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Projeto ensina técnicas de defesa pessoal para mulheres na UEPB, em Campina Grande

Um estudante do curso de Educação Física da Universidade Estadual da Paraíba desenvolveu um projeto que ajuda mulheres a se defenderem de ataques de possíveis agressores, através de técnicas de defesa pessoal, utilizando artes marciais. O projeto da aluna Romênia Soares Barreto é realizada dentro do conjunto de ações desenvolvidas pela Coordenadoria de Esporte e Lazer da instituição.

As aulas são realizadas na sala de Dança do Departamento de Educação física da UEPB, às terças e quintas, das 12 às 13h. As vagas são abertas para alunas da universidade e para o público feminino externo.

Com o nome “O uso da defesa pessoal feminina no combate à violência no cotidiano”, o objetivo é favorecer o acesso das mulheres à informação e às práticas que as ajudem diante de ataques físicos ou psíquicos.

O projeto envolve mais de 15 estudantes que visam promover conhecimentos variados voltados não apenas a treinos físicos, mas também ao trabalho de linguagem corporal, competências psicológicas e verbais. Além disso, conta também com a parte teórica em que dispõe de um acervo bibliográfico de diversos autores que defendem o tema, e fornecem informações sobre a Lei Maria da Penha.

G1

 

Técnicas para aumentar, diminuir e levantar os seios

Foto: Danilo Borges
Foto: Danilo Borges

Aumentar, diminuir ou empinar os seios. Cada uma dessas vontades pode contribuir para deixar seu decote mais bonito. Independentemente se o seio for muito grande, pequeno ouflácido, a Corpo a Corpo listou as melhores soluções para cada tipo de desconforto nos seios. Confira:

Diminuir seios grandes

Nenhuma roupa fica bacana, isso sem falar na dor da coluna. Esses incômodos provocados pelo peso das mamas podem desaparecer.

Mamoplastia redutora: cirurgia plástica que visa à remoção de excesso de tecido mamário, que engloba pele, gordura e glândula. Após a retirada, é possível remodelar os seios, deixando-os menores e com um formato adequado à silhueta. A cicatriz pode ter o formato de T invertido ou L, indo do sulco mamário até a base da aréola. Após a cirurgia é essencial usar sutiã cirúrgico e ficar sem dirigir e praticar exercícios por um mês.

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Sutiãs modeladores (foto): ele não reduz os seios, mas o simples fato de mantê-los no lugar certo e bem sustentado já ajuda a dar a impressão de que não são tão grandes assim.

Como levantar seios caídos

Fruto de uma grande perda de peso ou após o período de amamentação, é possível reverter esse quadro com plástica, tratamento ou cremes.

Técnica do jaquetão: cirurgia plástica indicada para reverter a flacidez de seios pequenos ou médios e, de quebra, aumentar um pouco o volume do colo. Após a incisão em T invertido na parte inferior da mama, o médico desloca a pele, deixando o tecido gorduroso e as glândulas expostos, para, em seguida, aprofundar o corte vertical no tecido, dividindo a parte inferior da mama ao meio. Feito isso, os dois lados são aproximados, como se estivessem sendo abotoados. Durante o pós-operatório é essencial o uso de sutiã cirúrgico por 45 dias eafastamento de atividade física pelo mesmo período.

Cremes antiflacidez: esses produtinhos são excelentes na luta contra a gravidade, já queestimulam a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela sustentação da derme.

Como aumentar seios pequenos

Símbolo da feminilidade, seios sem volume afetam diretamente a autoestima. Existem soluções temporárias ou definitivas!

Maquiagem: é isso mesmo que você leu! Anote o truque: esfume um pouco de pó facialbronzant no espaço entre os seios e no início da curva superior interna de cada mama. Para finalizar, dê suaves pinceladas de pó iluminador dourado para criar delicados pontos de luz no colo. O resultado é supersexy!

Sutiã com bojo: ótima pedida para quem não quer encarar o bisturi. Para dar aquele up nos seios, aposte em modelos com bojo. Existem também as versões água e óleo, que vêm com uma espécie de implante dentro do sutiã, fazendo as vezes de prótese de silicone.

