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Paraíba tem 5ª menor taxa de pessoas mortas por policiais no primeiro semestre de 2019

A Paraíba é o quinto estado com menor taxa de pessoas que foram assassinadas por policiais nos primeiros seis meses de 2019. Os dados são do Monitor da Violência, um levantamento exclusivo feito pelo G1com base nos dados oficiais de 25 estados e do Distrito Federal.

No primeiro semestre de 2019, 17 pessoas foram assassinadas por policiais. A taxa por 100 mil habitantes é de 0,4, a mesma, a mesma de Tocantins. Além de Tocantins, a Paraíba ficou a frente de Minas Gerais (0,3), Pernambuco (0,3) e Distrito Federal (0,2). A taxa do estado é menor do que a nacional, que ficou em 1,4.

Em relação aos policiais mortos nos seis primeiros meses de 2019, a Paraíba apresenta uma taxa de 0,1. Em números absolutos, apenas um policial foi assassinado nesse período. Entre os estados que registraram mortes, a Paraíba, junto ao Piauí, tem o menor número.

Em relação a todo o ano de 2018, a posição ocupada pela Paraíba no ranking nacional permaneceu a mesma. A taxa da Paraíba em 2019 foi a 5ª menor do Brasil, mas atingindo o número de 0,7 por cem mil habitantes.

Em números reais o monitor mostrou que foram 29 casos de pessoas assassinadas por policiais na Paraíba, em todo ano de 2018. O levantamento também mostra que em 2018 três policiais foram mortos na Paraíba, deixando o estado com a 12ª menor taxa (0,2) de policiais assassinados em serviço, ou fora de serviço.

Foto: Diogo Almeida/G1

G1

 

Taxa de desemprego na Paraíba é a menor do Nordeste, aponta IBGE

A Paraíba apresentou a menor taxa de desemprego do Nordeste no primeiro trimestre de 2019, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (24). Conforme levantamento a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa de desemprego da Paraíba foi de 11,1%, abaixo da taxa nacional de 12,7% e a oitava menor entre os estados do país.

O estudo divulgado nesta quarta revelou informações inéditas a respeito do emprego e da renda dos brasileiros no interior dos estados. O IBGE considerou interior todos os municípios do estado, excluída a região metropolitana, quando existir, e a capital. Em relação ao recorte territorial, o interior da Paraíba apresentou uma taxa de desemprego de 10,8% no interior e de 11,7 nas regiões metropolitanas. João Pessoa, por sua vez, apresentou a taxa de 11,4%.

Ainda de acordo com o IBGE, foram registradas 186 mil pessoas desocupadas na Paraíba entre janeiro e março de 2019, sendo 115 mil no interior e 71 mil nas Regiões Metropolitanas do estado.

Se considerado o dado de pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas somado ao número de desocupados, no que o IBGE considera como força de trabalho potencial, a Paraíba tem 675 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade.

População ocupada na Paraíba

  • 1,448 milhão de pessoas ocupadas no estado
  • 535 mil em regiões metropolitanas
  • 953 mil no interior
  • 356 mil somente em João Pessoa

Informalidade

Embora o nível de ocupação na Paraíba seja um destaque positivo, as condições do mercado de trabalho não são das mais confortáveis. A taxa de informalidade, de acordo com o IBGE, é maior no interior do que nos grandes centros urbanos da Paraíba. De cerca de 750 mil pessoas que vivem na informalidade na Paraíba, 551 mil pessoas, aproximadamente 73%, vivem em cidades do interior.

Outras 199 mil pessoas vivem na informalidade em regiões metropolitanas da Paraíba, sendo 122 mil somente em João Pessoa. O alto número de pessoas ganhando o sustento a partir da informalidade faz da Paraíba o terceiro do Nordeste com maior percentual de pessoas na informalidade no interior. No geral, a informalidade atinge 62,4% das pessoas ocupadas no interior dos estados.

Renda

Se o níveis de ocupação são maiores e os de desemprego menores no interior, a remuneração média paga às pessoas com emprego não chega nem a metade do valor pago nos grandes centros urbanos. Na Paraíba, o rendimento médio de todos os trabalhos na Região Metropolitana é de R$ 2.451, enquanto no interior esse valor não passa de R$ 1.195.

A discrepância é ainda maior se comparado ao rendimento médio em João Pessoa, que é de R$ 3.077, o maior entre as capitais nordestinas. As informações são do G1.


Portal WSCOM

 

Conta de luz deixará de ter taxa extra em junho, informa Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (31) que a conta de luz deixará de ter cobrança extra em junho.

