontece antes ou durante a dor. É bom ter atenção a aura porque estudos dizem ser um fator de associação a maior incidência de doenças cardiovasculares. Mas isso não quer dizer que a pessoa terá um AVC, por exemplo. Basta fazer acompanhamento correto, preventivo”, enfatiza a neurologista.

Entre as possíveis alavancas de uma crise está a alimentação, frequentemente citada pelos pacientes. “A exposição a alguns embutidos, defumados, adoçantes, álcool, queijos, outros derivados de leite, chocolate pode desencadear uma crise em algumas pessoas. O que se deve fazer é evitar os gatilhos específicos que são identificados como causadores da dor. Não existe dieta específica para enxaqueca, então não adianta retirar alimentos se a pessoa não percebe o que desencadeia a enxaqueca”, acrescenta Dra. Fernanda Ferraz.

Novos medicamentos

Um novo medicamento, já utilizado em outros países, foi lançado no Brasil. O erenumabe é um anticorpo receptor para a substância CGRP (peptídeo relacionado ao gene da calcitonina) que é liberado em grande quantidade durante as crises, no cérebro e no nervo trigêmeo (estrutura responsável pela percepção dolorosa em grande parte da cabeça). “Ele é administrado via subcutânea com uma injeção mensal e não age dentro do cérebro, mas sim na meninge (membrana que envolve a superfície cerebral) e no trigêmeo. Até 40% dos pacientes com enxaqueca crônica e episódica apresentaram diminuição de 50% dos episódios de dor. Resultado positivo e com pouco efeito colateral”, conta a neurologista da NeuroAnchieta.

Automedicação e a enxaqueca

O Brasil ainda é recordista mundial de automedicação, hábito comum em 77% da população, de acordo com o Conselho Federal de Farmácias (CFF). Quase metade dos brasileiros, 47%, se automedica ao menos uma vez por mês e 25% faz isso todo dia ou uma vez na semana. A prática pode atrapalhar no controle das doenças. “Uso excessivo de analgésicos comuns por mais de 15 dias no mês e analgésicos para enxaqueca por mais de 10 vezes faz com que o sistema natural de controle de dor do cérebro não funcione adequadamente e a dor piora em intensidade e frequência. O principal problema associado a isso é a cronificação dessa dor”, explica a neurologista.

A medicação correta, prescrita por um especialista, pode diminuir as crises. E há variedade e possibilidades de tratamentos. “Existem diversos medicamentos para tratamento em longo prazo, como antiepilépticos, antidepressivos, ansiolíticos, antivertiginosos, antiarrítmicos, anti-hipertensivos e toxina botulínica. Eles foram desenvolvidos para outras doenças, mas estudos demonstraram efeito e segurança também para a enxaqueca”, acrescenta Dra. Fernanda Ferraz.

Conviver com a doença é possível, seja com medicamentos, atenção aos possíveis fatores que desencadeiam as dores ou terapias alternativas. “A atividade física é uma aliada no tratamento e prevenção. Para efeito significativo são necessários pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos por semana. Outras estratégias adjuvantes são a acupuntura, biofeedback e o estimulador transcutâneo do nervo trigêmio. Procurar um especialista, fazer acompanhamento correto e seguir o protocolo recomendado são fundamentais para garantir qualidade de vida”, conclui a neurologista.

 

portalcorreio

 

 

Irmãos se acorrentam em frente a hospital para exigir tratamento de mãe com diabetes, na PB

Dois irmãos que mora na cidade de Sapé, na região da Mata paraibana, se acorrentaram em frente a um Hospital de João Pessoa para exigir que a mãe deles, que é diabética, seja atendida e passe por um tratamento. O caso foi registrado nesta quarta-feira (17) e, segundo eles, foi um ato de desespero diante do drama de quem está precisando do serviço público de saúde.

O protesto aconteceu em frente ao Hospital São Vicente de Paulo. Em entrevista a TV Cabo Branco, os dois irmãos contaram que a mãe está internada na unidade há cerca de 8 dias, mas o tratamento para o caso dela está sem evolução.

