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Teste para coronavírus no filho de presidente da TV Cabo Branco dá inconclusivo e Secretaria de Saúde aguarda contraprova

O exame para coronavírus feito com material do publicitário Mateus Zerbone Carlos, de 34 anos, teve resultado inconclusivo. O filho de Eduardo Carlos, presidente da TV Cabo Branco (afiliada Globo) e toda a Rede Paraíba de Comunicação, morreu nessa segunda-feira (30) com quadro de pneumonia, histórico de asma, e com a suspeita de infecção pelo Covid-19.

Após resultado inconclusivo no Laboratório Central da Paraíba (LACEN-PB), o material do publicitário foi enviado para o Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará. Lá, serão feitos exames para outros tipos de vírus e contraprova sobre o coronavírus.

A contraprova para coronavírus deve ter resultado divulgado em 10 dias.

Mateus Carlos estava internado no Hospital Clementino Fraga, na Capital. Havia sido entubado na sexta-feira (27). O publicitário de 34 anos estava na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) com pneumonia.

A morte causou comoção e o colunista do Jornal da Paraíba, Sílvio Osias, publicou artigo no qual contou que Eduardo Carlos telefonou para ele chorando, para contar que o filho tinha ido para o céu. “Os pais não nasceram para enterrar os filhos”, afirmou o jornalista.

Na nota enviada ao ClickPB, os herdeiros do Grupo Globo dizem que “a perda de um filho é uma dor que sentimos como parte de cada um de nós.”

 

clickpb

 

 

Teste de Bolsonaro para novo coronavírus dá negativo

O presidente Jair Bolsonaro testou negativo  para o novo coronavírus, segundo informou o próprio presidente em rede social. Ele começou a ser monitorado desde a manhã de quinta-feira, quando o secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten, foi diagnosticado com a doença.

Bolsonaro informou o resultado dos exames no Facebook junto de uma foto no qual aparece dando uma banana para jornalistas, em um episódio recente em Brasília.

Wajngarten participou da comitiva  da viagem presidencial aos EUA e esteve em jantar no sábado com Bolsonaro e Donald Trump. Segundo fontes próximas ao presidente americano, Trump estaria “muito preocupado” após entrar em contato com Wajngarten e Bolsonaro, embora tenha procurado transmitir tranquilidade publicamente.

Pouco após publicar no Facebook, o presidente repetiu a postagem no Twitter, desta vez a foto de outro momento em que deu uma “banana” para jornalistas. Em seguida, fez um ataque a imprensa, em letras maiúsculas: “NÃO ACREDITE NA MÍDIA FAKE NEWS! SÃO ELES QUE PRECISAM DE VOCÊS!”, escreveu.

Dois minutos após a manifestação do marido, a primeira-dama Michelle Bolsonaro comemorou o resultado dos exames no Instagram. “Boa tarde! Resultado negativo para família/funcionários para o coronavírus. Obrigada pelas orações”, afirmou Michelle na rede social.

Assim como o secretário Fabio Wajngarten, Michele e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, integravam a comitiva para os EUA acompanhados de quatros ministros: Ernesto Araújo, das Relações Exteriores; Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional; Fernando Azevedo e Silva, da Defesa e Bento Albuquerque, de Minas e Energia.

O resultado de Augusto Heleno deu negativo, segundo informou a colunista Bela Megale. Ontem, ministro Bento Albuquerque também teve divulgado  resultado negativo  para a doença.

O Globo

 

 

SUS inclui teste rápido para dengue e chikungunya que sai em 20 minutos

O Sistema Único de Saúde incluiu em sua lista de procedimentos os aguardados testes rápidos para a detecção de dengue e chikungunya. Com o teste, não será necessário utilizar a estrutura laboratorial — o que diminui os custos com a detecção.

Ainda, a comprovação da infecção sai entre 20 e 30 minutos.

A inclusão foi oficializada no Diário Oficial na quinta-feira (10). Para fazer o teste no SUS, é necessário apresentar sintomas relacionados às condições e ter o cartão do Sistema Único de Saúde, feito em qualquer unidade de saúde com a carteira de identidade.

Desde 2016, a Agência Nacional de Saúde, a ANS, determinou que os planos estão obrigados a cobrir os exames, embora alguns pacientes tenham relatado problemas com a cobertura.

