Arquivo da tag: trabalhadores

Deputado Chió propõe programa de auxílio para trabalhadores culturais

O deputado estadual Chió (REDE/PB) tem mobilizado ações em prol da classe artística paraibana que enfrenta problemas básicos de sustento, em decorrência da pandemia do coronavírus, com a derrubada de agendas de apresentações, espetáculos e shows.

A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou no início de Maio, o Requerimento Nº 8474/2020, de autoria do parlamentar, que reivindica a criação de um Programa de Auxílio Emergencial para trabalhadores do setor cultural e para espaços culturais.

“A lista de eventos culturais cancelados, transferidos ou adiados é enorme. São trabalhadores que vivem de suas apresentações e do contato direto com o público para sobreviver. Precisamos impedir a falência absoluta do setor cultural criando um programa que auxilie esses artistas e suas famílias, nesse período delicado”, defendeu Chió.

De acordo com o parlamentar o seu mandato tem realizado ações em prol da Rede de Apoio ao Circo (RAC-PB), com o objetivo de auxiliar famílias circenses que estão desamparadas. “Enquanto mandato, temos feito esforços para ajudar essas famílias, mas, é preciso que as políticas assistenciais de Estado protejam esses paraibanos. Estou solicitando ainda, a antecipação de emendas no valor de R$ 200 mil reais para o setor cultural, com a finalidade de socorrer a nossa classe artística vulnerável”, enfatizou o deputado.

Fonte: Assessoria de Comunicação

 

 

Deputado paraibano doará 30% do seu salário para trabalhadores informais, durante pandemia

O deputado estadual Chió (REDE) anunciou neste domingo, 22 de Março, através de suas redes sociais, que doará 30% do seu salário para ajudar famílias de trabalhadores informais, durante pandemia.

O parlamentar alertou sobre a difícil situação enfrentada por trabalhadores autônomos e microempreendedores, que neste momento, por precisarem cumprir a quarentena, estão sem trabalhar e sem ter como sustentar suas famílias.

“Através do nosso mandato, temos construído um conjunto de medidas e propostas para ajudar essas pessoas. Estou aqui para dizer que, independente das decisões tomadas pelos três poderes, 30% dos meus rendimentos líquidos serão revertidos para essa população vulnerável da nossa região. O momento pede que todos cortem na carne para que famílias inteiras não pereçam de fome, ao mesmo tempo em que precisam enfrentar o vírus”, explicou.

Ainda em suas redes sociais, o parlamentar anunciou que fará uma live nesta segunda-feira (23), a partir das 16h, para conversar com a população e estabelecer a melhor maneira de destinação desses recursos na região do Brejo, Curimataú e Seridó paraibano.

FONTE: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE/PB)

 

 

Mulheres predominam entre trabalhadores com ensino superior

Levantamento feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp) apontou que ainda há desigualdade de gênero no mercado de trabalho brasileiro, informa a Agência Brasil.

Segundo os dados da pesquisa, as mulheres com ensino superior completo são a maioria no mercado de trabalho brasileiro (55,1% do total) na comparação com os homens com ensino superior. Essas mesmas mulheres com ensino superior também são maioria entre o número de admitidos de janeiro e dezembro do ano passado, principalmente na faixa etária entre 25 e 34 anos. Mas quanto ao rendimento, os maiores salários entre quem tem ensino superior ainda são dos homens, independentemente da idade.

No Brasil, a média salarial dos admitidos com ensino superior completo é de R$ 4.640 para homens e de R$ 3.287 para as mulheres, ou seja, em média, a mulher ainda recebe 41% a menos em seus salários em comparação aos homens.

Para a vice-presidente do Semesp, Lúcia Teixeira, não há justificativa para o fato de as mulheres terem salários menores que os homens.

“As mulheres já provaram sua competência em todas as áreas do conhecimento. Não se justifica terem menor rendimento. Isso acontece em outros países também, conforme relatório da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Fatores como progressão de carreira, natureza do trabalho (mesmo que dentro de um mesmo setor), tipos de contrato e vida familiar podem ter influência nesta injustificável disparidade de gênero, a ser superada”, disse ela.

