Arquivo da tag: trabalho

Governo de Solânea entrega kits de trabalho e equipamentos de proteção individual aos agentes de saúde e de combate a endemias

O Governo investiu cerca de R$ 28 mil para a melhoria dos serviços a população.

Foram entregues hoje (17) pelo Governo de Solânea, através da Secretaria de Saúde, 80 kits de trabalho para Agentes Comunitários de Saúde e 15 kits para os Agentes de Combate a Endemias que trabalham na promoção à saúde do município. Cerca de R$ 28 mil foram investidos nos Kits e Equipamentos de Proteção Individual  (EPIs) para serem utilizados pelos Agentes de Endemias.

“Sabemos da grande importância do trabalho dessas equipes para a qualidade de vida e saúde da nossa população. Para isso, temos que priorizar oferecer melhores condições de trabalho e segurança”, disse o Prefeito Kayser Rocha durante a entrega dos kits. O Secretário de Saúde João Rocha chamou a atenção para o investimento que estava sendo colocado nos materiais e agentes. Reforçando a importância do trabalho das equipes de saúde. “Todos os dias vocês fazem a diferença nos nossos serviços de saúde, por isso a importância desse momento”, falou.

Material dos agentes

Nos kits entregues aos Agentes de Saúde estavam uma mochila, boné de proteção, camisa de proteção UVA/UVB, colete identificador, protetor solar e camisa de mangas curtas. Os Agentes de Combate a Endemias receberam uma bolsa adaptada para o trabalho com boné, camisa de proteção UVA/UVB, colete, protetor solar, camisa de mangas curtas, lanterna e trena. Além dos EPIs: roupa protetora para dedetização, óculos perfurado, respirador facial, luvas, filtro respirador. E os materiais de trabalho como estojo de análise e sacos de amostra.

        

 Assessoria de Comunicação

 

MPT tem 131 investigações na Paraíba envolvendo exploração do trabalho da criança e do adolescente

O Ministério Público do Trabalho possui 3,3 mil procedimentos ativos ou investigações envolvendo exploração do trabalho da criança e do adolescente, em todas as suas 24 Procuradorias Regionais espalhadas pelo País. Os dados (computados em 9 de janeiro de 2019) são do sistema informatizado de procedimentos do MPT. Desse total, 131 procedimentos estão sendo acompanhados na Paraíba, o 13º Estado do País com maior número de investigações.

Nesse período de verão e férias escolares, é comum o aumento de casos de meninos e meninas nas ruas, praias e semáforos de capitais e cidades litorâneas onde há atividades turísticas. Essas crianças ficam expostas à criminalidade, à exploração sexual, ao tráfico de drogas, além de estarem mais vulneráveis a acidentes de trabalho, muitas vezes em atividades insalubres e perigosas. Por isso, o MPT faz o alerta e lança uma campanha nas redes sociais para pedir o apoio da população.

A campanha “Rejeite produtos vendidos por crianças e adolescentes e Denuncie a exploração sexual ou outras formas de trabalho infantil” orienta turistas e a sociedade em geral a não consumir produtos ou serviços oferecidos por crianças e adolescentes em praias, festas, pontos turísticos, estacionamentos, bares, restaurantes e outros locais públicos. Também pede que qualquer flagrante de exploração seja denunciado pelo Disque 100.

MPT vigilante. Na Paraíba, a procuradora Edlene Lins Felizardo, coordenadora regional da Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância), disse que o MPT permanece vigilante para coibir a exploração de meninos e meninas.

“As prefeituras municipais – a quem cabe esse primeiro atendimento de políticas públicas de combate ao trabalho infantil – devem manter funcionando nesse período de férias escolares serviços de cultura e lazer. A orientação do Ministério Público para as prefeituras é que mantenham, por exemplo, colônias de férias, onde as crianças sejam atraídas para o lazer, para que elas saiam das ruas, feiras, dos mercados e das praias”, afirmou a procuradora.

“No MPT, já há diversos procedimentos investigatórios em que as prefeituras estão sendo chamadas e cobradas para aplicar essas políticas. Em João Pessoa, já existe inquérito civil instaurado em relação a essas crianças que ficam nos semáforos”, informou Edlene Lins.

 

pbagora

 

 

Polícia intensifica trabalho e mais um acusado é preso por tráfico de drogas em Solânea

Kelson Moreira Evaristo, 22 anos, residente na rua João Fernandes de Lima, centro de Solânea, foi preso após investigação da Polícia Civil da Paraíba, através da 21ª Delegacia Seccional de Solânea, em ação conjunta com a Polícia Militar, 7ª CIPM, nesta sexta-feira (07), por volta das 15:30 hs.

