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Bananeiras é destaque em boas práticas de desenvolvimento sustentável internacionalmente

O Programa Internacional de Cooperação Urbana -Uniao Europeia- América Latina e Caribe (IUC-LAC), irá lançar livro contendo 165 boas práticas de desenvolvimento sustentável, dentre as práticas, divididas em 11 categorias, está a cidade de Bananeiras na Paraíba. Exemplo de parceria do setor público e privado com a concessionária de energia (Energisa) para iluminação pública com lâmpadas de LED.

Em matéria divulgada no Portal da Confederação Nacional dos Municípios CNM nesta quinta-feira (01), a iluminação pública precária, obsoleta e de alto custo para os cofres municipais fizeram que Bananeiras tomasse medidas para evitar o desperdício e economizasse para os cofres públicos. Assim, conseguiu contornar a situação com um projeto em parceria com a concessionária de energia do Estado, reduzindo custos e beneficiando os empreendedores locais, que reclamavam da queda no movimento à noite.

Por meio da Lei 9.991/2000, que obriga as concessionárias a investir anualmente 0,50% da receita operacional líquida em ações de eficiência energética, houve a troca de toda a iluminação pública por lâmpadas de LED – mais eficientes, econômicas, duráveis e ambientalmente corretas. Antes, o pequeno Município de 21 mil habitantes sofria com a falta de um fundo exclusivo para ações de sustentabilidade, que eram pontuais e de pequena escala e relevância.

Para instalação de 807 luminárias, que cobre aproximadamente 94% da área urbana, foi investido R$ 1,6 milhão. A economia média mensal se aproxima de R$ 20, cerca de 40% do custo da iluminação pública. Além disso, a redução de 50.780 kWh/mês, representa 14,99 toneladas de CO2 por mês a menos na atmosfera.

O Programa Internacional de Cooperação Urbana – América Latina e Caribe (IUC-LAC) irá lançar um livro com 165 boas práticas de desenvolvimento sustentável. Para incentivar os gestores, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) está divulgando, nesta e na próxima semana, as iniciativas pelas 11 áreas temáticas. A primeira foi Cidades Inteligentes; a segunda, Gestão Ambiental; e, nesta quinta-feira, é a vez de mostrar como os governos municipais estão adotando Energia Limpa.

Energia solar

Quando se fala em energia limpa, pelo potencial do país, logo se faz associação com a luz solar. Nos últimos anos, com as tecnologias tornando-se mais acessíveis, muitos Estados e Municípios têm apostado no recurso natural. Na capital de Tocantins, além de estimular a geração de energia fotovoltaica em residências, comércios e indústrias, o projeto Palmas Solar conta com a instalação do parque para obtenção de suficiência energética de todos os órgãos públicos municipais.

Regulamentada em 2016, a iniciativa oferece benefícios fiscais aos estabelecimentos que implementam os sistemas, com descontos de até 80% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por cinco anos, no Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na primeira transferência de imóvel e 80% no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) por até 10 anos. Até 2018, 90 imóveis residenciais e comerciais geraram mais de 900 kilowatt pico (KWp) e 40 novas empresas atuavam no segmento, que está em expansão. A projeção para 2019 é de que sejam movimentados R$ 7,8 milhões.

A supervisora do Núcleo de Desenvolvimento Econômico da CNM, Thalyta Alves, reconhece o crescimento da energia limpa, mas faz um alerta. “O uso de fontes alternativas ainda depende de financiamento e é importante o incentivo, mas é preciso cautela”. Como ela explica, a concessão de benefícios ou incentivos de natureza tributária deve ocorrer por meio de lei municipal, observando o artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal. “A Lei é bastante clara e objetiva sobre os requisitos e as condições para que leis concessivas de benefícios ou incentivos fiscais sejam consideradas legais do ponto de vista da responsabilidade fiscal dos administradores públicos”, argumenta.

