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Adolescente morre após ser esfaqueada por companheiro em Teixeira, na Paraíba

Uma adolescente de 16 anos morreu após ser esfaqueada pelo companheiro, em Teixeira, no Sertão da Paraíba, na tarde desta segunda-feira (14). Segundo a Polícia Militar, o casal estava em processo de separação e o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.

O crime aconteceu por volta das 15h, na casa onde vítima e suspeito moravam juntos. A residência fica localizada no bairro Três Poços. De acordo com a Polícia Civil, a adolescente correu em busca de socorro na rua.

Ela ainda chegou ser atendida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito fugiu do local onde o crime aconteceu. Até as 19h desta segunda-feira, ele ainda não havia sido localizado.

G1

 

Prefeito e vice prefeito de Teixeira têm mandatos cassados pela segunda vez

Edmilson Alves tem mandato cassado pela segunda vez (Foto: Reprodução)

O prefeito de Teixeira, Edmilson Alves dos Reis, conhecido como Nego de Guri (MDB), e seu vice, Amarildo Meira de Vasconcelos (PSB), tiveram os mandatos cassados mais uma vez pelo juiz Carlos Gustavo Guimarães, da 30ª Zona Eleitoral, por suposta prática de compra de votos, por meio da distribuição de sacos de cimento a eleitores.

Nego de Guri e Amarildo já tinham sido cassados no final de janeiro, também pela prática de abuso de poder econômico e político durante as eleições municipais de 2016. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi protocolada pela coligação adversária, que teve Wenceslau Souza Marques (PDT), como candidato a prefeito.

Assim como na primeira decisão, o juiz Gustavo Guimarães, ao julgar procedente a Aije determinou além da cassação dos diplomas dos eleitos, a decretação da inelegibilidade por oito e aplicação de multa, a realização de novas eleições no município, após o trânsito em julgado dos recursos.

A exemplo do que ocorreu na primeira condenação, os advogados que atuam do prefeito e do vice, vão recorrer da decisão no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

Na primeira Aije, cuja sentença do magistrado foi publicada em 31 de janeiro, o prefeito e o vice tiveram os mandatos cassados acusados de várias irregularidades na época da campanha eleitoral de 2016, dentre eles a distribuição de material de construção e de sacos de cimento; contratação ilegal de servidores públicos às vésperas das eleições; construção de açudes com máquinas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em fazendas de eleitores.

Tanto na primeira, quanto nesta segunda, que foi disponibilizada na tarde de ontem, os gestores não serão afastados de imediato, devido a necessidade do esgotamento das instâncias recursais, ou seja, só haverá a decretação da vacância dos cargos e a convocação de novas eleições, após o trânsito e julgado das ações. O candidato Wenceslau Marques, candidato adversário e autor das ações, perdeu as eleições por 200 votos.

ClickPB

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Agente penitenciário de São Paulo é preso trabalhando como médico em Teixeira e Cacimbas no sertão paraibano

falsárioUm homem, suspeito de exercer ilegalmente a medicina, foi preso, nesta quarta-feira (27), no município de Teixeira, Sertão da Paraíba. Ele estaria atuando como plantonista e tirou 5 plantões no Hospital Sancho Leite.

De acordo com as investigações, o suspeito tinha falsificado o diploma e usava o registro do Conselho Regional de Medicina (CRM) de outra pessoa. Ele forneceu dados falsos ao setor de Recursos Humanos da prefeitura, onde foi feito um contrato provisório. Na verdade, o acusado seria agente penitenciário no estado de São Paulo, lotado na cidade de São José dos Campos.

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Quando a prefeitura foi finalizar o contrato, constatou junto aos órgãos competentes que não haveria veracidade na documentação apresentada. Diante disso, a prefeitura pediu ao Ministério Público que investigasse a documentação apresentada e constatou-se a irregularidade.

Ele também é acusado de exercer irregularmente a função de médico no hospital da cidade de Cacimbas (PB), que fica nas proximidades de Teixeira.