Os testes rápidos são importantes tanto para a detecção e tratamento precoce, quanto para a vigilância epidemilógica e os dados do governo, já que, com ele, será possível ter maior acuidade sobre a circulação dos vírus no País.

O SUS já oferece testes rápidos para outras condições, como HIV e hepatite, que também podem ser detectadas em minutos.

G1 

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Teste rápido para detecção do vírus Zika é incluído na tabela do SUS

zikaO Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU), na página 78, a inclusão do exame do teste rápido para identificação de Zika vírus na tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, ficou definida a distribuição de 3, milhões de testes para Estados e Municípios.

Segundo a publicação, o teste é sorológico e não necessita de estrutura laboratorial para ser realizado.

Com base nos últimos dados disponibilizados pela Secretaria de Saúde da Paraíba, o estado contabilizou 25 casos de infecção pelo Zika vírus entre o período de 3 de janeiro e 11 de março deste ano.

portalcorreio

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Cinco marcas de protetor solar não passam em teste de qualidade

Usar corretamente evita manchas e acneA Proteste Associação de Consumidores analisou a qualidade de 10 marcas de protetor solar facial e o resultado não foi nada bom.  Sundown, L’Oreal, ROC, Sunmax e La Roche Posay apresentaram o fator de proteção solar (FPS) menor do que o indicado na embalagem. O produto da La Roche Posay tinha um FPS 42% menor do que o informado no rótulo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite uma variação de até 17% entre o informado na embalagem e a formulação do produto, mas nessas cinco marcas, a diferença foi maior que esse valor.

A Proteste avaliou 10 marcas

A Proteste avaliou 10 marcas Foto: Proteste

A associação também analisou a proteção UVA dos produtos. Desde 2012, a legislação brasileira determina que a proteção UVA do protetor solar deve ser um terço do FPS. O item da L’Oreal foi classificado como ruim, pois apresentou 26% do FPS rotulado ao invés dos 33% exigidos.

Os raios UVA podem provocar envelhecimento precoce e câncer de pele. O FPS filtra a radiação do tipo UVB, que pode causar vermelhidão, queimaduras e câncer de pele.

A Proteste reivindicou que as fabricantes corrijam os rótulos e façam recall dos produtos.

Resposta da Sundown e da ROC

A Johnson & Johnson Consumo, detentora das marcas SUNDOWN® e ROC®, reafirma seu compromisso com o consumidor na oferta de produtos de qualidade e na busca constante pela inovação e tecnologia dedicadas à saúde e ao bem-estar dos brasileiros. SUNDOWN® e ROC® oferecem o FPS declarado em suas embalagens, seguem a legislação nacional e são aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Vale reforçar que todos os produtos da linha SUNDOWN®, assim como os da ROC®, além de serem testados e aprovados pela Anvisa, também são validados por metodologias utilizadas por órgãos internacionais, como o FDA (Food and Drug Administration, dos Estados Unidos) e a CCE (Comunidade Comum Europeia).

Em resposta ao teste realizado pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), a Johnson & Johnson Consumo informa que não teve acesso a informações específicas sobre a metodologia, o que impede uma análise concreta e fidedigna dos resultados.

Resposta da L’Oreal

A L’Oréal refuta, de forma absoluta, os resultados apresentados pela Proteste e desconhece os critérios utilizados na realização dos testes em protetores solares conduzidos por esta entidade. O Grupo e suas marcas La Roche-Posay e L’Oréal Paris não foram informados sobre o laboratório no qual foram feitos esses testes, tampouco as condições e os resultados detalhados dos mesmos.

A L’Oréal reafirma seu compromisso com a saúde da população brasileira e fornece produtos seguros e de alta eficácia. Todos os testes de nossos produtos solares – em particular os referentes a segurança e eficácia – foram analisados e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme regulamentação sanitária vigente.

Ao contrário da Proteste, a L’Oréal apresenta, com total transparência, as análises feitas por laboratórios independentes e de reconhecimento mundial, utilizando as metodologias ISO 24444:2010 (FPS) e ISO 24442:2011 (PPD).

