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Bebês que choram mais de 3 horas por dia por, pelo menos, três dias a cada semana podem sofrer com cólicas

Saiba como aliviar este incômodo do recém-nascido

As bebês geralmente começam por volta do 15º dia de vida e podem perdurar por até 3 meses de idade.  Ela é causada simplesmente pela imaturidade do intestino, mas sem uma fisiopatologia específica. O trato intestinal do bebê ainda está se formando, por isso faz movimentos descoordenados que provocam a dor. Outro fator é a presença de ar no sistema digestivo. A pega incorreta na hora de mamar pode fazer com que o bebê acabe engolindo ar, que pode ser eliminado na forma de arroto ou se transformar em gases, fazendo pressão no intestino e dando origem às cólicas. Isso também pode acontecer com o uso da chupeta.

Nessas horas, é comum as mamães de primeira viagem ligarem para as vovós para saber o que fazer atrás de uma “receitinha caseira”, entre elas o famoso chazinho de camomila e erva-doce. E foi pensando nessa receita da vovó que a Algoducci criou a “Bolsinha Térmica com Sementes Terapêuticas” que contém erva-doce, camomila, linhaça e capim-santo para dar um cheirinho especial.

Além de ser recomendável para amenizar o desconforto tanto das cólicas quanto dos gases dos bebês, a bolsinha também é indicada para cólicas menstruais, informa a empresária Regina Villanueva, idealizadora da marca. Quanto a forma de utilização Regina explica: “A bolsinha deve ser aquecida no micro-ondas em média 30 a 40 segundos, mas é aconselhável que a mãe teste a temperatura antes de colocar na barriguinha do bebê, por cima da roupinha, até que os sintomas passem”.

Se a crise de cólica é rotineira no seu dia a dia, enquanto o choro parece que nunca vai terminar, a ocorrência desses incômodos abdominais pode estar relacionada com o local no qual vocês vivem. Um estudo publicado no portal Journal of Pediatrics, feito a partir da análise de 28 pesquisas com dados de 8.700 crianças de diferentes nacionalidades, buscou analisar e comparar a ocorrência de cólicas em bebês de até três meses em diferentes regiões do mundo.

Para realizar o estudo, foi considerado que crianças que choram mais de 3 horas por dia por, pelo menos, três dias a cada semana, são as que mais padecem. E, adivinhe só: os ingleses, canadenses e italianos são os que mais choram de dores abdominais. Já os bebês dinamarqueses, alemães e japoneses são os menos acometidos por esse mal-estar.

Muitas são as dúvidas e inseguranças quanto aos motivos do choro do bebê, que servem de alerta para as mães. E para falar sobre esse assunto, consultamos a pediatra Dra. Loretta Campos, que esclarece: “As cólicas podem ser identificadas quando o bebê chora com intensidade, encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme, além de soltar puns. Normalmente a cólica ataca no final da tarde e à noite, mas em casos mais difíceis o bebê chora a qualquer hora do dia. Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável, algumas vezes a cólica pode aparecer durante a amamentação”, explica a médica.

Os pesquisadores dizem não haver nenhuma explicação, já que as variáveis durante a análise foram muitas. “Isso [a ocorrência da dor abdominal] pode variar conforme as condições econômicas, como a desigualdade social, cuidados parentais e comportamento. No entanto, também pode haver diferenças genéticas populacionais, considerando que as crianças herdam os genes de seus pais”, explicam os cientistas.

 

Algoducci – luxuosa confecção de mantas em tricot italiano e enxovais para casa e bebê, no mercado desde 2012, representa um convite ao bem-estar, às melhores memórias afetivas e à sensibilidade. Evoca estes sentidos através de formas, cores e texturas. A marca é liderada pela arquiteta e urbanista Regina Villanueva, que desde a infância sonhava em unir duas paixões: a arquitetura e os negócios. Cada peça recebe em seu DNA, a exclusividade e a assinatura de um projeto único. Os elementos de cada coleção criam atmosferas leves e aconchegantes, revelando um conceito elegante e sofisticado, sem perder a inocência e a leveza dos detalhes.

