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Pesquisadores conseguem combater sintomas do Alzheimer com canabinoide

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP) conseguiu combater os sintomas do Alzheimer usando um composto canabinoide. Os testes apresentaram bons resultados em ratos em que houve a simulação dos estágios iniciais da doença. Os resultados forma publicados na revista científica Neurotoxicity Research.

Para os experimentos foi usado o composto sintético ACEA (Araquidonil-2′-cloroetilamida) em animais em que receberam no cérebro a droga estreptozotocina (STZ), que provoca uma deficiência no metabolismo dos neurônios. Em seguida, foram aplicados teste da memória nos ratos, com o reconhecimento de objetos.

São colocados objetos novos no ambiente onde estavam os animais. Os ratos que não estavam sob o efeito da droga exploraram mais os locais com as novidades, enquanto aqueles com Alzheimer mantiveram o mesmo interesse por todo o ambiente. Os testes foram repetidos com o intervalo de uma hora e de um dia, para avaliar memória de curto e longo prazo.

Resultados

A partir daí, os ratos passaram a ser tratados com o ACEA, uma forma sintética de um dos compostos extraídos da maconha. Ele se liga ao receptor CB1, presente especialmente no hipocampo, parte do cérebro relacionada à memória e que é afetada pelo Alzheimer.

Segundo a coordenadora do estudo, professora Andréa Torrão, os resultados da administração do canabinoide foram “bem positivos”. De acordo com a pesquisadora, foi verificada uma “reversão do déficit cognitivo”. Segundo ela, isso significa que o composto foi capaz de impedir a progressão da doença que foi simulada em uma fase inicial.

Andréa disse que o ACEA tem sido usado por diversos grupos de pesquisa no mundo, porém, ainda existem aspectos não investigados, que a equipe do Instituto de Ciências Biomédicas tentou avaliar. “Ele foi bem descrito bem mais recentemente. Mas tinha muitas outras perguntas, lacunas, que a gente queria entender”, enfatizou.

Apesar dos bons resultados, as pesquisas com o canabinoide no instituto foram paralisadas. “Os complexos canabinoides estão muito caros para a gente importar com os cortes de verbas que tem sido feito nos últimos anos”, ressaltou a pesquisadora. Por isso, o grupo tem usado outras substâncias que agem em outros aspectos do Alzheimer.

Agência Brasil

 

 

Setembro Amarelo: profissionais de saúde mental chamam atenção para a prevenção ao suicídio e sintomas da depressão

Apontada como uma das principais causas de suicídio no mundo, a depressão, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), afeta 322 milhões de pessoas pelo mundo. Entre 2005 e 2015, o número de casos da doença cresceu 18%. Quando não diagnosticada e tratada, a doença pode resultar, em seus casos mais graves, no suicídio.

No Brasil, 5,8% da população sofre com a doença. São mais de 11,5 milhões de pessoas diagnosticadas com a depressão, que atualmente é vista como o mal do século. Esse número coloca o país como o 5º do mundo em número de casos. Já em relação aos transtornos de ansiedade, o Brasil é líder no mundo com 18,6 milhões de pessoas.

DEPRESSÃO

A depressão é um transtorno mental que produz alterações do humor. Essas alterações são caracterizadas por uma tristeza profunda, aliada à baixa autoestima, distúrbio do sono, falta de apetite e dores. Ainda de acordo com dados da OMS, as mulheres estão mais suscetíveis a quadros depressivos do que os homens. A doença pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com a intensidade dos sintomas. Durante um quadro grave, o paciente tende a não ser capaz de realizar nenhuma função social.

No entanto, a psicóloga Hanna Jarine explica que nem todo caso de suicídio ou da tentativa de suicídio é resultado de uma depressão. Outros transtornos como o de Humor Bipolar, Esquizofrenia também podem ter como consequência o pensamento ou o comportamento suicida. “As pessoas que estão passando por alguma fragilidade emocional, algum momento de doença mental, aliadas ao medo e a sensação de não suportá-las, fazem com que estas desejem sanar suas dores, e o caminho que veem é com o pensamento do suicídio, não como forma de morrer, mas o ato de ser a única maneira de apagar essas dores”, analisou.

Hanna ressaltou que é comum aliar um comportamento suicida a algum transtorno mental, mas ela acrescenta que outros momentos de fragilidade emocional podem apresentar esse tipo de comportamento. “Por exemplo, alguém que esteja passando por um luto, a perda de alguém, então vem esse desejo de morte, já que atrela a sua felicidade, a sua qualidade de vida a outra pessoa. Alguém que acabou um relacionamento e também via essa fonte de felicidade no outro tem esse desejo de se matar porque é como se a vida não fizesse mais sentido. Mas são coisas passageiras, diferentemente de quem está com algum transtorno”, disse a psicóloga.

