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Cunhado de prefeita da PB mata irmão dela e depois se suicida

O irmão da prefeita de Riachão do Poço, Cilinha Dias (Democratas), foi assassinado no início da tarde desta quarta-feira (15), em frente à casa da irmã. Conforme informações divulgadas pela TV Correio, a motivação para o crime teria sido uma dívida acumulada pela vítima com o cunhado da prefeita, que, de acordo com informações da Polícia Militar, tirou a própria vida após cometer o crime.

A reportagem da TV Correio ouviu o major Sidney, que coordenou a ação da PM no local. Ele relatou que foi um crime familiar, no qual o cunhado da prefeita, identificado como Nelson, teria ido ao encontro do irmão dela, chamado Rafael, para recuperar uma quantia em dinheiro que tinha emprestado.

Os sobrenomes dos envolvidos na ocorrência não haviam sido informados pela polícia até o fechamento desta matéria.

Suposta dívida

Segundo a polícia, Rafael tinha uma dívida com Nelson, que, após não conseguir reaver seu dinheiro, acertou dois disparos na vítima. Logo após o crime, ele saiu da casa da prefeita, recarregou o revólver e tirou a própria vida a poucos metros do local.

“Já estamos em contato com a família, pois havia uma dívida de Nelson para com Rafael. Chegamos aqui ao local e as informações são de que Nelson realizou disparos contra Rafael, depois recarregou o revólver e tirou a própria vida. Porém, ainda são informações preliminares, pois não houve a perícia. O que temos para dizer é que foi um crime de proximidade, um crime de família”, disse o major Sidney à TV Correio.

 

portalcorreio

 

 

Idoso de 83 anos mata ex-esposa mais jovem a tiros e se suicida em seguida na Paraíba

homicidio-coremasUm aposentado de 83 anos matou sua ex-esposa e cometeu suicídio no início da manhã desta quinta-feira (06) na cidade de Coremas, no Sertão do Estado. José Abílio da Silva matou a agricultora Maria do Desterro Ferreira da Silva de 52 anos a tiros e depois atirou em sua própria cabeça.

O sargento Lopes, da Companhia de Polícia de Piancó, explicou que o casal estava separado a cerca de 30 dias e o homem descobriu que ela estava em outro relacionamento. “Ele com ciúmes por ela estar em um relacionamento com alguém, com um revólver matou ela e depois se matou”, destacou o sargento.

A mulher foi morta em uma casa na zona urbana da cidade. Após cometer o homicídio, José Abílio voltou para sua casa na zona rural e cometeu suicídio.

Os corpos foram levados para o Instituto de Medicina Legal (IML) sediado em Patos para a realização de perícia e depois devem ser liberados para o velório e sepultamento.

Diário do Sertão

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Uma CPI invisível de matança, e a demagogia suicida sobre maioridade

ARQUIVO RBA
ARQUIVO RBA

Pouca gente sabe que existem duas CPIs em andamento no Congresso Nacional que tratam da violência e da segurança pública. Uma é a “CPI do Assassinato de Jovens” no Senado. Outra, na Câmara, é mais específica até no nome: “CPI da Violência Contra a Juventude Negra e Pobre”.

As CPIs são tão importantes que tratam de nada mais, nada menos, do que buscar as causas e soluções para 60 mil homicídios por ano cometidos no Brasil, dos quais 80% têm como vítimas jovens negros. As propostas que estas CPIs podem trazer têm impacto direto no cotidiano de toda a população brasileira, por meio da redução da violência.

Mesmo na turma que fala, “Ah! Mas a maioria deve ser bandido, e bandido bom é bandido morto”, o que é questionável já que há muitos casos de vítimas inocentes, o maior interesse é haver menos bandidos, o que interessa também para salvar vidas de policiais, pela diminuição de confrontos.

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Mas estas CPIs são “invisíveis” nas manchetes e merecem cobertura marginal no noticiário da mídia oligopólica, não alimentando o debate popular, nem angariando mais apoio para implementar políticas públicas que ataquem o problema, principalmente pela raiz. O efeito da violência é matéria prima diária nos programas de TVs sensacionalistas em busca de audiência, mas a busca de soluções sérias para as causas não merecem a mínima atenção.

