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3 Passos para a Cura pela Traição

Leia  esse artigo e aprenda a ver o que fazer nessa situação

A traição é uma das coisas mais difíceis de se passar, e é de vital importância que você lide com isso de uma maneira que não lhe cause ainda mais dor.

É devastador quando alguém em quem acreditamos que se preocupa conosco nos trai – mente, trai, quebra uma promessa sagrada, nos machuca pelas costas, rouba de nós, rouba de nós, coloca outros contra nós e assim por diante.

Os Passos para a Cura da Traição

1) Liberar os sentimentos em vez de ficar preso a eles

É de vital importância encontrar maneiras saudáveis de liberar a indignação, desgosto e desamparo sobre a outra pessoa que ocorre na traição. O primeiro passo para liberar esses sentimentos muito dolorosos é ter compaixão por si mesmo. Muitas vezes, podemos nos culpar por não ver os sinais de traição e ser pego de surpresa, mas devemos lembrar que somos humanos e nem sempre sabemos o que está acontecendo.

Não é saudável para nós ficarmos presos à profunda dor de desgosto e desamparo, ou ficarmos presos como vítimas. Sentimentos presos podem causar doenças, e esta é a última coisa que precisamos ao lidar com a traição.

A maneira de liberar sentimentos presos é ser muito gentil e gentil conosco, reconhecendo o quanto é difícil passar por uma traição. Você pode enrolar uma toalha e derrotar o ultraje na cama, dizendo tudo o que gostaria de dizer à pessoa que o traiu. Isso pode liberar lágrimas e, quando as lágrimas chegarem, permitir que elas fluam, sendo muito delicadas com você mesmo. É saudável gritar e doentio ser estóico.

Há casos de mulheres que cansadas de serem traídas, resolvem desistir dos seus relacionamentos para algo mais descomplicado, sendo Ashley Madison de homens mais velhos e maduros, que não dão dores de cabeça.

2) Aberto a aprender sobre o que a traição pode ensinar

Todo desafio da vida tem lições para nós e, depois que passamos por alguns dos sentimentos muito dolorosos, podemos aprender. As duas principais coisas que queremos aprender são:

Existe alguma maneira de me trair, desistindo – abandonando a mim mesmo de alguma maneira?

Existe alguma maneira de me trair por não ouvir minha voz interior, meus sentimentos? O que eu ignorei que precisava assistir?

Tente responder a essas perguntas honestamente, mas sem nenhum julgamento em relação a si mesmo. Frequentemente, mas nem sempre, se estivéssemos atentos aos nossos instintos, poderíamos saber antecipadamente que coisas ruins estavam acontecendo.

Reconheça que todos nós ignoramos coisas que são dolorosas para nós vermos, mesmo que isso acabe resultando em ainda mais dor. Mais uma vez, seja muito compassivo consigo mesmo por ser humano e evitar conhecer a verdade sobre algumas situações.

Por outro lado, pode não ter havido sinais precoces. Às vezes, outros são muito bons em parecer cuidadosos e honestos, e todos podemos ser atraídos pela ilusão de carinho e charme. Mais uma vez, seja muito compassivo consigo mesmo por não saber.

3) Continue deixando ir e se movendo para a aceitação

Cada vez que surgir a dor do coração partido e do desamparo, sinta-o plenamente com compaixão e, em seguida, esteja disposto a liberá-lo. Não se deixe levar pela culpa, pela ruminação, pelo que se passa ou pela raiva do traidor. Nada disso ajudará você a se curar. Nós tendemos a nos culpar, ficar com raiva da outra pessoa ou ruminar como formas de não nos sentirmos tão impotentes sobre a pessoa que nos traiu, mas permitir-nos ficar presos a esses sentimentos só serve para continuar nos machucando.

A ação está concluída e não pode ser desfeita. Não importa o quanto você culpe o traidor ou a si mesmo, isso não muda o fato de que aconteceu. A aceitação da verdade e do seu desamparo com o que aconteceu ajudará você a se curar muito mais rápido do que se apegar à raiva, culpa ou ruminação.