Veja as boas práticas de Energia Limpa

Argentina

Armstrong – Energia Distribuída Armstrong

Godoy Cruz – Solmáforo

Venado Tuerto – Mesa Regional de Energía

Brasil

Bananeiras, PB – Bananeiras Iluminada e Sustentável

Cascavel, PR – Geração Distribuída de Energia através de Biogás do Aterro Municipal

Palmas, TO – Programa Palmas Solar

Chile

Cobertura Nacional – Calefação Distrital

Cobertura nacional – Comunidade Energética

Cobertura nacional – Programa de Eficiência Energética em Edifícios Públicos

Colômbia

Medellín – Distrito termal “La Alpujarra”

Medellín – Instituição Universitária Salazar e Herrera

Santiago de Cali, Yumbo – Postobón-CELSÍA em Yumbo, Valle del Cauca

Peru

Arequipa – Instalação de Sistema de Iluminação Pública com Energia Solar em Arequipa

Huancayo – Utilizando fontes termais solares para fornecer água quente a idosos

Talara – Estação de Energia Eólica em Talara

Agência CNM de Notícias

 

Governo da Paraíba capta do Banco Mundial cerca de US$ 50 milhões para o “Programa Paraíba Rural Sustentável”

O Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) possui mais de 200 projetos ativos no Brasil, os recursos ultrapassam os U$ 30 bi. Na Paraíba, o montante será aplicado na agricultura familiar por meio de licitações públicas de produtos e serviços, que irão beneficiar 45 mil famílias no estado

Em fevereiro deste ano, o Senado Federal autorizou o governo da Paraíba a contrair um empréstimo de cerca de US$ 50 milhões junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). O crédito externo será usado para execução do “Programa Paraíba Rural Sustentável”, que prevê investimentos em segurança hídrica, perfuramento de poços, dessalinizadores e sistemas de abastecimento d’água. Essa ação do governo vai beneficiar 45 mil famílias que trabalham com agricultura familiar no estado.

Outra iniciativa relevante do BIRD, mais conhecido como Banco Mundial, foi a execução do Projeto META em parceria com o Ministério de Minas e Energia (MME), que teve como principal objetivo contribuir para ampliar e consolidar os avanços dos setores energético e mineral brasileiros. O MME obteve, nos últimos anos, uma autorização para financiamento de cerca de U$ 98 mi, aplicado, em duas fases, ao “Projeto META”.

Parte desses recursos foi utilizada na primeira fase do Projeto via processos licitatórios, na construção de um laboratório de Ultra-Alta Tensão Externo no Rio de Janeiro, o segundo no mundo, depois da China, na aquisição de hardwares e softwares a serem utilizados na operação nacional do sistema elétrico, na realização de Curso de Pós-Graduação para Servidores do Ministério de Minas e Energia em Políticas Públicas e Gestão Governamental nos Setores Energético e Mineral, entre outras ações.

Muito além dos dois casos citados, o Brasil possui mais de 200 projetos ativos com o BIRD, executando cerca de U$ 30 bi em doações e financiamentos. A maior parte desses recursos é executada por meio de licitações públicas. Os valores disponibilizados pelo BIRD podem ser direcionados a todos os entes da Administração Pública, porém, devem seguir critérios rigorosos do financiador.

Palavra do especialista

No caso de licitações de produtos e serviços realizadas por meio da obtenção de recursos do BIRD, são consideradas as normas das Diretrizes para Aquisições de Bens, Obras, Serviços e Consultorias financiados por empréstimos do BIRD, pois devem ser executados por meio de modalidades licitatórias diferenciadas, conforme rege o Art. 42, parágrafo 5º da Lei 8666-93.

Nas mencionadas licitações, as empresas participantes devem seguir normativas próprias do BIRD. Segundo Alfredo Dezolt, economista especialista em gestão de projetos da UGP Brasil, a falta de conhecimento técnico das instituições públicas para a elaboração e execução de projetos e preparação de propostas técnicas e financeiras dificulta e atrasa o andamento dos processos licitatórios que se alinhem às exigências do Banco Mundial.

“O desconhecimento dos processos para acessar essas fontes de recursos internacionais de fomento é um dos maiores entraves para uma captação mais abrangente de recursos disponíveis para melhoria de setores vitais da sociedade brasileira”, declara o economista.

O especialista da UGP também menciona que uma situação crítica na cadeia executiva dos financiamentos com recursos internacionais está no desconhecimento, por parte das empresas e prestadores de serviços, das regras e diretrizes diferenciadas para participar dos certames licitatórios.

“Nossa experiência, durante a gestão dos certames financiados pelo Banco Mundial, aponta que cerca de 60% das propostas técnicas e/ou financeiras apresentadas nesse tipo de licitação são desclassificadas por falhas formais e/ou procedimentais; ou seja, há pouco conhecimento técnico, principalmente de empresas nacionais, para competir nesse mercado”, explica.

