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Nos pênaltis, Flu bate Fla em clássico eletrizante e leva Taça Guanabara

fluO Fla-Flu deste domingo (05) foi digno de uma final de campeonato no Estádio Nilton Santos. Após cinco gols e duas viradas, o Fluminense tomou empate por 3 a 3 do Flamengo na etapa final e precisou dos pênaltis para conquistar a Taça Guanabara.

O desenrolar do clássico foi digno de roteiro de cinema, com o Fluminense abrindo contagem aos quatro minutos com Wellington Silva. William Arão empatou aos oito, e Éverton virou aos 23. O Tricolor voltou a estar na frente com Henrique Dourado e Lucas, mas Guerrero empatou em cobrança de falta. Nos pênaltis, porém, Réver e Rafael Vaz perderam, e Marcos Junior converteu a cobrança que deu a 10ª Taça Guanabara ao Tricolor.

O Fluminense volta a conquistar o troféu após cinco anos. O título garante ao Tricolor uma vaga na semifinal do Campeonato Carioca. A festa nas Laranjeiras deve durar até domingo (12), quando a equipe abre a Taça Rio contra o Boavista. O Flamengo, por sua vez, precisa esfriar a cabeça logo, pois estreia na Copa Libertadores contra o San Lorenzo nesta quarta-feira (08).

Nelson Perez/Divulgação

Wellington Silva vai bem e Júlio César se redime

Autor do primeiro gol do clássico, o camisa 11 do Flu fez vários desarmes e ainda encaixou uma linda assistência para Lucas fazer o terceiro do Tricolor no tempo normal. Ele ditou o ritmo da equipe, sendo a melhor arma ofensiva até ser substituído antes dos pênaltis por Marquinhos Calazans. Júlio César, por sua vez, foi mal com a bola rolando e se redimiu nos pênaltis. O goleiro saiu mal em dois lances de bola aérea, mas na decisão da marca da cal defendeu cobrança de Réver e abriu caminho para o Flu ser campeão.

Fluminense para no segundo tempo

A defesa tricolor, que ainda não tinha sofrido gols na Taça Guanabara, não repetiu bom desempenho. Os gols de William Arão e Éverton saíram muito por culpa da má marcação, que deixou Guerrero livre duas vezes e não acompanhou o rebote em ambas. Ofensivamente o time explorou muito bem os espaços da defesa rival, principalmente em contragolpes. Na etapa final a correria foi trocada pela cadência. O Flu se portou bem ao controlar a velocidade da partida, mas foi castigado com novo empate na reta final. Sorte que o título veio nos pênaltis.

Flamengo tira empate da cartola, mas falha nos pênaltis

Dois dos gols do Fluminense saíram em contra-ataques construídos até com certa naturalidade. Os lances expuseram a fragilidade da defesa rubro-negra no primeiro tempo, quando o ritmo foi mais acelerado. Após o intervalo, quando precisou correr atrás do placar, o Flamengo encontrou muita dificuldade para criar. Teve em Guerrero o seu herói, com ótima cobrança de falta. Na decisão por pênaltis, porém, os zagueiros Réver e Rafael Vaz cobraram muito mal e permitiram que o Flu vencesse as cobranças por 4 a 2.

Começo intenso é abertura de jogaço

O clássico não poderia ter começado melhor para o Fluminense, que logo aos quatro minutos abriu o placar com Wellington Silva em contra-ataque. O início de jogo, aliás, deixou o torcedor sem fôlego. William Arão empatou aos oito, e em seguida Alex Muralha pegou recuo com a mão e permitiu cobrança em dois toques dentro da área. Sorte do goleiro que o chute de Sornoza explodiu em Pará, e o erro não criou problemas maiores.

Willian Arão e a ‘vingança’ no Engenhão

O volante do Flamengo é o pivô da polêmica com o Botafogo e ainda não brilhou contra o ex-clube. Mas, na decisão da Taça Guanabara, Willian Arão conseguiu a sua “vingança”. O Botafogo não estava em campo, mas o camisa 5 fez o primeiro gol do Flamengo logo no estádio administrado pelo rival. A comemoração foi intensa. Vale lembrar que recentemente ele foi perseguido pelos alvinegros no amistoso entre Brasil e Colômbia, realizado também no Engenhão.

Nem parada técnica diminui o ritmo

O calor no Rio de Janeiro bateu 33º, mas a parada para reidratação não prejudicou o ótimo andamento do clássico. Mesmo criando menos, o Flamengo insistiu na bola aérea e por este caminho conseguiu a virada. O cruzamento de Pará encontrou Guerrero sozinho, e Éverton aproveitou rebote de Júlio César para virar o jogo.

Pênalti sem polêmica e cobrança com categoria

A desvantagem não abalou o Fluminense, que seguiu criando boas chances. O meio-campo verticalizou os ataques e frequentemente colocou a defesa adversária em apuros. O que rendeu o gol, porém, foi um toque de mão de Guerrero dentro da área, marcado acertadamente como pênalti. Henrique Dourado converteu.