Loretta Campos

Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

Assessoria de Comunicação 

Deputados começam a trocar de legenda sem sofrer punição

Desde a última quinta-feira (8), deputados federais e estaduais podem trocar de partido, sem o risco de perder os mandatos por infidelidade partidária, na chamada “janela partidária”. O período das trocas vai até o dia 7 de abril.

As conversas para as mudanças já estão sendo costuradas há muito tempo, mas os registros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só podem ser oficializados durante a janela.

A legislação eleitoral diz que só é possível mudar de partido, sem risco de perder o mandato, quando houver incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; desvio no programa partidário ou grave discriminação pessoal.

Mas, em 2015, o Congresso incorporou a possibilidade de desfiliação, sem justificativa, durante a janela em ano eleitoral. Se o parlamentar se desfilia do partido fora do período da janela, sem justa causa, a legenda pode recorrer à Justiça Eleitoral e pedir a perda do mandato por infidelidade partidária, pois o entendimento é que o mandato pertence ao partido, e não ao eleito.

Na hora de escolher um novo partido, o analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz, avalia que os parlamentares levam em conta três fatores: um deles é o valor que o partido oferecerá do fundo eleitoral – principal fonte de financiamento das legendas – ao candidato para custear a campanha. Com as mudanças trazidas pela reforma política, o candidato à Câmara dos Deputados poderá gastar, no máximo, R$ 2,5 milhões.

Outro atrativo é o tempo de rádio e TV que o candidato poderá ter para a propaganda eleitoral. Quanto mais filiados a sigla têm, mais tempo de propaganda.

Outro fator de peso, em alguns casos, para a mudança é o domínio do diretório estadual. Segundo Antônio Augusto, com menos verba e menos tempo de TV, filiados, sem mandato, têm poucas chances de se tornarem conhecidos e conseguirem sucesso nas urnas, o que pode dificultar a renovação na Câmara.

A troca de legendas durante a janela, contudo, não altera a distribuição do dinheiro do Fundo Partidário, nem o tempo de propaganda nas rádios e TVs de cada legenda. A única exceção é se os deputados mudarem para um partido recém-criado.

No primeiro dia da janela, pelo menos 15 deputados trocaram de partido. Na lista estão, por exemplo, os deputados do Rio de Janeiro Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, que deixaram o PSC e foram para o PSL; Sérgio Zveiter que saiu do Podemos para o Democratas; e delegado Francischini (PR), que deixou o Solidariedade também para o PSL.

Um dos partidos que mais recebeu novos integrantes foi o Democratas, que ganhou mais quatro deputados federais, aumentando a bancada de 33 para 37 cadeiras, conforme informado na quinta-feira. O presidente da sigla, ACM Neto, espera mais filiações nos próximos dias.

“Vamos ter mais, até o dia 7 de abril, vamos ter muitas filiações. Alguns ainda estão fazendo entendimentos finais. Nossa meta é ficar na casa dos 40 deputados”, disse à Rádio Nacional.

 

O líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), defende que os políticos não mudem somente por questões financeiras. O partido trabalha para manter os 46 deputados na Câmara dos Deputados. Atualmente, a sigla é a terceira maior da Casa, atrás de MDB e PT.

“As mudanças de partido são legais, mas acaba denegrindo ainda mais a classe política que busca no financeiro a sua prioridade. Não tem problema nenhum, mas que isso fosse somado com a programação, ideias, estatuto. Como alguém pode estar na dúvida entre dois ou três partidos que são totalmente antagônicos na sua ideologia? É necessário, pelo menos, que se mantenham dentro de uma linha programática dos partidos e não do financeiro”, ressaltou Leitão

 

Agência Brasil

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Adolescente morre após sofrer choque elétrico em celular ligado na tomada

Adolescente morreu após sofrer descarga elétrica (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma estudante de 17 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica por volta de 17h de domingo (18) na cidade de Riacho Frio, no Sul do Piauí. Segundo informações da família da vítima repassadas para equipe médica do posto de saúde da cidade, a adolescente Luíza Fernanda Gama Pinheiro recebeu um choque quando utilizava o aparelho que estava carregando na tomada.