O economista complementa informando que “as empresas nacionais, transnacionais e estrangeiras, de modo geral, não dominam os procedimentos de apresentação de propostas, que devem, além de respeitar os princípios da Lei 8.666/93, seguir as diretrizes internas dos agentes financiadores internacionais, como o Banco Mundial” finaliza.

Mais recursos, maior desenvolvimento

O governador do estado da Paraíba, João Azevêdo, afirma que o recurso recebido para o governo é de extrema importância para a economia da região e que o montante será investido na vulnerabilidade agroclimática do estado e no acesso a mercados econômicos, principalmente aqueles voltados para a agricultura familiar.

“Nós vamos ter investimentos de 50 milhões de dólares do BIRD. Esses recursos injetados na base da economia, sem sombra de dúvidas, farão uma diferença significativa, considerando que exatamente das 117 mil famílias que dependem da agricultura familiar, praticamente a metade estará envolvida com esse projeto”, destaca o governador.

Nos próximos meses, o governo paraibano deve iniciar o direcionamento dos recursos obtidos no BIRD, que serão utilizados no “Programa Paraíba Rural Sustentável”.

 

objetiva.com

 

 

TCE-PB reunirá prefeitos para debater planejamento orçamentário e desenvolvimento sustentável

andre_carlo_pontes_torresO Tribunal de Contas do Estado da Paraíba reunirá, na próxima sexta-feira (10), os prefeitos e vice-prefeitos dos 223 municípios do estado para repassar orientações acerca de planejamento, orçamento e desenvolvimento dos municípios.

Denominado “Encontro Sobre Planejamento Orçamentário e Desenvolvimento Sustentável”, o evento – sob a coordenação do conselheiro Marcos Costa, atual dirigente da Escola de Contas Otacílio Silveira, do TCE – terá início às 8: 40 h e será aberto pelo presidente da Corte, conselheiro André Carlo Torres, no Centro Cultural Ariano Suassuna. O conselheiro Arnóbio Viana, vice-presidente do TCE, fará o encerramento do encontro.

A programação de palestras temáticas começa com abordagem do conselheiro Fernando Catão sobre ‘A Responsabilidade dos Agentes Públicos na Elaboração dos Instrumentos de Planejamento’.

O tema seguinte – ‘Visão do Ministério Público de Contas Acerca dos Instrumentos de Planejamento’ – ficará a cargo do procurador Bradson Camelo. Na sequência, a auditora de contas públicas, Adriana Falcão do Rego falará sobre ‘A Contribuição das Auditorias Operacionais para o Planejamento da Gestão e a Boa Governança’.

Depois, será a vez do presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, conselheiro Antonio Gilberto de Oliveira Jales, abordar o tema ‘O Comprometimento dos Gestores Públicos e Órgãos de Fiscalização com o Planejamento Orçamentário Responsável e a Sustentabilidade’.

A programação segue com apresentação, a cargo do conselheiro Arthur Cunha Lima, Ouvidor do TCE, do livro ‘Juscelino Kubitschek, Vida e Obra’, de autoria do conselheiro (aposentado) e poeta Luiz Nunes.

‘Os Impactos da Gestão Sustentável para o Cidadão’ serão tratados, em palestra conjunta, pelo auditor Flávio Roberto Gondim e pela servidora Ana Márcia Batista Alves. Em seguida, a coordenadora da Fundação Solidariedade, Núbia Virgínia Almeida Gonçalves falará sobre Objetivos do Desenvolvimento Sustentável’.

TCE-PB

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Desenvolvimento territorial sustentável é tema de curso no Sebrae

 

Inscrições para Formação de Empreendedores em Visão Territorial Sustentável começam em fevereiro

sebraeEmpresários, empreendedores e gestores públicos interessados em investir na área de desenvolvimento local e regional terão a oportunidade de participar do curso de Formação de Empreendedores em Visão Territorial Sustentável, que será realizado pelo Sebrae Paraíba entre os meses de abril e agosto. Ao longo de 10 módulos de 180 horas, os participantes irão conhecer mecanismos de inovação, de estímulo às transformações econômicas locais e de desenvolvimento do capital humano e social, aumentando a capacidade de empoderamento do território.

