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Homem é atropelado pela própria esposa após ela suspeitar de traição

Um tenente da Polícia Militar de Pernambuco, de 51 anos, foi atropelado pela própria esposa, na noite desse sábado (5), na cidade de Pedras de Fogo, na divisa entre os estados da Paraíba e de Pernambuco. Segundo informações de testemunhas, o incidente teria acontecido após a esposa da vítima descobrir uma suposta traição.

A mulher teria acelerado o carro que conduzia sobre o companheiro. O homem teve ferimentos nos braços e pernas, incluindo fraturas. Ele estaria de moto no momento em que a mulher avançou.

Unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e a vítima socorrida e levada para o Complexo Hospitalar de Mangabeira Tarcísio de Miranda Burity, em João Pessoa.

De acordo com moradores da região, o carro utilizado foi um presente dado pelo homem à esposa recentemente. O caso será investigado. Até a publicação desta matéria, a suspeita não havia sido encontrada.

 

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Descobriu uma traição? Estudo aponta o que faz alguém contar isso para o outro

Uma pesquisa feita pela Universidade de Michigan indica o que leva uma pessoa a contar para outra que ela está sendo enganada pelo parceiro(a)

O que você faria se descobrisse que o parceiro da sua amiga está sendo infiel? Contaria ou não? Estudiosos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, fizeram uma pesquisa para descobrir em que circunstâncias as pessoas tendem a revelar para alguém próximo que descobriu uma traição.

Descubra os motivos que levam uma pessoa a contar sobre traição
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Descubra os motivos que levam uma pessoa a contar sobre traição

 

Ao descobrir uma traição , é comum não saber que decisão tomar.  Para tentar chegar a uma conclusão, os pesquisadores entrevistaram 487 voluntários. Eles apresentaram a seguinte situação: que atitude tomaria se descobrisse que o parceiro de alguém conhecido está sendo infiel por fazer sexo com penetração com outra pessoa.

Após apresentarem essa situação, foi entregue aos participantes uma lista de informações sobre os envolvidos nessa história hipotética. Por exemplo, qual a proximidade com o casal, as características do relacionamento e dos parceiros.

Essas informações adicionais foram fundamentais para definir se a pessoa que descobriu a infidelidade contaria ou não para quem está sendo enganada. De modo geral, a pesquisa concluiu que quanto mais se sabe da infidelidade, maiores as chances de revelar o segredo.

Fatores que influenciam

O curioso é que, segundo informações da pesquisa, publicadas na revista Superinteressante, existem três fatores que influenciam, e muito, na hora de decidir se conta ou não. Para os entrevistados, uma das situações cruciais para dedurar o traidor é se o casal estiver prestes a  noivar ou casar .

Saber que a pessoa está prestes a casar ou que a amante tem uma DTS são fatores que levam a revelação
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Saber que a pessoa está prestes a casar ou que a amante tem uma DTS são fatores que levam a revelação

O tempo que a relação paralela está acontecendo também é outra coisa que influencia nessa decisão. Ou seja, as pessoas tendem a contar quando descobrem que o caso não é uma simples escapadinha, mas, sim, algo que já dura há muito tempo.

Descobrir que a amante do parceiro da amiga tem uma DST é o terceiro item que leva os indivíduos a contarem sobre o caso paralelo, pois ficam com medo de a pessoa traída contrair uma doença séria.

Dinheiro, violência e lei do retorno

Fora esses fatores, a pesquisa também constatou que quanto mais próxima você é da pessoa enganada, maiores são as chances de contar sobre a infidelidade. A recíproca também é verdadeira, se o traidor(a) for uma pessoa bem próxima, é comum tapar os olhos e fingir que nada está acontecendo.

O dinheiro também pesa nessa hora. Quando a pessoa infiel é sustentada pela outra, a maioria dos entrevistados disse que contaria a verdade. As pessoas também contam quando, além da traição, o relacionamento é marcado por violência física ou abuso psicológico . Há também que não contaria com medo da lei do retorno .