Continue repetindo essas etapas e os tempos de dor profunda ficarão cada vez menos. Leva tempo, mas, eventualmente, você terá longos períodos em que não pensa nisso. Pode sempre haver situações que desencadeiam a dor e, quando isso acontece, seja muito gentil, terno, carinhoso e compassivo consigo mesmo, permitindo novamente que os sentimentos se movam através de você.

 

João Pessoa é a capital do Nordeste onde há mais traição, segundo ranking

João Pessoa é a capital do Nordeste onde mais há traição, segundo ranking obtido com exclusividade pelo ClickPB com o site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison. A capital paraibana passou Recife no ranking. Até o final do ano passado, a capital pernambucana ocupava a 12ª posição no Brasil, enquanto João Pessoa estava no 15º lugar, com base em dados de cadastros, coletados até fevereiro de 2019.

Agora, a capital da Paraíba está na 12º posição no ranking da Ashley Madison no país e o Recife na 18ª colocação, ficando atrás de São Luís (14ª) e Salvador (15ª).

A capital com mais traição nacionalmente, conforme o ranking do Ashley Madison, é Brasília (DF). Em segundo lugar está Manaus (AM) e em terceiro lugar aparece São Paulo (SP). “Liderando o caminho como o primeiro lugar para trair durante a quarentena, no entanto, é a capital federal, Brasília. A capital é o centro da política do país, e a pressão nesta vertente aumentou de maneira compreensível nos últimos meses. Com a pressão vem a necessidade de lidar com ela, e muitos descobriram que a infidelidade é uma maneira eficaz de fazê-lo”, diz o site Ashley Madison sobre o aumento de cadastrados na capital federal.

Os dados novos, coletados entre 21 de março e 1º de julho de 2020, mostram também que o estado de São Paulo tem mais municípios na lista dos 20 mais infiéis do país. São cinco cidades paulistas no ranking: São Paulo capital, Guarulhos, Campinas, São Bernardo do Campo e Santo André.

“Em meio à atual pandemia do coronavírus, o mundo desacelerou e as pessoas estão em casa para impedir a propagação. Para muitos, isso significa ficar em casa 24 horas por dia com seu cônjuge. Alguns podem aproveitar isso como uma oportunidade de cooperar com o parceiro e, junto dele, passar pela pandemia como uma equipe. Outros podem estar sujeitos a tensão amplificada e optar por procurar saídas para ajudá-los a passar pelo período”, relata o site de relacionamentos.

 

clickpb

 

 

Qual é a diferença entre paquera, traição e um caso?

A definição de flertar é geralmente muito ampla e pode ser subjetiva. Como o flerte está em uma área tão cinzenta e possui limites muito fluidos, pode causar uma tensão significativa em um relacionamento quando um casal não está na mesma página em relação à definição e implicações do flerte.

Enquanto flertar não significa necessariamente que você ou seu parceiro estão traindo, ele pode se tornar um portal para ações mais sérias. Assim, um casal deve chegar a um entendimento mútuo sobre flertar: se é inofensivo, quando começa a cruzar a linha e quais comportamentos são completamente inaceitáveis.

Aqui está uma comparação entre paquera e traição vs. um caso completo para ajudar você a começar a definir seus limites.

O que é considerado flertar?

Paquerar pode significar muitos comportamentos, incluindo, entre outros, comprar uma bebida para alguém, dar elogios, abraços não sexuais e brincadeiras divertidas entre amigos platônicos. O flerte é apenas “inofensivo” quando você se sente à vontade para contar um ao outro sem sentir vergonha, ansiedade ou medo. No momento em que você percebe que se sente desconfortável ou até um pouco culpado por contar um ao outro sobre seu flerte inofensivo, é uma grande bandeira vermelha que algo mais sério está acontecendo.

Um relacionamento saudável tem tudo a ver com respeito mútuo, e flertar causa tensão em um relacionamento geralmente porque os parceiros subestimam o estresse causado por sentimentos de ciúmes ou inseguranças desencadeadas por seu comportamento. Portanto, se você optar por se comprometer, precisará concordar com o comportamento apropriado em relação às pessoas fora do seu relacionamento.

