Arquivo da tag: soluções

Assembleia debate soluções para reduzir acidentes de trânsito na Paraíba

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (09), sessão especial para debater medidas que possam contribuir com a redução do número de acidentes de trânsito no estado. O evento aconteceu em alusão a Campanha Maio Amarelo, que trata de ações de prevenção de acidentes no trânsito. A sessão foi proposta pelo deputado Eduardo Carneiro e contou com a presença de representantes de departamentos de trânsito estadual e municipais.
O deputado Eduardo Carneiro demonstrou preocupação com alto índice de acidentes registrados no trânsito da Paraíba. De acordo com o parlamentar, um estudo realizado por uma seguradora, que administra o DPVAT, aponta que o estado registrou em 2018 uma média de três pessoas mortas por dia no estado. “A finalidade desta sessão especial é justamente a prevenção a acidentes, a prevenção às mortes por conta do trânsito. Estamos aqui para incentivar campanhas educativas neste sentido”, explicou o deputado.

Para o parlamentar, a união dos órgãos responsáveis pelo trânsito em todo o estado é fundamental para a elaboração de medidas que contribuam com a redução do número de acidentes. “A prevenção é uma necessidade e precisa ser difundida nas câmaras municipais durante todo o mês de maio, que seja difundido também na Assembleia Legislativa e que as prefeituras e o Governo do Estado façam suas campanhas, para alertarmos às pessoas sobre algo que vem causando tantas mortes e tantos acidentes na Paraíba”, declarou Eduardo Carneiro.

Por entender que o trânsito merece atenção durante todo o ano, o deputado Eduardo Carneiro encaminhou, a mesa diretora da ALPB, a solicitação de instalação de uma Frente Parlamentar para proporcionar debates nos municípios, através de sessões especiais e audiências públicas; e a criação da Comenda Fátima Lopes para homenagear, na Assembleia Legislativa, pessoas que dedicam a vida em desenvolver ações que ajudam a salvar vidas no trânsito.

Na avaliação do Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba, Carlos André, proteger a vida no trânsito não compete apenas aos órgãos públicos. Ele parabenizou a iniciativa da Assembleia em promover o debate e ressaltou que é fundamental a inclusão dos deputados, como representantes do povo, na elaboração de leis, de soluções para a problemática do trânsito e na redução de acidentes. “Discutir o trânsito no parlamento mostra que o tema é de extrema relevância para a sociedade. A importância maior em trazer este debate para a Assembleia é mostrar à população de que esta é uma preocupação que todos nós devemos ter, não apenas no Maio Amarelo, mas durante todo o ano”, alertou.

A coordenadora da Divisão de Educação de Trânsito do Departamento de Trânsito Estadual (Detran), Ana Paula Buzetto, acredita que o comportamento do condutor ainda é a principal causa de acidentes nas estradas. Para Ana Paula, a pressa, o desrespeito aos limites de velocidade e a imprudência ainda falam mais alto na cultura da população. Desta forma, o órgão passou a direcionar campanhas educativas também nas escolas. “O Detran acredita que precisamos focar a educação no trânsito nas escolas, desde os anos iniciais. Já estamos em avanço, trabalhando em conjunto com a Secretaria de Estado da Educação, realizando seminários para educar as crianças”, afirmou.

O superintendente da Semob (Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa), Adalberto Araújo, explicou que o órgão tem buscado constantemente trazer melhorias para o trânsito na Capital, através de estudos e levantamentos. A Semob, com base nas metas estipuladas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), vem realizando, segundo o superintendente, ações que possam reduzir o número de vítimas no trânsito.

“Existem recomendações da OMS com relação à redução de acidentes. Uma delas é que até 2020 os órgãos de trânsito, as cidades e os países reduzam em 50% os índices de acidente. Realizamos estudos técnicos que mostram qual o rumo a seguir, para que possamos salvar pessoas, já que tem muita gente morrendo. Todos nós temos que nos unir contra esse absurdo”, avaliou o superintendente.

A presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Giordana Coutinho Meira de Brito, disse que a conscientização ainda é o melhor caminho para reduzir o número de vítimas no trânsito. Segundo a presidente, ações de fiscalização e campanhas também contribuem com a mudança de comportamento do condutor. “É muito comum na sociedade dizer que a culpa é do outro. O movimento Maio Amarelo nasceu no Brasil para mostrar que a responsabilidade começa em mim. Então, precisamos chamar a responsabilidade individual. O maior intuito dessa mobilização é a conscientização da sociedade civil organizada”, destacou.

Participaram da sessão especial os deputados Anderson Monteiro, Cabo Gilberto e Douto Paula; a representante do movimento Maio Amarelo, Abimadabe Vieira; a presidente do Instituto Brasileiro de Mobilidade, Raíssa Coelho Marques; o superintendente de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande, Félix Neto; o presidente do Instituto VIA, João Eduardo Morais de Melo; a presidente da Associação dos Centros de Formação de Condutores da Paraíba, Sara Carvalho; além de representantes de entidades e da sociedade civil organizada.

agenciaalpb

 

Prefeito Chió visita Comunidades para discutir soluções sobre o abastecimento de água

chioO Prefeito Chió, visitou na tarde do último domingo (25/01) as comunidades do bairro Brito Lira, Bela Vista e conjunto Mutirão, para conversar diretamente com a população sobre o abastecimento de água. A prefeitura está instalando pontos de abastecimento coletivos de água nas comunidades, e o prefeito esteve pessoalmente nestes locais para conversar com os moradores sobre a estratégia de abastecimento de água.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

As secretarias municipais de Infraestrutura e Agricultura montaram uma estratégia de abastecimento de água na zona urbana, tendo em vista o colapso ocorrido com manancial que abastece o Município. Foram mapeamentos pontos de abastecimento coletivos onde a prefeitura coloca água para a população. Outra ação emergencial realizada foi a adaptação do veículo do PAC2 (Veiculo Caçamba) para ajudar no abastecimento de água. Além dessas ações vale também salientar que a prefeitura irá dialogar com as comunidades a gestão das águas, para que o abastecimento e fornecimento aconteçam organizados e para todos.

 

SECOM

Conheça soluções para a crise da água em seis cidades do mundo

A crise da água no Sudeste brasileiro, que afeta milhões de pessoas, desperta discussões sobre mudanças climáticas, consumo, investimentos e alternativas de abastecimento.

AFP

Crise da água em São Paulo desperta discussões sobre abastecimento, consumo e clima

Diversas cidades do mundo também enfrentam ou enfrentaram desafios semelhantes, envolvendo seca, desperdício e excesso de consumo. A experiência delas pode servir de lição para São Paulo e as demais cidades brasileiras que sofrem com a falta d’água?

A BBC Brasil identificou seis cidades que tentam solucionar suas crises de abastecimento e perguntou ao Instituto Socioambiental (ISA) até que ponto as medidas se aplicariam à realidade paulista:

Pequim – Transposição de água

A China está entre os 13 países listados pela ONU com grave falta d’água: com 21% da população mundial, o país tem apenas 6% da água potável do planeta.

Reuters

China realiza transposição de água do sul para abastecer Pequim

Cerca de 400 cidades do país enfrentam obstáculos de abastecimento, e Pequim é uma delas: com uma população crescente, a capital já consome mais água do que tem disponível em seus reservatórios.

Além disso, diversos rios chineses secaram recentemente em decorrência de secas prolongadas, crescimento populacional, poluição e expansão industrial.

Para enfrentar a questão, a companhia de água de Pequim está apostando em um projeto multibilionário para redirecionar rios, o Projeto de Desvio de Água Sul-Norte, cuja primeira etapa deve ser concluída neste ano.

O objetivo é mover bilhões de metros cúbicos de água do sul ao norte (mais árido) anualmente ao longo de uma distância superior à que separa o Oiapoque do Chuí (extremos do Brasil), a um custo que deve superar os US$ 60 bilhões. Seria necessária a construção de 2,5 mil km de canais.

