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Entenda o que é o lixo eletrônico e qual é o tamanho do problema

As mudanças e avanços constantes na tecnologia fazem aumentar a quantidade de lixo eletrônico produzido pelos habitantes de todo o mundo. Com a compra de aparelhos mais modernos aquela TV, telefone celular ou computador acabam ficando de lado e, pior, alguns desconhecem no que eles podem se transformar e acabam jogando literalmente no lixo.

Mas há um destino para esses equipamentos que passam a ser chamados de e-lixo, ou resíduo eletrônico. Especialistas lembram que qualquer coisa que tenha plug de tomada ou uma bateria (de barbeadores a sanduicheiras) que não serão mais usadas podem ser considerados lixo eletrônico.

Pesquisador colaborador na USP em Sobrevivência Planetária e fundador e articulador de projetos sobre lixo eletrônico, Hernani Dimantas, acrescenta que não apenas os aparelhos quebrados podem ser considerados e-lixo. “O principal gerador do lixo é a obsolescência programada, ou seja, aparelhos que funcionam, mas já não têm a capacidade de serem usados para aquilo que foram fabricados”, ressalta.

E os smartphones e computadores podem ser considerados os melhores exemplos disso, já que muitas vezes mesmo ainda funcionando eles se tornam obsoletos por não suportarem as novidades tecnológicas.

Estudo recente feito pela Global E-waste Monitor revela que somente em 2017 foram produzidos 44,7 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Isso equivale ao peso de 4,5 mil torres Eiffel.

E o Brasil é o 7º maior produtor de lixo eletrônico do mundo, ficando atrás apenas da China, Estados Unidos, Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido. Estima-se que sejam produzidos, por ano, entre 7 a 10 kg de lixo eletrônico por habitante no Brasil.

O time de conteúdo e pesquisa de cassino online da Betway listou no infográfico alguns dos principais dados sobre e-lixo. Confira!

Os equipamentos com menor ciclo de uso, aqueles que costumamos trocar com mais frequência, como TVs, tablets, computadores e smartphones são responsáveis por metade do e-lixo produzido. O resto dessa conta fica com os eletrodomésticos maiores, como geladeiras, micro-ondas, aquecedores e ar-condicionados.

E com o avanço do sinal digital nas televisões, os aparelhos de TVs de tubo, que deixaram de ser produzidos, se tornaram itens específicos que lideram o lixo eletrônico. No Brasil, a produção se encerrou em 2014, após a Copa do Mundo.

De todo modo, há perigos em produtos menores e mais modernos, como smartphones – que têm um tempo médio de vida de 18 meses.

O relatório da ONU, por exemplo, diz que o peso do e-lixo produzido anualmente equivale a todas aeronaves comerciais já produzidas.

Calcular a quantidade de lixo eletrônico produzida pela população mundial não tem sido tarefa fácil, mas a expectativa é que ultrapassemos as 52 milhões de toneladas anuais em 2021. Até 2050, nas previsões mais pessimistas, esse número poderia pular para 120 milhões de toneladas anuais, conforme prognóstico da Universidade das Nações Unidas em Vienna.

A preocupação maior fica por conta do meio ambiente, pois se o e-lixo não for descartado, coletado e tratado corretamente, substâncias tóxicas podem contaminá-lo. “O lixo eletrônico é muito tóxico. É composto de metais pesados que podem poluir os mananciais. O descarte correto é uma tentativa de mitigar os problemas oriundos dessa toxicidade”, comenta Hernani.

O descarte incorreto pode gerar outros problemas, como o manuseio impróprio por pessoas que trabalham em locais sem protocolos de segurança, como os lixões. A ONU diz, inclusive, que a maior parte do material acaba em aterros, mas muito dele é incinerado ou mal tratado.

E lembra que comentamos que e-lixo não se constitui apenas dos aparelhos quebrados? Guillermo Arslanian, diretor de operações da Trocafone, empresa que compra smartphones usados para revendê-los, alerta que os eletrônicos que estão encostados em casa também podem ser considerado lixo.

“A diferença é que essas coisas não estão impactando diretamente o meio ambiente, mas podem impactar na saúde, caso os componentes internos sejam expostos, manipulados de forma incorreta ou sofram variação de temperatura. Com crianças em casa, o cuidado deve ser redobrado”, comenta Guillermo.