“Não anda não. A gente precisa de ajuda e a gente quer cobrar justiça porque está complicada demais a nossa situação. Querem que a gente roube para conseguir o dinheiro do tratamento?”m disse Paulo Lima.

A paciente é uma senhora de 65 anos de idade que permanece internada. Segundo a direção do hospital, ela ainda não tem precisão de alta médica. O hospital explicou que ela já passou por uma cirurgia e que ainda deve passar por outro procedimento. Os filhos destacam que alguns exames estão demorando muito tempo para serem feitos.

“É desespero. A situação não está fácil. Estão dizendo que estão resolvendo, mas não está. Porque passamos o dia esperando exames e ainda estamos esperando outros. Não estamos acreditando mais que vá resolver”, disse o outro filho da paciente, Flávio Lima.

G1 não conseguiu resposta do hospital durante a noite desta quarta-feira sobre situação do estado de saúde da paciente. Os filhos dela continuavam acorrentados em frente a unidade de saúde.

G1

 

Tratamento de câncer afeta a vida sexual de homens e mulheres, mas é possível manter qualidade de vida

O tratamento de combate ao câncer vai afetar a minha vida sexual? Essa é uma das dúvidas de pessoas que recebem o diagnóstico da doença. A resposta? provavelmente sim, mas não necessariamente de maneira irreversível, afirma a oncologista Michelle Samoa, do grupo Oncoclínicas. Nesse momento, muito além do físico, é natural que a parte psicológica afete o paciente de forma mais severa, já que ainda há um estigma em relação ao diagnóstico do câncer.

“Muita gente acredita que está recebendo uma sentença de morte, o que não é necessariamente verdade. Mas é natural que, confrontado com esse tipo de notícia, o interesse na vida sexual diminua. E, durante o tratamento, é comum que homens e mulheres também apresentem perda do interesse por conta de alterações fisiológicas”, comenta a especialista.

Cada tipo de tumor demanda um tratamento e, dependendo de qual for feito, a alteração na vida sexual do paciente será diferente. De acordo com estudo divulgado pela National Center for Biotechnology Information (NCBI), 50% a 64% das mulheres com câncer de mama, por exemplo, apresentam dificuldade de excitação, desejo e lubrificação. Já nos casos de câncer cervical, após dois anos de radioterapia, 85% das mulheres se queixam de pouco ou nenhum interesse sexual devido à dor, que pode ser explicada “pelas alterações ocorridas pela falta de lubrificação vagina e pela formação de tecido cicatricial após a radioterapia, que pode tornar a vagina mais estreita (estenose vaginal), ou seja, menos capaz de esticar, o que pode tornar o sexo vaginal doloroso.”, afirma Michelle.

“É comum também que durante a quimioterapia a mulher tenha os mesmos sintomas de uma menopausa precoce, como ressecamento vaginal e interrupção do ciclo menstrual, mas isso não significa que será permanente e não determina o fim da vida sexual da mulher”, explica.

Efeitos também entre homens

Nos homens, a disfunção erétil acomete 75% dos pacientes tratados de câncer colorretal. Em casos de câncer de próstata, 60 a 90% referiam disfunção erétil. “Amputações, desequilíbrio hormonal, incontinência urinária ou fecal, alteração de peso e efeitos adversos do tratamento como náuseas, vômitos, diarreia e fadiga, associados ao tratamento, também podem levar a uma autoimagem negativa e este desconforto inibir a intimidade”.

Diante todos esses fatores, é importante, ressalta a médica, que os pacientes busquem ajuda médica e psicológica para recuperar, ou amenizar, os efeitos do tratamento do câncer em sua vida sexual, buscando uma melhor qualidade de vida.

“O diálogo entre o casal para ressignificar e adaptar sua vida, levando em conta o toque, o olhar, o cheiro, os beijos, as carícias são também importantes ferramentas para explorar o corpo e ter prazer”, finaliza.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

 

Hipertensão: tratamento contínuo evita consequências graves ao organismo

Com alta prevalência no Brasil, atingindo mais de 30 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão não recebe a atenção que merece diante da sua gravidade. De acordo com o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, muitas pessoas ainda se medicam apenas quando há o registro de aumento da pressão e ignoram o tratamento contínuo.

