Arquivo da tag: sistema

Vereador Juninho entrega sistema simplificado de abastecimento de água em Solânea

Seguindo a logística do trabalho, o vereador Júnior Melo (PSC) entregou, neste domingo (05), na comunidade da chã de Santa Tereza, em Solânea, o sistema simplificado de abastecimento de água, beneficiando vários moradores da localidade.

“Torneiras abertas! Dia de festa no primeiro domingo do ano na chã de Santa Tereza, entregamos à população o sistema simplificado de abastecimento e comemoramos a chegada desse benefício. Seguimos firmes na luta por dias melhores para a população Solanense”, comentou o vereador em suas redes sociais.

Juninho aproveitou a oportunidade para anunciar que em breve estará entregando outro sistema do mesmo modelo a mais uma comunidade do município.

“Sabemos das dificuldades de água em nosso município, e por isso estamos buscando cada dia mais, melhorar a qualidade de vida do nosso povo, em breve estaremos entregando mais um sistema simplificado de abastecimento de água em mais uma comunidade”, complementou Juninho.

Redação FN

 

 

Jornalista citado em operação da PF é demitido do Sistema Correio

O Sistema Correio de Comunicação demitiu o jornalista Bruno Pereira, que dividia os microfones da Rádio 98 FM de João Pessoa com Samuka Duarte pela manhã. O rapaz esteve entre os alvos da quarta fase da Operação Recidiva no dia 20 de novembro sob suspeita de ter recebido vantagem indevida do esquema que fraudava recursos federais de convênios celebrados com prefeituras paraibanas. Bruno havia sido colocado em férias e nesta quinta-feira, 26, divulgou o desligamento em seu perfil no Instagram, onde comentou o momento que enfrenta e agradeceu ao Correio pela oportunidade.

Comunicado

Desde o último dia 20 de novembro passei a viver um momento de muita turbulência ao ser citado em uma operação da Polícia Federal. A PF está correta ao investigar! Logo, breve, ao final do inquérito eu falo com vocês CADA DETALHE! VOU PROVAR que estou pagando um preço muito alto de uma situação que não fiz. AGUARDEM! Deus é justo! Respeito e acredito nas autoridades.

Infelizmente vivemos em uma sociedade onde se existe um tribunal popular que nos condena por antecipação. Primeiro somos condenados, depois eles nos julgam. Só eu sei as consequências que estou sofrendo. São irreparáveis os dados a imagem e a moral. Mas creio em Deus e no tempo.

Em virtude da citação na operação, fui colocado de férias pela empresa que eu trabalhava. O veredito final eu já sabia. No dia do natal, recebi o comunicado oficial que estaria sendo demitido do Sistema Correio.

Jamais fico triste por ser demitido do trabalho, isso faz parte de um processo natural da vida. Sair de onde eu saí, quebrar as barreiras que já quebrei, isso não me abala para erguer a cabeça e ir em busca de uma nova oportunidade para tocar o projeto de alguém que é cheio de fé e vontade para vencer na vida. Algo me causa angústia é a maneira como as coisas estão se dando. Estou tendo consequências graves por algo que NÃO FIZ.

Quero me dirigir ao Sistema Correio com o sentimento de GRATIDÃO! Desde pequeno sonhei em fazer carreira na comunicação e foi um desejo realizado trabalhar nessa que é umas das emissoras mais importantes da Paraíba. No Correio eu tive oportunidades incríveis.

Em 2015, ainda estudante, comecei para tirar férias como auxiliar de programa de rádio. Degrau por degrau, recebi e cumprir várias missões até se tornar âncora no rádio e repórter e apresentador na televisão.

Ao direção geral e todos os meus diretores, muito obrigado pela confiança e oportunidade. Um abraço em cada amigo que aí deixei.

Aos meus ouvintes do rádio e telespectadores da TV, vocês me surpreenderam com tantas mensagens e ligações de carinho e preocupação. Amo vocês!

No livro da vida, vivemos vários capítulos. Esse é mais um que que finaliza. O lápis e o papel já estão em minhas mãos. Com a ajuda de Deus, já estou rabiscando um novo capítulo e em breve conto pra vocês. A gente se encontra em algum lugar desse Brasil lindo. Aquilo que Deus planeja NINGUÉM desfaz.

