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Obrigatoriedade do TEF em bares e restaurantes aumenta procura por tecnologia em 30% na PB

Desde o último dia 1º de agosto, todos os bares, restaurantes, lanchonetes e similares da Paraíba devem contar com terminais de Transferência Eletrônica de Fundos (TEF) para pagamentos por cartões, em substituição às maquininhas POS, seguindo a portaria 011/2017 da Secretaria de Estado da Receita da Paraíba (SER-PB). Mesmo com o início da obrigatoriedade, estabelecimentos ainda correm para implementar a solução, aumentando a procura em mais de 30%, segundo a Cappta, empresa especializada em captura de pagamentos.

O objetivo da medida, originalmente programada para 3 de julho, é aumentar a fiscalização em torno dos 2 mil estabelecimentos que atuam formalmente neste segmento, uma vez que o TEF captura as transações de forma integrada com os sistemas de automação, que incluem o software de gestão (ERP) e de emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica. Entretanto, sua implementação é mais complexa do que o das maquinetas convencionais, uma vez que não basta alugar uma maquininha, o estabelecimento precisa contar com um computador, impressora e conexão à Internet. “Nossas soluções são simples de usar e nossos agentes de serviços locais estão orientados a prestar todo o suporte na instalação”, afirma Rodrigo Rasera, diretor da Cappta. “A integração também proporciona o controle das vendas em tempo real, evitando a necessidade de controlar os papeizinhos um a um”, completa Rodrigo.

A empresa fornece o Pinpad (equipamento fixo com teclado onde se insere o cartão e a senha), sistema para realizar as transações e um portal de vendas com projeção dos recebíveis. Além disso, realiza o credenciamento e negocia as taxas com adquirentes, como a Stone, que também notou um crescimento significativo de clientes, especialmente nos municípios de João Pessoa e Campina Grande. “Para diminuir o impacto dessa nova regulamentação, buscamos interagir com cada cliente para identificar suas necessidades, entender suas dores e mostrar como resolvê-las, oferecendo uma proposta diferenciada de valor para o pequeno e médio empresário”, afirma Augusto Lins, diretor da Stone, adquirente que tem investido nas operações no Nordeste e que também disponibiliza o TEF próprio homologado para transacionar as principais bandeiras.

TEF móvel é alternativa – Além de um investimento maior por parte dos comerciantes, a polêmica da nova portaria também gira em torno da comodidade, uma vez que os clientes devem se dirigir até o caixa para pagar a conta, ao invés de realizá-lo na mesa ou até na própria residência, nos casos de entrega a domicílio. Para amenizar essa dificuldade, a Cappta disponibiliza também um modelo exclusivo de TEF móvel, uma maquininha que deve ser conectada ao smartphone com o software de pagamento. “Desenvolvemos esse produto pensando na mobilidade, fundamental para a melhoria da experiência de pagamento, que hoje é um fator relevante para o consumidor moderno optar por uma marca”, completa Rasera.

Mais informações nos sites: www.cappta.com.br e www.stone.com.br

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Especialista diz que medo de ficar sem tecnologia é doença; veja como identificar a nomofobia

nomofobiaOs avanços tecnológicos não trouxeram apenas novas ferramentas de interação social, mas também uma nova doença: a nomofobia, caracterizada pelo medo e pânico de ficar desconectado e incapacitado de se comunicar por meio de aparelhos celulares e computadores.

Segundo José Roberto Marques, especialista comportamental e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), a doença não é relacionada ao tempo que a pessoa passa utilizando os aparelhos, mas aos prejuízos que o uso acarreta.

Além disso, o problema pode estar associado a sintomas de ansiedade e depressão, já que as pessoas afetadas pela nomofobia costumam se sentir rejeitadas quando ninguém telefona e enfrentam síndrome de abstinência quando estão sem o aparelho.

Causas e sintomas da nomofobia

De acordo com o especialista, os principais fatores de risco para a nomofobia são: baixa autoestima; dificuldade em relacionamentos sociais; incapacidade de desligar o telefone ou computador; verificação obsessiva da caixa de entrada de e-mails ou chamadas de celular; sentir a necessidade de estar online cada vez mais ou preocupação contínua com a bateria de celulares ou notebooks.