Essa tática, comentada pelo especialista, não traz benefícios à saúde e pode piorar o quadro do paciente. “A hipertensão, por ser uma doença crônica, deve ser tratada de forma contínua a fim de se ter um controle pleno. Apenas tratar por demanda aumenta mais as chances de desenvolver consequências graves ao organismo, como AVC e infarto”, explica.

A importância de controle da doença vai além de evitar esses dois problemas. A lista de riscos desenvolvidos pela pressão alta ainda envolve a perda de função de diferentes órgãos, como os rins. Dutra lembra que a enfermidade é um fator de risco para o surgimento de doenças arteriais periféricas, coronárias e também da insuficiência renal.

Considerada uma doença silenciosa, ou seja, sem sintomas aparentes, é preciso atenção redobrada nas formas de prevenção, que incluem acompanhamento médico, prática de atividade física, alimentação saudável, controle do diabetes, não fumar e evitar estresse.

O cardiologista aconselha também a aferição da pressão de forma rotineira, a fim de manter o controle em dia. Porém, é bom ter em mente que essa prática deve ser realizada em momentos específicos, evitando qualquer interferência. “Para a aferição ser mais precisa é importante que a pessoa esteja calma, em um lugar sem barulho”, conclui.

HOSPITAL EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Hospital Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.000 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o primeiro lugar no Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar na categoria Saúde – Hospitais, conquistado por dois anos consecutivos, 2017 e 2018.

 

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Assessoria de imprensa

Ninão não consegue mais andar e solução seria um tratamento em João Pessoa

Com 2 metros e 37 centímetros de altura e 193 quilos o homem mais alto do Brasil, o paraibano de Assunção, ‘Ninão’ está com um problema no osso de um dos pés e agora anda apoiado em uma muleta ou em uma cadeira de rodas adaptados.

O problema de saúde foi descoberto no ano passado e deixou o gigante, internado por três meses no Hospital Universitário de Campina Grande, Alcides Carneiro.

A infecção no osso é de difícil tratamento e os médicos disseram que a única solução seria a amputação, já que os remédios não estavam surtindo efeito.

Como não quis o procedimento, Ninão recebeu alta e, as limitações corriqueiras na vida dele devido ao gigantismo, piorou, pois, o homem de 33 anos, agora depende exclusivamente dos cuidados da esposa.

Graças a ajuda de empresários, amigos e familiares a casa foi adaptada, assim como as muletas, cadeira de rodas, carro, bota ortopédica, no sentido de garantir algum conforto ao gigante, já que, segundo ele, a aposentadoria só dá para o essencial.

A esperança de Ninão é um tratamento realizado em João Pessoa, o problema é que este é muito caro.

– Existe tratamento em João Pessoa que surte bons efeitos em quem tem infecção no osso. Se conseguir fazer eu tenho esperança que vou ficar curado e voltar a andar – disse.

As informações da TV Paraíba/Paraíbaonline

 

 

 

Cidades da PB jogam lixo em locais abertos e sem tratamento

O Ministério Público da Paraíba promoveu, na tarde desta quarta-feira (15), uma reunião com representantes da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), do Exército e da Secretaria de Infraestrutura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Paraíba para discutir medidas capazes erradicar os lixões na Paraíba. De acordo com o promotor de Justiça Raniere Dantas, que coordena o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, do Consumidor e da Saúde, 200 dos 223 municípios paraibanos destinam seus resíduos sólidos em lixões abertos, sem nenhum tipo de tratamento.

A ideia do MPPB é fazer um trabalho semelhante ao desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Alagoas. Lá, os lixões foram erradicados. “Queremos fazer um acordo de não persecução criminal, em que os gestores assumam, como contrapartida, o compromisso de erradicar o lixão de seu município, adotando a solução técnica que considerarem mais adequada à sua realidade”, disse.