Plicatura mamária: cirurgia plástica indicada para aumentar sutilmente o volume do colo feminino e, de quebra, eliminar a flacidez em fase inicial. Após fazer a incisão em T invertido, L ou I, o cirurgião reposiciona o músculo mamário para cima. Geralmente é dado apenas um ponto. Após a cirurgia é essencial usar sutiã cirúrgico por 45 dias e evitar exercícios neste período.

 

corpoacorpo

CFM suspende idade limite para mulheres usarem técnicas de reprodução assistida

futuroMulheres com mais de 50 anos que queiram engravidar vão poder utilizar técnicas de reprodução assistida, desde que assumam os riscos do procedimento. A decisão faz parte de resolução divulgada hoje (22) pelo Conselho Federal de Medicinal (CFM) que atualiza as regras para reprodução assistida no Brasil.

O coordenador da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do CFM, José Hiran, ressaltou que a entidade continua defendendo o limite máximo de 50 anos para a mulher passar por esse tipo de procedimento. Isso porque, segundo ele, há graves riscos tanto para a mãe, como hipertensão e diabetes gestacional, quanto para o feto, como prematuridade. “Cada caso deverá ser analisado pelo profissional que toma conta do procedimento”, disse Hiran.

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Outra mudança anunciada trata do uso da reprodução assistida por casais homoafetivos do sexo feminino. As novas regras permitem a chamada gestação compartilhada – quando o embrião gerado por meio do óvulo de uma das mulheres é implantado na parceira. Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, Adelino Amaral, a alteração, neste caso, foi apenas na redação, para que não surgissem dúvidas entre casais ou entre os próprios médicos.

A resolução também trata da doação de gametas (espermatozoides e óvulos). No caso de gametas do sexo feminino, só poderá ocorrer da seguinte forma: mulheres com até 35 anos em processo de reprodução assistida poderão doar óvulos para outras que não podem mais produzi-los, em troca do custeio de parte do tratamento. “Trata-se do princípio da solidariedade”, destacou o diretor.

O texto faz ainda alterações no capítulo que trata do diagnóstico genético pré-implantação de embriões. Segundo Amaral, a regra vale para casos em que sabidamente existe uma doença genética na família, como hemofilia ou distrofia muscular progressiva. A estratégia consiste em utilizar a evolução da medicina para evitar que uma criança nasça com graves problemas de saúde, além de permitir a seleção de embrião compatível para doar células-tronco a um irmão doente, por exemplo.

A primeira resolução do CFM que trouxe normas éticas para a utilização de técnicas de reprodução assistida no Brasil foi publicada em 1992. As atualizações seguintes vieram em 2010, 2013 e agora, em 2015. A previsão da entidade é que o texto seja publicado até a próxima quinta-feira (24) e, em seguida, entrará em vigor.

As resoluções são as únicas normas no país que tratam diretamente do assunto, já que o Congresso Nacional ainda não aprovou nenhuma lei sobre o tema. A estimativa é que existam 106 clínicas de reprodução assistida no país, responsáveis por mais de 60 mil transferências de embriões apenas no ano passado.

 

Agência Brasil

 

No Semiárido, agricultores criam técnicas para conviver com estiagem

“[A seca] é um fenômeno natural, que ocorre em muitas partes do planeta. A gente não pode viver se mudando, de lugar em lugar.”

Os períodos de estiagem prolongada no Semiárido brasileiro provocaram durante décadas a perda de rebanhos e lavouras e também contribuíram para o aumento do êxodo rural. Essa realidade, no entanto, está em processo de mudança. Técnicas adequadas de manejo, além de acesso e estocagem de água, têm garantido a permanência de famílias que vivem da agricultura em suas terras.

“[A seca] é um fenômeno natural, que ocorre em muitas partes do planeta. A gente não pode viver se mudando, de lugar em lugar.”