Com o investigado foi apreendida mais de 1/2 Kg de maconha destinada a comercialização.

Kelson, que já responde a crime de furto qualificado, será autuado por crime de tráfico de entorpecente e encaminhado a Cadeia de Solânea.

De acordo com a 21ª Delegacia Seccional de Solânea, o trabalho de combate ao tráfico de drogas e roubos estão sendo intensificados no período que antecede os festejos juninos de Solânea e região, sendo mais de 20 (vinte) pessoas presas nos últimos dias, parte delas nas operações “Tabuleiro” e “Aluir”.

FN com Polícia Civil

 

 

Projeto de lei quer que mulheres se afastem do trabalho por três dias do mês durante menstruação

O projeto de Lei 1143/2019 propõe que as mulheres possam se afastar do trabalho durante o período menstrual, por até três dias ao mês, podendo ser exigida a compensação de horas não trabalhadas. A proposta do deputado licenciado Carlos Bezerra (MDB-MT), que tramita na Câmara dos Deputados, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43).

Este projeto é uma reapresentação de projeto do próprio parlamentar, o PL 6784/16, que foi arquivado no final da legislatura passada.

O parlamentar explicou que a ideia veio de uma empresa britânica que adotou esse tipo de licença. “O afastamento do trabalho durante a menstruação tem respaldo científico e é defendido por médicos, levando-se em conta as alterações sofridas pelo corpo feminino durante esse período”, explica Bezerra.

“Cerca de 70% das mulheres têm queda da produtividade do trabalho durante a menstruação, causada pelas cólicas e por outros sintomas associados a elas, como cansaço maior que o habitual, inchaço nas pernas, enjoo, cefaleia, diarreia, dores em outras regiões e vômito”, lista o parlamentar citando estudo sobre o assunto elaborado pela empresa MedInsight.

Carlos Bezerra acredita que a proposta trará vantagens para as mulheres trabalhadoras e para as empresas, que contarão com a força de trabalho feminina nos momentos de maior produtividade.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

clickpb

 

 

Prevenção às drogas e álcool no ambiente de trabalho

segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID), o Brasil perde por ano US$ 19 bilhões por absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso do álcool e outras drogas

Os acidentes de trabalho tornam-se problemas constantes devido ao uso de drogas lícitas e ilícitas no ambiente corporativo. As drogas prejudicam o cérebro fazendo com que ele funcione de forma alterada, afetando a concentração, a atenção, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Com o uso das drogas a atividade funcional do colaborador é prejudicada, os gastos com despesas médicas aumentam, os atrasos e acidentes tornam-se mais frequentes prejudicando as organizações.

Segundo um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 67% das pessoas com algum tipo de dependência química estão no mercado de trabalho. O Brasil perde por ano US$ 19 bilhões por absenteísmo, acidentes e enfermidades causadas pelo uso do álcool e outras drogas, segundo cálculos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID).

O consumo de drogas é um dos principais problemas de saúde pública no mundo, a dependência química abala o convívio familiar, além de afetar as relações de trabalho e o lazer. Dados da (OIT), aponta que de 20 a 25%, dos acidentes de trabalho no mundo envolvem pessoas intoxicadas que machucam os outros e a si mesmas.

O Maxilabor Diagnósticos, centro de referência nacional e internacional em análises toxicológicas em parceria com o Instituto Brasileiro de Estudo e Avaliação Toxicológica (Ibemax), desenvolveu o Cuide – Programa de Controle do Uso Indevido de Drogas nas Empresas. Os objetivos do programa é promover a segurança, saúde e mais produtividade ao dissuadir o uso de drogas lícitas e ilícitas no ambiente corporativo, com o acompanhamento de profissionais da área de saúde, especialistas em dependência química e comportamentos compulsivos.

Com o intuito de afastar do ambiente de trabalho o uso de substâncias psicoativas muitas empresas buscam programas, alternativas e ações eficazes para combater esse perigoso inimigo da saúde e da segurança. Com técnicas consolidadas o uso de drogas deve ser abordado nas empresas focando a qualidade de vida para os colaboradores. Para o professor Dr. Anthony Wong vice-Presidente do Fórum Internacional de Testagem de Álcool e Drogas, “o programa Cuide é relevante para qualquer empresa, desde uma pequena organização com até 50 funcionários a uma multinacional com mais de 50 mil funcionários. A adesão ao programa é de 99,5% de todos os colaboradores, inclusive de quem já faz uso de substâncias psicoativas. O indivíduo que utiliza as drogas não quer ser refém delas, ao enxerga uma oportunidade de sair do julgo da escravidão causada pelas drogas”, afirma Wong.