– É viável em SP? O governador paulista, Geraldo Alckmin, propôs uma obra de transposição para interligar o Sistema Cantareira à bacia do rio Paraíba do Sul – proposta polêmica, já que este último é a principal fonte de abastecimento do Estado do Rio de Janeiro, mas vista como “viável” pela Agência Nacional de Águas (ANA). O custo estimado é de R$ 500 milhões.

No entanto, para Marussia Whately, consultora em recurso hídricos do ISA (Instituto Socioambiental), São Paulo estaria avançando sobre outras fontes de água sem cuidar da água que tem disponível atualmente.

“Vamos investir em grandes obras antes de pensar na gestão das perdas de água, no consumo e na degradação das fontes de água atuais?”, questiona.

Perth, Austrália – Dessalinização 

Perth é a “cidade mais seca” entre as metrópoles da Austrália. Segundo a presidente da Western Australia Water Corporation, Sue Murphy, as mudanças climáticas ocorreram mais rápido e antes do que era esperado no oeste do país. “Nos últimos 15 anos, a água de nossos reservatórios foi reduzida para um sexto do que havia antes”, disse à BBC em junho.

Reprodução/BBC

Grande parte do suprimento de água de Perth vem de plantas de dessalinização

A cidade construiu duas grandes estações para remover o sal da água coletada no Oceano Índico e torná-la potável.

Hoje, Perth obtém metade de sua água potável a partir do mar. Mas os ambientalistas criticam o processo por ser caro e demandar muita energia. Os moradores sentiram o impacto em suas contas de água, que dobraram de valor nos últimos anos.

A cidade também está fazendo experimentos com o sistema Gnangara, sua maior fonte hídrica subterrânea. Por uma década, Perth injetou nos aquíferos subterrâneos a água que foi usada pela população, já tratada. A água é filtrada naturalmente pelo solo arenoso e depois extraída para ser consumida pela população ou usada na irrigação agrícola. O teste foi considerado bem-sucedido, e um programa oficial foi estabelecido – sua meta é obter desta forma 7 bilhões de litros por ano.

“Com um clima mais seco, precisamos ser menos dependentes de chuva, por isso apoiamos estes projetos”, disse Mia Davies, ministra de Água e Florestas do Leste da Austrália. Ao mesmo tempo, houve uma campanha pelo uso racional da água, o que fez com que a demanda por água hoje seja 8% menor do que em 2003, apesar de a população ter crescido mais de 30%.

– É viável em SP? A dessalinização não seria uma opção coerente, diz Whately, do ISA, já que São Paulo não é cidade costeira e o Brasil tem um enorme patrimônio de água doce. Ao mesmo tempo, já se fala em recorrer ao uso emergencial de água usada: o governo paulista anunciou nesta semana planos de construir uma Estação de Produção de Água de Reúso na zona sul de São Paulo.

Nova York, EUA – Proteção de mananciais

Uma das maiores cidades do mundo, Nova York iniciou nos anos 1990 um amplo programa de proteção aos mananciais de água, para prevenir a poluição nessas nascentes e, assim, evitar gastos volumosos com tratamento ou busca de novas fontes de abastecimento.

O projeto incluiu aquisição de terras pelo governo nas nascentes de água, com o objetivo de proteger sua vegetação e garantir que os lençóis freáticos continuassem a ser alimentados; assistência financeira a comunidades rurais nessa região em troca de cuidados com o meio ambiente; e mitigação da poluição nos mananciais. Com isso, a cidade conseguiu ampliar em décadas a vida útil de seus mananciais.

O programa também envolveu campanhas pela redução do consumo. Dados oficiais apontam que o consumo per capita da cidade era de 204,1 galões de água por dia em 1991 e caiu para 125,8 galões/dia em 2009.

– É viável em SP? Para Whately, trata-se da opção mais adequada para a realidade paulista: “A ideia (em Nova York) foi pensar o recurso que eles tinham disponíveis e cuidar deles, em vez de investir em obras”, diz.

Zaragoza, Espanha – Conscientização e metas

Secas severas nos anos 1990 deixaram milhões de espanhóis temporariamente sem água. Mas um relatório da Comissão Europeia aponta que o maior problema no país não costuma ser a falta de chuvas, e sim “uma cultura de desperdício de água”.

