Arquivo da tag: Suíça

Entenda a versão de Cunha para as contas na Suíça – e quais os buracos na sua explicação

cunhaA representação contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), no Conselho de Ética da Casa deve ter prosseguimento. Essa foi a recomendação apresentada pelo deputado Fausto Pinato (PRB-SP), relator do caso, nesta segunda-feira – ele entendeu que há fatores suficientes que justificam um processo contra o peemedebista, que é acusado de ter milhões de dólares no exterior acumulados por meio de corrupção.

O prazo máximo para a entrega do seu parecer preliminar era a próxima quinta-feira, mas Pinato antecipou sua decisão.

Em nota, o advogado de Cunha, Marcelo Nobre, afirmou que a apresentação antecipada é “injustificada” e “fere o direito de defesa do parlamentar”.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

“Mesmo com esse procedimento precipitado do relator, mantenho o prazo de apresentar nesta terça-feira a defesa do presidente da Câmara ao Conselho de Ética”, disse Nobre.

Os membros do Conselho de Ética têm até dia 24 para apreciar o parecer de Pinato e decidir se um processo contra Cunha deve ser aberto, mas o relator disse que solicitará ao presidente do Conselho que antecipe a votação.

Nesta primeira análise, Pinato não emitiu opinião sobre se as acusações contra Cunha procedem ou não. Ele apenas analisou se há fundamentos suficientes para abertura de um processo.

Caso a maioria do conselho vote pela abertura do processo, Cunha ainda terá um prazo maior para apresentar sua defesa definitiva e a tendência é que o julgamento só ocorra em abril de 2016.

 

bbc

STF determina bloqueio e sequestro de R$ 9,6 mi de contas de Cunha na Suíça

© Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
© Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki determinou o bloqueio e o sequestro dos recursos mantidos pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), em contas na Suíça – no total de 2,4 milhões de francos suíços ou R$ 9,6 milhões.

A decisão atende a pedido da PGR (Procuradoria Geral da República). Os procuradores temiam que, com a transferência da investigação para o Brasil, o dinheiro fosse desbloqueado e pudesse ser movimentado.

Com o sequestro, os recursos serão depositados numa conta judicial e ficarão indisponíveis até o fim do processo.

O pedido de novo bloqueio dos recursos foi apresentado pela PGR na sexta-feira passada. São duas contas, uma em nome de Cunha e outra da mulher do deputado, Cláudia Cordeiro Cruz, no banco Julius Baer. “Há a possibilidade concreta de que ocorra o desbloqueio das contas, com a consequente dissipação dos valores depositados nas contas bancárias estrangeiras”, disse o órgão no pedido.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

O processo foi transferido para a PGR por autoridades suíças já que o presidente da Câmara é brasileiro, está no país e não poderia ser extraditado para a Suíça.

No pedido, o procurador-geral da República em exercício, Eugênio Aragão, diz que não há dúvidas em relação à titularidade das contas. “Há cópias de passaportes – inclusive diplomáticos – do casal, endereço residencial, números de telefones do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto”, diz. Seu patrimônio estimado, à época da abertura da conta, era de aproximadamente US$ 16 milhões.

Na semana passada, em nota à imprensa, Cunha reafirmou que não tem contas no exterior e nunca recebeu “vantagem de qualquer natureza”.

* Com informações da Agência Brasil

Justiça encontra conta do PSDB de 64 milhões na Suiça; FHC e Covas estão envolvidos

tucanosUma conta bancária na Suíça, conhecida como “Marília”, foi usada para movimentar as propinas que azeitaram os negócios da Siemens e da Alstom com governos do PSDB, em São Paulo. Por ela, transitaram cerca de R$ 64 milhões em propinas e os recursos foram gerenciados por homens da cozinha dos governos de Mario Covas, em São Paulo, e até do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Este é o tema de uma reportagem bombástica da revista Istoé, que acaba de chegar às bancas. Até agora, o procurador Rodrigo de Grandis reluta em denunciar tucanos indiciados pela Polícia Federal. Será que vai manter a conduta?