Os testes dos produtos Anthelios XL Fluide FPS 70 (La Roche-Posay) e Solar Expertise Invisilight FPS 50 (L’Oréal Paris), que foram feitos nos laboratórios Dermscan, IEC France e Poland Dermscan, apresentam resultados absolutamente divergentes dos informados pela Proteste, conforme abaixo:

Resultados:

Anthelios XL Fluide FPS 70

(testes realizados pelo Laboratório Dermscan):

FPS = 85,4

UVA: 44,5

Solar Expertise Invisilight FPS 50

(testes realizados pelos Laboratórios IEC France e Poland Dermscan):

FPS = 58,9

UVA: 23,2

Resposta da Sociedade Brasileira de Dermatologia

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), única instituição reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) como representante dos dermatologistas no Brasil, recebeu uma publicação da Associação Proteste com resultados relativos a testes realizados com protetores solares no Brasil e esclarece que:

Os resultados mostrados pela Proteste devem ser analisados com muita cautela.

A metodologia utilizada para a realização de testes com protetores solares deve ter rigorosa comprovação científica. Variações de métodos podem produzir resultados díspares, levando a conclusões equivocadas.

Os testes que medem a proteção à radiação UVB, chamado FPS, e os testes que medem a proteção à radiação UVA, são complexos, com pormenores e detalhes técnicos que podem interferir significativamente no resultado final.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia desconhece os métodos utilizados pela Proteste para realizar os testes com filtros solares e desconhece também o laboratório que os realizou. Da mesma forma, esta Sociedade não acusa o recebimento das análises técnicas efetuadas, que serviram como base para os resultados que porventura possam ser publicados.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia entende que, sem a análise detalhada dos dados completos relativos ao estudo publicado pela Proteste, não pode reconhecer os resultados apresentados.

Do ponto de vista de saúde pública, o mais importante é que o usuário de protetores solares faça uso continuado e em quantidade adequada desses produtos, cujo objetivo principal é a prevenção do câncer da pele, que é o tipo de câncer mais comum na população brasileira.

Diante desses esclarecimentos, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, única representante de mais de 8100 dermatologistas no Brasil, repudia qualquer divulgação precipitada, equivocada e alarmista que comprometa suas orientações de proteção solar e reforça que o uso do filtro solar continua sendo uma das mais importantes formas de prevenção do câncer da pele.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia estimula o uso continuado dos fotoprotetores e reforça sua credibilidade nos filtros solares brasileiros que são regulados pela Anvisa e considerados inclusive como referência mundial na tecnologia utilizada na sua fabricação. Concluindo, a Sociedade Brasileira de Dermatologia vê com muita preocupação a divulgação de testes que, sem as devidas comprovações científicas/dermatológicas, podem desestimular o uso do protetor solar, o que seria um comportamento extremamente perigoso, especialmente no Brasil onde a incidência do câncer da pele é alarmante.

Resposta da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC)

A ABIHPEC – Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos refuta, rmais uma vez, os dados divulgados pela Proteste relativos à eficácia dos protetores solares.

A Proteste vem utilizando, ao longo dos anos, testes não reconhecidos pela comunidade científica internacional, apresentando resultados altamente questionáveis sobre produtos que há anos são consolidados no Brasil e no mundo. Apesar de mencionar na presente comunicação ter seguido as metodologias requeridas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Proteste continua não informando o laboratório que realizou a análise e não fornece os detalhamentos necessários que asseguram as condições em que foram feitos os testes.

Em um país com a segunda maior incidência de câncer da pele no mundo, é absurdo que um órgão ainda se manifeste de forma tão leviana contra o trabalho sério desenvolvido por indústrias, entidades científicas e autoridades na busca contínua da maior proteção para o consumidor. É importante lembrar que as indústrias de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos são reguladas pela Anvisa, órgão de alto respeito nacional e internacional, que exige a comprovação da eficácia e da segurança dos protetores solares via métodos validados internacionalmente.

Resposta da Proteste 

Realizamos o teste com produtos encontrados no mercado e disponíveis para o consumidor final, portanto os resultados informados por eles  podem não condizer com o mesmo produto/lote testado por nós, visto que as análises são válidas apenas para o lote em questão e não para todos os produtos do mercado. As análises realizadas estão de acordo com a metodologia descrita pela Anvisa na RDC nº 30 de 1 de Junho de 2012,  e o laboratório é capacitado e com reconhecimento internacional para a realização das mesmas.

emais

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Empregador pode exigir teste do bafômetro de funcionário

bafometroO empregador tem o direito de exigir o teste do bafômetro de seus funcionários, desde que o procedimento seja aleatório e não tenha intenção de prejudicar um determinado empregado. Assim entendeu o juiz Ricardo Gurgel Noronha, da 2ª Vara do Trabalho de Itabira (MG), ao negar indenização por dano moral a um trabalhador.

