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Atlético-PR supera o Santa Cruz e avança na Copa do Brasil

O Atlético-PR venceu o Santa Cruz por 2 a 0 nesta quarta-feira na Arena da Baixada, e avançou para as quartas de final da Copa do Brasil. Após o empate sem gols em Recife, o Furacão fez o dever de casa e, com boa atuação, despachou a equipe pernambucana. Ainda encerrou o jejum de quatro jogos sem vencer ao lado da torcida – a última tinha sido no dia 26 de abril, diante do Flamengo, pela Libertadores.

Nikão abriu a vitória do Furacão diante do Santinha, na Arena. (Geraldo Bubniak/AGB)
Nikão abriu a vitória do Furacão diante do Santinha, na Arena. (Geraldo Bubniak/AGB)

Foto: LANCE!

O duelo começou em ritmo forte. Aos 3, pressionando a saída de bola atleticana, o Santinha roubou a bola e André Luís mandou uma bomba por cima do travessão. Dois minutos depois, na primeira chance real, o Furacão marcou. Em jogada pela esquerda, Sidcley tocou para Nikão na entrada da área, que ajeitou e chutou de direita, no canto do goleiro. 1×0.

Mesmo com a vantagem, o Rubro-Negro seguiu dominando o jogo, novamente no sistema 4-1-4-1. Aos 12, Cascardo recebeu pela direita e cruzou para Pablo, que pegou de primeira e a bola passou à esquerda da trave. O time pernambucano começou a equilibrar o confronto a partir daí e dificultava as jogadas da equipe da casa, que mesmo assim mostrava boas triangulações e movimentos na entrelinhas.

O Atlético-PR só foi aparecer novamente, com perigo, nos minutos finais. E por três vezes. Aos 37, Grafite recebeu bom passe na área e tentou o toque na saída do goleiro, que fez a defesa. Pouco depois, Rossetto lançou na entrada da área para Lucho, que ajeitou e Otávio bateu forte por cima. Na sequência, Nikão recebeu na segunda trave, matou a bola e bateu forte, rasteiro, para zagueiro tirar literalmente em cima da linha.

Assim como começou a primeira etapa, os dois clubes retornaram em ritmo frenético e criaram oportunidades no início. Com 2, Halef Pitbull recebeu livre na área, pela esquerda, e finalizou pela linha de fundo. No minuto seguinte, Grafite aproveitou cruzamento, cabeceou bem e Julio Cesar fez um milagre com o pé. Na continuação da jogada, Pablo foi acionado nas costas da zaga, mas se enrolou para chutar e foi travado perto da pequena área.

Aos 7, em novo erro na saída de bola, dessa vez de Pablo, André Luís roubou a bola, avançou e, da meia lua, bateu rasteiro na trave. A resposta atleticana veio com Sidcley, driblando o marcador na área e chutando colocado para o arqueiro espalmar.

A partir dos 20, o Furacão começou a explorar mais a transição ofensiva rápida. Em um desses lances, com os dois jogadores que entraram no decorrer, Eduardo da Silva achou Douglas Coutinho partindo em velocidade, sozinho, mas ele invadiu a área e chutou em cima de Julio Cesar. Dois minutos depois, Coutinho arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e Lucho, próximo da marca do pênalti, aproveitou e ampliou. 2×0.

O bom placar, que garantia a classificação e só escaparia com dois gols do rival, fez a equipe da casa segurar o ímpeto anterior e apenas administrar até o final. O Santa Cruz, sem força e qualidade, sequer esboçou reação. Vaga carimbada.

O sorteio para definição dos adversários nas quartas de final acontece no dia 5 de junho, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 2 X 0 SANTA CRUZ

Local : Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data-Hora : 31/5/2017 – 19h30
Árbitro : Elmo Alves Resenha Cunha (GO)
Auxiliares : Cristhian Passos Sorence (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Público/renda : 16.673 total/Não divulgado
Cartões amarelos : Eduardo da Silva, Douglas Coutinho (ATL); Nininho (SAN)
Gols : Nikão, 5’/1ºT (1-0); Lucho González, 22’/2ºT (2-0)

ATLÉTICO-PR : Weverton; Cascardo, Wanderson, Thiago Heleno e Sidcley (Nicolas, 25’/2ºT); Otávio, Matheus Rossetto, Lucho González, Nikão e Pablo (Douglas Coutinho, 19’/2ºT); Grafite (Eduardo da Silva, 17’/2ºT).Técnico : Eduardo Baptista.

SANTA CRUZ : Julio Cesar; Nininho, Bruno Silva, Anderson Salles e Tiago Costa (Roberto, 31’/1ºT); Elicardos, David, Éverton Santos, William Barbio (Léo Costa, 14’/2ºT) e André Luís; Halef Pitbull (Facundo, 28’/2ºT). Técnico: Vinícius Eutrópio.