 

O Portal Metrópole revelou quem eram as autoridades e os servidores públicos que participaram do esquema de cartel do Metrô em São Paulo, distribuíram a propina e desviaram recursos para campanhas tucanas, como operavam e quais eram suas relações com os políticos do PSDB paulista.

 

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Agora, com base numa pilha de documentos que o Ministério da Justiça recebeu das autoridades suíças com informações financeiras e quebras de sigilo bancário, já é possível saber detalhes do que os investigadores avaliam ser uma das principais contas usadas para abastecer o propinoduto tucano. De acordo com a documentação obtida com exclusividade, a até agora desconhecida “conta Marília”, aberta no Multi Commercial Bank, hoje Leumi Private Bank AG, sob o número 18.626, movimentou apenas entre 1998 e 2002 mais de 20 milhões de euros, o equivalente a R$ 64 milhões. O dinheiro é originário de um complexo circuito financeiro que envolve offshores, gestores de investimento e lobistas.

 

Uma análise preliminar da movimentação da “conta Marília” indica que Alstom e Siemens partilharam do mesmo esquema de suborno para conseguir contratos bilionários com sucessivos governos tucanos em São Paulo. Segundo fontes do Ministério Público, entre os beneficiários do dinheiro da conta secreta está Robson Marinho, o conselheiro do Tribunal de Contas que foi homem da estrita confiança e coordenador de campanha do ex-governador tucano Mário Covas. Da “Marília” também saíram recursos para contas das empresas de Arthur Teixeira e José Geraldo Villas Boas, lobistas que serviam de intermediários para a propina paga aos tucanos pelas multinacionais francesa e alemã.

 

Até 2003 conhecido como Multi Commercial Bank, depois Safdié e, a partir de 2012, Leumi Private Bank AG, a instituição bancária tem um histórico de parcerias com governos tucanos. Em investigações anteriores, o MP já havia descoberto uma outra conta bancária nesse banco em nome de Villas Boas e de Jorge Fagali Neto, ex-secretário de Transportes Metropolitanos de SP (1994, gestão de Luiz Antônio Fleury Filho) e ex-diretor dos Correios (1997) e de projetos de ensino superior do Ministério da Educação (2000 a 2003) na gestão Fernando Henrique Cardoso. Apesar de estar fora da administração paulista numa das épocas do pagamento de propina, Fagali manteria, segundo a Polícia Federal, ascendência e contatos no governo paulista. Por isso, foi indiciado pela PF sob acusação de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Fagali Neto também é irmão de José Jorge Fagali, que presidiu o Metrô na gestão de José Serra. José Jorge é acusado pelo MP e pelo Tribunal de Contas Estadual de fraudar licitações e assinar contratos superfaturados à frente do Metrô.

 

Para os investigadores, a “conta Marília” funcionaria como uma espécie de “conta master”, usada para gerenciar recursos de outras que, por sua vez, abasteceram empresas e fundações de fachada, como Hexagon Technical Company, Woler Consultants, Andros Management, Janus, Taltos, Splendore Associados, além da já conhecida MCA Uruguay e das fundações Lenobrig, Nilton e Andros. O MP chegou a pedir, sem sucesso, às autoridades suíças e francesas o arresto de bens e o bloqueio das contas das pessoas físicas e jurídicas citadas. Os pedidos de bloqueio foram reiterados pelo DRCI, mas não foram atendidos. Os investigados recorreram ao STJ para evitar ações similares no Brasil.

 

O MP já havia revelado a existência das contas Orange (Laranja) Internacional, operada pelo MTB Bank de Nova York, e Kisser (Beijoqueiro) Investment, no banco Audi de Luxemburgo. Ou seja, “Marília” é mais um nome próprio no dicionário da corrupção tucana. Sabe-se ainda que o cartel operado pelas empresas Siemens e Alstom, em companhia de empreiteiras e consultorias, usava e-mails cifrados.