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Gravidez, grito, crack, fotos e saber de traição ‘motivam’ mortes de mulheres

 (Foto: Krystine Carneiro/G1)
(Foto: Krystine Carneiro/G1)

Morreram porque engravidaram, gritaram, sabiam de traição, tiraram fotos com outro homem, reconheceram estupradores, ou até porque alguém precisava consumir crack. Essa foi a realidade para algumas das mulheres vítimas de violência na Paraíba. Na Semana da Mulher, o G1 relembra casos marcantes de mulheres que morreram por “motivos” banais.

Com a atuação da polícia e ajuda de mobilizações sociais, é possível ver Justiça sendo feita. Os assassinatos de Briggida Lourenço, Aryane Thais, Fernanda Ellen e das mulheres de Queimadas, por exemplo, foram desvendados e os autores estão presos. Outros casos, como as mortes de Vivianny Crisley e Rebeca Cristina, ainda estão em andamento, mas com os acusados presos, aguardando julgamento.

Briggida Lourenço foi morta pelo ex-marido, em João Pessoa (Foto: Reprodução/Facebook)Briggida Lourenço foi morta pelo ex-marido, em João Pessoa (Foto: Reprodução/Facebook)

Briggida, morta porque tirou fotos com um homem
A professora Briggida Rosely, de 28 anos, foi encontrada morta dentro do próprio apartamento, em João Pessoa, em junho de 2012. Ela foi achada por vizinhos com sinais de estrangulamento. O ex-marido dela, o fotógrafo Gilberto Stuckert, foi condenado por homicídio qualificado a 17 anos e seis meses de prisão e cumpre pena em regime fechado no Presídio Sílvio Porto.

Durante o julgamento, ele assumiu ter cometido o crime e disse estar arrependido. Gilberto disse que amava Briggida e que perdeu a cabeça por ter visto um álbum de fotografias dela com outro homem, no dia em que foi procurá-la. Eles tinham passado oito anos casados e o ex-marido não aceitava o fim do relacionamento.

De acordo com o depoimento do réu, o casal brigou, trocou xingamentos, ela bateu nele e ele revidou. De acordo com os autos, Gilberto Stuckert asfixiou Briggida por ação mecânica, sem lhe dar qualquer chance de defesa.

Aryane Thais foi encontrada morta em 2011, em João Pessoa (Foto: Arquivo Pessoal)Aryane Thais foi encontrada morta em 2011, em João Pessoa (Foto: Arquivo Pessoal)

Aryane Thais, morta porque estava grávida
Mais de seis anos depois do crime, o bacharel em Direito Luiz Paes de Araújo Neto foi preso, em junho de 2016, pela morte da jovem Aryane Thais, que tinha 22 anos quando foi assassinada.

O corpo seminu da vítima foi encontrado às margens da BR-230, em João Pessoa. Segundo a perícia, Aryane estava grávida e o pai do bebê seria Luiz Paes. O exame foi encontrado no bolso da vítima. Para o Ministério Público, Paes matou Aryane porque não queria assumir a paternidade e simulou uma cena de crime sexual para confundir a polícia.

Luiz Paes foi condenado a 17 anos e seis meses em regime fechado pelo assassinato de Aryane Thais. A condenação aconteceu em setembro de 2013, mas, durante cerca de três anos, ele recorreu da sentença nos tribunais paraibanos e em Brasília, mas teve todos os pedidos negados. Em junho de 2016, ele se entregou à Justiça e desde então cumpre pena em regime fechado no Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa.

Corpo de Fernanda Ellen foi encontrado enterrado no quintal do vizinho (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)Corpo de Fernanda Ellen foi encontrado enterrado no quintal do vizinho (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Fernanda Ellen, morta por cinco pedras de crack
A estudante Fernanda Ellen, de 11 anos, passou três meses desaparecida, de janeiro a abril de 2013. O corpo dela foi encontrado enterrado no quintal do vizinho da família, Jefferson Soares, no Alto do Mateus, em João Pessoa. A polícia chegou até o assassino a partir da identificação do destino do celular da menina, que foi trocado por cinco pedras de crack dias depois de ter sido roubado.

A juíza Anna Carla Falcão entendeu que Jeferson matou a estudante para roubar o celular dela e, por esse motivo, ele não foi a júri popular, como acontece nos casos de homicídio. A menina foi morta por asfixia, em consequência de um estrangulamento. Depois do crime, ele enterrou o corpo para que ninguém descobrisse que ela estava morta.

