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“Toda decisão pode ser revista”, diz socialista sobre possibilidade de Ricardo Coutinho não disputar Senado Federal, em 2018

Cresce no jardim girassol a torcida para que o governador Ricardo Coutinho (PSB) volte atrás da decisão de não disputar uma vaga no Senado Federal, nas eleições de 2018. Dessa vez quem engrossou a torcida pela candidatura do governador na chapa majoritária encabeçada pelo secretário João Azevêdo (PSB) foi o vereador Tibério Limeira (PSB).

Em entrevista ao PB Agora, Tibério colocou em dúvida a decisão de Ricardo de permanecer no cargo até o final do mandato e ressaltou que até o dia 07 de abril o governador poderá mudar de postura.

“O governador Ricardo Coutinho já anunciou a decisão de permanecer no cargo. Mas é claro que toda decisão pode ser revista e naturalmente ele tem prazo até 07 de abril e até lá ele pode decidir se vai permanecer até o final do mandato ou não. Acho que essa é uma decisão que cabe a ele como a pessoa interessada e como líder desse processo”, disse.

Já sobre a pré-candidatura de João Azevêdo (PSB), Tibério colocou no rol das decisões irreversíveis.

“A pré-candidatura de João, que será uma candidatura no próximo ano, está mantida como representante do projeto do PSB e isso não muda mais. Acredito que a gente tenha uma boa perspectiva de vitória e acredito também que a presença do governador Ricardo Coutinho nessa chapa fortaleceria o processo, assim também como a permanência dele no Governo também fortalece o projeto. Então nos próximos três meses essas discussões vão evoluir e o PSB achará a melhor solução para esse processo a fim de vencer as eleições de 2018”, arrematou.

 

PB Agora

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Deputado socialista afirma que senador Cássio não luta por recursos para seu Estado “Ele é totalmente omisso”

gervasio_maiaPara o deputado estadual e futuro presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba Gervásio Maia (PSB), o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) vem mantendo uma postura completamente omissa no tocante a buscar, como seu partido recursos para que o Governo do Estado possa dar celeridade a obras que dependem de parcerias com o Governo Federal.

Gervásio Maia (PSB), criticou o PSDB da Paraíba por não trabalhar pela liberação da contrapartida do Governo Federal para o Viaduto do Geisel : “Nunca se viu o senador Cássio se pronunciar para tentar destravar os R$ 8 milhões que o Governo Federal bloqueou. Ele fica totalmente omisso em relação a esse assunto”.

Recentemente o deputado estadual licenciado e atual Secretario de Governo em Brasília, Ricardo Barbosa, fez um apelo público para que houvesse uma forma de derrubar as atuais ‘barreiras’ para liberação de recursos do Governo Federal para obras na Paraíba.

De acordo com o Secretário a época do apelo, dentre os recursos do Viaduto do Geisel, só foi recebido aquela parcela de R$ 4 milhões. Na Funasa, o Governo da Paraíba está aguardando os repasses para a adutora de Triunfo, que está com 80% de obra conclusa e o Governo Federal tinha liberado R$ 1,5 milhão na semana passada que foi retido, devido a mais pedidos de documentos. Outra demora segundo Barbosa, se dá devido ao empréstimo de R$ 112 milhões junto ao Bando do Brasil que foi feito pelo Estado. “Portando é lamentável que estejamos passando por esse dissabores, mas estamos confiantes e otimistas”, afirmou.

 Assessoria

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Cássio critica adesão das oposições a Ricardo, mas afirma que foram importantes para vitória do socialista

Foto: Paraibaonline
Foto: Paraibaonline

O senador Cássio Cunha Lima, (PSDB),  candidato ao Governo do Estado nas eleições desse ano, criticou a adesão de vários partidos de oposição ao atual Governador, mas admitiu que essa união foi importante para que Ricardo Coutinho fosse reeleito. “Como é  que esses partidos passaram quatro anos na oposição e agora, há vinte dias do pleito, decidem apoiar o Governo”? indagou o senador.

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Cássio destacou que o apoio do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, do seu irmão, Lucélio Cartaxo foi de fundamental importância para reeleição de Ricardo Coutinho em João Pessoa, da mesma forma como aconteceu com Efraim Morais, e os deputado Efraim Filho, Manoel Júnior além de outras lideranças políticas no interior do Estado.

 

Entre as dificuldades para vencer as eleições, Cássio Cunha Lima destacou que teve que enfrentar as ‘três máquinas públicas’: Estado, município e o Governo Federal, “mas quero agradecer a todo a Paraíba por esse um milhão de votos, que eu considero com um milhão de amigos”, destacou.