Aprendi que que coisas precisam acontecer para outras coisas acontecerem.

Existe tempo para tudo dentro do propósito do Senhor em nossa vida, diz o livro de Eclesiastes.

Boas festas para todos. Que venha 2020.

 

parlamentopb

 

 

PB ganha sistema com dados sobre violência contra mulher

Foi publicada no Diário Oficial da terça-feira (24) a lei que institui na Paraíba a Política de Sistema Integrado de Informações de Violência contra Mulher – Observa Mulher Paraíba. A política tem por finalidade ordenar e analisar dados sobre atos de violência praticados contra mulher no estado, bem como promover a integração entre os órgãos que atendam a mulher vítima de violência.

O projeto foi de autoria da deputada estadual Camila Toscano (PSDB), que considera violência contra mulher, para os efeitos da lei, os delitos estabelecidos na legislação penal praticados contra mulher e, em especial, os previstos nos arts. 5º e 7º da Lei Federal nº 11.340, de 07 de agosto de 2006 – Lei Maria da Penha.

A lei destaca ainda as seguintes diretrizes: a promoção do diálogo e da integração entre as ações dos órgãos públicos da sociedade civil e dos Poderes Legislativo, Judiciário e Executivo que atendam a mulher vítima de violência, especialmente os órgãos de segurança pública, justiça, saúde, assistência social e educação; e a criação de meios de acesso rápido às informações sobre as situações de violência, sobretudo quanto aos órgãos do Poder Judiciário que possam agilizar processos judiciais sobre esses casos.

Também fazem parte das diretrizes a produção de conhecimento e a publicação de dados, estatísticas e mapas que revelem a situação e a evolução da violência contra mulher no Estado da Paraíba; e o estímulo à participação social e à colaboração nas etapas de formulação, execução e monitoramento de políticas públicas efetivas e adequadas à realidade da mulher vítima de violência, no que diz respeito à saúde, direitos humanos, assistência social, segurança pública ou educação.

 

portalcorreio

 

 

Diretor de banco revela sistema com reconhecimento facial para prevenir ataques

O Diretor de Segurança do Banco Santander, Douglas Prehl, detalhou, nesta terça-feira (27), durante a primeira edição do fórum do Instituto Brasileiro de Segurança e Justiça (iBRAJUS), como funciona o sistema desenvolvido pela instituição bancária para prevenir ataques criminosos a agências bancárias.

“Antes a gente usava apenas a base histórica para fazer a repressão, a gente identificava e depois corria atrás. Agora eu faço o preditivo. Eu identifico quem é e já começo a usar o reconhecimento facial para fazer o contra-ataque. Quando tem uma pessoa na região que eu já sei, aciono as forças públicas e faço o monitoramento dedicado daquele ponto. Quando a pessoa chega para fazer o ataque, minha agência já está efetivamente protegida”, contou.

De acordo com Douglas, outras empresas têm procurado o Santander para compartilhar informações em relação ao sistema. “Nessa área não existe concorrência, o nosso concorrente é a criminalidade e o objetivo é encarcerar ao máximo”.

Yves Feitosa

 

 

Vereador Juninho consegue sistema de abastecimento de água simplificado para Solânea

Solânea vai ganhar um sistema de abastecimento de água simplificado. A garantia foi dada pelo coordenador do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Alberto Gomes, ao vereador Júnior Melo durante audiência realizada nesta segunda-feira (22).

A solicitação havia sido feita pelo parlamentar que solicitou do Dnocs a perfuração de poços artesianos e a construção de cisternas de placas, com o objetivo de amenizar a necessidade dos solanenses, especialmente os que vivem na zona rural.

Juninho celebrou a importância dessa conquista para o município. “Através do nosso pedido conseguimos um sistema de abastecimento simplificado e iremos distribuir de acordo com a necessidade das localidades. Esse benefício chega no momento de extrema necessidade e não medirei esforços para amenizar o sofrimento de nosso povo. Agradeço ao coordenador, Alberto Gomes, a sensibilidade em nos atender. Vamos em frente”, destacou o parlamentar.