A cidade de Zaragoza, no norte, encarou o problema com uma ampla campanha de conscientização em escolas, espaços públicos e imprensa pelo uso eficiente da água e o estabelecimento de metas de redução de consumo. Dos cerca de 700 mil habitantes, 30 mil se comprometeram formalmente a gastar menos água.

Água preciosa

Segundo a ONU, até 2025, dois terços da população mundial enfrentarão dificuldades com a falta d’águaMais de 1 bilhão de pessoas que moram em cidades poderão viver com menos de 100 litros por dia – limite da ONU para uma vida saudável – e mais de 3 bilhões terão falta d’água por um mês a cada ano, de acordo com um estudo na Nature Conservancy.

A estratégia incluiu incentivos para a compra de aparelhos domésticos econômicos (chuveiros, vasos sanitários, torneiras e máquinas de lavar louça eficientes, cujas vendas aumentaram em 15%); melhoria no uso da água em edifícios e espaços públicos, como parques e jardins; e cuidados para evitar vazamentos no sistema.

A meta estabelecida em 1997, de cortar o consumo doméstico de água em mais de 1 bilhão de litros água em um ano, foi atingida. Antes da campanha, diz a Comissão Europeia, apenas um terço das casas de Zaragoza praticava medidas de economia de água; ao final da campanha, eram dois terços. O consumo total caiu mesmo com o aumento no número de habitantes.

“O projeto mostrou que é possível lidar com a falta d’água em um ambiente urbano usando uma abordagem economicamente eficiente, rápida e ecológica”, diz o 2030 Water Resources Group, consórcio que reúne ONGs, governos, ONU e empresas em busca de soluções ao uso da água no mundo.

– É viável em SP? Não apenas viável como necessário, diz Whaterly, do ISA. “Se houvesse, por exemplo, um amplo programa de incentivos à aquisição de hidrômetros individuais (em vez de coletivos) nos edifícios de São Paulo, haveria uma economia brutal de água”, opina. “Também são necessários incentivos à construção de cisternas e sistemas individuais de reúso da água.”

Whately opina também que, ante a urgência da situação, a cidade precisa fixar metas e incentivos à redução do consumo mais duras do que as promovidas atualmente pela Sabesp – por exemplo, forçando consumidores maiores a cortar mais seu gasto de água e debatendo a imposição de multas a quem aumentou o consumo em plena estiagem.

Cidade do México – Novos aquíferos

Em junho, o presidente mexicano Enrique Peña Nieto afirmou que 35 milhões de habitantes do país têm pouca disponibilidade de água, tanto em qualidade como em quantidade.

Essa escassez é grave na própria capital, a Cidade do México, onde uma combinação de fatores – como grande concentração populacional, esgotamento de rios e tratamento insuficiente da água devolvida ao solo – causa extrema preocupação.

Em 2009, partes da cidade foram submetidas a racionamento de água após uma forte seca; e autoridades ouvidas pela imprensa local afirmam que, no ritmo atual, a cidade pode não ter água o suficiente em 2030.

Uma aposta da Cidade do México são aquíferos identificados no ano passado, cuja viabilidade está sendo estudada. Estão sendo perfurados poços para não apenas confirmar a existência das fontes subterrâneas de água, mas também avaliar sua qualidade para consumo humano.

Até 2016, as autoridades dizem que será possível saber se os aquíferos serão ou não uma alternativa de abastecimento para a megalópole. O problema, dizem, é que a perfuração, a 2 km de profundidade, deve sair muito mais cara do que perfurações de fontes mais próximas à superfície.

E muitos dizem que, além de buscar novas fontes, a cidade precisa aprender a evitar os desperdícios do sistema e a utilizar a água atual de forma mais eficiente.