 

Os novos dados obtidos pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional (DRCI) do Ministério da Justiça dão combustível para o aprofundamento das investigações no Brasil. Além do processo administrativo aberto pelo Cade sobre denúncia de formação de cartel nas licitações de São Paulo e do Distrito Federal, outras duas ações sigilosas, uma na 6ª Vara Federal Criminal e outra na 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, apuram crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. Além de altos funcionários do Metrô, como os já citados Lavorente e Fagali, as investigações apuram a participação do ex-secretário de Energia e vereador Andrea Matarazzo, em razão de contratos celebrados entre a Companhia de Energia de São Paulo (CESPE) e a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica S.A. (EPTE).

 

Na documentação encaminhada pelo DRCI ao MP de São Paulo, a pedido do promotor Silvio Marques, também constam novos dados bancários de vários executivos franceses, alemães e brasileiros que tiveram algum tipo de participação no esquema de propinas. São eles os franceses Michel Louis Mignot, Yves Barbier de La Serre, André Raymond Louis Botto, Patrick Ernest Morancy, Jean Pierre Antoine Courtadon e Jean Marcel Jackie Lannelongue e os brasileiros José Amaro Pinto Ramos, Sabino Indelicato e Luci Lopes Indelicato, além do alemão Oskar Holenwger, que operou em toda a América Latina. Na Venezuela, Holenwger é citado junto a Mignot, La Serre, Morancy e Botto em investigação sobre lavagem de dinheiro, apropriação indébita qualificada, falsificação de documentos e suposta corrupção de funcionários públicos do setor de energia.

 

O apoio das autoridades de França e Suíça às investigações brasileiras não tem sido tão fácil, e a cooperação é mais recente do que se pensava. O Ministério da Justiça chegou a pedir o compartilhamento de informações ainda em 2008 – auge da investigação da Siemens e da Alstom. Mas não foi atendido. Os franceses lembraram que, nos termos do acordo bilateral, a cooperação só pode se desenrolar por via judicial. Dessa forma, foi necessário notificar o Ministério Público Federal para que oficiasse junto à 6ª Vara Criminal Federal e à 13ª Vara da Fazenda Pública. O compartilhamento só foi efetivado em dezembro de 2010.

 

A Suíça, ainda em março de 2010, solicitou a cooperação brasileira na apuração das denúncias lá, uma vez que parte do dinheiro envolvido nas transações criminosas teria sido depositada em bancos suíços. Os primeiros dados, relativos à empresa MCA e ao Banco Audi de Luxemburgo, chegaram ao Brasil em julho de 2011. Foram solicitadas ainda oitivas com determinadas testemunhas, o que foi encaminhado ao MPF em São Paulo e à Procuradoria Geral da República (PGR). Paralelamente, a Polícia Federal abriu o inquérito nº 0006881-06.2010.403.6181, mas só no último dia 25 de julho o procurador suíço enviou às autoridades os dados bancários solicitados, por meio de uma decisão denominada “conclusive decrees”, proferida em 14 e 24 de junho. Foi com base nisso que a Suíça já bloqueou cerca de 7,5 milhões de euros que estavam na conta conjunta de Fagali e Villas Boas, no Safdié. Tratou-se de uma decisão unilateral suíça e a cifra não é oficial – foi fornecida ao Ministério da Justiça por fonte informal. A Suíça só permite o uso dos dados enviados em procedimentos criminais.

Isto É

 

Treinador da Suíça detona Manaus: ‘quase irresponsabilidade jogar na selva’

treinadorA cidade de Manaus, uma das sedes para a Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, voltou a ficar no centro dos holofotes da imprensa internacional. Após a polêmica com o técnico da Inglaterra Roy Hodgson, pouco antes do sorteio dos grupos do Mundial, foi a vez do comandante da seleção suíça Ottmar Hitzfeld tecer fortes críticas à escolha do município para sediar jogos da competição entre seleções.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em entrevista à rádio alemã SWR1 replicada por diversos meios de comunicação do mundo, Hitzfeld afirmou que considera ser quase irresponsável alguém ter que jogar futebol no meio da selva amazônica. O treinador ainda criticou o aspecto comercial da escolha de Manaus como uma das sedes para o evento.

