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Sindipetro não sabe se a redução no preço do diesel e da gasolina vai chegar ao bolso do consumidor

gasolinaO Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Derivados de Petróleo da Paraíba (Sindipetro-PB) não sabe se a redução nos preços do diesel e da gasolina nas refinarias (10,4% no óleo diesel e em 3,1% na gasolina) anunciada pela Petrobras no último dia 8 vai chegar no bolso do consumidor.

O sindicato alega que os postos são apenas o elo final na cadeia de comercialização dos combustíveis, razão pela qual cabe ainda aguardar como as distribuidoras operarão dentro da nova política de preços.

O Sindipetro ressalta que não há no momento como fazer uma previsão técnica de quando a redução terá reflexos nos preços de mercado, bem como quais serão os valores, já que as distribuidoras só devem sinalizar o posicionamento no decorrer dos próximos dias.

O sindicato argumenta ainda que os revendedores de combustíveis representam a última etapa na cadeia de comercialização, sendo necessário salientar ainda que a redução do preço é na gasolina A, e não inclui a carga de impostos nem o etanol anidro, que chega a 27% na mistura do produto final que chega às bombas dos postos.

Por fim, o Sindipetro informa que não tem a função de formular ou fiscalizar a prática de preços, seja de associados ou de não associados, cabendo a cada estabelecimento a liberdade para tal fim.

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Após alta nos preços dos combustíveis, Sindipetro diz que situação deve voltar ao normal nesta quarta

GASOLINAOs preços da gasolina na Paraíba só devem voltar ao normal na quarta-feira (30). Isto porque de acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (Sindipetro-PB), Omar Hamad, o desabastecimento dos postos no final de semana aconteceu devido ao atraso em um navio de entrega do produto.

O desabastecimento fez com que o preço dos combustíveis chegassem a R$ 4,15 nesta segunda-feira. De acordo com Omar, o abastecimento só deverá ser normalizado na quarta-feira (30).

A respeito da alta estratosférica, o presidente do Sindipetro afirmou que se deu devido a lei da oferta e da procura, mas aponta que essa alta será temporária. A gasolina estava sendo comercializada entre R$ 3,25 e R$ 3,61, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Procon no dia 10 de dezembro.

Nesta segunda, a variação ia de R$ 3,59 no bairro do José Américo a R$ 4,15, em um posto em Mangabeira.

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No feriado, o sindicato informou que aconteceu o atraso na chegada de um navio com combustíveis. A embarcação deveria ter atracado no Porto de Cabedelo na quarta-feira (23), mas que só deve chegar nesta terça-feira (29) e a partir da quarta-feira o abastecimento será normalizado. Com isso, o preço deve cair conforme o combustível volte aos postos.

Segundo o presidente do Sindipetro-PB, o aumento do preço acontece apenas em alguns pontos da cidade, mas que a maioria dos postos não alterou o valor do produto. “Os postos que possuem bandeira não tiveram seu abastecimento comprometido e o preço continua do mesmo jeito. O que aconteceu em alguns postos é que com a falta de produto, quem não tem o combustível ou quem tem muito pouco, está valorizando mais seu produto e por isso os preços subiram nestes locais”, explicou.

Hamad comenta ainda que a questão do aumento dos preços é livre e que os empresários é quem devem resolver qual o preço que vai praticar dentro do estabelecimento comercial. “O sindicato não interfere de forma alguma em relação ao preço. O comerciante opta pelo preço que quiser, não há uma orientação, por parte do sindicato, sobre qual preço deve ser praticado”, comenta.

Por nota, o Procon-JP informou que uma equipe do órgão vai ser reunida para analisar com calma o que aconteceu. O secretário Helton Renê disse que a falta de gasolina em alguns postos não pode justificar o aumento, e que os postos serão notificados e chamados para explicar a alta nos preços.

paraiba.com.br

Após denunciar onda de assaltos em postos de gasolina, presidente do Sindipetro diz que foi vítima de atentado

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro), Omar Aristides Hamad Filho, disse que foi vítima de um atentado a tiros no fim da noite desse domingo (11).

De acordo com informações de uma nota da assessoria de imprensa do Sindipetro, o crime aconteceu após as 23h quando o sindicalista saiu de casa na Avenida Ruy Carneiro, em Tambaú, na Orla da Capital, para comprar cigarros.

De acordo com Omar Aristides, ele teria sido alvo de pelo menos seis tiros, mas nenhum chegou a atingi-lo porque ele se escondeu atrás de um poste. “A única reação que tive foi me esconder atrás de um poste e esperar o pior”, relatou.

Os atiradores estavam num veículo branco de modelo não identificado,que estaria estacionado nas proximidades do edifício onde a vítima mora, conforme o sindicalista. Na opinião dele, o ocorrido tem caracterísitcas de emboscada seguida de atentado.

O sindicalista que também é empresário do ramo de revenda de combustíveis disse que está temendo por sua vida e de seus familiares.

A reportagem tentou entrar em contato com o empresário por telefone, mas foi informada pela assessoria de imprensa do sidicato de que Omar Aristides está incomunicável, mas deverá falar com a imprensa após se restabelecer do susto.

Assessoria de Imprensa do Sindipetro