Quando flertar começa a cruzar a linha

Você pode estar razoavelmente certo de que flertar se torna algo mais sério quando você está tão emocionalmente envolvido em flertar com outras pessoas que a prioriza em trabalhar em seu relacionamento. O envio de mensagens ou e-mails sugestivos, a organização de reuniões e a realização de chamadas telefônicas secretas é considerado um comportamento inapropriado. Aqui estão algumas outras bandeiras vermelhas importantes para informar quando você estiver entrando em território perigoso.

1. Racionalizando

Você sente a necessidade de justificar seu relacionamento com alguém com quem está saindo? “Eles são apenas um amigo” não é uma afirmação que você precisa dizer quando está tendo uma conversa inocente com alguém. Mesmo que pareça que sua amizade com alguém é platônica, se você está sentindo uma pontada de culpa e se encontra racionalizando seu comportamento com essa pessoa, há uma grande chance de sua “amizade” não ser tão “amigável” quanto você pensa.

2. Seu parceiro não aprova

Outra grande bandeira vermelha é quando seu parceiro, namorada ou namorado diz que não gosta da maneira como você se comporta com alguém ou que desaprova que você tenha um relacionamento muito amigável com alguém. Isso geralmente significa que sua interação com essa pessoa não é tão apropriada quanto você pensava e está ocorrendo entre você e seu parceiro. Não importa se você acha que as preocupações do seu parceiro são justificadas ou não. O ponto é que eles não gostam, então suas observações e preocupações devem ser respeitadas.

3. Se seus amigos te dão um toque

Quando você está pessoalmente envolvido em algo, é fácil perder a perspectiva do que está acontecendo. É quando opiniões de terceiros são úteis. Portanto, se seus amigos ou familiares começarem a lembrá-lo de que você está comprometido com outra pessoa ou a ter mais cuidado com a maneira como está interagindo com alguém fora do seu relacionamento romântico atual, tenha certeza de que eles verão sinais de alerta, mesmo que você não posso.

4. Se você tem intenções inadequadas

Se o seu parceiro está te deprimindo ou fazendo com que você se sinta mal e, em vez de se esforçar mais em seu relacionamento, está flertando com outras pessoas que o farão se sentir bem consigo mesmo, para que você possa receber a atenção de que não está recebendo. seu parceiro, você está entrando em um terreno muito perigoso em termos de permanecer fiel ao seu relacionamento atual. Você pode não estar fazendo isso conscientemente, mas tente entender por que está flertando com outras pessoas. Mesmo se você está flertando para fazer com que seu parceiro preste mais atenção, esse é um comportamento manipulador e tóxico.

Como você define traição?

Trair é geralmente definido por qualquer comportamento em que você seja emocional e / ou fisicamente desleal ao seu atual relacionamento comprometido. Ser atraído por outras pessoas não significa necessariamente que você está traindo, mas quando você age com sua atração, flertando com a intenção de se aproximar dessa pessoa ou perseguindo-a por qualquer outra forma de comunicação – isso é traição.

Se você está em um relacionamento monogâmico, o sexo com outra pessoa fora do relacionamento está sempre enganando, mesmo que não exista um apego emocional a essa pessoa. Não existe uma área cinzenta para saber se o sexo é traição, ao contrário do flerte, embora ambos possam ser igualmente destrutivos para um relacionamento.

Pesquisas mostraram que a traição on-line muitas vezes leva a encontros físicos e pode ser particularmente atraente, porque os infiéis podem ter suas necessidades emocionais atendidas no conforto de sua própria casa.

Quando a traição se torna um caso?

Trair torna-se um caso completo quando há repetidos casos de traição que quase sempre incluem atividade sexual e apego emocional à outra pessoa. Buscar satisfação sexual ou emocional fora do relacionamento regularmente é sempre um caso. Uma pessoa pode ter um caso com mais de uma pessoa por vez, desde que os pontos acima sejam cumpridos.