Lance

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Vitória supera gol ilegal, arranca empate e deixa Flu na seca e fora do G6

 (Foto: André Durão)
(Foto: André Durão)

A volta ao Maracanã não foi como o Fluminense esperava. O Vitória não desistiu arrancou empate nos minutos finais e complicou o rival na briga por uma vaga na Libertadores. Os baianos ainda tiveram que superar um gol irregular do adversário – falta que originou o pênalti, na verdade, ocorreu fora de área. Richarlison e Cícero marcaram para o Tricolor, enquanto Marcelo e Marinho deixaram tudo igual.

Com o resultado o Fluminense chega aos 48 pontos e se complica na briga por uma vaga na Libertadores. Isso porque os rivais direto ainda entrarão em campo neste sábado. O Tricolor, que se ganhasse tiraria o Corinthians da sexta posição, volta a campo no dia 6, quando visitará o Cruzeiro, em Belo Horizonte.

Com o empate, o Vitória permaneceu na 17ª colocação e ainda dentro da zona de rebaixamento. O time baiano volta a jogar no mesmo dia, em casa, contra o Atlético-PR.
Erro duplo em primeiro gol do Fluminense gera polêmica

O Fluminense perdia por 1 a 0 quando Richarlison recebeu livre e partiu em direção ao gol de Fernando Miguel. Atrasado, Victor Ramos puxou o atacante fora da área, e o árbitro Nielson Nogueira Dias errou duas vezes. Primeiro ele marcou pênalti mesmo quando o lance foi fora da área. Segundo porque o zagueiro do Vitória já tinha amarelo e deveria ter recebido o segundo e, consequentemente, o vermelho. O fato é que o gol deu início à reação do Tricolor.

Capita aplaudido em minuto de silêncio e filho ganha camisa do Flu

As homenagens a Carlos Alberto Torres, o Capitão do Tri, não param. Antes do jogo começar, os jogadores respeitaram um minuto de silêncio sob aplausos dos torcedores no Maracanã. No intervalo, o filho Alexandre Torres recebeu uma camisa tricolor com o número 4 no mesmo momento em que o telão do estádio passava lances d ex-jogador com a camisa da seleção brasileira.

Flu entrou em campo pressionado por duas marcas negativas

O Fluminense enfrentou dois jejuns na noite desta sexta. Já são quatro jogos em vencer no Brasileiro (três derrotas e um empate). Além disso, o Tricolor não sabe o que é vencer o Vitória: cinco jogos (três derrotas e dois empates) ou seis anos. O último triunfo aconteceu em 2010.

Em boa fase, Scarpa é um dos jogadores mais decisivos do Brasileiro

Assim como no basquete, Gustavo Scarpa está perto de atingir a dezena em dois quesitos: em gols e assistências. Ele já tem oito gols e oito assistências em 29 partidas realizadas no campeonato. Com dois gols e mais duas assistências até o fim da competição, o apoiador poderá atingir uma marca alcançada apenas por Jádson, meia do Corinthians em 2015, com 13 gols e 12 assistências.

FLUMINENSE 2 X 2 VITÓRIA

Data e hora: 28/10/2016, sexta-feira, às 19h30 (horário de Brasília)
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Auxiliares: Marcelino Castro de Nazare e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE)
Gols: Marcelo, aos 30min, Richarlison, aos 36min, e Cícero, aos 47min do primeiro tempo;
Cartões amarelo: Victor Ramos e Marcelo (VIT)  Pierre (FLU)

Fluminense
Júlio César; Wellington Silva, Gum, Henrique e Giovanni (Marquinho); Pierre, Douglas, Cícero e Scarpa; Wellington (Marcos Jr) e Richarlison (Magno Alves)
Técnico: Levir Culpi

Vitória
Fernando Miguel; Diego Renan, Kanu, Victor Ramos e Euller; Amaral (David), Willian Farias, Marcelo e Cárdenas (Sérginho); Marinho e Kieza
Técnico: Argel Fucks

Uol

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Nota do Ideb supera expectativa e bate meta projetada para 2021 em Bananeiras

idebSaiu nesta quinta-feira (08) a nota do IDEB- Índice de Desenvolvimento da Educação Básica que mede em um só indicativo o fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. Bananeiras se destaca pelo aumento da nota estabelecida para o Ensino Fundamental I, com uma média geral de 4.9, superando a expectativa inclusive, batendo a meta projetada para 2021.

Ele agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb – para as unidades da federação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios.

Com o Ideb, ampliam-se as possibilidades de mobilização da sociedade em favor da educação, uma vez que o índice é comparável nacionalmente e expressa em valores os resultados mais importantes da educação: aprendizagem e fluxo. A combinação de ambos tem também o mérito de equilibrar as duas dimensões: se um sistema de ensino retiver seus alunos para obter resultados de melhor qualidade no Saeb ou Prova Brasil, o fator fluxo será alterado, indicando a necessidade de melhoria do sistema. Se, ao contrário, o sistema apressar a aprovação do aluno sem qualidade, o resultado das avaliações indicará igualmente a necessidade de melhoria do sistema.

