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Água da Cachoeira do Roncador está apropriada para Banho, garante Sudema

Créditos: Divulgação / Sudema
Créditos: Divulgação / Sudema

Após publicação do Portal WSCOM com denúncias de turistas sobre a qualidade da água da Cachoeira do Roncador, foi enviado ao Portal um relatório da Sudema de 2010 atestando que o ponto turístico está apropriado para banho.

Há seis anos, a Agência Executiva da Gestão de Águas do Estado da Paraíba (AESA), sob a presidência da Dra. Cybelle Frazão Costa Braga, solicitou da Superintendência de Administração e Meio Ambiente (SUDEMA) a análise da água do leito do rio Bananeiras. Foram analisados quatro pontos da bacia hidrográfica do Rio Bananeiras.

Durante esse trabalho de coleta desde a nascente até a cachoeira do Roncador, dois pontos já haviam sido ditos como impróprios. Contudo, as águas do ponto turístico apresentaram o resultado de que “todos os parâmetros analisados estavam de acordo com a resolução do CONAMA nº. 357/2005 e com sua classe 2 de enquadramento”. Esta análise foi assinada pela química Maria de Fátima Lins Menezes.

Por wscom com Assessoria

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Sudema realiza 14° edição do Curso de Boas Práticas Ambientais a partir desta terça-feira

curso_praticas_ambientaisCom o intuito de promover a reeducação para aqueles que foram multados e infringiram leis ambientais, o Governo do Estado, por meio da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), vai realizar nesta terça- feira (19) até quinta- feira (21), no auditório da sede da instituição, em João Pessoa, a  14ª edição do Curso de Boas Práticas Ambientais.

Nesta edição foram inscritas 23 pessoas. O curso é obrigatório e destinado às pessoas que cometeram infrações como poluição sonora, desmatamento e transporte de material ilegal. Durante a atividade, os participantes fazem prova escrita e/ou oral e desenvolvem uma apresentação em instituição ou estabelecimento de ensino, órgão público ou empresa privada.

O superintendente da Sudema, João Vicente Machado Sobrinho, explicou a importância da ação. “Acreditamos que só por meio da educação haverá de fato profundas mudanças. Por isso, a educação ambiental é nosso carro chefe e, por meio desta ação, vamos pelo menos quebrar velhos conceitos, tentando sensibilizar sobre as questões ambientais”, falou.

A atividade é organizada pela Coordenadoria de Educação Ambiental, tem duração de 20 horas e segue as deliberações do Conselho de Proteção Ambiental do Estado da Paraíba (Copam). No dia 19, o curso será realizado no período das 8h às 12h, e nos dias 20 e 21, as atividades serão realizadas das 8h às 17h.

Os infratores ambientais estão sujeitos a penalidades que podem variar de acordo com a tipificação do crime, incluindo multas que vão de R$ 5.000 a R$ 50.000 e/ou prestação de serviços e pagamento de cestas básicas.

 

 

Secom-PB

 

 

 

 

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Sudema participa de fiscalização sobre uso indiscriminado de agrotóxico na região do Brejo

Uma equipe de técnicos da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) participa nesta quarta-feira (26) e quinta-feira (27) de uma fiscalização integrada na Área de Proteção Ambiental (APA) do Roncador, na região do Brejo paraibano. O  objetivo da ação fiscalizatória é detectar o possível uso indiscriminado de agrotóxicos numa área de pouco mais de seis mil hectares.

A fiscalização se deve às constantes denúncias recebidas pelos órgãos ambientais, referentes ao uso indiscriminado de agrotóxico nas culturas de banana e que acarretam a contaminação de nascentes, que são classificadas como áreas de preservação permanente (APP’s). A constatação do uso ilegal de agrotóxicos pode gerar notificação, multa, punição e até destruição de cultura.

Integram a equipe de fiscalização técnicos do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA), da Defesa Agropecuária, da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e da Polícia Ambiental.

Efeitos dos Agrotóxicos – O uso ou contato prolongado com agrotóxico pode contribuir para o aparecimento de sintomas da leucemia. Já, quem consome alimentos com agrotóxicos pode apresentar, entre outros sintomas, o câncer de intestino.

Localização – A Área de Proteção Ambiental Roncador (APA) está localizada entre os municípios de Bananeiras, Borborema e Pirpirituba. Criada pelo decreto estadual nº. 27.204 de junho de 2006, e em conformidade com Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) Lei nº. 9.985, de 18 de julho de 2000, a APA do Roncador tem 6.113 hectares, formados por vegetação de mata atlântica, relevo irregular, com serras, vales e ravinas, e a famosa cachoeira do roncador, um dos locais mais visitados da região.

Por Daniela Carpintero

Bananeiras Online

Sudema garante fiscalização com rigor em carreatas nas eleições da PB

Segundo Ieure Rolim, Sudema vai fiscalizar poluição sonora nas carreatas (Foto: Jhonathan Oliveira/G1)

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) informou nesta quinta-feira (12) que vai atuar com rigor na fiscalização para coibir a poluição sonora durante as eleições na Paraíba. De acordo com o diretor técnico do órgão, Ieure Amaral Rolim, um dos focos será nas realizações de carreatas durante a campanha.