Um entendimento mútuo é crucial

Paquera, traição e assuntos são definidos de maneira diferente de pessoa para pessoa. O histórico de relacionamento e os valores individuais também influenciarão a forma como definimos esses conceitos. Portanto, lembre-se de sentar-se com seu parceiro para discutir e definir exatamente o que é o comportamento apropriado e inadequado em relação a outras pessoas fora do relacionamento

Esse artigo foi produzido pelo universo sugar.

 

Mulher mata marido a facadas por causa de suposta traição

Uma mulher de 31 anos foi presa, nesse domingo (19), suspeita de matar a facadas o marido, de 40 anos, em Campina Grande. O crime aconteceu no bairro Três Irmãs.

A suspeita contou à polícia que planejou o assassinato depois de encontrar mensagens do marido para outra mulher em redes sociais. Para ela, evidência de traição. Ela chegou a enviar um áudio para uma amiga informando que iria cometer o crime.

“Vou matar ele hoje. Pra ele aprender a não tirar onda com a minha cara, a não me trair”, diz um trecho da mensagem. “Eu vou pedir uma coisa a você, a minha mãe e a minhas irmãs. Vão me visitar [na presídio]”, completa a suspeita.

Vizinhos da família acionaram a polícia e tentaram espancar a mulher. A violência foi impedida com a chegada da viatura da Polícia Militar. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado, mas o homem já estava morto.

A suspeita foi levada para a Central de Polícia Civil; e, a faca utilizada no crime, apreendida.

 

portalcorreio

 

 

João Pessoa é segunda cidade do Nordeste onde mais há traição, aponta ranking

João Pessoa é a segunda cidade onde há mais traição no Nordeste, perdendo apenas para Recife, em Pernambuco. É o que aponta o ranking enviado ao ClickPB pelo site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison.

No ranking Brasil, João Pessoa é a 15ª colocada. Recife é a 12ª com mais traição entre parceiros.

A pesquisa é baseada no número de inscritos no site entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2019. Três cidades do estado de São Paulo lideram o ranking: Santo André, São Bernardo do Campo, e Guarulhos.

Veja a lista das cidades com mais traição

1 – Santo André (SP)

2 – São Bernardo do Campo (SP)

3 – Guarulhos (SP)

4 – Nova Iguaçu (RJ)

5 – São Gonçalo (RJ)

6 – Campinas (SP)

7 – Porto Alegre (RS)

8 – Curitiba (PR)

9 – São Paulo (SP)

10 – Goiânia (GO)

11- Belo Horizonte (MG)

12 – Recife (PE)

13 – Brasília (DF)

14 – Rio de Janeiro (RJ)

15 – João Pessoa (PB)

 

clickpb

 

Homem é atropelado pela própria esposa após ela suspeitar de traição

Um tenente da Polícia Militar de Pernambuco, de 51 anos, foi atropelado pela própria esposa, na noite desse sábado (5), na cidade de Pedras de Fogo, na divisa entre os estados da Paraíba e de Pernambuco. Segundo informações de testemunhas, o incidente teria acontecido após a esposa da vítima descobrir uma suposta traição.

A mulher teria acelerado o carro que conduzia sobre o companheiro. O homem teve ferimentos nos braços e pernas, incluindo fraturas. Ele estaria de moto no momento em que a mulher avançou.

Unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e a vítima socorrida e levada para o Complexo Hospitalar de Mangabeira Tarcísio de Miranda Burity, em João Pessoa.

De acordo com moradores da região, o carro utilizado foi um presente dado pelo homem à esposa recentemente. O caso será investigado. Até a publicação desta matéria, a suspeita não havia sido encontrada.

 

clickpb

 

 

Descobriu uma traição? Estudo aponta o que faz alguém contar isso para o outro

Uma pesquisa feita pela Universidade de Michigan indica o que leva uma pessoa a contar para outra que ela está sendo enganada pelo parceiro(a)

O que você faria se descobrisse que o parceiro da sua amiga está sendo infiel? Contaria ou não? Estudiosos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, fizeram uma pesquisa para descobrir em que circunstâncias as pessoas tendem a revelar para alguém próximo que descobriu uma traição.