Ao identificar um comportamento suicida, seja de um familiar ou de um amigo, estudiosos da saúde mental orientam que esse sentimento não seja ignorado. A primeira atitude é procurar entender o sofrimento da pessoa, compreender as dificuldades e orientá-la a procurar um profissional. “A partir do momento em que a pessoa pensa que sua vida não faz sentido, esta é a hora de procurar um psicólogo ou um psiquiatra e ambos irão avaliar se existe a necessidade de um tratamento medicamentoso”, afirmou Hanna Jarine. É importante estar atento ao comportamento dessa pessoa e assim que notar uma fragilidade emocional profunda e, com isso, um desnivelamento de sua rotina, é bem possível que ela precise de ajuda psicológica. “A primeira coisa que a pessoa faz quando percebe que alguém está com comportamento suicida é validar o sofrimento da pessoa, ou seja, antes de dizer para a pessoa que o que ela sente é uma besteira, deve-se entender de fato o quanto é difícil, e oferecer-se para ajudá-la. É preciso estar ciente de que a pessoa que pensa em suicídio não está bem e orientá-la a procurar um profissional para falar sobre o assunto. A pessoa precisa entender que a vida vale a pena e que é necessário continuar”, observou a psicóloga.

PB Agora

 

 

Intolerância à lactose: tipos, sintomas e tratamentos

Tirolez, além de disponibilizar a linha Zero Lactose a quem possui restrição, ensina o modo de preparo de uma incrível receita para comer sem medo

A intolerância à lactose é um tema que desperta a atenção de muitas pessoas. Isso acontece, principalmente pelo fato de que, segundo a pesquisa da Datafolha de 2017*, 35% da população acima de 16 anos relataram algum tipo de desconforto após consumir derivados de leite.

A intolerância à lactose acontece quando há pouca ou nenhuma produção da enzima digestiva (lactase). De forma simples: o organismo é incapaz de digerir completamente ou parcialmente o açúcar do leite, denominado lactose.

Para evitar qualquer dúvida relacionada ao tema, a Tirolez, umas das mais tradicionais marcas de laticínios do País, apresenta e explica os diferentes graus de intolerância, principais sintomas e formas de tratamento.

Há três graus de intolerância e são eles:

  • Deficiência congênita: crianças que nascem sem condições de produzir lactose por um problema genético (crônica);
  • Deficiência primária: diminuição progressiva e natural na produção de lactase que acontece a partir da adolescência (16 anos) até o final da vida;
  • Deficiência secundária: nesses casos, por doenças intestinais, como síndrome do intestino irritável ou alergia à proteína do leite, por exemplo, a produção de lactase é influenciada e pode criar uma intolerância temporária, que pode ser tratada com remédios e desaparecer com o tempo.

Os sintomas da intolerância à lactose se concentram no sistema digestório, como diarreia, distensão abdominal e cólicas, por exemplo, e a intensidade varia de acordo com o grau de intolerância de cada um. Em grande parte, as manifestações surgem imediatamente após o consumo de leite in natura e seus respectivos derivados (creme de leite, leite condensado, requeijão, queijos, pudins, bolos, sorvetes, etc.).

Cabe destacar que esse problema não é uma doença! É apenas uma carência do organismo que pode ser controlada com medicamentos e dieta adequada. Como os derivados de leite são uma grande fonte de cálcio, nutrientes e vitamina D, não se recomenda retirá-los completamente da rotina, é aconselhável consultar um(a) médico(a) para obter o correto diagnóstico e orientações.

Hoje, existem diversas opções que atendem esses consumidores. A Tirolez oferece, em sua linha zero lactose, que é uma das mais completas do Brasil, os queijos Minas Frescal, Minas Padrão, Cottage, Creme de Ricota, Creme de Minas Frescal, Mussarela, Prato, Minas Padrão e Requeijão.

Se você for um apaixonado por queijo e não quiser deixar de consumi-lo, que tal experimentar a linha zero lactose da Tirolez? Gostou das nossas dicas? Prepare essa torta e delicie-se sem medo!

Torta de Folhas Verdes Escuras com Queijo Cottage

Ingredientes

Massa:
2 xícaras (chá) de farinha de trigo branca
2 colheres (sopa) de Manteiga sem sal Tirolez
1/2 xícara (chá) de leite zero lactose
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (café) de sal
1 colher (sobremesa) de óleo vegetal (para untar a assadeira)

Recheio:
1 maço de espinafre picado
½ maço de escarola de picado
250g de Queijo Cottage Light Zero Lactose Tirolez (250g)
1 colher (café) de sal
1 pitada de noz-moscada

Modo de Preparo

Massa:
– Em uma tigela misture a farinha, a manteiga, o leite, o fermento e o sal até formar uma massa consistente. Com a ajuda de um rolo, abra a massa;
– Unte uma assadeira com óleo e coloque a massa, cobrindo o fundo e as bordas da assadeira; leve a massa ao forno pré-aquecido médio, por 10 minutos, para pré-assar; Reserve.

Recheio:
– Cozinhe o espinafre e a escarola no vapor;
– Em um recipiente, fora do fogo, misture as folhas cozidas, o queijo cottage e tempere com sal e noz moscada;
– Distribua o recheio sobre a massa e leve ao forno para terminar de assar, por 20 minutos. Sirva.

 

Fonte*: https://caras.uol.com.br/bem-estar/perlatte-intolerancia-lactose-atinge-35-dos-brasileiros-como-se-livrar-dela-leite-derivados.phtml

Saiba mais curtindo as redes sociais da marca ou acesse o site
www.tirolez.com.br
Apaixonados por queijo, amam Tirolez.

