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Preso suspeito de torturar a nora; vítima era obrigada a ficar de joelho exposta ao sol

Um homem foi preso, na manhã desta quarta-feira (21), suspeito de torturar a nora, no bairro do Róger, em João Pessoa. O suspeito também teria retido o cartão do programa Bolsa Família, pertencente à jovem. A informação é do programa Show da Arapuan, da Rádio Arapuan, que é apresentado por Washington Luiz, Erly Fernandes e Clilson Júnior.

De acordo com informações de um vizinho, o homem teria obrigado a vítima a ficar de joelhos, no meio da sul, exposta ao sol. Ele falou que a ordem é para que a mulher permanecesse no lugar por uma hora, rezando. “Vi aquela cena e não aguentei, por isso chamei a polícia”, contou o morador.

Ele disse ainda que a polícia prendeu o suspeito e flagrante e o conduziu à delegacia para ser ouvido.

paraiba.com.br

 

 

Justiça mantém prisão de casal suspeito de torturar criança em Boqueirão

O casal preso pela Polícia Civil e suspeito de torturar uma criança de sete anos, na cidade de Boqueirão, interior da Paraíba, vai aguardar julgamento recolhido em dois  presídios de Campina Grande.

A decisão foi tomada pela  Justiça, durante audiência de  custódia realizada na manhã desta terça-feira (23).

Maria Aparecida Souza Silva, mãe da criança, será transferida para o Presídio Feminino de Campina Grande. O companheiro dela, Edilson Cosme Albuquerque, padrasto da vítima, será conduzido à Penitenciária Padrão de Campina Grande.

As informações foram repassadas pelo delegado da Policia Civil, Yasley Almeida, que conduziu as investigações.

A justiça acatou pedido feito pela Polícia para decretar a prisão preventiva dos dois suspeitos, após investigações apontarem que eles praticavam maus tratos e até torturas conta um menino de sete anos de idade.

“A criança apanhava com fios, tinha as mãos queimadas com gotas de velas e era acorrentado ao guarda-roupa, para não sair e nem se alimentar”, afirmou o delegado.

O caso gerou comoção social, principalmente porque a principal acusada dos crimes é mãe da criança.

De acordo com informações da Polícia Civil, Maria Aparecida Sousa Silva praticou os crimes com ajuda do seu companheiro Edilson Cosme Albuquerque.

Os dois foram presos na manhã da última quinta-feira (18) pela Polícia Civil.

No dia da prisão, o delegado explicou que os mais tratos foram denunciados pela tia do menor, no dia 10 de julho deste ano. Após acionar a Polícia, a mulher foi até a casa onde estava a criança, junto com conselheiros tutelares para resgatar o menino.

“Eles encontraram o menino muito debilitado, desnutrido, com muitas lesões na cabeça, tórax e outras partes do corpo. Foi levado ao hospital e ainda permanece em tratamento”, declarou o delegado.

Ao tomar conhecimento do caso, a Polícia Civil instaurou inquérito policial e começou a ouvir pessoas próximas. “Ouvimos conselheiros tutelares, assistentes sociais da escola onde o menino estuda  e ouvimos  a criança, que  nos relatou a rotina de sofrimento que vivia”, afirma Almeida.

Para o delegado, o menino  foi vítima  de tentativa de  homicídio triplamente qualificado. “Ao praticar as agressões, o casal pretendia causar a morte do menino, por motivo fútil, sem possibilidade de defesa e com uso de requintes de tortura”, declara.

A mãe e o padrasto da criança negaram a prática do crime, mas as provas coletadas pela Polícia levaram a Justiça a decretar a prisão preventiva contra eles.

A criança continua sob cuidados médicos.

 

clickpb

 

 

Mãe e padrasto suspeitos de torturar menino de sete anos em Boqueirão, PB, são presos

Foram presos o padrasto e a mãe do menino de sete anos que era acorrentado e torturado na cidade de Boqueirão, a 146 km de João Pessoa. Maria Aparecida Sousa Silva e Edilson Cosme Albuquerque foram presos por força de mandados de prisão preventiva expedidos a pedido da Polícia Civil.

Os suspeitos foram encaminhados para delegacia seccional da cidade de Queimadas. A informação foi confirmada na manhã desta quinta-feira (18) pelo delegado Iasley Almeida, responsável pela investigação do caso.

A criança de sete anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado de desnutrição e com ferimentos no dia 10 de julho. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe e pelo padrasto. O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que a criança sofria agressões físicas prolongadas e contínuas, o que se configura como tortura.