Lucas aparece sozinho

Mais uma vez o Flamengo deixou o rival fazer a transição em grande velocidade. William Arão e Réver demoraram muito para recompor a defesa, enquanto Wellington Silva abriu na direita e enfiou ótima bola para Lucas. Sozinho, o lateral funcionou como elemento surpresa e fez o 3 a 2.

Guerrero faz golaço de falta

Quando o jogo diminuiu de ritmo e a taça parecia destinada ao Fluminense, Guerrero cobrou linda falta para levar a decisão aos pênaltis. O lance coroou a atuação muito boa do centroavante, que esteve envolvido em vários dos lances decisivos. Apesar de cometer um pênalti, na frente o peruano brigou muito pelo alto e deu início aos dois primeiros gols do Flamengo. Além disso, o Rubro-Negro não fazia um gol de falta desde 9 de abril do ano passado, um jejum de 11 meses que acabou na rede de Júlio César.

Zagueiros vão mal nos pênaltis

Diego abriu a série de cobranças batendo forte e convertendo, mas o Lucas deixou tudo igual para o Fluminense descolando Alex Muralha. Guerrero voltou a colocar o Flamengo à frente com batida seca no meio do gol, e o zagueiro Henrique voltou a empatar. Aí começaram os erros: o capitão Réver bateu no canto esquerdo, e Júlio César defendeu com a perna. Então Marquinho colocou o Fluminense à frente e em seguida viu Rafael Vaz chutar muito longe do gol. Na derradeira batida foi goleiro de um lado e bola do outro, com Marcos Junior dando a Taça Guanabara ao Tricolor.

A organização do Fla-Flu e o forte esquema de segurança montado – 830 agentes foram escalados para trabalhar no Engenhão – garantiram o clima de paz na decisão da Taça Guanabara. Não houve confrontos entre os torcedores e o Jecrim teve movimentação tranquila.

“Graças ao trabalho dos clubes e das forças de segurança não tivemos problemas no clássico. Temos que comemorar, pois foi realmente um Fla-Flu de paz”, comentou o Major Sílvio Luiz, comandante do Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Nostalgia estampada na camisa

Fla-Flu em decisão imediatamente faz o torcedor do Fluminense lembrar do gol de barriga. Em 1995, o Flamengo buscou um empate incrível e tudo no Maracanã indicava o título rubro-negro, mas o Fluminense, com nove em campo, teve em Renato Gaúcho o herói do 3 a 2. Na ocasião a camisa tricolor tinha a mensagem “Ame o Rio”, frase novamente estampada neste domingo. Coincidência ou não, o placar neste domingo foi o mesmo.

Ficha Técnica

Fluminense 3 (4) x (2) 3 Flamengo
Data:
05/03/2017
Local: Estádio Nilton Santos, Rio de Janeiro-RJ
Hora: 16h00 (de Brasília)
Público: 24.451 pagantes (27.549 presentes)
Árbitro: Wagner Nascimento Magalhães
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Correa e Luiz Claudio Regazone
Cartões Amarelos: Richarlison (Fluminense); Éverton e Trauco (Flamengo)
Cartão Vermelho: não houve
Gols: Wellington Silva aos 4′, William Arão aos 8′, Éverton aos 23′, Henrique Dourado aos 32′ e Lucas aos 40 minutos do primeiro tempo. Guerrero aos 39 minutos do segundo tempo.

Fluminense: Júlio César; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo; Orejuela; Pierre; Richarlison; Sornoza (Marquinho); Wellington Silva (Marquinhos Calazans); Henrique Dourado (Marcos Junior). Treinador: Abel Braga.

Flamengo: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Trauco (Felipe Vizeu); Willian Arão (Berrío), Rômulo e Diego; Mancuello (Gabriel), Éverton e Guerrero. Treinador: Zé Ricardo.

Uol

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Pintou o sete! Fla goleia Madureira e enfrenta Vasco na semi da Taça GB

flamengoO Flamengo segue com 100% de aproveitamento na temporada. O time goleou o Madureira por 4 a 0, neste domingo (19), em Volta Redonda. Os gols de Diego, Guerrero, Mancuello e Lucas Paquetá – uma pintura por cobertura da intermediária – deram o sétimo triunfo consecutivo em 2017 ao Rubro-negro e a melhor campanha na fase de classificação da Taça Guanabara – superando o Fluminense no segundo critério de desempate, o saldo de gols (15 a 14).

O resultado classificou o Flamengo em 1º lugar no Grupo B, com 15 pontos. Na semifinal da Taça Guanabara, a equipe do técnico Zé Ricardo joga contra o rival Vasco com a vantagem do empate. O clássico acontece no sábado de Carnaval, dia 25, às 18h30 (de Brasília) – o local será definido na segunda-feira (20).

Na outra semifinal, o Fluminense encara o Madureira no mesmo dia, às 16h30 (de Brasília), em Volta Redonda. O Tricolor tem a vantagem da igualdade no placar para ir à final.