“A avó da menina contou ao médico que encontraram a neta desacordada, deitada no chão e com fones do celular nos ouvidos. Eles disseram que acreditam que jovem tenha levado uma descarga elétrica porque o celular estava carregando na tomada e o fone ficou derretido”, contou uma funcionária da unidade básica de saúde ao G1, que preferiu não se identificar.

Familiares contaram ainda, segundo ela, que no momento da ocorrência não chovia, mas havia alguns relâmpagos. Luíza Fernanda Gama Pinheiro chegou sem vida ao posto de saúde, mas o médico de plantão ainda tentou reanimá-la, sem sucesso. Inconformados, os familiares decidiram levar a adolescente para o Hospital Regional de Corrente.

De acordo com a diretora do Hospital em Corrente, Lindaura Cavalcanti, a menina chegou sem vida ao hospital. “Consta no prontuário de atendimento que a jovem deu entrada no hospital uma hora após a descarga elétrica. Os familiares contaram que a jovem tinha recebido um choque, mas as causas da morte ainda serão confirmadas”, afirmou.

G1

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Policial rodoviário morre após sofrer mal súbito enquanto jogava futebol na Capital

Foto:Divulgação/PRF-PB
Corpo do policial já foi levado para o RN

O policial rodoviário federal Rodrigo Rodrigues de Paiva, de 45 anos, morreu, nesse domingo (22), após sofrer um mal súbito enquanto participava de um jogo de futebol na Vila Olímpica Parahyba, em João Pessoa.

O policial atuava no Rio Grande do Norte e estava na capital paraibana por causa dos Jogos Norte/Nordeste de integração dos servidores do órgão.

Segundo a assessoria de comunicação da PRF, Rodrigo de Paiva sofreu uma parada cardíaca dentro de campo durante a competição.

Médicos da PRF fizeram o atendimento de urgência e levaram Rodrigo para um hospital particular. Na unidade, ele sofreu uma segunda parada cardíaca e não resistiu.

O corpo do policial já foi levado para o Rio Grande do Norte e o enterro está previsto para acontecer às 16h desta segunda-feira (23), na cidade de Parnamirim, Região Metropolitana de Natal.

Portal Correio

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Após sofrer acidente, homem é assaltado enquanto esperava atendimento

Foto: Reprodução/TVCB

Um homem foi assaltado enquanto esperava atendimento médico após capotar o veículo que conduzia nas proximidades do viaduto do Cristo, em João Pessoa.

A vítima seguia para o trabalho quando capotou o carro. Além dos ferimentos, o motorista ainda teve o relógio roubado por um homem que passava bicicleta.

O suspeito foi perseguido por populares e teve que devolver o pertence da vítima. O motorista foi socorrido para o Hospital.

paraibaonline

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Homem morre após sofrer choque elétrico em própria ‘armadilha’ para bandidos

Reprodução/Google Street View
Sapé, na Zona da Mata da Paraíba

Um homem de 31 anos morreu após sofrer um choque elétrico na casa em que residia, na comunidade Barra de Antas, no município de Sapé, na Zona da Mata da Paraíba, a 42 km de João Pessoa, na noite desta quinta-feira (3). Segundo o delegado Fred Magalhães, da Polícia Civil, o homem, que faleceu ainda no local do fato, teria sido vítima de uma espécie de ‘armadilha’ que ele mesmo teria montado, que serviria para pegar bandidos. Na ocorrência, um menino de oito anos ficou ferido.

De acordo com o delegado, o homem que morreu trabalhava com o aluguel de jogos de videogame e crianças eram o público consumidor predominante no local. A armadilha montada seria constituída por fiações elétricas, com as quais as vítimas teriam entrado em contato. Magalhães, no entanto, não tinha informações sobre o que teria provocado o acidente.