Paulo Cosme

Zenóbio revela que rompeu com RC, por socialista estar levando seus prefeitos para Hervásio

zenobioEm uma declaração polêmica, o prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano (PSDB), revelou neste sábado (22) que rompeu com o governador Ricardo Coutinho (PSB), devido ao socialista lhe ter tentado destruir politicamente. “Deixei de defender Ricardo quando ele quis me destruir politicamente” desabafou.

Em entrevista ao Correio da Manhã da rádio 98FM, Zenóbio revelou que RC estava  levando seus prefeitos para Hervásio Bezerra, líder do governo na Assembleia Legislativa.

Segundo Zenóbio Toscano, o motivo pelo rompimento se deu não só pelas promessas não cumpridas, mas pelo fato do governador Ricardo está tentando aniquilar politicamente sua esposa a deputada Léa Toscano (PSB).

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“Meu rompimento com Ricardo se deu pelo fato do governador está chegando nos meus prefeitos pedindo voto para o deputado Hervásio Bezerra (PSB), tentando aniquilar Léa Toscano e isso eu não permito”, afirmou Zenóbio.

Ele revelou ainda que tem pesquisas onde Léa aparece em terceiro lugar para deputada estadual na sua cidade. O prefeito destacou ainda as promessas não cumpridas. “A nossa região se ressente de obras do Governo do Estado. Apesar das ordens de serviço assinadas e várias promessas, Guarabira está esperando as obras que não chegaram”, disse.

Zenóbio explicou que o PSDB tem o direito de ter um candidato próprio ao governo estadual, da mesma forma que o PSB. – Defendi até certo ponto a candidatura de Ricardo com o PSDB, mas deixei de defender a partir do instante que entendi que o objetivo dele era me destruir politicamente – criticou Zenóbio. As declarações deixam claro que Zenóbio vai apoiar o senador Cássio Cunha Lima, caso o tucano efetive a sua candidatura ao governo do Estado.

Severino Lopes

PBAgora

Empresa socialista é decisiva no modelo cubano, mas com mudanças

 

A empresa estatal socialista é a fórmula fundamental no modelo econômico cubano, mas é preciso modificar suas regras de funcionamento, afirmou na sexta-feira (5) o vice-presidente do Conselho de Ministros, Marinho Murillo.

cuba-trabajoO chefe da Comissão de Implementação das Diretrizes aprovadas pelo Partido Comunista de Cuba para a atualização do modelo socialista na ilha, interveio na Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia Nacional do Poder Popular, que se realiza antes do início de sua oitava legislatura.

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A respeito, sublinhou que não há atualização do modelo econômico cubano se não houver modernização do sistema empresarial socialista.

Afirmou que as diretrizes do próximo orçamento nacional contêm os primeiros passos para mudar as regras do jogo que regem o setor estatal no país.

Entre as mudanças inclui-se que a empresa fica com os fundos de amortização, cuja maioria hoje passa para as mãos do Estado.

Também disporá de 50 por cento dos rendimentos depois do pagamento dos impostos. “O grande desafio é conseguir que a empresa estatal tenha a independência relativa no socialismo”, indicou Murillo.

Disse que a nova política sobre o objeto social define a atividade fundamental da empresa, mas as não fundamentais são prerrogativas do diretor.

Não vamos questionar as faculdades empresariais, mas vamos enfrentar a irracionalidade das despesas, advertiu.

Comentou casos de cadeias produtivas paradas à espera da aprovação “de uma rede de permissões” ao nível superior.

Sobre isso expressou a contradição de ter empresas que durante vários anos trabalham com perdas sem que o Estado as feche ou decida refinanciá-las.

Tivemos uma empresa com nove anos de perdas. Como vivia? Não pagava suas dívidas, citou na mencionada comissão, da qual participou o presidente do Parlamento cubano, Esteban Lazo.

Se queremos estimular as forças produtivas, é preciso transformar o sistema empresarial socialista, dimensionou ao antecipar mudanças no vínculo com o orçamento, os investimentos, o objeto social, o pedido estatal e o reconhecimento do mercado.

Além do intercâmbio sobre estes temas, a Comissão de Assuntos Econômicos da Assembleia deverá opinar nesta sexta-feira sobre o relatório de liquidação do orçamento do ano passado.

Prensa Latina

Uma novela socialista na TV da Venezuela

Teresa em três estações, uma novela para refletir as mudanças na Venezuela

Que as telenovelas influenciam o gosto popular, fomentam comportamentos, difundem valores e moldam maneiras de ser que vão desde a linguagem do dia a dia até a moda, os trejeitos e mesmo o pensamento político, ninguém que conheça a experiência brasileira de telenovelas pode negar.

