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Tião Gomes diz que milhões arrecadados por cartórios é a solução para manutenção de comarcas na PB

O deputado estadual Tião Gomes (Avante) trouxe durante discurso na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nesta terça-feira (1), uma sugestão ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para barrar o fechamento de comarcas no Estado. O parlamentar adiantou que vai até o presidente da Corte, o desembargador Márcio Murilo, para falar sobre o concurso para os cartórios da Paraíba.

“Irei agendar uma reunião com o desembargador Márcio Murilo, para solicitar mais informações sobre o concurso público para os cartórios e também como será destinada a verba que futuramente será arrecada, além disso, irei solicitar que seja realizado um novo concurso para que 100% dos cartórios na Paraíba fiquem sob o comando do TJ, tirando dessas famílias que enriqueceram à custa do dinheiro que deveria voltar para o povo”, falou Tião.

O parlamentar explicou que há uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para a realização do primeiro concurso público para preenchimento dos cartórios extrajudiciais vagos na Paraíba e em outros estados. Esse edital que foi lançado em 2013 teve apenas a aplicação da prova objetiva seletiva e da prova prática, porém a prova oral deve ser realizada até o fim do ano.

“Esse é um dos concursos mais longos da Paraíba, já dura 6 anos. Acredito que o TJ deve marcar um segundo concurso para atender a demanda dos 25 cartórios que estão vagos e em sua maioria usando o nepotismo que é proibido pelo provimento 77, de 7 novembro de 2018,  cujo teor é: a designação de substituto para responder interinamente pelo expediente não poderá recair sobre cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau do antigo delegatário ou de magistrados do tribunal local.  E o que mais vemos são cartórios passados de mãe para filho, filho para neto, pai para filho, etc”, explicou o deputado.

O deputado ainda citou como exemplo de nepotismo o cartório da cidade de Areia, no Brejo do estado. “Por exemplo, em Areia, o cartório passou de pai para filho, que passou para a mãe e agora está sob o comando da irmã, tudo isso em pouco mais de dois anos. Se esse concurso for realmente finalizado, acabará com o monopólio familiar. A medida determinada pelo CNJ com o concurso para os cartórios, visa adequar os serviços notariais e de registro do Estado à Constituição Federal, que exige a outorga de delegações exclusivamente por concurso público. Ou seja, os cartórios deixariam de ser comandados por ricos e poderosos para ser coordenados pelo Tribunal de Justiça”.

Anualmente, os cartórios da Paraíba chegam a arrecadar em média até R$ 100 milhões, o que seria quase a metade do orçamento anual do Tribunal de Justiça. “Com a finalização do concurso em andamento e realização de um novo concurso, esses recursos passariam a entrar diretamente no cofre do Tribunal de Justiça, que é quem coordena os cartórios. Para se ter uma noção, de acordo com a tabela de Emolumentos da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba (Anoreg), só pela distribuição de títulos para protestos no valor de R$ 50 mil, o cartório leva R$ 594”, concluiu o deputado.

 

portaldolitoralpb

 

 

Ninão não consegue mais andar e solução seria um tratamento em João Pessoa

Com 2 metros e 37 centímetros de altura e 193 quilos o homem mais alto do Brasil, o paraibano de Assunção, ‘Ninão’ está com um problema no osso de um dos pés e agora anda apoiado em uma muleta ou em uma cadeira de rodas adaptados.

O problema de saúde foi descoberto no ano passado e deixou o gigante, internado por três meses no Hospital Universitário de Campina Grande, Alcides Carneiro.

A infecção no osso é de difícil tratamento e os médicos disseram que a única solução seria a amputação, já que os remédios não estavam surtindo efeito.

Como não quis o procedimento, Ninão recebeu alta e, as limitações corriqueiras na vida dele devido ao gigantismo, piorou, pois, o homem de 33 anos, agora depende exclusivamente dos cuidados da esposa.

Graças a ajuda de empresários, amigos e familiares a casa foi adaptada, assim como as muletas, cadeira de rodas, carro, bota ortopédica, no sentido de garantir algum conforto ao gigante, já que, segundo ele, a aposentadoria só dá para o essencial.

A esperança de Ninão é um tratamento realizado em João Pessoa, o problema é que este é muito caro.