Ascom- PMB 

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Hospital de Trauma de Campina Grande supera 8 mil atendimentos em agosto

HOSPITAL-DE-TRAUMA-CAMPINA-GRANDEO Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, que integra a rede hospitalar do Governo do Estado, prestou no mês de agosto 8.404 atendimentos no setor de emergência e realizou 728 cirurgias.

Nos primeiros oito meses de 2016 foram feitos 63.630 atendimentos e realizadas 5.786 cirurgias. Em 2015, no mesmo período foram prestados 61.636 atendimentos e realizadas 5.995 cirurgias.

Desse total, foram registrados 895 atendimentos a vítimas em acidentes de motos. Também houve atendimentos a vítimas de arma branca (54), de projéteis de arma de fogo (45), queimaduras (62), atropelamentos (58), acidentes com bicicleta (66) e acidentes de carro (80), entre outros.  Os demais atendimentos foram na clinica médica e na pediatria.

Em agosto de 2015, foram realizadas 756 cirurgias e atendidas 7.556 pessoas sendo registrados 924 atendimentos a vítimas em acidentes de motos. Também houve atendimentos a vítimas de arma branca (36), de projéteis de arma de fogo (69), queimaduras (73), atropelamentos (57), acidentes com bicicleta (68) e acidentes de carro (84).

O Trauma-CG disponibiliza 292 leitos, 340 médicos, sendo 64 em regime de plantão presencial 24 horas.  O hospital dispõe de seis salas no bloco cirúrgico.

O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande é referência em trauma para 203 municípios da Paraíba, além de alguns municípios do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará. Cerca de 250 pacientes são atendidos diariamente.

Secom-PB

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Enfim, ouro! Brasil supera dois traumas de uma vez e é campeão no Maracanã

imagem: REUTERS/Murad Sezer
imagem: REUTERS/Murad Sezer

Usain Bolt viu. Marta viu. Tite, Dunga e os mais de 60 mil presentes ao Maracanã também viram. Pela primeira vez na história, a seleção brasileira de futebol é medalha de ouro na Olimpíada. Após este sábado (20), com a vitória nos pênaltis por 5 a 4 sobre a Alemanha após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, o título que faltava ao pentacampeão mundial Brasil não falta mais.

Neymar abriu o marcador no primeiro tempo, mas não seria tão simples quanto alguns poderiam pensar. A Alemanha levou drama e mostrou, com outros jogadores, por que é a atual campeã do mundo, e Max Meyer empatou no segundo tempo. A conquista só veio com drama, nos pênaltis, com Neymar, que anotou o gol decisivo após Weverton defender a cobrança de Petersen.

O melhor: Neymar decide e chora após a vitória

Depois de Romário, em 1988, e Hulk, em 2012, Neymar passou para a galeria de jogadores brasileiros com gols em finais olímpicas. E foi um golaço, de falta, para deixar a seleção em vantagem no primeiro tempo. Com iniciativa e disposição, acabou como o melhor do time no Maracanã, também por achar bons passes em profundidade. Após converter a última cobrança de pênalti e dar o título para o Brasil, não segurou as lágrimas. Foi, provavelmente, a maior emoção da vida de Neymar.

Weverton pega o último pênalti e faz valer aposta brasileira

Entre as virtudes de Weverton estava a capacidade de pegar pênaltis, o que ele justificou na quinta e última cobrança alemã, de Nils Petersen. A defesa, quando a disputa estava 4 a 4, permitiu a Neymar decretar o ouro em um roteiro cinematográfico para o camisa 10 e o próprio goleiro. Na festa, o atleta do Atlético-PR guardou a bola do título e se enrolou na bandeira do Acre, seu estado natal.

Os piores: Gabriel Jesus e Gabriel

Os dois mais jovens titulares brasileiros não tiveram grande atuação. Gabriel não participou bem da partida coletivamente, errou muitos lances e foi substituído aos 23 minutos do segundo tempo. Já Gabriel Jesus pareceu nervoso e ansioso. Apesar de se dedicar muito, tomou muitas decisões erradas na frente e passou a maior parte do tempo reclamando da arbitragem. Saiu na prorrogação.

Alemães não encontram Luan, o mais inteligente do Brasil

O atacante do Grêmio fez um jogo à altura dos anteriores e dividiu o protagonismo com Neymar. Com ótima leitura tática, apareceu bem nos espaços vazios e explorou brechas entre as linhas de defesa e meio da Alemanha, que pareceu não entender a dinâmica de Luan e as combinações entre ele Neymar. Mostrou cansaço e hesitação no tempo extra, mas converteu seu pênalti.