A questão da realização de carreatas durante a campanha eleitoral será discutida na próxima segunda-feira (16) em João Pessoa. O juiz eleitoral Eduardo José de Carvalho, responsável pela propaganda eleitoral de rua, vai se reunir com os representantes dos partidos políticos para disciplinar esses eventos políticos e outras ações de propaganda. Já existe uma sinalização de que ele deve propor o impedimento de carreatas nas principais vias da cidade.

“Nas carreatas a Sudema verificará a questão dos decibéis que a legislação estabelece como limite e se for constatado o abuso, através de medições, a gente vai autuar o responsável e encaminhar os laudos para a Justiça Eleitoral”, disse Ieure Amaral Rolim.

O diretor da Sudema explicou que os carros de som que serão usados na campanha têm que obedecer limites de som, em carreatas ou em outros eventos. Em áreas residenciais o volume não pode ultrapassar 55 decibéis durante o dia e 45 no período da noite, já em setores comerciais o limite é de 65 decibéis no período diurno e 55 no noturno. “Caso durante o período da campanha seja praticado algum tipo de abuso a própria comunidade pode denunciar. Nós fazemos a fiscalização em procedimento conjunto com a Polícia Militar”, completou Ieure destacando que órgãos de trânsito também vão participar da fiscalização.

Ainda conforme o diretor, os carros de som que serão utilizados na campanha eleitoral precisam ter uma licença da Sudema para isso. Antes de serem autorizados os veículos passam por testes. “Após essa avaliação o operador aprende a usar o veículo dentro dos padrões que a legislação estabelece. A Sudema fica junto com os outros órgãos da fiscalização de trânsito fazendo o monitoramento”, acrescentou.

Ieure disse também que mais de 100 pedidos para autorização de uso de carros de som já estão tramitando na Sudema. “Isso não quer dizer que todos eles terão a licença concedida”, ponderou o diretor técnico do órgão.

G1 PB

Sudema: 98 da água dos açudes estão próprias para o consumo

A Secretaria de Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, por meio da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), constatou que 98,95% das águas dos açudes monitorados na Paraíba podem ser destinadas ao abastecimento público, depois de receberam o tratamento adequado. O primeiro IQA (Índice de Qualidade das Águas), realizado em 2012, mostrou que 14,58% dos açudes estão ótimos, 65,62% bons, 18,75% estão aceitáveis no que se refere à qualidade da água e 1,05% está em situação considerada ruim.

O IQA é uma adaptação do índice desenvolvido pela National Sanitation Foudation, em 1970, nos Estados Unidos, também usado em outros Estados brasileiros como base de cálculo para a o levantamento da qualidade da água. Este índice incorpora nove parâmetros, que foram escolhidos pelos diferentes especialistas que o desenvolveram, como sendo os mais relevantes para a avaliação das águas destinadas ao abastecimento público.

A Sudema realizou esse monitoramento em 96 estações, beneficiando 88 municípios. Pelo IQA é possível avaliar a evolução da qualidade das águas mananciais, realizar o levantamento das áreas prioritárias para o controle da poluição das águas, subsidiar o diagnóstico da qualidade das águas doces utilizadas para o abastecimento público e outros usos, auxiliar os técnicos da Aesa (Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba) na emissão de outorgas, identificar e intervir nos açudes onde a qualidade da água esteja degradada, articular ações preventivas de controle como a construção de ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) por parte dos municípios,  além de permitir a fiscalização da qualidade dos lançamentos industriais.

A análise das águas dos açudes é realizada, atualmente, no laboratório da Sudema em João Pessoa, mas esse trabalho será reforçado com a chegada de uma Unidade Laboratorial Móvel, prevista para este ano. Essa unidade móvel vai garantir a ampliação de municípios atendidos, a realização em tempo hábil de procedimentos analíticos, aumentando a confiabilidade das análises físico-química e bacteriológica dessas amostras.

Atualmente, a Sudema está desenvolvendo um trabalho de identificação das fontes poluidoras das bacias paraibanas, para que a poluição causada pelas indústrias e também pelos efluentes domésticos, seja sanada. Posteriormente, esses corpos de água vão passar por um processo de revitalização, o que vai permitir a recuperação da qualidade da água.

paraibaja

Sudema fiscaliza comércio de lenha para fogueiras no período junino

A equipe de fiscalização da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) está trabalhando contra a venda ilegal de lenha para fogueiras, durante o período junino. As ações acontecem todos os dias da semana, em pontos estratégicos de venda de lenha na capital e no interior do estado.

Os fiscais verificam se o comerciante tem autorização da Sudema para a venda da lenha e analisam também a espécie da lenha, se ela foi extraída de árvores frutíferas, exóticas ou nativas. Caso a lenha seja de árvore nativa, o comerciante é autuado em flagrante e a lenha apreendida.