Assassino confesso, Jefferson Luís Oliveira Soares  foi condenado a 31 anos de prisão pela morte de Fernanda Ellen e segue preso em regime fechado no Presídio PB1.

Izabella Monteiro e Michelle Domingues morreram após estupro coletivo em Queimadas (Foto: Arquivo Pessoal)Izabella Monteiro e Michelle Domingues morreram após estupro coletivo em Queimadas (Foto: Arquivo Pessoal)

Izabella e Michelle, mortas porque reconheceram estupradores
No crime conhecido como a “Barbárie de Queimadas”, cinco mulheres foram estupradas e duas delas mortas porque reconheceram os agressores, que eram supostos amigos das vítimas. O crime aconteceu em fevereiro de 2012, no município de Queimadas, no Agreste paraibano. As mulheres foram chamadas para uma festa de aniversário e lá, durante o que seria uma comemoração, foram estupradas pelos “amigos” que simularam uma assalto e usaram máscaras para não serem reconhecidos. O estupro coletivo seria um “presente” para o aniversariante.

Izabella Monteiro, de 27 anos, e Michelle Domingues, de 29, no entanto, os reconheceram. Uma delas foi morta com quatro tiros em uma rua central da cidade e a outra foi assassinada com três tiros na estrada para Campina Grande.

Os autores do crime foram presos quando acompanhavam o cortejo dos caixões para o cemitério. Três adolescentes foram condenados a cumprir medidas socioeducativas, e seis dos réus foram condenados pelos crimes de cárcere privado, formação de quadrilha e estupro.

O mentor da barbárie, Eduardo dos Santos Pereira, só foi condenado dois anos depois, em júri popular, a 108 anos e dois meses de prisão. Ele foi considerado culpado por dois homicídios, formação de quadrilha, cárcere privado, corrupção de menores, porte ilegal de arma e cinco estupros, além de lesão corporal contra um dos adolescentes envolvidos no crime.

Com exceção dos adolescentes, que já cumpriram três anos de internação no Lar do Garoto e foram soltos em 2015, todos os outros envolvidos permanecem presos em regime fechado no Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1. Eduardo vai cumprir a pena em regime fechado até que ela seja extinta, uma vez que o período para progressão para o semiaberto, com base nos 108 anos aos quais ele foi condenado, é de mais de 40 anos, enquanto que a de extinção da pena é de 30.

Vivianny Crisley estava desaparecida após festa em boate de João Pessoa, Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)Vivianny Crisley ficou desaparecida após festa, em João Pessoa (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Vivianny Crisley, morta porque gritou
A vendedora Vivianny Crisley passou 15 dias desaparecida após ser vista saindo de um bar na Zona Sul de João Pessoa, entre outubro e novembro de 2016. O corpo dela foi encontrado carbonizado, em uma mata, em Bayeux, na Grande João Pessoa.

Três homens foram presos suspeitos de participação no crime. Primeiro Allex Aurélio Tomás dos Santos, em João Pessoa, e, em seguida, Jobson Barbosa da Silva Júnior, conhecido como Juninho, e Fágner das Chagas Silva, apelidado de Bebé, no Rio de Janeiro.

Segundo eles, o trio conheceu Vivianny na noite do crime, no bar em que eles estavam e de onde saíram de carro para procurar outro lugar onde encerrar a noite. Como não acharam outro bar aberto, foram para a casa de Juninho, em Bayeux, próximo ao local onde o corpo de Vivianny foi encontrado. Ela foi golpeada sucessivamente com chave de fenda na cabeça e seu corpo foi queimado com a ajuda de gasolina e um pneu.

De acordo com os depoimentos dos três, a motivação do crime foi o fato dela ter gritado dentro do carro e ficar “perturbando” o trio para ir para casa. Nenhum dos suspeitos revelou se havia intenção de estuprar Vivianny e, por conta do estado do corpo, a perícia também não conseguiu constatar se houve violência sexual.

