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O início da Era Jesus no Flamengo: português chega para assinar e encontrar torcida no Fla-Flu

Está dado o pontapé inicial para a história de Jorge Jesus no futebol brasileiro. O treinador do Flamengo desembarcou no início da manhã deste sábado no Rio de Janeiro para as primeiras atividades oficiais no novo emprego: acompanhar do estádio as partidas contra Fluminense e CSA.

O português chegou ao Brasil acompanhado de um auxiliar e do advogado Luís Miguel Henriques, e aproveitará a estadia para assinar o contrato de um ano com o Rubro-Negro. O retorno a Portugal está previsto para quinta-feira. Cercado por um batalhão de repórteres, o técnico foi perguntado logo de cara qual a principal motivação para vir ao Brasil e assinar com o Flamengo.

– Motivação passa essencialmente porque tenho consciência de que vim para um país que adora futebol, um dos maiores clubes do Brasil, se não o maior, que é o Flamengo. Durante minha infância ouvi falar muito do Flamengo. É isso que me atrai e por isso que tomei esta decisão.

Alguns torcedores, entre eles o folclórico Anjinho, deram boas-vindas a Jorge Jesus no aeroporto. Uma comitiva do Flamengo, com a presença de Marcos Braz representando a diretoria, também esteve no local para recepcioná-lo. O técnico recebeu uma camisa do Rubro-Negro com seu nome e o número 01 nas costas.

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Cahê Mota@cahemota

Marcos Braz recebe Jorge Jesus no aeroporto. É a primeira vez que o treinador exibe a camisa do Flamengo. Foto do Twitter oficial do clube

A estreia no banco de reservas, porém, ficará para depois da Copa América, dia 10, pelas quartas de final da Copa do Brasil. O adversário será definido em sorteio, segunda-feira, na CBF. Segundo o treinador, as exigências que encontrará no Rio de Janeiro serão as mesmas que tinha quando comandou equipes em Portugal.

– Treinar o Benfica e o Sporting é o mesmo (que treinar o Flamengo). Nessa comparação, é igual. E as exigências são iguais: ganhar, ganhar e ganhar.

Jorge Jesus resolverá questões burocráticas pela manhã de seu vínculo com o Flamengo e visitará as instalações do Ninho do Urubu na parte da tarde. Português não terá interferência no trabalho de Marcelo Salles para o clássico com o Fluminense. Elenco treina pela manhã.

Jorge Jesus na chegada ao Rio de Janeiro e o batalhão de repórteres à espera — Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Jorge Jesus na chegada ao Rio de Janeiro e o batalhão de repórteres à espera — Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

O primeiro contato do português com o torcedor rubro-negro será domingo, às 19h (de Brasília), no Fla-Flu no Maracanã, pela oitava rodada do Brasileirão. O treinador será a principal atração fora de campo, uma vez que Rafinha, convidado pela diretoria para acompanhar o clássico, dará prioridade à família nestes primeiros dias de férias e só chegará ao Rio no fim do mês.

Jorge Jesus, que trabalhará com outros sete profissionais em sua comissão técnica particular, inicia as atividades de campo no dia 20, no Ninho do Urubu. Entre o duelo com o CSA, dia 12, em Brasília, e esta data o elenco ganhará folga na primeira semana de pausa do Brasileirão para Copa América.

Globo Esporte

 

 

 

Fla é derrotado, decepciona torcida e adia classificação

Em noite de público recorde no Maracanã no ano, o Flamengo decepcionou. O time comandado por Abel Braga foi derrotado por 1 a 0 pelo Peñarol, na noite desta quarta-feira, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. O gol do jogo foi marcado pelo atacante Viatri, que entrou no segundo tempo. Gabigol foi expulso aos 29 da segunda etapa por entrada dura em Rojo.

Com o resultado o Penãrol assume a liderança do Grupo D, com seis pontos, mesmo número do Fla, que perde no saldo de gols. A LDU é terceira com 4 e o San Jose, o lanterna com apenas 1. O próximo compromisso do time rubro-negro pelo torneio é no dia 11, contra os bolivianos, também no Maracanã.

Poucas chances

Com o Maracanã lotado, o Flamengo bem que tentou sair para o jogo nos primeiros minutos de jogo, mas o que se viu em campo foram dois times comedidos e mais preocupados em em defender. O Peñarol arriscou algumas jogadas pelas pontas. As melhores chances do Fla saíam das articulações de Diego, que deixou Gabigol duas vezes em boas condições. Em uma delas, aos 12 minutos, o chute do camisa 9 passou ao lado do gol de Dawson e empolgou a torcida. O Penãrol respondeu aos 22 Canobbio aproveitando cruzamento da direita de cabeça, afastado por Pará.