Sobre a Tirolez

Fundada há 38 anos, a Tirolez é uma das mais tradicionais marcas de laticínios do País. Com mais de 1.600 colaboradores, a empresa dispõe de seis fábricas e um Centro de Distribuição em São Paulo. Suas fábricas localizam-se em Minas Gerais (Tiros, Arapuá e Carmo do Paranaíba), em São Paulo (Monte Aprazível e Lins) e em Santa Catarina (Caxambu do Sul). Os produtos Tirolez possuem grande aceitação no mercado brasileiro em razão da elevada qualidade e tradição. Tais características decorrem, entre outras causas, da qualidade do leite, do cuidado artesanal e do carinho que dedica a seus produtos durante todas as etapas de produção. O portfólio da empresa é composto por mais de 40 tipos de produtos e mais de 100 SKUs, que podem ser encontrados em todo o Brasil.

assessoria de imprensa

 

 

Sintomas de estresse: você pode não notar, mas ele muda seu corpo de 21 maneiras

Seja por excesso de responsabilidade, preocupações ou situações de perda, o estresse potencializa a ação do sistema endócrino e gera mudanças físicas no organismo, levando ao descontrole emocional e até mesmo criando doenças. Uma alternativa para perceber a hora de reduzir o ritmo é observar os sinais e sintomas do estresse no corpo.

O que é estresse e por que o sentimos?

De acordo com a psiquiatra Elizabeth Zamerul Ally, que também é psicoterapeuta e especialista em dependência química e codependência, o organismo reage a momentos de tensão ou ameaça com a ativação do estado de alerta, que promove diversas reações bioquímicas com o intuito de salvar a pessoa do possível perigo.

Dentre elas, estão a produção e liberação quase imediatas de neurosubstâncias criadas pela glândula suprarrenal, as chamadas catecolaminas, como adrenalina, noradrenalina e cortisol. As duas primeiras dilatam os vasos sanguíneos de órgãos vitais do corpo, a fim de preservá-los perante a situação de risco, e diminuem a circulação dos locais menos importantes. Já o segundo aumenta a glicemia e transforma gordura em energia disponível.

O problema é que em longo prazo a liberação de hormônios aumenta o risco cardíaco e o triglicérides, reduz a produção de insulina e ainda afeta o sistema imunológico, deixando o organismo frágil perante micro-organismos maléficos.

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Consequências

Em longo prazo, o estresse pode causar doenças psiquiátricas, como síndrome do pânico e transtorno de ansiedade, insuficiência das glândulas suprarrenais, problemas de tireoide, desregulação do ciclo menstrual e até diabetes. “Ainda não há um consenso do porquê uma pessoa evolui do estresse para doença, mas as alterações hormonais que ele acarreta provocam repercussões orgânicas e mentais importantes”, ressalta a psiquiatra Elizabeth Zamerul Ally.

Sintomas de estresse

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A psiquiatra conta que os sintomas de estresse no corpo variam de acordo com o organismo e a personalidade de cada pessoa. De modo não específico, podem surgir:

  • Tensão excessiva e constante
  • Dor muscular
  • Agitação
  • Impaciência
  • Tremor
  • Fraqueza
  • Fadiga que surge mesmo após atividades simples
  • Enjoo
  • Irritação
  • Palpitação
  • Suor frio
  • Diarreia
  • Dificuldade em dormir
  • Falta de ar
  • Tontura e vertigem
  • Memória fraca
  • Boca seca
  • Calafrios
  • Formigamento
  • Queda de cabelo (Alopecia areata)

Apesar disso, a presença de sintomas por si só não caracteriza estresse. “Cada sinal precisa ser analisado em conjunto com outras manifestações concomitantes, além de todo o contexto da pessoa, histórico de sintomas e circunstâncias”, lembra a especialista.

Sintomas de estresse na pele

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O estresse ainda pode causar ou agravar doenças de pele, em um fenômeno chamado de psicodermatose, como dermatite de contato alérgica, caspa, psoríase, vitiligo e suor excessivo.

A piora de quadros herpes também surge em decorrência da diminuição da imunidade.

Como aliviar?

Assim como grande parte das doenças, a tríade alimentação saudável, prática de exercícios físicos e mudança de hábitos pode auxiliar. A última ação refere-se a dormir adequadamente, abandonar vícios e tentar manter um equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

A prática de meditação e atividades relaxantes, como Yoga, também ajuda.

Caso o indivíduo não consiga aliviar a sensação sozinho, é indicado a realização da psicoterapia, que o auxiliará a viver o presente, deixar de perseguir o impossível e ter pensamentos positivos.

O uso de medicamentos só é indicado caso o psiquiatra entenda que o bem-estar do indivíduo é afetado pela reação. Neste caso, são receitados principalmente tranquilizantes.

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Estafa: entenda seus sintomas e veja como tratar esse problema

cansaoDesânimo sem explicação aparente, dores no corpo, falta de motivação para continuar aquela atividade de que tanto gosta e uma vontade enorme de ir embora logo após chegar ao trabalho. Se você está com algum desses sintomas, fique de olho, pode ser estafa.

