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Criança torturada na cidade de Boqueirão recebe alta médica e fica na guarda de tia na PB

O menino de 7 anos de idade que foi torturado na cidade de Boqueirão, no Cariri paraibano, está sob a guarda de uma tia. A guarda provisória foi concedida pela Justiça da Paraíba durante uma audiência realizada nesta segunda-feira (12). O menino que chegou a ser acorrentado e queimado com pingos de vela recebeu alta médica no último sábado (10), após passar um mês internado. A mãe e o padrasto dele foram presos como suspeitos.

A guarda provisória foi concedida de maneira emergencial após o menino sair do Hospital de Trauma de Campina Grande. Ele ficou internado após apresentar um quadro avançado de desnutrição e ainda vários ferimentos pelo corpo. A tia que ficou com a guarda foi quem se apresentou para buscar ele no Hospital, após a alta.

Ainda segundo o Ministério Público da Paraíba (MPPB), já foi aberto um processo de guarda definitiva. O caso também foi acompanhado pelo Conselho Tutelar de Boqueirão, que confirmou que a guarda definitiva está sendo direcionada para a tia que já está com o menino, na cidade de Boqueirão

A criança de 7 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande no dia 10 de julho. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe e pelo padrasto. O menino precisou passar por uma cirurgia plástica por causa das torturas.

Torturas

O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que a criança sofria agressões físicas prolongadas e contínuas, o que se configura como tortura. Em entrevista, o delegado Iasley Almeida, disse que a criança ficava acorrentada, apanhava e tinha as mãos queimadas com pingos de vela.

Conforme explica Márcio Leandro, chefe do Numol, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda. “Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

Prisão

A mãe do menino, Maria Aparecida Sousa Silva, e o padrasto dele, Edilson Cosme Albuquerque, foram presos por força de mandados de prisão preventiva expedidos a pedido da Polícia Civil. Durante audiência de custódia, a justiça decidiu por manter a prisão dos dois. Eles continuam presos.

G1

 

Laudo confirma que criança socorrida com desnutrição e lesões foi torturada, na PB

O laudo finalizado pelo Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) confirmou que o menino de 7 anos, vítima de maus tratos na cidade de Boqueirão, na Paraíba, foi torturado. De acordo com o chefe do Numol, Márcio Leandro, o prolongamento das agressões caracteriza a tortura.

A criança deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado de desnutrição e com ferimentos no dia 10 de julho, à noite. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe, em Boqueirão, Cariri da Paraíba. O padrasto da criança também está sendo investigado

Conforme o laudo do Numol, já entregue à Polícia Civil, existem lesões abertas e cicatrizadas, comprovando que a criança foi agredida por um longo período de tempo. Conforme explica Márcio Leandro, no momento do exame o menino estava muito debilitado, desnutrido e com um quadro de anemia profunda.

“Tinha lesões por todo corpo, nas costas e lesões nos glúteos, o que indica que ele passou bastante tempo imóvel, imobilizado, por estar acorrentado. As agressões foram tão prolongadas que se tornou tortura”, explica o chefe do Numol.

A criança deve passar por cirurgias plásticas após tratamento dos ferimentos no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Segundo informações repassadas pela unidade de saúde, o menino tem um ferimento tão grave na cabeça que vai precisar passar por uma cirurgia plástica para reconstituir o tecido lesionado. O diretor-técnico do hospital Gilney Porto, explicou que é preciso primeiro esperar a cicatrização dos ferimentos.

De acordo com Márcio Leandro, uma reavaliação precisa ser feita na criança para que sejam identificados os graus das lesões que devem permanecer no menino. No entanto, isso só vai acontecer após a cirurgia.

O menino de 7 anos permanece internado no Hospital de Trauma de Campina Grande, com estado de saúde considerado estável. Ainda não há previsão de receber alta médica.

Suspeitos ouvidos

A mãe e o padrasto da criança foram ouvidos pelo delegado Iasley Almeida, responsável pelo caso, e após depoimento, foram liberados. De acordo com o delegado, não havia situação de flagrante e por isso os suspeitos foram liberados. A polícia segue colhendo provas materiais e testemunhais sobre o caso.

O Conselho Tutelar informou à polícia ter recebido denúncias de que havia uma criança em estado de desnutrição e com ferimentos, devido a maus-tratos praticados pela própria mãe, como queimaduras com vela e acorrentada pelos pés. O problema foi percebido por professores e pela diretora da escola onde a criança estuda, depois que o menino chegou muito magro e sem forças para se manter em pé.