 

De acordo com a gestora de Turismo do Sebrae Paraíba e coordenadora do curso, Regina Amorim, a proposta da formação é oferecer uma nova abordagem de desenvolvimento sustentável adequado às novas experiências de consumo. “O curso irá preparar os participantes para que transformem o sistema socioeconômico, reagir aos desafios externos, ampliar a sua capacidade de inovar localmente, e contribuir para o desenvolvimento socialmente equitativo, ambientalmente correto e economicamente viável”, disse a gestora.

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Entre os temas que serão abordados no curso, estão Território e desenvolvimento local, governança, gestão inovadora de centros urbanos, economia criativa e o território criativo, atividade turística como fator de desenvolvimento local e regional, entre outros. “Os assuntos abordados na formação irão auxiliar empresas, empreendedores, gestores públicos  e sociedade a se tornarem capazes de responder aos desafios apresentados por novas condições econômicas, com produtos e serviços competitivos para um mercado globalizado”, destacou Regina Amorim.

 

As aulas são presenciais, com repasse de conhecimento, estudos de caso, dinâmicas, visitas técnicas, exercícios práticos voltados para atuar no mercado com visão territorial sustentável. O curso será  realizado a cada 15 dias, nos finais de semana. Na sexta-feira das 19h às 22h, aos sábados das 8h às 12h e das 14h às 18h e aos domingos das 08h às 12h e das 14 às 17h. As inscrições serão abertas em fevereiro. A formação custa R$ 1.890,00 e pode ser paga em quatro parcelas de R$ 472,50. Mais informações: 2108.1256 / 2108.1272 / 9.9981.1486.

UNIDADE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING
SEBRAE PARAÍBA

Prefeito Douglas foi um dos palestrantes do III Encontro dos Municípios com Desenvolvimento Sustentável

douglasO Prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, participou nesta quarta-feira, 08 de abril do III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, onde palestrou sobre a experiência de sua gestão e o que tem feito ao longo dos dois anos de administração.

O convite partiu, após o Chefe do Executivo Municipal Bananeirense, ser premiado como Prefeito Empreendedor do Brasil, em 2014.

A palestra aconteceu na Sala Temática – Estratégias para a promoção do empreendedorismo local, na mesa C – Planejamento e governança para o desenvolvimento local -, no Auditório Águas Claras.

Para a organização do evento, a inclusão do desenvolvimento sustentável na agenda de prioridades do município é fundamental para o crescimento local, e é nesse esteio que foi criado o Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor. A mesa tratou da importância do planejamento, da implementação e da governança de políticas públicas, tomando como base as vocações econômicas e os recursos disponíveis em cada localidade.

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Fizeram parte da mesa, o ex-prefeito de Cabaceiras, Arnaldo Junior, Hélder Salomão (Deputado Federal-ES), o ex-prefeito de Gramado, Pedro Bertolucci, o prefeito de Três Rios-RJ, Vinicius Farah, Alessandro Machado (Gerente da Unidade de Políticas Públicas do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul – Sebrae RS) e Jaime Recena (Secretário de Turismo do Distrito Federal).

III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (III EMDS) aconteceu de 7 a 9 de abril de 2015, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).

Assessoria

Secretaria Municipal de Educação de Remígio realiza Projeto Escola Sustentável

A Secretaria Municipal de Educação executa em parceria com o MEC, um projeto que desenvolve nas escolas ações de sustentabilidade. O projeto é desenvolvido pela Escola Municipal de Ensino Fundamental Estanislau Eloy e envolve ações de Alimentação Saudável, Implantação de uma horta escolar, realização de aulas passeios e produção textual.

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10411959_527083610728634_1509941711981119196_nParticipam do projeto alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental que realizaram ainda trabalhos dentro e fora da escola. De acordo com a gestora da escola a professora Selma Maria a execução do projeto tem sido importante para despertar e desenvolver nos alunos uma consciência sustentável: “A escola tem uma papel importante na formação não só profissional mas também de cidadãos e a questão ambiental é fundamental “ comentou a professora.

 

SECOM PMR

Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável de Solânea se reuniu para discutir a situação da agricultura familiar do município

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável do município de Solânea , se reuniu no ultimo dia 16 de Julho na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais para discutir situação atual da agricultura familiar do município , esteve presente nesse encontro o presidente do Sindicato Josenildo, o prefeito Beto do Brasil ,secretario de agricultura Valnir ,vice prefeito Kaiser Rocha entre outros representantes de comunidades rurais

10359560_1533078073580457_7467256846455270311_n 10409393_1533075816914016_521595117217253471_n 10519179_1533076686913929_5761966885932752946_n 10562973_1533076623580602_5618156655158458588_n

 

Por Solânea Online

CCJ aprova projeto de escola sustentável na Paraíba

escola-sustentavelA comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da Paraíba (CCJ) aprovou projeto de lei de autoria do deputado estadual Frei Anastácio (PT),  que propõe a criação do programa estadual “Escola Sustentável” e do selo “Escola Verde” na rede de ensino do Estado.A matéria deve entrar em votação no plenário na próxima semana.