De origem emocional ou física, ela pode atingir crianças e adultos e compromete o desempenho na escola, no trabalho e na relação com as demais pessoas no dia a dia, tornando todas as atividades antes prazerosas, em obrigações desgastantes e chatas. Por alterar todo o funcionamento do organismo, pode desencadear outras doenças como hipertensão, fobias e ansiedade, problemas cardíacos e gastrite. “Se você ficar acumulando tensões e cansaço, vai virar uma panela de pressão e uma hora ela explode e faz um estrago maior”, alerta o fisiologista da Unifesp, Claudio Pavanelli.

“A estafa pode ser física (periférica) ou mental (central) e está muito ligada a rotina que o paciente leva, por isso, antes de prescrever qualquer medicamento, pergunto se ele tem dado conta de todos os afazeres que estão sob sua responsabilidade ou se ele está passando por algum problema afetivo, só assim é possível tratar o problema”, explica Claudio.

Ai que cansaço!

Estafa - Foto: Getty Images
Estafa mental tira o ânimo em trabalhar

Treino, caminhada, corre-corre com as crianças e muito cansaço. Mais popularmente conhecida como fadiga, a estafa periférica se caracteriza por dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar o tempo de recuperação) e pela má alimentação. “Não há quem suporte esse ritmo frenético, é fadiga na certa”, explica o fisiologista. “Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. Geralmente estas duas ações resolvem o problema”, continua. “Se não for tratada, pode desencadear outras doenças como: anemia, prisão de ventre, diarreia e até queda de cabelo”, diz Claudio.

Mente e corpo em equilíbrio

A forma mais comum da estafa é a fadiga mental. Caracterizada pela alteração do sistema nervoso central, ocorre em função do excesso de responsabilidades e tensões acumuladas que provocam um desgaste metabólico e mental muito grande. “O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física. As pressões psicológicas se refletem no corpo”, explica o fisiologista. “Neste caso, a melhor indicação é o relaxamento. É preciso rever a maneira como lidamos com os nossos problemas e frustrações. Às vezes, uma mudança simples de postura pode te livrar de um dano maior a saúde”, continua.

“A estafa mental é muito mais grave do que a física porque tende a causar danos psicológicos e físicos. Caso não seja tratada adequadamente pode provocar doenças como: falha de memória, insônia, irritabilidade, desânimo, tristeza profunda e angústia”, explica Claudio.

Estresse x estafa

“O cansaço mental é tamanho que o paciente chega a sentir dor física”.

Muita gente confunde, mas estafa e estresse são problemas diferentes. Algumas diferenças ajudam a diferenciar os dois quadros. A fadiga ou estafa é um sintoma do estresse, mas não a a sua causa. No estresse, a intensidade da fadiga é maior e a maneira como nosso organismo reage a estes sintomas é bem diferente. Enquanto a estafa pode ser tratada com mudanças de hábitos ou tratamento médico, o mesmo não ocorre com o estresse, uma espécie de estágio crônico das duas formas de fadiga. “O grau de irritabilidade e da dor sentida no estresse é maior, além disso, o estresse é muito mais mental do que físico, por isso, não adianta usar os mesmos procedimentos. É uma questão de intensidade e durabilidade da fadiga”, explica Claudio.

Estafa mental (central)

Estafa - Foto: Getty Images
Já a estafa física causa dores no corpo

Entre os sintomas da estafa mental, nós podemos enumerar:

  • Falha de memória
  • Insônia
  • Irritabilidade e choro com facilidade
  • Desânimo
  • Tristeza e angústia
  • Azia, má-digestão
  • Palpitação
  • Diminuição do desejo sexual.

Tratamento
Relaxar é o lema para curar a estafa. “Muitas vezes o tempo que se ‘perde’ indo ao cinema ou em um parque, por exemplo, é um ganho de saúde e bem-estar. É melhor parar agora do que perder o controle depois”, alerta o fisiologista.

  • Saiba aproveitar os momentos de lazer
  • Converse sobre os problemas com os amigos ou com um profissional
  • Cultive o bom humor
  • Aprenda a relaxar
  • Não faça várias tarefas ao mesmo tempo
  • Procure resolver um problema de cada vez
  • Organize suas prioridades
  • Não leve preocupações do trabalho para casa.

Estafa física (periférica)

Entre as manifestações da estafa física, se encontram os seguintes sintomas:

– Dores por todo o corpo; Apatia, falta de ânimo; Baixa resistência imunológica; Distensão muscular.

Tratamento
O processo de cura envolve muito mais atividades relacionadas ao corpo. Confira as opções:

  • Pratique atividade física com moderação
  • Respeite o ritmo de seu corpo
  • Procure ter uma alimentação balanceada e saudável.

Doenças desencadeadas pela estafa

  • Hipertensão arterial (pressão alta)
  • Doenças emocionais (ansiedade, pânico, fobias)
  • Doenças gastrointestinais (colite, gastrite e úlcera)
  • Doenças do coração (arritmia, angina e infarto).