Conforme explica Márcio Leandro, chefe do Numol, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda. “Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

A criança deve passar por cirurgias plásticas após tratamento dos ferimentos no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo informações repassadas pela unidade de saúde, o menino tem um ferimento tão grave na cabeça que vai precisar passar por uma cirurgia plástica para reconstituir o tecido lesionado. O diretor-técnico do hospital Gilney Porto, explicou que é preciso primeiro esperar a cicatrização dos ferimentos.

De acordo com Márcio Leandro, uma reavaliação precisa ser feita na criança para que sejam identificados os graus das lesões que devem permanecer no menino. No entanto, isso só vai acontecer após a cirurgia.

O menino de sete anos permanece internado no Hospital de Trauma de Campina Grande, com estado de saúde considerado estável. Ainda não há previsão de receber alta médica.

(Foto: Mayara de Oliveira/Portal Correio)

G1

 

Trio é preso suspeito de torturar doméstica paraibana em Natal

Policial .Policiais Civis da Paraíba prenderam nesta sexta-feira (30) três suspeitos de torturar uma empregada doméstica acusada pelo trio de ter cometido um furto na residência de um deles. A mulher é moradora da cidade Baraúna, na Região da Borborema paraibana, onde foi registrada a agressão. Os suspeitos foram presos em Natal, capital do Rio Grande do Norte, durante uma operação de cumprimento de mandados de prisão. Um dos três detidos é policial militar no Rio Grande do Norte, segundo a polícia.

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A tortura foi motivada pela suspeita de que a doméstica havia furtado R$ 3 mil durante a semana em que trabalhou na casa de um dos envolvidos na agressão, na cidade de Natal, segundo informações da delegada do município de Picuí, Dianni Regina, que investiga o caso. Ela disse ainda que os três presos e mais um quarto suspeito foram até a cidade de Baraúna, acusaram a empregada, a torturaram fisicamente, fizeram ameaças de morte e saíram do local levando uma motocicleta que pertencia à família da doméstica como garantia da devolução do dinheiro roubado.

“Essa é a versão que ela nos contou. A submetemos à exames de corpo de delito, que comprovaram a ocorrência de agressões físicas. Ela garantiu no depoimento que não furtou nada. Na investigação ficou comprovado que o ex-patrão não havia registrado nenhum tipo de queixa na polícia na época do suposto furto”, comentou. Ainda de acordo com a delegada, a doméstica trabalhou apenas cerca de oito dias na residência em questão.

O policial militar envolvido no caso ficou detido no comando da Polícia Militar em Natal, pois segundo a delegada, Picuí não tem estrutura de detenção para policiais. Os outros dois detidos estavam sendo ouvidos no final da tarde desta sexta-feira para, logo em seguida, serem encaminhados para a Cadeia Pública de Picuí.

A tortura havia sido registrada na delegacia de Picuí no último dia 14 de abril, de acordo com a delegada Dianni Regina. O quarto suspeito de envolvimento com a tortura, que também é morador de Natal, continua foragido. Segundo a policial, eles podem responder pelos crimes de tortura e roubo de veículo.

 

 

Do G1 PB

Polícia prende suspeitos de torturar e matar mulher que furtou biscoitos

mulherA polícia prendeu três pessoas suspeitas de sequestrar, torturar e matar uma mulher que furtou um pacote de biscoitos em Osasco, na Grande São Paulo. O grupo gravou o crime e o vídeo levou os bandidos à prisão.

A manicure de 26 anos foi levada para um cativeiro na favela do Assucará, em Osasco, após uma mulher ter dito que ela furtou comida de sua casa. Em um post no facebook, uma amiga da manicure disse que ela estava desaparecida desde o dia 24 de abril e que a família “estava muito preocupada”.

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A mulher que encomendou o crime aos dois homens também foi presa, segundo a Polícia Civil. “Seria um pequeno furto de alimentos, pacotes de bolacha, que levou esse grupo e essa quadrilha a sequestrar essa moça, levar ela para cárcere privado, torturar e matar”, disse o delegado Zacarias Tadros, responsável pelo caso.

 

G1

‘Estou muito arrependida’, diz mãe autuada por torturar o filho de 8 anos

Foto: Giulliane Viêgas / Extra
Foto: Giulliane Viêgas / Extra

Presa desde a noite desta segunda-feira na 32ª DP (Jacarepaguá) sob a acusação de torturar o filho de 8 anos, uma cozinheira de 36 disse, na manhã desta terça, estar arrependida do crime. Ela não chegou a agredir o menino, mas autorizou que o padrasto o fizesse. O homem, de 37 anos, está também está preso. O casal foi autuado por tortura – crime inafiançável, cuja pena pode chegar a oito anos – já teve a prisão temporária decretada pela Justiça.

