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Trócolli Júnior sobre metas à frente da ALPB: “Vou trabalhar e apagar incêndios”

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) empossou, na última terça-feira (18), o suplente de deputado Trócolli Júnior (Podemos). Ele é o terceiro suplente da coligação A Força do Trabalho III, composta pelo PSB/PTB/PRB/PODEMOS/PDT/PCdoB e PRP, e substitui o deputado Branco Mendes (Podemos), que se licenciou do cargo pelo período de 121 dias para tratamento de saúde.

Em entrevista, o deputado – que tem mais de 20 anos de mandato na “Casa Epitácio Pessoa” – manifestou a ‘boa surpresa’ de reassumir o mandato num ano histórico, marcado pela aprovação de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) consensuada entre os poderes e órgãos autônomos. “Isso é histórico. Passei 20 anos aqui na Assembleia Legislativa e nunca vi nada igual. Isso demonstra que a Casa está mudando e, graças a Deus, para melhor. E quem ganha com isso é o Governo do Estado e a população em geral”, declarou.

Sobre sua atuação política, Trócolli disse que vai manter suas pautas antigas, que tratam da defesa de melhores condições de saúde e de segurança para a população. Ele disse também que apesar de ter muitos amigos no G10 da ALPB, não se integrará a esse grupo e sim ao blocão, comandado por Wilson Filho (PTB). Trócoli se postou na condição de apaziguador de ânimos. “Vou trabalhar e apagar incêndios”.

 

 

pbagora

 

 

Homem é assaltado e atingido por tiro enquanto esperava ônibus para trabalhar

Um homem foi atingido por um disparo de arma de fogo durante um assalto, na noite na sexta-feira (2), enquanto aguardava com colegas, o ônibus que faz o transporte para a empresa onde ele trabalha, em Campina Grande. O crime aconteceu por volta das 21h em Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba.

Segundo a Polícia Militar, a vítima não reagiu ao assalto, mas mesmo assim foi ferido. O tiro atingiu o tórax de Eduardo Soares, de 22 anos, que de imediato contou que não estava sentindo as pernas.

O homem foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo a unidade hospitalar, ele passou por uma cirurgia, mas ainda não é possível saber se o ferimento deixará alguma sequela. Os suspeitos de cometerem o crime fugiram do local e ainda não foram detidos

G1

Homem morre após sofrer choque elétrico ao trabalhar em bomba de açude, na PB

Um homem de 55 anos morreu após sofrer um choque elétrico no fim da tarde desta terça-feira (29), na Zona Rural do município de Sobrado, na Zona da Mata da Paraíba, a 42 km de João Pessoa. Segundo a Polícia Militar da cidade vizinha de Sapé, o acidente aconteceu quando a vítima fazia manutenção em uma bomba do açude de Antas.

A PM informou que, ao realizar reparos no equipamento, o homem teria entrado em contato com um fio e, nesse momento, sofreu a descarga elétrica, morrendo ainda no local.

Os policiais que registraram a ocorrência não haviam, até o fechamento desta matéria, apurado o que teria provocado o acidente. Uma perícia seria feita no local do fato.

portalcorreio

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Defesa diz que vai trabalhar para que Berg Lima volte à Prefeitura de Bayeux

O advogado Sheynner Asfora, responsável pela defesa do prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima (Podemos), disse, nesta quarta-feira (12) ao Portal Correio, que está aguardando a decisão do juiz relator do caso, Aluizio Bezerra Filho, para que o gestor possa responder ao processo em liberdade. O advogado também disse acreditar no retorno de Berg ao comando da prefeitura. “Isso faz parte da nossa estratégia de defesa, mas cada passo de uma vez”, afirmou.

Sheynner disse que na última segunda-feira (10) pediu a revogação da prisão de Berg por entender que os requisitos que a justificaram não estão presentes. Ele lembrou que o gestor já foi afastado do cargo e sua liberdade não acarretará qualquer prejuízo para o andamento do processo. Ainda segundo o advogado, já foram feitas buscas e apreensões na casa do prefeito afastado e também na prefeitura.

Enquanto aguarda a decisão da Justiça, Berg Lima permanece preso no 5º Batalhão de Polícia Militar, no bairro do Valentina, na Zona Sul de João Pessoa.

