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Mais de 40 presos acusados de violência sexual e crimes bárbaros são transferidos para o PB-1

pb1A direção do presídio Padrão, em Campina Grande, transferiu, entre o fim de tarde desta segunda (16) e madrugada desta terça (17), 43 presidiários acusados de violência sexual e crimes bárbaros da unidade para o PB-1, em João Pessoa, para reformas na cela de segurança da unidade prisional.

“Essa cela de segurança é onde ficam os presos de casos de violência sexual, crimes bárbaros e aqueles que possuem conflitos de relação com outros presos. Então decidimos não colocar os detentos em outras celas, por isso eles vão para o PB-1. Mas, logo estarão de volta”, explicou o diretor.

Segundo o diretor Alexandre Moreira, os presos devem retornar com o fim da reforma, prevista para ser concluída em três semanas. O diretor explicou que as transferências não tem nada a ver com os casos de rebelião nas demais unidades do país.

Entre os transferidos, encontra-se o réu Nelsivan Marques, acusado de ser o mentor e mandante do crime de 2014, que obteve repercussão nacional, onde o casal Washington Luiz e Lúcia Santana foi assassinado na saída da festa de casamento do próprio acusado. As vítimas haviam sido convidadas para serem padrinhos do casamento de Nelsivan. Na ação, um vigilante ainda foi ferido pelo altor dos disparos.

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Rebelião em presídio da PB acaba sem feridos e presos podem ser transferidos, diz PM

Reprodução/Folha do Sertão
Reprodução/Folha do Sertão

O comandante do 6º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Cunha Rolim, garantiu, na manhã desta terça-feira (20), que a rebelião dos detentos da penitenciária de segurança máxima do distrito de Divinópolis, em Cajazeiras, Sertão do estado, acabou sem mortos ou feridos. Os apenados se revoltaram na noite dessa segunda-feira (19), quando um dos presos se recusou a receber atendimento de profissionais do Samu.

O comandante informou que equipes do 6º BPM e do Batalhão de Choque realizam inspeções nas celas para quantificar os danos causados pela rebelião. Durante o conflito, colchões foram queimados e paredes de algumas celas foram danificadas, conforme Cunha Rolim. O gerente Executivo do Sistema Penitenciário (Gesipe), Jadson Fonseca, participa do procedimento.

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Ainda de acordo com o tenente coronel Cunha Rolim, é possível que alguns presos sejam transferidos após a finalização da inspeção. “Com essa rebelião é possível que algum preso seja transferido, mas isso quem vai decidir é o Sistema Penitenciário. Por enquanto, a PM realiza o trabalho de contenção da rebelião”, disse.

A rebelião

Segundo a Polícia Militar de Cajazeiras, o motim teve início após um detento alegar problema de saúde e pedir atendimento médico. A diretoria do presídio solicitou uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que se deslocou ao local. Os socorristas do Samu entraram em contato com o preso e constataram que o mesmo não necessitava de condução ao hospital, visto que não havia gravidade. O homem, então, teria ficado revoltado e se recusado a ser atendido apenas pela UTI móvel. Ao ser reconduzido à cela, começou a instigar os companheiros de pena a se rebelarem. Os demais seguiram o incentivo e colocaram fogo em colchões, deflagrando a situação crítica.

 

Portal Correio

Após rebelião no Sertão da PB, treze presos são transferidos para a capital

Treze presos que participaram da rebelião no Presídio Regional Manoel Gomes da Silva, em Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, foram transferidos nesta sexta-feira (15) para o PB1, unidade prisional que faz parte do Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, em João Pessoa. A informação é do gerente do Sistema Penitenciário, tenente coronel Arnaldo Sobrinho, que explicou que esses treze teriam participado do motim como líderes.

“Achamos conveniente, por questão disciplinar e pela segurança do presídio, relocar esses presos”, disse o gerente. Ele explicou que o detentos vão ficar em uma área do complexo que não foi destruída nas rebeliões dos dias 29 e 30 de maio. “A parte que está isolada é no PB2. Um pavilhão do PB1 está em condições de receber esses presos e já está abrigando os cerca de 500 presidiários que teriam participado da rebelião no complexo”.

O tenente coronel Arnaldo garantiu que já providenciou a abertura da sindicância para apurar o incidente, assim como a abertura de um inquérito para verificar de quem foi a responsabilidade dos danos qualificados, ou seja, danos ao patrimônio público.

O diretor adjunto do presídio, Ermerson Amaral, informou que 15 celas do presídio foram destruídas. Segundo ele, os presos arrancaram as camas e mesas de alvenaria e derrubaram as paredes que ligam uma cela a outra. “Eles começaram por um cela, que deu acesso à vizinha, e a outra, em seguida. Eles vão se amontoando de cela em cela e juntando as forças. Daí em diante, o efeito de distruição é veloz. É o efeito internet, como eles chamam”, disse o diretor. O diretor garantiu que o trabalho de reforma e reparo já foi iniciado.

A rebelião começou por volta das 18h da quinta-feira (14), e durou pouco mais de quatro horas. Os rebelados atearam fogo em colchões da unidade prisional e destruíram celas. Policiais de outras cidades foram convocados para controlar o tumulto. Nenhum detento ficou ferido, mas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local e entraram na unidade com macas e equipamentos em um trabalho preventivo. Os familiares dos apenados também receberam atendimento.

O tumulto começou depois de uma briga entre dois internos, um que já estava na unidade e outro que foi transferido da Penitenciária de Segurança Máxima do Serrotão de Campina Grande depois de uma rebelião. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba, a unidade tem cerca de 260 detentos no regime fechado, semiaberto e aberto.

G1