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Ministério da Fazenda autoriza aumento das tarifas de serviços dos Correios

A revisão das tarifas ainda depende de aprovação pelo Ministério das Comunicações (Foto: Reprodução)

O Ministério da Fazenda autorizou, pela segunda vez este ano, o aumento das tarifas cobradas pelos Correios. Na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União, o governo autoriza o reajuste “sob forma de recomposição” das tarifas dos serviços postais e telégraficos nacionais e internacionais. O reajuste ocorre em duas parcelas: a primeira de 6,121% será por prazo indeterminado e a segunda, de 4,094% vai vigorar por 64 meses.

A revisão das tarifas ainda depende de publicação de aprovação pelo Ministério das Comunicações, de acordo com o Diário Oficial. Com o aumento, a carta comercial de até 20 gramas passará a custar R$ 1,83. Anteriormente, o valor era R$ 1,23.

Em abril, o Ministério da Fazenda havia autorizado aumento de 7,485% nas tarifas dos serviços postais e telegráficos prestados pelos Correios. Na época, a empresa explicou que os serviços da estatal são reajustados todos os anos, com base na recomposição dos custos, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. As tarifas são atualizadas com base no Índice de Serviços Postais, indicador formado a partir de uma cesta de índices, como INPC, IPCA, e IGP-M.

Por Agência Brasil

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Aumento de tarifas foi maior entre os bancos que mais lucraram

De um ano para cá, os bancos que fizeram reajustes de preço no maior percentual de tarifas foram também os que tiveram a alta mais expressiva nos lucros divulgados no primeiro semestre de 2014.

Thinkstock/Getty Images

Receita de tarifas do Itaú cresceu 17,8% no semestre

Encerrados os balanços do período, as instituições financeiras com os melhores resultados foram beneficiadas não apenas por carteiras de crédito de menor risco e pela sensível queda nos calotes, como também pela significativa alta na receita com tarifas e serviços.

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Entre os cinco maiores bancos, o bom desempenho foi liderado pelo Itaú, que teve lucro 33% maior ante os seis primeiros meses de 2013, de R$ 9,502 bilhões. Foi também a instituição com o aumento mais expressivo de receitas vindas dos consumidores (17,8%), somando R$ 13,3 bilhões.

Essa fonte de receita representou mais da metade da margem financeira (diferença de juros cobrados pelo crédito e pagos aos investidores) do banco no semestre, que foi de R$ 24,6 bilhões.

Apesar de as tarifas e serviços não terem sido o principal catalisador do lucro dos bancos, elas influenciaram positivamente nos resultados, na visão do analista da Um Investimentos, Henrique Florentino.

“O aumento da receita [de tarifas e serviços] foi mais influenciado pelos reajustes de preços do que pela expansão no número de correntistas, que foi inexpressivo”, observa.

A base de clientes do Itaú, incluindo correntistas ou não, cresceu de 58 milhões, no ano passado, para 62,2 milhões ao fim do último semestre, alta de 7% – 10 pontos percentuais a menos que os ganhos com taxas e produtos.

De 40 tarifas bancárias dos serviços prioritários, o Itaú reajustou 42% delas de 2013 para cá, segundo um levantamento do Procon-SP divulgado em junho deste ano. O Bradesco, com o segundo maior aumento na lucratividade (22,9%), aparece na sequência com o maior percentual de tarifas reajustadas (17%).

Resultados do 1º semestre | Create Infographics

Empatado com o Bradesco neste quesito, o Banco do Brasil foi exceção: seu lucro cresceu apenas 2% no período, influenciado por fatores como o gerenciamento de despesas administrativas e o leve aumento da inadimplência.

Tarifas irregulares são terceira maior causa de reclamações

A cobrança irregular de tarifas por serviços não contratados foi a terceira maior causa de reclamações procedentes ao Banco Central em junho. Foram registradas 141 queixas no período, de um total de 1748.

Quando somados todos os tipos de cobranças indevidas pelos bancos, elas representaram 14% das denúncias contra o sistema bancário. O BC recebeu 261 queixas a respeito, atrás de débitos não autorizados em conta corrente, que somaram 299 ocorrências.

No último ranking de reclamações ao Procon, de 2013, os bancos representaram quase metade das 20 empresas mais demandadas por consumidores.

Os bancos são proibidos de cobrar uma série de serviços considerados essenciais. Entre eles, estão o fornecimento de cartão de debito, quatro saques em dinheiro por mês e dois extratos com a movimentação dos últimos 30 dias.

