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Jogador morre no Peru e família tenta juntar R$ 20 mil para custear traslado

jogado basqueteUm jogador de basquete morreu há oito dias no Peru, mas o corpo ainda não foi enterrado porque a família afirma que não tem condições financeiras para fazer o traslado do corpo para o Brasil.

Luis Bobina nasceu na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, mas morava em São Paulo. Ele foi a Lima para acertar questões contratuais com um time de basquete e, dias depois, a família recebeu a notícia da morte dele, em decorrência de um infarto.

O pai do atleta disse que a família recebeu a notícia da morte por telefone. “Minha esposa recebeu o telefonema de São Paulo. A esposa dele reside lá. Ela falava naquele momento, para minha esposa, que o nosso filho tinha falecido e foi desespero total”, conta Luiz da Silva, pai do jogador.

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A família foi informada pela Embaixada do Brasil no Peru que o transporte do corpo deve custar R$ 20 mil. A embaixada informou que não dispõe de recursos o traslado. Com isso, amigos e conhecidos do jogador estão reunidos para arrecadar o dinheiro.

“Difícil para a família porque nós já tínhamos feito anteriormente uma despesa, ajudamos esse dinheiro para pagar o seguro lá. A minha esposa, ultimamente, teve também que solicitar um empréstimo a fim de que ele pagasse o passaporte. Então, tudo isso onera”, disse o pai. Já mãe de Luis, que já não o via há três anos, se emocionou ao falar que sentia muita saudade do filho. “É muita dor, muita saudade do meu filho”, afirma.

A vítima tinha 40 anos e chegou a integrar a equipe de basquete do Esporte Clube Bahia, clube onde conquistou diversas vitórias.

 

 

Do G1 BA, com informaçõe da TV Bahia

Governo assume os custos de R$ 20 mil para traslado do alpinista morto na Argentina

Jornal Correio
Jornal Correio

O traslado do corpo de Josenildo Correia da Silva será pago pelo Governo da Paraíba. A informação foi divulgada na manhã desta segunda-feira (25) pela assessoria de comunicação do Estado.

Ainda não há detalhes sobre como vai funcionar todo o procedimento, mas outras informações oficiais sobre essa ajuda do Governo serão divulgadas nas próximas 24h.

Segundo os familiares, o traslado custaria cerca de R$ 20 mil para que o alpinista tivesse que ser enterrado em Guarabira, no Brejo da Paraíba, onde ele morava.

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O caso

Josenildo permaneceu desaparecido por duas semanas quando escalava o Monte Aconcágua, na Argentina, o mais alto das Américas (6.962 metros de altura). A informação da morte do paraibano natural de Guarabira, no Brejo do Estado, foi dada na última quarta-feira (20) pelo filho do alpinista.

Na última sexta-feira (22), a esposa dele, Alessandra Pereira, e um amigo da família, Claudionor Gomes, fizeram o reconhecimento do corpo.

Familiares e amigos chegaram a fazer uma campanha para arrecadar dinheiro para enterrar o corpo na Paraíba. Os custos para o translado giram em torno de R$ 20 mil. Porém, a campanha já está suspensa devido ao apoio do Governo da Paraíba.

Vídeo

Um vídeo divulgado na noite deste sábado (23) mostra o sonho do alpinista Josenildo Correia da Silva para chegar ao cume do Aconcágua. As imagens foram gravadas pelo próprio paraibano no ano de 2007 e disponibilizadas pelo filho dele, Carlinhos Lott, em sua página pessoal no facebook.

Em determinado momento, Josenildo chega a dizer que a aventura é muito difícil, mas que ele não iria desistir do sonho. “Deus é muito grande. Estou aqui sozinho, temendo minha vida, mas não vou desistir. Se depender de mim, eu não vou desistir”, disse.

Josenildo começou a se interessar pelo esporte após conhecer alguns alpinistas por meio de redes sociais. Em 2004, Josenildo tentou subir pela segunda vez a montanha quando teve um princípio de congelamento, porém foi socorrido por um helicóptero.
Por Felipe Silveira | Alisson Correia

Promotor Marinho escreve carta a consulado brasileiro e implora traslado do corpo de alpinista

marinhoSrs. Em razão do Consul Brasileiro em Mendoza se encontrar colocando dificuldades para trasladar o corpo de JOSENILDO CORREIRA DA SILVA, peço a união de todos, para se irmanar numa corrente, visando convencer o governo brasileiro a trasladar o cadáver para Guarabira, uma vez que a família não dispõe de nenhum recurso financeiro para, sendo os valores altíssimos.

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Ilustrado Consul

Pelo presente, tenho a grata satisfação de dirigir-me à honrosa presença dessa ilustrada autoridade diplomática, para, na qualidade de Promotor de Justiça, Estado da Paraíba e Conselheiro Estadual dos Direitos Humanos, em nome do referido Conselho, solicitar desse Venerável Consul, que envide todos os esforços para trasladar o cadáver do brasileiro e paraibano JOSENILDO CORREIA DA SILVA, desaparecido no Monte Acôncagua, aí na Argentina, em data de 06 de março de 2013 e encontrado co vida expirada no dia 19 do mesmo mês e ano.

O pedido é feito em nome da família paupérrima, sem nenhuma condição financeira de pagar o traslado do ente querido, enquanto uma cidade consternada chora e inicia uma campanha de doações para trazer seu conterrâneo, para que seja inumado no seu sublime torrão, um direito legítimo previsto na Constituição Federal.

No entanto, amando como amamos o nosso País, entendemos ser injustiça ignominiosa o Brasil não trazer o seu filho para ser enterrado em sua terra natal, tudo em nome da dignidade da pessoa humana, dos valores religiosos, morais, tradicionais e sociais que informam a cultura do nosso sofrido povo.

Estamos entrando em contato com a bancada federal da Paraíba e a imprensa brasileira, para que o Brasil proteja de forma verdadeira e concreta os seus cidadãos, seja em qualquer lugar do globo, e em quaisquer condições e situações.

A presente súplica reflete a angústia familiar e de toda uma cidade encravada no interior paraibano, que transtornada com a tragédia, só pede uma coisa a esse consulado e por extensão ao Governo Brasileiro: Traga o corpo do nosso conterrâneo para ser enterrado no campo santo da cidade por quem ele cultivava o mais sublime telurismo, paixão, amor.

É só isto que rogamos, Sapientíssimo Sr. Consul, na certeza de que a realização de tal ato, aos olhos de qualquer ser humano, só causará um sensação, a de que aqui se fez a mais racional proteção aos desamparados e desvalidos.

Com cópia para o Ministério das Relações Exteriores e Bancada Federal da Paraíba.

 

 

por Michele Marques