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Vereador Juninho consegue sistema de abastecimento de água simplificado para Solânea

Solânea vai ganhar um sistema de abastecimento de água simplificado. A garantia foi dada pelo coordenador do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Alberto Gomes, ao vereador Júnior Melo durante audiência realizada nesta segunda-feira (22).

A solicitação havia sido feita pelo parlamentar que solicitou do Dnocs a perfuração de poços artesianos e a construção de cisternas de placas, com o objetivo de amenizar a necessidade dos solanenses, especialmente os que vivem na zona rural.

Juninho celebrou a importância dessa conquista para o município. “Através do nosso pedido conseguimos um sistema de abastecimento simplificado e iremos distribuir de acordo com a necessidade das localidades. Esse benefício chega no momento de extrema necessidade e não medirei esforços para amenizar o sofrimento de nosso povo. Agradeço ao coordenador, Alberto Gomes, a sensibilidade em nos atender. Vamos em frente”, destacou o parlamentar.

 

Redação FN

 

 

Governador assina ordem de serviço do sistema de abastecimento d’água em Belém e participa de OD em Solânea

O governador João Azevêdo visitou, neste sábado (13), o município de Belém, onde assinou Ordem de Serviço para construção da 2ª adutora de água tratada do sistema de abastecimento d’água das cidades de Belém, Caiçara e Logradouro, que representa um investimento de R$ 1,2 milhão. Em seguida, o chefe do Executivo participa da plenária do Orçamento Democrático Estadual, na cidade de Solânea.

A assinatura da Ordem de Serviço para construção da 2ª adutora de água tratada do sistema de abastecimento d’água das cidades de Belém, Caiçara e Logradouro aconteceu às 10h na Praça Seis de Setembro, no Centro, do município de Belém.

Já a Plenária do Orçamento Democrático Estadual – 2ª Região Orçamentária, acontece às 16h no Ginásio de Esportes Adauto Silva, na Rua 5 de Agosto, 275, no Centro de Solânea.

 

portal25horas

 

 

Sistema Pardal recebe primeiras denúncias de crime eleitoral e propaganda irregular na Paraíba

Em pouco menos de 24 horas disponível nas plataformas IOS e Android, além da versão Web, o Sistema Pardal, desenvolvido pela Justiça Eleitoral que possibilita aos eleitores denunciarem infrações durante as campanhas eleitorais, já recebeu duas denúncias na Paraíba.

Uma é referente à suposta prática de crime eleitoral. A outra diz respeito à suposta propaganda eleitoral irregular.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), as denúncias ocorreram nos municípios de João Pessoa e Santa Rita.

O Pardal também pode ser utilizado para denunciar compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais e doações e gastos eleitorais.

Supostas irregularidades na propaganda eleitoral veiculada nas emissoras de TV ou rádio e na internet, bem como notícias de infrações relacionadas a candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, não serão processadas pelo sistema. Nesses casos, o eleitor deverá encaminhar as eventuais denúncias pelos meios tradicionais.

Nas denúncias feitas por meio do Pardal, deverão constar, obrigatoriamente, o nome e o CPF do cidadão que as encaminhou, além de elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios. A autoridade responsável por apurar a notícia de infração poderá manter em sigilo as informações do denunciante, a fim de garantir sua segurança.

Blog do Gordinho

Criminosos invadem UFPB e desligam sistema de câmeras de vigilância

A Prefeitura Universitária da UFPB informou nesta segunda-feira (6) que o prédio da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), situado no campus de João Pessoa, foi invadido no domingo, 5 de agosto. A Polícia Federal foi acionada e instaurou inquérito para averiguação.

Segundo o órgão, o invasor entrou pelo telhado e desligou todos os equipamentos e o circuito de câmeras de segurança. Em decorrência, houve paralisação nos serviços de internet, já restaurado, e nos sistemas acadêmicos e administrativos informatizados.

wscom

Policia Federal usa sistema criado para Lava Jato contra pornografia infantil

Em sete meses de 2017, a Polícia Federal prendeu em flagrante mais suspeitos de compartilhar pornografia infantil na internet do que em todo ano de 2016. Os rastros deixados são virtuais e eles são a base da investigação dos policiais.

G1 conversou com integrantes da PF. Eles descreveram como a entidade vasculha a Dark Web, a internet profunda, em busca dos computadores dos acusados para tirar da internet potenciais abusadores.