– É viável em SP? Para Whately, o uso de água subterrânea já é uma realidade para diversas cidades brasileiras, mas, por serem importantes reservas de água para o futuro, seu uso deve ser racional. “Ainda temos pouco conhecimento a respeito de nossos aquíferos. Eles precisam ser melhor estudados e mais bem cuidados – por exemplo, há locais em que o uso de agrotóxicos (no solo) pode prejudicá-los.”

Cidade do Cabo, África do Sul – Guerra ao desperdício

Khayelitsha, a 20 km da Cidade do Cabo, é uma das maiores “townships” (como são chamadas as comunidades carentes sul-africanas) do país, com 450 mil habitantes. No início dos anos 2000, uma investigação descobriu que cerca de uma piscina olímpica era perdida por hora por causa de vazamentos em sua rede de água.

Thinkstock

Bairro próximo à Cidade do Cabo fez enorme economia de água ao reformar encanamento

A principal fonte de desperdício eram os encanamentos domésticos, muitos dos quais deficientes e incapazes de resistir alta à pressão de bombeamento da água.

Com isso, aumentavam o consumo de água e também a inadimplência, já que muitas pessoas não conseguiam pagar as contas mais caras. Além disso, a Cidade do Cabo vive sob constante ameaça de falta d’água.

Um projeto-piloto de US$ 700 mil, iniciado em 2001, funcionou em duas frentes: a reforma de encanamentos ruins e a redução da pressão da água fornecida ao bairro, para evitar os vazamentos.

Segundo um relatório do governo da Cidade do Cabo, o projeto custou menos de US$ 1 milhão e o investimento foi recuperado em menos de seis meses.

Com a iniciativa, aliada a uma campanha de conscientização para evitar desperdícios, Khayelitsha conseguiu economizar 9 milhões de metros cúbicos de água por ano, equivalente a US$ 5 milhões, segundo o consórcio 2030 Water Resources.

– É viável em SP? Para Whately, as perdas de água também são um “problema enorme” em São Paulo. “Quase um terço da água é perdida (no caminho ao consumidor), o que equivale a todo o volume do Guarapiranga e Alto Tietê juntos”, diz.

 

iG

Descubra como eliminar espinhas do rosto com soluções caseiras

Espinhas no rosto são um verdadeiro incômodo. Além de dolorosas, elas influenciam no aspecto estético, já que ninguém gosta de sair por aí com essas pequenas bolinhas. Confira nesse artigo como eliminar espinhas do rosto com soluções caseiras.

Saiba como eliminar espinhas do rosto em casa

A acne pode atingir pessoas de todas as idades, embora seja mais comum em determinados grupos de pessoas, como os adolescentes e as gestantes, que experimentam significativas alterações hormonais – a principal causa das espinhas.

como-eliminar-espinhas-do-rosto

Espinhas no rosto afetam autoestima, mas podem ser eliminadas sem sair de casa. Foto: Shutterstock

Quando as espinhas aparecem, normalmente as pessoas buscam um tratamento para eliminá-las. Nem sempre, porém, elas  têm disposição, tempo ou dinheiro – ou então os três juntos – para enfrentar o problema.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Como eliminar espinhas do rosto em 3 truques caseiros

Que tal, então, optar por soluções caseiras? Quer saber como eliminar espinhas do rosto dessa forma? Confirma abaixo algumas opções.

1. Urtiga? Mas não dá coceira?

Normalmente, você associa a urtiga à coceira, certo? Mas você sabia que ela é riquíssima em vitaminas, como as do complexo B, C e K e que possui em sua composição diversos minerais, tais como o ferro e o magnésio? Pois é verdade.

Se usada corretamente, essa planta pode trazer benefícios para a pele. Você pode comprá-la já processada e prontíssima para usar, o que talvez seja mais recomendável se você não se sente segura para manuseá-la.

Como fazer o chá? É fácil. Coloque uma colher de sopa para cada um litro de água, deixe no fogo por aproximadamente 3 ou 4 minutos até começar a ferver e, finalmente, deixe descansando com a chaleira tampada por, mais ou menos, 10 minutos. Depois basta coar e beber.

