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Radialista relata agressão e ameaça sofrida de ex-prefeito em festa no Litoral Sul

radialistaO radialista Luiz Cláudio Souza relatou neste sábado (24), pela mídia social Facebook, uma tentativa de agressão sofrida por parte do ex-prefeito de Pitimbu, Hércules Ribeiro. O fato ocorreu na madrugada, na presença de vários populares, durante realização da Festa do Senhor do Bonfim, no município de Pitimbu, no Litoral Sul paraibano.

Luiz Cláudio comanda há treze anos a programação  diária da Rádio Caaporã FM. Segundo ele, a confusão aconteceu quando o mesmo estava realizando a cobertura jornalística da festa, o ex-prefeito teria partido para cima do profissional da imprensa e tentado agredi-lo. O gestor precisou ser contido por populares e, na frente de várias pessoas, teria feito ameaças verbais ao radialista.

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“Eu estava com minha câmera fotografando o público presente na Festa, quando o ex-prefeito partiu para me agredir, porém, ele foi contido por amigos que o impediram de me atacar, acionei a Polícia Militar que estava no local para poder sair do evento em segurança, pois quem conhece Hércules, sabe do que ele é capaz e não é a primeira vez que ele tenta me agredir”, disse o comunicador.

Luiz Cláudio acredita que a agressão teria sido motivada por notícias veiculadas na Rádio Caaporã FM sobre ações judiciais envolvendo o ex-prefeito. “Realmente não sei o motivo desse ato tão impensado deste senhor, pois publico e divulgo o que toda a imprensa paraibana também divulga sobre as condenações, sendo assim, toda a imprensa deve se sentir ameaçado por este homem que não sabe respeitar o trabalho de ninguém”, concluiu.

Da Redação
WSCOM Online

Com comemoração à la Balotelli, Samuel dá vitória sofrida ao Flu: 1 a 0

É preciso saber levar vantagem em tudo, certo? O Fluminense soube mais uma vez fazer valer a frase dita por um ídolo de sua história, Gerson, em antiga propaganda de cigarro, e tirar proveito de ter um jogador a mais em campo para vencer o Sport, por 1 a 0, neste sábado, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ). O gol salvador foi marcado por Samuel, aos 37 minutos do segundo tempo. Na comemoração, o atacante tricolor tirou a camisa, jogou-a no chão e exibiu seus músculos para a torcida que compareceu ao estádio e para as câmeras da TV, à la Balotelli, atacante da seleção italiana. O público presente foi de 7.096 pessoas, com 5.283 pagantes, que proporcionaram uma renda de R$ 68.590.

O resultado deixou o time carioca com 39 pontos, o mesmo que o líder Atlético-MG, porém com dois jogos a mais. Por outro lado, o time pernambucano completou sua nona partida sem vencer, sendo que nas últimas seis sem fazer um gol sequer, e permanece na zona de rebaixamento, em 18º, com 14 pontos. Na 19ª rodada, a última do turno do Brasileirão, o Tricolor das Laranjeiras enfrentará o Vasco, no próximo sábado, às 18h30m (de Brasília), no Engenhão. No dia seguinte, às 18h30m, o Rubro-Negro pernambucano também fará um clássico local, contra o Náutico, na Ilha do Retiro.

Pouco antes do jogo começar, a torcida do Fluminense homenageou um jogador adversário, ex-artilheiro tricolor: “Ah, Magno Alves; ah, Magno Alves”. Com oito desfalques, o técnico Abel Braga temeu por ficar sem mais um titular, quando com um minuto de jogo houve um choque fortíssimo entre Willian Rocha e Wallace, e o lateral-direito do Flu acabou saindo de maca. O volante Diguinho chegou a se aquecer, mas Wallace se recuperou e voltou a campo.

samuel fluminense gol sport (Foto: Dhavid Normando / Photocamera)Samuel bate no peito na comemoração do gol da vitória tricolor (Foto: Dhavid Normando / Photocamera)

O Sport, que só vai estrear seu novo técnico, Waldemar Lemos, na próxima rodada, iniciou o jogo sem se intimidar por estar fora de casa, e aos cinco minutos teve ótima oportunidade de marcar: Willian Rocha fez belo lançamento para Rithely, que diante de Cavalieri tocou de lado, mas a bola saiu perto da trave esquerda do goleiro tricolor. A resposta do Fluminense veio aos nove com sua jogada característica, a bola alta na área. Thiago Neves, o novo camisa 10 tricolor, cobrou falta da intermediária, pela meia esquerda, Leandro Euzébio cabeceou, Magrão fez grande defesa, Valencia ainda tentou chutar na pequena área para o gol, mas Willian Rocha afastou o perigo, perto da linha de gol.

O time pernambucano marcava forte no meio de campo e dificultava muito a armação ofensiva da equipe carioca. Mesmo assim, aos 22, Wagner teve uma chance de ouro para marcar, ao penetrar sozinho na área pela esquerda e na saída de Magrão tentar colocar a bola no lado oposto, mas ela saiu pela linha de fundo, quase tocando o pé da trave. Quatro minutos depois, Thiago Neves cobrou falta com perigo e a bola passou perto do ângulo esquerdo de Magrão. O troco rubro-negro foi na mesma moeda, aos 28: Hugo cobrou falta, a bola bateu na barreira e Cavalieri, quase traído com o desvio, espalmou para escanteio, numa bela defesa no meio do gol.

