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Em Guarabira, homem com tornozeleira eletrônica é preso por embriaguez e desordem

Um homem usando tornozeleira e outro em liberdade condicional foram presos por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) na noite desse sábado (11), em Guarabira, suspeitos de embriaguez e desordem. A guarnição de Rádio Patrulha realizava rondas pela zona rural quando foi informada que nas proximidades do Sítio Contendas havia dois homens em atitudes suspeitas. Ao chegarem ao local, os policiais constataram que eles apresentavam sinais visíveis de embriaguez alcoólica e verificaram que um estava usando tornozeleira eletrônica e o outro informou que estava em liberdade condicional. Ambos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil.

Também em Guarabira, policiais realizavam rondas de rotina pelo Bairro Primavera quando foram informados que um homem, armado com uma faca peixeira, estaria ameaçando a sua companheira e teria tentado asfixiá-la. De imediato, a guarnição se dirigiu até o local e conseguiu localizar e prender o suspeito, que ainda estava portando a faca. Ele foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante pelo crime de violência doméstica.

À tarde, ainda em Guarabira, durante rondas, os policiais foram informados que um homem estaria em atitude suspeita no Bairro Primavera. Ele foi localizado e, após consulta processual, os policiais constataram que contra o acusado havia um mandado de prisão em aberto expedido pela 17ª Vara Criminal de Natal, no Rio Grande do Norte.

Em Alagoinha, policiais da 2ª Companhia prenderam um homem por desacato depois que a guarnição foi informada que dois indivíduos estavam se agredindo no meio da rua, armados com faca e facão. Ao chegarem ao local, a confusão tinha cessado, mas um dos envolvidos recebeu os policiais com xingamentos e palavras de baixo calão.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Ex-diretor da Petrobras deve ser solto até segunda e pode usar tornozeleira

paulo roberto ex-diretorApós fechar um acordo de delação premiada com a Justiça, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, deve ser libertado até a próxima segunda-feira (29). Suspeito de envolvimento em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, o ex-dirigente da petroleira está preso desde junho na carceragem da PF em Curitiba.

A previsão é que, assim que for solto, Costa será conduzido em um avião da Polícia Federal para o Rio de Janeiro, cidade onde mora. Pelo acordo judicial, ele terá de permanecer em casa até ser julgado pela Justiça Federal do Paraná. Ainda não há previsão de quando ocorrerá o julgamento.

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Neste período, o ex-dirigente receberá proteção policial 24 horas por dia. Ele também pode vir a ter de usar tornozeleira para facilitar o monitoramento da polícia.

Delação premiada
A delação premiada é resultado de um acordo firmado entre Costa e o Ministério Público Federal pelo qual o ex-diretor da Petrobras se compromete a colaborar com as investigações e denunciar os integrantes do esquema de pagamento de propina em contratos de empresas com a estatal. Se o ex-diretor comprovar as informações que der e a Justiça homologar o acordo, ele poderá receber benefícios, como redução de pena e a possibilidade de responder a processo em liberdade.

O teor dos depoimentos é sigiloso para resguardar as investigações, a integridade do delator e as pessoas eventualmente denunciadas por ele, até que as informações sejam devidamente comprovadas pela Polícia Federal e o Ministério Público.

Desde que começou a prestar os depoimento, no início deste mês, Paulo Roberto Costa teria denunciado a participação de deputados, senadores, governadores e um ministro no suposto esquema, segundo informou a revista “Veja”.

Quando as primeiras informações começaram a vazar na imprensa, com a citação de nomes como os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), parlamentares começaram a tentar obter o conteúdo da delação.

A CPI mista da Petrobras chegou a protocolar no Supremo pedido de acesso a “todos os documentos” relativos à Operação Lava Jato. Teori Zavascki acolheu a solicitação, mas entre as informações liberadas não estava o teor da delação de Paulo Roberto Costa. O ministro argumenta que ainda não recebeu o conteúdo das novas denúncias, já que o ex-diretor da Petrobras ainda está prestando depoimentos em Curitiba.

G1