 

Redação FN

 

 

Governador assina ordem de serviço do sistema de abastecimento d’água em Belém e participa de OD em Solânea

O governador João Azevêdo visitou, neste sábado (13), o município de Belém, onde assinou Ordem de Serviço para construção da 2ª adutora de água tratada do sistema de abastecimento d’água das cidades de Belém, Caiçara e Logradouro, que representa um investimento de R$ 1,2 milhão. Em seguida, o chefe do Executivo participa da plenária do Orçamento Democrático Estadual, na cidade de Solânea.

A assinatura da Ordem de Serviço para construção da 2ª adutora de água tratada do sistema de abastecimento d’água das cidades de Belém, Caiçara e Logradouro aconteceu às 10h na Praça Seis de Setembro, no Centro, do município de Belém.

Já a Plenária do Orçamento Democrático Estadual – 2ª Região Orçamentária, acontece às 16h no Ginásio de Esportes Adauto Silva, na Rua 5 de Agosto, 275, no Centro de Solânea.

 

portal25horas

 

 

Sistema Pardal recebe primeiras denúncias de crime eleitoral e propaganda irregular na Paraíba

Em pouco menos de 24 horas disponível nas plataformas IOS e Android, além da versão Web, o Sistema Pardal, desenvolvido pela Justiça Eleitoral que possibilita aos eleitores denunciarem infrações durante as campanhas eleitorais, já recebeu duas denúncias na Paraíba.

Uma é referente à suposta prática de crime eleitoral. A outra diz respeito à suposta propaganda eleitoral irregular.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), as denúncias ocorreram nos municípios de João Pessoa e Santa Rita.

O Pardal também pode ser utilizado para denunciar compra de votos, uso da máquina pública, crimes eleitorais e doações e gastos eleitorais.

Supostas irregularidades na propaganda eleitoral veiculada nas emissoras de TV ou rádio e na internet, bem como notícias de infrações relacionadas a candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, não serão processadas pelo sistema. Nesses casos, o eleitor deverá encaminhar as eventuais denúncias pelos meios tradicionais.

Nas denúncias feitas por meio do Pardal, deverão constar, obrigatoriamente, o nome e o CPF do cidadão que as encaminhou, além de elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios. A autoridade responsável por apurar a notícia de infração poderá manter em sigilo as informações do denunciante, a fim de garantir sua segurança.

Blog do Gordinho

Criminosos invadem UFPB e desligam sistema de câmeras de vigilância

A Prefeitura Universitária da UFPB informou nesta segunda-feira (6) que o prédio da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), situado no campus de João Pessoa, foi invadido no domingo, 5 de agosto. A Polícia Federal foi acionada e instaurou inquérito para averiguação.

Segundo o órgão, o invasor entrou pelo telhado e desligou todos os equipamentos e o circuito de câmeras de segurança. Em decorrência, houve paralisação nos serviços de internet, já restaurado, e nos sistemas acadêmicos e administrativos informatizados.

wscom

Policia Federal usa sistema criado para Lava Jato contra pornografia infantil

Em sete meses de 2017, a Polícia Federal prendeu em flagrante mais suspeitos de compartilhar pornografia infantil na internet do que em todo ano de 2016. Os rastros deixados são virtuais e eles são a base da investigação dos policiais.

G1 conversou com integrantes da PF. Eles descreveram como a entidade vasculha a Dark Web, a internet profunda, em busca dos computadores dos acusados para tirar da internet potenciais abusadores.

Na última semana de julho, a Operação Glasnost prendeu 27 pessoas em flagrante, o que levou o número de detidos no ano para 81. Em 2016, foram 75.

“Disseminação de material pornográfico na internet é um crime cibernético, mas não puramente cibernético. O meio é cibernético, mas o crime é outro”, diz o delegado Otávio Margonari, do Grupo de Repressão ao Crime Cibernético (GRCC) de São Paulo.

“Quando se investiga a divulgação, vem a produção, o estupro de vulnerável e a posse.”

O que é feito antes da prisão dos criminosos?