A propositura do deputado tem como finalidade possibilitar às escolas refletirem sobre os aspectos ambientais presentes em seu cotidiano, bem como sobre iniciativas capazes de constituir um espaço sustentável, para que os alunos possam disseminar essas práticas em seu cotidiano.

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“Para isso, as escolas devem promover ações com vistas ao consumo racional da água e energia elétrica;Incentivar a coleta seletiva de resíduos sólidos, objetivando a reciclagem de resíduos sólidos;promover oficinas de manipulação de materiais recicláveis”, disse o deputado.

O projeto prevê ainda a conscientização quanto à preservação das áreas verdes existentes nas escolas e em seu entorno;Incentivar o consumo de alimentos orgânicos.De acordo com o projeto, os educandários também irão orientar sobre a importância do cultivo de hortas e pomares,realizar palestras temáticas abertas a toda a comunidade, sempre atinentes à ecologia e à sustentabilidade.

O parlamentar  argumenta que a adoção de ações de sustentabilidade garante a médio e longo prazos, um planeta em boas condições para o desenvolvimento das diversas formas de vida, inclusive a humana. Garante, ainda, os recursos naturais necessários para as próximas gerações, possibilitando a manutenção desses recursos naturais (florestas, matas, rios, lagos, oceanos) e garantindo uma boa qualidade de vida para as futuras gerações.

“O fundamental é permitir que todos os envolvidos (diretores, coordenadores, professores, funcionários administrativos, alunos e pais) incorporem ao cotidiano, atitudes voltadas à preservação dos recursos naturais. Ser ecologicamente sustentável significa apostar em desenvolvimento e adotar medidas que não desrespeitem o planeta no presente e satisfaça as necessidades humanas sem comprometer o futuro da Terra e das próximas gerações”, disse o deputado.

O petista afirma que iniciativas da escola são fundamentais para promover a conscientização dos alunos, os futuros adultos que tomarão conta do planeta. A questão ambiental é um assunto cada vez mais em pauta na sociedade e pode estar integrada às práticas cotidianas de uma escola. Esse é o jeito mais eficaz de transmitir o aprendizado necessário sobre meio ambiente e sustentabilidade.

“Ressaltamos que este projeto não acarretará custos para o Estado, pois as escolas utilizarão orçamento próprio e promoverão parcerias com a comunidade e a iniciativa privada. Além disso, uma vez aprovado e implantado, propiciará imensuráveis benefícios não só para a escola, mas para toda população, razões pelas quais contamos com o apoio e o voto dos deputados e deputadas”, apelou Frei Anastácio.

 

 

Assessoria

Dia Mundial da População: a saúde reprodutiva um elemento indispensável para o desenvolvimento sustentável

Imagem ilustrativa

Os problemas de saúde reprodutiva seguem sendo no mundo inteiro a principal causa de morbidade e mortalidade entre as mulheres em idade de procriar, é por isso que o lema para o Dia Mundial da População para este ano é “Acesso universal aos serviços de saúde reprodutiva”.

Segundo a informação, cerca de 222 milhões de mulheres que querem evitar ou adiar a gravidez não têm acesso a um planejamento familiar efetivo e quase 800 morrem a cada dia durante o parto, enquanto que cerca de 1,8 milhão de jovens estão iniciando sua etapa reprodutiva, muitas vezes sem informação, os conhecimentos e os serviços que necessitam para se proteger.

De acordo com Ban Ki-moon, Secretário Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a população mundial mais que triplicou desde a criação da entidade em 1945, com mais de sete bilhões de pessoas no planeta, na atualidade se enfrenta uma demanda cada vez maior de recursos compartilhados e há considerável dificuldade para alcançar os objetivos de desenvolvimento acordados em nível internacional.

Ki-moon disse que as múltiplas crises produzidas, como as alimentares, financeiras e de combustíveis, ocasionaram importantes sofrimentos e advertem a necessidade de prestar mais atenção ao estabelecimento das bases para um desenvolvimento sustentável.