Já os sintomas da doença são: incômodos e irritação acima do normal quando a rede de internet não funciona; tentativas fracassadas de passar menos tempo com aparelhos eletrônico; utilizar a internet para fugir de problemas; e incapacidade de desligar celulares ou computadores quando necessário.

Ainda segundo o especialista, uma das saídas para escapar da nomofobia é deixar a vida online de lado e se dedicar cada vez mais a vida social, saindo com amigos, frequentar locais com bom número de pessoas, viajar, realizar exercícios físicos e ficar algum tempo diariamente sem aparelhos como celular e computador.

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Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais

criancasMuito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24 para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos eletrônicos.

Mas os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são introduzidos ao universo musical através dos clipes da Galinha Pintadinha. Começam assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da Galinha e recorrem a ela, através do celular ou tablet, principalmente em locais em que gostariam que a criança ficasse quieta, como salas de espera e restaurantes.

Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (desenvolvedora de aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança à tecnologia tem de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural”.

“Deixe a criança mostrar curiosidade e se interessar pelo equipamento, e, a partir daí, escolha qual conteúdo será apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto”, diz a especialista. “Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento, sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais.”

E o que ela diz sobre a idade mínima para esse contato começar? “Não existe uma regra para isto, é preciso ter bom senso. Bebês pequenos ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da própria visão. Não faz muito sentido dar um tablete. Uma música, brinquedos ou móbiles são os estímulos mais indicados.”

Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e a criança uma hora terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança neste contexto, permitindo o acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e criados para estimular e desenvolver algumas habilidades das crianças conforme sua idade.”

Glaucia diz que o contato com a tecnologia pode ajudar no desenvolvimento da criança de diversas formas.

“Os aplicativos podem contribuir para o exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução de problemas. Podem estimular a criatividade e apresentar conceitos desde os mais estruturais, como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais, como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho mais pedagógico”, afirma.

Segundo ela, se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança, estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de conhecimento.

“Fazer um tour virtual num museu ou interagir com realidade aumentada em alguma área do aplicativo são exemplos de como tornar o processo de descoberta e aprendizado mais interessante. É o aprender brincando.”

EXEMPLO DEVE VIR DOS PAIS

Mas vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem acesso, além de servir de exemplo para ela.

“De nada adianta questionar a criança que deixa de fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da refeição”, afirma Glaucia.

Segundo ela, “a educação digital é um item muito importante que não deve ser delegado às escolas ou qualquer outra entidade”.

“São os pais que precisam dar os limites e acompanhar esta interação e este aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas. Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados ao que esperam”, diz.

Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido.

“Existe ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permitem limitar o tipo de acesso e ações que podem ser realizadas. Tudo isto ajuda a determinar os limites e também interagir, atuando na orientação e na educação digital das crianças”, afirma a especialista.

TEMPO PARA OUTRAS ATIVIDADES

Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir.

“Deve ser mais um elemento nesta rotina de vida. E também não deve ser entendida como uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é natural impor limites _de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades, ela tem seu lugar no dia-a-dia.”

“Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente conversarem na mesa de jantar. A questão é que estas pequenas interações estão se perdendo, é isto que precisamos buscar”, diz.

maternar.blogfolha

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Uso excessivo de tecnologia pode se tornar dependência

Você se considera uma pessoa hiperconectada? Apaixonado por tecnologia? Esquecer o celular em casa é um transtorno? Pois bem, você deve tomar cuidado aos sinais, pois já existem pessoas que são consideradas dependentes dessas ferramentas e têm sua vida social, amorosa e no trabalho prejudicada, já que começam a apresentar dificuldades de relacionamento pelo uso excessivo de tecnologia.

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O psicólogo e doutor em psicologia social, Denis Carvalho, explica que as principais consequências para o dependente de tecnologia é o isolamento, superficialidade nas relações e incapacidade de pensar criticamente. Nos Estados Unidos, a dependência de internet já é considerada como um transtorno mental que é tratado com terapia e remédios.

“Essa fobia se denomina por nomofobia, que é um tipo de pânico caracterizado pelo medo de ficar sem ter como usar o celular. Palavra derivada do inglês “no-mobile”.

Caracteriza-se por: ansiedade, agressividade e dificuldade para se concentrar quando esquecem o telefone em casa, quando acaba a bateria ou estão em uma área sem cobertura. Esses sintomas são mais comuns entre os usuários de smartphones (telefones inteligentes)”, caracterizou o psicólogo.