Na última semana de julho, a Operação Glasnost prendeu 27 pessoas em flagrante, o que levou o número de detidos no ano para 81. Em 2016, foram 75.

“Disseminação de material pornográfico na internet é um crime cibernético, mas não puramente cibernético. O meio é cibernético, mas o crime é outro”, diz o delegado Otávio Margonari, do Grupo de Repressão ao Crime Cibernético (GRCC) de São Paulo.

“Quando se investiga a divulgação, vem a produção, o estupro de vulnerável e a posse.”

O que é feito antes da prisão dos criminosos?

A prisão de suspeitos em flagrante é o ápice da operação e não ocorre sem que a PF identifique que o acusado possui em seus dispositivos algum registro de fotos ou vídeos – vale até imagens apagadas – de crianças ou adolescentes nus ou em situações íntimas.

E isso depende da tecnologia. Mas até chegar lá, os policiais têm de navegar pelos cantos mais sombrios da internet.

“As pessoas que se envolvem nesse tipo de crime procuram garantir o sigilo na maior parte do tempo. Mas tem gente que não se importa com isso, acha que, se está em casa ou no escritório, ninguém vai se importar. Geralmente os distribuidores são mais cuidadosos”, conta Evandro Lorens, diretor da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF).

Membro do Serviço de Perícias em Informática (Sepin) do Instituto Nacional de Criminalística, Lorens contou ao G1 como a investigação é feita, da identificação dos alvos até a análise em laboratório dos equipamentos apreendidos.

 

Primeiro, a PF monitora redes de compartilhamento na internet “peer-to-peer” (P2P), em que um arquivo é enviado de usuário a usuário, em vez de partir de um servidor central, como ocorre em serviços de streaming ou de download de empresas de conteúdo.

Durante essa ronda virtual, a polícia encontra de tudo. “Tem o cara que é curioso, que só quer ver foto e não tem contato com criança. Em geral, não é gente com muito conhecimento em informática, tem gente que troca imagem por e-mail, que é muito fácil de rastrear. E tem os caras mais agressivos e com mais conhecimento técnico”.

Lorens conta que o monitoramento passa a abranger outras plataformas conforme se tornam populares. Isso inclui os serviços na Dark Web, cujo acesso necessita de programas especiais pois os endereços são ocultos para mecanismos de busca.

“Lá, como eles se sentem mais confortáveis, porque sabem que a sua autoria está escondida, acontecem coisas mais graves”, diz o delegado. “Muitos são abusadores de crianças, produzem filmes, colocam lá para os outros, esperando o outro para fazer a mesma coisa.”

 

Ele conta que a troca de material ocorre por meio de fóruns, em que os participantes são ranqueados conforme o volume de fotos e vídeos enviados. “Quem publica mais tem mais moral perante os outros. Aí para mostrar que ele é bom mesmo e que ele se dedica àquele fórum faz as crianças segurarem plaquinhas com os nomes do fórum.”

‘Big Brother’ e bate-papo

 

As imagens trocadas pelos monitorados compõem um banco de dados. “Não é um Big Brother gigante, que pega tudo que está acontecendo”, comenta o perito, mas “é o coração do sistema” e o que estiver lá será usado para pegar suspeitos em flagrante.

“É muito agressivo ficar olhando para aquelas fotos, aqueles vídeos”, diz Margonari. “Você olha meio de lado, sabe que é pornografia infantil, tem bebê, umas coisas absurdas, mas isso é a materialidade, o que estou buscando é saber a autoria, quem está publicando aquilo.”

“Além de monitorar tráfego P2P, monitora troca de informação via chat e consegue identificar situações críticas de risco”, diz Lorens. Ele lembra que, durante os preparativos para a Operação Darknet, de 2015, agentes captaram uma conversa de um suspeito que dizia estar esperando a mulher grávida de oito meses dar à luz para abusar da criança.

Tem hora que não dá para esperar

 

“Nesses casos, quando a conversa é crível, a gente tem que antecipar a situação”, diz. “Antes de operações há micro operações para evitar ações em curso. Se o estuprador está abusando da criança, a gente não vai esperar.”

O monitoramento deixa de ser puramente virtual quando os policiais percebem que o crime pode ter repercussão internacional, com efeitos em outros países. Vira uma investigação quando obtêm informações como número de IP ou endereço físico dos suspeitos.