Flamengo tem 15 escanteios a favor, mas Diego salva primeiro empo

O Flamengo teve o controle do jogo na maior parte da etapa inicial. Tanto que o Rubro-negro contou com 15 escanteios a favor. No entanto, o time errou praticamente todos os cruzamentos na área. Apenas duas chances chamaram a atenção. Uma com Réver, que tocou o travessão logo aos 3min, e outra com Guerrero, defendida pelo goleiro Rafael. Coube ao meia Diego aliviar o lado do time da Gávea. Aos 45min, logo depois da correta expulsão de Alex Moraes, o camisa 35 roubou a bola na entrada da área com um carrinho e bateu no ângulo para a festa da torcida em Volta Redonda.

Time de Zé Ricardo deslancha no segundo tempo; Paquetá faz golaço

Com um jogador a mais, o Flamengo teve espaços e a tranquilidade necessária para garantir a vitória sem sustos. O Madureira ainda acertou uma bola no travessão logo no começo da etapa complementar, mas o Rubro-negro não teve dificuldades na sequência. Guerrero, aos 19min, Mancuello, aos 22min, e Lucas Paquetá, com um golaço por cobertura da intermediária aos 35min, fecharam o placar. A partir daí, os comandados de Zé Ricardo fizeram o tempo passar e encerram a fase de classificação da Taça Guanabara com a melhor campanha.

Rubro-negro está a 90 minutos de igualar melhor início de ano recente

O Flamengo pode igualar a marca de 2011, obtida pelo time de Ronaldinho e Thiago Neves, na próxima quarta-feira (22), quando enfrenta o Ceará, no Castelão, às 19h30 (de Brasília), pela Primeira Liga. Na ocasião, a equipe dirigida por Vanderlei Luxemburgo conseguiu o melhor início de ano recente do Rubro-negro. Foram oito vitórias consecutivas em jogos oficiais. Resta apenas uma para o Flamengo de Zé Ricardo.

FLAMENGO 4 X 0 MADUREIRA

Local: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Árbitro: João Batista de Arruda
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa e Daniel de Oliveira Alves Pereira
Cartões amarelos: Guerrero e Diego (Flamengo); Alex Moraes (Madureira)
Cartão vermelho: Alex Moraes (Madureira)
Gols: Diego, aos 45min do primeiro tempo; Guerrero, aos 19min do segundo tempo; Mancuello, aos 22min do segundo tempo; Lucas Paquetá, aos 35min do segundo tempo

Flamengo
Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Miguel Trauco; Romulo, Willian Arão (Lucas Paquetá) e Diego (Gabriel); Mancuello, Everton e Guerrero (Felipe Vizeu)
Técnico: Zé Ricardo

Madureira
Rafael; Alex Moraes, Jorge Felipe e Diego Guerra; Ruan, Rezende, Wanderson (Walney), Luciano (Vitinho), Esquerdinha (Soares) e W. Saci; Julio César
Técnico: PC Gusmão

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Botafogo empata com Nova Iguaçu e segue sem vencer na Taça Guanabara

Pela primeira rodada da Taça Guanabara, o Botafogo empatou em 1 a 1 com o Nova Iguaçu neste sábado (28), no estádio Nilton Santos. Com isso, o Alvinegro segue sem vitórias, já que perdeu para o Madureira na segunda rodada, adiantada.

Com o resultado, o Botafogo tem um ponto e está na terceira colocação do Grupo B. O Nova Iguaçu, também com um ponto, ficou na vice-liderança.

Na próxima rodada, a equipe comandada pelo técnico Jair Ventura enfrenta o Macaé no sábado, 04 de fevereiro, às 19h30 (de Brasília). O Nova Iguaçu enfrenta o Flamengo na mesma data, às 17 horas (de Brasília).

Quem foi bem: Camilo em todas

O meia Camilo foi o melhor jogador em campo. O botafoguense foi responsável por armar as melhores chances de gol do Botafogo e participou do primeiro tento.

Quem foi mal: Sassá joga mal e torcida não perdoa

Querido pela torcida botafoguense, Sassá não teve uma tarde boa. Após errar passes, o atleta foi vaiado e também não foi perdoado nas redes sociais. No fim da etapa complementar da partida, o atacante foi substituído e, novamente, sofreu com as manifestações dos torcedores presentes no Engenhão.

O Botafogo inaugurou o marcador do estádio Nilton Santos aos sete minutos do primeiro tempo. Camilo cobrou escanteio, a zaga do Nova Iguaçu falhou e Marcelo, livre na pequena área, cabeceou para o chão e mandou para o fundo das redes.

Sem chance aos visitantes

O Nova Iguaçu não teve chances no início do primeiro tempo. Apenas depois que os donos da casa marcaram o gol, o time visitante teve mais espaço, mas não conseguiu transformar em boas oportunidades.

Esfriou

Tranquilo com o gol marcado no começo do confronto, o Botafogo caiu de produção a partir do meio do primeiro tempo. O Nova Iguaçu teve poucas chances de gol e o jogo ficou mais frio.