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O profissional diz ainda que o tratamento para as pessoas dependentes em tecnologia é o mesmo para as que sofrem com ansiedade e que família e amigos podem ajudar durante o período em que o dependente estiver em recuperação.

O primeiro passo seria reconhecer a existência do transtorno. “Os mais próximos devem ajudar reconhecendo e não subestimando o problema e tentando convencer o usuário a reconhecer suas dificuldades”, completou.

A dependência chega de forma silenciosa. Sem perceber, as pessoas passam a priorizar a vida online e deixam a própria vida e relações interpessoais de lado.

É cada vez mais comum encontrar grupos de amigos reunidos em bares e restaurantes conectados aos smartphones e a cena se repete na rua, praças, shoppings e demais espaços públicos.

Denis Carvalho afirma que não é necessário abrir mão das tecnologias até porque elas se tornaram ferramentas que auxiliam no trabalho e outras atividades. Ele cita como alternativa para fugir da dependência o uso responsável e limitado.

“As pessoas podem fazer uso saudável das tecnologias tendo autocontrole e seguindo alguns princípios básicos de tecnoetiqueta: desligar ou não usar o aparelho em missas, restaurantes ou enquanto conversar com alguém. Ou procurar um especialista para um acompanhamento específico”, esclareceu.

No Brasil, o transtorno começa a ser reconhecido e algumas clínicas já passam a se especializar no tratamento, mas países como a China, Japão e Coreia do Sul já reconhecem o vício em tecnologias como um problema de saúde pública.

Doutora em Políticas Públicas explica comportamento de jovens na era da internet 

A jornalista e doutora em Políticas Públicas, Maria Helena de Oliveira, trabalhou em sua pesquisa durante o doutorado com os eixos: juventude, comunicação e Aids, para mostrar o nível de conhecimento dos jovens sobre a doença.

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Ela pode constatar durante os estudos que apesar da facilidade e acesso a informação, os jovens acessam mais as redes sociais do que sites educativos e informativos e vivem no tempo da “imediatização”.

“A juventude vive em uma ambiência diferente, com interação comunicacional em meio a uma sociedade midiatizada, onde vivemos não simplesmente as influências da mídia sobre a sociedade, mas onde todos vivemos numa interação social com todos os aparatos midiáticos.

Os maiores protagonistas dessa sociedade midiatizada são os jovens, já que eles se encontram no tempo da imediatização que é o termo que criamos para definir o tempo do acesso às tecnologias”, disse.

Maria Helena de Oliveira acredita que os jovens estão vivenciando o que está sendo proporcionado a eles e vivem em uma sociedade marcada pelos efeitos da internet.

Contudo, muitos não utilizam essa ferramenta para buscar novas informações, como ficou comprovado sobre o assunto estudado em sua pesquisa. Ela explica que no ambiente da midiatização, as redes sociais servem como pontos de encontro para a troca de ideias e não de informações.

“Nós realizamos grupos focais com jovens de 17 a 25 anos nas universidades de Teresina e obtivemos a conclusão que nenhum deles utilizam as mídias sociais para acessar, por exemplo, a página do Ministério da Saúde sobre HIV e Aids.

Avaliamos também como eles se relacionavam com as redes sociais como Instagram, Facebook sobre o assunto e nenhum deles abordou o tema”, considerou.

Para ela, os jovens utilizam esses espaços mais para pontos de encontro, para agendar vários assuntos e também para falar de si próprio, para tratar assuntos das suas individualidades, suas próprias vivências, sexualidade e seus tabus.

Inclusive sobre o assunto, uma pesquisa, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, revelou que falar de si mesmo na internet gera o mesmo prazer de se alimentar, ganhar dinheiro ou fazer sexo.

Jovens passam até 12 horas conectados na internet 

Smartphones de última geração que permitem acesso rápido a centenas de informações pela internet, contato direto com milhares de pessoas e troca de mensagens com amigos através das redes sociais, assim se configura a tecnologia presente nas mãos dos jovens. Um grupo de estudantes de Comunicação Social tem resposta unânime quando o assunto é o tempo de uso do aparelho: até 12 horas por dia.