A reunião foi presidida pelo procurador-geral de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho. “Essa reunião tem como objetivo sensibilizar os gestores, representados pela Famup, para a importância de se resolver o problema dos lixões, estabelecendo um prazo razoável para que isso seja feito”, disse.

O presidente da Famup, Tota Guedes, disse que a federação vai apoiar a iniciativa, divulgando-a junto aos prefeitos, nas reuniões regionais. “Esse é um problema que aflige todos os prefeitos. Noventa por cento dos gestores não sabem como resolver essa questão. A Famup estará de mãos dadas e à disposição do MP”, falou.

Representantes da Sudema e da Secretaria de Recursos Hídricos discutiram algumas das soluções para os problemas, falaram também sobre as questões pertinentes ao licenciamento ambiental das obras e destacaram que as soluções para o problema devem respeitar a legislação e também as questões ambientais.

Também participaram da reunião o procurador de Justiça Francisco Sagres e o promotor de Justiça Eduardo Torres, que coordena a Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e Improbidade Administrativa; o assessor jurídico e o secretário executivo da Famup, Manoel Porfírio e Pedro Dantas, respectivamente; Leonardo Leite Nascimento, da seção do Meio Ambiente do 1° Grupamento de Engenharia; o secretário de Recursos Hídricos, Deusdete Queiroga, e seu assessor técnico Beranger Araújo; o diretor-superintendente da Sudema, João Vicente Machado; a assessora técnica e o procurador da Sudema, Maria Aparecida Assis e Ronilton Lins, respectivamente.

Próximos passos

O próximo passo será realizar reuniões com os membros do MPPB e os prefeitos municipais, que serão feitas de forma regionalizada, para apresentar a proposta aos gestores. A primeira reunião será no dia 19 de setembro, em João Pessoa, com prefeitos de municípios da região metropolitana e litoral. A segunda será em Guarabira, com prefeitos municipais da região do Agreste paraibano.

portalcorreio

Vereadores aprovam auxílio de R$ 120 mil para tratamento de prefeito

A Câmara Municipal de Pilões, Agreste da Paraíba, aprovou por unanimidade, no último dia 9, um auxílio de R$ 120 mil para que prefeito do município, Iremar Flor de Souza (PSB), faça tratamento de saúde no Texas, Estados Unidos. A proposta foi elaborada pelo próprio prefeito.

O presidente da Câmara, Francisco Flor de Souza (PSL), argumentou que o prefeito abdicou do salário de R$ 14 mil e recebe como funcionário da Cagepa, onde é concursado. Ainda segundo o presidente o valor, não irá fazer falta a cidade de Pilões, porque o prefeito além de não receber o salário, utiliza o próprio carro para deslocamento na cidade.

Este é o terceiro mandato do prefeito Iremar, que está com um tipo de câncer raro, há três anos. O prefeito já passou por tratamentos em João Pessoa e em Recife, capital pernambucana. Atualmente ele faz tratamento no estado do Texas, localizado no sul dos Estados Unidos.

Questionado, o presidente da Câmara disse, que se a população da cidade de Pilões precisar, também terá o apoio e ajuda dos vereadores e prefeitura, para tratamento de saúde. “Nunca foi negado qualquer ajuda de tratamento de saúde no município, essa é uma postura desde inicio do mandato do prefeito”, afirmou ao Correio Debate, da 98 FM. O parlamentar ainda frisou que a ação dos vereadores foi um ato humanitário.

MaisPB

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Infecção urinária: bactéria pode afetar os rins e exige tratamento

A condição que habitualmente chamamos de infecção urinária, na verdade, representa um processo infeccioso, onde ocorre o crescimento de bactérias em algum local do trato urinário (rins, ureter, bexiga e uretra). Na verdade, as bactérias entram no trato urinário a partir da uretra e começam a se multiplicar na bexiga. Essas bactérias podem ficar apenas na bexiga ou progredir no trato urinário até chegar ao rim. Portanto, apesar de parecer que as infecções urinárias sempre surgem nos rins ou os afetam, essa afirmação não é correta.