Expor à venda produtos de origem vegetal, sem licença, é considerado crime. Este tipo de delito está enquadrado em duas leis, a de crimes administrativos e a de crimes ambientais. Nas infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, que são regidas pelo Decreto Federal 6.514, no artigo 47, a multa é de R$ 300,00 (trezentos reais) por unidade ou por metro cúbico.  Já nas leis de crimes ambientais, artigo 46, a pena prevê detenção de seis meses a um ano, além da multa no mesmo valor da aplicada por crime administrativo.

A lenha permitida para a venda é a originária de qualquer árvore frutífera e das árvores exóticas como, algaroba e eucalipto. Já a lenha retirada de árvores da espécie jurema e marmeleiro é considerada ilegal e tem sua venda proibida, por significar desmatamento de áreas de florestas brasileiras.

Para o consumidor estar amparado na hora da compra da lenha, basta solicitar ao vendedor a autorização de venda da Sudema. Em caso de qualquer irregularidade, o consumidor deve procurar a Sudema, o Batalhão Ambiental ou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Qualquer denúncia de venda ilegal de lenha pode ser realizada através dos telefones: 3218-5591/8839-1909 (Sudema), 3218-7222 ou 3218-7246 (Batalhão Ambiental) e 0800-61-8080 (Linha Verde/Ibama).

São João Consciente – A Sudema orienta que as fogueiras não sejam feitas sobre o asfalto, embaixo de árvores e da rede elétrica, como também deve ser respeitada a distância mínima de 200 metros de escolas, hospitais e parques. Outra orientação para brincar o São João de forma consciente é para que os moradores se organizem e façam apenas uma fogueira por rua, minimizando assim a emissão de poluentes atmosféricos.

paraibaurgente

Ramalho diz que lixão de Bananeiras está em local determinado pela SUDEMA

Em contato com a redação do Bananeiras Online na noite desta segunda-feira, 21, o ex-deputado Ramalho Leite falou sobre a localização do lixão de Bananeiras e disse que o Procurador do Município já apresentou defesa e juntou documentos dizendo que foi a  SUDEMA quem determinou o ponto, mesmo sendo provisoriamente.

Segundo Ramalho, não há no local lixo hospitalar, pois existe  uma empresa contratada da prefeitura que faz o recolhimento semanalmente, também ressaltou que a Sudema e o Cooperar estão congregando os municípios para elaboração dos projetos de destinação final dos resíduos sólidos.

Antes o lixão ficava a poucos metros da Escola Normal em pleno Conjunto Major Augusto Bezerra. Da mesma forma é bom que se saiba, o lixão de Solânea chega à barragem via riacho Mariana, lembrou.

Até o prazo da lei, 2014, Bananeiras terá seu projeto de aterro sanitário, mas precisa conseguir recursos, pois custa caro e não é obra para um Município só, finalizou.

Leia tambémSUDEMA multa Prefeitura de Bananeiras por danos ambientais

Bananeiras Online

SUDEMA multa Prefeitura de Bananeiras por danos ambientais

A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA), notificou e  multou em R$ 10 mil a Prefeitura de Bananeiras  por   danos  ambientais  causados  pelo lixão  instalado  dentro da bacia  da Barragem   de Jandaia. Fiscais do órgão  constataram que,  além  do risco de contaminação dos afluentes pelo chorume decorrente dos resíduos sólidos, o solo da área tambémestá sendo  contaminado  por  materiais  da  construção   civil . O relatório da  fiscalização  foi  encaminhado  ao  Ministério Público.

A   Sudema  recomendou  a relocação  do lixão  para outra  área  da  cidade.Todos  os  municípios brasileiros  têm  até   agosto de 2014  para acabarem com os  seus  lixões  a céu  aberto, segundo o Plano  Nacional  de Resíduos  Sólidos  aprovado em 2010.

Leia também – Moradores denunciam: ‘lixão de Bananeiras’ contamina principal afluente da barragem de Jandaia

A Sudema  ainda solicitou à Prefeitura de Bananeiras a apresentação de um plano de gerenciamento de  resíduos  sólidos do município, mais  não definiu um prazo para  entrega do documento, bem  como  para  mudança do lixão e remediação dos danos  ambientais  à  área. Segundo o relatório, o solo  do lixão não possui  material impermeabilizante que  evite que chorume dos resíduos sólidos  contamine o solo. Além  disso, foi constado que o gesso resultante de materias da construção civil, depositado no local,  é responsável por aumentar o PH do solo.

O lixão fica próximo a um  riacho que, em um determinado ponto, conhecido como “capela “, encontra-se  com a barragem Jandaia  inaugurada  no mês  passado.

A denuncia  de contaminação das águas  da barragem pelo lixão foi oficializada em abril  deste  ano pela  moradora  do município  Gláucia  Azevêdo. Segundo ela, desde dezembro do ano passado  foi solicitado à  prefeitura  providência em relação ao fechamento do lixão, mais  nada foi feito.  A reportagem não conseguiu  falar  com os gestores da prefeitura.

Correio da Paraíba via Bananeiras Agora

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