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A jovem Talita Quésia, de 20 anos, estudante de Publicidade e Propaganda, diz que o uso do celular passou a ser parte integrante do seu dia e pode perceber isso no dia que esqueceu o aparelho em casa. “Sem internet a gente não consegue mais viver. O que dá para fazer sem o celular? Eu passo até 12 horas do dia conectada”, revelou.

O estudante Wellington Coelho, 21 anos, também permanece metade do dia diante da tela do seu smartphone, contudo, ele explica que a quantidade de horas chega a tanto porque também resolve muitas pendências de trabalho através do instrumento.

João Pedro Meireles, de 19 anos, diz que chega a ficar até 10 horas por dia onlin. Ele afirma que divide o horário de uso entre as redes sociais e sites de notícias.

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Fotos: Luiz Fernando Gonzaga

FONTE:

  • Waldelúcio Barbosa

Campina sedia a partir desta terça Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

campinaA Prefeitura Municipal de Campina Grande, através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Município e em parceria com outras instituições, realiza nesta terça-feira, 14, a abertura na cidade  da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que este ano terá como tema principal “Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”. O evento está incluído no calendário dos festejos do Sesquicentenário de emancipação política de Campina. A abertura terá início às 9h, com solenidade no Museu Vivo da Ciência e Tecnologia, localizado no largo do Açude Novo, e presença do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues. Durante a programação de abertura da Semana, serão empossados os membros do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia.

 

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O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Município, Hercules Lafite, ressaltou a relevância da programação e sua vinculação ao perfil do município. “Durante a Semana, serão discutidos temas relevantes inerentes à tecnologia, com técnicos, pesquisadores e estudantes. Será uma ótima oportunidade para todos os que atuam nesse campo, tão importante para o desenvolvimento da cidade e da região”, destacou o secretário.

 

A Rainha da Borborema é um dos 74 pólos tecnológicos do país, mapeados pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anproteca). A cidade concilia todos os predicados necessários: uma centena de empresas de TI, mil empregos gerados e o maior número proporcional de PhDs do Brasil – 600.

 

Ascom

Governo realiza I Fórum de Líderes em Educação e Tecnologia do Norte e Nordeste

ricardoO Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEE), realiza na próxima quarta (12) e quinta-feira (13) o I Fórum de Líderes em Educação e Tecnologia do Norte e Nordeste, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Educação (Consed). O evento acontecerá no Centro de Convenções de João Pessoa Poeta Ronaldo Cunha Lima e é destinado a profissionais das áreas de educação e tecnologia exclusivamente convidados.

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A abertura oficial do evento será às 13h com a presença da secretária de Estado da Educação, Márcia Lucena; da presidente do Consed e secretária de Estado da Educação do Mato Grosso do Sul, Nilene Badeca da Costa; e da diretora de formulação de conteúdos educacionais da Secretaria de Educação Básica, Mônica Gardelli Franco, que representará o Ministério da Educação. A abertura contará com um show cultural e apresentação do Programa de Inclusão Através da Música e das Artes (Prima).

O evento terá três programações distintas: o “Congresso de Líderes em Educação e Tecnologia”, que terá palestras e painéis de debates sobre estudos de casos de tecnologia em educação, seus resultados e lições aprendidas; o “Workshop para Educadores e Gestores” com pesquisas sobre recomendações e melhores práticas no uso e implementação de tecnologia; e a “Arena de Soluções em Tecnologia Educacional” com demonstrações e tutoriais sobre o uso de processos específicos de instituições de ensino em geral.

O objetivo do evento é reunir líderes em educação e tecnologia das regiões Norte e Nordeste, juntamente com os convidados de outras regiões do país e do mundo, para aprofundar o conhecimento e o debate sobre experiências práticas com o bom uso das tecnologias em Educação a partir de casos e soluções e identificar evidências de melhorias da qualidade e eficiência no ensino e aprendizagem.

Os professores da rede estadual de ensino que desenvolveram trabalhos aliando educação e tecnologia e foram contemplados com o prêmio Mestres da Educação participarão do evento como convidados, assim como alguns alunos participantes dos projetos. O evento contará também com a participação de professores do Estado do Rio Grande do Norte que desenvolveram trabalhos com a mesma temática.

