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Barra de Santa Rosa sedia encontro territorial de caprinocultores do Curimataú

A cidade de Barra de Santa Rosa realiza durante esses dias 17, 18 e 19 de outubro o 2º Encontro dos Caprinocultores do Curimataú paraibano.

O evento acontece no prédio da Usina de Leite, numa realização da ONG Xique-xique e entidades parceiras locais e regionais, contando com o apoio de órgãos do Governo Federal e Governo do Estado e consta de amplas e diversificadas atividades.

Conforme o diretor do Sindicato dos Trabalhadores Rurais daquele município, Adriano Sousa Leite, trata-se de um trabalho continuado que envolve famílias agricultoras e entidades da região interessados no fortalecimento da caprinocultura que possa fortalecer a atividade camponesa daquele território.

O evento terá início às 07:30 horas da manhã desta quinta-feira(17) com um café da manhã que vem sequenciado por um curso de capacitação sobre cooperativismo que será trabalhado durante a quinta e sexta-feira, 17 e 18, por assessora técnica do Sescoop-PB, Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Paraíba.

O sábado(19), terceiro e último dia será marcado por atividades diversas que farão verdadeira mostra do potencial da atividade caprina no município e na região iniciando às 06:00 horas com acolhimento dos animais e será sequenciado por exposição de animais, torneio leiteiro, apresentação cultural, exposição do Stand do BNB e Afink, palestras, apresentação do Prodeter dentre outras atividades.


Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

 

 

Desenvolvimento territorial sustentável é tema de curso no Sebrae

 

Inscrições para Formação de Empreendedores em Visão Territorial Sustentável começam em fevereiro

sebraeEmpresários, empreendedores e gestores públicos interessados em investir na área de desenvolvimento local e regional terão a oportunidade de participar do curso de Formação de Empreendedores em Visão Territorial Sustentável, que será realizado pelo Sebrae Paraíba entre os meses de abril e agosto. Ao longo de 10 módulos de 180 horas, os participantes irão conhecer mecanismos de inovação, de estímulo às transformações econômicas locais e de desenvolvimento do capital humano e social, aumentando a capacidade de empoderamento do território.

 

De acordo com a gestora de Turismo do Sebrae Paraíba e coordenadora do curso, Regina Amorim, a proposta da formação é oferecer uma nova abordagem de desenvolvimento sustentável adequado às novas experiências de consumo. “O curso irá preparar os participantes para que transformem o sistema socioeconômico, reagir aos desafios externos, ampliar a sua capacidade de inovar localmente, e contribuir para o desenvolvimento socialmente equitativo, ambientalmente correto e economicamente viável”, disse a gestora.

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Entre os temas que serão abordados no curso, estão Território e desenvolvimento local, governança, gestão inovadora de centros urbanos, economia criativa e o território criativo, atividade turística como fator de desenvolvimento local e regional, entre outros. “Os assuntos abordados na formação irão auxiliar empresas, empreendedores, gestores públicos  e sociedade a se tornarem capazes de responder aos desafios apresentados por novas condições econômicas, com produtos e serviços competitivos para um mercado globalizado”, destacou Regina Amorim.

 

As aulas são presenciais, com repasse de conhecimento, estudos de caso, dinâmicas, visitas técnicas, exercícios práticos voltados para atuar no mercado com visão territorial sustentável. O curso será  realizado a cada 15 dias, nos finais de semana. Na sexta-feira das 19h às 22h, aos sábados das 8h às 12h e das 14h às 18h e aos domingos das 08h às 12h e das 14 às 17h. As inscrições serão abertas em fevereiro. A formação custa R$ 1.890,00 e pode ser paga em quatro parcelas de R$ 472,50. Mais informações: 2108.1256 / 2108.1272 / 9.9981.1486.

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Entidades realizam reunião do Fórum de Desenvolvimento Territorial do Cariri Oriental Paraibano

ReuniãoEntidades de governo e da sociedade civil do Cariri Oriental se reuniram na Plenária do Fórum de Desenvolvimento Rural Sustentável do Cariri para apresentação dos novos gestores e prestação de contas dos projetos em reunião que aconteceu na manhã do último dia 10 de janeiro e teve como local o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Boqueirão.

“Eu faço uma avaliação positiva, haja vista o processo de desmobilização e desarticulação  da política articulada pelo MDA, mas isso representa que as organizações do Cariri Oriental estão afinadas com a política de desenvolvimento territorial e querem desenvolver e vão continuar as ações e as implementações”, explica a coordenadora executiva daquele território e componente da organização Casaco, Célia Araújo.