A epidemia de crack e o uso abusivo de álcool são problemas muito sérios no Brasil. O crack não só circula nas ruas das cidades, mas muitas vezes começa em casa acabando com toda estrutura familiar. No ambiente de trabalho, as drogas lícitas e ilícitas são causas predominantes de acidentes, acarretando baixa produção e eleva o absenteísmo. Anthony Wong ressalta que a prevenção é sempre mais econômica do que o tratamento. “O programa Cuide é justamente uma forma humanitária, sensata e bem-sucedida em promover a prevenção do uso de drogas nas empresas e até nos lares”, conclui o professor Wong.

Sobre o Maxilabor

Fundado em 1999, o Maxilabor é um laboratório de análises toxicológicas com expertise para analisar as quatro matrizes: cabelo, saliva, urina e ar expirado. Essas análises são realizadas em território brasileiro, nas instalações da empresa, em São Paulo. Considerado um Centro de Referência Internacional em exames toxicológicos, o laboratório tem excelência em seus serviços e, por isso, sua gestão é baseada nos requisitos da Norma Internacional ISO 17025, sendo o primeiro laboratório deste segmento a obter tal acreditação (Certificado – CRL 0270).

Os laudos emitidos pelo laboratório são aceitos no exterior, pois a CGCRE/INMETRO mantém acordos de reconhecimento mútuo com 58 organismos de acreditação de 46 países, o que confere a aceitação da acreditação em todos esses países.

assessoria de imprensa

 

 

A instituição em que trabalho está me matando

Um empresário da área de calçados resolveu fazer um teste com dois funcionários: pediu que visitassem, um de cada vez, uma ilha habitada por índios. O primeiro, assim que chegou ao novo local de trabalho, desanimou ao ver que os habitantes não usavam calçados. Concluiu que não teria clientes ali e retornou imediatamente para a cidade. Já o segundo, ao ver os nativos descalços, deu pulos de alegria, pois enxergou potenciais clientes à sua frente.

Essa história ensina uma preciosa lição: precisamos estar bem para discernir o mundo de forma positiva e lidar com as adversidades profissionais. No dia a dia, observamos muitas pessoas reclamando da quantidade de trabalho que têm, da cobrança por resultados que sofrem e das metas que precisam atingir.

Diante disso, afirmamos algo que pode surpreender: não é a instituição em que trabalhamos que nos mata, e sim como encaramos o que ocorre nela.

Se não estamos bem com nós mesmos, nada vai estar. Parece óbvio, mas não é. Quando vemos apenas o lado ruim das coisas, tudo nos afeta. Qualquer palavra ou ação dos colegas de trabalho é interpretada de forma errônea. Isso é extremamente prejudicial, pois perdemos a capacidade de separar o pessoal do profissional.

Precisamos ter resiliência, que é a característica de quem consegue se recuperar rapidamente de um momento difícil. É a capacidade de uma pessoa lidar com seus próprios problemas, vencer obstáculos e não ceder à pressão, seja qual for a situação.

Todas as instituições são constituídas por pessoas que criam estratégias para alcançar um objetivo comum. E como em todo o grupo de pessoas, os conflitos são inevitáveis. O surgimento destes pode ter impacto negativo na produtividade da instituição, bem como prejudicar a saúde mental dos funcionários.

As frustrações geradas dentro das instituições podem levar a processos de projeções direcionadas para algumas pessoas do ambiente profissional ou até mesmo para a própria instituição. Quem se encontra nesse estado mental considera que todos estão contra si. Com isso, as relações interpessoais vão se deteriorando.

A mudança, nesses casos, deve vir de dentro para fora. Primeiramente a pessoa deve olhar para si mesma e buscar compreender o que lhe causa esse estado permanente de insatisfação. A percepção de que há um problema é importante para criar estratégias de melhoria no ambiente de trabalho.

Uma estratégia é analisar os limites e potencialidades de todos. Assim, é possível distribuir melhor as tarefas, sem sobrecarregar ninguém. Nem toda tarefa profissional é prazerosa, mas fazer uma atividade com a qual nos identificamos e na qual podemos demonstrar nossas habilidades ajuda a reverter as frustrações.

Após fazer uma análise de si mesmo, é importante examinar sua situação dentro da instituição. Você considera que trabalha muito e não é reconhecido? Seu chefe é desrespeitoso com você e o humilha diante dos outros? Seu salário é insuficiente para cobrir suas despesas? Está sem perspectiva de crescimento profissional?

