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Bandidos tentam assassinar rival dentro de coletivo em João Pessoa

Passageiros de um ônibus que faz a linha 302- Mangabeira, passaram por maus momentos ao presenciarem uma tentativa de assalto dentro coletivo. O fato aconteceu por volta das 5 horas da manhã desta terça-feira (27)  na rua prefeito Luiz Alberto Moreira Coutinho em Mangabeira VII.

De acordo com a polícia, os dois homens estavam dentro do coletivo e de repente se levantaram já de armas em punho. Eles pegaram um presidiário do regime semiaberto com a intenção de matá-lo, mas a vítima, mesmo com dificuldades de locomoção, reagiu e travou uma luta corporal com os suspeitos.

Enquanto a briga acontecia dentro do coletivo, outro homem rendeu o motorista e o obrigou a parar o veículo. Vários tiros foram disparados e os passageiros começaram a gritar. Assustados, os dois homens decidiram ir embora sem cometer o crime.

Dentro do coletivo ficaram as marcas da violência: uma janela quebrada por um tiro e um banco perfurado a bala que se alojou na lateral do ônibus.

Paulo Cosme\David Martins do Paraíba.com

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Amigos e familiares de jovens mortos tentam invadir delegacia para linchar acusado pelos assassinatos

Divulgação/ Polícia Militar Josinaldo foi preso pela PM
Divulgação/ Polícia Militar
Josinaldo foi preso pela PM

Um tumulto foi registrado na manhã desta sexta-feira (30) na sede da Delegacia Seccional de Alhandra, no Litoral Sul do estado. Um grupo de pessoas tentou invadir o local para linchar Josinaldo Oliveira da Silva, 21 anos, que foi preso pela Polícia Militar acusado de quatro homicídios na cidade. Os manifestantes são parentes e amigos das vítimas. A prisão ocorreu na noite dessa quinta-feira (29).

De acordo com o major Cristóvão Lucas, assessor de comunicação social da Polícia Militar da Paraíba, os parentes quando souberam da prisão do jovem se aglomeram em frente da delegacia pedindo justiça. O preso deverá ser transferido para outra unidade.

“Foi um tumulto grande. Eram parentes e amigos das pessoas que foram assassinadas nos últimos dias na cidade. Os familiares queriam fazer justiça com as próprias mãos, mas foram contidos pela Polícia Militar que evitou a invasão e o linchamento”, confirmou o major.

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Segundo a assessoria de imprensa da PM, além dos assassinatos, Josinaldo Oliveira é acusado de tráfico de drogas nas cidades de Alhandra e Caaporã, no Litoral Sul. Entre as mortes atribuídas a ele está um duplo homicídio ocorrido no dia 1º de janeiro deste ano em Alhandra, município onde foi preso.

De acordo com o comandante da 1ª Companhia Independente, capitão Kelton Pontes, o suspeito foi preso após um cerco montado no local onde ele estava escondido, na comunidade Nova Descoberta. “No mesmo local já tínhamos apreendido, na semana passada, 2 kg de maconha e este mês fechamos outro ponto de venda de drogas controlado pelo acusado em Caaporã. Ele é do grupo do presidiário Samuel Mariano da Silva (o Samuka), preso no fim do ano passado em Pernambuco, e era responsável por receber as drogas e distribuir para pontos de venda das duas cidades (Alhandra e Caaporã)”, detalhou.

O oficial disse ainda que o suspeito é apontado como autor de quatro homicídios na região. “Inclusive já tinha um mandado de prisão expedido pela comarca de Alhandra pelo envolvimento dele em dois homicídios no ano passado e ele é suspeito, também, do duplo homicídio ocorrido no dia 1º de janeiro deste ano, na mesma comunidade onde foi preso”, destacou. O acusado, que já tem passagem pela polícia por porte ilegal de arma, foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil, em Alhandra. Josinaldo Oliveira é o 43º suspeito de homicídio preso pela Polícia Militar, somente este mês, na Paraíba.

 

 

Juízes eleitorais tentam acordo para evitar carreatas, mas duas coligações não aceitam

juizes-eleitorais-tentam-acordo-para-evitar-carreatas-mas-duas-coligacoes-nao-aceitamOs três juízes auxiliares do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba e da propaganda eleitoral de João Pessoa, Campina Grande, Patos e Sousa se reuniram nesta sexta-feira, 25, com representantes das coligações partidárias que vão disputar as eleições deste ano para tentar sensibilizar as agremiações a não realizar carreatas, mas as coligações “A Força do Trabalho” e “A Vontade do Povo” não concordaram em firmar um pacto neste sentido com os demais partidos. “Nós queríamos que os partidos políticos entendessem que esses eventos trazem muitos problemas para a população, mas não houve consenso”, afirmou a juíza federal Niliane Meira, responsável pela propaganda de mídia e que coordenou a reunião.

Ela relatou que o encontro teve a participação de representantes  do Detran, Polícia Rodoviária Federal, Semob e STTP (órgão de trânsito de Campina Grande) e Polícia Militar. Eles tentaram mostrar aos partidos os problemas causados pelas carreatas e até sugeriram a substituição por um passeio ciclístico, mas não houve acordo. Também foi tentado convencer os representantes das coligações a pelo menos evitar que as carreatas tivessem BR no percurso, mas embora outros aceitassem as duas coligações citadas não acataram.

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A juíza Niliane Meira afirmou que a realização das carreatas é um direito das coligações mas esse direito não se sobrepõe ao cumprimento da legislação de trânsito, portanto, todas as irregularidades constatadas serão devidamente punidas. Ela citou como exemplo o fechamento de cruzamentos, pessoas sem cinto de segurança, motoristas ingerindo bebida alcoólica, passageiros em cima de carros ou sentados em janelas, entre outras infrações. “Todos os fotosensores ficarão ligados e os órgãos de trânsito estarão fiscalizando todo o percurso”, declarou.

O procurador regional eleitoral, Rodolfo Alves, acompanhou toda a reunião e também fez um apelo para que a legislação de trânsito seja cumprida durante os eventos. A juíza Niliane Meira afirmou que pretende realizar outra reunião posteriormente para ver se há uma mudança de postura dos partidos políticos.

Assessoria

Cerca de 40 presos tentam fugir de cadeia em Mamanguape, mas plano é frustrado pelos agentes

Policial .Agentes penitenciários de plantão na Cadeia Pública de Mamanguape evitaram a fuga de cerca quarenta presos. O fato aconteceu na madrugada desta terça-feira (22).

De acordo com a polícia, os agentes escutaram um barulho estranho e resolveram investigar o que estava acontecendo. Ao fazer uma revista na cela eles perceberam que os presos estavam serrando a grade para fugir.

Todos os apenados foram colocados no pátio e durante uma operação de segurança foram encontradas 18 serras.

 

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Paulo Cosme\David Martins

Partidos tentam barrar decreto bolivariano assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff

dilma_wf2O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira, nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.

Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram uma proposta para votar, em regime de urgência, a suspensão do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam anular os efeitos do texto presidencial.

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O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado à surdina por Dilma (Decreto 8.243/2014), no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).

O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular”, diz o artigo 14 da Constituição de 1988.

O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.

“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”,  diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).

 

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