Descubra os motivos que levam uma pessoa a contar sobre traição
Getty Images

Descubra os motivos que levam uma pessoa a contar sobre traição

 

Ao descobrir uma traição , é comum não saber que decisão tomar.  Para tentar chegar a uma conclusão, os pesquisadores entrevistaram 487 voluntários. Eles apresentaram a seguinte situação: que atitude tomaria se descobrisse que o parceiro de alguém conhecido está sendo infiel por fazer sexo com penetração com outra pessoa.

Após apresentarem essa situação, foi entregue aos participantes uma lista de informações sobre os envolvidos nessa história hipotética. Por exemplo, qual a proximidade com o casal, as características do relacionamento e dos parceiros.

Essas informações adicionais foram fundamentais para definir se a pessoa que descobriu a infidelidade contaria ou não para quem está sendo enganada. De modo geral, a pesquisa concluiu que quanto mais se sabe da infidelidade, maiores as chances de revelar o segredo.

Fatores que influenciam

O curioso é que, segundo informações da pesquisa, publicadas na revista Superinteressante, existem três fatores que influenciam, e muito, na hora de decidir se conta ou não. Para os entrevistados, uma das situações cruciais para dedurar o traidor é se o casal estiver prestes a  noivar ou casar .

Saber que a pessoa está prestes a casar ou que a amante tem uma DTS são fatores que levam a revelação
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Saber que a pessoa está prestes a casar ou que a amante tem uma DTS são fatores que levam a revelação

O tempo que a relação paralela está acontecendo também é outra coisa que influencia nessa decisão. Ou seja, as pessoas tendem a contar quando descobrem que o caso não é uma simples escapadinha, mas, sim, algo que já dura há muito tempo.

Descobrir que a amante do parceiro da amiga tem uma DST é o terceiro item que leva os indivíduos a contarem sobre o caso paralelo, pois ficam com medo de a pessoa traída contrair uma doença séria.

Dinheiro, violência e lei do retorno

Fora esses fatores, a pesquisa também constatou que quanto mais próxima você é da pessoa enganada, maiores são as chances de contar sobre a infidelidade. A recíproca também é verdadeira, se o traidor(a) for uma pessoa bem próxima, é comum tapar os olhos e fingir que nada está acontecendo.

O dinheiro também pesa nessa hora. Quando a pessoa infiel é sustentada pela outra, a maioria dos entrevistados disse que contaria a verdade. As pessoas também contam quando, além da traição, o relacionamento é marcado por violência física ou abuso psicológico . Há também que não contaria com medo da lei do retorno .

delas

 

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Gravidez, grito, crack, fotos e saber de traição ‘motivam’ mortes de mulheres

 (Foto: Krystine Carneiro/G1)
(Foto: Krystine Carneiro/G1)

Morreram porque engravidaram, gritaram, sabiam de traição, tiraram fotos com outro homem, reconheceram estupradores, ou até porque alguém precisava consumir crack. Essa foi a realidade para algumas das mulheres vítimas de violência na Paraíba. Na Semana da Mulher, o G1 relembra casos marcantes de mulheres que morreram por “motivos” banais.

Com a atuação da polícia e ajuda de mobilizações sociais, é possível ver Justiça sendo feita. Os assassinatos de Briggida Lourenço, Aryane Thais, Fernanda Ellen e das mulheres de Queimadas, por exemplo, foram desvendados e os autores estão presos. Outros casos, como as mortes de Vivianny Crisley e Rebeca Cristina, ainda estão em andamento, mas com os acusados presos, aguardando julgamento.

Briggida Lourenço foi morta pelo ex-marido, em João Pessoa (Foto: Reprodução/Facebook)Briggida Lourenço foi morta pelo ex-marido, em João Pessoa (Foto: Reprodução/Facebook)

Briggida, morta porque tirou fotos com um homem
A professora Briggida Rosely, de 28 anos, foi encontrada morta dentro do próprio apartamento, em João Pessoa, em junho de 2012. Ela foi achada por vizinhos com sinais de estrangulamento. O ex-marido dela, o fotógrafo Gilberto Stuckert, foi condenado por homicídio qualificado a 17 anos e seis meses de prisão e cumpre pena em regime fechado no Presídio Sílvio Porto.