Se nessa avaliação a maioria das respostas foi “sim”, é o momento de repensar sua vida profissional nessa instituição. Isso será útil para não comprometer sua saúde.

Muitas vezes, a mudança é necessária. No entanto, ela não é fácil, gera ansiedades, medo de sair da zona de conforto e estresse. Um profissional da área da psicologia pode auxiliar no encontro de motivações e satisfação, aliviando esses sintomas.

É preciso cuidar sempre da qualidade do nosso trabalho, pois essa é a nossa responsabilidade. Mas precisamos aprender a fazer isso de forma tranquila e apropriada, sem aniquilar nossa saúde mental. Assim seremos, de fato, mais felizes e eficientes.

Autoras: Genoveva Ribas Claro, coordenadora do curso de Psicopedagogia do Centro Universitário Internacional Uninter, e Gisele do Rocio Cordeiro, coordenadora do Curso de Licenciatura em Pedagogia da mesma instituição.

Assessoria de imprensa da Uninter

 

Mercado de trabalho para cuidadores de idosos cresce 547% nos últimos dez anos

Número de empregados passa de 5.263 em 2007 para 34.051 em 2017, sendo a ocupação que mais aumenta no País

O envelhecimento da população aliado à redução do tamanho das famílias brasileiras pode explicar o aumento no número de cuidadores de idosos na última década: a quantidade desse tipo de ocupação saltou de 5.263 em 2007 para 34.051 em 2017 representando um crescimento de 547% durante o período.

E não é para menos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que, de 1940 a 2016, a expectativa de vida do brasileiro aumentou em mais de 30 anos, sendo hoje de 75,8 anos. “A procura por esse tipo de profissional está diretamente ligada a esse índice. Hoje, 15% da população brasileira é de idosos e, até 2030, a expectativa é chegar a 25%”, explica a professora do curso de Serviço Social do Centro Universitário Internacional Uninter, Denise de Almeida.

Regulamentação

O crescimento e a formalização desse mercado, no entanto, esbarram na falta de regulamentação e de capacitação adequada dos profissionais. Como a ocupação ainda não foi regulamentada como uma profissão, não há regras claras sobre a formação mínima que deveria ser exigida nem qual seria o conteúdo obrigatório dos cursos.

 

Um Projeto de Lei tramita na Câmara para criar e regulamentar a profissão de cuidador não só de idosos, mas de crianças e de pessoas com deficiência ou doença rara. Há também um Projeto de Lei do Senado Federal para determinar as atribuições de quem desempenha essa função.

“Observamos um grande número de profissionais da saúde, como técnico de enfermagem, por exemplo, que estão exercendo a função. Mas em alguns casos, ele não é especialista em cuidar de idosos ou não possui alguma formação na área de geriatria. Ainda há poucos cursos na área disponíveis no Brasil e a formação é considerada média”, avalia.

Diante desse cenário, os pré-requisitos e o perfil de quem atua como cuidador de idoso estão relacionados apenas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). De acordo com o texto, devem ser contratados maiores de idade, que fizeram cursos livres com duração entre 80 e 160 horas e que demonstrem empatia e paciência.

“O profissional deve dialogar com o paciente para estabelecer um vínculo e fazê-lo sentir-se parte de um grupo. Além disso, é importante conhecer a rotina da família e como todos se organizam diante da situação. Entre as principais atividades estão os cuidados com higiene, medicação e descarte de materiais, bem como cuidados com alimentação e ao risco de queda”, observa Denise.

Sobre o Grupo Uninter

O Grupo UNINTER é o maior centro universitário do país, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).  Sediado em Curitiba – PR, já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 200 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com mais de 700 polos de apoio presencial, estrategicamente localizados em todo o território brasileiro, mantém quatro campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais acesse uninter.com.

Assessoria de imprensa da Uninter

 

Jovem matou colega de trabalho para não pagar dívida, diz delegado

Três pessoas foram detidas no fim da manhã desta quinta-feira (23), no bairro de Tibiri, em Santa Rita, na Grande João Pessoa, suspeitas de matar um rapaz de 20 anos por causa de uma dívida. Um é adulto, tem 20 anos, e os outros dois são adolescentes.

O delegado João Paulo Amazonas disse ao Portal Correio que Washington Nascimento saiu de casa, junto com a namorada, para cobrar a dívida de uma moto que vendeu a um colega de trabalho há cerca de um ano. Por todo esse período, a dívida não foi paga, mas o rapaz sempre fazia as cobranças. Os dois trabalhavam juntos em uma oficina.

