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Cássio reaparece e sinaliza que pode ser candidato à PMCG em 2020

Após visitar o Parque do Povo no último domingo (07), para prestigiar o encerramento da 36º edição do Maior São João do Mundo, o ex senador Cássio Cunha Lima (PSDB), deu pistas de que pode ser o candidato da situação a prefeitura de Campina Grande em 2020. Foi uma das raras reaparições públicas do ex senador, após as eleições do ano passado, quando sofreu uma derrota nas urnas e ficou sem mandato.

Na condição de líder do grupo político que atualmente ocupa o Palácio do Bispo, Cássio despistou sobre a pré-candidatura, e preferiu trazer a memória o ex governador e prefeito da cidade Ronaldo Cunha Lima, idealizador da festa.

– Justamente no encerramento, é um dia muito especial para nossa memória, da família de Ronaldo Cunha Lima. Ele [Ronaldo] foi o grande idealizador, o criador do Maior São João do Mundo. Hoje são sete anos de sua morte, sete anos de saudades e lembranças e eu tive o privilégio de ter tido uma convivência muito próxima, de muito amor, fraternidade e cumplicidade com o meu pai. A lembrança dele é permanente e constante. Vim trazer um abraço em Romero, ver a festa de perto. Ele deu uma dimensão maior ainda e o evento vem crescendo – enfatizou.

Em recente entrevista, Cássio transferiu para o “tempo” o seu futuro político, deixando transparecer que uma possível candidatura iria brotar naturalmente.

“Vamos deixar o futuro falar. É muito cedo, muito precoce. Nós estamos muito distantes da eleição do ano que vem. Estou cuidando na minha vida. Tenho a consciência tranquila de que a minha contribuição pública foi dada em todos os mandatos. Contribuí com Campina Grande, com a Paraíba e com o Brasil e vamos deixar o futuro fala ” declarou

SL
PB Agora

 

 

Anísio chama PMDB de “oportunista” e diz que partido sinaliza a favor de golpe

anisioO deputado estadual Anísio Maia (PMDB) criticou o posicionamento do PMDB nacional referente ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Apesar de ser aliado do governo, o partido está dividido quanto ao apoio a petista.

“O PMDB está fazendo um grande acordo com o PSDB, por isso estão se afastando do governo. A parte majoritária vai para a Direita, descaradamente atrás do poder. É algo oportunista”, comentou.

De acordo com Anísio, parte do PMDB sinaliza com o “golpe”. “O mesmo PMDB que aplaudiu Dilma Rousseff um mês atrás, agora deixa para se aliar aos tucanos”, disse.

O petista também criticou o posicionamento dos peemedebistas no Estado. “Na Paraíba a legenda igualmente se divide. Só tem um que não irá com eles, que é o deputado Raniery Paulino. Este deve se manter na base do governo nacional”, disse.

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Questionado a respeito das eleições municipais, Anísio preferiu não comentar. “Ainda está muito cedo. A eleição nem começou. Mas acredito que o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) leve uma vantagem grande no início”, opinou.

 

 

blogdogordinho

Roberto Freire afirma que executiva nacional pode interferir no PPS e sinaliza apoio a aliança de PSB/PSDB

roberto-freireO presidente nacional do PPS, Roberto Freire, defendeu apoio do partido a uma aliança entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para as eleições ao governo do estado. Questionado sobre a defesa do vice-prefeito Nonato Bandeira, presidente estadual do PPS, a uma candidatura de Cássio, Freire argumentou:

“Você pode admitir que ocorra uma aliança Cássio e Ricardo? Então pronto. Qual é a discussão aí? Essa aliança é possível, se essa aliança é possível, todo o resto é detalhe”, pontuou.

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Freire disse que não queria entrar nessa seara e quem não fala com A ou B, fazendo uma referência clara ao vice-prefeito Nonato e frisou: “Ele já não foi do lado de lá?”. A afirmação abre uma brecha para uma aproximação do partido com o governador.

Todavia, o presidente minimizou: “Não estou definindo nada na Paraíba. Não temos nada ainda definido em todo o Brasil. Enquanto não acontecer nada, cabe ao partido decidir os seus caminhos, os seus rumos”, explicou.

 

Desta forma o presidente sinaliza que deixa nas mãos de Nonato a decisão, mas não deixa de destacar que se for preciso que a nacional entre nesse discussão, isso será feito.

Paulo Dantas

 

Escolha de novo chefe de Gabinete da Secom sinaliza reprise da aliança

luis-torresRecém-empossado, o secretário de Comunicação do Estado, Luís Tôrres, escolheu seu chefe de Gabinete nesta segunda-feira (13). Mesclando critérios técnicos e políticos, Tôrres nomeou o jornalista Marcos Alfredo, que aceitou o convite.

Experiente no ofício de jornalista, ex-diretor de jornalismo da Secom-PB na gestão Cássio Cunha Lima, Marcos passou pelas principais redações da Paraíba. Atualmente, era assessor de comunicação do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB).