As infecções urinárias podem ocorrer no trato urinário inferior (bexiga e uretra) ou trato urinário superior ou alto (rins). Os quadros que envolvem a bexiga são as conhecidas cistites e os quadros que envolvem os rins são chamados de pielonefrite.

As cistites são, na maioria das vezes, causadas por um tipo de bactéria proveniente do trato gastrointestinal, chamada Escherichia coli, e as uretrites também podem ser decorrentes de bactérias provenientes do trato gastrointestinal, mas pelo fato da uretra nas mulheres estar mais próxima da vagina, algumas infecções como herpes, gonorreia e infecção por clamídia podem levar à uretrite.

Apenas para se ter uma ideia da frequência das duas condições, os quadros de pielonefrite aguda ocorrem em frequência cerca de 18 vezes menor que os quadros de cistite, o que é importante, pois o quadro clínico da pielonefrite em geral é mais grave e requer, em muitos casos, a hospitalização do paciente.

Existem algumas diferenças relacionadas ao sexo quanto à frequência das infecções urinárias. De modo geral, no primeiro ano de vida, as infecções urinárias ocorrem em maior frequência entre os meninos em função de malformações congênitas como na válvula de uretra posterior. Já a partir da idade pré-escolar e na vida adulta, as mulheres costumam apresentar mais episódios de infecção urinária que os homens.

Sabe-se que entre as mulheres o pico de ocorrência das infecções urinárias ocorre no início da atividade sexual, durante a gestação ou após a menopausa, de forma que os estudos indicam que em cerca de 40% das mulheres ocorrerá pelo menos um episódio de infecção urinária ao longo da vida. Os fatores que explicam essa maior propensão das mulheres a esta doença são uretra mais curta, maior proximidade do ânus ao vestíbulo vaginal e uretra e uso, por exemplo, de gel espermicida que altera a acidez e flora vaginal da região.

Por outro lado, entre os homens, são descritos alguns fatores benéficos que os protegeriam de desenvolver este quadro, sendo eles o maior comprimento da uretra, maior fluxo urinário e o fator antibacteriano prostático. Há ainda, apesar de controverso, o fato de que a circuncisão diminuiria o risco de infecção por não ocorrer ligação das bactérias ao prepúcio. No entanto, a partir da quinta ou sexta década de vida, algumas condições podem favorecer o surgimento das infecções urinárias, como alterações na próstata e necessidade de colocação de sonda vesical, que favoreceria a migração das bactérias.

As infecções urinárias podem ser classificadas em não complicadas e complicadas, e entre as infecções não complicadas está, por exemplo, a cistite. Nessa situação, tanto a estrutura quanto a funcionalidade do trato urinário são normais, não havendo, portanto, comprometimento dos rins. Já entre as infecções complicadas podemos usar como exemplo a pielonefrite, ou seja, a infecção que envolve o rim. A ocorrência de pielonefrite aguda complicada é maior entre as mulheres, tanto em ambiente não hospitalar quanto em pacientes hospitalizados.

Existe uma grande variedade de situações ou doenças que se associam com as infecções complicadas como, por exemplo, aquelas relacionadas a processos obstrutivos da uretra (como a hipertrofia prostática benigna, presença de tumores, cálculos renais, estenoses ou estreitamento ureterais, cistos renais, ou presença de divertículos na bexiga), alterações funcionais do trato urinário (bexiga neurogênica, refluxo vesicoureteral, uso de cateter uretral de demora) e alterações metabólicas (diabetes melito, insuficiência renal, transplante renal, etc.).

O tratamento das infecções urinárias em geral envolve o uso de um antibiótico que será escolhido de acordo com a bactéria encontrada nos exames que serão solicitados.

Assim, nos quadros de obstrução urinária, o que acontece é que a urina fica retida por mais tempo na bexiga, propiciando o crescimento das bactérias e, além disso, à medida que a bexiga se distende pelo acúmulo de urina, a mucosa que reveste a bexiga perde a capacidade de destruir as bactérias.

