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SOS Transposição: multidão cobra retorno das águas do São Francisco ao Cariri

O SOS Transposição, ato realizado neste domingo (1º) no município de Monteiro, no Cariri paraibano, e que dividiu opiniões na política estado, conseguiu reunir, além da população da região, representantes de associações, sindicalistas, artistas e líderes políticos da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Ceará e de Pernambuco. Também participaram da manifestação a senadora Gleisi Hoffmann, o ex-presidenciável Fernando Haddad, ambos do PT.

Foto: reprodução

Liderado, na Paraíba, pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), o evento levou ao município caravanas de todo o Nordeste que cobraram do Governo Federal a conclusão das obras da transposição no Eixo Norte, em Cajazeiras-PB e o fim da suspensão do bombeamento das águas do São Francisco no Eixo Leste, em Monteiro.

Além dos políticos já citados, também foram a Monteiro as deputadas estaduais Cida Ramos e Estela Bezerra, ambas do PSB, os deputados estaduais Anísio Maia (PT), Buba Germano (PSB), Chió (REDE), e Jeová Campos (PSB). Estiveram no ato os deputados federais Damião Feliciano (PDT), Frei Anastácio (PT) e Gervásio Maia (PSB). O senador Veneziano (PSB) também esteve presente. A mobilização também teve a presença do presidente do PT-PB, Jackson Macêdo e a presidente nacional do PC do B, Luciana Santos.

Os vereadores da Capital paraibana Marcos Henriques (PT) e Sandra Marrocos (PSB) , assim como o vereador de Campina Grande, Anderson Maia foram a Monteiro e reivindicaram ao lado o senador pernambucano Humberto Lucena (PT-PE), do deputado federal João Campos (PSB-PE).

O evento termina com uma apresentação cultural dos artistas Chico César, Totonho, entre outros.

Foto: reprodução / instagram / Cida Ramos

O QUE DISSERAM SOBRE O ATO:

RICARDO COUTINHO:
“O que está em discussão agora é a manutenção de um sonho que vai levar mais desenvolvimento para a região do semiárido nordestino, além de regularizar o abastecimento de água para aquelas populações”.

GLEISI HOFFMANN
“Além de cortar o bombeamento da água, Bolsonaro diz que quer privatizar a transposição”.

CIDA RAMOS
“Acho que todos que lutam pelo direito a um bem fundamental a vida como a água deve ir, independente de cor partidária. A transposição transcende a luta ideológica”.

ESTELA BEZERRA
“É um ato civil. Na verdade, qualquer brasileiro, qualquer paraibano, qualquer paraibana, que tenha noção do que está acontecendo precisa se posicionar”.

JEOVÁ CAMPOS
“É uma iniciativa que transcende questões político-partidárias, é um grito coletivo de pessoas que entendem ser a obra da transposição a redenção do Nordeste”.

JACKSON MACÊDO
“Essa pauta é extremamente importante. O debate primordial é o debate da transposição”.

VENEZIANO
“Nós estaremos presentes não apenas na condição de quem, como representante e filho de Campina Grande, sabe muito bem a importância da transposição para o Cariri, Agreste e mais outros municípios paraibanos”.

Foto: reprodução / instagram / Cida Ramos
Foto: reprodução / instagram / Cida Ramos

TRANSPOSIÇÃO

O Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, em Monteiro, foi inaugurada em 2017 pelo presidente Michel Temer. Logo em seguida, o cenário foi palco de um ato histórico que que contou com a presença do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff.

A transposição do Rio São Francisco chegou a levar água para cidades da região, mas o fornecimento foi suspenso pelo Governo Federal sob a alegação de que a interrupção foi necessária devido a defeitos nas obras. Políticos de oposição contestam a demora para o restabelecimento do bombeamento da água e afirmar que a o corte no abastecimento foi feito por questões políticas.

PB Agora

 

 

SOS Transposição reúne lideranças políticas em protesto contra cortes nas obras dos canais na PB

Neste domingo (1º) lideranças políticas da Paraíba e de diversos estados estarão em Monteiro para fortalecer o protesto SOS Transposição. O evento condena o abandono por parte do governo federal da maior obra hídrica da história do Nordeste e que, se concluída beneficiará, mais de 12 milhões de pessoas dos Estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

A manifestação, batizada como SOS Transposição, está sendo coordenada pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB).