Reação!

Aos 11 minutos do segundo tempo, o Nova Iguaçu empatou a partida. Após cobrança de falta de Paulo Henrique, a defesa do Botafogo deixou dois jogadores livres e Murilo Henrique aproveitou para cabecear para o gol.

Anfitriões tentam pressionar

No final da etapa complementar da partida, o Botafogo pressionou os adversários, mas não teve sucesso.

O retorno do Bota ao Nilton Santos

@oficialnifc/Twitter

Após um ano e dois meses, o Botafogo retornou ao estádio Nilton Santos, que está de cara nova, com a identidade do Alvinegro.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO X NOVA IGUAÇU

Data e horário: 28 de janeiro, às 17 horas (de Brasília)
Local: estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro
Árbitro: Bruno Arleu Araújo
Auxiliares: Eduardo de Souza Couto e Diogo Carvalho Silva.
Cartões amarelos: Pachu, Marcelo, Camilo (Botafogo); Iuri (Nova Iguaçu)
Gols: Botafogo – Marcelo, aos sete minutos do primeiro tempo
Nova Iguaçu – Murilo Henrique, aos 11 minutos do segundo tempo

Botafogo: Gatito Fernández; Marcinho, Marcelo, Igor Rabello e Gilson; Dudu Cearense, Matheus Fernandes, Leandrinho (Guilherme) e Camilo, Sassá (Roger) e Pachu (Joel).
Técnico: Jair Ventura

Nova Iguaçu: Jefferson; Yan, Raphael Azevedo, Murilo Henrique e Lucas; Iuri, Paulo Henrique, Wescley e Renan Silva (Caio Cezar); Marlon (Alex Souza) e Adriano (Ricardinho).
Técnico: Edson Souza

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Atlético-MG empata, dá adeus à taça, e Palmeiras pode ser campeão domingo

jogoMenos um concorrente. Em uma noite na qual sofreu pressão, viu Jailson trabalhar e achou um gol em contra-ataque, o Palmeiras tirou um rival direto da disputa pelo título. Nesta quinta-feira, o Atlético-MG buscou o empate por 1 a 1 diante do líder do Campeonato Brasileiro, mas se despediu de qualquer chance de brigar pela taça.

O resultado de igualdade nesta 35ª rodada de competição deixou o clube mineiro com 61 pontos, dez a menos do que o Palmeiras; restam apenas três partidas para cada time antes do encerramento da temporada.

Apesar de eliminar mais um concorrente direto, o Palmeiras perdeu certo conforto na primeira colocação. A vantagem para o vice-líder Santos caiu para apenas quatro pontos; mesmo assim, o clube comandado por Cuca pode se consagrar campeão brasileiro depois de 22 anos já na próxima rodada.

O primeiro ‘match point’ do Palmeiras está agendado para domingo, às 17h (de Brasília), contra o Botafogo, no Allianz Parque. O Atlético-MG, sem chances de disputar o título nacional, volta a campo no mesmo dia, mas às 19h30, diante do rebaixado Santa Cruz, no Arruda.

Quem foi bem

Robinho Assim como no primeiro turno, Robinho encontrou mais uma atuação soberba diante do Palmeiras. Com uma liberdade surpreendente, o camisa 7 atleticano concentrou-se como cérebro ofensivo do time e gerou as principais chances de gols dos mandantes. Sai do jogo com uma assistência para Lucas Pratto.

Quem foi mal

Thiago Santos Muito da liberdade encontrada por Robinho ocorreu em virtude da noite infeliz de Thiago Santos. O meio-campista de características defensivas ganhou a vaga no time titular para parar justamente o veterano, mas não ‘achou’ o atleticano durante o duelo. Cuca precisou tirá-lo e recorrer a três zagueiros para segurar o adversário.

Aleluia! É Gabriel Jesus

Menos de 48h depois de decidir para a seleção brasileira o jogo contra o Peru – com um gol e uma assistência -, Gabriel Jesus tratou de quebrar o jejum de sete jogos sem balançar as redes pelo Palmeiras. Aos 25min da primeira etapa, o camisa 33 aproveitou contra-ataque para anotar o 12º gol nesta edição de Brasileirão.

Atlético-MG pressiona, pressiona e pressiona

O Atlético-MG implantou um ritmo intenso e acelerado durante a maior parte da partida no Horto. Diante de um Palmeiras acuado, a equipe de Marcelo Oliveira abusou da movimentação e pressionou o líder do Campeonato Brasileiro como poucos clubes na competição. Na etapa final, o time da casa praticamente atuou com quatro atacantes após a entrada de Lucas Pratto.

Primeiro tempo quente, e gol bem anulado

O público no Independência observou 45min iniciais de superioridade do Atlético-MG. A movimentação de Robinho e a liberdade dada a Maicosuel acuaram o Palmeiras, que por pouco não saiu atrás no marcador: a arbitragem anulou um gol dos donos da casa por impedimento. No primeiro contra-ataque bem armado, Dudu achou Gabriel Jesus, e os visitantes abriram o placar.