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Ansiedade e estresse podem intensificar sintomas de gastrite

gastriteDispepsia significa dificuldade de digestão e se refere a sintomas de gastrite, como sensação de dor ou queimação no estômago, além de náuseas, sensação plenitude gástrica ou distensão abdominal. Dispepsia funcional é um termo utilizado para descrever o paciente que apresenta sintomas dispépticos, mas sem alterações nos exames realizados na investigação, ou seja, sem gastrites, parasitoses, doenças hepatobiliares ou outras.

A dispepsia funcional está relacionada a alterações na motilidade gastrointestinal, hipersensibilidade visceral, exposição ao suco gástrico, intolerâncias alimentares, alterações psicossociais e infecções.

É importante comentar a relação entre o cérebro e o trato digestivo. Sabemos que a simples visão e o cheiro de comida são capazes de aumentar motilidade e secreção gástricas. Desta maneira, podemos compreender a relação entre ansiedade, estresse emocional e dispepsia. Nessas condições psicossociais, por efeito direto ou intermediado por hormônios, podemos perceber mudanças na secreção de suco gástrico, na regulação de fatores protetores da mucosa do estômago e na percepção dos estímulos sensoriais gástricos.

A motilidade gástrica pode ser alterada nessas situações e a complacência gástrica reduzida. Além disso, a secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações de estresse.

Pessoas submetidas a estresse emocional podem ter um aumento na sensibilidade gástrica, de forma que um estímulo considerado normal passe a ser percebido como dor. Por fim, devemos lembrar que os efeitos do estresse sobre os intestinos são relevantes, podendo causar diarreia, constipação, flatulência, síndrome do intestino irritável e até mesmo reativação de doenças inflamatórias intestinais.

minhavida

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Dor no peito: como o luto pode causar sintomas físicos

lutoNada havia preparado a britânica Shira Schiller para a dor que ela sentiria ao perder repentinamente seu filho Max, vítima de um problema cardíaco quando ele tinha apenas 10 anos. Inclusive a dor a física.

“É como se alguma coisa estivesse sentada sobre seu peito”, contou a mãe de 47 anos. “Como se houvesse uma mão segurando seu coração. Se estou em um dia ruim, é como se não fosse capaz de respirar.”

Schiller não está sozinha. Lyn Rigby, de 49 anos, disse à BBC sentir uma “constante dor no peito” desde 2013, quando seu filho Lee foi assassinado em Londres. Um mal que “nunca vai embora”.

Termos como “dor no coração”, “ferida” e “dor” são normalmente usados para descrever o trauma emocional. Mas pessoas afetadas pela perda de um ente querido costumam dizer que não se trata apenas de uma figura de linguagem: elas relatam realmente vivenciar essas sensações fisicamente.

Subprodutos da perda

Estômago revirado, coração acelerado, tremedeira, flashbacks e hipersensibilidade ao barulho são alguns dos subprodutos físicos da perda, segundo a Sociedade Psicológica Britânica.

Mas como as pessoas costumam reagir de formas diferentes ao luto, ainda não há uma lista uniforme de sintomas.

A locutora de rádio Barbara Want recorda ter notado uma sensação intensa em seu estômago após a morte de seu marido, o apresentador da BBC Nick Clarke, em 2006. “Era um peso forte, muito forte. Quase como estar doente, com um quadro bem ruim de gastroenterite.”

Want, que agora preside uma entidade que ajuda crianças a superar o luto, a Winston’s Wish, afirma que se alimentou sem sentir qualquer prazer nisso por dois anos. Não sentia fome naquela época.

Ela também desenvolveu uma rouquidão na voz – segundo um cirurgião, resultado do choque vivido por seu corpo.

Físico e emocional

Cientistas sabem há algum tempo que o luto pode se manifestar não só emocionalmente, mas também fisicamente.

Em exames realizados pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, a Ucla, pesquisadores mostraram que a parte do cérebro que lida com a dor física – o córtex cingulado anterior – também processa a dor emocional.

Sensações ruins relacionadas ao peito são tema recorrente.

“Tenho alguns pacientes que, após um episódio emocional estressante, sentem dor no coração ou palpitações”, afirma Alex Lyon, professor do Imperial College London, de Londres, e cardiologista consultor honorário no Royal Brompton Hospital.

Barbara Want

Barbara Want com o marido, Nick Clarke; morte dele impactou saúde dela

 

Esses são os sintomas da “síndrome do coração partido”, ou cardiopatia de Takotsubo, algo que geralmente ocorre após um “significante estresse emocional ou físico”, segundo descrição da Fundação Britânica para o Coração (BHF, na sigla em inglês).

Acredita-se que esse mal afete cem a cada 1 milhão de pessoas por ano. Nele, o músculo do coração fica fraco de repente, e uma das câmaras do órgão muda de forma.

Um estudo do Imperial College London sugere que isso se trata, na verdade, de um mecanismo de defesa do coração ao se deparar com a onda muito forte de adrenalina que costuma acompanhar situações de choque e luto.

Imunidade prejudicada

A perda de alguém próximo também pode deixar uma pessoa mais vulnerável a infecções.