O Forum é restrito para participantes convidados que atuam nas áreas de formação e gestão de políticas públicas para educação, inovação através de projetos pedagógicos integrados às tecnologias digitais, direção de tecnologias educacionais e de informática e direção acadêmica e gestão de escolas e campus universitários.

A chefe do Núcleo de Educação à Distância (NEaD) da SEE e uma das coordenadoras do fórum, Verônica Fragoso, destacou a importância do evento: “As palestras promoverão uma reflexão junto aos professores sobre os temas ligados à tecnologia”.

Congresso– O congresso terá início às 8h30 da quarta-feira (12) com a chegada dos participantes e o credenciamento. Após um show cultural de boas vindas à Paraíba e visita à arena de soluções, a programação terá início às 13h com a abertura oficial e palestras, abordando as perspectivas mundial, nacional e regional em tecnologias da educação, além de estudos de casos, debates e conclusões com palestrantes da Cisco Educação – Brasil e América Latina, do Instituto Natura, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (Cetic.br) e dos secretários de Estado da Educação de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Bahia e Pernambuco. Às 18h, acontecerá a apresentação cultural da banda paraibana Os Gonzagas.

No segundo dia, a abertura será às 8h com palestra da presidente do Consed, Nilene Costa. Ao longo do dia, a programação tem continuidade com palestras e estudos de caso abordando temas como “A experiência do Canadian College no Estado de Pernambuco com engajamento de alunos através da globalização”, que será proferida pela Cônsul-Geral do Canadá, Stéphane Larue  e o “Resultado do uso de Games e do aprendizado adaptativo na preparação para o Enem”, ministrada pelo fundador da Geekie Games, Cláudio Sassaki, além de palestras proferidas pelos secretários de Estado da Educação do Acre, Amazonas, Rio Grande do Norte e representantes da Fundação Roberto Marinho. O evento continua com debates e a conclusão do fórum. O evento será encerrado com a apresentação do show cultural do Centro Estadual de Arte da Paraíba (Cearte).

Workshop – A abertura do workshop acontecerá às 13h30 junto com o lançamento da Revista Digital “Compartilhando Saberes”, da SEE. A programação continua com palestras, estudos de caso, dicas e boas práticas na área de educação e tecnologia com participação de representantes do Planeta Educação, BrinkMobil, Oportunity Trust, Abril Educação e do Pré-Vestibular Social do Estado da Paraíba (PBVest).

No segundo dia, as palestras abordarão as boas práticas com tecnologias educacionais com o uso de recursos como os tablets e as lousas interativas nas salas de aula. Os ambientes virtuais de educação e os blogs também estarão na pauta do evento, que contará com palestrantes do SABA (Software Brasil), Instituto Anísio Teixeira (Bahia), MSTech, Lexmark, entre outros.

Arena – A abertura oficial acontecerá na quarta-feira (12), às 10h, com palestra de Daniel Vicentini, da Cisco. Na arena de soluções serão abordados temas como o ensino à distância, conteúdos digitais, ambientes virtuais para ensino, gestões acadêmicas, wi-fi em escolas, entre outros. No segundo dia serão abordados temas como conectividade e mobilidade, além da comunicação unificada e segurança.

Secom-PB

Rede Nacional de Pesquisa terá tecnologia baseada na computação em nuvem

computadorTecnologia de computação em nuvem (conhecida também pelo termo em inglês cloud computing) da Rede Nacional de Pesquisa (RNP) vai permitir que a Biblioteca Nacional e a Cinemateca ofereçam acervos digitalizados para consulta ao público a partir de fevereiro de 2014. O centro de dados compartilhados (CDC) que permitirá o armazenamento dessas informações será lançado em fase experimental. O conteúdo oferecido ainda será definido pelas instituições.

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Na primeira etapa de construção, o CDC atenderá de forma mais restrita à comunidade acadêmica do país. A infraestrutura no início terá capacidade limitada, para que os usuários experimentem a plataforma. Entre os objetivos estão abrigar grandes volumes de informações e colaborar para a manutenção e a preservação de dados.

De acordo com o diretor de serviços e soluções da RNP, José Luiz Ribeiro, a tecnologia permite a redução de custos de instalação, infraestrutura, equipamentos e recursos humanos, porque toda estrutura se concentra em um ou vários centros de informações (data centers), em geral à distância.