Micale aposta tudo em Neymar e se emociona demais

Um longo abraço (mais um) com Neymar ao fim da disputa por pênaltis simbolizou Rogério Micale. O treinador deu carinho e respaldo, além da braçadeira de capitão, ao atacante que decidiu a final no Maracanã. Com um modelo de jogo que deu certo na Olimpíada, o Brasil mediu forças com uma equipe inferior individualmente, mas com um senso coletivo até mais forte. Ainda assim, o time da casa mereceu mais o ouro e premiou o treinador que foi das divisões de base do Atlético-MG para a CBF.

Hrubesch arruma o time no intervalo e equilibra a final

Após um primeiro tempo de domínio territorial do Brasil, o técnico alemão Horst Hrubesch fez uma modificação que equilibrou as ações após o intervalo. O meia Max Meyer passou a recuar e marcar Walace em vez de avançar para dar combate aos zagueiros do Brasil, tirando a superioridade numérica que a seleção tinha no meio. O resultado foi que Luan e Neymar começaram a encontrar mais dificuldades para aparecerem livres nas costas dos volantes alemães.

Renato Augusto se multiplica em campo e rege a torcida

Ora na saída de bola entre os zagueiros, ora do centro para a ponta direita, e até do outro lado em alguns momentos. Renato Augusto, o carioca da seleção, jogou em casa e mais uma vez justificou sua presença no grupo. Com forte empatia com os torcedores, chamou as arquibancadas em muitos momentos. De quebra, deu dois dribles entre as pernas dos alemães, sua marca registrada.

Alemanha mostra senso de equipe e vaza Brasil pela primeira vez

No primeiro tempo, foram três bolas na trave e mais finalizações que o Brasil. Mesmo irregulares dentro da partida, os alemães fizeram por merecer o gol de Meyer, aos 14 minutos do segundo tempo. Identificados com uma fórmula de jogo claramente parecida com a da seleção principal, os jovens visitantes foram os rivais mais duros do time de Rogério Micale, vazado pela primeira vez na decisão.

Cansaço pesa na prorrogação, mas Micale faz só duas trocas

A falta de opções de ataque nos bancos de reservas se evidenciou na prorrogação. Mesmo com quatro modificações para fazer, já que o regulamento olímpico permite uma nova mudança quando o jogo vai a 120 minutos, Rogério Micale e Horst Hrubesch “morreram” com duas substituições na mão. Felipe Anderson, que havia entrado no segundo tempo, e Rafinha, no início do tempo extra, foram os brasileiros acionados. Os dois times deram grandes sinais de cansaço e proporcionaram poucas emoções.

FICHA TÉCNICA

Brasil 1 (5) x (4) 1 Alemanha

Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20/08/2016
Horário: 17h30 (de Brasília)
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)

Gols: Neymar, aos 27 minutos do 1º tempo, e Meyer, aos 14 minutos do 2º tempo
Cartões amarelos: Zeca e Gabriel (Brasil); Selke, Prömel, Sven Bender e Suele (Alemanha)

Disputa de pênaltis
Brasil: Renato Augusto, Marquinhos, Rafinha, Luan e Neymar (todos gols)
Alemanha: Ginter, Gnabry, Brandt, Süle (todos gols) e Petersen (errou)

Brasil: Weverton; Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos; Walace e Renato Augusto; Gabigol (Felipe Anderson), Luan e Gabriel Jesus (Rafinha); Neymar. Técnico:Rogério Micale

Alemanha: Horn; Toljan, Ginter, Süle e Klostermann; Lars Bender (Prömel) e Sven Bender; Brandt, Meyer e Gnabry; Selke (Petersen). Técnico: Horst Hrubesch

Uol

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Brasil supera desconfiança, vence a França e está nas quartas do vôlei

imagem: REUTERS/Edgard Garrido
imagem: REUTERS/Edgard Garrido

Era o tudo ou nada no Maracanãzinho. Se perdesse para a França, a seleção brasileira de vôlei masculino seria eliminada ainda na primeira fase da Rio-2016. Contando com a empolgação da torcida e boas atuações de Lipe e Wallace, o time de Bernardinho espantou a má fase e fechou o jogo em 3 sets a 1.

Troca traz resultado no primeiro set

Em um primeiro set equilibrado, a seleção brasileira teve dificuldades para conter o saque de Le Roux no início da parcial. Foi apenas no 17º ponto que o time de Bernardinho conseguiu assumir a liderança do marcador. E não permitiu uma reação francesa. Contando com a eficiência de Wallace no saque e no ataque (terminou com quatro pontos), além do bom bloqueio de Maurício Souza, a seleção brasileira conseguiu fechar o primeiro set em 25 a 22.

Maurício Souza, inclusive, foi uma aposta do técnico Bernardinho. Depois de duas derrotas, o treinador mexeu na equipe e escalou o central no lugar de Lipe. A mudança já havia sido testada durante a partida contra a Itália.