O ato tem levantado o debate sobre as condições da Transposição do Rio São Francisco e a falta de água pelos canais, além da gestão do problema. Além disso, há quem acuse a manifestação de ser meramente um ato político.

Há quase seis meses as águas da transposição deixaram de ser bombeadas para o Rio Paraíba, prejudicando o abastecimento de água de 44 municípios da Paraíba e Pernambuco.

Além do ex-governador Ricardo Coutinho e prefeitos da região, alguns políticos paraibanos marcarão presença.  Dos três senadores da Paraíba, Veneziano Vital do Rêgo estará em Monteiro. Dos 12 deputados federais, Gervásio Maia (PSB) e Frei Anastácio (PT) confirmaram a participação no ato.

Cinco deputados estaduais estarão em Monteiro: Estela Bezerra, Cida Ramos, Jeová Campos e Buba Germado, todos do PSB, além de Chió (Rede).

Ainda são esperadas as participações da presidente nacional do PT, Gleise Hoffman, e do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

 

clickpb

 

 

Menino de 10 anos morre afogado em trecho da transposição na PB

Reprodução/Google Street View
Coxixola-PB

Um menino de 10 anos morreu afogado, nesse domingo (10), em um trecho da Transposição do Rio São Francisco, em Coxixola, Cariri paraibano, a 247 km de João Pessoa.

De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu no início da tarde. Familiares tentaram reanimar a criança e a socorreram para um hospital na cidade de Serra Branca, mas ela já chegou morta à unidade de saúde.

Ainda conforme a polícia, informações que circulavam no hospital eram de que o local onde aconteceu o acidente tinha pouca profundidade. A suspeita inicial é de que uma crise epilética tenha contribuído para o afogamento.

O corpo do menino foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Campina Grande, onde passa por perícia.

Portal Correio

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Polícia não acha ‘roubo’ de água da transposição na PB e devolve caso para Integração

Divulgação / Ministério da Integração Nacional
Transposição do Rio São Francisco

A polícia não encontrou desvios de água da transposição do rio São Francisco para o Rio Paraíba, informou nesta quarta-feira (9) o delegado seccional da Polícia Civil de Monteiro, no Cariri paraibano, João Joaldo. A investigação começou com a denúncia feita pelo Ministério da Integração na delegacia de Sumé, também no Cariri, de que ligações não autorizadas já teriam desviado 20 milhões de metros cúbicos do leito do rio.

A denúncia feita pelo Ministério dava conta de que agricultores estariam fazendo desvios na água da transposição que corre ao longo do leito do Rio Paraíba até chegar ao açude de Boqueirão, que abastece Campina Grande e mais 18 municípios. Segundo o órgão federal, os desvios irregulares seriam a principal causa para a diminuição da vazão d’água no manancial.

Segundo o delegado, no entato, as investigações policiais identificaram duas pontes construídas no leito do rio e que estariam causando a redução na vazão da água. As pontes foram construídas porque algumas comunidades das cidades de Coxixola, Caraúbas e Congo ficaram isoladas depois que as águas do rio São Francisco começou a passar pelo Rio Paraíba.

Foram três construções, mas pelo menos duas delas teriam impacto na redução da vazão da água. “O aterramento de duas delas, feitos na cabeceira do rio, estão atrapalhando a passagem da água. Neste caso acho pertinente que o Ministério da Integração provoque os órgãos responsáveis para resolver o problema, pois não entra na nossa esfera de atuação”, explicou o delegado.

A polícia vai enviar um relatório para o Ministério da Integração sugerindo ele provoque os órgãos competentes para fiscalizar as construções das pontes.

Visita identifica queda na vazão

No dia 31 de julho, técnicos da Aesa e da empresa que presta serviços ao Ministério da Integração visitaram cinco pontos das obras da transposição do Rio São Francisco nos trechos entre a cidade de Sertânia, no Pernambuco e Monteiro, no Cariri paraibano. O objetivo foi buscar medições unificadas entre os dois órgãos.