A conservação de grãos para ração animal, a captação da água da chuva e a perfuração do solo para a implantação de cisternas e de poços artesianos são algumas das ações adotadas para garantir uma convivência melhor com o clima seco.

“Seca, nós nunca vamos conseguir viver sem. Tem é que produzir, cuidar dos animais [mesmo com a estiagem]”, diz a agricultora Francisca Carvalho, de 41 anos, conhecida como Kika. Ela vive desde 1999 em um assentamento na Chapada do Apodi, perto do município de Apodi, no Rio Grande do Norte. Cresceu na região e sempre conviveu com a estiagem.

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“A seca de 1993 foi terrível. Meu pai tinha muita criação de caprinos e perdeu tudo. Uma roladeira [estrutura formada por latas com capacidade para 18 litros de água cada] de seis latas tinha que servir para uma família de seis pessoas. Tinha que dar para beber, tomar banho, cozinhar e dar para os animais”, lembra ela.

Segundo Francisca, a situação começou a melhorar um pouco depois da época em que ela foi assentada. Em 2000, o assentamento ganhou quatro cisternas de 16 mil litros cada. Hoje, de acordo com ela, dos 23 assentados, 12 têm poços em suas casas. Depois, algumas famílias também tiveram acesso à cisterna-enxurrada e à cisterna-calçadão, estruturas que captam água da chuva e têm capacidade para 52 mil litros.

Na cisterna-enxurrada, a água armazenada é para consumo humano. Na cisterna-calçadão, para irrigar a produção. A implantação das cisternas ocorreu com a ajuda da organização não governamental Articulação no Semiárido Brasileiro (Asa). A entidade, que recebe recursos do governo federal e de outros parceiros, fornece material e orientação para construir as estruturas.

O acesso a algumas técnicas também foi importante para ajudar Francisca e outros agricultores a enfrentar a seca. “Quando chegamos, tivemos várias capacitações do governo e de movimentos sociais”, diz ela, explicando que os assentados aprenderam a utilizar a técnica do silo, que consiste em armazenar o sorgo em um buraco na terra. Assim, a ração é conservada para a alimentação dos rebanhos.

“Recentemente [em 2010, 2012 e 2013] teve pouca chuva e a produção caiu, mas não perdemos rebanho. A gente conseguiu colher sorgo e fazer o silo”, diz Francisca, cuja família cria e planta para subsistência e eventualmente vende a produção excedente.

No caso do agricultor José Ivan Monteiro Lopes, de 34 anos, os poços artesianos foram o caminho para salvar a lavoura e manter o rebanho de gado. Ele perfurou dois poços no fim de 2012, um deles com recursos próprios e o outro com ajuda da organização não governamental Diaconia.

“A diferença [do poço artesiano em relação a outras soluções] é que ele chega a 40 metros de profundidade e tem muito mais água”, diz José Ivan, que vive em uma área rural perto da cidade de Tuparetama, em Pernambuco.

O agricultor conta que a forte estiagem em 2012 e 2013 o forçou a tomar a decisão de diminuir seu rebanho. De oito cabeças de gado, ele vendeu quatro com o intuito de ter menos animais para alimentar. Mesmo com as dificuldades, José Ivan acredita que a solução para os moradores do Semiárido é aprender a lidar com as particularidades da região. “[A seca] é um fenômeno natural, que ocorre em muitas partes do planeta. A gente não pode viver se mudando, de lugar em lugar.”

De acordo com dados divulgados pela Asa, o Semiárido abrange um território de 982,5 mil quilômetros quadrados. A área equivale a 18,2% do território nacional e a 53% da área do Nordeste. Seus moradores correspondem a 11% da população brasileira, o equivalente a 22,5 milhões de pessoas. Desse total, 14 milhões vivem na área urbana e 8,5 milhões são moradores da zona rural. Além disso, 1,5 milhão são agricultores familiares.