Wallace aparece mais uma vez, mas França que leva

Assim como aconteceu no primeiro set, a seleção brasileira teve em Wallace seu melhor jogador na segunda parcial. Mais uma vez eficiente no ataque, o oposto terminou o set com sete pontos anotados. Como tática para tentar a virada, o levantador Bruninho em todo instante procurava Wallace em seus ataques.

Do outro lado, no entanto, Kevin Tillie fazia a diferença para os franceses. Com cinco pontos, ele foi fundamental na vitória da França por 25 a 22.

Vibração marca o terceiro set

A animação brasileira fez a diferença na terceira parcial. A cada ponto conquistado, os jogadores vibravam muito. No 18º ponto, quando o Brasil abriu três pontos de vantagem, Lipe saiu correndo atrás de Serginho para abraçá-lo no fundo da quadra. A animação contagiou o público presente no Maracanãzinho, que passou a gritar ainda mais. O time de Bernardinho fechou o set em 25 a 20.

Brasil se recupera no quarto set

Precisando vencer o set para evitar a eliminação, a França chegou a abrir três pontos de vantagem para o Brasil na metade da parcial (13 a 10). O nervosismo francês, aliado aos dois pontos consecutivos de Wallace, recolocou a seleção brasileira na partida. Os sucessivos erros, porém, impediam que o Brasil conseguisse o ponto do empate. E assim foi até a parte final: França abria dois pontos de vantagem e o time de Bernardinho conseguia reduzir um. No momento decisivo, no entanto, o empate veio: 23 a 23. A partir daí, a seleção brasileira assumiu a liderança do placar e fechou em 25 a 23.

Lucarelli sofre com os toques na rede

Durante os dois primeiros sets, um ponto dissonante da seleção brasileira era Lucarelli. Constantemente, o ponta sofria com os toques na rede em seus ataques. Em apenas um set e meio, o jogador havia cometido a mesma falta em quatro oportunidades. No quarto set, depois de mais um toque na rede, o ponta chegou a levar uma bronca de Lipe. Apesar do erro, Lucarelli entrou mais na segunda parte da partida e encerrou com 13 pontos anotados.

O saque que era problema vira solução

Na última edição da Liga Mundial, o Brasil encontrou problemas para trabalhar o passe quando o saque vinha forte. Na Rio-2016, a dificuldade se repetiu nos jogos contra Estados Unidos e Itália. Precisando da vitória para se manter na competição, o time de Bernardinho transformou o problema em solução. Apostando bastante no saque viagem, a seleção brasileira deixou a França com dificuldades na recepção – no terceiro set, Wallace encaixou um saque de 110km/h. O destaque foi Lipe. Mesmo sem começar como titular, o ponteiro entrou e conseguiu dois aces, além do grande desempenho no saque.

Torcida empurra seleção e explode com ouro no atletismo

Durante o terceiro set da partida, a torcida presente no Maracanãzinho explodiu em festa. A comemoração, porém, não tinha a ver com algum ponto anotado pela seleção brasileira. O motivo era a medalha de ouro que Thiago Braz acabara de conquistar no salto com vara.

A torcida brasileira, que chegou a entoar coros de “o campeão voltou”, ainda contou com a presença de algumas celebridades. Os atores Bianca Rinaldi e Thiago Lacerda, o cantor Thiaguinho, o piloto Cacá Bueno acompanharam a vitória do Brasil. Também presente no Maracanãzinho, mas provavelmente na torcida pela França, seu país, estava o nadador Florent Manaudou, medalha de prata nos 50m livre.

Uol

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Nem dores, nem saque da Itália, nem chuva: Alison/Bruno se supera e vence

Quem ainda não tinha visto o uruguaio naturalizado italiano Adrian Carambula sacando se surpreendeu nas arquibancadas. Após jogar a bola no ar girando levemente, ele bate com muita força para o alto e aplica nela um efeito. O saque “maluco” do parceiro Ranghieri, que lembra o famoso “jornada nas estrelas”, foi a principal arma da Itália contra Alison e Bruno Schmidt. Nos braços da torcida, que mudou de trajes dos outros dias (colocando capas, casacos e gorros), eles não ligaram para a chuva insistente que caía em Copacabana, nem para o bom serviço do adversário, que conhecem bem do Circuito Mundial, e saíram vitoriosos, na base da técnica e raça, pelo placar de 2 a 0, parciais de 21/19 e 21/16, em 45 minutos de confronto. O “Mamute”, que caiu de mal jeito, sentiu dores e foi atendido no primeiro set, se encheu de energia ao decidir voltar e contou com o brilho do jogador eleito melhor do mundo para triunfar.

Mas, do outro lado, também havia um jogador no sacrifício. Após a partida, Carambula disse que “estava morrendo”. O italiano falou que se sentiu muito mal durante todo o dia, com febre, enjoo e vomitando.