Allex Aurélio, Jobson Barbosa e Fágner das Chagas foram denunciados pelo Ministério Público, em fevereiro, por sequestro, homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e crueldade, e ocultação de cadáver. Os três estão aguardando julgamento presos no Presídio PB1, para a própria segurança deles.

O advogado de Jobson, Bruno Deriu, informou que não foi intimado e que não vai se pronunciar sobre o caso no momento. Os advogados dos demais acusados não foram localizados.

Rebeca Cristina foi morta em João Pessoa em julho de 2011 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo)Rebeca Cristina foi morta em João Pessoa em julho de 2011 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo)

Rebeca Cristina, morta porque sabia demais
O indiciamento do acusado de matar Rebeca Cristina só aconteceu cinco anos depois do crime. Rebeca, com 15 anos, foi estuprada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII, Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, na tarde do mesmo dia.

O único suspeito do crime é o cabo da Polícia Militar Edvaldo Soares da Silva, que era padrasto de Rebeca. Segundo o inquérito policial, há pelo menos 22 indícios de envolvimento dele no crime. Para a polícia, a menina foi morta porque descobriu um caso extraconjugal do padrasto após ver mensagens no celular do suspeito. Ele está preso no 1º Batalhão de Polícia Militar, aguardando julgamento desde julho de 2016.

O promotor Marcus Leite o denunciou por estupro e homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e mediante circunstâncias que impossibilitaram a defesa da vítima. Para o Ministério Público, não há dúvidas da participação dele no crime.

O advogado de Edvaldo, Gabriel Cirne, por sua vez, garante que não há nenhuma prova material que comprove envolvimento dele no crime e tem convicção de que ele vai ser absolvido se for a júri popular. A tese da defesa vai se basear na negativa de autoria do crime.

“Ele cumpriu a escala de trabalho no dia do crime, a perícia constatou que o material genético que estava nela não era dele. O problema é que ele usou a mídia, e a mídia devastou a pessoa dele. Mas nessa fase do processo, sob a luz do contraditório e da ampla defesa, as anomalias vão aparecer e todo mundo vai constatar a inocência de Edvaldo”, disse o advogado.

A primeira audiência de instrução do caso está marcada para esta quinta-feira (9), às 14h. Um inquérito complementar segue aberto para identificar uma segunda pessoa que estaria envolvida no crime. De acordo com o delegado Glauber Fontes, esta pessoa seria o executor do crime, mas o padrasto estaria nas proximidades do local onde a menina foi morta.

G1 PB

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Zenóbio reage à ‘traição’ de vereador e revela chantagem: ‘Me pediu R$ 169 mil’

Zenobio-ToscanoEm contato com o Portal MaisPB, na tarde desta quinta-feira (21), o  prefeito da cidade de Guarabira e candidato à reeleição, Zenóbio Toscano (PSDB), acusou o presidente da Câmara de Vereadores, Inaldo Júnior (PTB), de lhe pedir R$ 169 mil para não romper politicamente com ele.

De acordo com Zenóbio, o dinheiro serviria para liquidar um empréstimo do parlamentar, mas, como não pôde atender o pleito, na tarde de ontem o petebista anunciou adesão a pré-candidatura de Fátima Paulino (PMDB), que o anunciou como vice na chapa peemedebista.

Zenóbio Toscano disse que de certa forma não chegou a ser surpresa o rompimento de Inaldo Júnior, uma vez que já havia a “boataria na cidade” de sua aproximação com a família Paulino.

Na manhã de hoje, o prefeito exonerou a esposa do parlamentar, Hellen Bernardes da Silva, que ocupava a Secretaria da Mulher do governo municipal.

Roberto Targino – MaisPB

 

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Mulher manda fotos sensuais para o marido e ele descobre traição

Fotos da discórdia (Foto: Reprodução/The Chive/Daily Mail)
Fotos da discórdia (Foto: Reprodução/The Chive/Daily Mail)

Uma mulher que estava em uma viagem de trabalho mandou ao marido fotos sensuais para ‘matar a saudade’. No entanto, ao receber as imagens via Snapchat, o homem percebeu um detalhe que pode ter acabado com o casamento.