O prefeito afastado de Bayeux foi preso suspeito de cometer suposta corrupção ativa. O gestor estaria extorquindo fornecedores, cobrando metade do dinheiro que a prefeitura devia a eles, referente à gestão passada, para então liberar os pagamentos. A prisão aconteceu por meio de uma operação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Polícia Civil, em 5 de julho.

Portal Correio

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Óleo certo faz motor gastar menos e trabalhar melhor; saiba escolher

Shutterstock
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Não caia na armadilha (ou tentação) de só completar o nível do óleo a cada parada no posto de combustível. Nem se acomode em adicionar o produto periodicamente. Pôr qualquer lubrificante no motor e nunca trocá-lo totalmente trará consequências graves lá na frente — é como aquele cara que passa a vida comendo em fast food: uma hora, o organismo vai reclamar.

Perda de desempenho, falhas na partida, consumo elevado e até comprometimento da garantia são alguns dos problemas comuns ao se optar por utilizar um óleo qualquer. Isso porque lubrificantes errados podem resultar em borras e acúmulo de verniz, além de aumentar o atrito entre as peças. Em alguns casos extremos, o motor pode até quebrar. UOL Carros explica porque isso acontece, mostra como fazer a verificação do nível correta e dá dicas do que fazer na hora da troca.

Como verificar

O nível do lubrificante tem que ser checado com o carro frio e em lugar plano, para não dar falsa impressão de que esteja fora do nível recomendado. Abra o capô, retire a vareta do cárter, limpe-a com uma flanela (ou algum pano que não solte fios e fibras) e ponha-a novamente no recipiente. Retire-a de novo para verificar o nível. Caso o veículo esteja rodando há algum tempo, desligue o motor e aguarde por cinco minutos.

Importante: se você já tiver saído com o carro e a luz do óleo acender no painel, pare o veículo imediatamente e verifique o nível. Se estiver abaixo do traço de mínima capacidade, complete-o com produto das mesmas especificações do lubrificante recomendado no manual do proprietário — misturar marcas é permitido. Contudo, não fique só completando, pois essa é uma das principais causas para formação de borras. Se o nível estiver alto, leve o carro até a oficina e verifique a bomba de óleo.

Também não se intimide com o diagnóstico assustador do frentista, que pode condenar seu óleo por estar escuro. É normal o produto ficar escurecido, afinal, tem poder detergente para limpar o motor e manter as impurezas em suspensão. Assuste-se somente se aparecer borras na vareta. Corra para fazer a troca.

Lucas Lacaz Ruiz/A1 – 26.02.2011

Para não ter dor de cabeça, faça a troca em concessionárias ou lojas especializadas

Quando trocar

Em média, o óleo é substituído a cada 5 mil ou 10 mil km — a troca varia conforme a marca do carro e o tipo de lubrificante. Carros mais modernos registram consumo médio de óleo de 300 ml a cada 1.000 km. Se o seu consome mais que isso, procure a concessionária.

Para fazer a troca, vá a uma concessionária ou lojas especializadas. Esses estabelecimentos têm maquinário apropriado e seguem procedimentos para a troca, como o aperto no parafuso que abre o bujão do cárter. Em veículos zero km, a substituição geralmente está prevista nas revisões programadas. Lembre-se que colocar óleo fora da especificação pode acarretar em perda da garantia do carro.

Também é importante ressaltar a importância dos filtros de óleo: sempre que for trocar o lubrificante, coloque um novo e opte por produtos de marcas conhecidas.

Sopa de letrinhas

Aquela overdose de letras e números na embalagem do lubrificante tem explicação: são as informações e características do produto, como índice de viscosidade, temperatura, aditivos etc. Mas o leque hoje é maior. Geralmente, fabricantes recomendam mais de uma especificação de óleo para o mesmo modelo. Por isso, consulte o manual.

Veja, por exemplo, a explicação da Shell sobre um rótulo com a seguinte classificação: 5W40, 0W30 ou 10W30 e API SN, API CJ-4. “Os primeiros números dos óleos multiviscosos representam o comportamento do motor na partida a frio, ou seja, quanto menor o valor, menor será o tempo necessário para que o óleo chegue à todas as partes do motor; o outro número indica a viscosidade à temperatura; já a segunda classificação é a de serviços (as mais conhecidas são a American Petroleum Institute, API, e a Association of Constructors of European Automobiles. a ACEA)”.