– Eu estou morrendo. Acordei péssimo, com muita febre, vomitando muito. Não sei por que estou assim, talvez alguma comida estragada que comi. Estou muito mal. Preciso voltar ao hotel para voltar tomar um ducha de água quente para ver se melhoro. Estou muito enjoado – afirmou.

Bruno Schmidt (Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez)Bruno Schmidt comemora muito a vitória diante da Itália (Foto: AP Photo/Marcio Jose Sanchez)

 

Alison machucado (Foto: AP Photo/Petr David Josek)Alison ficou caído debaixo da rede, foi atendido e voltou com tudo (Foto: AP Photo/Petr David Josek)

ENTENDA A SITUAÇÃO DO GRUPO DE BRUNO/ALISON

Com a vitória pelo Grupo A, Bruno e Alison chegaram a cinco pontos em três jogos. Pelo revés, os italianos levaram um e ficaram com a mesma pontuação. Agora, as duas duplas esperam o resultado do jogo entre Doppler/Horst, da Áustria, que tem três pontos e pode ir a cinco, e Binstock/Schachter, do Canadá, com dois e que pode ir a quatro se vencer. O jogo está marcado para 00h (de Brasília). Os brasileiros podem terminar em primeiro, segundo ou terceiro, dependendo da combinação, já que os critérios de desempate são, em primeiro lugar, confronto direto e, em seguida, média de pontos (pontos marcados divididos pelos pontos sofridos).

Alison/Bruno Schmidt (Foto: Paul Gilham / Staff)Alison/Bruno Schmidt em ação em Copacabana (Foto: Paul Gilham / Staff)

Cada vitória vale dois pontos. A derrota vale um. Passam de fase direto para as oitavas de final os primeiros e segundos colocados de cada um dos seis Grupos, que vão de A até F. Além deles, avançam diretamente para a próxima fase os dois melhores terceiros colocados. Os quatro piores terceiros colocados vão para a repescagem, que será na quinta-feira. Dela, saem dois times. Ao todo, são 24 duplas em cada gênero. Após a fase de grupos, teremos um total de 14 parcerias (contando os dois que vencerem na repescagem).

O JOGO

Carambula começou o jogo abusando de seu saque “maluco”. Deu certo no início. O Brasil levou 2 a 0. Demonstrando toda sua técnica, Bruno e Alison conseguiram virar. O jogo ficou parelho. Os brasileiros estavam mais ligados no serviço do rival. Toda a arquibancada ficou em silêncio quando o “Mamute” caiu de mal jeito no chão e ficou. Sentindo dores, ele precisou pedir tempo para atendimento médico. Mas o gigante de 2,03m resolveu voltar. A torcida foi ao delírio. Ponto a ponto, os times brigavam. Alison parou um pouco de mancar. Quando Bruno deu um toquinho para deixar o placar em 19/19, o Brasil não mais levou pontos e saiu vitorioso na parcial: 21/19.

Alison machucado (Foto: Reuters)Alison após sentir dores nas areias de Copacabana (Foto: Reuters)

No segundo set, Alison voltou a mancar. A torcida comprou a briga dos brasileiros ainda mais quando o marrento Carambula começou a provocar olhando para a arquibancada. Apesar disso, os brasileiros começaram bem e chegaram a abrir cinco pontos em 12 a 7. Aos poucos, foram se soltando ainda mais e dominando a partida. Muita técnica, muita raça e muito apoio dos fãs. Quando o locutor falava “Bruno”, eles gritavam “Schmidt”. Quando dizia “Alison”, eles respondiam “Mamute”. O match point foi emocionante: Bruno fez uma defesa linda se atirando no chão, Alison deu um levantamento após a bola bater na rede, e o próprio Bruno matou Carambula no fundo da quadra: 21/16.

Alison Carambula vôlei de praia Olimpíada Rio (Foto: Marcio Jose Sanchez / AP)Alison contra Carambula em Copa (Foto: Marcio Jose Sanchez / AP)
Globoesporte.com

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Brasil supera Japão em teste olímpico com gol de Gabriel e Neymar discreto

imagem: Evaristo Sá / AFP
imagem: Evaristo Sá / AFP

O último teste do Brasil para os Jogos Olímpicos foi positivo. Com 30 minutos de bom futebol no primeiro tempo e muitas substituições no segundo, a equipe do treinador Rogério Micale superou o Japão por 2 a 0, neste sábado, no Estádio Serra Dourada com mais de 33 mil torcedores.

Com a expectativa de ter Fernando Prass de volta, o Brasil viaja no domingo a Brasília e completa a preparação para a estreia nos Jogos Olímpicos na próxima quinta, contra a África do Sul. Já os japoneses, no Grupo B da competição estreiam no mesmo dia contra a Nigéria, em Manaus.