Caso você ache o sabor muito ruim – e é possível que isso aconteça – não há mal algum em adicionar uma colher de mel ou de limão para quebrar essa sensação. O chá de urtiga é uma ótima alternativa se você quer descobrir como eliminar espinhas do rosto, pois a planta possui propriedades anti-inflamatórias.

2. Água de rosas e suco de limão, uma mistura incomum

Por essa você não esperava, mas da mistura da água de rosas com suco de limão é possível sair uma ótima dica de como eliminar espinhas do rosto. Basta misturar bem os dois ingredientes em medidas idênticas, pegar um algodão e passar esse “remédio” no rosto, enxaguando algum tempo depois – deixe agir de 15 a 30 minutos.

A água de rosas é um ótimo produto para a limpeza facial, auxiliando no fechamento dos poros e deixando a pele sempre com um aspecto macio e fresco. O suco de limão, por sua vez, é um ótimo agente antibacteriano e por isso pode ser tão benéfico na luta contra as espinhas no rosto, que também podem se originar das bactérias.

3. Aloe vera

Da mesma forma que o suco de limão, o aloe vera é um excelente agente antibacteriano. E por isso é uma maneira muito eficaz de aprender como eliminar espinhas do rosto, já que evita a propagação das bactérias que podem estar causando a acne e é excelente para acelerar o processo de cicatrização.

Além de tudo, o aloe vera dá uma sensação de frescor à pele. Portanto, se você quer uma boa maneira de eliminar espinhas do rosto com soluções caseiras, não deixe de incluir o aloe vera entre elas.

 

doutissima

Vereadores e Prefeitos do Curimataú participaram de Audiência Pública onde foi discutido soluções para a falta de água

 

camaraA falta de água em cidades do Curimataú paraibano e as dificuldades para garantir o abastecimento à população foram o tema de uma audiência pública realizada na noite desta sexta-feira, 12 de setembro, na Câmara Municipal de Dona Inês. Proposta pelo Vereador Donainesense, Demétrio Ferreira, a audiência pública contou com a participação de Vereadores e Prefeitos dos municípios de Araruna, Tacima, Riachão e Dona Inês. Um grande número de populares ocupou os espaços da Casa Legislativa.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O Prefeito de Dona Inês, Antônio Justino, frisou que o município vem sofrendo há mais de 2 anos com a falta de água. “São mais de 15 Ruas em que a água não chega há mais 2 anos”. Informou, acrescentado que o município é o maior prejudicado com a falta de água nas torneiras, pois é o último do sistema. “Temos um caminhão pipa, mas não temos onde pegar a água. Hoje precisamos ir buscar em Pirpirituba, criando gastos elevados.” Comentou. O Chefe do executivo de Dona Inês sugeriu que a CAGEPA liberasse a água da caixa local, para que através do carro pipa, fosse feito a distribuição do líquido precioso para a população. Durante a sua fala Justino denunciou a venda de água pela CAGEPA local. Denúncia que foi ratificada pela Vereadora Rozinha, que já comentou o assunto na Tribuna da Casa e em emissoras de rádios da região. O Vereador Neco de Lolô confirmou a denúncia, dizendo que contratou um carro pipa para pegar água da CAGEPA local, para sua residência. Sobre isso, o Coordenador da CAGEPA de Solânea, Valdeci, que participou da audiência, representando o Presidente, Deusdete Queiroga, disse que a empresa não admite esse tipo de manobra na distribuição de água e que em hipótese algum pipeiro que não esteja conveniado com instituições públicas, pode retirar água dos reservatórios pertencentes à CAGEPA. O Chefe do escritório local esteve na audiência, mas não se pronunciou.

 

O Prefeito de Riachão, Fábio Moura, destacou que a situação do seu município é extremamente complicada, que entende, em parte, a situação da CAGEPA, sabendo que não há condições de oferecer água porque não há o suficiente nos reservatórios, mas que o Governo do Estado tem fechado os olhos para essa situação. “Até agora não há indicativo de ajuda por parte do Governo, que no início do ano retirou os carros pipas que davam apoio”. Comentou, informando que para garantir água para a população da zona urbana, tem sido necessário ir buscar água em Brejinho-RN, há cerca de 60 km, com um consumo de 200 litros de combustível por dia. Ressaltou que seu município não comporta a demanda de água. “Temos amenizado a situação na medida do possível. O governo tem dinheiro para tudo, e não tem dinheiro para o principal, que é a água?”. Pediu por último que o Governo do estado tomasse providências, urgentes.