A Rede Brasil Atual colocou notícias da CPIs nas manchetes de capa. O Portal Vermelho também. Mas infelizmente não têm o alcance da mídia oligopólica.

Dentro do Congresso Nacional, pobres e pretos não são financiadores de campanhas eleitorais e não despertam interesse dos parlamentares adoradores do dinheiro.

Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Agripino Maia (DEM-RN) e seus aliados também estão mais interessados em bajular um político ricaço da Venezuela, ligado à indústria do petróleo e que saqueou o povo venezuelano durante décadas, do que no drama da Rosângela Sales Santos Silva, mãe de Bruno Wagner, morto aos 18 anos “por engano” pela polícia, na região do Parque Santo Antônio, zona sul de São Paulo. Isso para citar apenas um entre tantos outros casos.

Além disso, o tema é suprapartidário, não servindo para derrubar o governo, nem para um partido detonar o outro, de olho na próxima eleição. Daí não haver o menor interesse dos donos da imprensa oligopólica em dividir o espaço no noticiário, monopolizado pelas campanhas de desconstrução dos partidos e lideranças políticas a quem fazem oposição.

Mais estranho ainda é a cobertura frenética, deturpada e sensacionalista feita em cima da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171 (a que trata da redução da maioridade penal para 16 anos), quando as duas CPIs têm tudo a ver com esta questão. Seja para responder se a simples redução da maioridade penal seria solução para melhorar a sociedade ou, pelo contrário, agravaria ainda mais os problemas de segurança pública.

As CPIs também são o fórum adequado e constitucional para debater se há outras propostas bem mais sérias, menos exclusivistas e discriminatórias e que podem produzir mais resultados na diminuição da violência. Até penalizar pais que deixam crianças e adolescentes fora da escola por negligência traria resultados bem melhores, entre centenas de outras propostas a considerar.

Quem se acha cheio de certezas, tente responder a essa pergunta, que nem utiliza argumentos humanistas:

Pegue dois adolescentes que cometeram um latrocínio aos 16 anos. Um deles é colocado no sistema prisional atual de adultos (mesmo que vá para lá só após completar 18 anos). Tem grande chance de sair da cadeia aos 24 anos, por progressão da pena (mesmo tempo em que os adultos atuais já saem). Ele sairá com oito anos de convivência com criminosos mais velhos, que se mostraram muito mais perigosos do que ele, e dificilmente sairá sem vínculo com alguma facção criminosa já que a adesão, muitas vezes, é questão de sobrevivência dentro de presídios.

O outro adolescente é internado em um reformatório pelos mesmos oito anos, portanto com a mesma privação de liberdade, mas convivendo com outros internos tão ou menos perigosos do que ele, e sem vínculo com organizações criminosas.

Qual deles você prefere encontrar pela frente na rua depois que ele sair aos 24 anos, seja você cidadão civil ou autoridade policial?

Como se vê, é também questão de salvar a própria pele de quem pode ser futura vítima. Simplesmente fazer um rodízio entre rua e cadeia, com crimes piores a cada saída, só agravará a criminalidade como um todo.

A sociedade ganha mais ainda se reformatórios funcionarem de fato para prover estudo, formação profissional, desintoxicação em caso de dependentes químicos, e desenvolver disciplina cidadã e valores como solidariedade e amor ao próximo.

A mídia oligopólica mente ao falar em impunidade. No Brasil, menores já são puníveis a partir dos 12 anos, podendo ser condenados à privação de liberdade, uma forma de prisão. Há a alternativa de aumentar o tempo detenção em instituições para menores em vez de mandar para o sistema prisional para adultos. Inclusive é mentira comparações feitas com países da Europa, pois lá infratores menores também são tratados de forma diferente do que adultos. Lá também é aplicado, ao modo deles e adequado à realidade de um país rico, o que no Brasil é o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Também deturpa ao induzir as pessoas a acharem que a simples redução da maioridade penal irá melhorar alguma coisa. Nem está em cogitação nenhuma mudança na lei para “tirar das ruas para sempre” quem cometeu crimes hediondos quando tinham 16 a 18 anos. Como citado na pergunta acima, eles voltarão às ruas em oito anos ou pouco mais, mais brutalizados e com doutorado em crime.