“A exigência do teste de bafômetro dos empregados não envolve algo que resguarda apenas o empregador, pois, em última análise, propicia segurança a todos aqueles que frequentam o ambiente de trabalho, inclusive os demais empregados, razão pela qual o poder diretivo, nesse tocante, é compartilhado entre empregador e empregados, já que estes últimos colaboram com a segurança do ambiente de trabalho”, explicou o juiz.

Noronha lembrou que a lei obriga os empregadores e tomadores de serviços a preservarem a saúde, higidez e segurança do ambiente de trabalho. Para o julgador, o teste de bafômetro da forma como foi feito pela ré não ofendeu a dignidade do autor da ação, pois visava preservar um bem maior que era a segurança de todos.

“O direito à vida de todos aqueles que frequentam o ambiente de trabalho prevalece sobre o direito à intimidade do reclamante”, concluiu.

ConJur

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Estudo recomenda teste antes de vacinação para dengue

vacinaEstudo publicado na revista Sciencedesta sexta-feira (2), indica que a vacina contra a dengue leva a um aumento de casos graves e hospitalizações em quem nunca teve a doença. Por isso, onde a incidência da dengue não é tão alta, os pesquisadores defendem que testes sejam feitos para detectar se a pessoa foi infectada antes da imunização.

A vacina é aprovada no Brasil, e o Estado do Paraná conta com uma campanha de vacinação em 30 cidades. Chamada Dengvaxia, ela é indicada para indivíduos de 9 anos a 45 anos. Esse limite é exatamente porque foram observadas reações nas crianças e idosos. Agora, os pesquisadores dos Estados Unidos e da Inglaterra sugerem que não é idade (como foi imaginado anteriormente) que causa o aumento nos casos graves, mas o não contato com vírus. Pelo menos, essa é a hipótese mais provável.

Explico. Existem quatro variações (sorotipos) do vírus da dengue. Quem é infectado, fica imunizado apenas contra aquele determinado sorotipo, podendo contrair a doença se contaminado pelos outros três. E a segunda infecção tende a ser mais grave.

Nas pesquisas com a vacina realizadas na América Latina e na Ásia, se verificou uma eficácia de 81,9% entre os participantes que já tinham tido dengue, enquanto a eficácia entre os que nunca tinham sido infectados foi de 52,5%. É como se a vacina agisse mais ampliando a imunidade pré existente de quem já teve dengue do que aumentando a proteção em quem nunca teve. Assim, quem nunca tinha tido dengue antes da vacina, ao contrair a doença após a imunização, reage como se fosse uma “segunda infecção”.

A partir desta constatação, os pesquisadores calcularam que a vacina pode trazer riscos de hospitalização quando não mais do que 30% da população teve contato com o vírus.

Importa mais saber se a pessoa é soropositiva [se já foi infectada pelo vírus] do que saber a idade 

Isabel Rodríguez, pesquisadora da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA)

Entre os que já pegaram a doença e que tomaram a vacina, a probabilidade de hospitalização e dengue grave é 90% menor em comparação com vacinados que nunca tiveram dengue, segundo o estudo, feito com base em modelagens matemáticas a partir dos resultados dos testes clínicos da vacina.

Áreas com menos dengue devem ter maior cuidado

A OMS (Organização Mundial da Saúde) só recomenda a introdução da vacina em lugares em que 70% ou mais da população já teve dengue, e não indica a vacina onde esse número seja menor do que 50%.

O raciocínio é simples. Em locais e grupos em que a grande maioria das pessoas já teve dengue, você provavelmente estará imunizando pessoas que já tiveram o vírus. Vale lembrar que muitas vezes o primeiro contágio por dengue é assintomático, e a pessoa não sabe se já teve a doença. Por isso, as estratégicas de vacinação levam em consideração os dados estatísticos, a chamada soroprevalência.