Gols de Gabriel e Marquinhos dão a vitória para a seleção brasileira

Evaristo Sá / AFP
Gabriel abriu o placar no Serra Douradoimagem: Evaristo Sá / AFP

O atacante santista provou novamente que tem um faro de gol especial. Gabigol, que já havia marcado na estreia pela seleção principal e é o maior artilheiro do ciclo olímpico, abriu o caminho aos 32min com linda arrancada em velocidade pelo centro em que deixou três marcadores para trás. Marquinhos, aos 40min, ampliou na estreia dele pelo time sub-23: após escanteio batido por Neymar, ele subiu mais alto que os japoneses e fez de cabeça.

O melhor: Felipe Anderson chama responsabilidade e deixa ótima impressão

Evaristo Sá / AFP
imagem: Evaristo Sá / AFP

A seleção teve dificuldades para se encontrar nos primeiros 15 minutos de jogo, mas desde esse momento Felipe Anderson foi importante. Chamou a responsabilidade, levou a equipe à frente e criou jogadas de perigo que deram mais confiança para que o placar fosse construído na sequência. Felipe, mesmo assim, foi substituído no intervalo.

O pior: Zeca tem atuação discreta e destoa do restante do time

Titular da lateral direita, o santista errou alguns passes e cruzamentos no confronto e não atuou no nível que normalmente exibe por sua equipe. A atuação, ainda assim, esteve longe de comprometer. William, do Internacional, foi testado na etapa final.

Neymar faz sucesso com os dribles, mas prende demais a bola

Evaristo Sá / AFP
Neymar foi perseguido pelos japoneses durante o amistosoimagem: Evaristo Sá / AFP

O atacante do Barcelona-ESP atuou pela primeira vez desde a volta das férias e teve boa atuação. Capitão do time, Neymar porém voltou a ser individualista em alguns momentos e carregou demais a bola sem participar ativamente do jogo coletivo proposta pela equipe.

Antes do jogo, ‘rave’ e Fernando Prass no aquecimento

O sistema de som do Serra Dourada tocou um compilado de música eletrônica em alto volume durante o aquecimento das duas seleções. O Brasil, curiosamente, aqueceu por quase 30 minutos em ritmo forte. Fora da partida, Fernando Prass foi com os demais goleiros no gramado e se exercitou bastante. Ele foi poupado por dores no cotovelo direito.

Micale ganha confiança com vitória e dá ritmo para todos os jogadores

No primeiro jogo desde que foi definido como treinador para a Olimpíada, Rogério Micale comandou uma equipe que convenceu em boa parte dos momentos do jogo. Ele chegou a testar os quatro atacantes da equipe juntos com a entrada de Luan no intervalo. Depois, deu minutos a todos os demais convocados para os Jogos do Rio.

Tite e Edu Gaspar acompanham o amistoso in loco. Del Nero também

O treinador da seleção principal chegou a Goiânia neste sábado com o coordenador para assistir à partida in loco. Tite cantou o Hino Nacional de olhos fechados na tribuna do Serra Dourada. Já o presidente da CBF, que não viaja para o exterior com o time brasileiro, esteve no camarote ao lado de André Pitta, presidente da Federação Goiana, e Coronel Nunes, da Paraense.

Festa bonita no Serra Dourada com 33 mil torcedores e muita camisa amarela

Ueslei Marcelino / Reuters
Torcedor brasileiro fez sua parte no Serra Douradaimagem: Ueslei Marcelino / Reuters

A venda de ingressos para a partida disparou nos últimos dias em Goiânia e proporcionou um público que Vila Nova, Goiás e Atlético-GO não costumam levar ao estádio. O público, que fez barulho, ola, apoiou a seleção e até acendeu celulares no segundo tempo, jogou junto da seleção. A promoção da CBF para meia entrada para quem usasse a camisa da seleção funcionou. Boa parte do estádio estava vestido de amarelo.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 X 0 JAPÃO
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 30 de julho de 2016 (Sábado)
Horário: 16h30(de Brasília)
Gols: Gabriel e Marquinhos (Brasil)
Público pagante: 32.517
Público total: 33.458
Renda: R$ 1.508.070,00
BRASIL: Uilson, Zeca (William), Rodrigo Caio (Luan Garcia), Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia (Rodrigo Dourado), Rafinha (Luan) e Felipe Anderson (Renato Augusto); Neymar, Gabriel (Walace) e Gabriel Jesus
Técnico: Rogério Micale
JAPÃO: Nakamura (Kushibiki); Muroya, Shiotani (Iwanami), Ueda e Fujiharu (Kamekawa); Endo, Harakawa (Oshima) e Nakajima; Yajima (Asano), Koroki e Minamino
Técnico: Makoto Teguramori
Uol

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Marta supera Pelé e vira a maior artilheira da história da seleção

martaA seleção brasileira possui um novo goleador. Ou melhor, uma goleadora. Na noite desta quarta-feira, a craque Marta anotou três gols no primeiro tempo do amistoso contra Trinidad e Tobago, chegou a 98 com a camisa amarela e superou ninguém menos do que Pelé, autor de 95 gols durante a vitoriosa carreira de tricampeão mundial.