Um estudo da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, descobriu que aqueles que viveram recentemente um quadro de luto, especialmente idosos, podem passar por um processo de redução das funções dos neutrófilos – a parte mais abundante dos glóbulos brancos do sangue, responsáveis por combater bactérias como a da pneumonia.

Isso talvez ajude a explicar alguns dos muito noticiados casos de casais de idosos que morrem praticamente juntos.

Em 2014, Clifford e Marjorie Hartland, da cidade britânica de Coventry, morreram em um intervalo de 14 horas em seu 76º aniversário de casamento.

No mesmo ano, Don e Maxine Simpson, de Bakersfield, Califórnia, morreram com quatro horas de diferença em camas vizinhas, segurando as mãos um do outro em seu último momento juntos. Eles estavam casados havia 62 anos.

Shira Schiller

Shira Schiller e seu filho Max, que morreu aos 10 anos

 

“As pessoas dizem que se morre de coração partido. O que nós diríamos é que eles estão morrendo dos efeitos desses fatores em seu sistema imunológico”, afirma Anna Philips, professora de Medicina Comportamental da Universidade de Birmingham e responsável por liderar os estudos que correlacionaram o desempenho dos neutrófilos e o luto.

Outra pesquisa conduzida por ela e outros colegas concluiu que pessoas que vivenciaram uma perda no último ano produzem menos anticorpos em resposta a uma vacina.

Consequências inesperadas

Mas apesar do peso do conhecimento científico sobre o relacionamento entre luto e o desconforto físico, os sintomas costumam ser completamente inesperados.

“Às vezes as pessoas ficam bastante chocadas com como se sentem fisicamente e preocupadas achando que há algo errado com elas”, conta Jessica Mitchell, gerente do serviço de apoio telefônico da ONG Cruse Bereavement Care.

As pessoas que entram em contato com a organização também costumam reportar sentirem-se cansadas, dormindo mal, com mudanças no apetite e no ciclo menstrual e aparentam ficar doentes mais facilmente, explica Mitchell.

Entretanto, isso não é muito conhecido. “As pessoas realmente não entendem, porque não se fala sobre isso”, explica Susan Hughes, da ONG Compassionate Friends, que presta suporte aos familiares após a morte de crianças.

Schiller, a britânica que perdeu o filho de apenas 10 anos, lembra que conversar deixou claro que ela não estava enlouquecendo – ou seja, que aquela sensação em seu estômago era tangível e real.

“Nós dois, eu e meu marido, falamos sobre essa sensação física de luto”, ela afirmou. “Nós percebemos que estávamos sentindo a mesma coisa.”

A falta de compreensão reflete a dificuldade da sociedade em falar francamente sobre o luto e a perda, acrescenta.

“Trata-se de um grande tabu. As pessoas não querem ouvir você falar sobre isso.”

BBC Brasil

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Vacina contra dengue pode piorar os sintomas em alguns casos

dengueUm novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg, Universidade Imperial de Londres e da Universidade da Flórida descobriu que a única vacina aprovada para a dengue pode aumentar a incidência de infecções causadas pelo vírus, ao invés de prevenir a doença.

Os pesquisadores alertam que as autoridades de saúde devem ser cuidadosas sobre em quais situações irão utilizar a vacina. Eles analisaram ensaios clínicos de vacinas realizados em 10 países com mais de 30.000 participantes. Usando esses dados, eles desenvolveram modelos matemáticos para entender como a vacina iria afetar as pessoas nos países onde a transmissão da doença é alta, moderada ou baixa.

O vírus da dengue possui quatro variações: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Todos os tipos de dengue causam os mesmo sintomas. Isso gerou diversos desafios para que os cientistas desenvolvessem uma vacina que pudesse valer para as variações.

A vacina foi desenvolvida pela empresa francesa Sanofi Pasteur, é feita com vírus atenuados e é tetravalente, ou seja, protege contra os quatro sorotipos de dengue existentes. Além disso, a vacina deve ser tomada em três doses.

Quando uma pessoa é infectada com um determinado tipo de vírus, seu organismo cria anticorpos para que não haja mais a contaminação por esse mesmo vírus, porém o paciente ainda pode ser infectado pelos outros três tipos. Caso ocorra um segundo ou terceiro episódio da dengue, há risco aumentado para formas mais graves da dengue, como a dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue.

Os pesquisadores descobriram que, em lugares onde há alta transmissão de dengue, a vacina pode reduzir a doença e hospitalização de 20% a 30%. Contudo, se a vacina for usada em lugares onde a transmissão do vírus é baixa, pode resultar no aumento da doença.

“Essa é a única vacina disponível até agora para retardar a dengue. Se a vacina for usada corretamente, muitas pessoas poderiam ser poupadas da doença e da hospitalização. Mas devemos ter certeza de só usá-la em lugares onde os nossos dados sugerem que ela vá fazer mais bem do que mal”, diz Isabel Rodriguez-Barraquer, MD, PhD, MHS, pesquisadora na Universidade Johns Hopkins Bloomberg e uma das principais autoras do estudo.