Faltou pontaria

O time rubro-negro passou a pressionar a saída de bola dos uruguaios. A estratégia deu certo e nos erros do adversário o Fla colocou pressão. Faltou, no entanto, combinar com Gabigol, que teve pelo menos duas chances mas não acertou o pé.

Milagre de Diego Alves

No final do primeiro tempo, Gabigol sofreu falta na entrada da área e Diego cobrou em cima da barreira. O Peñarol avançou em um contra-ataque veloz na sequência, com os jovens do elenco. Brian, de 18 anos, avançou pela esquerda e tocou para Canobbio, de 20 anos finalizar de primeira, de canhota, dentro da área. Diego Alves operou um verdadeiro milagre no Maracanã e conseguiu defender no contrapé, evitando o primeiro gol aurinegro. Melhor chance do jogo.

Só deu Fla

Na volta do intervalo, o Flamengo veio com tudo para cima do Peñarol. Os primeiros 15 minutos foram um verdadeiro massacre rubro-negro que teve oportunidades de abrir o placar com Bruno Henrique, Rodrigo Caio e Everton Ribeiro. Aos 10, Gabigol teve um gol corretamente anulado por impedimento, após completar cruzamento de Pará. Os uruguaios buscavam espaços para contra-atacar, mas erravam muito e não conseguiam jogar.

Gabigol perde a cabeça

Aos 29 minutos Gabigol exagerou ao voltar para ajudar na marcação e deu um carrinho duro por trás em Rojo, quando o Peñarol rodava a bola no ataque sem levar perigo. O árbitro argentino Patricio Loustau deu vermelho direto para o atacante. Com um a homem a mais, o técnico Diego López ousou e sacou o volante González para a entrada do atacante Viatri. A mudança funcionou e no primeiro lance de perigo o jogador que acabara de entrar fez de cabeça o gol da vitória, após cruzamento de Hernandez. Decepção e frustração no Maraca, com a classificação do Flamengo adiada.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 0 X 1 PEÑAROL

Data/Hora: 03/04/2019, às 21h30 (de Brasília)

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

Gramado: Bom

Público/Renda: Pagantes 61.576, presentes: 66.716/ R$ 2.662.773,50

Árbitro: Patricio Loustau (ARG)

Assistentes: Juan P. Belatti (ARG) e Diego Bonfa (ARG)

Cartões amarelos: Cuéllar, Diego (FLA); Giovanni González, Rojo, Guzmán Pereira, Formiliano, Lema (PEN)

Cartão vermelho: Gabigol, 29’/2ºT

Gol: Viatri (0-1, 42’/2ºT)

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar, Willian Arão (Vitinho, 22’/2ºT) e Diego; Everton Ribeiro, Gabigol e Bruno Henrique (Uribe, 41’/2ºT). Técnico: Abel Braga.

PEÑAROL: Dawson; Giovanni González; Formiliano, Lema e Lucas Hernández; Guzmán Pereira (Viatri, 35’/2ºT), Gargano, Brian Rodríguez (Rojo, 28’/2ºT) e Cristian Rodríguez; Darwin Núñez (Gastón Rodríguez, 19’/2ºT) e Canobbio. Técnico: Diego López.

 

Lance

 

 

Palmeiras vence Atlético-PR fora com “olé” da torcida

O Palmeiras deu ‘olé’ no time que mais troca passes no Brasil. Neste domingo, o Verdão teve ótima atuação, colocou na roda o Atlético-PR na Arena da Baixada e venceu por 3 a 1. Bruno Henrique, Marcos Rocha e Willian fizeram os tentos antes de Pablo descontar.

Marcos Rocha (encoberto), jogador do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Atlético-PR, válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018.
Marcos Rocha (encoberto), jogador do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Atlético-PR, válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018.

Foto: GERALDO BUBNIAK/Gazeta Press

No primeiro tempo, em certas características, o duelo de estilos entre Roger Machado e Fernando Diniz foi invertido. Individualmente, com exceção de Jailson e Bruno Henrique, o Verdão não teve uma boa atuação, mas coletivamente a equipe foi bem, como ocorre com o Furacão normalmente.