O município amazonense será palco do último confronto da Suíça na fase de grupos da Copa do Mundo, contra Honduras. Antes, os europeus passarão por Brasília e Salvador. As longas viagens, com a passagem por Manaus como ponto crítico, também foram alvo de Hitzfeld.

Antes de Hitzfeld, o treinador da Inglaterra Roy Hodgson já havia deixado clara a postura contrária a Manaus, ao criticar o forte calor e a umidade da cidade.

Na época, Hodgson disse que não gostaria de jogar no município, em uma polêmica que envolveu até autoridades do Amazonas – ironicamente, poucos dias depois, o sorteio da Copa colocou a Inglaterra em uma partida contra a Itália em Manaus.

O sorteio da Copa do Mundo definiu quem enfrenta quem na fase de grupos do Mundial. Confira a seguir quem mais vai viajar e quem deu sorte no quesito trajetos
Foto: Mowa Press / Divulgação

Terra

Escândalo no ninho tucano: Suíça revela 800 mil euros na conta de investigado do caso Alstom

altomDocumentos enviados pela Suíça há cerca de um mês a autoridades brasileiras revelam que um ex-diretor da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) recebeu 800 mil euros em conta de uma instituição financeira daquele país europeu.

 

O dinheiro foi depositado parceladamente, entre 1997 e 1998, segundo indicam os extratos bancários agora anexados ao inquérito do caso Alstom – multinacional francesa que teria integrado cartel, na época, para obtenção de contratos milionários nas áreas de energia e transportes públicos do Estado.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Os investigadores se dizem convencidos de que o dinheiro na conta do antigo executivo da CPTM tem origem em corrupção. Ele teria sido contemplado com propina para favorecer o cartel em um contrato de reforma de trens da companhia, durante o primeiro mandato de  Mário Covas, governador paulista entre 1995 e1998.

 

A nova leva de documentos recém chegados de Genebra está de posse de procuradores e promotores que também investigam o emblemático caso Siemens, multinacional alemã que fechou acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

 

O acordo de leniência prevê a revelação de detalhes do cartel que teria operado em São Paulo e no Distrito Federal entre 1998 e 2008.

 

Uma força tarefa que reúne integrantes do Ministério Público Estadual e do Ministério Público Federal obteve os extratos bancários da Suíça a partir do MLAT – Acordo de Cooperação Mútua Internacional que pode ser aplicado na investigação, independentemente dos valores envolvidos, e dispensa a expedição de carta rogatória entre os países.

 

O MLAT agiliza a comunicação entre o Brasil e países que detêm informações sobre cidadãos brasileiros que movimentam recursos ilícitos em paraísos fiscais.

 

Os investigadores estão convencidos de que os novos documentos comprovam a atuação do cartel na área dos transportes públicos em São Paulo, nos anos 90.

 

A primeira fase da apuração do caso Alstom, em curso desde 2009, trata da ação do cartel formado por multinacionais para o setor de energia.

 

A força tarefa busca pretende cotejar as informações contidas nos novos documentos bancário com dados fiscais e a evolução patrimonial dos investigados.

 

Os promotores e procuradores estão promovendo frequentes contatos com o Ministério Público da Alemanha, onde a Siemens também é alvo de uma devassa.

 

Além da Suíça e Alemanha, a força tarefa do Ministério Público Estadual e do Ministério Público Federal planeja estender a investigação para outros países onde teria transitado dinheiro da corrupção.

 

A CPTM informou que o governo do Estado “é o maior interessado em esclarecer denúncias de formação de cartel por parte de empresas contra a população de São Paulo”.