Segundo o delegado Margonari, a PF já tem ferramentas para identificar, em uma casa com vários internautas, quem foi o responsável por um download suspeito.

“As técnicas de investigação estão evoluindo. No passado, era raro conseguir um negócio desses. A gente sabia, na melhor das hipóteses, se aquela conexão tinha publicado material pornográfico infantil. Mas quem era? Putz, podia até ser que tivesse um Wi-Fi e o vizinho estivesse usando.”

Mas ele não abre como a mágica ocorre: “Se souberem como eu consegui chegar à identidade deles, vão mudar a técnica. Preciso aproveitar o que eu desenvolvi. Como? Não vou te contar”.

A hora da operação

 

A partir daí, a PF identifica alvos de uma futura operação e monitora o tráfego de internet deles. Durante as operações, os agentes encontram as mais diversas recepções.

“Quando escutou que era a polícia entrando, o cara engoliu um pen-drive. Foi o primeiro engolido cibernético da história. E ele foi preso, porque tinha mandato para ele. Ficou todo mundo esperando ele cagar pra mandar aquele pen-drive para a perícia”, diz Margonari. “Um cara jogou o computador pela janela, quebrou toda a tela, o perito foi lá, pegou o HD, espetou na máquina e tinha muita coisa.”

 

O objetivo é deter suspeitos contra quem pesam fortes evidências e apreender equipamentos que, depois de passar por análise, podem fornecer provas. Mas a PF criou um equipamento para conseguir fazer prisões em flagrante. É um software que procura no disco rígido do suspeito por imagens suspeitas. Primeiro, ele vê se a máquina possui alguma dos 2 milhões de arquivos do banco de dados. Depois, indica se há imagens que possam caracterizar pornografia infantil –um de seus trunfos é conseguir identificar se há fotos ou vídeos com alta exposição de pele de pessoas com pequena complexão física.

Até imagens apagadas são listadas. Se um arquivo for sobreposto a imagens deletadas, no entanto, a ação fica mais complicada, conta Lorens.

Tecnologia caseira

 

O nome oficial do mecanismo é Localizador de Evidências Digitais. Ele foi criado pelo perito Wladimir Leite em 2010. A criação de tecnologia dentro de caso para combater o crime é outra característica da PF.

“Na Operação Hashtag, não usamos nenhuma ferramenta comprada no mercado. Era tudo caseiro”, conta o delegado Margonari. Na prática, todos os grupos regionais da PF podem criar ferramentas. Mas é o Setor de Perícia de Informática, de Brasília, o responsável por centralizar a padronização de ferramentas vindas de todo o Brasil.

Um dos exemplos é o Iped, um sistema criado para extrair e indexar grandes massas de dados, criado para suprir uma demanda da Lava Jato. Já há serviços privados que separam conteúdo e classificam informações de um HD, mas eles não conseguiriam trabalhar na velocidade necessária para abastecer a investigação. “O peritos fizeram as contas e concluíram que passariam anos rodando a ferramenta ininterruptamente”, diz Lorens. “O Iped é 20 mais rápido.”

E completa: “Quando não há ferramenta de mercado, fazem a concepção do zero”.

G1

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Após sete morrerem em Centro Educacional, deputado afirma: ‘sistema está apodrecido’

A propósito da tragédia ocorrida na madrugada deste sábado, 3, no Lar do Garoto, em Lagoa Seca, região metropolitana de Campina Grande, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) lamentou profundamente o episódio, transmitiu sua solidariedade às famílias das vítimas e fez um apelo público para que todas as autoridades paraibanas se unam para tentar encontrar uma solução para o problema da superlotação, que acomete não apenas os presídios, mas também as instituições para as quais as crianças e adolescentes são encaminhadas para o cumprimento de medidas socioeducativas.

“Lamento o que aconteceu, manifesto a minha solidariedade aos familiares das vítimas e faço um apelo para que as autoridades – todas elas, Governo, Ministério Público, Judiciário – se unam e discutam uma solução para o problema da superlotação e da aplicação mais eficaz das medidas socioeducativas”, disse o parlamentar.

Na visão de Luiz Couto, o que ocorreu no Lar do Garoto demonstra que tanto o sistema penitenciário como os centros de medidas socioeducativas estão apodrecidos, corrompidos e com superlotação não conseguem recuperar, reeducar e ressocializar as pessoas que ali estão cumprindo penas de restrição de liberdade.