 

 

Redação FN

 

 

“Não há nada que aumente o tamanho do pênis na fase adulta”, diz urologista

Arte UOL
Arte UOL

A preocupação com o tamanho do pênis é muito comum entre os homens.  Nos consultórios de urologia, este problema perde apenas para dois outros assuntos também delicados: ejaculação precoce e disfunção erétil. E ao lado da grande preocupação há a vasta oferta de medicamentos, dispositivos, manuais de exercícios e até cirurgias para se tornar bem-dotados.

“Nada disso funciona na fase adulta”, diz Geraldo Faria, urologista e presidente da Sociedade Latino-Americana de Medicina Sexual, que destaca que é preciso ter cuidado com as promessas e milagres oferecidos. “Temos visto em nossos consultórios pacientes com graves sequelas resultantes de um grande apelo que promete de tudo”.

O discurso é reforçado pelo urologista e secretário geral da Sociedade Brasileira de Urologia, Eduardo Lopes: “Não há base científica nestes métodos”.  E mais: eles garantem que o tamanho do pênis não é importante. “A vagina tem de 8 a 10 centímetros de profundidade e é apenas no terço externo que a mulher tem sensibilidade aos estímulos”, conta Lopes. “Um pênis com 9 centímetros é suficiente para dar prazer a uma mulher”, afirma Carlos Araújo,  cirurgião geral e vascular, especializado na área de andrologia.  Vale lembrar que o tamanho médio do pênis do brasileiro é 14 centímetros.

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A ansiedade de querer aumentar o pênis pode ocorrer desde a infância. Foi o que aconteceu com Leonardo (nome fictício). O estudante de engenharia civil de 19 anos sofre desde criança. “Quando era pequeno, com 7 anos, fui passar um final de semana com meus tios e primos na praia. Na hora de tomar banho, era alvo de piada. Todos falavam que meu pênis era muito pequeno. Desde então, fiquei com trauma de ficar nu na frente dos outros”, fala.

“Eu sempre me escondia para me trocar em vestiários da escola e academia. Na maioria das vezes, ia tomar banho em casa, com vergonha de alguém me ver sem roupa”. Esta mágoa foi se acumulando até a adolescência, quando o rapaz decidiu que deveria tomar providências.
Aos 16 anos, ele mediu: “meu pênis ereto tinha apenas 10 centímetros”. Resolveu que faria algo para mudar a situação.

Com amigos, conseguiu um manual de exercícios que prometia o aumento do pênis em até 3 cm. “Eu fazia os exercícios todos os dias por quase uma hora”. Foi assim durante vários meses, até que notou que estava se machucando. “Fui a um urologista que pediu para parar com os exercícios, pois já estava com uma fibrose. Tive acompanhamento psicológico e percebi que nada poderia ser feito. Meu problema estava na cabeça e não no pênis”, conta.

“O pior é que em casos assim, o rapaz não tem para quem reclamar ou recorrer, pois tem vergonha. Existe uma indústria paralela que explora as pessoas”, afirma Lopes.  “O homem não pode ficar limitado ao tamanho. Se perguntarmos, a maioria deles vai responder que quer ter o pênis no joelho”, brinca o médico.

“Quando um paciente entra em meu consultório e pede uma solução para o ‘pênis pequeno’, eu digo que adoraria ter algo simples, confiável e seguro. Mas até agora a ciência não descobriu nada que mude isso. Não há nada a oferecer, só tratamento e aconselhamento psicológico”, fala Faria.

“É um trauma psicológico que pode começar na infância e que o homem carrega pela vida toda”, avalia. “É difícil convencer um homem que acha que tem o pênis pequeno que o tamanho é normal e que o problema está na parte psicológica. Muitos ficam mais preocupados até mais com a aparência do que com a sexualidade”.

Leonardo frequentou dois anos de terapia e acompanhamento médico para poder perder a vergonha e tirar a roupa para uma primeira relação sexual. “E minha namorada da época não reclamou”, confessa. Os médicos garantem que é preciso considerar as distorções do imaginário masculino, que se sentem inseguros com pênis pequenos. “Tem muitos que reclamam até do tamanho quando está flácido”, diz Lopes.
Assim como Leonardo, muitos garotos ficam traumatizados na infância quando os pais ou outras pessoas da família comparam seus pênis com os de outros garotos da mesma idade. “Isso deve ser evitado para não alimentarem o complexo”, explica Faria.