Para se entender o que ocorre nos quadros de refluxo vesico-ureteral, é bom lembrar qual é o caminho normal que a urina segue desde a sua formação. Depois de produzida nos rins, a urina passa pelo ureter para ser acumulada na bexiga e quando sentimos vontade de urinar, essa urina é eliminada para o meio exterior pela uretra. Quando urinamos, a bexiga se esvazia e, portanto, não deve haver volume (urina) residual. No entanto, quando ocorre um quadro de refluxo, estamos indicando que a urina volta da bexiga para o ureter. Nesta situação há persistência de volume residual de urina na bexiga que em última instância propicia o crescimento de bactérias.

Além dessas situações as infecções urinárias podem evoluir com complicação nos quadros de infecções recorrentes, isto é, quando ocorrem três ou mais infecções por ano ou quando há lesão renal permanente resultante de uma pielonefrite aguda ou crônica decorrente de uma infecção urinária não tratada adequadamente.

Alguns fatores são conhecidos como predisponentes para o aparecimento das infecções urinárias como a gravidez, doenças como a diabetes melito e a menopausa.

Saiba diferenciar os sintomas

Engana-se quem acredita que as infecções urinárias sempre cursam com sintomas. Nesses casos, podem ser observadas alterações ao exame de urina com a presença de grande número de bactérias (bacteriúria assintomática), o que especialmente em mulheres grávidas, pacientes que serão submetidos a procedimentos urológicos ou sondagem, requer tratamento com antibióticos.

Entre os sintomas mais comuns podemos citar uma vontade forte e persistentes de urinar, sensação de queimação ao urinar, eliminação de pequena quantidade de urina em cada micção, ás vezes a urina tem aspecto turvo, pode eventualmente aparecer avermelhada, com escura, indicativa de perda de sangue na urina, e com odor forte, além de dor suprapúbica. Em homens a dor retal pode ocorrer.

Para diferenciar a infecção urinária em suas diferentes formas de acordo com a sintomatologia podemos, de forma simplificada, dizer que as infecções uretrais (uretrite) costumam cursar com sensação de queimação ao urinar, as cistites costumam cursar com pressão na região pélvica, desconforto em abdômen inferior, micção frequente e dolorosa, e a pielonefrite apresenta uma sintomatologia mais exuberante com dor em flanco e lombar, febre alta, calafrios e tremores, náuseas e vômitos. Portanto, como se pode ver, as infecções urinárias que acometem os rins são mais ricas em sintomas e, como dito antes, em geral, precisam de hospitalização para o tratamento.

Opções de tratamento

O tratamento das infecções urinárias em geral envolve o uso de um antibiótico que será escolhido de acordo com a bactéria encontrada nos exames que serão solicitados.

Nas infecções não complicadas o tratamento pode variar de um a três dias, mas pode ser indicado por mais tempo, dependendo de cada caso. Além dos antibióticos pode-se prescrever um analgésico para alívio da sensação de queimação à micção. Em geral, este medicamento tinge a urina de laranja. Além disso, a hidratação adequada permite a remoção das bactérias mais rapidamente, diminuindo a possibilidade de proliferação.

Outras medidas que podem ser empregadas no tratamento das infecções urinárias envolvem ciclos de antibioticoterapia mais longos (profilaxia), ou tratamentos por curto prazo assim que os sintomas começarem ou, para mulheres após a menopausa, o uso de cremes vaginais com estrogênios pode diminuir o risco de infecções recorrentes, e o uso de produtos de cranberry em algumas indicações tem mostrado efeito protetor.

No caso das infecções urinárias graves, em geral, o tratamento é feito em ambiente hospitalar, com medicação endovenosa, o tempo de tratamento é variável, mas em torno de 14 a 21 dias e a escolha do antibiótico baseia-se no perfil de resistência da bactéria, condição clínica do paciente e gravidade da infecção.