O deciframento continua: “A primeira é dividida em duas categorias, a “S” (óleos de Serviço) é voltada para motores ciclo otto; a “C” (óleos Comerciais) é voltada para motores ciclo diesel. E dentro de cada categoria existe os níveis de performance, que aumentam na medida em que a letra após o “S” ou “C” evolui. Por exemplo, o SB é melhor que o AS, e o CB é melhor que o CA. Atualmente, as classificações mais modernas são: API SN e API CJ-4 — o número que acompanha a categoria C é voltado para motores de dois ou quatro tempos”. Ufa.

Reprodução

Nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, nem o contrário: misturar é queimar dinheiro, já que um “contaminará” o outro

Sintético ou mineral?

A principal mudança entre os dois está no tempo de oxidação: o produto mineral oxida em menos tempo e perde mais rapidamente o poder de fluidez, corrosão e formação de espuma. O sintético tem viscosidade estável, que facilita a lubrificação mais rápida das partes altas do motor e forma película mais resistente.

Por conta disso, nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, já que este tem mais aditivos em sua composição, nem faça o contrário. Fique atento, pois misturar é queimar dinheiro, já que um “contamina” o outro.

Perigos do óleo errado

O produto fora da especificação para aquele carro pode não suportar a dilatação provocada pelo calor do motor. Desse modo, ele vai se degradar mais rapidamente. Isso pode causar o depósito de verniz e borras, que chegam a gerar entupimentos. Em casos extremos, o motor pode fundir.

A viscosidade diferente comprometerá toda a lubrificação e pode até quebrar o motor. Isso porque o lubrificante é responsável, entre outras coisas, por manter uma película para minimizar os atritos entre as peças metálicas do conjunto. Se o óleo tiver viscosidade diferente, essa película simplesmente se romperá e ocasionará mais atrito entre esses componentes.

Outro exemplo: o óleo mais “fino” que o recomendado pode subir para a câmara de combustão e queimar junto com o combustível.

Aditivos para quê?

O óleo lubrificante tem detergentes próprios para limpar a parte interna do motor. Por isso, aditivos adicionais não são recomendados, já que podem alterar a viscosidade e desgastar precocemente componentes como o virabrequim e os eixos comandos de válvulas.

Uol

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Ex-vereadora e dois filhos estariam recebendo dinheiro de prefeitura sem trabalhar, na PB

rio tintoPor meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Rio Tinto, no Litoral Norte da Paraíba, a 52 km de João Pessoa, o Ministério Público da Paraíba ingressou com uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra a ex-vereadora Maria de Fátima Araújo da Cunha e dois filhos dela, o advogado Walter Batista da Cunha Júnior e Waltércia Araújo da Cunha. De acordo com o MP, A família estaria recebendo salários da Prefeitura de Rio Tinto sem trabalhar. A ação também atinge a secretária municipal da Educação, Antônia Bernardo Leandro, por suposta omissão e favorecimento dessa situação.

“Ciente de que servidores públicos, membros de uma mesma família, vinham percebendo seus salários sem a contrapartida do trabalho funcional, o Ministério Público instaurou inquérito civil e, restando o fato comprovado, ingressou com a ação”, diz a ação civil pública impetrada contra a ex-vereadora e os filhos.

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Para o promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Rio Tinto, José Raldeck Oliveira, “esses servidores públicos trilharam o caminho da desonestidade e da má-fé, incorrendo na prática de ato de improbidade. De um lado obtiveram vantagem patrimonial indevida e, de outro, violaram princípios constitucionais”.

Se a Justiça julgar a ação procedente, os “funcionários fantasmas” terão que ressarcir inteiramente os possíveis danos causados ao erário. “Eles também terão os direitos políticos suspensos por dez anos e não poderão firmar contrato com o poder público”, acrescentou o promotor.

A redação do Portal Correio tentou entrar em contato com a prefeitura de Rio Tinto e com a assessoria de imprensa da entidade, mas as ligações não foram atendidas.

 

Portal Correio

Escravas sexuais eram obrigadas a trabalhar 17 horas por dia no DF

Reprodução/TV Record
Reprodução/TV Record

A quadrilha que escravizava homens e mulheres no Disitrito Federal obrigava as vítimas a se prostituir por 17 horas por dia. Três mulheres escravizadas foram regastadas pela polícia nesta semana. Outras duas mulheres e um homem que haviam chegado a Brasília e seriam escravizados também foram resgatados. As mulheres eram atraídas com promoessas de emprego com carteira assinada, mas quando chegavam ao DF eram mantidas em cárcere privado, forçadas a se prostituir, não recebiam remuneração pela prostituição e ainda eram forçadas a consumir drogas.