Outro problema demonstrado pela pesquisa é que, após os 30 anos de idade, o salário avança para os homens, enquanto as mulheres têm pouca evolução salarial ao longo da carreira.

“Os números indicam que a desigualdade de gênero no Brasil ainda é grande. As mulheres são maioria nos cursos de ensino superior. Entretanto, essa busca das mulheres por qualificação e aperfeiçoamento profissional, na maioria dos casos, não representa aumento significativo na renda mensal”, disse Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp.

 

FOLHAPRESS

 

 

FGTS: 42% dos trabalhadores ainda não retiraram o complemento do saque imediato de R$ 998

A Caixa Econômica Federal informou, nesta terça-feira (dia 21), que pagou mais de R$ 1,5 bilhão de saque imediato complementar referente às contas de FGTS que tinham saldo de até R$ 998, em 24 de julho de 2019. Ao todo, cerca de 5,8 milhões de trabalhadores foram contemplados. O contingente representa 58% dos 10,2 milhões que têm direito ao complemento. Ou seja, outros 42% trabalhadores ainda não retiraram o dinheiro. Segundo a instituição financeira, o total de recursos disponíveis, neste caso, chega a R$ 2,6 bilhões.

Ao todo, o saque imediato do FGTS já pagou mais de R$ 26,9 bilhões para cerca de 58 milhões de trabalhadores, mas 31 milhões de pessoas ainda não retiraram a quantia. O número representa cerca de 60% dos 96 milhões de trabalhadores que podem retirar os R$ 42,6 bilhões previstos.

O saque imediato do FGTS poderá ser feito até o dia 31 de março de 2020. Após este prazo, o trabalhador somente conseguirá sacar recursos do Fundo de Garantia nas condições previstas em lei, como aposentadoria, doença grave, demissão sem justa causa e compra da casa própria, entre outras.

O prazo limite de 31 de março de 2020 vale tanto para o saque de até R$ 500 (válido para os trabalhadores com saldos maiores) quanto para o valor de até R$ 998 (para quem tinha até um salário mínimo na conta, podendo retirar mais R$ 498, se tiver sacado R$ 500 inicialmente). Caso o saque não seja feito até a data, os valores retornarão para as contas vinculadas do FGTS, com a devida atualização monetária e os juros correspondentes ao período em que estiveram disponíveis para saque.

Os clientes da Caixa que têm caderneta de poupança e não quiserem fazer a retirada do dinheiro têm até o dia 30 de abril podem informar ao banco que preferem manter o dinheiro no Fundo de Garantia. Nesse caso, mesmo que o crédito tenha sido feito na conta, a Caixa tem até 60 dias para retornar os valores para a conta vinculada de FGTS.

Saque de R$ 998

Em dezembro, o governo sancionou a lei aprovada pelo Congresso Nacional que autorizava o aumento no valor do saque imediato de R$ 500 para R$ 998, mas apenas para os trabalhadores que tinham até um salário mínimo na conta vinculada do Fundo de Garantia no dia 24 de julho de 2019 — data da publicação da Medida Provisória (MP) que instituiu o pagamento do saque imediato.

A Caixa liberou esse complemento de saque a partir do dia 20 de dezembro para todos os trabalhadores, incluindo aqueles que já haviam sacado os R$ 500.

 

Extra

 

 

Trabalhadores com ensino superior são os que mais demoram para voltar ao mercado

Os trabalhadores com ensino superior são os que levam mais tempo para conseguir voltar ao mercado de trabalho quando ficam desempregados. Um brasileiro que concluiu a faculdade demora, em média, 16,8 meses (quase um ano e meio) para se recolocar.

Como comparação, um profissional com ensino médio gasta 14,7 meses para encontrar um novo emprego e quem concluiu ensino fundamental demora, em média, 13,1 meses.

Os números foram compilados pela consultoria iDados, com base nas informações do terceiro trimestre da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Tempo médio de desemprego — Foto: Arte/G1

Tempo médio de desemprego — Foto: Arte/G1

Uma série de fatores, segundo os especialistas, explica as razões para os trabalhadores mais escolarizados do país demorarem mais para se recolocar.