A prisão de suspeitos em flagrante é o ápice da operação e não ocorre sem que a PF identifique que o acusado possui em seus dispositivos algum registro de fotos ou vídeos – vale até imagens apagadas – de crianças ou adolescentes nus ou em situações íntimas.

E isso depende da tecnologia. Mas até chegar lá, os policiais têm de navegar pelos cantos mais sombrios da internet.

“As pessoas que se envolvem nesse tipo de crime procuram garantir o sigilo na maior parte do tempo. Mas tem gente que não se importa com isso, acha que, se está em casa ou no escritório, ninguém vai se importar. Geralmente os distribuidores são mais cuidadosos”, conta Evandro Lorens, diretor da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF).

Membro do Serviço de Perícias em Informática (Sepin) do Instituto Nacional de Criminalística, Lorens contou ao G1 como a investigação é feita, da identificação dos alvos até a análise em laboratório dos equipamentos apreendidos.

 

Primeiro, a PF monitora redes de compartilhamento na internet “peer-to-peer” (P2P), em que um arquivo é enviado de usuário a usuário, em vez de partir de um servidor central, como ocorre em serviços de streaming ou de download de empresas de conteúdo.

Durante essa ronda virtual, a polícia encontra de tudo. “Tem o cara que é curioso, que só quer ver foto e não tem contato com criança. Em geral, não é gente com muito conhecimento em informática, tem gente que troca imagem por e-mail, que é muito fácil de rastrear. E tem os caras mais agressivos e com mais conhecimento técnico”.

Lorens conta que o monitoramento passa a abranger outras plataformas conforme se tornam populares. Isso inclui os serviços na Dark Web, cujo acesso necessita de programas especiais pois os endereços são ocultos para mecanismos de busca.

“Lá, como eles se sentem mais confortáveis, porque sabem que a sua autoria está escondida, acontecem coisas mais graves”, diz o delegado. “Muitos são abusadores de crianças, produzem filmes, colocam lá para os outros, esperando o outro para fazer a mesma coisa.”

 

Ele conta que a troca de material ocorre por meio de fóruns, em que os participantes são ranqueados conforme o volume de fotos e vídeos enviados. “Quem publica mais tem mais moral perante os outros. Aí para mostrar que ele é bom mesmo e que ele se dedica àquele fórum faz as crianças segurarem plaquinhas com os nomes do fórum.”

‘Big Brother’ e bate-papo

 

As imagens trocadas pelos monitorados compõem um banco de dados. “Não é um Big Brother gigante, que pega tudo que está acontecendo”, comenta o perito, mas “é o coração do sistema” e o que estiver lá será usado para pegar suspeitos em flagrante.

“É muito agressivo ficar olhando para aquelas fotos, aqueles vídeos”, diz Margonari. “Você olha meio de lado, sabe que é pornografia infantil, tem bebê, umas coisas absurdas, mas isso é a materialidade, o que estou buscando é saber a autoria, quem está publicando aquilo.”

“Além de monitorar tráfego P2P, monitora troca de informação via chat e consegue identificar situações críticas de risco”, diz Lorens. Ele lembra que, durante os preparativos para a Operação Darknet, de 2015, agentes captaram uma conversa de um suspeito que dizia estar esperando a mulher grávida de oito meses dar à luz para abusar da criança.

Tem hora que não dá para esperar

 

“Nesses casos, quando a conversa é crível, a gente tem que antecipar a situação”, diz. “Antes de operações há micro operações para evitar ações em curso. Se o estuprador está abusando da criança, a gente não vai esperar.”

O monitoramento deixa de ser puramente virtual quando os policiais percebem que o crime pode ter repercussão internacional, com efeitos em outros países. Vira uma investigação quando obtêm informações como número de IP ou endereço físico dos suspeitos.

Segundo o delegado Margonari, a PF já tem ferramentas para identificar, em uma casa com vários internautas, quem foi o responsável por um download suspeito.

“As técnicas de investigação estão evoluindo. No passado, era raro conseguir um negócio desses. A gente sabia, na melhor das hipóteses, se aquela conexão tinha publicado material pornográfico infantil. Mas quem era? Putz, podia até ser que tivesse um Wi-Fi e o vizinho estivesse usando.”