Fora esta inversão de panoramas, os dois times mantiveram suas características, mas a etapa inicial não teve o futebol vistoso que era esperado, muito por conta dos erros de passes dos dois times. No Palestra, a saída de Moisés, com apenas sete minutos, prejudicou a equipe, que viu Lucas Lima entrar na função, mas jogar pelo lado direito em quase todos os momentos.

A partir dos 20 minutos da primeira metade do jogo, o Atlético-PR passou a controlar bem a partida. Trocando muitos passes no ataque, forçava o Palmeiras a se defender com seus 11 jogadores e, quando os visitantes recuperavam a bola, não tinham forças para chegar ao campo ofensivo com qualidade.

Na reta final antes do intervalo, porém, Roger pediu mais movimentação de seus atacantes, que passaram a trocar de posição. A estratégia fez com que, novamente, o Palmeiras adquirisse uma característica do adversário e, após uma sequência de toques no campo ofensivo, o Alviverde abriu o marcador com Bruno Henrique.

Na etapa final, o Palmeiras pôde vivenciar o melhor cenário para enfrentar o Atlético-PR. Roger Machado demonstrou que estudou muito a equipe de Fernando Diniz, manteve sua equipe no ataque, mas passou a marcar apenas a partir do meio-campo quando não tinha a bola.

Assim, o Verdão levava perigo nos contra-ataques, especialmente com Keno e Dudu. Willian, brigando muito no ataque, também colaborou para a estratégia palestrina, e os visitantes ampliaram a vantagem aos 14 minutos. Em cobrança de escanteio ensaiada, Marcos Rocha tocou para Dudu, que bateu firme. O goleiro Santos espalmou nos pés do lateral alviverde, que mandou de primeira para as redes.

Com a vantagem no marcador, o Palmeiras soube controlar o duelo e não passou sustos com exceção de uma defesaça de Jailson em cabeceio de Pablo. Após a entrada de Hyoran, em novo contra-ataque, matou o jogo em passe do meio-campista para Willian, que teve frieza para marcar.

Assim, o melhor visitante do Brasil na temporada, agora com 11 vitórias, um empate e apenas uma derrota, derrubou uma invencibilidade de 17 partidas do Atlético-PR na Arena da Baixada, e causou o primeiro revés de Fernando Diniz no Furacão.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 1 x 3 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

Data: 06 de maio de 2018, domingo

Horário: 16h (Brasília)

Árbitro: Claudio Francisco Lima E Silva – SE (CBF)

Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios – SE (CBF) e Ailton Farias da Silva – SE (CBF)

Público: 20.417 pessoas

Cartões amarelos: Thiago Carleto (Atlético-PR); Felipe Melo (PALMEIRAS)

GOLS

ATLÉTICO-PR: Pablo, aos 44 minutos da etapa inicial

PALMEIRAS: Bruno Henrique, aos 43 minutos do primeiro tempo; Marcos Rocha, aos 14, e Willian, aos 39 da etapa final

ATLÉTICO-PR: Santos; Zé Ivaldo, Pavez e Thiago Heleno; Matheus Rossetto (Renan Lodi), Camacho, Lucho González (Jonathan) e Carleto (Bergson); Nikão, Guilherme e Pablo

Técnico: Fernando Diniz

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Moisés (Lucas Lima); Keno (Hyoran), Dudu e Willian

Técnico: Roger Machado

Gazeta Esportiva

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Brasil vence o Paraguai e aumenta euforia da torcida

A cada rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo, o técnico Tite ganha um novo motivo para se preocupar com a euforia em torno da Seleção Brasileira. Nesta quinta-feira, por exemplo, a sua equipe foi a Itaquera e não tomou conhecimento do Paraguai. Venceu por 3 a 0, com gols do meia Philippe Coutinho no primeiro tempo e do atacante Neymar (que ainda perdeu um pênalti) e do lateral esquerdo Marcelo no segundo.

Neymar comemora seu gol
Neymar comemora seu gol

Foto: Reuters

Virtualmente classificado para o Mundial da Rússia, em 2018, o Brasil alcançou os 33 pontos ganhos, na liderança disparada das Eliminatórias após ganhar os oito jogos que disputou com o técnico Tite à beira do campo. Os próximos serão contra Equador, dentro de casa, e Colômbia, fora, entre o final de agosto e o início de setembro.

Já o Paraguai permanece fora da zona de classificação para a Copa do Mundo, com os seus 18 pontos. Ainda sonhando com uma vaga, o time dirigido por Arce receberá o Chile e visitará o Uruguai nas rodadas seguintes.