– Existe tratamento em João Pessoa que surte bons efeitos em quem tem infecção no osso. Se conseguir fazer eu tenho esperança que vou ficar curado e voltar a andar – disse.

As informações da TV Paraíba/Paraíbaonline

 

 

 

Encontro nacional reforça que desencarceramento é única solução ao sistema prisional

encontroCom a proposta comum de descontruir o punitivismo vigente na sociedade brasileira, 120 pessoas, de diferentes grupos que atuam pela promoção de direitos humanos, além de egressos do sistema penal e familiares de pessoas presas, participaram em 8 de outubro, na Casa de Oração do Povo da Rua, em São Paulo (SP), de um encontro de reflexão sobre a Agenda Nacional pelo Desencarceramento, que lançada em 2013 propõe, a partir de 10 diretrizes, o amplo desencarceramento no país e a desmilitarização das polícias.

As reflexões iniciais do encontro foram feitas em uma mesa-redonda, mediada por Paulo Cesar Malvezzi Filho, assessor jurídico da Pastoral Carcerária, da qual participaram o Padre Valdir João Silveira, coordenador nacional da Pastoral Carcerária; Débora Silva, do movimento Mães de Maio; e Monique Cruz, da ONG Justiça Global.

Ainda na primeira parte do evento, houve espaço para as falas de outras pessoas presentes. Chamou a atenção o relato dos familiares de presos que denunciaram a recorrência das práticas de revista vexatória nas visitas às unidades prisionais e falaram da revolta dos presos com as condições em que vivem; e o testemunho de egressos sobre a realidade perversa do ambiente prisional, com frequentes torturas físicas e psicológicas, seja em unidades geridas pelo Estado ou pela iniciativa privada por meio das PPP´s.

É urgente desencarcerar e desmilitarizar

Em sua reflexão inicial, Padre Valdir alertou para a urgente necessidade de desmilitarização das polícias, tendo em vista que segundo dados do 9º Anuário do Fórum de Segurança Pública, em média, três pessoas são vítimas da letalidade policial por hora. Nesse sentido, o Padre defendeu o fortalecimento da polícia comunitária, com vistas à promoção conjunta de políticas de segurança que respeitem a cidadania e os direitos humanos das minorias.

Ainda segundo Padre Valdir, atualmente a polícia atua pautada em estereótipos para a resolução de conflitos, o que leva à criminalização da pobreza, uma vez que são alvos principais da ação policial os jovens, negros e periféricos.

No que se refere à expansão da população carcerária no Brasil, hoje próxima a 700 mil pessoas, Padre Valdir enfatizou que a atual política de guerra às drogas jogou o país em um cenário de violência sistêmica contra as classes menos favorecidas, causando morte e o aumento da população carcerária.

O Padre falou ainda dos efeitos nocivos da criminalização das drogas e rebateu a ideia de que legalizá-las levaria a uma escalada no consumo. Para ele, o aumento da criminalidade, comumente apresentado como consequência do consumo de drogas ilícitas, é na realidade resultante do efeito da própria criminalização das drogas, sendo o atual proibicionismo a mola propulsora do encarceramento em massa e do fortalecimento violento das ações policiais.

Em resumo, no entender do coordenador nacional da PCr, o Estado deve abrir mão da repressão penal, que é uma solução enganosa, para valer-se de mecanismos alternativos para o tratamento da questão das drogas.

Também Monique Cruz, da Justiça Global, afirmou que a ONG é contrária a qualquer tipo de criminalização das drogas, seja do usuário, seja da própria substância. “A proibição de drogas

não diminui o consumo, ao contrário, permite que crianças estejam relacionadas a esse mercado, então, cria-se um mercado ilegal no qual circula muito dinheiro”, afirmou.

Ainda segundo Monique, existe um discurso socialmente construído de que a pessoa presa deve ser sempre tratada como inimiga, não merecendo ter a sua dignidade respeitada pela polícia, pelo judiciário ou sequer pelos serviços de saúde quando precisa.

Débora da Silva, das Mães de Maio, também lamentou a recorrente truculência das ações policiais, e nesse sentido disse ser indispensável a desmilitarização das polícias. Pediu, ainda, que o Ministério Público dê especial atenção às denúncias que são feitas pelos familiares dos presos e não tenham subserviência aos tribunais de justiça.