Os brasileiros com ensino superior costumam trabalhar em regime formal. Portanto, em caso de demissão, recebem indenização –como multa do FGTS e seguro-desemprego – e conseguem ter alguma folga no orçamento para buscar uma recolocação.

“Uma pessoa mais qualificada tem mais probabilidade de ter um vínculo formal e, portanto, já são criadas proteções para o indivíduo, o que diminui o grau de urgência para encontrar um novo emprego”, afirma Bruno Ottoni, pesquisador do iDados.

Pelo lado das empresas, a contratação de um trabalhador mais qualificado também costuma ser mais lenta.

“Acredito que, na verdade, essa questão não é conjuntural, é da natureza das ocupações [que exigem ensino superior]. São processos de seleção mais criteriosos, a disponibilidade de vagas específicas é muito pequena. Isso não deve estar atrelado à conjuntura, até porque a taxa de desemprego [desse público] é menor do que a de outros grupos”, diz Cosmo Donato, economista da LCA consultoria.

Não por acaso, historicamente, esses trabalhadores sempre demoraram mais para se recolocar. No terceiro trimestre de 2018, por exemplo, eles levavam 15,7 meses para voltarem ao mercado.

Preferência por profissionais que já estão empregados

A preferência das companhias por profissionais que já estão empregados é outro fator que contribui para aumentar a espera por vagas dos trabalhadores com ensino superior que estão fora do mercado, observa Renato Trindade, gerente da consultoria Michael Page, especializada em recrutamento de executivos.

“A gente tem que pensar também com a cabeça do recrutador. Tem muitos profissionais com ensino superior no mercado, é uma gama muito grande de perfis pra analisar. E ainda existe o preconceito com quem está fora do mercado, muita gente prefere contratar alguém que esteja empregado e queira se movimentar. Aí a régua [de exigências] sobe.”

O fato de os trabalhadores mais qualificados levarem mais tempo para se recolocar não significa que eles sejam os principais afetados pelo desemprego. Pelo contrário: no terceiro trimestre, a taxa de desocupação entre os que tinham ensino superior completo era de 5,8%. No mesmo período, o país tinha uma taxa de desemprego total de 11,8%.

Exigência alta e salário baixo

A paulistana Alessandra Pereira, de 49 anos, faz parte do grupo de brasileiros que aguarda há meses por uma recolocação no mercado formal de trabalho. Graduada em tecnologia da informação (TI) e engenharia da computação, ela busca por uma nova oportunidade há 12 meses, depois de ser desligada de uma grande empresa da área de construção civil, onde atuava como secretária.

Apesar de colecionar formações, como pós-graduação e intercâmbio no exterior, a paulistana tem tido dificuldades de encontrar uma vaga com um salário à altura de suas competências e com carteira assinada.

“O que eu vejo é que as empresas exigem muitas qualificações e experiência para pagarem um salário muito baixo. O que oferecem, muitas vezes, é bem menos do que eu ganhava no meu último trabalho”, diz Alessandra.

Desde que começou a sua busca, ela já passou por dez entrevistas, mas continua à procura de uma recolocação. Graças às economias de 32 anos de trabalho, Alessandra ainda consegue segurar as contas. “Mas uma hora acaba”, diz.

Mudança de área

Juliana passou a trabalhar como maquiadora  — Foto: Arquivo pessoal

Juliana passou a trabalhar como maquiadora — Foto: Arquivo pessoal

Formada em moda, Juliana Ziolkowski Paulo, de 33 anos, também sentiu as dificuldades para voltar ao mercado de trabalho. Ela perdeu o emprego com carteira de trabalho assinada em outubro de 2015. Tentou uma recolocação até junho de 2016, quando decidiu fazer um curso de maquiagem.

“Eu tinha uma vontade guardada, sempre tive paixão por maquiagem”, afirma Juliana. “Fiz um curso de três meses de maquiagem e tive um estalo de que era com isso que queria trabalhar.”