Palmeiras é letal

Durante a maior parte do confronto em Belo Horizonte, o Palmeiras sofreu com o ‘Galo Doido’. Entretanto, frio e calculista, o time comandado por Cuca conseguiu conter a intensidade atleticana. Quando resolveu sair, o clube alviverde se mostrou letal: no primeiro contra-ataque, Dudu deu a décima assistência na Série A para Jesus balançar as redes.

Leandro Donizete irrita até o banco palmeirense

A confusão entre Leandro Donizete e Gabriel Jesus repercutiu até no banco de reservas do Palmeiras. O volante atleticano, durante uma passagem ao lado da comissão técnica, foi alvo de um membro da delegação palmeirense, que arremessou um copo d’água na direção do camisa 8 do clube mineiro.

Marcelo Oliveira solta Robinho

Escalado pelo centro, o veterano Robinho encontrou espaço para jogar diante do líder do Campeonato Brasileiro. Assim como no primeiro turno, quando se destacou na vitória por 1 a 0, o camisa 7 centralizou a armação ofensiva atleticana e deu muito trabalho ao volante Thiago Santos, encarregado da marcação sobre o ex-atleta da seleção brasileira.

Com Robinho solto, o Galo é doido

A liberdade encontrada por Robinho, obviamente, beneficiaria o Atlético-MG em algum momento da partida. Depois de suportar toda a primeira etapa, o Palmeiras viu o camisa 7 ser decisivo logo no início do segundo tempo. Dos pés do atacante saiu um cruzamento na medida para Lucas Pratto empatar a partida.

Cuca é reverenciado na antiga casa

Antes de a bola rolar, o torcedor do Atlético-MG tratou de homenagear Cuca, campeão da Copa Libertadores de 2013 pelo clube alvinegro. Mesmo do outro lado nesta quinta, o treinador testemunhou torcedores dos dois clubes o reverenciarem. O comandante, geralmente emotivo, segurou a felicidade do momento para se concentrar no jogo. Deu certo.

 

Zé Roberto abdica de luxo e sofre de fora

Victor Martins/UOL Esporte

Zé Roberto assisitu ao jogo longe do conforto dos camarotes

O Independência possui um espaço destinado a receber diretoria e atletas não-relacionados das equipes visitantes. O veterano Zé Roberto, no entanto, abdicou do luxo para ‘sentir’ o jogo. O camisa 11, desfalque por uma lesão no pé esquerdo, colocou uma cadeira na beira do campo para assistir ao jogo.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1 x 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 17 de novembro de 2016 (quinta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Neuza Ines Back (Fifa-SC)
Cartões Amarelos: Luan e Leandro Donizete (Atlético-MG); Egídio, Dudu, Gabriel Jesus e Vitor Hugo (Palmeiras)

ATLÉTICO-MG: Victor; Carlos César, Gabriel, Erazo e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso, Luan (Cazares) Robinho (Clayton) e Maicosuel (Lucas Pratto); Fred.
Técnico: Marcelo Oliveira.

PALMEIRAS: Jailson; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos (Thiago Martins) e Tchê Tchê; Róger Guedes, Moisés e Dudu (Erik); Gabriel Jesus (Alecsandro).
Técnico: Cuca.

 

Uol

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Taça de Leite em Pó com Creme de Avelã

taca-de-leite-em-po-com-creme-de-avelaIngredientes

Creme de leite em pó

  • 200 grama(s) de manteiga sem sal
  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 3 colher(es) de sopa de açúcar de confeiteiro
  • 10 colher(es) de sopa de leite em pó
  • 2 caixinha(s) de creme de leite bem gelado

Creme de avelã

  • 1 pote(s) grande de creme de avelã (650 gramas)
  • 1 lata(s) de creme de leite com soro (agite a lata)

Brigadeiro de leite em pó

  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 3 colher(es) de sopa de leite em pó
  • 1 colher(es) de sopa de manteiga

Ganache de creme de avelã

  • 1 xícara(s) de chá de chocolate ao leite ou meio amargo picado
  • 1/2 xícara(s) de chá de creme de leite
  • 1 colher(es) de sopa de manteiga sem sal
  • 1 xícara(s) de chá de creme de avelã

Montagem

  • Biscoitos maisena
  • Sorvete de creme
  • Barras de chocolate para enfeitar

Modo de preparo

Creme de leite em pó

Na batedeira, coloque a manteiga, o leite condensado, o açúcar de confeiteiro, o leite em pó e a essência. Bata por cerca de 10 minutos, até ficar um creme bem volumoso e claro. Com a batedeira desligada, junte o creme de leite. Misture bem e reserve.

Creme de avelã

Misture os dois ingredientes até formar um creme perfeito e reserve.

Brigadeiro de leite em pó

Leve os três ingredientes ao fogo médio até dar o ponto de brigadeiro.