Maiores ganhos com tarifas compensam perdas no spread

Para o analista da XP Investimentos, Thiago Souza, o aumento expressivo na receita com tarifas resulta da nova estratégia de diversificar a receita. “Os bancos estão bem mais focados em elevar a rentabilidade com tarifas e serviços depois que houve uma redução importante do spread [diferença entre os juros pagos e ganhos pelo banco] com a queda nos juros”, explica.

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Além do reajuste de preços, a política de redução de custos dos bancos, incluindo cortes de postos de trabalho, e a combinação entre baixa inadimplência e aumento gradual do spread, com a retomada da Selic desde o ano passado, ajudaram o resultado saudável no último trimestre, acredita o analista da Ativa Corretora, Lenon Borges.

O Santander, que viu um encolhimento de 2,2% de seu lucro no semestre anterior, elevou o preço de apenas 2,4% de suas tarifas. Já a Caixa, beneficiada pela ampliação da carteira de crédito, encerrou o período com lucro de 7,9%, e não aumentou as taxas de seus serviços.

Ainda assim, a receita proveniente dos consumidores subiu 10% no semestre, ante mesmo período de 2013. O motivo, segundo a Caixa, foi o incremento no volume de negócios com clientes.

“Tradicionalmente, os bancos públicos oferecem serviços mais baratos e adotam um política de não repassar os reajustes para os clientes, uma vez que miram um público de renda menor”, explica Borges, da Ativa.

iG

Redução de tarifas da telefonia fixa passa a valer neste sábado

telefoneA redução no preço das tarifas de chamadas de telefones fixos para telefones móveis, determinada pela Anatel em fevereiro, passa a valer neste sábado (6).

A proposta de queda no custo das ligações foi aprovada em 28 de fevereiro, pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As operadoras Oi (Brasil Telecom), Telefônica, CTBC Telecom, Sercomtel e Embratel terão uma redução de 8,77% no valor das tarifas. A Telemar Norte Leste, pertencente à Oi, terá redução de 18,60%.

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No ano passado, Oi (Brasil Telecom), Telefônica, CTBC Telecom, Sercomtel e Embratel tiveram redução de 10,78% nas tarifas de telefonia fixa. A Telemar Norte Leste S.A não reduziu tarifas, em função de determinações judiciais.

No início de fevereiro, a Anatel publicou as novas tarifas dos serviços de telefonia fixa local e de longa distância nacional. De acordo com a agência, as concessionárias Telefônica, CTBC e Sercomtel tiveram aprovado um aumento de 0,568% sobre a cesta de serviços, que inclui custo da tarifação por minuto, assinatura básica e taxa de habilitação. Os reajustes da Oi foram de 0,553%, e os da Embratel, de 0,554%, segundo a agência Valor Online.

O reajuste aprovado vale somente para as concessionárias que herdaram a estrutura do sistema Telebras, na privatização do setor. Portanto, os índices não recaem sobre os serviços de telefonia fixo oferecido pelas empresas autorizadas que atuam no regime privado – por exemplo, Net e GVT.

Outros reajustes
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta sexta-feira (5), o reajuste das tarifas de energia de empresas que atendem os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Minas Gerais. As novas tarifas valerão a partir de segunda-feira (8).

 

 

G1

Mais caro: DER reajusta em 6% tarifas de passagens de ônibus intermunicipais na Paraiba

ônibusO Conselho Executivo do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba, em reunião realizada nessa quinta-feira (14), aprovou reajuste de 6% nas tarifas dos serviços de transporte coletivo intermunicipal de passageiros para as linhas de características urbanas e rodoviárias, e para a travessia hidroviária (balsa) Cabedelo/Costinha. Os novos valores das tarifas entrarão em vigor a partir de zero hora deste domingo (17).

Durante a reunião com todos os diretores do DER, integrantes do Conselho Executivo, o superintendente Carlos Pereira de Carvalho e Silva explicou os motivos para o reajuste nos preços das passagens intermunicipais, levando-se em consideração, principalmente, o período de um ano do último reajuste e aumento dos insumos e das obrigações trabalhistas por parte das empresas de ônibus.

Ele enfatizou que, por determinação do governador Ricardo Coutinho, foi estabelecido um percentual inferior ao índice oficial da inflação no país nos últimos 12 meses, que foi de 6,15%.