Para o Padre Gianfranco Graziola, vice-coordenador nacional da Pastoral Carcerária, é preciso combater as causas do encarceramento em massa. “Tem a questão da droga, tem a questão de hoje se conceber a sociedade como um quartel, com a militarização não só da polícia, mas do Estado, do Judiciário, de todo um sistema”, avaliou, lamentando, ainda, que “os poderes públicos constituídos não são democráticos e não querem quebrar o paradigma, mas nós continuamos a bater na porta deles para dizer que não concordamos com isso”.

Como mudar essa realidade?

Na segunda parte do encontro, divididos em grupos, os participantes discutiram sobre como articular uma mobilização antipunitivista na sociedade brasileira, a partir do fortalecimento das lutas locais e nacionais e da mobilização de outras pessoas e coletivos para que se juntem na luta pelo desencarceramento e pela desmilitarização das polícias.

Dentre as muitas sugestões apresentadas, que não são deliberações finais, estão um foco inicial maior na luta pelo desencarceramento dos presos provisórios (hoje mais de 40% do total de pessoas encarceradas); mapear todas as entidades e grupos nos estados que dialogam com a questão do desencarceramento; elaboração de agendas específicas em cada estado para somar às propostas da Agenda Nacional de Desencarceramento; criação de grupos de trabalho em diferentes áreas do saber sobre o tema; divulgar a agenda a partir de ferramentas de artes, como forma para a crítica do encarceramento em massa; instigar a criação de uma frente parlamentar para pautar o desencarceramento junto a deputados e senadores; e tornar a data de 2 de outubro como o Dia Nacional de Luta pelo Desencarceramento.

Outras sugestões foram apresentadas por quase a totalidade dos grupos: ouvir sempre o que os familiares dos presos, os encarcerados e os egressos têm a dizer sobre as políticas prisionais no país; tornar a linguagem da atual agenda mais simples, mais popular e menos técnica, para que seja compreendida por um número maior de pessoas; fortalecer a temática do desencarceramento nas mídias sociais dos diferentes coletivos; criar uma rede de comunicação (por e-mail ou mídia social) para circular informações sobre o tema e voltar a fazer um encontro nacional sobre a temática em 2017, em outra cidade do país.

O encontro de 8 de outubro, em São Paulo, foi articulado pela Pastoral Carcerária, movimento Mães de Maio, Justiça Global, Ação Educativa, Associação Juízes para a Democracia (AJD), IBCCRIM, Margens Clínicas, Centro de Direitos Humanos do Sapopemba, Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Conselho Indigenista Missionário (CIMI), assessoria da Comissão Caridade, Justiça e Paz da CNBB, Fala Guerreira, Centro Santos Dias de Direitos Humanos, Amparar, Instituto Terra, Trabalho,

Cidadania (ITTC), Instituto Práxis de Direitos Humanos, Cáritas Brasileira, Instituto Paulista de Juventude (IPJ), Pastoral da Juventude Nacional, Pastoral Operária Nacional, Grupo de Amigos e Familiares de pessoas presas de Belo Horizonte, Pastoral do Povo de Rua, LEAP Brasil, Mecanismo de Combate e Prevenção à Tortura do Rio de Janeiro, Pastoral do Menor Nacional, Grupo Elas Existem, Casa Viviane, Centro de Juventude Anchietanum, Associação Nacional de Travestis e Transexuais, Coletivo DAR, Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude, Programa Magis Brasil – Jesuítas, Casa Viviane, entre outras organizações.

Por Assessoria de Imprensa da Pastoral Carcerária Nacional

(Daniel Gomes, Edcarlos Bispo e Marcelo Naves)

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Maranhão: impeachment não é a melhor solução

maranhãoO senador José Maranhão (PMDB), comentando os manifestos agendados para este domingo, pedindo a saída da presidente Dilma Rousseff (PT), mostrou-se contrário ao protesto, ao afirmar-se contra o impeachment. “Não é o melhor caminho”, afirmou o peemedebista.