Ganache de creme de avelã

Leve o creme de leite, a manteiga e o creme de avelã ao fogo médio e misture até formar um creme. Em seguida, acrescente o chocolate picado e espere derreter. Reserve.

Montagem

Comece pelo pavê: forre um refratário com o creme de leite em pó. Em seguida, coloque biscoitos maisena em cima do creme. Repita o procedimento duas vezes e finalize com o creme de avelã. Leve para gelar por 5 horas.

Cubra a taça com o Brigadeiro de Leite em Pó. Passe a taça em leite em pó e coloque-a em um prato. Coloque a Ganache de Creme de Avelã no pé da taça.

Coloque em metade da taça o sorvete de creme e em cima o pavê. Finalize com a ganache, as barras de chocolate e um brigadeiro de leite em pó.

Uol

 

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Galo vence, sonha com taça, e São Paulo perde chance de colar no líder

são pauloOs olhos estavam no campo do Independência, e os ouvidos, no que vinha do Maracanã, no Rio de Janeiro. Atlético-MG e São Paulo se enfrentaram em Belo Horizonte, neste domingo, ligados no que acontecia na partida entre Flamengo e Cruzeiro, não só pela rivalidade – no caso do Galo -, mas principalmente para projetar o que ainda podiam esperar no campeonato. Alegria em dobro para os atleticanos, que bateram os paulistas por 1 a 0 e celebraram a derrota cruzeirense, por 3 a 0, resultados que fazem o time de Levir Culpi sonhar com a possibilidade de um título – são nove pontos de distância para a ponta.

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O revés não muda a situação do São Paulo, que continua a sete pontos da liderança. Mas faz a equipe lamentar mais uma oportunidade perdida de encostar na Raposa e freia a sua recuperação, após vitórias nos dois últimos confrontos – que sucederam um jejum de quatro jogos sem ganhar.

Se o título ainda é um sonho, as duas equipes mantêm a disputa por uma das vagas para a Libertadores de 2015. Com a vitória, o Galo retomou a quarta posição, com 47 pontos, e o São Paulo caiu para a terceira colocação, com 49, atrás também do Internacional, que bateu o Fluminense em casa, por 2 a 1.

Os times agora deixam o Brasileiro de lado para se concentrarem em outras competições. O São Paulo vai ao Chile, onde, na quarta, às 19h30, enfrenta o Huachipato pelas quartas de final da Copa Sul-Americana – tem vantagem por ter vencido a partida de ida, em casa, por 1 a 0. No mesmo dia, o Galo terá de virar o duelo de 180 minutos contra o Corinthians, pela quartas de final da Copa do Brasil. O time perdeu a ida, em São paulo, por 2 a 0. A decisão será no Mineirão, às 22h.

Luan gol Atlético-MG x São Paulo (Foto: Getty Images)Luan comemora o gol que recoloca o Atlético-MG no G-4 do Brasileiro (Foto: Getty Images)

O jogo

A lista de desfalques das duas equipes era grande: Kaká, Souza, Tardelli e o uruguaio Alvaro Pereira estavam com suas seleções; Ganso e Paulo Miranda cumpriam suspensão; entre os lesionados, Guilherme, Réver, Rafael Toloi, entre outros. Levir Culpi ainda perdeu Jô, que faltou aos últimos treinos do time, às vésperas do duelo, e foi afastado.

Com tantos problemas, Atlético-MG e São Paulo iniciaram a partida de forma morna, com pouca criatividade e muita marcação nas intermediárias. Pato teve uma chance de abrir o placar logo no início, mas Victor fez grande defesa. Os donos da casa sofriam com a pouca produção do meio e com a dificuldade dos atacantes.

A primeira etapa se arrastou quase sem emoção até a parte final, quando chutes de longa distância de Dátolo e Michel Bastos fizeram os goleiros trabalharem – Rogério Ceni e Victor rebateram bolas complicadas, mas as sobras não foram aproveitadas.

Os anfitriões voltaram do intervalo mais acesos – ainda que a primeira boa chance tenha sido de Alan Kardec, desperdiçada. André teve a oportunidade de finalmente abrir o placar quando recebeu sozinho na área, mas escolheu tentar de puxeta e furou. A pressão, porém, continuou.

Ela só teve efeito aos 26 minutos, em boa jogada de Alex Silva, que encontrou Luan em ótima posição. Sozinho, o atacante teve calma para tocar no canto de Rogério Ceni, definindo o placar. No fim, o São Paulo esboçou reagir, mas parou na defesa rival.

 

Globoesporte.com

Alemães quebraram parte da taça na comemoração do título da Copa do Mundo

taçaA Alemanha levantou a taça de campeã do mundo há apenas uma semana, e já tiveram um problema. O troféu acabou danificado durante as comemorações do título.

“Não se preocupe. Temos especialistas que podem reparar isto”, disse o presidente da Federação Alemã de Futebol, Wolfgang Niersbach, à revista alemã Der Speigel.