O jogo – A Seleção Brasileira já havia amansado o sempre exigente público paulista antes mesmo de entrar em campo. A série invicta sob o comando de Tite fazia até quem não é corintiano idolatrar o treinador minutos antes de a partida contra o Paraguai começar em Itaquera. Para os torcedores do clube proprietário do estádio, a festa se estendia a jogadores como Marquinhos, Fagner e Renato Augusto – e mesmo para um adversário, o atacante Ángel Romero, reserva da equipe paraguaia.

Quando a bola rolou, o Paraguai pareceu sentir a pressão. Jogou a bola bizarramente para a lateral logo na saída de jogo, no meio-campo. Do outro lado, o Brasil contava com a tranquilidade mostrada em compromissos recentes – como quando teve paciência para alcançar uma goleada por 4 a 1 sobre o Uruguai, de virada, em Montevidéu – para superar o estilo de jogo pouco corajoso dos visitantes.

A ordem de Tite era fazer a bola rodar de um lado a outro do gramado, à procura de espaços na fechada defesa paraguaia. O capitão Neymar se mostrou a principal válvula de escape brasileira, levantando o público com as suas fintas e sendo ele próprio erguido pelos paraguaios, que o brecavam com faltas. Nas cobranças, quem aparecia bem era o goleiro Antony Silva.

O outro goleiro em campo, Alisson, permanecia com o seu uniforme verde limpo. Com somente 25% de posse de bola, o Paraguai não representava uma ameaça quando avançava à base de chutões e da velocidade de Derlis González. Sem se assustar, a torcida brasileira era mais estimulada pelos tiros de meta cobrados por Antony Silva, marcados pelos berros de “bicha”. O furor homofóbico era tamanho que fez o animado locutor de Itaquera pedir “respeito” ao oponente – e ser repreendido com vaias.

Coutinho abriu o placar
Coutinho abriu o placar

Foto: Reuters

Como o placar permaneceu zerado durante mais de meia hora, os gritos de “bicha” passaram a se alternar com o silêncio quando o Brasil estava com a bola, com entusiasmo esporádico com algumas jogadas de efeito (como em um chapéu aplicado por Fagner). Aos 33 minutos, porém, Philippe Coutinho fez o público recobrar a vibração. Ele carregou da direita para o meio, tabelou com Paulinho, que devolveu de calcanhar, e finalizou no canto para anotar 1 a 0.

Ao coro de “o campeão voltou”, os torcedores brasileiros só voltaram a se manifestar negativamente outra vez depois do intervalo, quando o experiente zagueiro Thiago Silva (marcado pelo choro na Copa do Mundo de 2014) substituiu o ex-corintiano Marquinhos. No Paraguai, Arce apostou no meia Óscar Romero, o irmão gêmeo de Ángel Romero, na vaga de Almirón.

Com duas peças diferentes no gramado, o jogo seguiu o mesmo. Ainda superior, a Seleção Brasileira teve a grande chance para ampliar o marcador aos cinco minutos. Neymar carregou a bola para dentro da área, passou por Paulo da Silva e caiu ao encontrar a perna de Rodrigo Rojas. Pênalti. O próprio astro do Barcelona cobrou – mal – e parou na defesa de Antony Silva.

“Neymar! Neymar! Neymar!”, apoiaram os torcedores, sem se importar por terem sido frustrados ao gravar o pênalti perdido com seus telefones celulares. O atacante justificou o voto de confiança. Aos 18 minutos, ele voltou a avançar pelo lado esquerdo da área paraguaia, deu um drible de corpo no seu marcador e chutou. A bola desviou no meio do caminho e entrou.

Pouco mais tarde, Neymar voltou a colocar a bola na rede mais ou menos daquela distância, com uma conclusão cruzada, após dar sequência a uma jogada que ele mesmo pareceu acreditar estar em impedimento. Com atraso – o astro brasileiro já comemorava com a bandeirinha de escanteio -, a arbitragem invalidou o que seria o terceiro gol da equipe de Tite.

Aos 30 minutos, a torcida local esqueceu o protesto contra o árbitro para ovacionar um adversário. Ángel Romero, atacante do Corinthians, substituiu Cecilio Domínguez e foi ovacionado pela parte do público mais habituada a frequentar o estádio da Zona Leste paulistana. Não muito tempo depois, todos os brasileiros já estavam unidos outra vez para gritar “olé”.