No amistoso disputado nesta quarta-feira, em Natal, que terminou com uma incrível goleada por 11 a 0, Marta comandou a seleção brasileira no setor ofensivo. A exibição da ‘Rainha’ começou com os três primeiros gols da goleada – Beatriz anotou o quarto tento.

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No segundo tempo, a camisa 10 ainda anotou, de fora da área, o seu quarto gol no massacre da seleção brasileira. Marta ainda balançou a rede pela quinta vez antes de deixar o duelo para a entrada de Raquel, aos 15min da etapa final.

Além do fato de bater a marca obtida pelo Rei, o amistoso desta quarta-feira ficará marcado de maneira especial por outro fator. Diante de Trinidad e Tobago, Marta vestiu pela 100ª vez a camisa da seleção brasileira.

Marta, assim, quebra mais uma marca importante na carreira. A camisa 10 sustenta o posto de atleta mais laureada da história do futebol feminino: foram cinco troféus de Melhor Jogadora do Mundo; o último veio em 2010. No ano passado, a craque terminou com a segunda colocação.

ESPN

Reprovação de Dilma cresce e supera a de Collor em 1992

Dilma-RoussefCom 71% de reprovação, a presidente Dilma Rousseff (PT) superou as piores taxas registradas por Fernando Collor (1990­-92) no cargo às vésperas de sofrer um processo de impeachment, mostra pesquisa Datafolha feita entre terça e esta quarta-feira (5).

No levantamento anterior, realizado na terceira semana de junho, 65% dos entrevistados viam o governo Dilma como ruim ou péssimo.

O grupo dos que consideram a atuação da petista ótima ou boa variou para baixo, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em junho, 10% dos consultados pelo Datafolha mantinham essa opinião. Agora, são 8%.

O cenário piorou para a presidente Dilma também no que diz respeito a um eventual pedido de impeachment.

Questionados se o Congresso deveria abrir um procedimento formal de afastamento, 66% dos entrevistados disseram que sim. No levantamento anterior, realizado em abril, eram 63%.

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Também aumentou a quantidade de pessoas que acham que ela será retirada do cargo, independentemente de suas opiniões sobre um eventual processo de impeachment. Em abril, 29% diziam que a presidente seria afastada do Planalto. Agora, 38% disseram achar que Dilma sofrerá um impeachment.

Os números registrados pelo Datafolha na pesquisa desta semana são os piores desde que o instituto iniciou a série de pesquisas em âmbito nacional, em 1990, no governo Fernando Collor.

O atual senador pelo PTB-­AL, investigado na Lava Jato, era até agora o recordista de impopularidade na série do Datafolha, com 9% de aprovação e 68% de reprovação na véspera de seu impeachment, em setembro de 1992.

Dilma, dessa forma, passa a ser a presidente com a pior taxa de popularidade entre todos os eleitos diretamente desde a redemocratização.

As pesquisas Datafolha do período do governo José Sarney (1985­1990) eram feitas em dez capitais. Incomparáveis, portanto, com as seguintes. Nesse universo, Sarney registrou 68% de reprovação em seu pior momento, em meio à superinflação.

Regiões
A reprovação à presidente Dilma Rousseff é homogênea em relação às regiões do país, com índices em patamares semelhantes em todas elas.

Nos locais em que seu partido, o PT, costuma ter mais reprovação, a presidente registrou taxas levemente piores. A maior taxa de reprovação foi registrada na região Centro­Oeste, 77%. No Sudeste e no Sul, 73% dos entrevistados disseram que o governo é ruim ou péssimo.

Mesmo no Nordeste, região do país onde o PT costuma ter melhor desempenho eleitoral, a aprovação de Dilma é baixa. Apenas 10% dos consultados pelo Datafolha afirmaram que o governo é ótimo ou bom. Outros 66% entendem que a administração é ruim ou péssima.

As taxas apuradas pelo Datafolha em relação à questão do impeachment também são consistentes independentemente da região do país.

No Centro­-Oeste, 74% acreditam que o Congresso deveria fazer tramitar um pedido de afastamento. Sul e Sudeste registram 65%. No Nordeste, o percentual é maior, porém dentro da margem de erro, com 67%.

Também não há diferença relevante em relação a idade ou o sexo dos entrevistados. Os resultados tanto entre homens como entre mulheres repetem o percentual de reprovação geral, de 71%.

Dilma tem reprovação levemente inferior entre pessoas com mais de 60 anos (68%). Os resultados das outras faixas etárias variam pouco, sempre dentro da margem de erro.

O Datafolha entrevistou 3.358 pessoas com 16 anos ou mais em 201 municípios nas cinco regiões do país.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança do levantamento é de 95% –se fossem realizadas 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estariam dentro da margem de erro em 95 ocasiões.

Da Folha de S. Paulo