As investigações foram feitas pela 21ª Delegacia da Polícia Civil (Taguatinga). Três homens e uma mulher foram presos. A polícia chegou a um dos locais de cárcere quando uma das mulheres caiu da escada, se machucou e não foi socorrida. Vizinhos chamaram a ambulância e ela foi atendida em um hospital.

De acordo com o delegado Alexandre Dias Nogueira, as vítimas, que tinham entre 18 e 25 anos, usavam principalmente crack, entre outras drogas. Elas eram mantidas em cativeiros na região da Areal (DF), e só podiam sair para atender clientes como escravas sexuais em Taguatinga Sul.

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— Eles viciaram as pessoas para que elas ficassem. As vítimas eram captadas dos estados de origem e trazidas para o DF como se fossem trabalhar em qualquer outro emprego, mas na verdade, assim que elas chegavam aqui eram colocadas em cárcere. Elas eram vigiadas, e só saíam para fazer os programas que eles organizavam para elas.

Segundo Nogueira, as vítimas estavam em uma das seis casas onde a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nesta semana.

— Foram apreendidas roupas de outras pessoas, possivelmente outras vítimas, além de um caderno de anotações com tudo que eles ganhavam por mês.

De acordo com as investigações, a associação criminosa age no Distrito Federal desde 2012. Mais mandados de prisão ainda serão cumpridos no DF e em outros estados.

 

R7

Em um mês, 3 mil pessoas saem do Sertão da PB para trabalhar no corte de cana em SP

Divulgação/MPT Direitos trabalhistas muitas vezes são ignorados
Divulgação/MPT
Direitos trabalhistas muitas vezes são ignorados

Levantamento feito pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostrou que cerca de 3.000 paraibanos foram para o estado de São Paulo para trabalhar no corte de cana-de-açúcar em janeiro deste ano. Segundo o Ministério Público do Trabalho (MPT) na Paraíba, esses trabalhadores saem, principalmente, das cidades de Princesa Isabel, Juru, Água Branca, Tavares e São José de Piranhas, todas no Sertão paraibano.

Diante desse número, o MPT se reuniu com representantes da Federação dos Trabalhadores Rurais do estado para debater o êxodo trabalhista, discutir as condições em que essas pessoas são transportadas e traçar estratégias de combate a irregularidades.

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No encontro, foram definidas estratégias de atuação com o intuito de modificar a realidade hoje observada. Inicialmente, será realizado evento voltado aos representantes dos sindicatos de trabalhadores rurais das regiões nas quais há recrutamento de obreiros para trabalhar no Sudeste do país, com a finalidade de alertá-los acerca da relevância da atuação sindical na verificação do cumprimento das exigências legais para o transporte de trabalhadores pelas empresas que contratam mão de obra, bem como repassar instruções de como proceder em situações de transporte irregular. O evento ocorrerá em Patos, no dia 7 de outubro.

Êxodo

Em geral, os trabalhadores são transportados durante os meses de janeiro, fevereiro e março de cada ano. Segundo a representante da Federação dos Trabalhadores da Agricultura da Paraíba em São José de Piranhas, Gerlândia Vieira de Morais, as viagens são iniciadas após a devida anotação das Carteiras de Trabalho e Previdência Social e apresentação das Certidões Declaratórias de Transporte de Trabalhadores ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais daquele município. Contudo, essa não é a realidade verificada em outras cidades, de onde partem diversos trabalhadores sem a garantia dos direitos trabalhistas.

“A relevância da anotação da CTPS no local da contratação repousa no resguardo, durante a própria viagem, dos direitos dos trabalhadores que estão sendo deslocados dentro do território nacional, a garantia da existência do trabalho e a possibilidade de monitoramento desses obreiros pelos Sindicatos de Trabalhadores Rurais de sua localidade” destaca a procuradora Marcela Asfóra.