Hoje, ela trabalha e um salão de um shopping em Florianópolis. “No começo trabalhei como freelancer e ia atendendo nas casas das pessoas. Faz dois anos que apareceu uma oportunidade nesse salão”, conta.

Mercado de trabalho deve ter alívio tímido

Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

Desempregados fazem fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo — Foto: Werther Santana/Estadão Conteúdo

A esperada melhora do desempenho econômico neste ano – as estimativas indicam que o PIB deve crescer próximo de 2,5% – deve se refletir no mercado de trabalho, embora o quadro ainda não seja animador.

As projeções dos analistas apontam para uma ligeira queda da taxa de desemprego neste ano, com uma composição melhor da criação de nova vagas, o que pode favorecer os trabalhadores com maior nível de escolaridade.

“Deveremos ter uma melhora gradual do mercado de trabalho. Esse processo já está em curso e pode haver uma qualidade um pouco melhor na criação de empregos”, diz Thiago Xavier, analista da consultoria Tendências. Na avaliação dele, a taxa de desocupação deve encerrar 2019 em 11,9% e cai para 11,6% neste ano.

A volta das vagas com carteira assinada deve ser puxada principalmente pelo setor de serviços, responsável por grande parte da composição do PIB, mas também por setores como indústria e construção civil, que sofreram nos últimos anos mas ensaiaram uma recuperação no fim de 2019.

Para Donato, da LCA, o emprego formal deve protagonizar uma retomada “mais contundente” em 2020, mas isso não se refletirá de forma significativa na taxa de desemprego, nem no nível de ocupação. O que acontecerá, na verdade, será uma troca de empregos informais ou por conta própria por outros com carteira assinada, à medida em que a economia avançar.

“O que vai mudar é a qualidade da composição [do mercado de trabalho], com uma maior geração de emprego formal. A gente continuará observando uma queda da taxa de desemprego, mas muito lentamente”, afirma.

Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1

Evolução da taxa de desemprego — Foto: Economia G1

Pelas projeções da LCA, a taxa média de desocupação deve ficar na média de 11,4% em 2020. A consultoria prevê geração de 800 mil vagas formais no ano, o que significa 2 milhões de postos abertos desde 2017.

Mas a volta da criação de emprego com carteira assinada não vai compensar tudo o que foi perdido durante a crise – apenas em 2015 e 2016, foram 3 milhões de vagas formais fechadas.

“Por mais que o mercado melhore, as pessoas ainda vão ter dificuldade para encontrar emprego. E os mais qualificados devem sair na frente.”

Desemprego recua puxado por informalidade recorde

Desemprego recua puxado por informalidade recorde

Trindade, da Michael Page, destaca que as empresas passaram por um processo de consolidação dos níveis de diretoria durante a crise e que devem continuar com estruturas mais enxutas. Também por isso, a retomada do mercado de trabalho deve ser lenta.

“Muitas posições sênior se concentraram em uma só. O diretor de marketing acabou absorvendo também a área de vendas, por exemplo. As companhias não vão voltar a ter estruturas inchadas”, diz.

Segundo ele, no momento as empresas estão buscando executivos e voltadas a fortalecer posições estratégicas como de recursos humanos e suporte, áreas-chave para sustentar o crescimento. Mais adiante, chegará a vez da contratação de profissionais para compor “o time”, como os analistas.

G1

 

Caixa começa a pagar Pis de trabalhadores nascidos em dezembro

O abono salarial dos programas de Integração Social (PIS) do calendário 2019/2020 começa a ser pago hoje (12) para os beneficiários nascidos em dezembro.

A Caixa Econômica Federal é responsável pelo pagamento do abono salarial do PIS. Os titulares de conta individual na Caixa, com cadastro atualizado e movimentação na conta, já receberam o crédito automático antecipado no último dia 10.

Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho de 2020.

Os valores variam de R$ 84 a R$ 998, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano-base 2018.
Segundo a Caixa, são mais de 1,8 milhão de trabalhadores nascidos em dezembro, totalizando R$ 1,3 bilhão em recursos injetados na economia. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207.