“Em locais com soroprevalência entre 30% e 50%, o impacto da vacinação é limitado, mas positivo em termos gerais”, diz Neil Ferguson, pesquisador do Imperial College, de Londres. Ele explica que o número de casos de dengue leve é reduzido nessas situações. Contudo, para o pesquisador, o benefício ocorre “à custa do aumento do risco [de dengue severa] em quem nunca teve dengue”.

Ferguson sugere que as consequências negativas da vacinação em grupos com baixa soroprevalência podem ser evitadas elevando-se a idade das crianças a serem vacinadas. Onde há, por exemplo, soroprevalência de 30%, “um aumento global nas hospitalizações por dengue pode ser evitado ao se vacinar crianças de 13 anos de idade, em vez de 9 anos de idade”, afirma.

Devo tomar a vacina?

Segundo os especialistas consultados pelo UOL, não há contra indicação no uso da Dengvaxia. As pesquisas mostram que em regiões onde a grande maioria da população já teve dengue, a vacina garante redução de hospitalizações de 80,3%.

Assim, a decisão de tomar a vacina deve levar em consideração principalmente o local em que a pessoa mora ou planeja morar. A taxa que indica a exposição de uma população ao vírus da dengue chega a 90% em algumas cidades do Nordeste. Já no Sul do país, a incidência é mais baixa devido ao clima, menos propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Há também um fator relacionado à idade. A chance de já ter sido infectado pela dengue é maior quanto mais velha é a pessoa. E vacinar crianças menores do que 9 anos é ilegal.

Os especialistas lembram também que a eficácia da vacina é considerada baixa em comparação com outras vacinas (a da febre amarela protege em 90% dos casos, por exemplo). Por isso, o uso de uma vacina com eficácia que não é a ideal precisa ser acompanhado da garantia que ela está sendo inserida em regiões com as melhores características para maximizar seus benefícios.

Em políticas de vacinação em massa é praticamente inviável testar todo mundo, por isso as áreas devem ser bem analisadas antes da aplicação da vacina. Mas se você pensa em procurar uma clínica partilhar para tomar a vacina, é recomendado fazer um teste antes para garantir que você já foi infectado antes. A vacina deve ser dada em três doses, com valor entre R$ 132 e R$ 138 por dose.

A vacina é eficaz onde há grande incidência de dengue

“Segundo a Sanofi Pasteur, fabricante da vacina Dengvaxia, o estudo publicado naScience “confirmou os benefícios para a saúde pública da vacina em áreas com alta incidência da doença”. A farmacêutica afirma que “OMS concluiu que a vacina deveria ser utilizada em ambientes endêmicos, em população com idade de 9 anos ou mais, independentemente de sua exposição prévia à dengue (condição sorológica)”.

A farmacêutica também afirma que “a vacina contra dengue não aumenta a gravidade dos casos ou hospitalizações” e que “a OMS não recomenda testes sorológicos antes da vacinação dentro da indicação”. “A Sanofi Pasteur está alinhada com a recomendação da OMS”, diz a empresa.

Por fim, a Sanofi diz que “a vacina é indicada para quem teve e quem não teve dengue, sendo a eficácia superior em quem já teve a doença, alcançando o índice de 82%”. “Não observamos aumento de dengue grave e hospitalizações em 29 mil indivíduos vacinados com a vacina contra dengue da Sanofi Pasteur. Observamos a segurança desta vacina em soropositivos e soronegativos, portanto, não consideramos um fator limitante à vacinação.”

Uol

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Quase 250 candidatos na PB só sabem ler e escrever e seis candidatos a vereador terão que fazer teste

eleiçõesCandidatos a prefeito, vice prefeito e vereador da Paraíba podem enfrentar problemas futuros caso sejam eleitos para administrar seus cidades e Câmara de Vereadores. ´´E que muitos deles sabem apenas ler e escrever.

Na Paraíba, pelo menos 247 candidatos declararam à Justiça Eleitoral que sabem apenas “ler e escrever”. No país são quase 10 mil pessoas disputando um cargo eletivo, sem o mínimo domínio da língua portuguesa.

Dos 247 candidatos registrados, e declararam que sabem apenas ler e escrever, pelo menos quatro disputam o cargo de prefeito, nas cidades de Belém, Casserengue, Caturité, e Mato Grosso.