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Nas fotos, a mulher, identificada como Chelsea, segundo o Daily Mail, aparece de lingerie em um quarto de hotel. Mas o que realmente atraiu a atenção do marido foi um par de botas, aparentemente masculinas, deixado embaixo de um móvel – onde um televisor antigo está ligado.

Muitas pessoas têm questionado a autenticidade da história por trás das imagens, publicadas primeiramente pelo site The Chive.

Além das fotos de lingerie, o site ainda divulgou uma imagem que mostra o trecho da suposta conversa do casal.

“Quem está com você no quarto do hotel?”, pergunta o homem. “Do que você está falando? Eu usei o temporizador da câmera”, rebate a mulher. “Pare de mentir, Chelsea. Eu sei que você não está sozinha”, provoca o marido. “Mas eu estou! Eu juro, amor, você sabe que jamais o trairia”, afirma a esposa. “Então por que há botas masculinas em seu segundo Snapchat? Não posso passar por isso outra vez. Estou ligando para um advogado”.

 

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Pesquisa aponta em qual região do Brasil há mais traição

traicaoO Brasil ocupa a segunda colocação em ranking mundial sobre traição, perdendo apenas para a Holanda. A informação chamou a atenção do Seconlove, site destinado aos usuários que buscam relacionamentos extra conjugais.

Motivados pelo resultado, seus representantes decidiram pesquisar o perfil dos brasileiros e descobriu, dentre outras curiosidade, que os moradores da região sudeste do nosso país são os mais infiéis.

De acordo com a análise, São Paulo é o Estado Brasileiro com mais pessoas interessadas em ter uma relação fora do namoro ou do casamento, totalizando 41 %, seguido do Rio de Janeiro, que aparece com 15,2 %.

Na lista, Minas Gerais ficou com a terceira colocação, com 10,3 %. O estudo contou também com os Estados do sul e centro oeste, representados pelo Paraná e Distrito Federal, que aparecem com 5,7 % e 3,8 %, respectivamente.

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Por que eles traem?

Esta é uma pergunta que incomoda muita gente. Ainda, de acordo com a pesquisa, as razões que levam à traição seriam diversas. Entretanto, o principal motivo é a monotonia no relacionamento, com a marca de 51,7 %.

Para 45,3% dos entrevistados o motivo seria a falta de sexo. Já a vontade de realizar uma fantasia sexual surge com 29,5 %, enquanto que a falta de atenção com o parceiro foi de 27,5 %. Por fim, a falta de espontaneidade do parceiro com 26,2 %.

A internet como aliada da traição  


Uma das curiosidades que não surpreendeu foi o fato de 46,5 % dos entrevistados confessarem que usam a internet como uma das técnicas para marcar seus encontros extra conjugais.

Além da rede, idas a bares e restaurantes são a preferência de 26,4 %. Os passeios aleatórios ficaram com 11 %, enquanto que o trabalho com 5,8 %. Apesar de um índice baixo, 3,7 % garantem ter se aproveitado das férias para trair.

Já entre as desculpas para darem suas escapadinhas, reuniões de trabalho ocuparam a primeira colocação com 26,1 %. Por fim, os infiéis costumam ir bem longe de casa para trair, cerca de 31, 3 %.

O mais surpreendente disso tudo é que 28,9 % dos que traem não veem motivos para se preocuparem em ser pegos no flagra porque acreditam que seus parceiros nem desconfiam que estão sendo traídos.

 

 

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Homem desconfia de traição, mata a esposa, fere a enteada e tenta suicídio na Grande JP

alhandraUm homem de 45 anos matou a esposa a facadas na noite desta quinta-­feira (30), no município de Alhandra, na Região Metropolitana de João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil , o suspeito ainda atingiu uma enteada de 22 anos e tentou cometer suicídio após o crime.

De acordo com o delegado Bazílio Rodrigues, o homem suspeitou que estava sendo traído e atacou a esposa com uma faca no interior de sua residência, por volta das 23h. “Uma das filhas da mulher, enteada do suspeito, tentou impedir o crime e também foi ferida”, explicou o delegado.

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A esposa foi atingida no pescoço, tórax e braços e morreu no local. Após os ataques, o homem tentou suicídio com um golpe da faca no próprio abdômen. Ele e a enteada foram socorridos por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

A moça atingida passou por procedimentos cirúrgicos e está internada em estado regular. O agressor também está internado no Trauma, mas está sob custódia da polícia e seu estado de saúde não foi divulgado.