Embora a Seleção não diminuísse o ritmo, Tite resolveu mexer nos minutos finais, com as entradas de Diego Souza e Willian nas posições de Roberto Firmino e Philippe Coutinho. Antes disso, houve tempo de marcar o terceiro gol. Aos 40, Marcelo foi outro a receber uma assistência de calcanhar de Paulinho e completou por cima de Antony Silva para fechar a contagem em Itaquera.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 3 X 0 PARAGUAI

Local: Estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)

Data: 28 de março de 2017, terça-feira

Horário: 21h45 (de Brasília)

Árbitro: Víctor Carrillo (Peru)

Assistentes: Jonny Bossio e Coty Carrera (ambos do Peru)

Público: 44.378 pagantes

Renda: R$ 12.323.925,00

Cartões amarelos: Bruno Valdez, Rodrigo Rojas e Cecilio Domínguez (Paraguai)

Gols: BRASIL: Philippe Coutinho, aos 33 minutos do primeiro tempo, Neymar, aos 18, e Marcelo, aos 40 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Fagner, Marquinhos (Thiago Silva), Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho (Willian), Renato Augusto e Neymar; Roberto Firmino (Diego Souza)

Técnico: Tite

PARAGUAI: Antony Silva, Bruno Valdez, Paulo da Silva, Dario Verón e Junior Alonso; Cristian Riveros, Rodrigo Rojas, Hernan Perez e Almirón (Óscar Romero); Derlis González (Federico Santander) e Cecilio Domínguez (Ángel Romero)

Técnico: Francisco Arce

Gazeta Esportiva

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Clima tenso em dérbi: torcida xinga presidente, técnico e depreda estádio

torcidaEmbora o clássico deste sábado tenha sido de torcida única em Itaquera, o clima da arena não foi nada amigável. O jogo entre Corinthians e Palmeiras foi marcado por briga de torcedor com a PM, xingamentos contra árbitro, técnico e até diretoria.

Ainda antes de a bola rolar, o primeiro alvo do dia foi Cristóvão Borges. O técnico teve seu nome bastante vaiado quando a escalação alvinegra foi anunciada no sistema de som e nos telões do estádio.

Assim que a bola rolou e o Palmeiras abriu o placar, o ânimo da torcida alvinegra só piorou. Parte da torcida começou a reclamar da equipe e foi repreendida pelo presidente corintiano, Roberto de Andrade, que estava em um dos camarotes do estádio.

O dirigente reclamou e recebeu como uma resposta uma sonora vaia. Os corintianos esqueceram o jogo, viraram de costas para o gramado e passaram a xingar o cartola. Heber Roberto Lopes, outro que foi xingado durante os 45 minutos, encerrou a partida e deu o início a mais vaias para os atletas.

No intervalo, o alvo da vez foi a Polícia Militar. Os torcedores organizados se revoltaram contra os policiais pela tentativa de retirar uma faixa. Um pequeno grupo desceu as escadarias em direção do campo e quebrou uma proteção de acrílico que separa o gramado das arquibancadas.

Para evitar invasão, os policiais ocuparam o local e observaram a ação da torcida, que se acalmou alguns minutos depois.

Mais no final da partida, integrantes de uma das organizadas do Corinthians entraram em confronto com a PM depois de tentarem invadir a área em que fica o camarote da presidência do clube.

Uol

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Torcida dá show, mas Brasil é derrotado pelo Canadá e fica sem o bronze

imagem: Alexandre Schneider/Getty
imagem: Alexandre Schneider/Getty

A seleção brasileira feminina de futebol ficou apenas com o 4º lugar nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. Nitidamente abatidas na partida desta sexta-feira (19), as meninas não suportaram o Canadá e foram derrotadas por 2 a 1 em plena Arena Corinthians, em São Paulo. Os gols foram marcados por Rose e por Sinclair. As canadenses repetem o resultado de Londres, em 2012.

Mais do que a dor da derrota, a seleção vive agora a expectativa de saber como será o futuro da modalidade. A exemplo do que sempre acontece após o ciclo olímpico, as mulheres não sabem qual o tamanho do apoio que terão no país, especialmente para o desenvolvimento de novas jogadoras. A medalha de ouro será decidida ainda nesta sexta-feira, entre Suécia e Alemanha, às 17h30.

Apoio de sobra e futebol de menos

O que não faltou foi o apoio da torcida. Desde o trajeto durante no metrô e nas ruas, o clima era completamente dominado pelo otimismo da torcida, composta, em sua maioria, por famílias. Por vezes, o apoio superava até o que se viu em São Paulo no jogo entre Brasil e Colômbia, nas quartas de final do futebol masculino.