Portal Correio

Tribunal de Contas investiga ’empregos’ de Samuka Duarte, da filha e esposa, sem trabalhar, em Santa Rita

ConselheiroFábioNogueira_TCE-PBAlvo de uma ação de improbidade administrativa na Justiça, o apresentador da TV Correio/Record, Samuka Duarte, também está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre uma denúncia feita pelos vereadores João Batista Gomes de Lima Junior e Aurian de Lima Soares, da cidade de Santa Rita, de que estaria recebendo salários mensais da prefeitura do município sem a devida prestação dos serviços. Além de figurar como fantasma, ele contaria com alguns parentes que receberiam sem trabalhar, a exemplo de sua filha Wendyane Grayce de Sousa Henrique, sua esposa, Mayara Rachel Queiroga da Cunha, e seu sobrinho Jefferson Ulisses Henrique da Silva.

Os vereadores afirmam que tal prática serve como forma de “patrocínio” do prefeito Reginaldo Pereira ao denunciado, para que este promova defesa ferrenha e irrestrita à gestão municipal, além de promover ataques diários, inclusive pessoais, aos opositores políticos do prefeito e seu grupo nos programas que apresenta nas emissoras do Sistema Correio de Comunicação (rádio e TV).

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A denúncia no TCE tramita desde setembro de 2013 e está sob a relatoria do conselheiro Fábio Nogueira. De acordo com os vereadores, apesar de ter vínculo com a prefeitura de Santa Rita, na função de professor, não existe notícia nos últimos dez anos de que Samuka tenha prestado serviço ao município, nem tampouco está à disposição de outro órgão ou secretaria, recebendo vencimentos como se estivesse na ativa.

“Frise-se que os vencimentos ora pagos pelo Poder Executivo ao denunciado são de origem do Fundeb (recursos federais), e não é admissível que este tipo de vício se perpetue por mais tempo nos dias atuais”, afirmam os vereadores.

O caso foi analisado pela 1ª Câmara do Tribunal de Contas na sessão do dia 4 de setembro de 2014. Na época, o relator do processo era o conselheiro Umberto Porto, hoje aposentado. Em seu voto, ele destacou que a prefeitura de Santa Rita foi notificada para prestar os esclarecimentos, tendo inclusive solicitado prorrogação de prazo, mas deixou o prazo correr sem qualquer manifestação. Em vista disso, foi dado um novo prazo, de 30 dias, para que a prefeitura apresente documentos que comprovem efetivamente a frequência de Samuka Duarte.

JUSTIÇA

Na última segunda-feira, o juiz Gustavo Procópio Bandeira de Melo, da 5ª Vara Mista da Comarca de Santa Rita, decretou o bloqueio de bens de Samuka Duarte, atendendo a um pedido do Ministério Público Estadual, que moveu uma ação de Improbidade Administrativa, através da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Santa Rita, na qual acusa o radialista de acumular até cinco empregos na administração pública. De acordo com os autos, o réu manteve recebimento cumulativo de remunerações extraídas dos cofres públicos, a partir de acúmulo ilegal desses trabalhos no Estado e em prefeituras.

“Tenho a consciência limpa e a tranquilidade de quem não agiu de má-fé. Repito: nunca recebi sem trabalhar”

Samuka Duarte, apresentador da TV Correio

“É humanamente impossível a qualquer mortal exercer, simultaneamente, cinco cargos públicos, em cinco cidades diferentes. Admitir licitamente tal acumulação, é alçar o demando ao glorioso panteão supra-humano das ultrapassadas divindades mitológicas”

Gustavo Procópio, juiz

Ex-deputado estadual volta a trabalhar com ambulantes em João Pessoa

toinho do sopãoO ex-deputado Toinho do Sopão voltou a trabalhar com ambulantes no Centro de João Pessoa. Recordista de votos em 2010 com mais de 55 mil votos, ele não conseguiu não passou de 6850  votos em 2014.

Em contato com o Portal MaisPB, na tarde desta quarta-feira (20), Toinho disse que não vai procurar ajuda de eleitos e revelou que se tivesse voltado para a Assembleia Legislativa não teria votado na eleição de Adriano Galdino (PSB). “Com o meu voto, Ricardo Marcelo teria sido eleito”.

O ex-deputado alegou falta de condições financeiras para retornar a distribuição de sopa no Centro da Capital, afirmando que o projeto é tão caro que “ninguém quis lhe imitar”. “Nem Ricardo Coutinho conseguiu”, afirmou, recordando que o Governo do Estado iniciou projeto semelhante.

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Toinho disse que profissionalmente voltou a alugar um espaço para que ambulantes possam guardar as mercadorias cobrando uma taxa pelo aluguel.

Écliton Monteiro – MaisPB