 

Uol

Solânea e Bananeiras mudam oficialmente de tamanho, diz IBGE

SolâneaO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou a atualização da cartografia dos municípios brasileiros, o que modificou o formato e a contabilização da população de um total de 2 municípios paraibanos.

Houve alterações em 11 estados: Bahia (113), Piauí (17), Alagoas (16), Minas Gerais (14), Pernambuco (13), Maranhão (10), Rio Grande do Sul (10), Rio Grande do Norte (7), Espírito Santo (2), Mato Grosso (2) e Paraíba (2). Cada alteração envolve no mínimo dois municípios. Ao todo, 206 cidades foram alteradas – a maior parte delas no estado da Bahia. Segundo o órgão, a mudança já foi contabilizada na estimativa populacional de 2014, levando em conta as legislações estaduais e ajustes cartográficos requeridos por pedidos encaminhados no período de maio de 2013 a abril de 2014. A maior parte das alterações foram realizadas no Nordeste, mas também foram modificados localidades nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais (Sudeste), Mato Grosso (Centro-Oeste) e no Rio Grande do Sul (Sul).

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Dessa forma, tiveram os limites municipais alterados na Paraíba os municípios de Solânea e Bananeiras.

Todas as alterações foram feitas, inclusive a contabilização de população de certas localidades, que passam a somar habitantes para cidades vizinhas, por exemplo.

PB Agora

com IBGE

Após impasse do STF, TSE decide que tamanho das bancadas na Câmara será igual ao de 2010

O STF havia derrubado resolução da Justiça eleitoral que havia alterado o tamanho das bancadas em 13 Estados (cinco Estados ganhariam parlamentares e oito perderiam). A maioria dos magistrados declarou inconstitucional a lei complementar que dava poderes ao TSE para editar resoluções.

No entanto, parte dos ministros defendeu que, para evitar um vácuo jurídico, a resolução, embora inconstitucional, valesse para o pleito de outubro.

Mas o placar terminou em 7 a 4 e não obteve os 8 votos no mesmo sentido, quórum mínimo exigido para se definir quando uma decisão entra em vigor.

“Ficam mantidas as divisões das bancadas, por unanimidade, feitas para as eleições de 2010”, afirmou o ministro Dias Toffoli, presidente do TSE ao proclamar o resultado.

Toffoli foi um dos ministros que defendiam a validade para este ano sob o argumento de que o prazo para os partidos realizarem convenções e indicarem seus candidatos já havia terminado ontem e foram decididas com base nos números hoje considerados inválidos.

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Mais cedo, durante sessão do STF sobre o assunto, houve bate-boca entre Toffoli e o ministro Joaquim Barbosa sobre o assunto.

A definição sobre o tamanho de cada bancada é importante porque, pela legislação eleitoral, cada partido político pode requerer o registro de candidatos para a Câmara dos Deputados, Câmara Legislativa e Assembleias Legislativas até 150% do número de lugares a preencher.

 

STF encerra discussão sem resolver impasse sobre bancadas na Câmara

 

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a discussão sobre o tamanho das bancadas de deputados federais de 13 estados sem dar solução para o impasse. A sessão desta terça-feira (1º) foi a última antes do recesso de julho do Judiciário.

Faz de conta de dizer que o Tribunal Superior Eleitoral infringiu a Constituição, mas, por razões de ordem pragmática, a inconstitucionalidade causada por ele, TSE, valerá para as próximas eleições. Entendam que é papel desta Corte fazer o que estiver a seu alcance para mostrar a necessidade de cumprir as leis, e não o contrário. [..] É chegada a hora de colocar fim a esses malabarismos interpretativos que têm se tornado moda entre nós.”

Ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal

Em 18 de junho, o Supremo derrubou resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reduziu o número de deputados em oito estados e aumentou em cinco. Mas adiou a decisão sobre se a regra valeria para as eleições de outubro deste ano.

Embora o Supremo tivesse derrubado a regra, em 25 de junho, sete dos 11 ministros entenderam que, mesmo assim, a norma deveria ser aplicada na eleição deste ano, a fim de se evitar um “vácuo” legal.  Outros três ministros defenderam que deveria valer na eleição deste ano a distribuição das cadeiras de 2010.