A bandeira tarifária de maio está na cor amarela, cuja cobrança extra é de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts/hora consumidos, e passará para a cor verde, sem taxa adicional.

Segundo a Aneel, as chuvas em maio superaram as expectativas, mantendo o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Entenda as bandeiras tarifárias — Foto: Arte/G1

Entenda as bandeiras tarifárias — Foto: Arte/G1

Sistema de bandeiras

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando à população reduzir o consumo quando a energia está mais cara.

O funcionamento das bandeiras tarifárias funciona nas cores verde, amarela ou vermelha (patamares 1 e 2).

A bandeira indica se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Reajuste

Os valores das bandeiras tarifárias serão reajustados a partir de 1º de junho.

Pela decisão do governo:

  • na cor verde: permanece sem cobrança extra na conta;
  • na cor amarela: a taxa extra passará de R$ 1,00 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos;
  • na cor vermelha patamar 1: a taxa extra passará de R$ 3,00 para R$ 4,00 a cada 100 kWh consumidos;
  • na cor vermelha patamar 2: a taxa extra passará de R$ 5,00 para R$ 6,00 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019.

Em 2017, a conta da bandeira fechou com déficit de R$ 4,4 bilhões e, em 2018, de R$ 500 milhões.

G1

 

 

Mais de 27 mil candidatos da PB não pagaram a taxa de inscrição do Enem 2019, diz Inep

Ao todo, 27.427 candidatos da Paraíba não pagaram a taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, de acordo com o Instituo Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A Paraíba teve 147.181 candidatos com inscrições confirmadas.

A Paraíba havia registrado 174.608 inscrições no Enem 2019. O balanço, divulgado nesta terça-feira (28), considera o total de isentos e de pessoas que pagaram o boleto de R$ 85 que venceu na quinta (23). Em todo o Brasil foram contabilizadas 5,09 milhões de inscrições confirmadas. Os inscritos na Paraíba representam 2,9% do total do país.

O Enem 2019 também contará com 180 questões. No dia 3 de novembro serão realizadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias; redação; e ciências humanas e suas Tecnologias. Já no dia 10 de novembro serão aplicados os exames de ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias.

Com as notas obtidas no Enem 2019, os estudantes poderão ter acesso à educação superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de programas como o Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Calendário

Junho

  • Dia 3: Começa o período de recurso relacionado ao nome social
  • Dia 5: Resultado do recurso relacionado ao atendimento especializado e específico
  • Dia 7: Termina o período de recurso relacionado ao nome social
  • Dia 7: Resultado do recurso relacionado ao nome social

Outubro

  • Divulgação do cartão de confirmação, com os locais de prova

Novembro

  • Dia 3: Aplicação das provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias / Redação / Ciências Humanas e suas Tecnologias
  • Dia 10: Aplicação das Provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias / Matemática e suas Tecnologias
  • Dia 13: Publicação dos gabaritos e dos cadernos de questões

 

 

G1

 

 

Taxa extra da conta de luz vai subir até 50%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) um reajuste nos valores da bandeira tarifária amarela e da bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2.

O maior reajuste ocorreu na bandeira amarela, que passou de R$ 1 a R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) – uma alta de 50%. O patamar da bandeira vermelha 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh, alta de 33,3%, e o patamar 2 da bandeira vermelha passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos, alta de 20%.

Novos valores (por 100 kWh):

  • Bandeira amarela: R$ 1,50
  • Bandeira vermelha 1: R$ 4,00
  • Bandeira vermelha 2: R$ 6,00

O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia.

Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários.

“A revisão é necessária para que não haja um déficit ainda maior em 2019, que terá que ser pago nas tarifas de energia em 2020”, afirmou. Segundo ele, os novos valores são mais adequados ao real custo de geração deste ano.

Sistema de bandeiras

Em vigor desde 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando aos consumidores reduzir o consumo quando a energia está mais cara.

De acordo com o funcionamento das bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

A bandeira verde significa que o custo está baixo e é coberto pela tarifa regular das distribuidoras, então não há cobrança extra na conta de luz. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representam um aumento do custo de produção de energia e, por isso, há cobrança na conta de luz. O aumento do custo de geração está ligado principalmente ao volume de chuvas e ao nível dos reservatórios.

O acionamento da bandeira implica em uma cobrança extra na conta de luz, valor que é usado para pagar pela geração de energia mais cara.

Antes do sistema de bandeiras, o custo da geração de energia mais cara já era cobrado do consumidor, mas com um ano de atraso. O sistema permitiu a cobrança mensal do valor e a possibilidade de avisar os consumidores que o custo da energia está mais caro, permitindo que eles reduzam o consumo.