“O problema torna se maior porque as medidas socioeducativas não são aplicadas na sua plenitude”, refletiu.

Assessoria

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Sistema orçado em R$ 4 mi vai abastecer comunidades em Bananeiras, Cacimba de Dentro e mais 40 cidades da PB

agua-torneiraComunidades da Zona Rural de 42 municípios paraibanos vão ser contempladas, até o fim de abril, com um sistema simplificado de abastecimento de água. Segundo o diretor do Departamento Nacional de Obras contra Seca na Paraíba (DNOCS-PB), Alberto Gomes, o objetivo é auxiliar moradores de áreas mais afastadas de reservatórios a enfrentar o período de estiagem prolongada.

Alberto Gomes explica que cerca de R$ 4 milhões estão sendo investidos nas obras, que incluem construção de um poço, um cata-vento, uma pequena adutora, uma caixa d’água e um chafariz com três saídas. O montante foi liberado pelo destaque orçamentário do Ministério da Integração, após reivindicação do senador José Maranhão (PMDB).

As cidades a serem atendidas são: Cacimba de Dentro, Damião, Picuí, Baraúna, Pedra Lavrada, Soledade, Juazeirinho, Santa Luzia, Taperoá, São José dos Ramos, Mogeiro, Salgado de São Félix, Teixeira, Prata, Serra Branca, Sumé, Nativa, Barra de São Miguel, Monte Horebe, Gurinhém, Fagundes, São Bento, São José do Brejo do Cruz, Belém, Caiçara, São José do Bonfim, Areia, Coremas, Tacima, São João do Cariri, Emas, Monteiro, Nova Olinda, Jacaraú, Guarabira, Belém, Piancó, Livramento, São José de Piranhas, Parari, Bananeiras e Cubati.

portalcorreio

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Fabiano gomes troca direção de Rádio Correio por Superintendência do Sistema Arapuan

fabiano-gomesO radialista e apresentador Fabiano Gomes será o superintendente do Sistema Arapuan de Comunicação, cargo que acaba de ser criado para expansão e fortalecimento do conglomerado de emissoras de rádio e televisão.  Durante reunião no fim da tarde desta sexta-feira (30), ele aceitou convite e proposta do presidente do Grupo, João Gregório. O comunicador também irá apresentar programas na TV Arapuan e na Rede Arapuan de Rádios.

Fabiano pediu desligamento da Rádio Correio, por onde passou seis anos como diretor de radiojornalismo e foi âncora do Correio Debate (98 FM). Ultimamente, ele acumulava a apresentação do Cidade Alerta (TV Correio).

Antes, Fabiano apresentou o Correio Manhã, quando venceu, durante o período, no Ibope os programas Bom Dia Brasil (TV Globo) e Bom Dia Paraíba (TV Cabo Branco), chegando a atingir 49% de audiência no horário matutino.

Boas vindas

Comunicados pela direção da empresa, os apresentadores da casa, Nilvan Ferreira e Heron Cid, ex-colegas de dupla de Fabiano Gomes em épocas diferentes, comemoraram a contratação.

“Fabiano e eu viemos juntos de Cajazeiras pra cá e fizemos história em dupla. Fico muito feliz de saber que ele estará novamente na empresa”, destacou Nilvan Ferreira, também cajazeirense.

“Esta é uma oportunidade de um grande reencontro. Fiz uma exitosa parceria com Fabiano Gomes por cinco anos. Sou muito grato a ele por tudo que já vivemos juntos no rádio. Para mim, foi um presente de fim de ano”, felicitou Heron Cid.

Novo cargo

Em fase de franca ascensão, o Sistema Arapuan decidiu ampliar os investimentos na área executiva e potencializar seu elenco. Para tanto, o Grupo criou a Superintendência-Executiva, função que terá a missão de relações institucionais e intercâmbio com os mercados.

“A chegada de Fabiano Gomes, um profissional reconhecido pelos talentos na comunicação e na gestão de negócios, vem somar muito ao nosso crescimento. É uma fase de avanço do Sistema Arapuan que o recebe de portas abertas”, enfatizou o fundador e presidente do Grupo, João Gregório.

História e volta

Com apenas 32 anos de idade, Fabiano Gomes – natural de Cajazeiras (Alto Sertão da Paraíba) – é o que se pode chamar de fenômeno da comunicação paraibana. Precoce, ele começou na profissão aos 13 anos de idade e de lá pra cá só se notabilizou pela ousadia de uma carreira ascendente no rádio e na televisão do Estado, onde rapidamente chegou ao topo pela característica polêmica e intrépida.