Diante do impasse, o tribunal decidiu esperar a manifestação de Joaquim Barbosa, único ministro que não havia votado. Isso porque, para a criação de regras transitórias, o Supremo necessita de pelo menos oito votos. Mas Barbosa não acompanhou a maioria, e a votação terminou 7 a 4, sem definição de qual critério vigorará na eleição deste ano.

Ao deixar o plenário, Barbosa disse que o Supremo já deu a sua decisão e não respondeu se caberá ao TSE dar uma solução para o problema.

G1

 

STF julga na próxima semana ações sobre tamanho de bancada paraibana na Câmara e mais 12 Estados

stfO Supremo Tribunal Federal (STF) julgará no próximo dia 11 as ações que contestam a resolução da Justiça Eleitoral que mudou o tamanho da  bancada Paraíba na Câmara dos Deputados e mais 12 Estados na Câmara dos Deputados.

Foram pautadas ações diretas de inconstitucionalidade protocoladas no ano passado pelas assembleias legislativas de Pernambuco, do Piauí e de Santa Catarina e pelos Estados do Espírito Santo, da Paraíba, do Piauí e Paraná.

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A polêmica sobre a mudança na composição das bancadas na Câmara começou após uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definida em abril do ano passado, ao julgar um recurso apresentado pela Assembleia Legislativa do Amazonas. A Casa alegou que a representação populacional do Estado na Câmara não condizia com a realidade, pois tinha como referência um Censo defasado. Sustentou ainda que Estados com menor população, como Alagoas e o Piauí, tinham mais representatividade na Câmara – com nove e dez deputados federais, contra oito do Amazonas.

Conforme a decisão original do tribunal, perderão uma cadeira os Estados de Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Ficarão sem duas cadeiras a Paraíba e o Piauí. Ganharão uma cadeira Amazonas e Santa Catarina; duas cadeiras, o Ceará e Minas Gerais. O maior beneficiado é o Pará, que terá mais quatro deputados.

A nova composição das bancadas foi definida de acordo com o Censo de 2010. Os cálculos levam em conta a população do Estado e a quantidade mínima (8) e máxima (70) de parlamentares permitidos por lei para uma unidade da Federação, além do quesito de proporcionalidade exigido pela Constituição.

No entanto, em novembro de 2013, a Câmara dos Deputados aprovou o Decreto Legislativo 1.361/13, que anulou a resolução do tribunal sobre o número de deputados de cada Estado para as eleições de outubro. Ao retomar o julgamento da questão, na semana passada, os ministros do TSE decidiram derrubar o decreto e restabelecer a decisão original.

Antes de o tribunal derrubar o decreto legislativo, cinco ações diretas de inconstitucionalidade foram protocoladas no Supremo pelos Estados de Pernambuco, Espírito Santo, Piauí e pela Assembleia Legislativa e o governo da Paraíba. Após a decisão do TSE, que manteve a resolução, as mesas diretoras do Senado e da Câmara também recorreram ao STF.

Na sexta-feira (30), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo urgência no julgamento das ações, devido à proximidade das eleições. ˜Agrava-se a indefinição jurídica no tocante ao marco regulatório de distribuição em testilha [disputa], resultante das eleições gerais já em processamento, cujo ponto culminante ocorrerá a partir de 5 de outubro do corrente ano”, argumentou a AGU.

Uol

Tamanho é documento: Veja 4 dicas para mandar bem, mesmo com pinto pequeno

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Onze em cada dez homens, se tivessem a possibilidade de moldar uma parte do corpo antes de vir ao mundo, escolheriam esculpir um pau grande e grosso. Bem grande e bem grosso. Infelizmente, o processo de manufatura humana ainda não funciona assim. Então, quando chegamos à Terra, precisamos nos virar com o que temos. Se você nasceu com um pau grande – segundo dados médicos, acima de 17 centímetros – considere-se um homem de muita sorte.

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Se o seu é médio – entre 11 e 17 centímetros, de acordo com a mesma fonte – não se preocupe,mas use-o com sabedoria. Agora, se o seu pau ereto mede menos de 11 centímetros, a Rapidinha de hoje é especial para você, meu amigo, que está no rol dos caras com pinto pequeno. Tudo está perdido? A gente vai mostrar que não. Basta saber driblar a falta de centímetros.