A lista de novelas com “conteúdos” aceitáveis pelos grandes monopólios é imensa. Ela inclui, só para citar alguns casos, desde Sassá Mutema, de Salvador da Pátria (1989), exibida justamente no ano em que Lula concorreu à presidência da República pela primeira vez, candidatura vilipendiada pela Globo, até Dancin’ Days (1978), com o tema da liberação sexual; O Rei do Gado (1996) que, de maneira canhestra, abordou o tema da reforma agrária e o MST; Mulheres apaixonadas (2003) e questões como o homossexualismo feminino, a violência urbana, a discriminação contra os idosos, cujo Estatuto tramitava no Congresso Nacional. E por aí vai… Não há novela sem uma mensagem, clara ou implícita, que influencie desde os hábitos cotidianos até mesmo, em muitos casos, as opiniões políticas do espectador.

No artigo A novela nossa de cada dia (Canal da Imprensa: ver aqui o estudioso Fernando Torres constatou a força da influencia das novelas no comportamento, que são usadas “para transmitir valores morais, éticos e de cidadania”; questiona: “O problema é: quem define o que é bom?”

Se esta é uma questão que se coloca no caso das telenovelas veiculadas pelos monopólios privados, ela provoca urticárias conservadoras quando se trata de tevês públicas e que procuram, da mesma maneira, transmitir outros valores para a população.

A ironia, e as reservas, com que a novela venezuelana Teresa em três estações foi recebida é um exemplo desse julgamento parcial, e viciado, com que a mídia hegemônica avalia as produções que escapam a seu controle – que é, como Marx já registrou muito tempo, o controle das ideias e do imaginário comandado pela classe dominante: as ideias dominantes de uma época são as ideias da classe dominante, escreveu ele em meados do século 19).

Como foi Hugo Chávez quem teve a ideia (era um sonho dele, chegam a dizer), atribuem a ele a iniciativa da produção de Teresa em três estações; condenam seu financiamento pela PDVSA, a Petrobrás venezuelana (mas aceitam dinheiro público gasto em publicidade na tevê privada!), acusam a produção e transmissão daquilo que chamam, com desprezo, de “telenovela socialista”, pelo canal estatal Televisora Venezuelana Social (TVes), que ocupou o lugar da privada RCTV, cuja concessão não foi renovada em 2007 devido às inúmeras ilegalidades que seus proprietários cometeram, entre elas o claro comprometimento com as tentativas golpistas na Venezuela, desde o golpe de 2002 que chegou a fazer Chávez prisioneiro, e só foi derrotado depois da pronta e forte reação popular em defesa do presidente.

A trama aborda a história de três mulheres trabalhadoras usuárias da ferrovia de Vales do Tuy, que liga Caracas com cidades vizinhas – uma mãe solteira, uma estudante de arte e uma condutora de trens. A produtora Delfina Catalá logo aderiu à ideia para produzir esta novela que teve o orçamento de quatro milhões de dólares financiado pela Comissão de Telecomunicações.

Seu objetivo é romper com os lacrimejantes valores tradicionais veiculados por programas desse tipo.

Novela socialista? Delfina Catalá explica, a partir de sua ampla, e longa, experiência nas televisões espanhola e francesa: “Na medida em que vocês entenderem que os valores socialistas incluem a solidariedade e o privilégio ao bem comum, esta será uma telenovela socialista”.

Chávez: “vou pedir novelas diferentes das capitalistas”


Homem de comunicação, além de político e chefe militar, Chávez não oculta seu entusiasmo. “Pensei nisso há muito tempo. Sempre observei a necessidade de utilizar este gênero, a telenovela, como o conto, o filme e o documentário, para se expressar e se comunicar com o público”, disse.

Sua intenção é despertar o interesse desse público, e acrescenta: “Vou pedir que façam telenovelas diferentes das capitalistas, assim como as que são exibidas em Cuba, que contam com conteúdo social”.

Mas seu papel não passou da sugestão, garantiu a diretora Delfina Catalá rm uma entrevista ao portal da TVes (aqui). “Os produtores independentes, digamos, nos sistemas de produção convencionais, tradicionais, centro dos canais privados, são serviços de produção. Em um serviço de produção você põe suas mãos, mas não põe sua alma, não pôe sua cabeça”. É o contrário do que ocorreu na produção de Teresa em três estações. “Neste momento os projetos saem de nós, se realizam e são levados a cabo graças a nós mesmos, e a plataforma que nossos companheiros do Estado nos dão é uma plataforma de confiança, de apoio e de continuidade. Isto é, falar de produção nacional independente na Venezuela não é apenas formal, é realmente produção independente, é a capacidade de tomar decisões, de criação e autoria”.