O garoto ferido foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. A instituição de saúde não divulgou informações sobre o quadro clínico dele.

Uma perícia será feita no local do acidente. Até o fechamento desta matéria, policiais ainda faziam trabalhos na casa da vítima e ainda não haviam concluído as ações no local.

Portal Correio

A defesa do consumidor não pode sofrer retrocessos

A defesa do consumidor tem sofrido retrocessos nos últimos anos. A mudança de entendimento, por exemplo, no que diz respeito ao distrato de contratos imobiliários é um dos casos citados pelo professor da UFPB e advogado Alfredo Rangel, especialista em defesa do consumidor. Nessa conversa com o Correio, Alfredo Rangel destaca os avanços na legislação, os retrocessos, os projetos que estão tramitando no Congresso para atualizar o CDC e sobre o papel do cidadão em fazer valer seus direitos.

– Desde que o Direito do Consumidor surgiu houve, de fato, alguns ganhos, mas de tempos para cá, notadamente a partir de meados da década passada, verificamos,também alguns retrocessos.

– Quais o senhor destacaria?

– Principalmente, no que diz respeito ao distrato imobiliário – tema de extrema atualidade -, que é o desfazimento dos contratos imobiliários de financiamento da casa própria, que aumentou muito nesses tempos de crise econômica.

– Tanto nos financiamentos públicos como nos privados?

– Principalmente em relação às construtoras. Nesse aspecto houve algum ganho, especialmente na seara jurisprudencial – embora a lei não disponha de como será o desfazimento desses contratos, os tribunais vinham construindo entendimento favorável ao consumidor.

– Professor é impressão nossa ou o Direito do Consumidor sofreu retrocessos nos últimos anos no Brasil?

 

– E o que mudou?

– A gente verifica uma tendência de que alguns entendimentos sejam revistos.

– Seria para fortalecer as construtoras por causa da crise?

– Seria irresponsabilidade de minha parte adivinhar os motivos que levam os tribunais, ou mesmo o legislativo, ou ainda até mesmo o Poder Executivo, porque havia uma tendência de edição de medida provisória, ao nosso ver, extremamente prejudicial ao consumidor  – o que é que leva o Estado a tomar essa posição.

– Afinal as construtoras, incorporadoras, imobiliárias são braços mais fortes nessa relação do que o consumidor…

– Possivelmente. A gente não pode deixar de levar em consideração que o poder de uma empresa é muito maior do que o do consumidor, apesar de lei estipular que cabe a vários órgãos simultânea e concomitantemente a defesa do consumidor. O consumidor continua sendo a parte vulnerável, em qualquer relação de consumo. Isoladamente a força do consumidor é quase nula.

– Daí a necessidade da presença do advogado?

– Do advogado, sem dúvida alguma. Mas para além do advogado, os órgãos de defesa do consumidor como um todo. Da União, dos Estados e dos Municípios. Os órgãos juntos compõem o SNDC – Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. E ainda temos o Ministério Público, que é dotado de curadorias de defesa do consumidor. E temos também vários juizados especializados na defesa do consumidor. E o Código de Defesa do Consumidor estimula e fomenta a criação de associações de defesa do consumidor, que são órgãos da sociedade civil organizada.

– Se consegue efetividade na luta em defesa do consumidor?

– Apesar de toda essa estrutura que é, aparentemente, satisfatória, suficiente, continua sendo uma briga de David contra Golias. A lei criou vários órgãos, cujas competências se contrapõem, me parece que antevendo as dificuldades  no desequilíbrio entre o consumidor e os grandes conglomerados. A estrutura é satisfatória, mas vez por outra a gente verifica que há certa deficiência na atuação pontual.

– O que seria essa atuação pontual?

– Em determinados casos a gente vê que um órgão ou outro não teve uma atuação a contento ou que a resposta não veio no momento adequado. Mas a estrutura como um todo me parece satisfatória.