Apesar disso, aos 8 minutos, o Canadá mostrou que não se importaria com toda a pressão. Sinclair bateu falta na entrada da área e acertou o travessão de Bárbara naquele que seria só o primeiro susto para a torcida brasileira.

As visitantes mantiveram a pressão e o sufoco. Aparentemente, estavam sobrando no aspecto físico. Aos 25 minutos, Lawrence puxou contra-ataque e tocou para Rose completar quase que livre para o gol. Depois, foi controlar a vantagem e explorar os erros brasileiros para não correr muitos riscos.

Marta muito bem marcada, e Cristiane sumida

Marta e Cristiane, as duas melhores jogadoras da seleção, não apareceram muito para o jogo. A primeira foi muito bem marcada e mostrou certa irritação por não conseguir desenvolver o bom futebol. Em uma reposição errada do gândula, por exemplo, chutou a bola longe e esbravejou. No apito final, deixou o campo antes de todas as companheiras, cabisbaixa e reclamando.

Cristiane, por sua vez, mostrou que não estava em dia fisicamente após se recuperar de uma lesão na coxa. Também bem marcada, ela não apareceu e foi substituída no intervalo pelo técnico Vadão.

Muita posse de bola e pouca chance de gol

Logo aos 7 minutos de jogo, o Canadá dificultou ainda mais a missão brasileira de dar alegria para os presentes na Arena. Lawrence tocou para Sinclair, que ganhou sem dificuldades da zaga brasileira e aumentou o placar. Ainda assim, a torcida tentou apoiar e soltou o tradicional grito de “Eu acredito!”.

O time tinha bastante a posse de bola, mas não adiantou. Aos 10 minutos do segundo tempo, o Brasil teve a sua primeira chance de balançar a rede do Canadá. Depois de bate-rebate, Formiga cabeceou para a área e achou Rafaelle enfiada entre as zagueiras. Ela cabeceou à direita da goleira. Depois, em lance parecido, Debinha desviou cruzamento de Marta também para fora.

As canadenses apenas se seguraram atrás e exploraram os constantes erros brasileiros. De todos os tipos. No penúltimo passes antes de concluir a gol, na saída de bola na defesa e na exposição demasiada ao tentar diminuir o placar. A tática foi explorar o contra-ataque e ficar mais perto de marcar o terceiro do que sofrer o primeiro.

O gol brasileiro veio já aos 33 minutos do 2º tempo, para a explosão da torcida que clamava por um gol. Bia girou em cima da zaga adversária para diminuir a diferença e dar esperança ao público. Mas foi só.

Uol

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Empurrado pela torcida, Bellucci bate Cuevas, vibra muito e vai às oitavas

O repertório foi completo. Teve voleio, deixadinha, belas paralelas e cruzadas que tiraram o rival do eixo. Jogando o “fino”, Thomaz Bellucci não decepcionou a torcida que encheu o Centro Olímpico de tênis, bateu o uruguaio Pablo Cuevas e avançou às oitavas de final. O triunfo por 2 sets a 1, parciais de 6/2, 4/6 e 6/3, veio com grande participação do público e alguma irritação de seu oponente. Empurrado a cada ponto, o paulista, 54 do ranking mundial, não se deixou levar pela pressão de jogar em casa e foi superior praticamente por toda a partida. A vitória, além de manter vivo o sonho da medalha, aconteceu sobre um rival que hoje é o número 21 do mundo e chegou a interromper o duelo para reclamar do barulho das arquibancadas.

Bellucci em jogo contra Cuevas (Foto: Toby Melville/Reuters)Bellucci vibra muito com vitória sobre Cuevas (Foto: Toby Melville/Reuters)

Sempre frio, Bellucci parecia outro. Vibrava com a torcida a cada ponto. A atmosfera estava toda a favor de Thomaz, que reconheceu isso com uma vitória tranquila no primeiro set. Só que do outro lado estava um cara experiente, acostumado com a catimba. E Cuevas voltou do buraco empatando o jogo. No desempate, o brasileiro foi amplamente melhor e confirmou o triunfo, para delírio de todos os presentes.

Nas oitavas de final, Bellucci terá pela frente o belga David Goffin, que mais cedo entrou em quadra e venceu o israelense Dudi Sela por 2 sets a 0, parciais de 6/3 e 6/3. A programação da próxima fase ainda não foi divulgada pela organização dos Jogos, mas todas as partidas estão previstas entre esta quarta e quinta-feira. Se passar por Goffin, o brasileiro pode encarar o espanhol Rafael Nadal ou Gilles Simon, da França, que se enfrentam.