A nova pesquisa sugere que a vacina possa funcionar com uma infecção natural, atuando como uma segunda contaminação e agindo de forma silenciosa. Em pessoas que ainda não foram infectadas pela dengue, a vacina faz com que o sistema imunológico passa a reconhecer que uma primeira infecção por dengue ocorreu e, em seguida, quando expostos a dengue em um ambiente natural, o corpo reage como se estivesse recebendo uma segunda infecção que pode ser mais grave.

Os fabricantes reconheceram que sua vacina não é completamente eficaz em pessoas que ainda não tenham tido uma infecção por dengue. Além disso, a vacina não é indicada para uso em crianças com menos de nove anos de idade, porque eles são menos propensos a terem sido expostos a dengue.

Com base nestas constatações, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a vacina seja usada somente em áreas de alta contaminação da doença. “Devemos ter cuidado sobre onde e como usar esta vacina, pois ainda não há certeza sobre o seu impacto”, comenta Derek AT Cummings, PhD, professor de biologia da Universidade da Flórida e professor adjunto na Universidade Johns Hopkins Bloomberg.

“Ter uma vacina é um avanço significativo para o controle da dengue. No entanto, ela é um excelente exemplo para que os cientistas pensem antes nos riscos e benefícios”, completa Isabel Rodriguez-Barraquer. Os pesquisadores acreditam que um exame de sangue possa identificar as pessoas que já foram infectadas antes e isso seria fundamental para que elas pudessem futuramente tomar a vacina.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 100 milhões de pessoas se infectem anualmente com a dengue em mais de 100 países de todos os continentes, exceto a Europa. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da doença.

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Conheça os 11 sintomas do câncer de mama mais ignorados

cancer-de-mamaNormalmente se recomenda que a mulher faça o toque mamário para tentar descobrir se existe algo diferente – com um nódulo ou uma massa estranha – que possa indicar o risco de câncer de mama.

Mas, como destaca o site Good Housekeeping, o tumor da mama pode apresentar outros sintomas que não devem ser negligenciados. Conheça-os:

Ter os mamilos muito sensíveis, inchados ou que liberam líquido – que não seja leitematerno;

A textura da pele da mama está diferente, tipo casca de laranja, e com os poros muito abertos;

Tem um hematoma (nódoa negra) ou uma ferida que não desaparece ou sara;

Uma tosse ou rouquidão que surge do nada e não desaparece;

Tem alterações no funcionamento da bexiga e/ou do intestino sem motivo aparente;

Está sem energia e sente-se muito cansada e fraca independentemente de quantas horas durma;

Notou mudanças significativas no seu peso, apesar de não estar fazendo nada para isso;

Tem um nódulo na axila – o tecido mamário estende-se até às axilas, por isso é possível que um tumor surja na axila e não no peito;

Os seus seios ficaram com um tamanho irregular – um ficou notavelmente maior ou menor do que o outro?

Tem muita coceira nos seios;

Tem dores na parte superior das costas que não passam.

(Com Notícias ao Minuto)

180 Graus

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9 sintomas de doenças oculares que indicam que você precisa ir ao médico

visãoProblemas oculares podem acontecer em qualquer idade, mas em crianças e durante o envelhecimento é preciso prestar ainda mais atenção aos primeiros sinais e sintomas. Algumas condições podem ter consequências bastante graves, como a perda da visão ou um comprometimento grande, se não diagnosticadas e tratadas precocemente. Além disso, alguns problemas oculares não causam sintomas, então é sempre importante ter consultas frequentes ao oftalmologista, mesmo que não apresente nenhum sinal de alerta, especialmente após os 40 anos. Conheça nove sintomas de doenças oculares que são comuns, mas devem fazer você procurar o seu oftalmologista:

Visão embaçada

Quando parece que existe uma névoa na frente dos olhos, que impede ver detalhes com clareza, pode ser sinal de diversas doenças oculares, como catarata, presbiopia(a vista cansada), glaucoma, degeneração macular relacionada à idade (DMRI), e outras de ordem fisiológica. “A visão embaçada é um dos sintomas visuais mais comuns. Um exemplo é o desenvolvimento progressivo da opacidade do cristalino, caracterizando a catarata, que leva à visão ‘embaçada’, com diminuição do contraste e necessidade de maior iluminação, diz Wesley Bonafe, oftalmologista do Hospital Beneficência Portuguesa.

Perda progressiva da visão

Este sintoma que pode aparecer na parte central ou periférica da visão, apesar de bastante comum, é muito perigoso, uma vez que por ser uma perda progressiva a pessoa normalmente só irá notar um problema para enxergar quando o caso já está mais grave. “Às vezes o paciente tem alguma dificuldade no dia a dia e não percebe que a causa é a vista, a perda da capacidade de visão. Algumas doenças que causam este sintoma, como o glaucoma, acarretam em uma cegueira irreversível. Acatarata também pode ser responsável pela perda progressiva da visão, mas, neste caso, podemos reverter a cegueira com uma cirurgia. Por isso é importante procurar o oftalmologista o quando antes, para poder diagnosticar o problema”, explica Minoru Fujii, oftalmologista do Hospital Cema, especialista em catarata e retina. Outros problemas comuns que podem ocasionar este sintoma são a degeneração macular relacionada à idade e a retinopatia diabética – que é uma doença que afeta os olhos de pessoas com diabetes causando o estreitamento dos vasos sanguíneos na região, que pode levar a uma perda total ou parcial da visão.