“A nuvem é um grande repositório onde são colocadas informações de todo tipo, como áudio, vídeo, dados e textuais. É um espaço onde se permite o processamento de informações. As informações que estão no computador são transferidas para a nuvem, onde uma empresa ou instituição é que vai armazenar os dados ou mesmo fornecer esse serviço de processamento de dados”, explicou Ribeiro à Agência Brasil.

Ribeiro destaca que a tecnologia de computação em nuvem necessita de conexão com internet, já que a infraestrutura, em geral, está localizada à distância. “Ela depende essencialmente da internet porque as informações estarão em outro lugar fisicamente, que pode estar na sua própria cidade como em um outro país, e a conexão com esse data center é feita por meio da internet”.

Apesar das facilidades oferecidas pela tecnologia, pode haver fragilidades na segurança das informações. Sobre a computação em nuvem no cotidiano no cidadão, Ribeiro ressalta que o usuário deve ter atenção ao contratar a plataforma de computação em nuvem. Informações sigilosas devem ser criptografadas para serem preservadas.

“O indivíduo precisa estar atento com a questão da privacidade das informações. Em uma nuvem pública, como é o caso da [oferecida pela] Google, Amazon e Microsoft, o usuário confia as suas informações a um terceiro, e não necessariamente essas informações estão seguras. Em alguns casos, pode estar previsto no contrato a divulgação das informações para o governo ou para um conjunto de empresas que vão querer, por exemplo, saber o seu perfil de consumo”, destaca.

O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) também já trabalha com a tecnologia de computação em nuvem. Em iniciativa inédita, a empresa lançou no início deste mês a primeira nuvem do governo federal. O ambiente abriga sistemas para o Programa Cidades Digitais. A tecnologia oferece soluções de educação, atendimento médico hospitalar, gestão e comunicações para cerca de 80 municípios brasileiros.

De acordo com o superintendente de Produtos e Serviços do Serpro, José Gomes Júnior, a tecnologia permitirá que prefeituras brasileiras tenham estrutura para montar seus sites.

“Para cada prefeitura ter seu site e todos os sistemas, em um primeiro momento elas precisariam ter uma infraestrutura de processamento local, um minicentro de processamento de dados, servidores e licenciamento dos softwares. O que o Serpro está fazendo é levar toda essa tecnologia às prefeituras, elas não precisam mais se preocupar em ter essa infraestrutura do outro lado”, disse o superintendente à Agência Brasil.

O gerenciamento da tecnologia ficará sob a responsabilidade do Serpro em um centro de dados da própria instituição. O espaço para armazenamento e processamento de dados será dado de acordo com a necessidade do usuário. Gomes Júnior explica que a ferramenta de computação em nuvem do Serpro está disponível apenas para entes governamentais.

 

 

Agência Brasil

Convergência de Mídias: tecnologia a favor da comunicação

 

Triple PlayA convergência dos serviços de voz, vídeo e dados – o denominado triple play – tornou-se uma necessidade no mercado de telecomunicações, devido ao crescimento explosivo do acesso banda-larga na Internet.

Atualmente, para atrair e manter novos assinantes, os provedores de comunicação, além de disponibilizar acesso banda-larga, devem também oferecer triple play como um serviço de valor-agregado. Nesse cenário, surgem desafios econômicos, tecnológicos e operacionais, onde as redes convergentes visam oferecer recursos para criação, implantação e gerenciamento dos serviços multimídia.

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A telefonia via Internet, Voice Over Internet Protocol, Voz sobre IP, ou simplesmente VoIP é  uma tecnologia que permite a transmissão de voz por IP, possibilitando a realização de chamadas telefônicas pela internet. Além da óbvia praticidade, ocorre uma diminuição drástica no custo das ligações, mesmo que se esteja falando por horas com uma pessoa localizada no outro lado do mundo. Por isso, sua popularidade cresceu tão rapidamente, inclusive entre as empresas, que, para otimizar e expandir os recursos de seus serviços telefônicos de maneira econômica e eficiente fazem uso desta tecnologia.