Presidente da Executiva do PMDB na Paraíba, Maranhão disse não ver vantagem no impeachment para ascender um colega partidário, o vice-presidente Michel Temer, ao cargo de presidente da República. Ele entende que o partido poderia até se beneficiar da manobra, mas alerta que “se em uma eleição regular ficaram ressentimentos, imagine um impeachment num momento como esse!”.

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José Maranhão, que defende a postura de integrar a base aliada da presidente, demonstra preocupação com a medida que está sendo adotada pelos opositores, em tentar retirar a presidente do cargo “à força”. “Mesmo que o Brasil esteja vivendo um momento difícil, a saída de Dilma não resolve os problemas. Há segmentos da sociedade que estão defendendo a linha de impeachment. Eu não acho isso a melhor solução”, disse.

 

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Justiça tenta encontrar solução para dívidas de R$ 95 bi em precatórios

dividasO Conselho Nacional de Justiça promove nesta 4ª feira (11.fev.2015) encontro nacional em São Paulo para discutir meios de reduzir a longa fila de precatórios –dívidas públicas, reconhecidas pela Justiça, devidas a cidadãos e empresas.

No Brasil, somando as pendências de municípios, Estados, Distrito Federal e União, a dívida é de R$ 95 bilhões, segundo o último dado disponível, de setembro de 2014. É uma dinheirama que deveria ser paga aos credores, mas fica à mercê da disponibilidade política e orçamentária dos chefes de Executivo.

O maior débito é dos Estados e o Distrito Federal, com cerca de R$ 55 bilhões. Em seguida, vêm os municípios, com R$ 39 bilhões, e a União, com R$ 935 milhões. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça.

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O Estado de São Paulo e seus municípios estão no topo da lista, com dívida total de R$ 46,7 bilhões, 49% do total. Em segundo lugar aparece o Estado e municípios do Paraná, com R$ 12,9 bilhões, seguido pelo Rio Grande do Sul e seus municípios, com R$ 7,7 milhões (tabela abaixo).

precatorios

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que no ano passado disse ser “um vexame” a dívida brasileira com os precatórios, fará a palestra de encerramento do encontro, na 5ª feira (12.fev.2015).

PROPINA
A busca de caminhos ilícitos para antecipar o pagamento dos precatórios está na gênese da prisão do doleiro Alberto Youssef, em março de 2014, no Maranhão, durante a Operação Lava Jato.

Meire Poza, ex-contadora de Youssef, afirmou à Polícia Federal que o doleiro teria, a pedido da empreiteira UTC/Constran, subornado integrantes do governo do Maranhão para antecipar o pagamento de R$ 120 milhões em precatórios devidos pelo Estado.

O valor refere-se à pavimentação de uma estrada executada nos anos 1980 pela Constran. Para furar a fila dos precatórios, Youssef teria pago a membros do governo maranhense R$ 6 milhões em propina, segundo Meire Poza.

Logo após ser preso no Maranhão, Youssef disse à Polícia Federal que tinha levado R$ 1,4 milhão ao quarto de um emissário do então secretário da Casa Civil de Roseana Sarney, João Abreu, como parte da propina para liberar o precatório. A UTC/Contrans, por meio de nota, negou seu envolvimento no pagamento de propina e afirmou que o acordo para receber o precatório foi realizado dentro dos trâmites legais.

Uol

‘PB não produz os principais vetores da violência: drogas e armas’, diz Cláudio Lima, mas conta ‘solução’ de longo prazo

(Foto: Divulgação/Secom-PB)
(Foto: Divulgação/Secom-PB)

O secretário de Segurança da Paraíba, Cláudio Lima, comentou que existem problemas sim na segurança no estado, falando principalmente de João Pessoa, mas destacou a diminuição dos casos de homicídio e ressaltou: ‘o estado não produz as maiores fontes de criminalidade: armas e drogas’.

Em uma entrevista reveladora, Lima destacou que a violência é um problema do país como um todo. “Não quero dizer que somos perfeitos ou estamos fazendo um trabalho melhor que ninguém. Estamos na Paraíba, mas não podemos esquecer que estamos em um contexto nacional. A Paraíba não produz os principais vetores da violência que são a droga e a arma”.