Iasley Almeida explicou que os indícios apontam que a mãe do menino estava tentando matá-lo mediante tortura. “A criança que veio morar com a mãe nos últimos dois meses estava sendo acorrentada pelos pés, sofrendo queimaduras, agredida com fios. Mostrando que estava sendo torturada psicologicamente. Não sendo alimentada. Tudo isso nos mostra que a mãe tinha a intenção de matar a criança mediante tortura”, contou Iasley Almeida.

G1

 

Segue sem previsão de alta criança torturada pela mãe, na PB

A criança torturada e acorrentada pela própria mãe, no município de Boqueirão, na Paraíba, segue internada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande e sem previsão de alta. A informação foi divulgada na tarde deste sábado (13), pela assessoria de comunicação da unidade hospitalar, por meio de um boletim médico.

O menor apresentou melhora no quadro de anemia, mas ainda está sendo medicado com antibióticos por conta das várias lesões pelo corpo.

VEJA O BOLETIM

 

Entenda o caso

A criança de 11 anos deu entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado de desnutrição e com ferimentos na quarta-feira (10), à noite. De acordo com a Polícia Civil, a criança estaria sofrendo maus-tratos praticados pela mãe, em Boqueirão, Cariri da Paraíba. O padrasto da criança também está sendo investigado

Segundo o delegado Iasley Almeida, responsável pelo caso, o Conselho Tutelar informou ter recebido denúncias de que havia uma criança em estado de desnutrição e com ferimentos, devido a maus-tratos praticados pela própria mãe, como queimaduras com vela e acorrentada pelos pés. Os maus tratos foram descobertos por professores da escola em que ele escuta.

Segundo informações repassadas pelo Trauma de Campina Grande, o menino tem um ferimento tão grave na cabeça que vai precisar passar por uma cirurgia plástica para reconstituir o tecido lesionado. O diretor-técnico do hospital Gilney Porto, explicou que é preciso primeiro esperar a cicatrização dos ferimentos.

PB Agora

 

 

Vídeo: Mãe de garota torturada diz que não perdoa menores por ato: ‘Desumano’

A mãe da adolescente de 14 anos torturada em Trindade, Região Metropolitana de Goiânia, disse que não perdoa as quatro menores flagradas cometendo o ato infracional. As próprias garotas filmaram as agressões, que segundo a polícia, foi motivada por ciúmes do ex-namorado de uma delas. O grupo está apreendido, mas, de acordo com a mulher, a sensação ainda não é de alívio.

“Elas vão sair pior do que entraram. Aí elas vão matar não só a minha filha como qualquer outra que olhar para elas de cara feia. Não tem perdão uma coisa dessas porque isso aí é desumano”, desabafa a mulher, que prefere não se identificar.

Segundo a delegada Renata Vieira, responsável pelo caso, as quatro adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos, foram encaminhadas para centros de internação em Goiânia e Formosa, no Entorno do DF. Elas ficaram nesses locais por até 45 dias, prazo que a Justiça tem para decidir se elas permanecem ou não internadas.

Elas serão indiciadas pelos atos infracionais análogos aos crimes de tortura e tentativa de homicídio. Se condenadas, podem ficar no máximo três anos internadas.

Agressões com pau e facão
A menina foi atraída para a casa de uma das suspeitas na última quinta-feira (29) sob o pretexto de que haveria uma festa no local. Ao chegar, ela foi esfaqueada e agredida com pedaço de pau e um facão em uma sessão de tortura que durou quase 4 horas.

Até mesmo uma cova foi feita no quintal da casa para que a menina fosse sepultada. “Elas começaram a me bater, me amarraram, me mostraram onde eu iria ser enterrada. Nisso, me deram uma facada e me colocaram na cova. Pensava só que eu ia morrer”, contou a vítima.

Após ser apreendida e relatar o que aconteceu, uma das menores, de 14 anos, se indignou porque a vítima conseguiu escapar. “Todo mundo aqui estava com raiva dela. Porque ela não gosta da gente por causa desse negócio de namoradinho. No nosso pensamento, íamos bater nela, ela ia morrer e nós íamos enterrar ela. Só que aí não deu certo porque nós somos a frouxa, sabe. Nós não damos conta de começar o serviço e terminar”, disse.