– O que é necessário e urgente para reforçar a ajuda que se pode dar ao?

– A defesa do consumidor é um exercício de afirmação diária, tarefa que se constrói cotidianamente. Diria que nossa principal missão é tentar barrar esses retrocessos, porque em matéria de defesa do consumidor não se pode retroceder. Na atual conjuntura política, econômica, de crise, talvez a gente nem devesse se preocupar em ir além – embora o ideal seja fazer com que haja avanços – mas impedir os retrocessos seria uma medida mais urgente.

– Em que fronteira? No Judiciário, na mobilização popular, na pressão sobre o Congresso?

– São várias frentes. Há um flanco que atua no poder Legislativo – existe hoje mais de uma centena de projetos de lei que versam sobre defesa do consumidor. Dois deles são mais importantes: o 35/14 e o 35/15/2015, que foram aprovados pelo Senado e se encontram na Câmara dos Deputados.

– De que tratam os projetos?

– Eles realizam o que a gente chama de reforma do Código de Defesa do Consumidor. O primeiro dele trata o e-comnerce  – o comércio eletrônico – e o segundo sobre superendividamento. Esses dois projetos são avanços importantes.

– Que outros flancos o senhor destacaria?

– Um outro é no campo do Poder Executivo, que também tem uma força normativa, no que diz respeito ao direito do consumidor. Ele pode editar portarias, decretos, resoluções, que têm força normativa no âmbito da defesa do consumidor.

– Por exemplo…

– Para se ter uma ideia do que estou falando, em 2016 a ANAC – Agência Nacional e Aviação Civil – modificou a resolução que dispunha sobre a bagagem de porão, acabando com a franquia. Hoje as empresas aéreas podem cobrar pela bagagem. E esse retrocesso em matéria de defesa do consumidor foi feito através de uma resolução, oriunda de agência reguladora do Poder Executivo.

– E o que o consumidor pode fazer, já que muitas vezes, ele prefere não reclamar?

– Antes de ser uma questão consumerista é uma questão cidadania. O consumidor cidadão faz valer seus direitos. A gente não pode esquecer que a maioria dos problemas que atinge o consumidor é de índole coletiva. Não são violações pontuais de diretos meus ou direitos seus. Estou falando de condutas que violam direitos do consumidor no atacado.

– Sozinho o consumidor não logrará êxito?

– Daí é demais exigir que o consumidor, individualmente, consiga resolver tais problemas. . Sequer legitimidade para isso ele tem.

– Mas, o consumidor, às vezes, prefere levar a TV cara que ele comprou e tem defeito para a assistência, pagar o conserto e resolver o problema mais depressa…

– Aqui, duas observações: por incrível que pareça o CDC não é um código de penúria do fornecedor e, vez por outra, ele concede algumas colheres de chá ao fornecedor, uma delas diz respeito a esse caso que você pontuou.

– O que diz o CDC?

– Quando a gente compra um produto com vício de qualidade, em regra – há exceções – o fornecedor tem um prazo de 30 dias pára sanar o vício e o fornecedor pode encaminha o consumidor a uma assistência técnica.

– Um mês para o conserto?

– O prazo é de 30 dias para sanar o vício e se ele não for sanado, aí sim, o consumidor poderá substituir o produto, exigir o desfazimento do  negócio com a devolução da quantia paga ou abatimento em relação a outro produto. Lembrando que tudo se dá às expensas do fornecedor.

– Mas o fato real…

– A experiência mostra que o consumidor só sai do canto para instar o aparato estatal a tomar uma providência ou para contratar um advogado para entrar com uma ação contra uma empresa,que tenha violado seus direitos em duas situações: quando ocorrer algum acidente de consumo com dano para o consumidor.

– Que danos seriam?