 

 

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Homem diz que matou esposa por não suportar “dor” da traição

homem-e-mulherAs Policias Civil e Militar da cidade prenderam, na tarde desta quarta-feira (3), Maurício Félix de Lima, 30 anos, acusado de matar a esposa, Daiane Sousa Moura, 23 anos,  a golpes de faca, na cidade de Guarabira, no Brejo paraibano. O crime aconteceu na tarde de hoje no bairro Primavera.

O acusado  estava escondido no sítio Lameira, na Zona Rural de Piõezinhos e ao chegar a delegacia de polícia confessou o crime. Ele disse que matou porque estava sendo traído pela esposa.

“Descobri que foram três casos de traição”, disse o acusado acrescentando: “não suportei a dor”.

Ainda durante entrevista a imprensa do brejo, Maurício revelou detalhes de como arquitetou a morte da jovem.

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Confira o vídeo

MaisPB

com Portal Independente

Dez coisas são encaradas como traição, mas não deveriam

cornoOs casais têm acordos –explicitamente combinados ou implícitos– que regem a relação. No entanto, algumas circunstâncias do dia a dia podem colocar o relacionamento à prova sob o peso da palavra “traição”, mas não deveriam. Veja, a seguir, dez situações que não deveriam ser levadas tão a sério.

FLERTAR COM OUTRA PESSOA EM UMA FESTA: se a situação se limita somente à troca de olhares, sem nenhuma real intenção de ter qualquer tipo de envolvimento com a pessoa, qual é o problema? Trata-se de uma paquera inocente, que não só eleva a autoestima de quem pratica como serve como combustível para impulsionar a libido do casal, principalmente para aqueles que estão em uma relação longa. Pode ser encarada como uma brincadeira, sem nenhuma consequência, que ajuda quem é mais reprimido a tomar uma atitude mais ousada e divertida com o par.

VER PORNOGRAFIA: hoje, com a profusão de imagens, filmes e vídeos eróticos disponíveis na internet, todo mundo pode consumir pornografia facilmente. E esse fato jamais deveria ser considerado uma traição, principalmente se não provocar desinteresse ou afastamento entre o casal. Não há contato físico com os atores das produções e, na maior parte das vezes, trata-se de curiosidade, mesmo. Além disso, o material pode servir de incentivo para o casal conversar mais abertamente sobre sexo e colocar em prática suas fantasias.

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IR A HAPPY HOURS SEM O PAR: é o tipo de programa que costuma ser visto com implicância por parceiros controladores e inseguros, que veem qualquer situação da qual não participam como uma ameaça. As possíveis tentações, no entanto, são mais frequentes na cabeça do ciumento do que na realidade. E há, ainda, uma sugestão implícita, bastante difundida por nossa cultura e pela Igreja Católica, que as duas partes de um casal devem se tornar um só. Perder a individualidade em prol da relação parece romântico. Mas, na prática, podar o par e afastá-lo de pessoas e atividades dos quais a pessoa gosta pode, pouco a pouco, sufocar e acabar com o romance. Viver situações sociais fora do vínculo afetivo é saudável e estimulante para os dois.

MANTER CONTATO COM “EX”: se houver filhos, por exemplo, haverá a necessidade constante de contato, e aceitar o isso é uma obrigação. E o fato de ser avisado sobre a comunicação com o antigo par (com ou sem filhos) deveria ser encarado como um voto de confiança, como uma prova de que não há nada a ser escondido entre o casal. Um ex-casal pode manter uma amizade, sim. Obviamente, as intenções dos envolvidos devem ser consideradas, pois qualquer situação que possa desestabilizar a relação deve ser discutida e avaliada pelo casal.

CURTIR FOTOS E FAZER ELOGIOS NAS REDES SOCIAIS: estamos vivendo em uma sociedade com estímulos visuais, vindos de todos os cantos. É natural que uma ou outra imagem em uma rede social chame a nossa atenção. Curtir e fazer um elogio, para muita gente, é algo que faz parte de seu estilo de sociabilização virtual. Se não houver uma segunda intenção nos comentários e se essa atitude é comum com várias pessoas, não há necessidade de se preocupar.