Na visita ficou constatado que a vazão da água na chegada ao Rio Paraíba, em Monteiro, está em 3,51 metros cúbicos por segundo. No açude de Boqueirão a vazão é ainda menor. Na bacia do manancial, a vazão está chegando a 2,9 metros cúbicos por segundo, mas no espelho d’água a vazão é de 1,42 metros cúbicos por segundo.

Na terça-feira (8), o secretário de Recursos Hídricos de Campina Grande informou que a cidade de Campina Grande vai sair do racionamento de água no dia 26 de agosto, quando o açude de Boqueirão atingir 8,2% da sua capacidade máxima. O reservatório Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, abastece as 19 cidades, que estão em esquema de racionamento desde dezembro de 2014. Mesmo com a realização do ‘Maior São João do Mundo’, o racionamento tem sido mantido.

G1

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Boqueirão recebe 1 milhão de m³ de água em sete dias de transposição do São Francisco

(Foto: Artur Lira/G1;Arquivo)

O açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, no Cariri paraibano, acumula 1 milhão de m³ de água a mais nesta terça-feira (25), sete dias após o encontro das águas vindas da transposição do Rio São Francisco com o espelho d’água que restava no manancial. A informação foi confirmada pelo presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado, João Fernandes. Esse volume representa uma subida de 2,9% para 3,2% no total da capacidade do reservatório.

Ainda conforme dados da Aesa, o açude de Boqueirão tem capacidade para armazenar cerca de 411.686.287 m³. No momento o açude está com 13 milhões de m³ e a expectativa do órgão estadual é que o número cresça ainda mais até o fim de semana, especialmente se caírem chuvas nas regiões onde estão localizados os mananciais que abastacem o açude.

As águas da transposição do rio São Francisco começaram a chegar à bacia hidráulica do açude Epitácio Pessoa, conhecido como Boqueirão, na madrugada do dia 13,mas só na noite do dia 18, as águas venceram os ínumeros obstáculos pelo caminho e se encontraram com o espelho d’agua que restava no manancial.

A chegada da água a Boqueirão ocorreu dentro do prazo estimado pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). A previsão era que, após ter chegado a Monteiro, na Paraíba, ela levasse de 30 a 45 dias para chegar Boqueirão, mas o encontro das águas do São Francisco com as de Boqueirão ocorreu 35 dias após a chegada em Monteiro.

E chuvas, aliás, tem sido registradas com frequência pela Aesa nos últimos dias. Da sexta-feira (21) até manhã desta terça-feira (25), pelo menos 82 cidades registraram chuvas. O maior índice pluviométrico foi registrado no município de Água Branca, no Sertão paraibano, com 67 mm. Ouro Velho, no Cariri e Catingueira, também no Sertão, também tiveram boas chuvas com 51,6 mm e 50 mm, respectivamente.

G1

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População queima vegetação para tentar acelerar passagem da transposição na PB

(Foto: Felipe Valentin / TV Paraíba)
(Foto: Felipe Valentin / TV Paraíba)

Preocupados com a lentidão da passagem das águas da tranposição do Rio São Francisco pelo leito do Rio Paraíba, os moradores da zona rural do município de Barra de São Miguel, no Cariri paraibano, estão ateando fogo na vegetação existente no meio do rio. A intenção é diminuir os obstáculos para que a água consiga passar com maior velocidade e chegue mais rápido ao espelho d’água do açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão. O reservatório está com apenas 3% da capacidade total de água.

Desde a madrugada da última quarta-feira (12), as águas já entraram na bacia hidráulica do açude (área total do que abrange o reservatório), mas o volume do manancial está tão baixo que, ainda na tarde deste domingo (16), faltavam cerca de 4 km para que a água da tranposição encontrasse com a água do açude, que abastece Campina Grande e outras 18 cidades da região.

O pintor Romero Ferreira, de Campina Grande, aproveitou o domingo para viajar até o Cariri para acompanhar a chegada das águas. Ele disse que está preocupado com as barreiras que a água está precisando enfrentar para passar e apoiou a iniciativa dos moradores. “Eu vim de Campina Grande para ver a realidade da água. Tem muitos obstáculos para a água chegar ao açude Epitácio Pessoa. Essa queimada foi o que ajudou. O capim aqui é muito alto. Ele queimando fica melhor”, disse o pintor.