Além desses prefeitáveis, pelo menos cinco candidatos a vereadores da 4º Zona Eleitoral, que compreende os municípios de Sapé, Mari, Sobrado e Riachão do Poço, todos no Brejo paraibano, vão ter que provar grau de escolaridade.

Eles serão submetidos a teste no próximo dia dois de setembro para provar que sabem ler e escrever. O local dos testes ainda não foi definido; as provas, no entanto serão idênticas para todos.

Os candidatos, cuja escolaridade é duvidosa e que foram identificados através do registro de candidatura, e começam a ser notificados pela Justiça Eleitoral.

O teste consiste em um ‘ditado’ – prova prática em que um dita para outro escrever. Os que forem reprovados, de acordo com a legislação eleitoral, devem se tornar automaticamente inelegível. Ainda de acordo com o Fórum Eleitoral de Sapé, mais de trinta candidatos a vereador também podem ter as candidaturas impugnados por falta de documento. Eles não apresentaram toda a documentação exigida no pedido de registro de candidatura. A Justiça Eleitoral começou a notifica-los hoje.

O 4º do artigo 14 da CF 88 estabelece que são inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. “Os inalistáveis são aqueles que não podem votar: os estrangeiros, os conscritos durante o serviço militar obrigatório, os menores de 16 anos e os presos condenados”.

Já o analfabeto não pode se eleger, mas se quiser votar tem o direito de se alistar para exercer o sufrágio.

Em 2010, o deputado federal mais votado nas eleições deste ano, o palhaço Tiririca, fez  um teste de alfabetização exigido pela Justiça Eleitoral. Ele foi convocado para provar que é verdadeira a declaração de escolaridade que apresentou ao se candidatar.

PB Agora

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Brasil supera Japão em teste olímpico com gol de Gabriel e Neymar discreto

imagem: Evaristo Sá / AFP
imagem: Evaristo Sá / AFP

O último teste do Brasil para os Jogos Olímpicos foi positivo. Com 30 minutos de bom futebol no primeiro tempo e muitas substituições no segundo, a equipe do treinador Rogério Micale superou o Japão por 2 a 0, neste sábado, no Estádio Serra Dourada com mais de 33 mil torcedores.

Com a expectativa de ter Fernando Prass de volta, o Brasil viaja no domingo a Brasília e completa a preparação para a estreia nos Jogos Olímpicos na próxima quinta, contra a África do Sul. Já os japoneses, no Grupo B da competição estreiam no mesmo dia contra a Nigéria, em Manaus.

Gols de Gabriel e Marquinhos dão a vitória para a seleção brasileira

Evaristo Sá / AFP
Gabriel abriu o placar no Serra Douradoimagem: Evaristo Sá / AFP

O atacante santista provou novamente que tem um faro de gol especial. Gabigol, que já havia marcado na estreia pela seleção principal e é o maior artilheiro do ciclo olímpico, abriu o caminho aos 32min com linda arrancada em velocidade pelo centro em que deixou três marcadores para trás. Marquinhos, aos 40min, ampliou na estreia dele pelo time sub-23: após escanteio batido por Neymar, ele subiu mais alto que os japoneses e fez de cabeça.

O melhor: Felipe Anderson chama responsabilidade e deixa ótima impressão

Evaristo Sá / AFP
imagem: Evaristo Sá / AFP

A seleção teve dificuldades para se encontrar nos primeiros 15 minutos de jogo, mas desde esse momento Felipe Anderson foi importante. Chamou a responsabilidade, levou a equipe à frente e criou jogadas de perigo que deram mais confiança para que o placar fosse construído na sequência. Felipe, mesmo assim, foi substituído no intervalo.

O pior: Zeca tem atuação discreta e destoa do restante do time

Titular da lateral direita, o santista errou alguns passes e cruzamentos no confronto e não atuou no nível que normalmente exibe por sua equipe. A atuação, ainda assim, esteve longe de comprometer. William, do Internacional, foi testado na etapa final.

Neymar faz sucesso com os dribles, mas prende demais a bola

Evaristo Sá / AFP
Neymar foi perseguido pelos japoneses durante o amistosoimagem: Evaristo Sá / AFP

O atacante do Barcelona-ESP atuou pela primeira vez desde a volta das férias e teve boa atuação. Capitão do time, Neymar porém voltou a ser individualista em alguns momentos e carregou demais a bola sem participar ativamente do jogo coletivo proposta pela equipe.