Fonte: Agência Brasil

Futuras mamães podem usar algumas técnicas para reduzir a dor de parto

partoDizem que uma das maiores dores que existem é a de parto. Porém, o conceito de dor muitas vezes é relativo. “A pior dor é sempre a que eu estou sentindo, mas a dor em si é algo muito difícil de mensurar”, pondera a ginecologista e obstetra Telma Regina Mariotto Zakka, especialista em dor e coordenadora do Comitê de Dor Urogenital da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED). Para a especialista, o mito vem desde a época em que a medicina ainda estava no início e as condições de nascimento ainda eram mais precárias e difíceis, com partos mais longos e mais riscos de morte para mãe e bebê.

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Mesmo assim, é inegável que a dor existe, e ela ocorre principalmente devido às contrações para empurrar o bebê. “Uma cólica menstrual provoca dor, pois o útero precisa se contrair para expelir o sangue, imagine então a força de um útero com mais volume, para expulsar um bebê inteiro?”, explica o obstetra Marcelo Burlá, presidente da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ). Além disso, a dilatação do colo também pode ser dolorosa, por ser grande. “Em geral no primeiro nascimento ele primeiro diminui, ficando com a circunferência de um dedo, e dilata até cerca de 10 centímetros de diâmetro”, considera o especialista.

Mas existe um fator que até hoje pode piorar a dor de parto: o medo do que vai acontecer. “Se a mulher chegar assustada para o momento de dar a luz e não souber como vai ser, ela vai ter mais dor, por estar tensa diante do desconhecido”, considera a obstetra Barbara Murayama, titulada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e diretora da Clínica Gergin, em São Paulo.

Mas não se preocupe! Existem técnicas para reduzir a dor e algumas delas são bem diferentes. Confira as mais comuns a seguir:

Anestesias

A forma mais óbvia de reduzir a dor é usando anestesias, e pode ficar tranquila, pois elas podem ser usadas também no parto normal. O tipo de anestésico varia de acordo com o momento do parto em que será aplicado. “Podemos fazer na hora em que o bebê está saindo, no caso raquidiana no períneo e nas pernas; ou, a partir de uma certa dilatação no começo do trabalho de parto, pode ser dada a peridural, que tira a dor mas permite a movimentação”, enumera a obstetra Barbara Murayama, titulada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e diretora da Clínica Gergin, em São Paulo. Elas também podem ser misturadas no chamado duplo bloqueio. E caso seja preciso abrir um pequeno corte na vulva para que o bebê saia, a chamada episiotomia, é feita também uma anestesia local.

Parto com um acompanhante para a gestante - Foto: Getty Images

Ter um acompanhante

A melhor forma de enfrentar o desconhecido é ter alguém amado ao seu lado, seja o parceiro, os pais ou alguma pessoa querida da parturiente. “Imagine chegar a um ambiente desconhecido e ficar ali sozinha? Existe até legislação dizendo que a mulher tem direito a um acompanhante na hora do parto”, frisa a ginecologista e obstetra Telma Regina Mariotto Zakka, especialista em dor e coordenadora do Comitê de Dor Urogenital da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED). Ela ressalta, inclusive, que em muitos lugares a equipe médica pode ser hostil ou mal educada com a gestante, e ter alguém junto intimida esse tipo de ação.

Para o obstetra Marcelo Burlá, presidente da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ), por mais que a paciente crie um vínculo com seu médico, o foco do profissional será o resultado do parto, e o acompanhante portanto tem um papel maior no conforto da paciente. Mas é importante que essa pessoa esteja preparada para ajudar, e acompanhe o pré-natal de perto pelos nove meses. “Para que entenda as fases do trabalho de parto, qual a interação com médico, quais os exames que serão feitos antes…”, lista a especialista Telma. Na hora do desespero também é mais fácil ela ouvir a voz familiar do que atender algum comando do médico.

Gestante pré-parto respirando

Respiração correta

Respirar é de suma importância para a vida, e também na hora de dar a luz. “Além de ser uma fonte de oxigênio, a respiração reduz a liberação de substâncias que pioram a dor e dá a mulher um controle emocional melhor”, ressalta a obstetra Rossana Pulcineli, membro da SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e professora associada de obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Mas o tipo de respiração muda conforme o momento do parto: na das contrações é melhor respirar lenta e profundamente, para oxigenar melhor o corpo da mãe e o bebê. Já no momento de expulsão, quando o bebê está saindo, indica-se a respiração cachorrinho, rápida e arfante.