1. Vai ter que rebolar

A vagina de uma mulher tem entre 9 e 13 centímetros de profundidade, com direito a uma expansão de alguns centímetros dependendo do nível de tesão. E a parte com mais sensibilidade é justamente a que fica na entrada da vagina. Por isso, você, amigo de pau pequeno, não precisa se desesperar. É só saber como comparecer. Rebolar na hora da penetração, por exemplo, é uma boa ideia, já que, quando o homem mexe o quadril, ele consegue explorar melhor as paredes vaginais da parceira.

2. Seja o deus do sexo oral

Embora a maioria das mulheres tenham dificuldades de gozar somente com penetração, é verdade que há poucas sensações no mundo melhores do que um pau grande e grosso entrando e saindo. Como nesse quesito você, invariavelmente, sai perdendo, compense nos outros. Nunca, jamais tenha nojinho de fazer sexo oral. Aprenda a diferenciar o clitóris dos grandes lábios. Coma bastante Danoninho sem colher. E, para arrasar, siga as nossas dicas de como fazê-la chegar lá com os dedos [inserir link] e de como ser um expert em chupá-la.

3. Aproveite a grande vantagem da falta de centímetros

Na hora do sexo anal, do que as mulheres mais reclamam? Do tamanho e da grossura. Como o ânus geralmente é mais apertadinho do que a vagina, introduzir algo grande e grosso lá pode ser deveras doloroso. E é aí que você sai no lucro: com um pau pequeno e não tão grosso, o acesso à porta dos fundos pode ser mais fácil pra você e mais prazeroso pra ela. Aprenda um pouquinho mais sobre a prática [inserir link] e vá fundo – ou nem tão fundo assim…

4. Alie-se ao inimigo

Em vez que ficar maldizendo o inventor do vibrador e declarar aos quatro ventos que instrumento é o seu inimigo mortal, alie-se a ele. Existem vários modelos de vibradores, desde os mais discretos até os mais assustadores, que você pode escolher para dividir a cama com vocês. Uma língua poderosa + dedos de pianista + um vibrador é felicidade feminina. Na certa.

180 Graus

Estudo comprova que “tamanho é documento”; entenda

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

A eterna questão sobre a importância do tamanho do pênis para as mulheres foi avaliada por uma equipe internacional de cientistas que concluiu, em estudo publicado nesta segunda-feira (08), que sim, elas acham mais atraentes homens bem-dotados.

 

Mais: as mulheres pré-históricas, que conseguiam ver os órgãos sexuais de seus companheiros de pouca roupa podem ter ajudado a influenciar a evolução de genitais maiores nos seres humanos, ao escolher copular com parceiros com pênis grandes.

 

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Os cientistas explicaram que tinham decidido pesquisar o assunto porque estudos anteriores tinham apresentado dados conflitantes que podiam ter ficado comprometidos, ao perguntar às mulheres de forma muito diretamente sobre suas preferências.

 

“Uma vez que o tamanho do pênis é um tema delicado, é difícil determinar se as mulheres mentiram ou se ‘autoenganaram’ em suas respostas”, explicou por e-mail à AFP o principal autor do estudo, Brian Mautz, cientista de pós-doutorado em evolução e seleção sexual da Universidade de Ottawa, no Canadá.

 

Assim, eles se lançaram em um novo tipo de estudo, usando imagens digitais de silhuetas genéricas masculinas com diferentes pesos, formatos corporais e comprimentos de pênis em repouso. Os cientistas pediram a uma amostra de 105 mulheres australianas que observassem 53 dessas imagens em tamanho real, semelhantes às de robôs, e que podiam girar para que pudessem ser vistas em diferentes ângulos.

 

As mulheres, todas heterossexuais, não sabiam que estavam participando de um estudo sobre o tamanho do pênis e seu poder de atração. Elas simplesmente tinham que dar notas às imagens masculinas que considerassem mais atraentes sexualmente. As respostas foram coletadas anonimamente.

 

Os cientistas descobriram, então, que as mulheres consideraram mais atraentes os homens com pênis maiores. Elas também demonstraram ter uma tendência de olhar com mais atenção para os homens mais bem-dotados. Mas não por tempo demais, já que cada avaliação foi feita em cerca de três segundos.