Durante o julgamento, ele assumiu ter cometido o crime e disse estar arrependido. Gilberto disse que amava Briggida e que perdeu a cabeça por ter visto um álbum de fotografias dela com outro homem, no dia em que foi procurá-la. Eles tinham passado oito anos casados e o ex-marido não aceitava o fim do relacionamento.

De acordo com o depoimento do réu, o casal brigou, trocou xingamentos, ela bateu nele e ele revidou. De acordo com os autos, Gilberto Stuckert asfixiou Briggida por ação mecânica, sem lhe dar qualquer chance de defesa.

Aryane Thais foi encontrada morta em 2011, em João Pessoa (Foto: Arquivo Pessoal)Aryane Thais foi encontrada morta em 2011, em João Pessoa (Foto: Arquivo Pessoal)

Aryane Thais, morta porque estava grávida
Mais de seis anos depois do crime, o bacharel em Direito Luiz Paes de Araújo Neto foi preso, em junho de 2016, pela morte da jovem Aryane Thais, que tinha 22 anos quando foi assassinada.

O corpo seminu da vítima foi encontrado às margens da BR-230, em João Pessoa. Segundo a perícia, Aryane estava grávida e o pai do bebê seria Luiz Paes. O exame foi encontrado no bolso da vítima. Para o Ministério Público, Paes matou Aryane porque não queria assumir a paternidade e simulou uma cena de crime sexual para confundir a polícia.

Luiz Paes foi condenado a 17 anos e seis meses em regime fechado pelo assassinato de Aryane Thais. A condenação aconteceu em setembro de 2013, mas, durante cerca de três anos, ele recorreu da sentença nos tribunais paraibanos e em Brasília, mas teve todos os pedidos negados. Em junho de 2016, ele se entregou à Justiça e desde então cumpre pena em regime fechado no Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa.

Corpo de Fernanda Ellen foi encontrado enterrado no quintal do vizinho (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)Corpo de Fernanda Ellen foi encontrado enterrado no quintal do vizinho (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Fernanda Ellen, morta por cinco pedras de crack
A estudante Fernanda Ellen, de 11 anos, passou três meses desaparecida, de janeiro a abril de 2013. O corpo dela foi encontrado enterrado no quintal do vizinho da família, Jefferson Soares, no Alto do Mateus, em João Pessoa. A polícia chegou até o assassino a partir da identificação do destino do celular da menina, que foi trocado por cinco pedras de crack dias depois de ter sido roubado.

A juíza Anna Carla Falcão entendeu que Jeferson matou a estudante para roubar o celular dela e, por esse motivo, ele não foi a júri popular, como acontece nos casos de homicídio. A menina foi morta por asfixia, em consequência de um estrangulamento. Depois do crime, ele enterrou o corpo para que ninguém descobrisse que ela estava morta.

Assassino confesso, Jefferson Luís Oliveira Soares  foi condenado a 31 anos de prisão pela morte de Fernanda Ellen e segue preso em regime fechado no Presídio PB1.

Izabella Monteiro e Michelle Domingues morreram após estupro coletivo em Queimadas (Foto: Arquivo Pessoal)Izabella Monteiro e Michelle Domingues morreram após estupro coletivo em Queimadas (Foto: Arquivo Pessoal)

Izabella e Michelle, mortas porque reconheceram estupradores
No crime conhecido como a “Barbárie de Queimadas”, cinco mulheres foram estupradas e duas delas mortas porque reconheceram os agressores, que eram supostos amigos das vítimas. O crime aconteceu em fevereiro de 2012, no município de Queimadas, no Agreste paraibano. As mulheres foram chamadas para uma festa de aniversário e lá, durante o que seria uma comemoração, foram estupradas pelos “amigos” que simularam uma assalto e usaram máscaras para não serem reconhecidos. O estupro coletivo seria um “presente” para o aniversariante.