COMEÇO ARRASADOR E REEQUILÍBRIO

​​Thomaz Bellucci tênis olimpíada rio 2016 (Foto: REUTERS/Toby Melville)Brasileiro teve atuação segura contra o uruguaio (Foto: REUTERS/Toby Melville)

Esperava-se um jogo mais complicado no primeiro set. E assim começou. Bellucci sacou e fez 1 a 0, mas Cuevas, sem dificuldades, igualou. Em seguida, o brasileiro confirmou seu saque da mesma forma. E então partiu para o “atropelo”. O paulista colocou 3 a 1, quebrando o serviço do uruguaio com bom jogo de transição e poucas trocas de bola. Depois, sacou para fazer 4 a 1. Cuevas ainda diminuiu para 4 a 2 quando sacou, mas não teve mais chances. Bellucci fez 5 a 2 e depois repetiu a quebra devolvendo bem as tentativas do rival, fechando o set em 6 a 2 para delírio dos brasileiros.

O segundo set começou melhor para Cuevas. No terceiro game, o uruguaio quebrou o serviço do brasileiro, que errou um pouco mais, e fez 2 a 1. Daí em diante, os dois foram confirmando os serviços sem sofrer tanto. Com uma hora de jogo, o placar do set tinha 4 a 3 para Cuevas, com o rival do brasileiro no saque. No game da sequência, o brasileiro complicou a vida de Pablo, mas com uma boa passada, Cuevas saiu do buraco e fez 5 a 3. Empurrado pela torcida, Thomaz confirmou o saque: 5 a 4. O uruguaio fez o mesmo e empatou a partida em 1/1.

Jogando junto, a torcida brasileira levava Bellucci nos braços. O brasileiro venceu o seu game e deu um calor em Cuevas no segundo. Tanto é que o uruguaio, depois de quase 15 minutos de game, foi reclamar com a arbitragem do barulho vindo das arquibancadas. Mesmo assim, igualou o jogo em 1 a 1. Bellucci fez 2 a 1, e depois, debaixo do coro “Brasil, Brasil”, quebrou o saque do rival, fazendo 3 a 1. Sob aplausos e rapidamente, o brasileiro ampliou para 4 a 1. O uruguaio, sem se abater, diminuiu e depois quebrou o saque do paulista, trazendo para 4 a 3. Então, Thomaz parou o jogo para receber atendimento médico e fazer um curativo no pé machucado. Na volta, Bellucci quebrou o rival e depois confirmou o saque, vencendo por 6/3.

Globoesporte.com

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Treze divulga nota de pesar pelo assassinato do presidente da torcida organizada do time

Reprodução/ Facebook
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O presidente da torcida jovem organizada do Treze Futebol Clube, Pablo dos Santos, 20 anos, foi assassinado no final da manhã desta quinta-feira (8), no bairro da Prata, em Campina Grande. A polícia suspeita que o crime tenha relação com briga entre torcidas, porém, não descarta ligação com o tráfico de drogas.O Treze divulgou uma nota lamentando o fato.

Segundo informações da Polícia Militar, a vítima estava caminhando por uma das avenidas do bairro quando foi interceptada por dois homens em uma motocicleta. Os suspeitos efetuaram vários tiros contra o jovem.

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Baleado, ainda de acordo com a PM, o jovem caminhou por alguns metros em busca de socorro, mas caiu sem vida perto da casa de um amigo. Os suspeitos do crime fugiram e ainda até às 12h30 não tinham sido presos.

Na tarde desta quinta (8), o Treze divulgou uma nota na qual externa “o profundo sentimento de pesar em relação ao falecimento do jovem torcedor trezeano”. Segundo o texto, ele era “presidente da Torcida Jovem do Galo, que é uma das torcidas organizadas do nosso clube. Apaixonado pelo Galo da Borborema, o torcedor sempre estava presente em jogos, inclusive, no que aconteceu na noite dessa quarta (7)”.

A diretoria do clube finalizou afirmando que lamenta o fato e que se solidariza com familiares e amigos.

 

Por Hyldo Pereira, com informações de Márcio Rangel, TV Correio

Presidente eleito do Treze diz que prioridade é aproximar clube e torcida

(Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com)
(Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com)

Com o discurso de unir de novo clube e torcedor, Bebeto Silva foi eleito na noite desta quinta-feira o novo presidente do Treze, para exercer um mandado de dois anos. O empresário teve 56 dos 57 votos computados, enquanto que apenas um foi em branco. Em seu primeiro discurso como mandatário do alvinegro, ele garantiu que quer fazer as pazes com a torcida. E trazer o torcedor para participar da gestão do clube.