MaisPB com Patos Online

Conselho do Iphaep aprova, por aclamação, tombamento da casa de João Pedro Teixeira

casaO Conselho de Proteção dos Bens Históricos Culturais – Conpec, órgão deliberativo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba – Iphaep, aprovou, por aclamação, na tarde da quarta-feira (10), o tombamento da casa onde morou João Pedro Teixeira, líder das Ligas Camponesas da Paraíba, assassinado em 2 de abril de 1963, na estrada de Café do Vento,  no município de Sapé.

Com 4,83 hectares, a faixa de terra rural inclui a casa sede e, após a dissolução da família Teixeira, foi vendida a Severino Pereira Bastos. Já havia sido desapropriada em 4 de julho de 2011, pelo Decreto nº 32.257, assinado pelo governador Ricardo Coutinho.

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Um ano antes, através do Decreto nº 2.212/2010, o então prefeito de Sapé, João Clemente Neto, declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação, a área do Sítio Barra das Antas, instalando, na casa sede, o Memorial das Ligas Camponesas da Paraíba. Agora, com a aprovação do tombamento do imóvel, a ideia é ampliar a ação memorialística, transformando a casa de João Pedro e Elizabeth Teixeira em “Museu Histórico das Lutas Camponesas no Nordeste”.

Emocionada, a viúva não quis falar após a decisão do Conselho Deliberativo. Antes da reunião, porém, lembrou de passagens de sua vida e questionou: “Tanto tempo passou… Faz 51 anos que João Pedro morreu e a reforma agrária não aconteceu”.

O parecer do conselheiro Carlos Alberto Azevedo, representante do IHGP, foi aprovado por aclamação e recebeu aplausos e comentários dos demais conselheiros do Conpec. O documento traça, inicialmente, um painel do processo nº 0435/2010, originário do Memorial das Ligas Camponesas e encaminhado ao Iphaep pelo presidente Luiz Damázio de Lima, solicitando o tombamento da casa onde viveu o líder camponês João Pedro Teixeira e sua família, em Barra das Antas, no município de Sapé.

“O processo é muito bem instruído, figurando um anexo sobre o que representou a Liga Camponesa de Sapé”, revelou o conselheiro. “À medida que o texto narra a história de João Pedro Teixeira, vemos através de depoimentos vivos e lúcidos todo contexto de Sapé, dominado pelos grupos oligárquicos da Várzea paraibana”, explicou o parecer do conselheiro Carlos Azevedo.

Segundo ele, o aparelho coercitivo do Estado estava presente em toda parte. Até mesmo a Polícia Militar, à época do Governo Pedro Gondim, que protegia abertamente as terras dos “barões do açúcar”. “A situação, a meu ver, era de conflito latente, beirando o conflito social aberto. Hoje, porém, é tempo de inclusão em todos os sentidos – inclusão cultural, social, histórica. Queremos um Brasil diversificado como ele é. Queremos um Brasil híbrido, aberto para o mundo – sem preconceitos”, concluiu Carlos Azevedo.

A Legislação – O Decreto Homologatório de Tombamento é um ato administrativo do poder público, assinado pelo governador e publicado no Diário Oficial do Estado. Por meio do Tombamento, o Governo do Estado impede que bens materiais e naturais possam ser demolidos (esta ação jamais é permitida pelo Iphaep) ou modificados sem a prévia autorização do Conselho Deliberativo do Instituto. O ato não restringe, porém, o direito à propriedade do bem imóvel ou móvel, que continua inalterado e pode ser vendido ou alugado.

Já o Conpec é o Conselho Deliberativo do Iphaep. É integrado por 15 conselheiros titulares e 15 suplentes, designados por ato do governador do Estado, que representam entidades governamentais e da sociedade civil, além de organismos não governamentais.

 

giropb

Repórter da BBC que investigou Ricardo Teixeira é condenado sem conhecer acusação

O jornalista escocês Andrew Jennings, da BBC, foi condenado a pagar 10 mil reais de indenização ao ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, informou a CartaCapital, na última terça-feira (12/2). No entanto, o repórter da emissora britânica afirma que isso “não faz o menor sentido” porque nem sabia da acusação.