Mãe de garota torturada diz que não perdoa menores por ato: 'Desumano' em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Garota de 14 anos ficou com várias lesões nas costas após a tortura (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Resgate
A menina foi auxiliada por uma mulher, que assistia a um programa de televisão quando foi surpreendida pelos gritos da vítima. Ela olhou pelo muro e viu a menor machucada.

“Minha filha ajudou ela a pular o muro. Coloquei ela para dentro e tranquei as portas porque não sabia se tinha alguém atrás. A minha intenção foi ajudar. Mandei minha menina chamar a mãe dela na casa dela”, declarou a mulher, que prefere não ser identificada. Em seguida, a adolescente foi levada de carro para um hospital.

A testemunha conta que se assustou com a agressão. “Nossa, a gente fica num susto tremendo. Isso não é coisa que se faça com ninguém. O que tem na cabeça de uma pessoa dessas?”, questiona.

Segundo a polícia, a vítima estava contando com a ajuda do ex-namorado de uma das suspeitas para organizar sua festa de 15 anos. O fato teria provocado ciúmes e culminado com a tortura.

G1

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“Parece que a minha vida parou”, desabafa jornalista estuprada e torturada por sogra dos filhos e namorado dela

rosimaraA jornalista Rosimara Aparecida Dias Domingos, de 43 anos, está em estado de choque. Na última quarta-feira, foi agredida, torturada e estuprada pela sogra dos filhos e o namorado da suspeita dentro da própria casa, na cidade de Dom Cavati, em Minas Gerais – o casal foi preso poucas horas depois, e autuado em flagrante por tentativa de homicídio e estupro. Não consegue mais sair de casa, comer direito ou dormir em paz. As cerca de duas horas de pesadelo que viveu não saem da cabeça, e parecem mais vivas do que nunca.

— Sinto medo, pavor. É como se eu não estivesse vivendo. Parece que eu é que fui presa, e não eles. Sinto que vou morrer a qualquer momento. Acordo todas as noites apavorada. Qualquer barulho que ouço, penso que são os dois se aproximando. Eles ainda parecem presentes. Não sei como será a minha vida daqui para a frente — desabafa.

Eram cerca de 2h de quarta-feira quando Efigênia Dias de Moraes Barros, de 41 anos, e o namorado, Julimar Custódio de Oliveira, de 32 anos, apareceram na casa de Rosimara. Segundo a jornalista, Efigênia disse que precisava falar sobre algo relacionado aos dois genros – seus filhos, de 21 e 22 anos, são casados com as filhas da suspeita. Como de costume, Rosimara a recebeu e começou a preparar um café para a mulher. Foi quando algo inesperado aconteceu.

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— Eu costumava emprestar a ela cheques em branco para que deixasse como garantia em um açougue, onde comprava fiado. Ela disse que me devolveria até o dia 30, o que não aconteceu. Então fui até o açougue saber se estava lá. E não estava. Fiquei intrigada, onde poderia estar? Mas deixei para lá, pois ela era praticamente da família, e imaginei que fosse me devolver. Ela soube disso, e, enquanto preparava o café, me questionou sobre isso. Disse que eu a havia desmoralizado no açougue. Foi quando ela me deu um tapa no rosto e disse que iria “acertar as contas” comigo — relata.

Dois filhos da jornalista são casados com filhas de Efigênia
Dois filhos da jornalista são casados com filhas de Efigênia Foto: Reprodução / Facebook
Durante a sessão de tortura, a jornalista relata que levou socos e tapas no rosto
Durante a sessão de tortura, a jornalista relata que levou socos e tapas no rosto

Dali em diante, Rosimara ficou sob poder do casal. A jornalista conta que tentava se justificar, mas que recebia em troca tapas e socos. Segundo ela, após as primeiras agressões, os dois a arrastaram até o quarto, onde foi abusada sexualmente sob a mira de uma faca.

— Eles tiraram a minha roupa e começaram a me tocar. Diziam que “a brincadeira estava só começando”. Sempre que resistia, levava tapas e socos. Ela dizia que ia me matar a todo momento — lembra.

Rosimara conta que a agressora feriu seu braço com uma faca
Rosimara conta que a agressora feriu seu braço com uma faca Foto: Divulgação / Arquivo Pessoal

Quando a agressora foi até o quarto ao lado desligar o telefone de Rosimara, que tocava insistentemente, a jornalista viu ali uma oportunidade de fugir. Desceu correndo as escadas e foi até o meio da rua pedir ajuda. Porém, acabou arrastada de volta para casa, onde foi submetida a outras agressões.