Radialista desde muito cedo, Fabiano deu os primeiros passos na Rádio Dom Bosco FM, de sua terra natal, e, lá, passou ainda pelas Rádios Cidade FM, Oeste AM e Arapuan FM. A irreverência e coragem rapidamente lhe impulsionaram do Sertão para a Capital.

Em 2008, ele estreou em João Pessoa, no Rádio Verdade, fazendo dupla com o também cajazeirense, Nilvan Ferreira, de onde saiu no ano de 2010 para o Sistema Correio.

“Eu estou voltando à Arapuan, a casa que me lançou para toda a Paraíba no rádio. Foi aqui que também estreei na TV, com o Paraíba Urgente. Aqui aprendi muito e agora volto com muito mais maturidade e disposição de somar com um Grupo forte e que, com muito trabalho e dedicação, vai crescer muito mais”, arrematou Fabiano Gomes.

MaisPB

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Detran-PB anuncia suspensão de atendimento em janeiro para adequação de sistema

detran-pbNo período de 2 a 6 de janeiro, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) suspenderá o atendimento personalizado ao público, no tocante aos registros de veículos. A suspensão se dará para aperfeiçoar e adequar o sistema ao serviço de emissão de boletos para pagamentos do licenciamento e do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) através dos sites do Detran e da Secretaria de Estado da Receita (SER). Durante a paralisação, o expediente interno será normal, inclusive no que se refere à Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O fato é que a partir de 1º de janeiro de 2017 os boletos para pagamentos do licenciamento de veículos e do IPVA não serão mais enviados para os domicílios dos proprietários. A emissão será efetuada através de acesso disponibilizado nos portais www.detran.pb.gov.br e www.receita.pb.gov.br, ou poderá ser impresso na sede e postos do Detran-PB, bem como em uma repartição fiscal da SER. Os pagamentos devem ser efetuados nas agências do Banco do Brasil ou seus associados.

Durante esse período, serão realizados treinamentos com os servidores que trabalham no atendimento da sede, dos postos do Detran e das Ciretrans, a fim de adequação ao novo sistema. O atendimento personalizado ao público e os demais serviços voltarão a funcionar normalmente a partir do dia 9 de janeiro do próximo ano.

A decisão de não mais enviar os boletos para os domicílios foi tomada em conjunto com a Receita Estadual, com a finalidade de evitar possíveis tentativas de fraudes, bem como a falta de pontualidade na entrega desses documentos, gerando transtornos à população. A direção do Detran enfatiza que a documentação do veículo só será liberada após a quitação do IPVA.

Para obter mais informações sobre a situação dos veículos, os usuários devem consultar o site do Detran-PB, através da informação do número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e da sua placa.

portalcorreio

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RC descarta voltar atrás sobre decisão de mudar sistema de Gravame na PB e dispara: “Não fui eleito por bancos”

ricardocoutinhoA polêmica em torno da mudança no sistema de Gravame, pelo visto, teve apenas uma trégua, mas deve voltar após os 60 dias concedidos pelo Governo do Estado para que os bancos e financeiras se adéqüem ao novo modelo implantado pelo Detran da Paraíba.

O governador Ricardo Coutinho (PSB), em entrevista nesta segunda-feira (28), deixou claro que não mudou de idéia e que após os 60 dias o novo sistema será adotado em todo o Estado. Ele lamentou a postura dos bancos de tentar impor um monopólio com uma única empresa e mandou um recado duro.

“Eu sou da teoria que diz que cada macaco no seu galho. Cabe ao governo governar e decidir. Cabe a revendedor vender e cabe a banco financiar. Não vou aceitar que banco tome decisão. Eu não fui eleito por banco. A decisão já foi tomada. Nós só flexibilizamos agora por conta do final do ano, a pedido dos revendedores. Eu fui eleito para fazer o melhor para o Estado. Esse monopólio não é bom. Dou-me o direito, como governante, em tomar as decisões e responder por elas. Essa polêmica foi instalada por poucos que quiseram manipular a opinião pública, mas que não tem guarita no governo. Cabe ao governo governar, e assumir erros ou acertos. A decisão já está tomadada”, arrematou.

PB Agora

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