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Crédito:Divulgação
Jornalista foi sentenciado sem ser notificado e contesta ação
Segundo levantamento publicado no fim de semana pelo Jornal do Brasil, Teixeira conseguiu no Tribunal Regional Federal da 2ª Região o arquivamento de todos os inquéritos nos quais era acusado de crimes como lavagem de dinheiro e recebimento de propina, exceto pela indenização contra o jornalista, condenação que ocorreu na Justiça estadual do Rio de Janeiro.

A decisão do juiz Augusto Alves Moreira Junior, da 3ª Vara Cível do fórum regional da Barra da Tijuca, foi publicada em 22 de novembro de 2012 e só veio à tona após a reportagem. Cabe recurso.
Na decisão, o magistrado escreveu que “os danos morais restaram caracterizados porque os fatos imputados pelo réu ao autor abalaram a sua honra bem como a sua imagem perante a sociedade”. Para o juiz, a culpa do jornalista ficou caracterizada em razão de sua ausência no julgamento.
A declaração de Jennings, que levantou as primeiras suspeitas sobre o cartola foi feita ao blog do deputado federal Romário (PSB-RJ).

“Isso tudo é um absurdo. O Teixeira é um cara que fugiu do Brasil, ele é notoriamente corrupto, renunciou todos os cargos e assumiu que participou do esquema de corrupção. Como posso ter prejudicado a imagem de uma pessoa assim? Como eu posso ter ofendido o caráter dele? Ele é corrupto, já estava com a imagem suja”, disse Jennings.
 Portal IMPRENSA

TRE-PB não acata pedidos de tropas federais para Teixeira e Araruna, mas garante reforço policial

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) negou pedido de tropas federais na tarde dessa quinta-feira (4) para os municípios de Teixeira e Araruna. Para a Corte, não existe motivos que justifiquem o pedido de presença de homens do Exército nas duas cidades.

Apesar disso, os juízes acataram o pedido do juiz Ricardo Silva Brito para reforçar a segurança em Ararauna. O pedido de tropas federais rejeitado pelo TRE para a cidade foi feito pela Coligação “Confiança do Povo”.

Já para Teixeira, o pedido foi de tropas foi apresentado a Corte Eleitoral pela juíza Ana Maria Socorro que alegou alteração dos ânimos nessa reta final de campanha.

Fonte: PolíticaPB

Vital do Rêgo entra de licença e Paulo Teixeira preside CPI nesta terça

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) vai comandar a reunião desta terça-feira (5) da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) mista que investiga Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Ele é o vice-presidente da CPI e assume a função porque o presidente, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), passará a semana de licença médica depois de fazer um cateterismo no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, na última sexta-feira (1º).

De acordo com a assessoria do senador, o exame “descartou qualquer problema em suas artérias”, mas Vital ainda foi submetido a outros dois exames no sábado: uma ultrassonografia de avaliação das carótidas (artérias que irrigam o cérebro) e outra ultrassonografia para controle da região da artéria femural, onde foi feita a pulsão para o cateterismo.

Por recomendação médica, Vital do Rêgo vai passar a semana descansando em Campina Grande, interior da Paraíba, e só deve retomar suas atividades no Senado depois do feriado de Corpus Christi.

Casa de luxo

Nesta terça-feira, a CPI do Cachoeira deve ouvir quatro pessoas possivelmente  ligadas ao esquema comandado por Cachoeira. São elas Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB); Walter Paulo Santiago, empresário para quem Perillo teria vendido uma casa de luxo em Goiânia; e Sejana Martins e Écio Antônio Ribeiro, sócios da Mestra Administração, que teria sido usada como laranja na negociação do imóvel.

Nesta casa, Carlinhos Cachoeira foi preso durante a operação Monte Carlo, da Polícia Federal, e há suspeitas de que ele seria o verdadeiro comprador, com Walter Paulo Santiago operando como intermediário para esconder a transação. No Registro Geral de Imóveis, a casa está no nome da Mestra Administração.

Conselho

Também na terça-feira, às 10h, o Conselho de Ética do Senado, que analisa possível quebra de decoro parlamentar de Demóstenes Torres, tem reunião marcada para apreciar requerimentos. Entre eles está o pedido de perícia nos áudios da operação Monte Carlo feito pelo advogado do senador, Antonio Carlos de Almeida Castro.

Agência Senado