Izabella Monteiro, de 27 anos, e Michelle Domingues, de 29, no entanto, os reconheceram. Uma delas foi morta com quatro tiros em uma rua central da cidade e a outra foi assassinada com três tiros na estrada para Campina Grande.

Os autores do crime foram presos quando acompanhavam o cortejo dos caixões para o cemitério. Três adolescentes foram condenados a cumprir medidas socioeducativas, e seis dos réus foram condenados pelos crimes de cárcere privado, formação de quadrilha e estupro.

O mentor da barbárie, Eduardo dos Santos Pereira, só foi condenado dois anos depois, em júri popular, a 108 anos e dois meses de prisão. Ele foi considerado culpado por dois homicídios, formação de quadrilha, cárcere privado, corrupção de menores, porte ilegal de arma e cinco estupros, além de lesão corporal contra um dos adolescentes envolvidos no crime.

Com exceção dos adolescentes, que já cumpriram três anos de internação no Lar do Garoto e foram soltos em 2015, todos os outros envolvidos permanecem presos em regime fechado no Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1. Eduardo vai cumprir a pena em regime fechado até que ela seja extinta, uma vez que o período para progressão para o semiaberto, com base nos 108 anos aos quais ele foi condenado, é de mais de 40 anos, enquanto que a de extinção da pena é de 30.

Vivianny Crisley estava desaparecida após festa em boate de João Pessoa, Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)Vivianny Crisley ficou desaparecida após festa, em João Pessoa (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Vivianny Crisley, morta porque gritou
A vendedora Vivianny Crisley passou 15 dias desaparecida após ser vista saindo de um bar na Zona Sul de João Pessoa, entre outubro e novembro de 2016. O corpo dela foi encontrado carbonizado, em uma mata, em Bayeux, na Grande João Pessoa.

Três homens foram presos suspeitos de participação no crime. Primeiro Allex Aurélio Tomás dos Santos, em João Pessoa, e, em seguida, Jobson Barbosa da Silva Júnior, conhecido como Juninho, e Fágner das Chagas Silva, apelidado de Bebé, no Rio de Janeiro.

Segundo eles, o trio conheceu Vivianny na noite do crime, no bar em que eles estavam e de onde saíram de carro para procurar outro lugar onde encerrar a noite. Como não acharam outro bar aberto, foram para a casa de Juninho, em Bayeux, próximo ao local onde o corpo de Vivianny foi encontrado. Ela foi golpeada sucessivamente com chave de fenda na cabeça e seu corpo foi queimado com a ajuda de gasolina e um pneu.

De acordo com os depoimentos dos três, a motivação do crime foi o fato dela ter gritado dentro do carro e ficar “perturbando” o trio para ir para casa. Nenhum dos suspeitos revelou se havia intenção de estuprar Vivianny e, por conta do estado do corpo, a perícia também não conseguiu constatar se houve violência sexual.

Allex Aurélio, Jobson Barbosa e Fágner das Chagas foram denunciados pelo Ministério Público, em fevereiro, por sequestro, homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e crueldade, e ocultação de cadáver. Os três estão aguardando julgamento presos no Presídio PB1, para a própria segurança deles.

O advogado de Jobson, Bruno Deriu, informou que não foi intimado e que não vai se pronunciar sobre o caso no momento. Os advogados dos demais acusados não foram localizados.

Rebeca Cristina foi morta em João Pessoa em julho de 2011 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo)Rebeca Cristina foi morta em João Pessoa em julho de 2011 (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco/Arquivo)

Rebeca Cristina, morta porque sabia demais
O indiciamento do acusado de matar Rebeca Cristina só aconteceu cinco anos depois do crime. Rebeca, com 15 anos, foi estuprada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII, Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, na tarde do mesmo dia.

O único suspeito do crime é o cabo da Polícia Militar Edvaldo Soares da Silva, que era padrasto de Rebeca. Segundo o inquérito policial, há pelo menos 22 indícios de envolvimento dele no crime. Para a polícia, a menina foi morta porque descobriu um caso extraconjugal do padrasto após ver mensagens no celular do suspeito. Ele está preso no 1º Batalhão de Polícia Militar, aguardando julgamento desde julho de 2016.