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Lima comentou que o maior número de assaltos na Capital paraibana se concentrava na região de Manaíra e entorno do Bairro São José e que foi preciso a integração das polícias e a instalação de uma Unidade de Polícia Solidária (UPS) para diminuir a criminalidade, contudo, ele apontou o efeito de ‘cobre/descobre’. “Quando você atua demais em uma área, acaba fazendo com que haja um deslocamento desse processo. Tivemos alguns bairros como o ‘Bola na Rede, Alto do Mateus e Mangabeira com problemas muito sérios. Estamos com reforço agora”, garante. O secretário apontou ainda que em Mandacaru houve um período de queda nos homicídios e crimes contra o patrimônio, mas o bairro já está voltando a preocupar.

Para resolver este problema, o secretário falou na criação de Distritos Integrados com Polícia Militar, Civil e UPS. “Em Mandacaru teremos que fazer assim. No Valentina já temos uma UPS, mas estamos melhorando, em Mangabeira temos uma Disp (PM e PC) e uma únidade da Força Tática. No Cristo precisamos ocupar melhor”, conta.

Lima explicou que é preciso muito empenho para fazer estes Distritos e apontou a necessidade de mais de um governo, empenhado, para fazer isso. Voltando às causas, o secretário lamentou o problema maior que é o crack. “Isso veio fazer com que houvesse uma motivação muito maior dos assaltos, com essa infeliz droga. Um verdadeiro câncer”, reclama.

O secretário mostrou números de contratações de policiais militares e civis, porém, apesar de ainda haver uma defasagem e de o governo não ter podido contratar no início do mandato devido ao comprometimento da folha de pessoal, a cidade cresceu. “Tivemos uma expansão democráfica e imobiliária na Zona Sul”, diz.

Marília Domingues

Solução do Milan para o caso Robinho pode ser emprestá-lo ao Fla, diz jornal

Robinho curte as férias do Milan em sua casa, no Guarujá, litoral de São Paulo (Foto: Artur Capuani )
Robinho curte as férias do Milan em sua casa, no
Guarujá, litoral de São Paulo (Foto: Artur Capuani )

O Milan ainda procura uma alternativa para o caso Robinho. Segundo o jornal italiano “Tuttospot” noticia nesta quarta-feira, a chance mais real neste momento é negociar o atacante assim como fez com Kaká. Ou seja, vendê-lo a um time da MLS – o Orlando City -, mas antes emprestá-lo a uma equipe brasileira, que seria o Flamengo.

Como os novos reforços do Orlando City só vão estrear em janeiro, por conta do calendário da MLS, Robinho teria que arrumar um clube para defender neste segundo semestre, tal como fez Kaká quando se transferiu para o São Paulo.

De acordo com o “Tuttospot”, o Flamengo é o favorito para realizar esse papel, mas antes tem que arrumar dinheiro para pagar o salário do brasileiro nestes seis meses. A expectativa é que uma definição seja tomada nos próximos dias.

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O fato é que, segundo os italianos, Robinho não está nos planos do Milan, e o que falta por ora é uma proposta que agrade financeiramente clube e jogador. Uma possível negociação com o Olympiacos, da Grécia, e com clubes dos Emirados Árabes, que demonstraram interesse anteriormente, parece ter perdido força nos últimos dias.

 

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Messi manda recado ao Barça: ‘Se não me quiser, buscarei uma solução’

messiselecaoefePela primeira vez, Lionel Messi admitiu uma possibilidade de deixar o Barcelona. Em sua conta na rede social chinesa “Weboo”, o craque argentino mandou um recado à diretoria do clube antes de ir à Argentina para dias de descanso e, posteriormente, preparação para a Copa do Mundo no Brasil. O curioso é que, segundo a própria imprensa espanhola, Messi assinou o “maior contrato do mundo do futebol” nesta segunda-feira. Ele passará a receber € 20 milhões (R$ 60,5 milhões) líquidos por ano, enquanto o luso Cristiano Ronaldo ganha € 17 milhões (R$ 51,5 milhões) do Real Madrid.

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– Com respeito a mim, estou muito feliz de seguir em minha casa como sempre disse. Esse ano não foi como esperava nem foi dos meus melhores, mas estou convencido de que, assim como com o grupo, o ano que vem será diferente. São as pessoas do Barcelona que decidem o que fazer com o meu futuro, mas minha intenção é continuar já que sigo sentindo o mesmo carinho da parte deles, mas se assim não for buscarei uma solução – disse.