G1

 

Com 11,1%, PB tem a menor taxa de desemprego do NE, aponta IBGE

A taxa de desocupação na Paraíba de apenas 11,1%, revela que o Estado tem a menor taxa de desemprego do Nordeste, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da federação no 1º trimestre, na comparação com o trimestre anterior.

Na última pesquisa, divulgada pelo IBGE em novembro de 2018, a Paraíba perdia entre os estados nordestinos apenas para o estado do Ceará. Nesta tem o menor percentual de desempregados do Nordeste.

Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Bahia (18,3%), Maranhão: 16,3%, Pernambuco: 16,1% e Alagoas: 16%. Veja mais detalhes no link: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/16/desemprego-cresce-em-14-das-27-unidades-da-federacao-no-1o-trimestre-diz-ibge.ghtml

Veja a taxa de desemprego por unidade da federação:

Amapá: 20,2%
Bahia: 18,3%
Acre: 18%
Maranhão: 16,3%
Pernambuco: 16,1%
Alagoas: 16%
Amazonas: 15,9%
Sergipe: 15,5%
Rio de Janeiro: 15,3%
Roraima: 15%
Distrito Federal: 14,1%
Rio Grande do Norte: 13,8%
São Paulo: 13,5%
Piauí: 12,7%
Tocantins: 12,3%
Espírito Santo: 12,1%
Pará: 11,5%
Ceará: 11,4%
Minas Gerais: 11,2%
Paraíba: 11,1%
Goiás: 10,7%
Mato Grosso do Sul: 9,5%
Mato Grosso: 9,1%
Paraná: 8,9%
Rondônia: 8,9%
Rio Grande do Sul: 8%
Santa Catarina: 7,2%

pbagora

 

 

Candidatos ao Enem 2018 têm até este domingo para pedir isenção de taxa de inscrição

Terrmina no próximo domingo (15) o prazo para os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pedirem a isenção da taxa de inscrição da prova.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) espera que cerca de 4 milhões de pessoas peçam a isenção da taxa neste ano.

Em 2018, o Enem completa 20 anos e pela primeira vez o pedido de isenção da taxa é feito antes do período de inscrição. Também pela primeira vez, os candidatos que tiveram a isenção no ano passado e faltaram aos dois dias de prova terão que justificar a ausência para ter a gratuidade novamente.

Se a solicitação de isenção for negada, ainda é possível recorrer da decisão, na Página do Participante, entre os dias 23 e 29 de abril. A aprovação da isenção da taxa de inscrição não significa que o participante já está inscrito no Enem 2018. As inscrições deverão ser feitas das 10h do dia 7 de maio às 23h59 de 18 de maio deste ano, pelo site do Enem.

Quem tem direito à isenção

– Quem está cursando a última série do ensino médio neste ano em escola da rede pública

– Quem cursou todo o ensino médio em escola da rede pública, ou como bolsista integral na rede privada, e tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio

– Quem declarar situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)

– Quem fez o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado, que tenha atingido a nota mínima.

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Taxa do Detran-PB para comunicar venda de veículos é suspensa pela Justiça

A taxa de R$ 150 cobrada pelo Departamento de Trânsito da Paraíba (Detran-PB) para operacionalizar a comunicação de venda de veículo foi suspensa por decisão do Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) na quarta-feira (14). O Pleno entendeu que há uma taxação indevida por meio de uma portaria do órgão, uma vez que a instituição de impostos compete apenas à União, aos estados e municípios.

G1 tentou entrar em contato com o Detran-PB, mas as ligações não foram atendidas. A Portaria nº 150 do Detran da Paraíba determina no 2º artigo que as concessionárias ou revendedoras envolvidas na comercialização dos veículos paguem a taxa de R$ 150 para que a pessoa jurídica seja credenciada e R$ 10 para cada Registro de Comunicação de Venda eletrônica efetuada no sistema.

A decisão do TJPB foi tomada a partir de um pedido de Inconstitucionalidade do Ministério Público da Paraíba (MPPB). O desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, relator do processo, explicou que“a cobrança tem autêntica natureza de taxa, haja vista seu caráter compulsório e a sua vinculação a finalidade específica, sendo decorrente da atuação do Estado”.

Ainda de acordo com o relator, as revendedoras de veículos não terão a opção de pagar ou não a taxa referente a comunicação de vendas de veículos de forma eletrônica, pois uma vez cadastrada no sistema integrado de comunicação de vendas de veículos, as lojas de automóveis terão que recolher o valor da taxa no momento da comunicação da venda.