Antes do jogo, ‘rave’ e Fernando Prass no aquecimento

O sistema de som do Serra Dourada tocou um compilado de música eletrônica em alto volume durante o aquecimento das duas seleções. O Brasil, curiosamente, aqueceu por quase 30 minutos em ritmo forte. Fora da partida, Fernando Prass foi com os demais goleiros no gramado e se exercitou bastante. Ele foi poupado por dores no cotovelo direito.

Micale ganha confiança com vitória e dá ritmo para todos os jogadores

No primeiro jogo desde que foi definido como treinador para a Olimpíada, Rogério Micale comandou uma equipe que convenceu em boa parte dos momentos do jogo. Ele chegou a testar os quatro atacantes da equipe juntos com a entrada de Luan no intervalo. Depois, deu minutos a todos os demais convocados para os Jogos do Rio.

Tite e Edu Gaspar acompanham o amistoso in loco. Del Nero também

O treinador da seleção principal chegou a Goiânia neste sábado com o coordenador para assistir à partida in loco. Tite cantou o Hino Nacional de olhos fechados na tribuna do Serra Dourada. Já o presidente da CBF, que não viaja para o exterior com o time brasileiro, esteve no camarote ao lado de André Pitta, presidente da Federação Goiana, e Coronel Nunes, da Paraense.

Festa bonita no Serra Dourada com 33 mil torcedores e muita camisa amarela

Ueslei Marcelino / Reuters
Torcedor brasileiro fez sua parte no Serra Douradaimagem: Ueslei Marcelino / Reuters

A venda de ingressos para a partida disparou nos últimos dias em Goiânia e proporcionou um público que Vila Nova, Goiás e Atlético-GO não costumam levar ao estádio. O público, que fez barulho, ola, apoiou a seleção e até acendeu celulares no segundo tempo, jogou junto da seleção. A promoção da CBF para meia entrada para quem usasse a camisa da seleção funcionou. Boa parte do estádio estava vestido de amarelo.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 X 0 JAPÃO
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 30 de julho de 2016 (Sábado)
Horário: 16h30(de Brasília)
Gols: Gabriel e Marquinhos (Brasil)
Público pagante: 32.517
Público total: 33.458
Renda: R$ 1.508.070,00
BRASIL: Uilson, Zeca (William), Rodrigo Caio (Luan Garcia), Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia (Rodrigo Dourado), Rafinha (Luan) e Felipe Anderson (Renato Augusto); Neymar, Gabriel (Walace) e Gabriel Jesus
Técnico: Rogério Micale
JAPÃO: Nakamura (Kushibiki); Muroya, Shiotani (Iwanami), Ueda e Fujiharu (Kamekawa); Endo, Harakawa (Oshima) e Nakajima; Yajima (Asano), Koroki e Minamino
Técnico: Makoto Teguramori
Uol

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Teste para dengue e mais 20 procedimentos serão obrigatórios nos planos de saúde

Foto: Arquivo
Foto: Arquivo

A partir do dia 1º de janeiro de 2016, os planos de saúde particulares do Brasil terão que ampliar a cobertura obrigatória para os beneficiários, passando a incluir 21 novos procedimentos, além dos 3.195 que já eram oferecidos.

Entre as novidades, estão um exame para deteccção de chikungunya e um teste rápido para dengue, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Também se tornou obrigatório o implante de cardiodesfibrilador, uma espécie de marca-passo que emite pulsos caso haja arritmia no coração. Ele evita paradas cardíacas e morte súbita.

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Ainda será obrigatória a implantação de uma prótese auditiva ancorada no osso e o oferecimento de um medicamento oral para tratar o câncer de próstata, o Enzalutamida.

Segundo o diretor-presidente da ANS, José Carlos Abrahão, a inclusão dos novos procedimentos, como os testes para dengue e chikungunya, buscam diminuir a “grande judicialização” que havia nesses casos. “Estamos preocupados com a sustentabilidade que não é só econômica, mas fundamentalmente assistencial”, declarou.

Érico Fabres /Correio Paraiba