Marido massageando a esposa no parto - Foto: Getty Images

Massagens relaxantes

Uma das funções do acompanhante pode ser justamente relaxar a gestante, e uma das formas de fazer isso é por meio de massagens, que colaboram com a hora do parto. “As contrações são esforços musculares e deixam a mulher inteiramente tensionada, por isso realizar massagens entre as contrações aumenta o conforto e o relaxamento”, relaciona a obstetra Bárbara. Não precisa ser nada muito elaborado, podem ser apenas movimentos circulares com as mãos abertas pelas costas, nuca e ombros.

Parturiente na bola de pilates - Foto: Getty Images

Movimento durante o trabalho de parto

Muita gente nem desconfia, mas a mulher não precisa ficar na cama durante o trabalho de parto inteiro. Algumas maternidades são equipadas com bolas de pilates e cavalinhos, instrumentos que estimulam a movimentação da mulher durante o trabalho de parto. Muitas vezes, essa sala pré-parto pode até se tornar o local de parto, caso não seja preciso uma cesariana de emergência. De acordo com um estudo realizado na Escola de Enfermagem Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), essa movimentação reduz o tempo de parto, e com isso diminui também as dores. “De pé, a ação da gravidade ajuda a puxar o bebê, e a parturiente não fica apenas deitada na cama pensando na dor, mudando o foco”, considera Telma Zakka. Além disso, os movimentos com a bacia podem ajudar. “Acredita-se que eles melhoram a posição do bebê na bacia”, expõe o obstetra Burlá.

Gestante com mais recursos na sala de parto - Foto: Getty Images

Posição de parto

Aliás, ficar deitada durante o parto não é a posição mais interessante para mãe e para o bebê. De acordo com a especialista em dor Telma Zakka, são os médicos que mais se beneficiam com esse esquema, pois fica mais fácil puxar a criança, mas a parturiente sofre mais: “Estar deitada é uma posição antianatômica, pois obriga a mulher a fazer uma maior força abdominal do que ela faria sentada, por exemplo, aumentando a dor”, considera a obstetra. Tanto que é assim que as mulheres davam a luz antes, de cócoras.

Atividade física na gravidez é importante - Foto: Getty Images

Exercício durante a gravidez

Fazer atividade física durante a gravidez ajuda a mulher a lidar com a dor. “O preparo físico ajuda em tudo, desde a respiração correta até o desenvolvimento de uma musculatura mais firme no abdômen, que dá a mulher mais controle do que está fazendo na hora do parto e também da dor”, explica Bárbara. E não são apenas exercícios comuns que ajudam, existem treinamentos para a musculatura do períneo e pelves que reduzem a dor e as chances de lesões na hora da saída do bebê. “Eles são feitos com orientação do fisioterapeutas especializados em assoalho pélvico, fortalecem a região dos músculos da vagina, para torná-los mas flexíveis e fortes”, descreve a especialista.

Parto cesariana só é indicado em casos especiais - Foto: Getty Images

Cesariana evita a dor?

O único recurso que você não pode lançar mão é fazer uma cesariana para se livrar da dor! Hoje em dia esse tipo de parto tem sido feito diversas vezes, mas o ideal é que ele seja executado em algumas situações especiais. ?Ela é feita quando avaliamos que o parto não está evoluindo como deveria, se o bebê está sofrendo na barriga mas ainda não está próximo de sair pelo canal vaginal, casos de placenta descolada ou anterior ao feto ou quando o bebê está sentado, entre outras razões?, enumera a obstetra Bárbara. A cesariana também é opção para partos de risco, como gestantes com pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, entre outros, e quando os dois primeiros filhos já nasceram por esse procedimento.