 

A CPTM assinala que a Corregedoria Geral da Administração (CGA) imediatamente abriu investigações para apurar os contratos citados no acordo de leniência da Siemens com o CADE e exigir ressarcimento aos cofres públicos. “A CGA também punirá com rigor o eventual envolvimento de servidores públicos em qualquer irregularidade.”

 

Seguindo recomendação da CGA, o Metrô e a CPTM já instauraram processos administrativos para declarar inidôneas a Siemens e demais empresas suspeitas de formação de cartel, em conformidade com a Lei das Licitações (Lei 8.666).

 

“Em paralelo, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) ingressou com ação judicial de indenização contra a Siemens, para exigir ressarcimento em relação às licitações de contratos que a empresa, no mesmo acordo de leniência, confessou ter praticado cartel”, ressalta a CPTM.

 

A Alstom informa que está colaborando com as investigações das autoridades brasileiras.

Agência Estado

Choque frontal de trens deixa feridos na Suíça

1_12Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas nesta segunda-feira (29) no choque frontal entre dois trens na Suíça, segundo a polícia e a agência local ATS.

O acidente ocorreu às 19h locais (14h de Brasília) em Granges-près-Marnand, no cantão de Vaud, na parte francófona da Suíça.

Polícia, bombeiros e ambulâncias estão no local.

Alguns dos feridos estão em estado grave, mas não há relatos sobre mortes.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O tráfego foi interrompido em parte da linha que une as cidade de  Palézieux e Payerne, segundo a empresa federal de trens.

A colisão na Suíça ocorre a menos de uma semana do descarrilamento de um trem perto de Santiago de Compostela, no noroeste da Espanha, que matou 79 pessoas, em um dos piores desastres ferroviários da Europa.

G1

Seis acusados de estuprar turista suíça comparecem a tribunal na Índia

Seis homens acusados pelo estupro coletivo de uma turista suíça na Índia comparecerão nesta segunda-feira (18) a um tribunal da região central do país, informou a polícia.

“Prendemos os seis indivíduos e eles comparecerão a uma audiência com um magistrado. Nós pediremos que sejam colocados em prisão preventiva durante cinco dias”, disse o chefe de polícia local, M. L. Dholdy.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A vítima, de 39 anos, circulava de bicicleta na sexta-feira passada com o marido pelo estado de Madhya Pradesh quando vários homens atacaram o casal.

Os criminosos amarraram o homem e estupraram a mulher na frente do marido. Também roubaram 10.000 rupias (US$ 185 dólares) e um telefone celular.

O ataque ocorreu três meses depois de uma estudante de fisioterapia de 23 anos ter sido estuprada e espancada em um ônibus em movimento e depois jogada sangrando na rua, em um caso que provocou indignação no país e no mundo.

Ela morreu mais tarde num hospital em Cingapura.

Turista suíça vítima de estupro é levada ao hospital em Gwalior nests sábado (16) (Foto: AFP)Turista suíça vítima de estupro é levada ao hospital em Gwalior nests sábado (16) (Foto: AFP)
G1

Receita de batata suíça com várias opções de recheio; escolha a sua

fileingredientes

  • 250 g de batatas
  • Manteiga para untar a frigideira
  • Vasilha com água e sal para umedecer os dedos

Sugestões de recheio

  • Queijo cremoso, mussarela, abobrinha crua fatiada em rodelas finas
  • Queijo cremoso, mussarela, carne seca
  • Queijo cremoso, mussarela, frango desfiado com milho verde ou frango com tomate seco e cogumelo
  • Queijo cremoso, mussarela, estrogonofe grosso
  • Queijo cremoso, mussarela, camarão
  • Obs: Podem ser utilizados outros tipos de queijo ou somente o recheio de sua preferência.

modo de preparo

Leve as batatas para cozinhar numa panela com água. Quando começar a ferver, marque 7 minutos e retire as batatas. Leve para geladeira e deixe de um dia para o outro. Retire da geladeira e passe no ralo grosso. Unte uma frigideira de 16 cm de diâmetro com manteiga.