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) garantiu que todas as obras e atividades necessárias para que o Rio Paraíba e os açudes recebessem as águas da tranposição foram feitas. Entretanto, na zona rural de Barra de São Miguel e de Cabaceiras, os moradores informam que não viram máquinas ou trabalhadores fazendo limpeza no leito do Rio Paraíba.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo sendo controlado não representa um risco, mas existe a preocupação de que as chamas se espalhem e atinjam outras águas, saindo do controle da população. O G1 tentou encontrar em contato com a Polícia Militar Ambiental, mas as ligações não foram atendidas.

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira/G1/Arquico)

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira/G1/Arquico)

A transposição

A água da transposição do Rio São Francisco chega à cidade de Monteiro, na Paraíba, através do eixo leste. Neste trecho, a água é captada na cidade de Petrolândia, no Sertão de Pernambuco e viaja por 208 quilômetros até chegar a cidade paraibana. As águas chegaram a Monteiro, no dia 8 de março deste ano.

A água captada do Rio São Francisco passa por seis estações elevatórias de água, cinco aquedutos, 23 segmentos de canais e ainda 12 reservatórios. A intenção da crianção dos reservatórios é beneficiar as comunidades onde foram construídos e também garantir que a água não pare de correr pelos canais, caso seja necessário fazer algum reparo no trecho.

Os 12 reservatórios são: Areais, Braúnas (o maior deles, com capacidade para mais de 14 milhões de metros cúbicos de água), Mandantes, Salgueiro (5,2 milhões de m³), Muquem, Cacimba Nova, Bagres, Copití, Moxotó, Barreiro, Campos (o segundo maior com 8 milhões de m³) e Barro Branco.

Após cinco anos de seca, leito do Rio Paraíba recebe águas da transposição (Foto: Artur Lira / G1)

Após cinco anos de seca, leito do Rio Paraíba recebe águas da transposição (Foto: Artur Lira / G1)

Passagem da água na Paraíba

Depois de chegar a Monteiro, as águas do “Velho Chico” vão para o Rio Paraíba e através dele segue pelos açudes de São José I e Poções, ainda na cidade de Monteiro; pelo açude de Camalaú; pelo açude de Boqueirão; pelo açude de Acauã, em Itatuba; pelo açude de Araçagi e depois segue para um perímetro irrigado no município de Sapé.

O açude São José I já está sangrando com a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco. Já o açude Poções está com um volume de 6,6%, o açude de Camalaú está com 14,4%, o açude de Boqueirão está com 3%, o açude de Acauã está com 5,3% e o açude de Araçagi está com 71,3%.

G1

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Aesa não confirma chegada das águas da Transposição a Boqueirão

boqueirãoO presidente da Agência Executiva das águas, João Fernandes, não confirmou em entrevista à imprensa nesta segunda-feira (10), a chegada das águas da Transposição do Rio São Francisco no açude Epitácio Pessoa o ‘Boqueirão’. A informação tinha sido dada pelo Ministério da Integração Nacional e vários políticos paraibanos, inclusive integrantes do Governo do Estado.

“Pode ser que chegue na quarta-feira, ou pode ser que não”, disse João Fernandes ao demostrar apreensão com a chegada das águas. Técnicos da Aesa registraram na última terça-feira (4) um aumento significativo na vazão da água do rio São Francisco na divisa entre Paraíba e Pernambuco no Cariri paraibano. A medição foi feita no Portal das Águas, no município de Monteiro, onde foram registrados 7.450 litros por segundo. Na semana passada entravam na Paraíba cerca de 3 mil litros por segundo.

O monitoramento da vazão liberada pelo Ministério da Integração Nacional é feito diariamente pelo Governo do Estado. Técnicos da Aesa também acompanham o deslocamento da água no rio Paraíba. “Acima de sete metros cúbicos por segundo nós já temos um volume muito bom, mas a nossa expectativa, baseado nas conversas que tivemos com os técnicos do Governo Federal, é de que a vazão aumente ainda mais”, informou o presidente da Aesa, João Fernandes da Silva.