 

O Prefeito de Tacima, Erivan Bezerra, frisou que a situação de Tacima é semelhante a dos demais municípios. Disse que o abastecimento está sendo feito por carro pipa que vai pegar água em Brejinho-RN. “Colocamos um chafariz na cidade para ajudar no abastecimento que é feito por carro pipa que pega essa água em Brejinho, mas ainda não é o suficiente. Temos um gasto mensal em média de 16 mil reais com o abastecimento”. Informou. “Se não fosse os poços perfurados a situação estaria ainda pior.” Concluiu.

 

Os Prefeitos pediram para que a caixa de água da CAGEPA em Araruna pudesse disponibilizar o abastecimento, via carro pipa, para os municípios vizinhos.

Valdeci disse que a CAGEPA estava ciente de que os municípios pegavam água nas caixas de água, dos escritórios locais. Disse que a intenção da empresa não é fazer a população sofrer e que esta, não está satisfeita com a situação. Disse também que apresentará um relatório da audiência e que levará a sugestão para que as cidades circunvizinhas peguem agua em Araruna, já que hoje a situação do reservatório melhorou. Garantiu que o abastecimento de água será ligado para Dona Inês, Riachão e Tacima, neste sábado (13) e ficará por 48 horas. Informou que a dificuldade no abastecimento se dá em virtude da grande demanda. “Canafístula abastece cerca de 100 mil habitantes. É uma grande demanda.” Disse.

 

O Vereador Presidente da Casa, Demétrio Ferreira, disse que 70% da população de Dona Inês, mora na parte alta, por isso dois dias de distribuição de água, não será o suficiente para atender toda a cidade. Lembrou que vários loteamentos na cidade não têm a rede distribuição e acrescentou que a falta de água na cidade, dificulta a chegada de empresas e investimentos na cidade, prejudicando o desenvolvimento local.

 

Assessoria

Convivência com a Seca: Estado aposta na educação do sertanejo e em soluções criativas para estiagem

secaUm dos maiores problemas enfrentados pelo Nordeste brasileiro é, sem dúvidas, a seca. Este fenômeno natural, conhecido antigo dos sertanejos, que todos os anos trava uma batalha desproporcional contra os agricultores do semi-árido, devastando produções, matando criações e diminuindo potencialmente a população dessas regiões.

 

Tendo em vista as consequências da estiagem, é que o Governo do Estado da Paraíba vem trabalhando no Programa Convivência com a Seca, que investe na educação do sertanajo e proporciona a esta população a oportunidade tomar conhecimento de soluções simples, mas extremamente eficientes para minimizar os problemas da seca.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em andamento desde abril de 2012, o Programa tem reunido diversos órgão e projetos que lidam desde a manutenção do rebanho até a falta de água potável, levando benefícios a quase toda população do sertão paraibano.

 

De acordo com Ernesto Lucena, diretor técnico da Empresa de Assistência Técnica e Educação Rural (Emater), o projeto está empenhado em ações continuas que trabalhem os potenciais dos produtores rurais. “Nossa missão é preparar o agricultor para seca e para chuva. Temos a obrigação moral de instrumentalizar a juventude no convívio com a seca e incentivar os jovens agricultores a buscar pelo empreendedorismo, treinar a juventude para ser empreendedora”, disse.

 

Entre as ações promovidas pela Emater o diretor destacou as atividades de incentivo a educação em comunidades mais distantes que tem reunindo agricultores e estudantes de escolas técnicas de todo estado empenhados em tentar sanar os problemas com medidas criativas e sustentáveis.

 

“A experiência mais recente que tivemos foi no município de Esperança. Buscamos conscientizar sobre os recursos hidrícos, utilização da ração, o re-aproveitamento de elementos, a construção do biodigestor. Procuramos atentar para a sustentabilidade do campo e o entendimento de que velhas práticas não são coerentes ao rendimento e o desenvolvimento da produção”, concluiu o diretor.