O melhor remédio

Prevenir é sempre a melhor opção especialmente para as mulheres que habitualmente cursam com maior incidência das infecções urinárias, assim, seguem algumas recomendações:

  • Ingerir quantidades adequadas de líquidos, especialmente água: A água ajuda a diluir a urina e fazer com que urine mais vezes ao longo do dia, assim, as bactérias serão removidas do tato urinário antes que a infecção possa se instalar
  • Depois de urinar e evacuar a higiene deve ser feita da frente para trás. Isto impedirá que as bactérias provenientes do trato gastrointestinal (região anal) se espalhem para a vagina e uretra
  • Esvaziar a bexiga após a relação sexual ajudará a remover possíveis bactérias
  • Evitar o uso de roupas muito justas (calças) e desodorantes ou produtos em pó na região genital. Tais produtos podem irritar a uretra e facilitar a migração de bactérias e sua possível proliferação.

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Fabio Assunção recebe ultimato da TV Globo por tratamento

A permanência de Fabio Assunção na TV Globo está incerta. Após ser detido e autuado por resistência à prisão, desacato e dano ao patrimônio público durante confusão na madrugada de sábado (24) em Arcoverde, em Pernambuco, a emissora deu um ultimato no ator, exigindo que ele inicie o tratamento para controlar o consumo de álcool e drogas ilícitas.

Fabio Assunção se desculpou após uso excessivo de bebida alcoólica que culminou em sua prisão em Arcoverde, em Pernambuco, na madruga de sábado, dia 24 de junho de 2017
Fabio Assunção se desculpou após uso excessivo de bebida alcoólica que culminou em sua prisão em Arcoverde, em Pernambuco, na madruga de sábado, dia 24 de junho de 2017

Foto: AGNews / PurePeople

Segundo o colunista Léo Dias, do programa “Fofocalizando”, do SBT, a Globo não quer ter seu nome envolvido em novos escândalos do tipo e, por isso, colocou o tratamento como condição para que ele continue com o contrato na empresa. A emissora já teria oferecido assistência para o ator tratar a dependência química e alcoólica em outra ocasião.

Ator se desculpou por briga em Pernambuco

Fabio Assunção foi a Pernambuco para divulgar o documentário “Samba de Coco”, feito em parceria com Pally Siqueira, com quem namora há pouco mais de 1 ano, quando se envolveu em brigas com moradores e policiais após ingestão excessiva de bebidas alcoólicas. Liberado após pagar fiança de cerca de R$ 9 mil, o ator usou sua conta no Instagram para se desculpar com os fãs.

“Lamento muitíssimo o ocorrido em Arcoverde. Era uma noite de celebração. Tínhamos acabado de exibir nosso documentário filmado no sertão pernambucano no palco principal do festival de São João. Então fomos com a equipe confraternizar e a situação saiu do controle. Infelizmente aconteceu uma briga”. Continuando, o artista afirmou ter pedido para ser feito um exame toxicológico para ser comprovado que ele não usou drogas ilícitas e ainda garante que irá arcar com todos os prejuízos. ” Peço a todos sinceras desculpas. Não é fácil, mas reconhecer meus erros e procurar sempre aprender com eles é o que eu desejo “, finalizou Fabio.

Artistas deram apoio a Fabio Assunção nas redes sociais

Em resposta aos comentários negativos feitos na internet após a veiculação de vídeos em que Fabio Assunção aparece alterado, muitos artistas foram solidários com o estado do ator e fizeram homenagens a ele em suas redes sociais.

Drica Moraes compartilhou dois vídeos em seu Instagram para demonstrar seu apoio ao colega de trabalho. “Ele é uma das pessoas mais preparadas para o convívio social que eu conheço. Para o convívio profissional, político, social. É uma pessoa que tem um olhar para qualquer ser humano ao redor dele extremamente carinhoso e humano”, falou a atriz.

Klebber Toledo, que interpretará a versão mais nova de Fabio na série “A Fórmula”, com estreia prevista para o segundo semestre de 2017, repostou o pedido de desculpa do ator em seu perfil. Ivete Sangalo, Luisa Arraes, Bruno Gagliasso, Fernanda Rodrigues e Walcyr Carrasco foram outros famosos que também apoiaram Fabio Assunção na web.

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