José Batista Filho é coordenador executivo daquele território e articulador durante contratações trabalhadas pelo MDA em anos passados e, ao dialogar com Stúdio Rural, explicou que as atividades estão paradas e entende que está faltando ações por parte dos governos no processo de contratação dos articuladores que têm papel de reunir os diversas representações e diz entender que mais disponibilização de recursos para que as entidades sociais possam construir as ordens de prioridade para com os investimentos nas implementações de tecnologias que possam oferecer as condições de convivência com o semiárido. “A gente vinha numa dinâmica desde 0 Governo Lula II onde eu estive como assessor e antes eu participava como componente do Fórum representante de entidade e daí passei a ser assessor e vinha caminhando tudo bem, quando foi em 2011, em maio, com aqueles problemas das ONGs aí a presidenta(Dilma) aproveitou e baixou logo uma norma, ficou sem assessor(o território), ficou sem vir mais nada para o território e, como não tinha mais como ser pago os valores aos assessores, foi cancelado todos os contratos da base até os assessores estaduais, os articuladores estaduais por ter terminado o contrato”, explica Batista falando em detalhe sobre as conseqüências e prejuízos registrado no meio social , econômico e político do Cariri e de todos os territórios de identidade e da cidadania no Estado da Paraíba.

José Sales Alves Wanderley Júnior é coordenador da Emater regional Campina Grande, participou do evento e disse que a empresa de extensão tem compromisso de estar presente enquanto órgão do governo já que representa importante suporte na contrapartida do governo paraibano para as implementações de desenvolvimento das políticas públicas vindas do Ministério do Desenvolvimento Agrário. “Dos 22 municípios que coordenamos nós temos 9 municípios que fazem parte desse território , então é um município promissor em termo de desenvolvimento e de construção de ações e entendemos que esse é um espaço importante que nós temos que ocupar”, explica Júnior Sales ao dialogar com os ouvintes do Programa Domingo Rural e Universo Rural das rádios Serrana de Araruna e Rádio Bonsucesso de pombal.

Sales diz que mesmo diante da falta de contratação as entidades devem continuar as discussões, decisões e encaminhamentos sejam trabalhados pelas entidades territoriais na construção de políticas e projetos com sejam colocados em discussão e apreciação dos governos locais e federal onde os fóruns passarão a ater sempre autonomia nos vínculos com os respectivos governos. “Nesta plenária já podemos instigar os próprios agricultores e as lideranças a estarem sempre discutindo, procurando o escritório da Emater a exemplo disse assumimos um compromisso hoje aqui de todos os escritórios nossos aqui da região de juntamente com a sociedade civil realizar uma fiscalização, uma espécie de um monitoramento nos equipamentos que foram adquiridos para o território no ano de 2009, que a Emater possa fazer parte dessa inspeção, desta vistoria na perspectiva de até mesmo conhecer a realidade desses equipamentos, mas até mesmo de traçar um planejamento das ações do ano de 2013”, explica dizendo que outra ação acordada foi no sentido de se fazer um trabalho de animação dos Conselhos de Desenvolvimento Rural Sustentável no esclarecimento de qual seu papel no desenvolvimento rural de cada município.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Interpa afirma que quase todos os municípios PB têm diferença de limite territorial: 60 querem revisão

A Paraíba tem 223 municípios e quase todos tem problemas com a definição dos limites territoriais e pelo menos 60 prefeitos já pediram ao Interpa e ao IBGE, que seja feito um novo mapa redefinindo os limites territoriais do município.

A informação é do presidente do Instituto de terras e Planejamento Agrícola do estado da Paraíba – Interpa, Nivaldo Magalhães, acrescentando que o Instituto já tem um convênio com o IBGE visando a solução do problema.

Ele explicou que a lei que define os limites territoriais dos municípios paraibanos é de 1949, quando o estado tinha apenas 41 municípios e com o passar dos anos os municípios foram se dividindo e dando origem a novos municípios e novos aglomerados urbanos sugiram dando origem a localidades, distritos e com o crescimento as cidades.

Nivaldo explicou que já foram detectados problemas nos limites territoriais de menos 50 ou 60 municípios. Ele explicou que o problema só surge quando os prefeitos descobrem que um determinado vilarejo ou distrito esta fora dos limites do município e esta sendo mantido pela prefeitura.

Outro fator apontado por ele é o valor das cotas do Fundo de Participação dos Municípios cujo valor é definido com base na população e o repasse de outros verbas para a saúde e educação e o colégio eleitoral, que vai incidir na disputa dos votos em uma eleição.

Nivaldo disse que só existem três formas de resolver o problema, através de um acordo entre os municípios envolvidos e a solução da pendência de forma amigável; na justiça com a instauração de um processo ou com a realização de um plebiscito para consultando a população da localidade em disputa com quem eles desejam ficar.

O presidente do Interpa contou que para a redefinição do limite territorial, os prefeitos devem estar de comum acordo, para em seguida dar entrada num processo junto ao Interpa e IBGE, que enviam técnicos para a localidade em disputa para fazer um novo desenho do mapa municipal.

Citando exemplo de municípios ainda já houve o questionamento dos limites, ele citou João Pessoa e Cabedelo, Bananeira e Solanea, Bayuex e Santa Rita, Sumé e Serra Branca, Esperança, Areal e Lagoa de Roça e outros municípios.

Jonas Batista

Paraíba.com.br