Teresa em três estações incorporou ao elenco uma mas mais queridas atrizes da Venezuela, a veterana Rosario Prieto, de 70 anos de idade e que atuou na RCTV desde os 17 anos. Ela faz o papel de mãe de uma das protagonistas. Ela aceitou participar, mesmo não sendo chavista; ao contrário, é uma crítica do governo. “A mim não me dizem que a telenovela é da TVes porque, se me pedirem para dizer isso, eu digo não”, disse. “Não porque eu tenho algo contra, mas porque eu sou imagem de um canal que foi fechado pelo governo”. Mas aceitou participar da novela “socialista”. “Apesar de termos opiniões politicamente diferentes, me sinto feliz de voltar a me ver na tela”, explicou.


Rosario Prieto: não é chavista mas aceitou participar

A conservadora mídia hegemônica pouco se incomoda quando as novelas, e os programas de tevê sob seu controle transmitem valores conservadores, mesmo que sejam preconceitos ou valores degradantes. Mas esta mesma mídia considera uma “violência” quando se trata da difusão de valores construtivos, baseados na solidariedade e na cooperação, fugindo à vulgaridade consumista e individualista costumeira. Acusam Chávez de querer “não qualquer telenovela, mas aquelas com mensagem”, que tenham “conteúdo social”.

É uma luta de ideias que, tudo indica, começam a perder. A diretora Delfina Catalá, que se confessa orgulhosa pelas mudanças que a Venezuela vive, só quer “refletir a época que este país que se move está vivendo”, disse. E quer transmitir “valores morais ligados com a construção do homem novo”. Os comentaristas conservadores acusam este modelo de “claramente dirigista, com pouco espaço para a crítica ao poder e a livre criação fora dos cânones estabelecidos”.

Hipocritamente esquecem o dirigismo privado dos monopólios empresariais da mídia, onde aquilo que chamam de “livre criação” se resume, na verdade, à reprodução da vontade e dos valores ideológicos e políticos dos patrões. Cabe ao público venezuelano decidir, ligando ou desligando seus receptores de tevê, se Teresa em três estações reflete adequadamente suas vidas, seus valores e as mudanças que seu país vive. Tudo indica que será um sucesso, apesar do mau humor da mídia conservadora dominante.


Delfina Catalá: novela com o coração e a cabeça

É a expectativa da produtora Delfina Catalá. “Esta produção rompe com os padrões tradicionais e se conecta com a realidade das venezuelanas e dos venezuelanos. Vamos nos ver a nós mesmos, venezuelanos, em um espelho que, verdadeiramente, vai refletir a épica que o país está vivendo, que se move, que está em movimento”.

Portal Vermelho

Dirigente socialista dispara: “Não queremos filiados frouxos e fracos”

Nesta sexta-feira (6), o presidente estadual do PSB na Paraíba, Edvaldo Rosas, não poupou críticas a ex-filiados do partido e a companheiros de legendas que não vestem a camisa socialista.

“Em nosso partido nós não vamos aceitar filiados ou partidários frouxos, fracos, pau-mandado e que não vista a camisa do PSB. Prefiro mil vezes, ter uma pequena militância, mas que realmente trabalhe para o projeto, do que ter um enorme número de puxadores de saco” disparou Rosas, após falar sobre a saída do prefeito Luciano Agra do PSB.

Debatendo sobre Bira

Na oportunidade o presidente socialista revelou que manteve contato com o vereador Bira no dia de ontem, mas que o parlamentar mirim não quis selar a paz. “Nós nos reunimos ontem, eu, Ronaldo Barbosa, a companheira Estela e o governador Ricardo Coutinho para falar sobre a situação de Bira. Todos nós concordamos em lhe dar uma chance para que ele, em uma coletiva, se retratasse em relação a sua opinião a nossa candidatura e Bira não quis selar a paz”, frisou Edvaldo Rosas, presidente estadual do PSB na Paraíba.

A entrevista de Rosas foi concedida à rádio Arapuan.

Por Fábio Augusto / Paraíba Já

Rasgando elogios a Estela, Ricardo diz que Maranhão ‘tem medo’ da socialista

O governador Ricardo Coutinho (PSB) declarou nesta sexta-feira (8) que Estelizabel é o melhor quadro que um partido político poderia ter e afirmou que, dentro das políticas públicas, a socialista é melhor que o prefeito Luciano Agra (PSB) e até superior ele mesmo.

“Digo-lhe com muita tranqüilidade. Estela, que a conheço como conheço Luciano, como também me conheço, afirmo tranquilamente: é uma pessoa dentro das políticas públicas o melhor quadro que o partido tem hoje para disputar as eleições, governar e melhorar o nosso projeto. Nesse campo ela é mais preparada que Luciano Agra e melhor preparada que eu. Não me sinto diminuído em dizer isso”, argumentou o socialista durante entrevista ao Correio Debate, da 98 FM.

Ainda durante a entrevista, o governador disse ainda que, dentro dessas características da sua pré-candidata,  os seus adversários políticos, a exemplo dos aliados do ex-governador José Maranhão, “expressam um medo terrível de Estelizabel Bezerra.

MaisPB