Coloque a batata ralada, o suficiente para cobrir o fundo da frigideira, sempre umedecendo as mãos na água com sal (facilita o manuseio da batata e salga ao mesmo tempo). Ponha também uma camada do recheio desejado, quantidade para cobrir a batata, deixando as bordas livres.

Depois, coloque mais uma camada de batata e leve ao fogo médio por mais ou menos 3 minutos. Pegue outra frigideira também untada, vire e deixe mais 3 minutos deste lado. Repita o processo mais duas vezes ou até dourar a batata.

 

 

receitas.com

Jovens se reúnem nesta semana na Suíça para Fórum Mundial sobre Emprego Juvenil

A crise mundial de emprego e os desafios enfrentados por jovens para conseguir um trabalho decente serão os principais pontos debatidos durante o Fórum Mundial sobre Emprego Juvenil. O evento ocorrerá nos próximos dias 23, 24 e 25, na sede da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça, e reunirá 100 homens e mulheres de 18 a 29 anos para discutir o assunto.

De acordo com OIT, durante os três dias do Fórum Mundial sobre Emprego Juvenil, as/os jovens terão a oportunidade de participar de sessões plenárias, debates temáticos e oficinas em grupos com a intenção de: analisar os diversos aspectos da crise de emprego juvenil; discutir como favorecer o acesso dos/as jovens ao trabalho decente; e debater sobre o desenvolvimento de associações para criar mais e melhores trabalhos para os/as jovens.

Dados divulgados pelo organismo internacional alertam para importância do debate sobre desemprego juvenil. Segundo a OIT, 75 milhões de jovens estão em busca de trabalho e 152 milhões vivem com menos de 1,25 dólares por dia. Em média, segundo a página eletrônica do organismo internacional, os/as jovens têm três vezes mais chance de ficar desempregados/as do que os/as adultos.

A ideia do Fórum é reunir jovens de várias partes do mundo para discutir essa realidade e trocar experiências e reflexões sobre a situação mundial do emprego, exemplos de ações que contribuem para a promoção do trabalho decente para os/as jovens, entre outras questões relacionadas.

As discussões não se restringem ao Fórum nem aos jovens que irão para o evento. Nos meses de março e abril deste ano, a OIT realizou atividades para ouvir os/as jovens de várias regiões do mundo. Além de discussões pelas redes sociais, o organismo internacional promoveu consultas e fóruns nacionais em 46 países. A crise de emprego juvenil ainda será tema de debates na 101ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho, a qual ocorrerá entre os dias 30 de maio e 15 de junho, também em Genebra.

Programação

As atividades do Fórum Mundial sobre Emprego Juvenil começarão na manhã desta quarta-feira (23), na sede da OIT, em Genebra, Suíça. Na ocasião, os/as participantes conhecerão um pouco sobre o trabalho do organismo internacional e sobre os objetivos do encontro. A importância do trabalho decente para os/as jovens e a sociedade, e a crise de emprego juvenil também serão aspectos debatidos durante a manhã do primeiro dia de Fórum. As atividades seguirão com reflexões sobre o trabalho decente para jovens.

No dia seguinte, serão apresentadas “boas práticas” na área de emprego juvenil. Os/as participantes também se reunirão em grupos para discutir os aspectos relacionados ao trabalho decente debatidos no primeiro dia de encontro.

Os debates e as trocas de experiências seguirão no terceiro e último dia de Fórum. Na ocasião, os/as participantes elaborarão um resumo dos principais pontos discutidos no evento para ser apresentado para a Comissão sobre Emprego Juvenil da Conferência Internacional do Trabalho.

A programação está disponível em: http://www.ilo.org/global/meetings-and-events/events/youth-employment-forum/lang–es/index.htm

Adital