G1

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Taxa de cesárea diminui no país pela primeira vez desde 2010

No início da semana, o Ministério da Saúde  anunciou boas notícias: pela primeira vez desde 2010, os números apontam que a ocorrência de cesárea não cresceu no país. Os dados fazem parte de um documento no qual foram divulgadas informações sobre a quantidade de cesarianas e partos normais realizados no Brasil, tanto na rede pública quanto na privada, nos anos de 2015 e 2016.

O objetivo dos órgãos públicos é continuar diminuindo a ocorrência de cesárea no país
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O objetivo dos órgãos públicos é continuar diminuindo a ocorrência de cesárea no país

Durante o período, foram registrados 3 milhões de partos no Brasil. Entre eles, 55,5% foram cesáreas e 44,5% partos normais. Os números se invertem na rede pública de saúde: os partos normais significam 59,8% e as cesarianas 40,5%. A  cesárea , que apresentava uma curva crescente nos últimos anos, caiu 1,5 pontos em 2015.

Motivações

A mudança da situação dos partos no país é consequência de uma série de medidas que tem como objetivo orientar profissionais da saúde a não realizar cesáreas desnecessárias. As cesáres devem ser feitas apenas em casos específicos. Quando feita de maneira incorreta, a cesariana pode acarretar riscos a saúde da mãe e do recém-nascido.

Novas mudanças

Para manter as estatísticas, o Ministério também anunciou novas diretrizes que deverão guiar o trabalho dos profissionais na hora de realizar procedimentos de parto normal. A partir de agora, é direito de toda mulher definir seu plano de parto. Ou seja, as futuras mamães decidirão em qual local será realizado e também vão receber informações e orientações sobre o parto normal .

“A melhoria da qualidade na atenção obstétrica passa, essencialmente, pela mudança no atendimento à mulher durante o parto. A nova diretriz para o parto normal visa mudar uma cultura de cesarianas desnecessárias”, afirma o ministro da saúde, Ricardo Barros, em nota.

Além de continuar diminuindo o número de cesárea, o principal objetivo das novas medidas é empoderar a mulher durante o processo e fazer com que o parto deixe de ser tratado apenas como um conjunto de técnicas, e sim como um momento importante entre mãe e filho.

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Conta de luz em janeiro não terá cobrança de taxa extra, diz governo

enrgiaA conta de luz de janeiro não terá cobrança de taxa extra, informou a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta sexta-feira (30). A agência decidiu que a bandeira tarifária será verde.

As bandeiras começaram a ser cobradas em janeiro de 2015 e servem para cobrir o custo mais alto de gerar energia por meio das usinas termelétricas, quando a seca (atualmente no Norte e Nordeste) prejudica os reservatórios das hidrelétricas pelo país.

De abril até outubro deste ano, não houve cobrança de taxa, porque também estava em vigor a bandeira verde. A cobrança de taxa extra vigorou em novembro pela bandeira amarela, com R$ 1,50 a mais a cada 100 kWh consumidos, mas voltou a cair em dezembro.

Pouca chuva, conta mais cara

Quando há pouca chuva, o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas cai, o que diminui a produção de energia. Para compensar essa queda, o governo manda acionar usinas termelétricas, a carvão, que são mais caras. Foi o que aconteceu no país desde 2013.

Foi criada, então, a bandeira vermelha, cobrança extra na conta de luz para bancar esses custos maiores na produção de energia.

Neste ano, a situação melhorou: choveu mais e subiu o volume dos reservatórios das hidrelétricas. Além disso, o consumo das famílias e indústrias caiu, e novas usinas começaram a funcionar.

Por isso, a bandeira foi sendo alterada ao longo do tempo:

  • De janeiro de 2015 a janeiro deste ano, a bandeira era vermelha e a taxa extra era de R$ 4,50 para cada 100 kWh consumidos;
  • Em fevereiro, passou para bandeira “rosa” e a taxa caiu para R$ 3 para cada 100 kWh;
  • Em março, a bandeira mudou para amarela e a taxa caiu para R$ 1,50 a cada 100 kWh;
  • Em abril, entrou em vigor a bandeira verde e a taxa extra deixou de ser cobrada;
  • Em novembro, vigorou a bandeira amarela, com taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh.
  • Em dezembro, voltou a valer a bandeira verde, sem cobrança de taxa extra.

A Aneel pede que os consumidores façam o uso eficiente de energia elétrica e combatam os desperdícios.

(Com Reuters)

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