– O que eu posso prometer é trabalho e muito trabalho. Quero trazer o torcedor do Treze de volta para o Estádio Presidente Vargas e não só apenas nos dias de jogos. Sou um torcedor como qualquer outro e por isso quero que essa imensa torcida trezeana esteja ao meu lado, ajudando a administrar e fazendo com que o time seja sempre vencedor, como sempre foi em sua história – comentou Bebeto.

E se no discurso Bebeto ele garantiu que quer trazer o torcedor alvinegro para sua gestão, na prática, um dos projetos anunciados por ele pouco depois de ter sua eleição confirmada foi com relação aos preços dos ingressos nas partidas em que o clube for mandante. Segundo Bebeto, a intenção é baratear ao máximo os valores e, com isso, fazer com que um número cada vez maior de torcedores acompanhe os jogos do Galo.

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– Não vou dizer que o preço vai ficar em R$1 ou R$2, porque isso acabaria quebrando o clube. Mas o torcedor pode ter certeza que nós vamos oferecer um ingresso completamente acessível nos nossos jogos e eu quero ver o estádio cheio. Com a torcida do lado, o Treze é gigante e faz prevalecer essa força dentro de campo. Vamos trazer o trezeano para o lado do seu clube – acrescentou.

Além de Bebeto Silva, também foi eleito nesta quinta-feira o vice-presidente da diretoria executiva do Treze, que permanece sendo Hênio Galdino. O Conselho Deliberativo ainda vai marcar a data da posse, que deve acontecer no máximo até a próxima semana.

Na verdade, desde esta quarta-feira já se sabia que Bebeto e Hênio seriam os eleitos, já que ontem o outro candidato da disputa, Joab Camelo, resolveu retirar sua candidatura, alegando que não tinha conseguido dialogar com os conselheiros em busca de votos.

Eleição presidência do Treze (Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com)Eleição aconteceu nesta quinta-feira, no Estádio Presidente Vargas (Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com)
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Campinense é punido com perda de dois mandos de campo e multa de 20 mil por conflito de torcida no jogo contra o Central

torcidaO que a comissão técnica, diretoria, jogadores e torcida da Raposa temia se confirmou. Mais uma vez o Campinense foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com a perda de dois mandos de campo e multa de R$ 20 mil. Desta vez o rubro-negro foi penalizada devido os incidentes entre as torcidas do time raposeiro e do Central, em jogo realizado em 27 de julho. O Central de Caruaru, mandante do jogo também sofreu a mesma punição. O julgamento aconteceu na tarde desta terça-feira (05).

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Esta é a segunda punição consecutiva na quarta divisão em que o time se complica por causa de seus torcedores. Em 2012, em sua última participação na Série D, o time já tinha sido punido no jogo final. Por conta desse incidente, o Campinense jogou no sábado a primeira partida em “casa” na Série D de 2014 contra Jacuipense no estádio O Almeidão em João Pessoa. Ao saber da nova punição, o presidente do rubro-negro Willian Simões autorizou o departamento jurídico a recorrer da decisão do STJD.

O confronto entre torcedores do Campinense e do Central de Caruaru aconteceu no último dia 27 de julho, no Estádio Lacerdão, em Caruaru, na partida que marcou a estreia da Raposa na Série D deste ano. Um torcedor centralino ficou ferido e precisou ser levado ao hospital para receber atendimento médico. Por conta dessa confusão, o jogo, inclusive, ficou parado por mais de 20 minutos, porque a ambulância que levou o ferido ao hospital precisava retornar ao campo para que a partida tivesse sequência. No final do jogo, que terminou com empate por 1 a 1, o árbitro sergipano Michael Vinícius relatou na súmula os incidentes que aconteceram entre as torcidas.

Mesmo com a punição, o presidente William Simões, garantiu que a partida entre Campinense e Baraúnas-RN está confirmada para o próximo domingo no estádio O Amigão. Isso porque, o pleno do STJD tem um prazo de 20 dias para julgar o recurso. a A CBF divulgou nesta terça-feira a escala de arbitragem para o jogo contra o Baraúnas, e confirmou a partida para Campina Grande.Wiliam Simões ainda acredita que o departamento jurídico da Raposa poderá reduzir a pena. A Raposa ocupa a segunda posição do Grupo A-3 do Campeonato Brasileiro da Série D, com dois pontos em dois jogos disputados.

Severino Lopes 

PBAgora