– Danos morais, físicos, corporais ou quando o produto que apresenta um vício de qualidade é de alto valor, como, por exemplo, o caso da TV que você citou. Em todas as outras situações, quando individualmente é muito pequena, mas coletivamente é grande – uma determinada instituição bancárias cobra, indevidamente, R$ 1,50 de taxa de seus correntistas. Por esse valor, o consumidor individualmente considerado, via de regra não toma nenhuma iniciativa.

– Às vezes, não consegue sequer saber o que aquele débito representa em seu extrato?

– Ele não consegue identifica qual a violação de seus direitos, mas quando a gente transpõe isso para o plano coletivo – quando a gente multiplica essa pequena violação pelo número de consumidores envolvidos, a gente verifica a dimensão da violação ao direito do consumidor. E é por isso que a lei privilegia a tutela coletiva por meio do Estado, em detrimento dessa tutela meramente individual.

– A Justiça é sempre o melhor caminho para o consumidor buscar seus direitos?

– A Justiça, às vezes, é o único caminho. Se é o melhor, ou o pior, não sei, mas é o único. E deveria ser o último. Em princípio, os problemas deveriam ser resolvidos pelo fornecedor.

As empresas dispõem de um canal de atendimento ao consumidor, que chamamos de SACs e é do interesse das próprias empresas que os problemas sejam resolvidos.

– Mas o que se vê, quando o consumidor resolve brigar, é o recurso aos procons…

– Os procons têm uma característica: eles têm poder de polícia e eles podem aplicar as sanções administrativas, aos fornecedores, que basicamente são as multas. Lembrando que essas multas não vão para o consumidor. Então muitos consumidores procuram os procons, que instauram os processos administrativos, aplicam a sanção, mas como a multa  não se direciona para o reclamente, se tem a impressão que o sistema não funcionou, porque o fato é que o bem de consumo que foi comprado não foi substituído. No frigir dos ovos, o Judiciário termina sendo, senão o único, mas a última trincheira do consumidor.

– O que o senhor destacaria nos projetos de lei que estão tramitando no Congresso que propõem mudanças no Código de Defesa do Consumidor?

– Hoje a esmagadora maioria das compras no varejo tende a migrar para o ambiente virtual. Isso, muito mais do que uma tendência futura, já é uma realidade cotidiana. O nosso Código de Defesa do Consumidor foi promulgado no dia 11/07/1990, quando a internet ainda era uma promessa. Então, as compras na internet estão sendo reguladas por dispositivos que originariamente não eram para isso. A gente se vale da analogia.

– Em relação aos Estados Unidos, quais as grandes diferenças no que diz respeito à proteção ao consumidor?

– Em termos normativos, o nosso Código de Defesa do Consumidor é avançado. Apesar de ser de 1990, ainda serve de referência para alguns países. Agora quando a agente sai do plano normativo e vai para o plano das relações econômicas entre fornecedores e consumidores, aí, realmente, a gente precisa ter uma aula daquilo que acontece nos Estados Unidos. Lá não é necessária uma lei para que os fornecedores respeitem os consumidores para que, eventualmente, haja, por exemplo, devolução do valor pago por um produto, quando esse produto não corresponde à justa expectativa de consumo. E lá o consumidor é forte e, a partir daí, existe o interesse empresarial em satisfazer as demandas do consumidor.

 Luiz Carlos Sousa /Correio da Paraíba

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Municípios paraibanos podem sofrer bloqueio no FPM por falta de atualização no Siops; prazo termina nesta quinta-feira

dinheiroGestores de quarenta e quatro municípios da Paraíba  que não regularizarem até esta quinta-feira (2) os dados referentes ao exercício financeiro de 2016 ao Sistema de Orçamento Público em Saúde (Siops),  informações são referentes ao 6º bimestre de 2016, podem sobre bloqueio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a inclusão do Município no Cadastro Único de Convênios podem prejudicar e paralisar várias estratégias desenvolvidas da Prefeitura, deixando o usuário sem assistência.