— Ela disse que a brincadeira ficaria diferente, e começou a arrastar a faca pelo meu corpo, pescoço, rosto. Eu implorava para ela não me matar, para pensar em nossos netos. Mas ela retribuía com socos, e dizia que estava com muita raiva de mim. Até que me levou para debaixo do chuveiro, pois estava muito ensanguentada, e disse que me mataria no banheiro. E mandou o namorado amolar a faca — conta.

No fim das contas, o casal mudou os planos e acabou fugindo em um carro. Quando Rosimara percebeu que a casa estava vazia, desceu as escadas correndo, trancou a porta e ligou desesperada para a família. Vinte minutos depois, a irmã chegou e a levou até um pronto-socorro do município de Inhapim e, em seguida, para o quartel da Polícia Militar. Rosimara conta que teve um pequeno coágulo de sangue na parte frontal do cérebro, uma fratura na face – acima do olho – e que levou pontos no braço.

Casal foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio e estupro
Casal foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio e estupro Foto: Reprodução / TV Super Canal

Por volta das 6h, os suspeitos foram presos pela polícia em casa, e levados até a delegacia da cidade. Efigênia e Julimar estão presos no Presídio de Inhapim. Segundo a polícia, Efigênia confessou o crime. A Polícia Civil informou que as motivações do crime estão em investigação, e que testemunhas serão ouvidas sobre o caso. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Caratinga.

— Tenho medo de que eles sejam soltos, pois são réus primários. Só vou ficar tranquila quando forem condenados — desabafa.
Extra

Mulher diz que teve casa invadida e cabelo cortado após ser torturada por bandidos em JP

POLICIADois bandidos armados teriam invadido uma casa no conjunto Cidade Verde, no bairro de Mangabeira, Zona Sul de João Pessoa, para torturar e bater em uma mulher. Ela disse ainda que teve o cabelo cortado com uma faca e que o caso teria ocorrido na noite da quinta-feira (25). 

De acordo com a vítima, os bandidos invadiram a casa por volta das 20h e a renderam. Ela disse que foi mantida refém, junto com o filho de três anos, e torturada por cerca de 3h, tempo em que foi agredida e teve o cabelo cortado com faca pelos bandidos. 

Ainda segundo a vítima, os criminosos perceberam que a mulher não era o verdadeiro alvo, mas sim uma família que morou na residência anteriormente. Percebendo o engano, eles fugiram.

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A Polícia Militar informou ao Portal Correio que desconhece esse caso ou qualquer suspeito do crime denunciado pela mulher.

 

portalcorreio

Jovem passa 10 horas sendo torturada e estuprada por bandidos em João Pessoa

casos-de-policiaUma jovem foi sequestrada e abusada sexualmente nesta quinta-feira (18), em João Pessoa. A vítima, N.C., de 19 anos, estava seguindo para o trabalho quando foi abordada por três homens, próximo ao Mercado Público de Oitizeiro.

De acordo com o cabo Evangelista, policial integrante do 1º Batalhão da Polícia Militar que acompanhou o caso, a jovem revelou que seguia por volta das 7h, como de costume para a feira onde trabalha, quando foi abordada pelos três homens armados que estavam em um veículo de modelo Cross Fox.

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“Ela informou que foi abusada sexualmente por dois dos três acusados, além disso, eles teriam introduzido objetos nas suas partes íntimas”, disse o cabo Evangelista, revelando ainda: “A vítima também foi torturada com um saco plástico na cabeça para que não reconhecesse os responsáveis pelo crime”.

N.C. foi liberada pelos bandidos por volta das 17h30, nas proximidades da localidade conhecida como Três Lagoas, entrada de Oitizeiro. Desesperada, ela ligou para um parente que a conduziu à Delegacia da Mulher.

Posteriormente, a vítima foi encaminhada à Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) para exames de Corpo Delito e Conjunção Carnal e, à Maternidade Cândida Vargas, para tomar medicação contra doenças sexualmente transmissíveis.