 

Ascom

Dilma oficializa redução de tarifas de energia e critica falta de planejamento de FHC

Dilma considera que as mudanças possibilitarão aumento de produtividade e melhoria para a população (Foto: Roberto Stuckert Filho. Presidência)

A presidenta Dilma Rousseff afirmounesta terça (12), ao oficializar a adoção de medidas que vão reduzir os preços da energia entre 16% e 28%, que a decisão política aumenta a competitividade do país e estimula os investimentos. Ela aproveitou a ocasião para enfatizar que o planejamento do setor energético iniciado no governo Lula marcou uma mudança de rumo em relação ao governo de Fernando Henrique Cardoso, quando os brasileiros “amargaram” um período de racionamento.

Para a presidenta, a redução realizada agora é possível graças a uma matriz energética limpa e eficiente, baseada principalmente em hidrelétricas. Ela afirmou que o fato de não surgirem mais notícias sobre a necessidade de racionamento e sobre a ocorrência de apagões se deve ao forte investimento em fontes renováveis.

“Mesmo com a economia crescendo, não faltou energia porque passamos a planejar. Aumentamos a produção e asseguramos a distriibuição. E continuamos investindo na matriz hidreletrica. 74% da energia brasileira vem de hidrelétricas”, sublinhou Dilma, que foi ministra de Minas e Energia de janeiro de 2003 a junho 2005, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

A presidenta ressaltou que a decisão de reduzir as tarifas de energia se deu pelo fato de o governo reduzir os encargos que incidem sobre a conta de luz, devolvendo ao consumidor todo o investimento que foi financiado por eles. A redução média prevista pelo governo, a partir da diminuição ou cessão de encargos, será, em média, de 20,2%. Para os consumidores residenciais, a redução chegará a 16,2%, e para as grandes empresas, a 28%. As medidas começam a entrar em vigor em 2013.

Para compensar as medidas, está previsto um aporte anual de R$ 3,3 bilhões pela União, com recursos do Tesouro Nacional. “Essas mudanças nos encargos representarão o aumento do poder aquisitivo da população brasileira e a redução do custo da produção e distribuição de energia elétrica e das contas de luz. É uma decisão que constitui uma das mais arrojadas iniciativas para desenvolvimento do Brasil”, anunciou o ministro de Minas e Energia, Édison Lobão.

Para obter a renovação dos contratos, as concessionárias terão de cumprir uma série de exigências quanto à melhoria do serviço oferecido. Além disso, será necessário se submeter à remuneração calculada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Dilma lembrou o período de racionamento e apagões em 2001, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. “Nós sabemos que a partir de 2013 um grande trabalho na área de energia foi feito no Brasil. Tínhamos um país com sérios problemas de abastecimento que amarguraram 8 meses de racionamento. Com prejuízo para as empresas e impondo sérias restrições à qualidade de vida da população”, enfatizou a presidenta. É a terceira crítica a FHC no espaço de uma semana. Antes disso, ela lamentou durante o pronunciamento do Dia da Independência o modelo de privatização de ferrovias adotado pela gestão do PSDB (1995-2002) e emitiu um comunicado rebatendo a versão de FHC de que Dilma recebeu de Lula uma herança “pesada”.

Dilma afirmou também que o governo tomou medidas pontuais e urgentes que a crise mundial impôs como necessidades, mas, ao mesmo tempo, adotou iniciativas estruturais e duradouras na economia brasileiras. “Todas têm em comum a garantia de crescimento com melhora social”, afirmou. “Redução de energia gera efeito sistêmico que tem impacto sobre toda economia. Vai melhorar a participação do país na disputa internacional, reduzir inflação e estimular investimento. O empresário vai ganhar, o consumidor vai ganhar”, disse a presidenta.

redebrasilatual

Desperdício de água acarreta tarifas altas e dificulta universalização do saneamento básico no Brasil

As cem maiores cidades brasileiras desperdiçam anualmente uma média de 2,5 trilhões de litros de água. O recurso se perde em encanamentos velhos, vazamentos, ligações clandestinas e demais problemas na rede de distribuição. É água suficiente para abastecer durante um ano inteiro todos os 41 milhões de habitantes do estado de São Paulo.

“Por isso, dizemos que o desperdício é o maior manancial do Brasil”, compara Gesner Oliveira, diretor da GO Associados, consultoria que, junto ao Instituto Trata Brasil, lançou na última quinta-feira (16) o ranking do saneamento básico no país. “Se a gente diminuir as perdas, podemos aumentar muito a oferta de água sem recorrer a novos recursos da natureza.”

Gesner destaca que apenas cinco grandes cidades brasileiras conseguiram manter um nível aceitável de desperdício de água: menos de 15%, índice tolerado pelos padrões internacionais. De acordo com os dados divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), publicado pelo Ministério das Cidades, o município que foi mais eficiente foi Pelotas (RS), que perdeu menos de 7% da água distribuída. Depois vêm Limeira (SP), com 9%, e Praia Grande (SP), Vitória da Conquista (BA) e Santos (SP), com cerca de 12%.