A Caixa vai liberar cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o final do calendário.

Quem tem direito ao saque

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano base 2018.

Quem tem o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento do banco. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta da Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco, apresentando o documento de identificação oficial com foto.

Pasep

O trabalhador com vínculo a empresa pública tem inscrição no Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

Neste mês, não há nova fase de pagamento do Pasep. Em novembro, o Banco do Brasil liberou o pagamento para os servidores públicos com final de inscrição 4. Os próximos a receber são os servidores com final de inscrição 5 e 6, no dia 16 de janeiro. Aqueles que têm conta no Banco do Brasil também recebem o crédito automaticamente em conta, dois dias antes da liberação de pagamentos.

O banco oferece ainda transferência eletrônica disponível (TED) sem custos para aqueles que têm conta em outras instituições financeiras.

 

Agência Brasil

 

 

Sindicato de trabalhadores da Energisa anuncia greve a partir da próxima quarta

O Sindicato de Trabalhadores Nas Indústrias Urbanas da Paraíba (STIUPB) anunciou a deflagração de uma paralisação por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (11).

A paralisação foi decidida em Assembleia Geral Extraordinária realizada entre os dias 21 e 26 de novembro, após a rejeição da proposta de Acordo Coletivo de Trabalho apresentada pelas empresas.

Confira abaixo:

AVISO DE GREVE O SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS URBANAS DA PARAIBA – STIUPB, CNPJ 09.368.580/0001-49, localizado à Rua Tavares Cavalcante, 199 – Centro – Campina Grande – CEP: 58.400-150, por seu Presidente abaixo assinado, conforme o Estatuto Social da Entidade e para cumprimento das exigências da Lei nº 7.783/89 e o Art. 9º da Constituição Federal, avisa às empresas Energisa Paraíba e Energisa Borborema, aos usuários de seus serviços e à população em geral, que os empregados pertencentes a estas empresas na base territorial deste Sindicato, em todo Estado da Paraíba com exceção da cidade de João Pessoa, realizaram Assembleia Geral Extraordinária entre os dias 21, 22, 25 e 26 de Novembro de 2019, onde deliberaram pela deflagração de paralisação por tempo indeterminado, a partir do dia 11 de dezembro de 2019, em razão da rejeição da proposta do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 apresentada pelas empresas, no que diz respeito aos seguintes pontos: 1 – Reajuste salarial; 2 – Reajuste do valor do ticket alimentação e; 3 – Coparticipação no plano de saúde dos dependentes.

Campina Grande-PB, 04 de dezembro de 2019

Wilton Maia Velez

Presidente

 

 

Trabalhadores já podem optar pelo Saque-Aniversário do FGTS

Os trabalhadores já podem optar pelo Saque-Aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A opção pode ser registrada no aplicativo do FGTS ou neste link.

Essa modalidade de saque foi criada pela Medida Provisória nº 889/2019. Ao confirmar esta opção em um dos canais divulgados pelo banco, o trabalhador deixará de efetuar o saque em caso de rescisão de contrato de trabalho.

O primeiro saque será feito de acordo com o calendário:

Mês de Nascimento                    Período de saque

Janeiro e fevereiro                      Abril a junho de 2020

Março e abril                               Maio a julho de 2020

Julho                                           Julho a setembro de 2020

Agosto                                         Agosto a outubro de 2020

Setembro                                    Setembro a novembro de 2020

Outubro                                       Outubro a dezembro de 2020

Novembro                                    Novembro de 2020 a Janeiro de 2021

Dezembro                                    Dezembro de 2020 a Fevereiro de 2021

A partir de 2021, a liberação ocorrerá no mês de aniversário do trabalhador, que deverá escolher o dia 1º ou 10º do mês. Segundo a Caixa, a diferença é que, ao optar pelo 10º dia, a base de cálculo do valor a receber será acrescida de juros e atualização monetária do mês de saque.