 

Por Pollyana Sorrentino

Em Guarabira (PB), jovem é sequestrada e torturada por engano

 

Ela veio à Guarabira no último dia 14 de fevereiro a uma clínica de odontologia para fazer manutenção em aparelho odontológico e acabou ficando em poder dos meliantes por mais de cinco horas

Plantão de PolíciaO registro de um seqüestro ocorrido em Guarabira foi levado ao conhecimento da região na manhã da segunda-feira (25), através da Rádio Constelação FM, em matéria feita pelo repórter Zé Roberto. Uma adolescente de 17 anos, contou que foi apanhada a força no centro da cidade e colocada num carro, ficando refém de dois homens pó mais de 5 horas.

De acordo da jovem, identificada por Jéssica, moradora da cidade de Logradouro, na região do Agreste, ela veio à Guarabira no último dia 14 de fevereiro a uma clínica de odontologia para fazer manutenção em aparelho odontológico que usa. Somente no dia de ontem o caso foi levado ao conhecimento da imprensa. Depois que saiu da clínica, por volta das 14h30min, a adolescente saiu para esperar o transporte. Quando ela passava nas imediações do Colégio Geo Santo Antônio um carro modelo Fiat Uno, de cor vinho, parou do seu lado e um homem abriu a porta e pediu que ela entrasse no carro.

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“Eu estava andando e o carro parou. Um home disse: Juliana, entre aqui no carro! Eu fiquei sem entender aqui e ele me puxou pelo braço para dentro do carro. Tinha um dirigindo e dando às ordens para o que estava no banco de trás, armado com um revólver e me ameaçando de morte, batendo no meu rosto. Eles ficaram andando comigo por vários locais de Gurabira, nós passamos por um canal várias vezes e eles me pediam que eu desse o número do telefone do meu pai e depois me diziam que iriam me matar e jogar no Buraco de Afonso”, contou a adolescente.

Segundo a jovem o telefone celular dela estava descarregado e ele não tinha como ver o número do pai. Ela dizia para os marginais que seu nome não era Juliana e sim Jéssica, mas eles não acreditavam e agrediam ela com tapas e coronhada na cocha. “Eu não estava mais suportando aquela tortura e em dado momento eu perguntei se eles não tinham filho, eu dizia que tinha uma filha para criar e perguntei se eles não tinham coração. Foi aí que um deles ficou nervoso e deu uma coronhada de revólver na minha coxa. O da frente mandava me matar e eu pedi pra eles me matar porque eu não agüentava mais tanto sofrimento”, disse chorando.

Jéssica ficou por mais de cinco horas em poder dos marginais andando pela cidade. “A gente passou perto do Armazém Paraíba e eu gritei pedindo socorro, mas ninguém ouvia nem me via porque o vidro do carro era fumê. Quando já estava escuro, eu me lembrei do carnê do dentista e disse que eles podiam olhar no carnê e iriam ver que meu nome não era Juliana. Com um tempo depois ele pegou o carnê e viu que eu estava falando a verdade. Com muito tempo eles pararam o carro e me empurram para fora. Eu caí e fechei os olhos esperando a bala, mas ouvi a parta do carro batendo e os pneus cantando”, relatou na entrevista.

Atordoada, Jéssica contou que saiu vagando pelas ruas, já por volta das 7 da noite, sem saber onde estava e sem forças para falar e pedir ajuda. “Eu não tinha forças pra falar. Eu tava andando e vi alguns meninos e consegui falar e pedir água. Eles perguntaram o que estava acontecendo e eu disse que havia sido assaltada. Um rapaz chamou a tia dele que estava na calçada, que foi um anjo na minha vida. Ela pediu que eu ficasse calma, cuidou de mim, chamou o irmão dela que é investigador e ele me levou na delegacia”, disse a jovem.

A polícia ainda não conseguiu identificar os marginais que seqüestraram a adolescente. O repórter Zé Roberto disse que teve dificuldades de fazer a matéria porque Jéssica está traumatizada e foi preciso pessoas próximas dela confirmar a identidade dele para que o trabalho fosse feito. Ela não sai sozinha de casa e disse que não quer voltar mais a Guarabira.

Fonte: Portal25horas

Mulher é amarrada, torturada e assassinada em Jardim Guaíba

Uma mulher foi assassinada na noite desta sexta-feira no Jardim Guaíba, em João Pessoa. A Polícia encontrou o corpo amarrado e com marcas de tortura.

A vítima não tinha identificação e foi morta com seis disparos na cabeça. A perícia aponta que ela foi torturada e os assassinos ainda tentaram amputar as pernas da moça.

Pedro Callado / Vinícius Henriques