Mas ele não abre como a mágica ocorre: “Se souberem como eu consegui chegar à identidade deles, vão mudar a técnica. Preciso aproveitar o que eu desenvolvi. Como? Não vou te contar”.

A hora da operação

 

A partir daí, a PF identifica alvos de uma futura operação e monitora o tráfego de internet deles. Durante as operações, os agentes encontram as mais diversas recepções.

“Quando escutou que era a polícia entrando, o cara engoliu um pen-drive. Foi o primeiro engolido cibernético da história. E ele foi preso, porque tinha mandato para ele. Ficou todo mundo esperando ele cagar pra mandar aquele pen-drive para a perícia”, diz Margonari. “Um cara jogou o computador pela janela, quebrou toda a tela, o perito foi lá, pegou o HD, espetou na máquina e tinha muita coisa.”

 

O objetivo é deter suspeitos contra quem pesam fortes evidências e apreender equipamentos que, depois de passar por análise, podem fornecer provas. Mas a PF criou um equipamento para conseguir fazer prisões em flagrante. É um software que procura no disco rígido do suspeito por imagens suspeitas. Primeiro, ele vê se a máquina possui alguma dos 2 milhões de arquivos do banco de dados. Depois, indica se há imagens que possam caracterizar pornografia infantil –um de seus trunfos é conseguir identificar se há fotos ou vídeos com alta exposição de pele de pessoas com pequena complexão física.

Até imagens apagadas são listadas. Se um arquivo for sobreposto a imagens deletadas, no entanto, a ação fica mais complicada, conta Lorens.

Tecnologia caseira

 

O nome oficial do mecanismo é Localizador de Evidências Digitais. Ele foi criado pelo perito Wladimir Leite em 2010. A criação de tecnologia dentro de caso para combater o crime é outra característica da PF.

“Na Operação Hashtag, não usamos nenhuma ferramenta comprada no mercado. Era tudo caseiro”, conta o delegado Margonari. Na prática, todos os grupos regionais da PF podem criar ferramentas. Mas é o Setor de Perícia de Informática, de Brasília, o responsável por centralizar a padronização de ferramentas vindas de todo o Brasil.

Um dos exemplos é o Iped, um sistema criado para extrair e indexar grandes massas de dados, criado para suprir uma demanda da Lava Jato. Já há serviços privados que separam conteúdo e classificam informações de um HD, mas eles não conseguiriam trabalhar na velocidade necessária para abastecer a investigação. “O peritos fizeram as contas e concluíram que passariam anos rodando a ferramenta ininterruptamente”, diz Lorens. “O Iped é 20 mais rápido.”

E completa: “Quando não há ferramenta de mercado, fazem a concepção do zero”.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Após sete morrerem em Centro Educacional, deputado afirma: ‘sistema está apodrecido’

A propósito da tragédia ocorrida na madrugada deste sábado, 3, no Lar do Garoto, em Lagoa Seca, região metropolitana de Campina Grande, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) lamentou profundamente o episódio, transmitiu sua solidariedade às famílias das vítimas e fez um apelo público para que todas as autoridades paraibanas se unam para tentar encontrar uma solução para o problema da superlotação, que acomete não apenas os presídios, mas também as instituições para as quais as crianças e adolescentes são encaminhadas para o cumprimento de medidas socioeducativas.

“Lamento o que aconteceu, manifesto a minha solidariedade aos familiares das vítimas e faço um apelo para que as autoridades – todas elas, Governo, Ministério Público, Judiciário – se unam e discutam uma solução para o problema da superlotação e da aplicação mais eficaz das medidas socioeducativas”, disse o parlamentar.

Na visão de Luiz Couto, o que ocorreu no Lar do Garoto demonstra que tanto o sistema penitenciário como os centros de medidas socioeducativas estão apodrecidos, corrompidos e com superlotação não conseguem recuperar, reeducar e ressocializar as pessoas que ali estão cumprindo penas de restrição de liberdade.

“O problema torna se maior porque as medidas socioeducativas não são aplicadas na sua plenitude”, refletiu.

Assessoria

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br