A TV sob IP, ou IPTV é o serviço de transmissão de programas de TV ao vivo e de vídeos sob demanda através da internet. Este serviço é acessado pelos usuários domésticos através de uma conexão à internet em “Banda Larga”, no qual os sinais de TV serão decodificados por uma SET-TOP-BOX, equipamento equivalente aos receptores de TV por satélite de banda aberta e de banda fechada como SKY, CLAROTV, entre outras, onde os SET-TOP-BOX se conectam aos televisores disponibilizando o acesso aos canais de TV abertos (globo, record, band, entre outros) ou fechados (TNT, DISCOVERY, ESPN, GLOOB, entre outros).

O serviço de IPTV, ou TV sobre IP, é provido por empresas de telecomunicações, neste caso, o provedor de internet será o mesmo provedor de TV sob IP, sendo este responsável por fornecer tanto os dispositivos SET-TOP-BOX, quanto a infra-estrutura de serviço fim-a-fim.

A oferta dos serviços de INTERNET, IPTV E VoIP (telefonia sob IP) normalmente fazem parte de um pacote de serviços ofertados pelas grandes empresas de TELECOMUNICAÇÕES e de TV A CABO, contudo, os PROVEDORES DE BANDA LARGA estão se adequando às necessidades do mercado e buscando atender aos seus clientes com estes serviços convergentes denominados de triple-playou combo , sendo pacotes compostos por Internet, Telefonia sob IP (VoIP), IPTV etc. Estes Serviços vieram para somar no acesso à internet pelo usuário, que tem a oportunidade de estar usufruindo desta tecnologia tão rápida e eficaz.

 

Erick José Maia de Araújo

Graduado em Redes de Computadores – IFPB

João Pessoa recebe de Brasília empresa que oferece Cursos Online com alta tecnologia

InternetO SINTEC – Sistema Nacional de Cursos e Editora, com mais de 19 anos de tradição em Brasília, está situada também em João Pessoa. Oferece cursos online com alta tecnologia em videoaulas para toda família: Idiomas (Inglês, Espanhol e Italiano), Preparatório p/ ENEM e Vestibular, Exame de Ordem, Cursos Online c/ certificados para aperfeiçoamento pessoal e profissional, entre outros. A empresa traz uma novidade: todos os cursos podem ser acessados na mesma assinatura, sem sair de casa, de qualquer computador, tablet e smartphone. São oferecidos também preparatórios online para concursos federais, estaduais e municipais. Informações nos sites:
www.sintec-educacao.com.br e www.passenoconcurso.com.br.
Telefones: (83) 3243-7575 / (83) 8792-3301 – OI / (83) 9864-5850 – TIM.

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Assessoria

Fifa aprova tecnologia da linha do gol nas Confederações e na Copa de 2014

Depois de uma implementação bem sucedida de tecnologia na linha do gol (GLT), no Mundial de Clubes no Japão, realizado em dezembro de 2012 e conquistado pelo Corinthians, a Fifa anunciou na manhã desta terça-feira que a inovação também será usada na Copa das Confederações deste ano e na Copa do Mundo de 2014, ambas no Brasil.

Diante das diferentes tecnologias disponíveis no mercado, a Fifa abriu concorrência nesta terça-feira estabelecendo os requisitos técnicos para ambas as competições. Estão convidados a apresentar propostas os dois fornecedores já licenciados (Hawkeye e GoalRef) e outras empresas atualmente em processo de licenciamento.

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Em meados de março, as companhias interessadas serão chamadas a participar de uma visita de inspeção às sedes da Copa das Confederações. A decisão final será confirmada em abril.

bola chip FIFA Mundial  (Foto: AFP)Chip na bola permite que os árbitros recebam um alerta de gol durante um lance duvidoso (Foto: AFP)

Durante a Soccerex, realizada ano passado, no Rio de Janeiro, a Fifa apresentou as duas tecnologias testadas no Mundial de Clubes do Japão. Em ambos os casos, dispositivos emitem um alerta instantâneo aos árbitros assim que a bola ultrapassa a linha do gol.

A decisão do uso do chip em bolas não torna a ação obrigatória, e as confederações nacionais estão livres para colocarem em prática ou não a nova regra. O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, disse na ocasião que a Fifa deixará a tecnologia como legado para o Brasil nos 12 estádios da Copa de 2014.

Linha do gol tecnologia bola Fifa (Foto: Reprodução / FIFA)Testes de tecnologia da linha do gol são feitas com frequência pela Fifa (Foto: Reprodução / FIFA)

 

Globoesporte.com