Além da experiência, a nomeação tem clara conotação e efeito político. Marcos tem, historicamente, ligações profissionais com o grupo Cunha Lima. Nos governos Cássio, ocupou cargos de destaque na área de comunicação e foi o principal assessor da última campanha de Romero, candidato cassista a prefeito de Campina Grande em 2012.

A aceitação do convite da parte de Marcos Alfredo esmorece as especulações de rompimento. Como figura de confiança e da convivência interna do grupo, presume-se que Marcos só topou porque tem informações suficientes de que há predisposição de Cássio manter a aliança com o governador Ricardo Coutinho.

MaisPB

Ricardo sinaliza aumento para servidores em 2014, mas diz que índice ainda não foi definido

ricardoO governador Ricardo Coutinho (PSB) evitou ser taxativo em relação ao aumento dos servidores do estado em 2014. Todavia, Coutinho fez questão de frisar que os servidores tiveram aumento nos dois últimos anos e essa política continuará no próximo ano.

“Eu não posso dar essa informação nesse momento (de quanto será o aumento), porque eu nem a tenho ainda. Por uma razão muito simples. O Brasil está vivendo um momento muito delicado. Os estados dependentes do Fundo de Participação dos Estados (FPE), como são todos os estados do Nordeste, Norte e até do Centro-Oeste, viram o FPE de 2013 ser inferior a inflação, quando a perspectiva era um aumento de quase 10% e isso desconstrói todo o equilíbrio que um estado pode construir”, argumentou.

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Coutinho lembrou que durante o ano teve estado que atrasou salário em função disso, o que não aconteceu na Paraíba. “Nós estamos fazendo um esforço enorme para pagar tudo em dia e demos reajuste nos dois anos anteriores. Agora não é uma situação fácil, temos que cumprir coisas como o piso nacional do magistério, que é lei federal. Temos que cumprir salário mínimo, que é lei federal, e temos que ver dentro das perspectivas da lei de responsabilidade fiscal, ou seja, o equilíbrio do estado, temos que ver o que é possível repassar para os servidores”, adiantou.

 

Apesar da cautela e após pontuar as dificuldades vividas pela queda do FPE, o governador sinalizou que pretende dar o aumento. “Pode ter certeza de uma coisa, todos os anos os servidores passaram a ter (o aumento) no meu governo. Não tem mais aquela coisa de passar três, quatro, cinco anos sem ter absolutamente nenhum reajuste. Todos os anos têm, se é mais ou menos (do que a inflação), depende muito de uma circunstância econômica que infelizmente no nosso estado ainda é dependente”, pontuou.

O governador finalizou explicando que espera que nos próximos três ou quatro anos o estado possa aumentar a sua arrecadação de ICMS, em função das empresas que estão aportando na Paraíba, fazendo com que essa arrecadação venha a ser maior e acabe a dependência do estado em relação ao FPE. “Aí nós vamos começar uma coisa chamada libertação econômica do estado da Paraíba”.

paraiba.com.br

Grupo de Serra sinaliza apoio ao PSB para derrotar Dilma em 2014

Dispostos a alimentar a guerra PT versus PSB e abater o desafeto Aécio Neves (PSDB-MG), aliados de José Serra já acenam com a possibilidade de apoiar a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência em 2014, contra Dilma Rousseff (PT).

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) –um dos articuladores da candidatura de Serra à Prefeitura de SP– admite o apoio ao PSB sob o argumento de que, sozinha, a oposição não terá condições de enfrentar o PT.

O elo entre serristas e Eduardo Campos é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, cujo recém-criado PSD faz dobradinha com o PSB.

“PSB e PSD, dois planetas viajando pelo espaço público em órbitas independentes do PT, que se arvora em centro do sistema polar: esse poderá ser um dos reflexos mais importantes das eleições municipais sobre o quadro nacional”, diz Nunes Ferreira.

Atrás dessa justificativa esconde-se também o desejo de enterrar as pretensões eleitorais de Aécio. Em conversas com seus colaboradores, Serra debita a derrota de 2010 na conta do senador, que fragilizou sua campanha ao recusar a oferta de vice da chapa.

Ontem mesmo Kassab desferiu um golpe contra Aécio ao negociar a aliança do PSD com o PT, contra o candidato do PSDB em Belo Horizonte.

Aliados de Serra sonham com a união de Campos, Kassab e Serra em 2014. Se fosse eleito, Serra embaralharia o jogo de Aécio no PSDB. Mas a operação dependeria da disposição de Campos de duelar contra Dilma.

Amigo e ex-vice de Serra, Alberto Goldman diz que, conforme o cenário político e econômico, Campos poderá concorrer. Hoje, diz ele, Campos tem mais visibilidade que Aécio. “É o fato novo. O Aécio não é nenhum fato novo. É velho”, disse o tucano.

Folha.com