OLHAR PARA ALGUÉM NA RUA: para muitos, olhar para uma pessoa atraente é algo automático, mecânico e sem nenhuma intenção. Acusar uma pessoa de infidelidade ou de ter vontade de trair apenas por ter olhado alguém na rua é uma atitude infantil e exagerada. Se o par tem um histórico de infidelidade e atitudes desrespeitosas, mais importante do que brigar é repensar a relação e se perguntar se vale a pena mantê-la.

O PAR TER UM(A) AMIGO(A) QUE VOCÊ CONSIDERA UM(A) CONCORRENTE: muitas amizades nasceram antes de relacionamentos amorosos e, embora seja muito difícil de aceitar para alguns, são fortes, duradouras, afetuosas e bastante íntimas. Nem por isso, no entanto, indicam que vão se transformar em um romance. É preciso aceitar que existem fatos da vida do amigo que o par não vai contar para você, por respeito e lealdade a ele (ou ela). Aceite que, certamente, seu par não lhe conta tudo o que pensa e sente, pois algumas coisas são divididas apenas com amigos. E você deve fazer o mesmo com os seus, certo?

USAR BRINQUEDOS ERÓTICOS A SÓS: a sexualidade de qualquer pessoa não se restringe aos momentos divididos com o parceiro. A masturbação, com ou sem apetrechos sexuais, é um exercício saudável e importante de autoconhecimento que não substitui a relação sexual com o par. Além disso, pessoas que se dispõem a conhecer o próprio corpo, em geral, são melhores na cama, pois sabem quais são seus desejos e tendem a querer desvendar os alheios.

FAZER GRACINHAS COM COLEGAS DE TRABALHO: as pessoas passam a maior parte do seu tempo no trabalho. Então, nada mais natural que amizades se desenvolvam, algumas com uma dose extra de intimidade do que outras. Piadas, gracejos e brincadeiras, alguns maliciosos ou de duplo sentido, não significam necessariamente desrespeito ao par ou são sinal de uma intenção sexual.

TER FANTASIAS ERÓTICAS COM OUTRAS PESSOAS: trata-se de uma circunstância inerente à sexualidade humana, que não diz respeito às demais pessoas. Fantasiar é uma coisa, concretizar é outra bem distante. E, acredite, é provável que muitas das fantasias sexuais acabem colaborando com a relação do casal. Apenas merece atenção se a fantasia torna-se algo extremamente necessário para obter prazer ou comprometa a vida a dois de alguma forma.

ESPECIALISTAS CONSULTADOS: Eduardo Ferreira-Santos, psiquiatra, psicoterapeuta, doutor em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e autor dos livros “Ciúme — O Medo da Perda” (Ed. Claridade) e “Ciúme — O Lado Negro do Amor” (Ed. Ágora); Luiz Cuschnir, psiquiatra, psicoterapeuta, coordenador do Gender Group do Ipq-HC (Grupo de Psicoterapia sobre Gêneros para Homens e para Mulheres do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo) e autor de vários livros sobre relacionamento, entre os quais “Ainda Vale a Pena” (Ed. Planeta); Maria de Melo, psicóloga formada pela USP (Universidade de São Paulo), especialista em análise reichiana e autora dos livros “A Coragem de Crescer” (Ed. Ágora) e “Vida a Dois” (Ed. Mandarim)

 

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Grupo agride e corta cabelo de jovens após suposta traição no litoral de SP

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra duas jovens sendo agredidas e torturadas por um grupo de mulheres na Praia Grande, litoral de São Paulo. O crime teria sido motivado por uma suposta traição.

Assista ao vídeo:

Na gravação é possível ver um grupo agredindo tanto verbal quanto fisicamente duas jovens. Um delas é acusada de ter um relacionamento com o namorado de uma das agressoras. Já a outra jovem agredida é acusada de acobertar a situação.

Entre tapas e socos, as jovens têm o cabelo cortado. No fim do vídeo, uma das jovens é obrigada a agredir a outra vítima, que alegando estar grávida pede a interrupção dos socos. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

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