O presidente não especificou o quanto o troféu foi danificado, apesar de confirmar que a taça terá de ser reparada.

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O troféu levado pelos alemães do estádio do Maracanã, após a vitória para cima da Argentina, não é o original levantado pelo capitão Philipp Lahm, no Rio de Janeiro. A Fifa dá uma réplica ao vencedor, enquanto a original, de ouro, fica guardada pela entidade.

A taça levada pela delegação alemã do estádio do Maracanã passou por várias mãos. Além dos jogadores, a cantora Rihanna chegou a posar junto com o troféu em uma festa com os atletas em comemoração ao título.

Uol

Dilma entregará a taça ao campeão da Copa, diz ministro do Esporte

dilmaO ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou nesta sexta-feira (27), antes de participar da convenção nacional do PCdoB, em Brasília, que a presidente Dilma Rousseff entregará a taça à seleção que vencer a Copa do Mundo de 2014. Havia dúvidas se Dilma participaria da cerimônia devido à forma hostil como foi tratada pelos torcedores quando assistiu à abertura do mundial, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Na ocasião, quando Brasil jogou contra a Croácia, a presidente foi alvo de vaias e chegou a ser xingada pelo público presente ao estádio.  “O protocolo, a praxe, é que a autoridade do país presente faça a entrega das taças. Como ela [Dilma] estará no Maracanã, na final da Copa, ela fará a entrega da taça para o país vencedor”, afirmou Aldo Rebelo.

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Na Copa das Confederações, realizada em junho de 2013, Dilma foi vaiada na abertura do campeonato e acabou abrindo mão de entregar o prêmio à equipe vencedora. Aldo Rebelo representou a dirigente, na ocasião, e entregou a taça. Para o ministro do Esporte, o “clima” no Brasil atualmente é outro.

“Naquela Copa das Confederações havia um clima de manifestações. Agora é um momento de festa. Não creio que haverá qualquer tipo de manifestação”, afirmou. Indagado se o governo não temia novos xingamentos, como ocorreu na abertura da Copa, Aldo afirmou: “Creio que não haverá [xingamento]”.

Hostilidades na abertura
Na abertura da Copa, no dia 12 de junho, xingamentos contra a presidente foram ouvidos em dois momentos antes da partida: após a chegada de Dilma ao estádio e após a execução do hino nacional, já a poucos minutos do início do jogo. No segundo tempo, a presidente foi xingada mais duas vezes.

Um dia depois, em uma cerimônia no Distrito Federal, a presidente afirmou que não irá se deixar “abater” por agressões verbais.

“Eu não vou me deixar perturbar por agressões verbais. Não vou me deixar atemorizar por xingamentos que não podem ser sequer escutados pelas crianças e pelas famílias”, disse durante a inauguração da primeira etapa do BRT (corredor de ônibus expresso) do Distrito Federal, sem citar diretamente o episódio do estádio paulista.

Padrinho político de Dilma, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  também comentou o incidente da Arena Corinthians e chamou de “moleques” os torcedores que hostilizaram a chefe do Executivo. Lula afirmou que autores dos xingamentos “perderam a vergonha” e que a “elite brasileira” estava conseguindo despertar o “ódio entre as classes”.

G1

 

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Dilma recebe de Blatter taça da Copa do Mundo no Palácio do Planalto

O ex-jogador e campeão do mundo Cafu (e) e a presidente Dilma Rousseff levantam a Taça da Copa do Mundo apresentada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter (2º/d); ao lado o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (d) (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
O ex-jogador e campeão do mundo Cafu (e) e a presidente Dilma Rousseff levantam a Taça da Copa do Mundo apresentada pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter (2º/d); ao lado o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (d) (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

A presidente Dilma Rousseff recebeu nesta segunda-feira (2) a taça da Copa do Mundo do presidente da Fifa, Joseph Blatter, durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. O mundial começará no próximo dia 12 com a partida entre Brasil e Croácia, em São Paulo.

O troféu percorreu 89 países, desde setembro do ano passado, antes de chegar ao Brasil em abril. Feita de ouro maciço e pedras semipreciosas, a taça tem 36,8 centímetros de altura e pesa cerca de seis quilos. Somente campeões mundiais e chefes de Estado podem tocá-la. No Brasil, ela passou por cidades-sede, como Brasília, Recife e São Paulo.

Durante a cerimônia de entrega da taça, o presidente da Fifa afirmou que não é preciso lembrar que a seleção brasileira é pentacampeã e que ele acredita que, durante a Copa, 201 milhões de brasileiros irão torcer pelo sexto título. Ela também disse que esta será “a melhor Copa do Mundo da história.

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“Tenhamos certeza que esse evento vai dar ao Brasil uma oportunidade extra de se promover, de fato, durante mais de um mês, porque todos os olhos do mundo, através da televisão, vão se voltar para o Brasil”, disse Blatter.

“O futebol consegue unir as pessoas, como símbolo da paz, como ensinado pelo Papa Francisco. Pombas voarão na Arena São Paulo logo antes de começar o jogo de abertura, o que é um grande símbolo”, concluiu o presidente da Fifa.