A saúde reprodutiva é um elemento indispensável da equação do desenvolvimento sustentável, pois se as mulheres e as jovens gozam de boa saúde e têm a capacidade e os meios para tomar suas próprias decisões sobre o número de filhos e filhas que desejam ter e quando tê-los, estão em melhores condições de contribuir ao desenvolvimento e avanço de suas sociedades, indicou o funcionário.

O Secretário Geral da ONU disse que na atualidade somente uma de cada três mulheres rurais nos países em desenvolvimento recebe uma atenção adequada durante a gravidez, os partos em menores de idade seguem sendo habituais na maior parte do mundo e com frequência são resultado da pobreza e da falta de educação.

Mais de 200 milhões de mulheres adultas e adolescentes não têm acesso a anticoncepcionais e os programas de planejamento familiar voluntário estão muito necessitados de recursos em praticamente todas as nações, destacou Ki-moon.

O funcionário internacional fez um chamado aos Estados a adotar com urgência medidas concentradas para reduzir a disparidade que existe entre a demanda e a oferta de serviços de saúde reprodutiva, já que a saúde e estes direitos são essenciais para um desenvolvimento sustentável e para a redução da pobreza.

Finalmente, Ki-moon destacou que investir no acesso universal à saúde reprodutiva é um investimento crucial para conseguir sociedades saudáveis e um futuro mais sustentável.

Dados da Associação Pro Bem Estar da Família (Aprofam) revelam que 53% das mulheres casadas, entre 15 e 24 anos de idade, têm uma necessidade insatisfeita de anticoncepção moderna, mulheres do mais baixo nível socioeconômico têm uma demanda ainda mais alta, que chega a 64%.

A notícia é do Cerigua.

Adital

Meios comunitários contribuem com o desenvolvimento sustentável

Os meios de comunicação comunitários podem contribuir com o desenvolvimento sustentável criando uma nova cultura de consumo. Esta foi a principal ideia defendida pelo representante e membro da coordenação nacional da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), Ismar Capistrano, na mesa de debate “Comunicação Comunitária e Desenvolvimento Sustentável”. A discussão foi realizada na segunda, 18 de junho, durante a Cúpula dos Povos da Rio +20 com a participação do representante do Ministério das Comunicações, Octávio Pieranti; da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM), Marcos Oliveira; e da Associação Mundial de Rádios Comunitárias no Brasil (Amarc). Segundo Ismar, os sites, jornais, tvs e rádios comunitárias podem construir novos valores que freiem o consumismo insustentável propagado pela mídia comercial. “Não basta termos uma economia verde se continuarmos consumindo desenfreadamente os apelos da propaganda, novelas e filmes da grande mídia, pois, neste ritmo, precisaríamos de, pelo menos, cinco planetas”, afirmou.

As mídias comunitárias, além de não deverem sofrer a pressão dos interesses empresariais, também possuem o papel da educação não formal, isto é, conscientização das pessoas para a cidadania, a saúde e o desenvolvimento sustentável.O representante da ABCCOM, Marcos Olveira, também defendeu que os meios comunitários pluralizam o debate sobre o desenvolvimento sustentável. “Comunicação é um direito social, por isso todos precisam exerce-lo para construir o debate público sobre a sociedade”, disse. Artur William da Amarc Brasil também ressaltou a ideia da comunicação como um direito humano que deve ser garantido pelo Estado. “As rádios e tvs comunitárias não podem ser emissoras de pobre. São canais públicos sem fins lucrativos”, disse.

A fim de exercer seu papel social, os meios de comunicação comunitários, de acordo com os participantes, precisam ser fortalecidos, através do financiamento público. Já Octávio Pieranti acredita que estas mídias devem encontrar na comunidade formas alternativas de sustentabilidade. Para Ismar, ter o financiamento público não significa comprometimento da autonomia e pluralidade editorial. “Não podemos fazer confusão entre o público e o governamental”, disse. Marcos também concorda com a ideia afirmando que, se o financiamento público comprometesse a independência dos veículos, o privado também o faria. De acordo com Arthur, o financiamento das mídias comunitárias deve ser realizado por diversas fontes.

O representante da Abraço concluiu que a sustentabilidade dos meios comunitários passa também pela formação dos comunicadores para produções radiofônicas, fortalecendo assim a pluralidade de vozes das comunidades.

Informações: Ismar Capistrano