 

minhavida

Em Brasília, Ricardo discute ampliação de escolas técnicas federais e estaduais na Paraíba

rcO governador Ricardo Coutinho solicitou, nesta quarta-feira (17), ao ministro da Educação, Aluísio Mercadante, a abertura e ampliação de unidades do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPB), a aprovação do projeto de instalação do curso de medicina pelo Unipê em João Pessoa e apoio para construção de mais escolas técnicas e de nível médio no Estado.

 

Durante a audiência, o governador Ricardo Coutinho também tratou com a equipe técnica do MEC sobre o processo de implantação das seis escolas técnicas estaduais em obras na Paraíba e sobre o processo de aprovação e liberação dos recursos para construção de mais seis unidades em municípios paraibanos.

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Ricardo comunicou ao ministro que as escolas técnicas nos municípios de Cajazeiras, São Bento, Cuité, João Pessoa, Mamanguape e Bayeux estão em obras e a previsão é que sejam concluídas em dezembro. “Estamos com um foco muito firme de desenvolvimento econômico e necessitamos de investimento na qualificação da mão de obra para suprir a demanda existente com a implantação da Fiat e das industrias sistêmicas”, destacou.

 

Na audiência, o governador esteve acompanhado da secretária da Educação, Márcia Lucena; do superintendente da Suplan, Ricardo Barbosa; da reitora do Unipê, Ana Flávia Pereira; e do assessor jurídico da instituição, Marcelo Weick. O secretário executivo do MEC, Henrique Pain, e o secretário de Educação Técnica do MEC, também participaram da reunião de trabalho.

 

Curso de Medicina- Um dos pleitos apresentados pelo governador Ricardo Coutinho e pela reitora do Unipê foi a aprovação do projeto que prevê a instalação do curso de medicina na instituição, com objetivo de formar médicos que venham suprir a carência de profissionais para áreas como saúde pública, pediatria, cirurgia e anestesiologia na Paraíba.

 

A reitora Ana Flávia fez uma apresentação detalhada do projeto, que prevê a assinatura de convênios nos quais o centro de ensino irá investir em equipamentos, novos leitos de UTI e tecnologia em hospitais do Estado como o Emergência e Trauma e Arlinda Marques. “A ideia é viabilizar residências médicas em hospitais públicos qualificando os serviços e criando as condições necessárias para colocar médicos qualificados no mercado”, explicou.

 

O ministro Aluísio Mercadante disse que o projeto está em análise pelo MEC e que, caso cumpra as novas exigências, será autorizado para aumentar a oferta de médicos qualificados na Paraíba. Mercadante também garantiu a liberação de recursos para a construção de novas escolas técnicas estaduais por considerá-las essenciais para a formação de mão de obra.

Fonte: secom-pb

Aguinaldo Ribeiro alerta prefeitos da PB sobre exigências técnicas para obter recursos federais

aguinaldoO ministro das Cidades Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), alertou neste sábado (13) os prefeitos paraibanos sobre os cuidados e as exigências técnicas a serem atingidas pelos projetos a serem apresentados junto a sua pasta para a obtenção de recursos federais. Segundo o ministro, é indispensável que as prefeituras, montem uma estrutura adequada para a elaboração de projetos.

“Se há planejamento, isso deixa de pertencer a governos e passa a ser política de Estado. Entre os prefeitos eleitos, muitos nos consultaram perguntando se deviam montar uma estrutura de projetos. Eu disse que era fundamental, que sem isso eles não conseguiriam recursos”, pontuou,acrescentando que: “Muitos têm dificuldade de apresentação de projetos. Nem todo município dispõe de uma estrutura capaz de entregar os projetos”, sentenciou.

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Aguinaldo sustentou seu raciocínio, afirmando que este é um alerta da Presidência da República, onde se faz necessária uma mudança cultural dos gestores públicos: “A presidenta Dilma falou sobre isso quando esteve visitando a Paraíba, semanas atrás: o problema, atualmente, não são os recursos. Falta ao Brasil a cultura de planejar. Não se pode mais ter uma gestão municipal em que você não saiba qual é a tendência da cidade, para onde se pode induzir o crescimento. É inconcebível para um gestor não manter esse planejamento. E aí entram o plano diretor de gestão, o plano de saneamento. Como eu posso pensar em construir casas, num lugar onde a pessoa não vai querer morar?”, indagou o paraibano.