A partir dos 30, o Flu começou a tomar conta do meio de campo e empurrou o Sport para a defesa, onde deixava um buraco no seu lado direito, por onde Wagner já desperdiçara uma ótima chance. Aos 36, foi a vez de Thiago Neves, completamente livre na área, matar no peito e bater mal de pé direito, pela linha de fundo, à esquerda de Magrão.

Com um a mais, Flu chega ao gol

A substituição que quase ocorreuno início da partida foi feita por Abel na volta para o segundo tempo: Diguinho no lugar de Wallace. Com a mudança, Jean passou a jogar na lateral-direita. E foi após um lançamento de Diguinho, aos dois minutos, que o Fluminense criou sua primeira oportunidade de gol na etapa final. Thiago Neves se aproveitou de cochilada de Cicinho e cruzou da esquerda, já dentro da área, para Wagner, livre no lado oposto, dentro da pequena área. O camisa 19 do Flu cabeceou para o chão, no contrapé de Magrão, mas o goleiro do Sport foi ágil e com o pé direito tirou o gol certo do adversário.

A configuração da partida era a mesma do fim da primeira: o time da casa no ataque, e os visitantes tentando o contra-ataque. E num deles, aos oito, Rithely recebeu de Magno Alves na área e bateu de pé esquerdo, mas Cavalieri fez difícil e segura defesa. No entanto, o time mais perigoso era o Flu, e aos 10 Thiago Neves recebeu na área, pela esquerda, tocou certo para marcar, a bola passou por Magrão, mas Diego Ivo salvou o Sport de levar o primeiro. A partir daí, o Tricolor diminuiu seu ritmo e já não ameaçava tanto o adversário, que passou a ter mais presença no ataque, mas também sem criar grandes coisas.

valencia fluminense magno alves sport brasileirão  (Foto: Dhavid Normando / Photocamera)Magno Alves, ex-Flu, tenta impedir Valencia de dar um chutão na bola (Foto: Dhavid Normando/Photocamera)

O árbitro Leandro Vuaden, que já havia sido alvo de muitas reclamações dos dois bancos durante o jogo, voltou a ser criticado asperamente, desta vez pelo técnico interino do Sport, Gustavo Bueno, por não ter marcado falta em Hugo, perto da área do Flu, e o expulsou. No primeiro tempo ele já havia mandado embora o preparador físico do Rubro-Negro pernambucano, Eduardo Batista. No lance do choque entre Wallace e Willian Rocha no início da partida, Abel ficara revoltado com Vuaden por não ter expulsado o jogador do Sport, mas o árbitro não deve ter ouvido os impropérios do técnico tricolor por estar no lado oposto do campo.

O jogo só voltou a ter um momento de emoção aos 33, quando num lançamento alto na área, Gum entrou só e tocou na bola, mas Magrão novamente salvou o time de Recife. Um minuto depois, Tobi deu uma entrada dura em Thiago Neves no meio do campo, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo. E o Tricolor se aproveitou bem da vantagem, como tinha feito na vitória sobre o Palmeiras. Aos 38, Carlinhos cruzou da esquerda, Samuel desviou a bola com leve toque e ela entrou no canto esquerdo do goleiro do Sport, que só ficou olhando: Flu 1 a 0. Na comemoração, o atacante tricolor comemorou à la Balotelli e levou cartão amarelo. Com a torcida em festa e o adversário abalado, o time carioca continuou no ataque e teve chances de fazer o segundo, mas não foi preciso para vencer.

Globoesporte.com

Abuso sexual é o segundo tipo de violência sofrida por crianças

O abuso sexual é o segundo tipo de violência mais característica em crianças de até 9 anos, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira (22) pelo Ministério da Saúde. O levantamento indica que esse tipo de agressão fica atrás apenas das notificações de negligência e abandono.

Em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência doméstica, sexual, física e outras agressões contra menores de 10 anos – 35% do total, enquanto a negligência e o abandono responderam por 36% dos registros.

Os dados revelam ainda que a violência sexual também ocupa o segundo lugar na faixa etária de 10 a 14 anos, com 10,5% das notificações, ficando atrás apenas da violência física (13,3%). Na faixa de 15 a 19 anos, esse tipo de agressão ocupa o terceiro lugar, com 5,2%, atrás da violência física (28,3%) e da psicológica (7,6%).

Os números apontam também que 22% do total de casos (3.253) envolveram menores de 1 ano e 77% foram registrados na faixa etária de 1 a 9 anos.

A maior parte das agressões ocorreu na residência da criança (64,5%). Em relação ao meio utilizado para agressão, a força corporal/espancamento foi o mais apontado (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%). Em 45,6% dos casos, o provável autor da violência era do sexo masculino. A maior parte dos agressores é alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente: o pai, algum parente ou ainda amigos e vizinhos.

De acordo com o Ministério, o sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) possibilita conhecer a frequência e a gravidade das agressões e identificar casos de violência doméstica, sexual e outras formas (psicológica e negligência/abandono). Esse tipo de notificação se tornou obrigatória em todos os estabelecimentos de saúde do país no ano passado.

Os dados são coletados por meio da Ficha de Notificação/Investigação individual de violência doméstica, sexual e/ou outras violências, que é registrada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Qualquer caso, suspeito ou confirmado, deve ser notificado pelos profissionais de saúde.

Agência Brasil