O trabalhador poderá sacar um percentual calculado sobre o saldo do FGTS, acrescido de parcela adicional fixa:

FGTS
Tabela FGTS – Agência Brasil

Os valores ficarão disponíveis para saque por três meses, a conta do primeiro dia útil do mês de nascimento. Quem tem poupança ou conta corrente em qualquer banco pode solicitar o crédito em conta.

A migração para a modalidade Saque-Aniversário não é obrigatória. Quem não comunicar à Caixa o interesse em migra, permanecerá na regra de saque-rescisão, em que o trabalhador demitido sem justa causa, tem direito ao saque integral de sua conta do FGTS, acrescido de multa rescisória.

Aos optantes pelo Saque-Aniversário estão mantidas as movimentações da conta para compra de casa própria, doenças graves, aposentadorias e outros.

 

 

Agência Brasil

 

 

Trabalhadores dos Correios da Paraíba entram em greve por tempo indeterminado, diz sindicato

Os trabalhadores dos Correios da Paraíba entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira (11). Uma assembleia do Sindicato dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos da Paraíba (Sintect), realizada na noite desta terça-feira (10), definiu o posicionamento dos trabalhadores.

De acordo com o diretor do sindicato, Fael Paiva, desde julho os trabalhadores estão em campanha salarial, no entanto, ele informou que não houve negociação. O G1entrou em contato com a assessoria de comunicação dos Correios e aguarda um posicionamento sobre os impactos que foram gerados na execução das atividades.

A principal reivindicação, segundo o sindicato, é a reposição salarial de acordo com a inflação e os benefícios integrais no valor acumulado da inflação do período agosto de 2018 a julho de 2019. Além disso, os trabalhadores pedem manutenção de cláusulas sociais e aumento de salário no valor de R$ 300 linear.

Conforme o Sintect, a proposta da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) reduziria a reposição salarial para 0,8% de reajuste, o que representa R$ 13 no salário-base de carteiro.

G1

 

Acidentes afastaram 17 mil trabalhadores das suas atividades na Paraíba

Na Paraíba, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais afastaram 17,5 mil paraibanos das suas atividades, entre 2012 e 2018, segundo dados do Observatório de Saúde e Segurança no Trabalho. Desses, quase 2 mil trabalhadores foram afastados só no ano passado. Esses afastamentos previdenciários geraram um prejuízo total de R$ 150 milhões aos cofres públicos, ao longo desse período.

Trabalhadores do setor de saúde têm a maior quantidade de ocorrências registradas (10% dos casos), sobretudo em relação a profissionais de enfermagem e limpeza. Já do ponto de vista das ocupações, os registros predominam entre alimentadores de linha de produção (5,5%), técnicos de enfermagem (5%), faxineiros (3,2%), serventes de obras (2,8%) e motoristas de caminhão (2,4%).

Na Paraíba, profissionais da área de saúde participaram, na última terça-feira, de uma capacitação, sobre a NR 32 (Norma Regulamentadora): Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. O evento foi realizado no Hospital de Trauma da cidade de Campina Grande, com a participação de especialistas e do procurador do MPT-PB Raulino Maracajá.

Campanha

Segundo Maracajá, este ano pelo menos 21 municípios da Paraíba se engajaram no ‘Abril Verde’, que alerta para a prevenção da saúde e da segurança no trabalho.

“Em relação aos anos anteriores, o movimento subiu de patamar e hoje pode-se dizer que é reconhecido pela sociedade. A divulgação nas mídias, os eventos realizados, os órgãos parceiros contribuíram para engrandecer o Abril Verde”, avaliou, ressaltando que a prevenção deve continuar o ano inteiro.

Já na última quarta-feira, o procurador Raulino Maracajá participou de Sessão Especial e conjunta entre a Câmara Municipal de Campina Grande e a Assembleia Legislativa da Paraíba sobre o Abril Verde e os acidentes de trabalho. Na tarde de ontem, ele ministrou palestra sobre Segurança do Trabalho em Sumé, município do Cariri paraibano.

20 mil acidentes

Cerca de 20 mil acidentes de trabalho foram registrados na Paraíba desde 2012 até hoje, segundo dados do Observatório de saúde e Segurança do Trabalho.

Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

paraiba.com.br