 

No entanto, os cientistas não conseguiram explicar qual o tamanho ideal que um pênis deve ter para ser considerado mais atraente. “Nós não encontramos um tamanho ou calibre ideal (isto é, ‘mais atraente’) para o pênis”, explicou Mautz. No entanto, “as notas de atratividade foram crescentes com relação aos valores mais altos destes traços”, emendou.

O estudo foi publicado no periódico científico americano Atas da Academia Americana de Ciências (Proceedings of the National Academy of Sciences, PNAS). Os resultados “contradizem diretamente as alegações de que o tamanho do pênis não é importante para a maioria das mulheres” e também sugerem uma explicação de porque os machos humanos tendem a ter uma genitália relativamente maior em comparação com a de outros primatas, destacou o estudo.

 

“Nossos resultados demonstram que a escolha feminina de um parceiro pode ter desempenhado um papel na evolução de um pênis relativamente maior entre os humanos”, concluíram os autores do estudo. “Antes do uso de vestimentas, o pênis humano não-retrátil teria sido um indicador de atração para possíveis parceiros”, acrescentaram.

 

Os cientistas não avaliaram questões de ascendência racial e se isto afetaria o tamanho do pênis, mas documentaram a origem étnica e a idade das mulheres que acompanharam neste estudo. Mais de 70% das mulheres estudadas eram de origem europeia, 20% asiática e 7% tinham origens diversas. A idade média foi de 26 anos.

 

AFP

Presidente da Cagepa revela tamanho do ‘rombo’ deixado na empresa por Zé Maranhão

 

O presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Deusdete Queiroga, revelou nessa terça-feira (5), durante sessão especial na Assembleia Legislativa da Paraíba, que a atual diretoria da empresa herdou da gestão passada, apenas com empréstimos bancários e pagamento de impostos atrasados, uma dívida superior a R$ 300 milhões.

 

“Para se ter uma ideia do buraco que encontramos, o balanço financeiro da Cagepa referente ao exercício de 2010 apresentou um prejuízo de quase R$ 52 milhões. Ao assumirmos a empresa em janeiro de 2011, nos deparamos com dívidas de mais de R$ 180 milhões com empréstimos bancários e de mais de R$ 130 com impostos atrasados. Literalmente, em dezembro de 2010, a Cagepa estava quebrada”, enfatizou o presidente.

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Atendendo convite da Assembleia, Deusdete Queirgoa participou nesta terça de uma sessão especial para debater o projeto em que o Governo do Estado pede autorização ao Poder Legislativo para avalizar um empréstimo que a Cagepa vem pleiteando junto à Caixa Econômica Federal.

A operação de crédito junto à Caixa, segundo Deusdete, será utilizada exclusivamente pela Cagepa para quitar empréstimos contraídos a bancos privados, no passado. “O que queremos é alongar o perfil dívida da Cagepa. Atualmente, desembolsamos por mês quase R$ 6 milhões para pagar empréstimos aos bancos privados. A proposta é utilizar esse empréstimo da Caixa, que nos possibilita uma carência de 24 meses, para pagar a esses bancos”, explicou.

“Apelo à sensibilidade dos parlamentares desta Casa para que a gente possa virar essa página caso haja o convencimento dos senhores de que a atual gestão está fazendo do que é possível para soerguer a Cagepa e, para alcançamos isso, se faz necessário esse empréstimo”, acrescentou Deusdete.

Paraíba Já

Qual é o melhor tamanho de tela para um tablet?

A escolha de um tablet, na hora da compra, certamente passa muito pelo tamanho de sua tela. Em um mercado cada vez mais recheado de opções, tanto no Brasil como no exterior, é muito importante saber o que você pode ganhar (ou perder) se escolher um aparelho com o display grande ou pequeno.

Existem muitos tablets no mercado: qual é o melhor para você? (Foto: Reprodução DCComputadores)Existem muitos tablets no mercado: qual é o melhor para você? (Foto: Reprodução DCComputadores)

Telas de até 8 polegadas: Certamente, esta é a melhor opção para os que pensam na portabilidade e na facilidade de carregar seu gadget para qualquer local. Tablets com 7 ou 8 polegadas, como o Nexus 7 e o iPad Mini, por exemplo, são ideais para o usuário que deseja apenas realizar tarefas simples e necessita acessá-lo a toda hora.