A família registrou queixa na delegacia alegando que o casal estava desaparecido após sair para cobrar essa dívida. O corpo foi achado na manhã desta quinta-feira (23) e a namorada do rapaz morto foi encontrada ferida, no mesmo local, em Tibiri. A polícia chegou até o suspeito que, inicialmente, negou o crime, mas acabou confessando e apontando dois adolescentes como comparsas. Todos foram localizados e levados para a delegacia, onde confirmaram o crime.

Segundo o delegado, o suspeito disse em depoimento que iria pagar parte da dívida em dinheiro e com um aparelho celular e chamou o rapaz para fazer a proposta. De moto, o homem foi junto com a namorada ao encontro do suspeito, na noite de terça-feira (21), mas acabou sendo morto. A jovem de 15 anos foi ferida a facadas e segue internada no Hospital de Trauma de João Pessoa, com estado clínico estável.

Conforme o delegado, os adolescentes teriam topado participar do assassinato em troca da moto – alvo da negociação que culminou no homicídio. Na casa de um dos jovens detidos, a polícia encontrou a moto usada pela vítima para ir ao encontro dos suspeitos na noite de terça-feira (21). O veículo estava sendo desmontando pelos adolescentes.

Até as 12h40 desta quinta-feira (23), o delegado disse que ainda estava reunindo todas as informações e detalhes sobre os suspeitos e por isso não pôde dar mais detalhes dos procedimentos que serão adotados contra eles.

“Um rapaz gente boa, trabalhador, meu vizinho, descanse em paz”. “Um cara trabalhador. Que mundo é esse que nós vivemos?”, disseram amigos e conhecidos da vítima nas redes sociais.

Portal Correio

(Foto: Arquivo pessoal)

Governo cogita mudar nome do Bolsa Família e pagar adicional de R$ 20 por trabalho voluntário

O governo pretende mexer no programa Bolsa Família para introduzir o conceito de dignidade, segundo uma fonte a par do assunto. Também se cogitou trocar o nome por “Bolsa Dignidade“, mas existem dúvidas se isso é possível e avalia-se o risco de eventual repercussão negativa da medida em ano eleitoral. Também está em discussão a possibilidade de pagar um adicional de R$ 20 para os beneficiários que realizarem trabalho voluntário.

Outra proposta em análise é reajustar o Bolsa Família para repor a inflação (que fechou 2017 em 2,95%) e mais parte do aumento do botijão de gás como uma forma de compensar o impacto da alta do produto no orçamento das famílias mais pobres. O último aumento do Bolsa ocorreu em meados de 2016, de 12,5%.

O presidente Michel Temer pediu ao ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, para apresentar uma proposta ainda em março, a fim de o aumento possa ser pago dentro de um mês. O ministro quer anunciar a medida antes de deixar o cargo para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

 OGlobo

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

MPF pede prisão de pai e filho por trabalho escravo em Campina Grande

O Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande (PB) pediu, nesta quarta-feira (21), que a Justiça Federal expeça mandados de prisão em face de Marcelo Renato Arruda e seu filho George Luis Arruda, proprietários da João Arruda Construções e Mineração LTDA, empresa localizada no município de Boa Vista, no Cariri do estado, e da companhia de mineração Dolomil, situada em Campina Grande. Ambos foram condenados pela prática do crime de redução à condição análoga à de escravo, tendo como vítimas 30 trabalhadores.

Pai e filho foram condenados em segunda instância, tendo penas majoradas pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, em Recife, a pedido do MPF. Marcelo foi condenado a pena privativa de liberdade de 4 anos, 4 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto, além de R$ 239.700,00 de multa; e George a pena privativa de liberdade de 5 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além de R$ 57.120,00 de multa.

O aumento das penas pelo TRF, com parcial provimento à apelação do MPF, inviabilizou a substituição das penas privativas de liberdade por restritivas de direito. Na apelação, o MPF argumentou que as penas deveriam ser maiores porque, mesmo os réus sendo donos de uma empresa de equipamentos de proteção individual, os trabalhadores da mineração não tinham acesso aos equipamentos adequados.

Trabalho escravo – Segundo relatório de fiscalização de auditores do Ministério do Trabalho e Emprego, as irregularidades que indicaram a situação degradante a que os trabalhadores estavam submetidos foram agrupadas em cinco conjuntos principais: água para consumo pessoal, alojamento, condições sanitárias e de higiene, alimentação e condições de trabalho. Os direitos trabalhistas também não eram respeitados.

MaisPB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br