A cozinheira alegou que deixou que o filho fosse espancado com o auxílio de uma sandália e um cinto porque não sabia como manter o menino em casa. Ela alega que o garoto sai de casa, em Rio das Pedras, Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, para praticar pequenos furtos.

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– Pedi para ele bater porque me senti perdida por não saber mais o que fazer para educar meu filho. Mas chegou uma hora em que vi que ele passava dos limites e pedi para parar de bater. Mas ele estava descontrolado e não parou. Me dói demais lembrar do que aconteceu. Estou muito arrependida – contou ela, chorando muito.

 

O rosto do menino, marcado pelos machucados
O rosto do menino, marcado pelos machucados Foto: Giulliane Viêgas / Extra

 

A mulher disse que tem outros cinco filhos e nunca bateu em nenhum deles.

Já o padrasto não demonstra qualquer arrependimento. Segundo ele, o garoto vinha contando mentiras e, na segunda-feira, “foi a gota d´água”.

– Bati porqe ele estava mentindo e fazendo pequenos furtos. A mãe estava cansada de pedir para ele parar e nada – contou o vidraceiro.

O casal foi preso depois que a criança, muito machucada, foi até a casa do pai, que mora perto. Lá, o garoto – com o rosto muito machucado – contou o que acontecera. O pai, então, chamou policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá), que prenderam mãe e padrasto em flagrante.

– Foi uma coverdia o que fizeram com meu filho. Vou tentar conseguir a guarda dele – disse o pai do menino.
Extra

No Sertão: acusada de torturar filho de dois anos é encontrada morta com vela na barriga

AcusadaA Polícia Militar encontrou no Sertão da Paraíba o corpo de uma mulher com sinais de espancamento e com uma vela sobre a barriga. A vítima já foi presa por espancar o filho de dois anos e era acusada de torturar a criança.MÁGIA

De acordo com informações da Polícia, Maria José Alves Tenório, de 27 anos, foi encontrada morta por um grupo de garotos que brincavam por trás do Colégio Diocesano Padre Rolim, e avistaram o corpo da mulher já sem vida. Ela foi encontrada com uma perfuração de faca no pescoço, sinais de violência , corpo estava bastante ensangüentado e em cima do corpo foi encontrada uma vela que queimou na barriga mulher.

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Maria José Alves Tenório já tinha passagem pela Polícia. Ela espancou violentamente sua filha de dois. A agressão aconteceu no dia 03 de fevereiro de 2013, na cidade de Cajazeiras.

Na época, testemunhas informaram à Polícia que a criança estava brincando perto de uma vela, quando viu uma nota de R$ 5, pegou e queimou. Maria José Alves Tenório ao ver o dinheiro sendo queimado passou a espancar violentamente seu filho, com várias chicotadas.


Mais PB com Diário do Sertão

Deputado estadual é convocado para depor sob acusação de espancar e torturar advogada em barco do parlamentar

O deputado estadual Samuel Corrêa da Rocha Junior (PR-RJ), conhecido popularmente como ‘Samuquinha’ está sendo acusado de espancar e torturar a advogada Christine Calixto. O parlamentar foi convocado para prestar depoimento ao delegado Deoclécio Francisco de Assis Filho, titular da 37ª DP (Ilha do Governador) sobre o caso sobre lesão corporal e dano.

A advogada mostrou durante entrevista ao G1, hematomas no braço esquerdo, atrás do pescoço e nas pernas, que teria sido resultado das agressões de Samuquinha na madrugada do último dia 13 de outubro no barco do deputado, ancorado no Iate Clube Jardim Guanabara, na Ilha do Governador.

Através do seu chefe de gabinete, o deputado afirmou que sequer conhece Christine Calixto, e que as acusações da advogada são “calúnias” e que estaria “entrando com medidas judiciais com contra ela.

Christine, que também registrou queixa na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), contou também que conheceu Samuquinha em julho, quando recebeu um convite de um amigo do deputado para ir ao churrasco.

Os dois passaram a se encontrar com frequência e ela teria ido ao apartamento com frequência ao apartamento do legislador em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. “Ele me apresentava a todo mundo como namorada”, lembrou a advogada.

“O Samuel nunca tinha se mostrado uma pessoa violenta. Muito pelo contrário: era a pessoa mais dócil do mundo e me tratava muito bem. Sempre me deu flores. Eu retribuí com vários presentes, que estão no barco dele”, revelou Christine.