Durante seu discurso, a presidente Dilma Rousseff também reforçou que a Copa no Brasil será oportunidade para combater o racismo e discriminação e promover a paz.

“Façamos da Copa do Mundo Fifa 2014 um momento histórico, em favor do respeito à diversidade e contra a discriminação e o racismo. O Brasil nação, onde todas as etnias e raças do mundo se encontram e convivem fraternalmente os convida a engajar nessa tarefa”
Dilma Rousseff

“Façamos da Copa do Mundo Fifa 2014 um momento histórico, em favor do respeito à diversidade e contra a discriminação e o racismo. O Brasil nação, onde todas as etnias e raças do mundo se encontram e convivem fraternalmente os convida a engajar nessa tarefa”, disse.

A presidente também disse que os estádios e aeroportos estão prontos para receber os turistas brasileiros e estrangeiros; reiterou ainda que haverá segurança para os visitantes. Sem falar em manifestações, Dilma disse que o Brasil “respeita a liberdade de manifestação e expressão, um país que a valoriza e é capaz de conviver com ela”.

Depois acrescentou que o país também “é capaz de preservar os direitos daqueles, daquela maioria que quer assistir aos jogos, que quer se confraternizar e comemorar”, antes dar boas-vindas aos estrangeiros. “Queria dizer a eles, em nome do povo brasileiro, sejam muito bem-vindos. Vocês vão encontrar o Brasil em transformação, multicultural, um país belo, um país hospitaleiro”, completou.

Cafu, Dilma e Blatter durante apresentação Taça da Copa do Mundo pela Fifa (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Cafu, Dilma e Blatter durante apresentação Taça da Copa do Mundo pela Fifa (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma também demonstrou expectativa numa vitória da seleção brasileir, depois de lembrar que o elenco atual estará sob o comando de dois técnicos que já conquistaram o mundial –  Luiz Felipe Scolari (treinador) e Carlos Alberto Parreira (coordenador técnico).

“Nossa dedicação é tão grande como nossa torcida, que começa a se contaminar pelo hexacampeonato. Tenho certeza de que é compartilhado por todos, os mais de 200 milhões de brasileiros, o sentimento de torcida. (…) E no próximo dia 13 [de julho, dia da final da Copa] mais 23 brasileriso possam tocar nessa taça”, concluiu a presidente.

Blatter chegou ao Brasil neste domingo (1º), desembarcando na capital paulista. A previsão é que ele deixe Brasília ainda nesta segunda. A cerimônia contou com a presença do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e do capitão do penta, o jogador Cafu.

A Copa do Mundo terá 64 jogos em 12 cidades. A final está marcada para 13 de julho, no estádio Maracanã, no Rio de Janeiro. O palco é o mesmo da final da Copa das Confederações, em junho do ano passado, quando o Brasil se tornou campeão após derrotar a Espanha por 3×0.

G1

Taça da Copa estará na Estação Cabo Branco para visitação do público neste domingo em JP

taçaEnquanto não começam os jogos da Copa do Mundo Fifa 2014, que este ano será realizada no Brasil, os pessoenses poderão ficar bem perto da Taça oficial da competição. É que neste domingo (11), durante todo o dia, a Taça da Copa poderá ser visitada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano. A iniciativa faz parte da campanha da Coca-Cola e é chamada de “Tour da Taça”.

“É um momento especial onde todos podem ver de perto a taça, tirar fotos, entrar no clima da Copa do Mundo e torcer pelo Brasil. Além disso, temos na exposição muitas outras informações sobre as Copas já realizadas em outros países, inclusive com bolas utilizadas nas edições anteriores, mostrando a evolução delas”, comentou Sérgio Meira, Secretário da Juventude, Esportes e Recreação (Sejer).

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Para ter acesso ao local onde à Taça ficará exposta, o visitante terá que adquirir dois produtos da Coca-Cola que estarão sendo vendidos em João Pessoa em 109 pontos de vendas. Em seguida, o interessado deve acessar o endereço eletrônico www.cocacola.com.br e cadastrar o número que vem na tampa da embalagem.

Ainda na página da empresa, a pessoa faz o agendamento do seu horário de visita e imprimir o bilhete que dá acesso ao local. A lista com os pontos de venda dos produtos está disponibilizada também no site.

Tour – Até o momento, a Taça já percorreu 12 capitais brasileiras. Serão 41 dias percorrendo 27 cidades, fazendo um percurso de 150 mil quilômetros. Depois de João Pessoa, a Taça segue para o Maranhão.

A Estação Cabo Branco está apenas cedendo o local para o evento. Toda divulgação e controle do acesso a Taça está sendo realizado pela empresa Coca-Cola, que firmou parceria com a FIFA. No dia da visita terá um profissional, credenciado da empresa, tirando fotos das pessoas junto a Taça.

 

Serviço:

“Tour da Taça”

Local: Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes – Altiplano

Assessoria