Nada justifica votar a PEC 171 a toque de caixa, apenas jogando para uma torcida que está sendo propositalmente mal informada, e ignorando o trabalho de duas CPIs do próprio Congresso Nacional. Qualquer parlamentar com o mínimo de espírito público e bom senso tem de participar dos debates e aguardar as conclusões das duas CPIs, antes de votar de forma açodada.

Em tempo: o presidente da “CPI da Violência contra a Juventude Negra e Pobre” é o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e a relatora é a deputada Rosangela Gomes (PRB-RJ). A “CPI do Assassinato de Jovens” é presidida pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA) e relatada pelo senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

 

 

Rede Brasil Atual

Adolescente indiana se suicida após ser obrigada a deletar Facebook

facebookUma adolescente se suicidou no sul da Índia depois que sua mãe a obrigou a deletar o Facebook, pois estava preocupada que sua filha “perdesse tempo demais” na rede social, informou nesta sexta-feira o jornal local “Times of Índia”.

O fato ocorreu ontem de manhã na cidade de Bangalore, no estado de Karnataka, depois que a mãe deu um ultimato sobre o Facebook antes de deixar a casa da família para ir trabalhar, segundo declarou ela mesma à polícia.

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“Geralmente saio de casa por volta das 09h30. Meu marido tinha saído antes e meu filho mais velho estava na casa da avó. Pouco antes de sair vi a minha filha sentada em frente ao computador e fiquei brava porque ela passava muito tempo no Facebook”, narrou a mãe.

“Disse que ela era jovem demais para estar na rede social e que perdia seu tempo”, afirmou a mulher, que encontrou sua filha pendurada no ventilador de seu quarto quando retornou do trabalho.

Ao vê-la naquele estado, chamou seu irmão, que vive perto, e os dois desprenderam a adolescente e a levaram ao hospital.

No final do mês passado, um jovem indiano matou a namorada virtual do Facebook porque ela mentiu sobre sua idade e estado civil, e depois se suicidou.

 

EFE

Homem se suicida pulando de torre de energia na frente de câmeras de TV

suicidioEndividado e desempregado, o montador de móveis Henrique José Paiva da Silva, 51 anos, o Ceará, se jogou , de uma altura de, cerca de 30 metros, de uma torre de telefonia celular, instalada no bairro Cidade Alta, em Cáceres.

Em uma cena chocante, sob lentes de tvs, jornais e olhares de populares que acompanharam a tragédia, o desportista praticante de ciclísmo e que atualmente sobrevivia vendendo lasanha, apesar do apelo da esposa e militares do Corpo de Bombeiros, deu um mergulho para a morte.

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Antes de chegar ao solo ele ainda caiu de cabeça em cima de um contêiner que fica embaixo da torre. No impacto da queda sofreu traumatismo no tórax, face e hemorragia interna. Os paramédicos do Corpo de Bombeiros ainda tentaram reanimá-lo. Em vão. Henrique teve morte instantânea.

Veja vídeo:

 

PB Tudo
WSCOM Online

 

Homem pensa que matou mulher e se suicida em Campina Grande

Um crime passional foi registrado no início da tarde dessa segunda-feira (5), no bairro das Malvinas, na cidade de Campina Grande. Não aceitando o fim do relacionamento, o paisagista José Paulo de Brito, 54 anos, tenta matar a tiros a ex-mulher identificada como Josenilda Pereira de Brito, 46 anos, em seguida, se mata.

De acordo com a Delegacia de Homicídio de Campina Grande, José Paulo estava separado há cerca de um mês de Josenilda Pereira, porém não aceitava o rompimento do relacionamento com a mulher que durou 20 anos. “Ele sempre dizia em casa que ia fazer besteira. Mas, a gente não sabia que seria uma tragédia dessa”, disse uma parente da vítima.

Armado com um revólver calibre 38, ele efetuou quatro tiros em Josenilda no meio da rua – que atingiram costas, braços, peito e nuca (raspão). Pensando que tinha matado a ex-mulher, ele se matou com dois tiros (tórax e cabeça).

A mulher foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande onde será submetida a uma cirurgia. Segundo a unidade hospitalar, o estado de saúde de Josenilda Pereira é estável.

Hyldo Pereira