Jornalistas, por exemplo, que estão sempre na rua e precisando de um gadget para se transferir fotografias ou digitar textos, podem encontrar nas telas menores um atrativo. Apesar disso, é importante lembrar que, quanto menor o display, menor também é a área utilizada para o teclado virtual, que é um dos grandes pontos negativos de um tablet pequeno.

Nexus 7 é um dos principais tablets de sete polegadas (Foto: Reprodução Engadget)Nexus 7 é um dos principais tablets de sete polegadas (Foto: Reprodução/Engadget)

A leitura de e-books e a execução de jogos simples, como passatempos, também são funções que podem ser bem agradáveis de se realizar em um tablet com display um pouco menor do que o tradicional. Além disso, navegação na web e utilização dos apps mais simples são bem razoáveis nestes tablets.

Telas de até 10 polegadas: Estes são os tablets tradicionais, como o iPad, da Apple, o Xoom da Motorola e o Galaxy Tab 10, da Samsung. Escolha mais comum entre os usuários, o produto com tela de cerca dez polegadas é uma opção interessante para aqueles que desejam aproveitar todas as funções de entretenimento.

iPad é o símbolo dos tablets de cerca de dez polegadas (Foto: Reprodução The Times)iPad é o símbolo dos tablets de cerca de dez polegadas (Foto: Reprodução The Times)

Assistir a filmes, ver vídeos no YouTube, jogar games com gráficos mais trabalhados e de jogabilidade complexa e visualizar fotografias fica muito melhor em um display grande. Obviamente, o preço a se pagar por isso é a menor portabilidade.

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Apesar disso, estes tablets ainda são fáceis de carregar. Eles cabem de maneira tranquila em pequenas pastas e bolsas. Para as pessoas que não se incomodam com um pouquinho mais de peso na hora de levar seus eletrônicos, certamente vale ter uma tela algumas polegadas maior, mas que proporciona um entretenimento melhor – obviamente, caso ela tenha uma boa resolução de imagem.

Telas gigantes: Nesta categoria, encaixam-se mais os híbridos, que são aqueles produtos que misturam tablet e laptop. Com o lançamento recente do novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 8, este tipo de gadget se tornou comum e bem sucedido no mercado.

Híbridos, como este da Asus, são cada vez mais comuns (Foto: Reprodução TechRadar)Híbridos, como este da Asus, são cada vez mais comuns (Foto: Reprodução TechRadar)

Se você procura uma experiência mais próxima de um computador, esta opção é perfeita. Afinal, os híbridos têm telas um pouco maiores, que favorecem ainda mais a exibição e a reprodução de conteúdo multimídia. Eles normalmente possuem teclados físicos e ainda contam com um disco rígido para armazenar arquivos com capacidade bem maior do que as memórias dos tablets simples.

Os híbridos até costumam não ser muito grandes, como alguns modelos da Asus e da HP que têm entre 11 e 13 polegadas, mas certamente já são mais robustos do que os tablets comuns. Mas se você deseja um produto para usar mais em casa e só sair de vez em quando, esta pode ser a melhor escolha.

 

 

techtudo.

Existe relação entre o tamanho dos pés e do pênis?

tamanhoRelaxe. Para ser normal, seu pênis não precisa ter o tamanho do seu pé. Alguns trabalhos científicos já provaram que uma coisa nada tem a ver com a outra. “A suposta relação entre o tamanho do pênis e o das mãos ou dos pés é mito”, afirma Claudio Teloken, professor de urologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e chefe do Laboratório de Andrologia da Santa Casa, na capital gaúcha. “Às vezes, um sujeito de mão pequena tem o pênis até maior que o da média.”

Curioso notar como essa lenda se tornou universal, popular tanto aqui no Brasil quanto lá na Coreia. De tanto atormentar os coreanos, acabou virando objeto de estudo para o urologista Nam Cheol Park e outros pesquisadores da Universidade Nacional de Pusan. Durante 4 meses, eles avaliaram 655 homens maiores de 17 anos. Tiraram as medidas de tudo: 1º, 2º e 3º dedos da mão, 1º, 2º e 3º dedos do pé, orelha, boca, nariz, altura e peso. Conclusão: “O tamanho das extremidades do corpo não é suficiente para predizer o tamanho do pênis”. De acordo com o estudo, o tamanho médio do pênis dos coreanos é de aproximadamente 10 centímetros.

 

 

Eduardo Szklarz da Revista SuperInteressante