Na Paraíba, 44 municípios ainda não fizeram a homologação:
Alagoa Nova, Alhandra, Arara, Araruna, Areia. Areial,  Barra de Santana, Bayeux, Belém do Brejo do Cruz, Caaporã, Cachoeira dos Índios, Cacimba de Areia, Cajazeirinhas, Casserengue, Catingueira, Desterro, Fagundes, Jacaraú, Juazeirinho, Lastro, Mãe d’Água, Mari, Marizópolis, Massaranduba, Mogeiro, Montadas, Natuba,  Olho d’Água, Olivedos, Paulista, Pedra Lavrada, Picuí, Pilões , Princesa Isabel, Queimadas, Riachão do Bacamarte, Riachão do Poço, Santa Cruz, Santana dos Garrotes, São Sebastião do Umbuzeiro, Sousa, Tenório, Triunfo e Zabelê.

A Confederação Nacional do Município informa que algumas prefeituras têm manifestado dificuldades na utilização do Siops devido à falta das informações contábeis advindas da gestão anterior. A CNM recomenda que nestes casos em que não foi realizada a transmissão dos dados em razão da ausência do Balanço Geral, o atual gestor deverá acionar o gestor anterior mediante as ações competentes, como Improbidade Administrativa, Prestação de Contas, Ordinária de Ressarcimento ou Requerer ao Tribunal de Contas a Tomada de Contas Especial.

Procedimentos
Deverá ser encaminhado pelos Correios, com Aviso de Recebimento (AR), ofício assinado pelo prefeito em exercício. O documento deverá ter firma reconhecida e o relato da situação do Município, justificando o não preenchimento do Siops relativo ao ano em questão.

Ainda dentre as informações, deve ser informando e-mail e o telefone anexados de cópia protocolada da inicial da ação proposta, a fim de que seja possível a classificação do Município no Sistema como “Sem Balanço” (SB), de modo que o Município possa transmitir os períodos subsequentes.

É importante que os gestores tenham conhecimento de que a classificação “Sem Balanço” não configura cumprimento e, portanto, a informação no Cadastro Único de Convênios (Cauc) continuará sendo exibida como “a comprovar”. O Ofício deve ser encaminhado à Diretora do Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento (Desid/SE/MS).

CNM

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Após sofrer sequestro relâmpago, motorista é abandonada na zona rural de Caiçara

postoUma mulher de 40 anos sofreu um sequestro relâmpago após abastecer carro num posto de combustível na rodovia PB-073, localizado entre os municípios de Pirpirituba e Belém, microrregião de Guarabira. O crime aconteceu no início da manhã desta quarta-feira (23), segundo a vítima, eram dois criminosos armados numa motocicleta.

De acordo com a Polícia, a mulher dirigia um veículo Fiat Palio de cor branca, após abastecer o carro, ela seguiria em direção à cidade de Solânea, Brejo paraibano, quando os criminosos abordaram a vítima. Um dos sequestradores entrou no automóvel e obrigou à senhora seguir dirigindo.

Os bandidos abandonaram a mulher com o carro numa localidade conhecida como Sítio Serrinha, zona rural de Caiçara. Os assaltantes roubaram a bolsa da vítima contendo documentos pessoais, uma quantia de R$ 180,00, um aparelho celular e um relógio.

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Idoso morre após sofrer queda de escada ao trocar lâmpada em casa, na Paraíba

sireneUm idoso de 63 anos de idade morreu após cair de uma escada quando tentava trocar uma lâmpada dentro de casa, na tarde deste sábado (13), em um sítio da Zona Rural do município de São Miguel de Taipu, no agreste paraibano, a 65 km de João Pessoa.

Segundo o sargento Matias, da guarnição da Polícia Militar em São Miguel de Taipu, o idoso era eletricista e estava sozinho no momento da queda.

“Os amigos da vítima nos passaram que ele tinha o costume de subir na escada sem proteção para evitar quedas. Dessa vez, ele estava só e foi trocar a lâmpada quando a escada escorregou e ele caiu, batendo a cabeça no chão e morrendo no local”, contou o sargento.

portalcorreio

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