Dificuldade para se adaptar a diferentes tipos de luz

Ter problemas para adaptar a visão saindo de ambientes claros para escuros ou vice e versa, e conseguindo enxergar corretamente, é um sintoma comum de diversos problemas nos olhos, como DMRI, edema macular diabético, ou alguma lesão na córnea. “O nome desta dificuldade é fotofobia, que também pode fazer com que a pessoa tenha lacrimejamento. Outra forma que a fotofobia se manifesta é quando a pessoa está trabalhando no computador, olhando para ele por muitas horas seguidas e começa a sentir o incômodo”, explica Fujii. No caso do computador, a forma de evitar o problema é após cada hora trabalhada descansar os olhos por cinco ou dez minutos, olhando para longe, segundo o especialista.

Manchas na visão

Existem vários tipos de manchas na visão, que apenas o médico especialista, com a descrição do paciente e a realização de exames, conseguirá diagnosticar. Algumas podem ficar “dançando” na frente dos olhos, outras ficam mais paradas mas cobrem parte da visão, entre outros tipos. “Ela pode estar relacionada à DMRI, moscas volantes, hemorragia vítrea ou descolamento de retina. Como algumas dessas condições são graves, e apenas o médico poderá diagnostica-las, é recomendado que a pessoa procure um oftalmologista o quanto antes para verificar o problema”, diz Fujii. A catarata também pode estar ligada a este sintoma.

Mudança frequente na prescrição do óculos

A mudança constante da prescrição dos óculos, quando os graus das lentes são alterados, pode indicar problemas. “Até os 20 anos de idade é frequente que o grau mude bastante, contudo, quando a pessoa está entre os 40, 50 ou 60 anos, pode ser sinal de que algo não vai bem com a sua saúde ocular”, afirma Fujji. Outra condição que pode causar esta mudança é a “presbiopia, comum a todas as pessoas, que leva a uma dificuldade para a visão de perto com perda do foco para objetos próximos. É mais comum iniciar-se próximo aos 40 anos progredindo até aproximadamente os 60 anos, e neste período podem ocorrer mudanças frequentes na prescrição dos óculos para perto”, diz Bonafe.

Visão dupla

A visão dupla pode estar relacionada à uma simples diferença de grau, ou seja, está com o grau maior ou menor do que deveria estar, ao estrabismo, diabetes – apesar de não ser comum – ou à problemas mais graves, como um acidente vascular cerebral (AVC). “Esta é uma condição que, se a pessoa nunca teve visão dupla, ela precisa ir logo ao médico, uma vez que o AVC é uma emergência médica. O sintoma também pode estar relacionado à várias síndromes, tratadas pelo oftalmologista ou neurologista”, diz Fujii.

Olhos vermelhos

Os olhos vermelhos podem indicar diversos sintomas ou condições, desde o uso de alguma substância até uma lesão irreversível. “Lembrando que os olhos são muito sensíveis e podem sofrer danos quando expostos à agentes externos, como a radiação solar, cloro da água ou infecções por vírus ou bactérias, que reagem com vermelhidão e secreção”, diz Renan Cândido, oftalmologista do dr. consulta. “Outras condições que podem deixar os olhos vermelhos são “conjuntivite, conjuntivite alérgica, glaucoma, uveíte (inflamação nas estruturas internas do globo ocular) e a esclerite (inflamação na parte branca do olho)”, afirma Fujii. “É importante ressaltar que não se deve utilizar nenhum medicamento nos olhos sem prescrição. Mesmo que a pessoa acredite que já teve o mesmo problema no passado, não deve repetir os medicamentos, pois as causas dos sintomas são diversas, assim como o tratamento para cada uma delas”, explica o especialista.

Capacidade de ver cores e detalhes prejudicada

Uma das condições mais características de deficiência na capacidade de enxergar as cores é o daltonismo, condição em que a pessoa é incapaz de identificar algumas cores específicas. De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), cerca de 5% da população mundial vive com o problema que normalmente é identificado no começo da idade escolar. Contudo, outras condições também podem prejudicar a capacidade de ver cores ou distinguir detalhes, como a catarata, DMRI e glaucoma, quando já está numa fase mais avançada.

Presença de doenças crônicas

Doenças crônicas, como o diabetes e a hipertensão arterial, assim como alguns medicamentos utilizados no seu tratamento, podem ocasionar problemas oculares. “O diabetes, por exemplo, é uma doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos do olho, principalmente a retina, causando a retinopatia diabética. Sabemos que os diabéticos apresentam um risco de perder a visão 25 vezes maior do que as pessoas que não portam a doença, e a retinopatia diabética atinge mais de 75% das pessoas com diabetes há mais de 20 anos. De maneira geral, tanto a retinopatia causada pela hipertensão quanto a causada pelo diabetes não apresentam sintomas ou perdas da visão na sua fase inicial, ou seja, não são perceptíveis e por isso a consulta periódica com o oftalmologista, com a realização de exames, é necessária mesmo para quem não tem queixas”, alerta Cândido.

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