Segundo Ribeiro, tais mudanças precisam ocorrer em todas as esferas de poder em âmbito governamental: “Isso tem de acontecer nos Estados e municípios. Já há uma consciência de que, se não se organizar, tem a demora na captação de recursos e uma demora normal na execução das obras, que às vezes leva muitos anos”, pontuou.

Aguinaldo também salientou que um projeto bem elaborado, reduz o tempo das obras. “Temos perdido tempo em razão da não apresentação de projetos ou da apresentação de projetos sem qualidade”, recomendou.

Para o ministro, é preciso agilizar o início da execução das obras para evitar que o contrato expire. Os empreendimentos não iniciados 24 meses após a assinatura do contrato ficam inviabilizados. “Esse é um dos gargalos que devemos superar. É preciso empenho dos governadores e prefeitos para avançar neste sentido”, alertou Aguinaldo Ribeiro.

Redação com assessoria

Bandidos que assaltaram banco em Remígio (PB) utilizaram técnicas de invasão

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Bandidos trabalharam de forma o mais próximo do sincronismo ao entrarem no banco explodindo a porta no tiro e na fuga, utilizando o porta-mala para ficarem bandidos armados para darem cobertura na fuga.
É possível ver a utilização de 3 escopetas calibre. 12; uma arma semelhante a metralhadora, uma arma curta(revolver ou pistola) e outra arma que não foi possível reconhecer que ficou com o bandido do lado de fora, provável motorista da fuga.
Nas imagens aparecem 04 homens adentrando o banco e um quinto homem dando cobertura na parte externa.
Toda operação levou apenas 2 minutos.
Segundo o proprietário do carro utilizado, o mesmo foi roubado por dois elementos na cidade de Santa Cruz, Pernambuco, na última sexta-feira, 15/03, por volta das 14:00hs, ou seja, 72 horas antes do Roubo a Banco.
O carro estava com uma camada extra de película nos vidros afim de evitar que transeuntes vissem quem estivesse dentro do veículo já que as armas eram de cano longo e chamaria a atenção antes do assalto. O veículo foi abandonado com a placa original na frente, mas sem a placa traseira, na BR-104, aproximadamente 5km fora da cidade de Remígio, no sítio Coelho com destino a Barra de Santa Rosa.

Franklin Basilio para o Focando a Notícia

Secretária afirma que Estado terá 15 escolas técnicas; alunos e professores receberão tablets

marcia-lucenaA secretaria de Educação do Estado, Márcia Lucena afirmou na manhã desta sexta-feira (8) que a Paraíba terá 15 Escolas Técnicas Federais. A declaração foi dada durante solenidade de abertura do Ano Letivo no Espaço Cultural José Lins do Rego.

Márcia Lucena garantiu três escolas técnicas já estão em construção nos municípios de Bayeux, João Pessoa e Mamanguape. A secretária destacou também que outra ação importante do Governo do Estado na área de Educação é que os todos professores do Ensino Médio receberão tablets e o mesmo acontecerá com os alunos do 1º ano.

 

Ela garantiu que os pais que ainda não matricularam os seus filhos podem procurar as unidades de ensino, pois existem vagas. “Não vamos permitir que nenhum estudante fique fora da sala de aula e para que isso não aconteça foi feito todo um planejamento”, garantiu Márcia Lucena.

Paulo Cosme \ Anderson Soares

Com técnicas simples, PB torna-se líder na produção leiteira de cabras

cabras

O lajedo que se estende por cinco quilômetros é um dos cartões postais do município de Cabaceiras, no cariri paraibano.