Sobre os fracassos do Barça na temporada, Messi pediu desculpas à torcida. O time teve a oportunidade de salvar o ano com o título do Campeonato Espanhol, mas apenas empatou no Camp Nou com o Atlético de Madrid, que se sagrou campeão. Com direito a uma atuação abaixo da média do camisa 10, que rendeu críticas e 37% dos votos da torcida em enquete no jornal “Sport” pedindo por sua saída.

– A verdade é que as coisas não aconteceram como esperávamos, foi um ano duro individual e coletivamente. Ainda assim, tivemos a oportunidade de cumprir uma meta no último jogo e não soubemos aproveitá-la. Só posso pedir perdão a todo o barcelonismo e prometer que no ano que vem voltaremos a estar à altura deste clube.

Messi barcelona treino (Foto: REUTERS)Lionel Messi deixou no ar a possibilidade de sair do Barcelona pela primeira vez (Foto: REUTERS)

 

globoesporte

A Petrobras já foi solução para Dilma. Hoje é fonte de problemas

FESTA: Desde o início do governo Lula, em 2003, a Petrobras foi loteada por partidos políticos (Ricardo Stuckert/PR)
FESTA: Desde o início do governo Lula, em 2003, a Petrobras foi loteada por partidos políticos (Ricardo Stuckert/PR)

O PT sempre usou a Petrobras como arma política. Nas duas últimas campanhas, seus candidatos diziam que o PSDB privatizaria a empresa se reconquistasse o poder. Acusados de mercadores do patrimônio nacional, os tucanos não tiveram repertório para responder aos ataques. A Petrobras foi usada como vitrine para alardear a competência administrativa de Dilma Rousseff — e, antes, a sorte de Lula pela descoberta em seu governo do “bilhete premiado” do pré-sal. Lula proclamou a autossuficiência do petróleo, sonho geopolítico histórico do Brasil. Em 2010, Lula defendeu a eleição da desconhecida ministra Dilma, apresentando-a como a responsável pelo novo modelo energético brasileiro, em que predominariam a oferta abundante de energia e a cobrança de tarifas cada vez menores dos consumidores. No palanque, ela foi a “Mãe do PAC”, gestora hábil, eficiente, a contraposição perfeita ao apagão de 2001, que foi vendido ao eleitorado como clara inépcia do governo Fernando Henrique. A estratégia funcionou em 2002, 2006 e 2010. Em 2014 pode funcionar, mas para os adversários. “A Petrobras virou a OGX da Dilma”, ironizou Aécio Neves, candidato a presidente pelo PSDB.

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A área de energia se tornou um poço de piche de problemas. O Brasil importa petróleo. Antes de os poços do pré-sal renderem um centavo sequer, deles parecem jorrar apenas alcatrão e terebintina política. O risco de racionamento de eletricidade, antes inexistente no discurso oficial, foi reclassificado para “baixo” — mas é alto. As tarifas, comprimidas por ímpeto populista e estatizante, em breve vão obedecer às implacáveis leis econômicas, buscar seu patamar realista, e os brasileiros vão pagar a conta — seja pelo aumento de impostos para recompor as finanças públicas, seja pelos dígitos a mais nas contas de luz e na bomba de gasolina. Dilma e sua equipe econômica acreditam ter um dique capaz de segurar essas pressões inflacionárias e empurrar a encrenca para 2015. Pode até ser. Mas um desses problemas já escapou. É justamente o que vinha sendo a solução: a Petrobras.

A empresa de petróleo tem um e­­x-diretor preso pela Polícia Federal. O loteamento político já dá sinais de que minou sua eficiência. O uso da Petrobras para pagar o bilionário subsídio no preço da gasolina fez com que secassem recursos para áreas e atividades vitais — entre elas, a manutenção das plataformas marítimas, as quais, segundo os próprios responsáveis, que não conseguem se calar diante do descalabro, estão quase todas sucateadas.

Visto de fora, o quadro apresentado pela Petrobras também é horroroso. Ela perdeu 30 bilhões de dólares em valor de mercado, a maior queda entre as empresas brasileiras. A Petrobras vale hoje a metade do que valia antes de Dilma subir a rampa do Planalto. A estatal passou de pedra a vidraça, e os rivais já farejaram a fraqueza. A presidente acusou o golpe e, na semana passada, deflagrou uma operação de contenção de danos.