A média nacional é 36%. “Isso significa que, no Brasil, de cada 100 pãezinhos, a padaria perde 36. É um número altíssimo e insustentável”, compara o especialista da GO Associados, para quem a redução do desperdício deve ser uma das prioridades do país em termos de saneamento básico. “Não seria nenhuma exagero dizer que temos que concentrar grande parte dos nossos esforços no aumento da eficiência.”

De acordo com o presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, as principais causas do desperdício são os problemas nas redes de distribuição: sistemas antigos, estruturas malfeitas e encanamentos de má qualidade. “Nas cidades com redes muito velhas, os canos se quebram devido à corrosão e, quando a rede é pouco profunda, o rompimento acontece com os impactos do tráfego de veículos pesados”, diz. “As empresas de saneamento, sejam públicas ou privadas, devem a aminorar as perdas de água porque é um prejuízo financeiro direto.”

Tarifas

Esse prejuízo muitas vezes acaba se traduzindo em tarifas altas para a população, lembra Édison Carlos, e o ranking do Instituto Trata Brasil demonstra que o valor cobrado pelo serviço de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto varia muito nas grandes cidades do país. “Não existe uma relação direta entre tarifa e qualidade do serviço”, explica.

O município de Uberlândia (MG), por exemplo, se encontra na quarta posição do ranking. Leva água a 99% dos cidadãos e possui uma rede de esgoto que alcança 97% das residências. Porém, cobra do consumidor uma média de R$ 0,83 por metro cúbico de água. No extremo oposto, Porto Velho (RO) ocupa o penúltimo lugar da lista, coleta apenas 1,51% do esgoto produzido na cidade e atende a somente 32% da população com água tratada. Apesar disso, cobra R$ 3,57 por metro cúbico.

“A tarifa é muito característica do lugar. Se o município tem relevo acidentado e demanda mais bombeamento, o custo do serviço é mais alto”, analisa Édison Carlos. “O certo é que muitas vezes a tarifa é elevada para cobrir uma ineficiência da empresa, que desperdiça muita água. A maior eficiência poderia se traduzir em tarifa menor.”

redebrasilatual

Tarifas de água e luz aumentam em setembro na Paraíba

O reajuste de 7,69% da tarifa da água será aplicado nas 824 mil unidades consumidoras dos domicílios a partir de 9 de setembro. O Diário Oficial do Estado publicou a resolução da Agência de Regulação da Paraíba (ARPB), que prevê o realinhamento da tarifa cobrada pela Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa), na última sexta-feira (10/08). A resolução já homologada pelo secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Gustavo Nogueira, previa que o reajuste entraria em vigor após 30 dias da publicação no Diário Oficial.

A ARPB havia aprovado o realinhamento linear de 7,69% no dia 1º de agosto na tarifa da Cagepa, incluindo os serviços, multas, financiamentos e parcelamentos, mas o Governo do Estado excluiu do reajuste os consumidores do programa Tarifa Social da Cagepa, que não sofrerão reajuste pelo segundo ano consecutivo.

As famílias de baixa renda continuarão pagando a tarifa de água mensal de R$ 10,56. Atualmente, existem cerca de 40 mil famílias beneficiadas em todo o Estado, com consumo de até dez metros cúbicos de água mensal.

[B]ENERGIA SOBE DIA 28[/B]

Outro aumento previsto pesar no orçamento das famílias paraibanas em setembro será o reajuste da energia elétrica, cobrada pela Energisa Paraíba. O índice pleiteado pela distribuidora é de 8,45% e deverá passar por apreciação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 21 deste mês.

Na ocasião, o novo Índice de Reajuste Tarifário (IRT) da Paraíba será definido – podendo ser ou não aquele indicado pela Energisa Paraíba. A previsão é que o calendário seja cumprido, portanto, o aumento deverá ser implantado a partir do dia 28 deste mês, aniversário anual do reajuste.

G1 PB

Tarifas de ônibus interestaduais subirão 2,77% em 1º de julho

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou reajuste de 2,77% nas tarifas de ônibus interestaduais e internacionais, em percursos superiores a 75 quilômetros da origem. O aumento vale a partir de 1º de julho.

onibus-interestaduaisConforme a resolução 3.852 da ANTT, publicada na edição de hoje do “Diário Oficial da União”, o reajuste não vale para o transporte rodoviário interestadual e internacional semiurbano de passageiros, “que será determinado em ato específico”.

Do Valor