A advogada narrou com teria acontecido a agressão. Ela conta que saindo de um restaurante, ao casal foi ao Iate Clube Jardim Guanabara, onde estava o barco do deputado. Dentro do barco, os dois dançaram Fábio Júnior e Roberto Carlos e tivemos relações sexuais. Após Samuquinha teria a pedido em casamento. Em um surto, o deputado pegou garrafa de vodca e tacou na minha cabeça da advogada.

“Ele dizia que eu o havia traído com o amigo dele, que nos apresentou. Falei: ‘Vamos embora, Samuel.’ Ele respondeu: ‘Não. Só tá começando. Eu vou te matar.’ Quando peguei minha bolsa para ir embora, ele me deu uma rasteira e eu caí. Ele me socou foi muito: chutes e socos. Cheguei a ter hemorragia interna”, complementa a advogada. Christine afirma ainda que Samuquinha usou um sapato dela, com salto, nas agressões: “Fiquei com a boca e o rosto ensaguentados. Meu sapato está lá em casa, ainda com sangue e fios de cabelo meus.”

Christine conta que resolveu procurar a imprensa porque ele falou que ia matar o meu pai’ dela.

“Ele disse: ‘Vou botar uma corda no pescoço com uma pedra, e vou te jogar no mar. E, depois, vou matar teu pai.’”, recorda. “Eu estava semidesmaiada, mas quando o ouvi falar do meu pai, disse: ‘Meu pai não! Não mexe com meu pai!’”, acrescenta a advogada.

De acordo com Christine, por volta das 5h, Samuquinha a teria deixado no barco e ido embora, a pé. “Fiquei dentro do iate, deitada na proa, sozinha. Ele mandou dois seguranças, dizendo que eu estava invadindo propriedade alheia. Os seguranças viram meu estado, me levantaram e me levaram até meu carro”, conta. “No caminho, passei pelo Samuel, que estava em um ponto de ônibus. Ele gritou: ‘Vai na 37ª DP. Eu conheço o delegado de lá. Isso não vai dar em nada. Já fiz isso várias vezes. Tenho imunidade parlamentar.’”, complementa a advogada.

Christine diz que, então, foi registrar a ocorrência na 37ª DP. Em seguida, foi ao Hospital Municipal Paulino Werneck, na Ilha do Governador e, depois, ao Instituto Médico Legal (IML), onde fez exame de corpo de delito.

MaisPB

com G1

Pai é preso no Rio após torturar filha que não sabia usar o penico

Na foto, aberta no computador da delegacia, as marcas da agressão no nariz, na testa e próximo ao olho da criança (Foto: Cristiane Cardoso/G1)

Alexandro dos Santos, de 32 anos, suspeito de espancar a filha de 3 anos, foi preso na tarde desta terça-feira (4), após denúncia da tia da criança. O pai alegou que bateu na menina porque está com problemas financeiros e porque ela não usou o penico de forma adequada.

Alexandro dos Santos, pai da menina de 3 anos, é acusado de tortura (Foto: Cristiane Cardoso/G1)Alexandro dos Santos, pai da menina de 3 anos,
é suspeito de tortura (Foto: Cristiane Cardoso/G1)

Mais cedo, a tia foi à delegacia informar que encontrou a criança com ferimentos e com o cabelo cortado. À tarde, Alexandro se entregou à polícia.

A menina está sob a guarda do Conselho Tutelar, após ter sido encaminhada para o Instituto Médico-Legal (IML).

“Ela defecava no chão e isso me deixava nervoso”, contou o pai, que afirmou estar arrependido.

Segundo Alexandro, a criança morava há um mês com os pais, pois nasceu com um problema de saúde e foi criada pela madrinha. Ele disse que tem mais duas outras filhas com a mulher, e que elas nunca teriam sofrido qualquer tipo de agressão.

De acordo com o delegado Antônio Ricardo, da 32ª DP (Jacarepaguá), Alexandro vai responder por crime de tortura e a mãe, por omissão de tortura. O suspeito contou que a mulher discutiu com ele após ver a filha machucada e que, por isso, ela quase se separou dele. O delegado explicou que indiciou a mãe porque foi a tia quem denunciou o caso.

Alexandro, que é réu primário, pode pegar de 2 a 8 anos de prisão.

Nas costas da criança, também há marcas das agressões (Foto: Cristiane Cardoso/G1)Nas costas da criança, também há marcas das agressões (Foto: Cristiane Cardoso/G1)
G1