Um indicador infalível de que a coisa não está boa para um político é o fato de ele apanhar até quando faz a coisa certa. Dilma ficou em péssima luz durante toda a semana passada por uma avaliação equivocada de seu comportamento em 2006, quando presidia o conselho de administração da Petrobras e o órgão autorizou por unanimidade a compra de uma refinaria em Pasadena, Texas. O caso, revelado por uma reportagem de VEJA em 2012, tem contornos suspeitos — mas não por causa de Dilma e, tudo indica, até mesmo apesar dela. O episódio ressurgiu no noticiário depois que a presidente respondeu a uma indagação feita pelo jornal O Estado de S. Paulo sobre seu papel na aprovação do negócio. Dilma convocou Graça Foster, presidente da Petrobras, que já chegou ao Planalto com uma nota explicativa pronta. Dilma considerou o texto vago e protocolar. Rasgou o papel e pôs-se a escrever de próprio punho a resposta.

Pôs um ponto-final e determinou que a nota fosse enviada ao jornal, que a publicou, e, assim, começou um vendaval de versões e interpretações, quase todas contra a presidente.

 

Robson Bonin, Rodrigo Rangel e Daniel Pereira

Esgoto estourado causa danos a moradores de Solânea e secretário promete solução para janeiro

esgotoUm esgoto estourado vem provocando vários danos aos moradores da Travessa Sônia Eliane, no município de Solânea, que procuraram o FOCANDO A NOTÍCIA para formalizar sua reivindicação. O problema, segundo eles, é que os tubos do esgoto que passam pela travessa entopem com muita frequência e a sujeira vaza para as ruas e entra nas casas. Junto com a sujeira vêm, como consequência, insetos causadores de doenças e muito mau cheiro.

 

Uma das moradoras da Travessa Sônia Eliane que tem sofrido com o problema é Laura. Ela disse que a prefeitura às vezes manda um caminhão para fazer o esgotamento, mas que a ação não tem resolvido o problema. “Nós queremos é uma solução definitiva, pois toda vez que chove o problema volta. O que precisa ser feito é uma limpeza completa. Esses tubos estão cheios de pedras que ficam bloqueando a passagem do esgoto”, explicou Laura.

 

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Conhecido popularmente por Zé Novo, o morador conta que quando prestava serviço para a prefeitura muitas vezes chegou a fazer a limpeza com as próprias mãos, porque não aguentava ver o problema sem ser solucionado. “Eu entrava dentro das valas e vazia toda limpeza com as próprias mãos. O que a prefeitura precisa fazer era o que eu fazia antigamente quando trabalhava lá, entrar e tirar toda sujeira que fica dentro dos tubos”, disse Zé Novo.

 

esgoto3Sem conseguir conviver mais com o problema os moradores fizeram um abaixo assinado que reuniu mais de 40 assinaturas. O documento foi encaminhado às secretarias de Infraestrutura, Saúde e Meio Ambiente para mostrar o problema. Eles informaram que todas essas secretarias são cientes do problema, mas até agora nenhuma solução definitiva foi tomada.

 

Secretário de infraestrutura promete solução definitiva

 

O secretário de Infraestrutura de Solânea, Oton Dantas, prometeu procurar uma solução definitiva para o problema. Ele explicou que a Travessa Sônia Eliane carece de uma limpeza geral e que a prefeitura fez um estudo na rede de esgoto da comunidade onde foram detectados alguns erros. Entre eles, o mais preocupante é que duas casas foram construídas em cima do canal de esgoto impedindo que um trabalho mais intenso e aprofundado seja feito na área com a ajuda de máquinas adequadas para fazer a escavação.

 

“Já foi elaborado um projeto para resolver o problema em definitivo, mas é necessária uma capitação maior de recursos. Nós acreditamos que no final do mês de janeiro do próximo ano o problema possa ser resolvido”, disse Oton acrescentando que, no momento, para amenizar a situação, a prefeitura tem feito o esgotamento das valas constantemente para impedir que o esgoto estoure até que o problema seja totalmente solucionado.

 

 

 

 

Redação/Focando a Notícia