A valorização das cabras na região ocorreu depois que o Sebrae, em parceria com a fundação Banco do Brasil e as prefeituras, criou o projeto Aprisco, presente nos nove estados do Nordeste. Na Paraíba, o trabalho arrebanhou 600 produtores ao longo dos últimos 10 anos e ao contrário dos outros estados, concentrou esforços na produção leiteira.

Historicamente, a criação comercial de caprinos no Nordeste sempre esteve voltada para a produção de carne. O leite, por muito tempo, foi considerado um produto secundário, pouco valorizado, e não foi nada fácil convencer o criador de que esse seria um aliado na composição da renda da pequena propriedade.

Gestor do projeto Aprisco na Paraíba, o veterinário Rodrigo Azevedo conta que hoje a Paraíba é considerada a maior produtora de leite de cabra do país. Todo o estado produz algo em torno de 14 mil litros de leite de cabra por dia e às vezes chega a picos de 18 mil litros.

Tamanha produção só se tornou possível graças à melhora nas características genéticas dos animais.
É em cima da moto, percorrendo as estradas rurais da região, que as informações sobre as boas práticas de manejo chegam até os criadores. Técnicos agrícolas, contratados do projeto Aprisco, passam o dia percorrendo as propriedades.

O trabalho do agente de desenvolvimento rural é visitar duas vezes por mês cada uma das 30 propriedades que estão na sua área de abrangência.

João Lázaro de faria, agente de desenvolvimento rural, explica que muitas dessas informações são básicas, como questão de higiene da ordenha, manejo alimentar e reprodutivo dos animais.

A sala de ordenha do criador Francisco Pereira atende hoje um rebanho de 30 cabras em lactação. Uma mudança importante que teve na propriedade é sobre a questão do reprodutor, que deve ficar a uma distância mínima da sala de ordenha e até mesmo das cabras que estão em lactação. Isso é necessário para evitar que o cheiro forte do bode, chamado pelos técnicos como “odor hircino”, passe para o leite.

Sobre a consanguinidade, é importante não haver cruzamento dos reprodutores com as filhas ou até mesmo com as netas porque isso faz perder qualidade tanto no animal quanto na produção leiteira.

O criador Aloísio Maracajá é um dos recém-chegados ao projeto Aprisco. Sem experiência na produção de cabra leiteira, ele teve que aprender o básico como, por exemplo, lavar as tetas das cabras antes da ordenha.

Já no início, Aloísio fez questão de apostar em animais de qualidade. Para tirar 10 litros de leite por dia, Aloísio não descuida da alimentação dos animais. Todos os dias, no cocho, fornece uma mistura de farelo de soja com farelo de algodão, além de palma ou capim. O trato gerou uma despesa de R$ 90 por mês no orçamento, mas ele garante que compensa.

A fartura de água do açude Epitácio Pessoa banha a propriedade do criador Alexandre Farias, em Cabaceiras. Ele é dono de uma das criações mais tecnificadas de cabra de leite da região.

Alexandre formou um rebanho de 150 cabeças, muitas delas puras, da raça pardo-alpina. Mecanizou a sala de ordenha para o trabalho que é feito duas vezes ao dia e com a ajuda da irrigação, mantém cinco hectares de capim tifton, verdinhos, que garantem o sucesso do pastejo rotacionado.

Em cinco anos, a produtividade média de cada cabra passou de um para dois litros de leite por dia. A estratégia para formar um rebanho assim foi apostar na genética de animais já adaptados à região.

Atualmente, a fazenda Malhada da Pedra tem 53 animais em lactação e tira pouco mais de 100 litros por dia. Com tudo o que foi investido, Alexandre diz que atualmente consegue um lucro de R$ 0,40 por litro de leite.

O principal comprador de todo o leite de cabra produzido na Paraíba é o programa Fome Zero, mantido com 80% de verbas do Governo Federal e 20% com recursos do próprio Estado.

Ainda em fase experimental, o excedente da produção tem virado derivados, como iogurtes, queijos e achocolatados.

Dentro do programa Fome Zero cada produtor pode entregar até 17 litros de leite por dia, que são distribuídos a gestantes, idosos e famílias carentes que tenham crianças.

Globo.com