Cybele Soares

Frigoríficos do NE discutem soluções para melhorar cadeia produtiva de ovinos e caprinos em Juazeiro/BA

Encontro promovido pelo Aprisco Nordeste será realizado nesta quinta (8) e sexta-feira (9), em Juazeiro (BA)

Os principais frigoríficos do Nordeste se reúnem, nesta quinta (8) e sexta-feira (9), em Juazeiro (BA), para discutir e buscar soluções para os principais problemas nas Cadeias Produtivas das carnes de ovinos e caprinos. O evento, organizado pelo projeto Aprisco Nordeste, terá a participação de diversas entidades e empresas com ações focadas na ovinocaprinocultura.  O Aprisco Nordeste é desenvolvido pelo Sebrae  e tem como coordenador o diretor técnico do Sebrae Paraíba, Luis Alberto Amorim.

De acordo com o analista técnico do Aprisco Nordeste, Jucieux Palmeira, o Painel “Limitações, Oportunidades de Negócios e Prioridades nas Cadeias Produtivas das carnes de ovinos e caprinos” tem como principal objetivo encontrar soluções para os gargalos entre os produtores. “Da porteira para fora todo o processo está bem organizado, seguindo as legislações e produtivamente adequado. A questão é da porteira para dentro. É preciso conscientizar os produtores para o melhoramento das carnes, garantindo mais qualidade e excelência”, explicou Jucieux Palmeira.

O analista do projeto Aprisco Nordeste ressaltou o melhoramento genético e o abatimento de animais com até 120 dias como alternativa para aumentar a qualidade da carne. “No final do encontro, será elaborado um documento com soluções para aperfeiçoar o processo produtivo, que será enviado a todos os frigoríficos da região Nordeste. Eles são as principais de pontes de contato com os produtores e são peças fundamentais nessa melhoria”, destacou..

Entre os temas que serão discutidos no evento, estão: “Visão geral do setor da industrialização e transformação de carnes de ovinos e caprinos no Brasil e na Região Nordeste (Cristiane Rabaoli- Diretora Estância Celeiro – MT), “Ações e estratégias do Instituto Nacional de Carnes de Uruguai – INAC- na consolidação e desenvolvimento do marcado de carne ovina” (Engenheiro Agrônomo  Jorge Acosta – Uruguai), “A importância e as vantagens da integração dos produtores no desenvolvimento da carne de ovinos com Identificação Geográfica Protegida ‘CORDEREX’”(Raúl Muñiz Cimas – Espanha), “Um exemplo de integração nacional. ‘Cordeiro Castrolanda’” (Tarcísio Bartmeyer – Cooperativa Castrolanda / Paraná).

Os representantes dos frigoríficos que participarão do evento irão apresentar a situação atual, principais problemas, possibilidades de crescimento, além de sugestões para superar as limitações e potencializar a empresa e o setor como um todo.

Realizado pelo projeto Aprisco Nordeste, com parceria do Sebrae Bahia, o Painel “Limitações, Oportunidades de Negócios e Prioridades nas Cadeias Produtivas das carnes de ovinos e caprinos” deve reunir cerca de 30 dos principais frigoríficos nordestinos. O evento conta com o apoio do Sebrae Nacional, Governo do Estado da Paraíba, Governo do Estado da Bahia, Ministério da Agricultura, da Embrapa Caprinos e de frigoríficos da Bahia.

O que é o projeto Aprisco – O Projeto Aprisco promove ações permanentes de capacitação e estratégias que garantem inserção no mercado e inovação tecnológica nos rebanhos. O programa cria um ambiente favorável a integração regional dos segmentos produtivos da cadeia da caprinovinocultura, de forma associativista, buscando o fortalecimento e desenvolvimento sustentável do setor, através da inserção competitiva no mercado regional e nacional, da inovação tecnológica e da organização da governança regional.

UNIDADE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING
SEBRAE PARAÍBA