PB Agora

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Chuva alaga ruas e faz açude sangrar na 1ª cidade que recebe águas da Transposição

açudeUma forte chuva que caiu em Monteiro, na noite deste sábado (1), deixou as ruas alagadas e fez sangrar o  Açude São José, localizado no centro da cidade. De acordo com a Agência Executiva de Gestão da Águas na Paraíba, Aesa, choveu 120 milímetros na cidade.

Por causa do sangramento do açude, a passagem para Monteiro chegou a ficar interditada e também foram registradas inundações de algumas residências,  prédios  públicos  e o mercado municipal.

De acordo com o diretor da Aesa, João Fernandes, as  águas que caíram em Monteiro  desceram para os açudes de Poções e Camalaú e agora  seguem junto com as águas da Transposição pelo Rio Paraíba em direção ao manancial de Boqueirão. Monteiro é o primeiro município da Paraíba a receber as águas da Transposição dos Rio São Francisco.

Ainda na região do Cariri paraibano foi registrada chuva na cidade de Sumé.

Roberto Targino – MaisPB

 

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Lula e Dilma se encaminham à Paraíba para ‘inauguração popular da Transposição’; agenda

lula-na-paraibaOs ex-presidentes Dilma e Lula (PT) são esperados em Campina Grande neste domingo (19) às 11h. De lá, os petistas seguirão para Monteiro onde realizarão o que vem sendo chamado de “Inauguração Popular da Transposição do Rio São Francisco: A Celebração das Águas”.

De acordo com a organização, mais de cinquenta mil pessoas vão participar do evento, incluindo nomes importantes como o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador paraibano Lindbergh Farias (PT-RJ).

Confira agenda:

11h – Chegada de Lula e Dilma em Campina Grande

13h – Na entrada da cidade (em Monteiro), nas proximidades da ponte, Lula e Dilma plantarão árvores

15h – Início da carreata para o centro da cidade de Monteiro

16h – Previsão para o início do Ato

Yves Feitosa

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Volume de açude sobe 337% uma semana após receber transposição

(Foto: Artur Lira/G1)
(Foto: Artur Lira/G1)

Uma semana após a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco à cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, o açude Poções, principal reservatório da cidade, já aumentou o volume em mais de quatro vezes. Antes da água chegar, o reservatório estava com um volume de 0,8%. Já nesta quinta-feira (16), o volume aumentou 337%, para 3,5%, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Conforme os dados da Aesa, o volume que era de cerca de 182.000 m³ já passou para 1.037.352 de m³. Depois que a água do Rio São Francisco chega a cidade de Monteiro, através de um túnel da transposição, deságua no Rio Paraíba, passa pelo pequeno açude São José e depois segue para o açude Poções, que abastece a cidade. Atualmente, a população só tem água encanada, uma vez pode semana.

Segundo o presidente da Aesa, João Fernandes, o açude já deveria está com um volume maior, pois, devido uma manutenção em um das bombas na última estação elevatória do eixo leste da transposição, a vazão que chega a Paraíba ainda é reduzida. Ele disse que o problema deve ser revolvido até a próxima semana.

“Atualmente o açude São José está liberando 1.350 litros por segundo para o açude Poções. Já no açude de Poções, nós abrimos uma comporta que está liberando uma vazão de 250 litros por segundo. É pouco, mas a intenção é já ir molhando o leito do rio Paraíba. Quando a vazão da transposição for normalizada e a água começar a passar pelo açude de Poções, ela vai ecoar mais rápido para os açudes de Camalaú e Boqueirão”, disse João Fernandes.

Apesar da chegada das águas do Rio São Francisco já estarem chegando à Paraíba, o presidente da Aesa disse que não sabe precisar se o açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, vai receber primeiro a água do “Velho Chico”, ou a água das chuvas, pois a região tem registrado bons percentuais nos últimos dias.

“Com a forte seca a esperança já era com a água do Rio São Francisco, mas as chuvas estão começando a chegar ao Cariri do estado e se continuar assim, talvez a água da chuva chegue ao açude de Boqueirão, antes mesmo da transposição. Seja como for, o que queremos e ver esses açudes encherem para que a população saia logo dessa crise”, destacou o presidente da Aesa.

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira\G1)Águas do Rio São Francisco no leito do Rio Paraíba, em Monteiro, chegam ao açude de Poções (Foto: Artur Lira\G1)

 

G1 PB

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