O promotor Marcus Leite o denunciou por estupro e homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e mediante circunstâncias que impossibilitaram a defesa da vítima. Para o Ministério Público, não há dúvidas da participação dele no crime.

O advogado de Edvaldo, Gabriel Cirne, por sua vez, garante que não há nenhuma prova material que comprove envolvimento dele no crime e tem convicção de que ele vai ser absolvido se for a júri popular. A tese da defesa vai se basear na negativa de autoria do crime.

“Ele cumpriu a escala de trabalho no dia do crime, a perícia constatou que o material genético que estava nela não era dele. O problema é que ele usou a mídia, e a mídia devastou a pessoa dele. Mas nessa fase do processo, sob a luz do contraditório e da ampla defesa, as anomalias vão aparecer e todo mundo vai constatar a inocência de Edvaldo”, disse o advogado.

A primeira audiência de instrução do caso está marcada para esta quinta-feira (9), às 14h. Um inquérito complementar segue aberto para identificar uma segunda pessoa que estaria envolvida no crime. De acordo com o delegado Glauber Fontes, esta pessoa seria o executor do crime, mas o padrasto estaria nas proximidades do local onde a menina foi morta.

G1 PB

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Zenóbio reage à ‘traição’ de vereador e revela chantagem: ‘Me pediu R$ 169 mil’

Zenobio-ToscanoEm contato com o Portal MaisPB, na tarde desta quinta-feira (21), o  prefeito da cidade de Guarabira e candidato à reeleição, Zenóbio Toscano (PSDB), acusou o presidente da Câmara de Vereadores, Inaldo Júnior (PTB), de lhe pedir R$ 169 mil para não romper politicamente com ele.

De acordo com Zenóbio, o dinheiro serviria para liquidar um empréstimo do parlamentar, mas, como não pôde atender o pleito, na tarde de ontem o petebista anunciou adesão a pré-candidatura de Fátima Paulino (PMDB), que o anunciou como vice na chapa peemedebista.

Zenóbio Toscano disse que de certa forma não chegou a ser surpresa o rompimento de Inaldo Júnior, uma vez que já havia a “boataria na cidade” de sua aproximação com a família Paulino.

Na manhã de hoje, o prefeito exonerou a esposa do parlamentar, Hellen Bernardes da Silva, que ocupava a Secretaria da Mulher do governo municipal.

Roberto Targino – MaisPB

 

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Mulher manda fotos sensuais para o marido e ele descobre traição

Fotos da discórdia (Foto: Reprodução/The Chive/Daily Mail)
Fotos da discórdia (Foto: Reprodução/The Chive/Daily Mail)

Uma mulher que estava em uma viagem de trabalho mandou ao marido fotos sensuais para ‘matar a saudade’. No entanto, ao receber as imagens via Snapchat, o homem percebeu um detalhe que pode ter acabado com o casamento.

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Nas fotos, a mulher, identificada como Chelsea, segundo o Daily Mail, aparece de lingerie em um quarto de hotel. Mas o que realmente atraiu a atenção do marido foi um par de botas, aparentemente masculinas, deixado embaixo de um móvel – onde um televisor antigo está ligado.

Muitas pessoas têm questionado a autenticidade da história por trás das imagens, publicadas primeiramente pelo site The Chive.

Além das fotos de lingerie, o site ainda divulgou uma imagem que mostra o trecho da suposta conversa do casal.

“Quem está com você no quarto do hotel?”, pergunta o homem. “Do que você está falando? Eu usei o temporizador da câmera”, rebate a mulher. “Pare de mentir, Chelsea. Eu sei que você não está sozinha”, provoca o marido. “Mas eu estou! Eu juro, amor, você sabe que jamais o trairia”, afirma a esposa. “Então por que há botas masculinas em seu segundo Snapchat? Não posso passar por isso outra vez. Estou ligando para um advogado”.

 

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