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Conheça os sinais do câncer de mama que aparecem na pele

O mês de outubro traz uma oportunidade ótima pra tirarmos dúvidas sobre o câncer de mama. Formas de prevenção, diagnóstico, tratamento… Tudo entra em pauta. É, também, uma boa hora pra você lembrar de marcar os seus exames.

Como você provavelmente deve ter ouvido falar nesses dias de Outubro Rosa, o câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil e o segundo mais comum entre elas. atrás apenas do câncer de pele não melanoma- ainda assim, é curável em estágios iniciais. É muito importante, portanto, agir de maneira preventiva.

O que pouca gente sabe é que existe um tipo de câncer de mama que pode ser diagnosticado pelo dermatologista. Chamado Doença de Paget, ele é raro e surge como lesão na região do mamilo e da aréola da mama.

Convidei Luciano Moro*, mastologista de São Paulo, pra uma conversa sobre esse tema:

Thais Bello: O que é o carcinoma de Paget? O que ele tem em comum e no que se diferencia dos outros tipos de câncer de mama?

Luciano Moro: Doença de Paget é definida pela presença de células malignas (células de Paget) na epiderme da papila mamária, ou seja, na pele do mamilo. Corresponde de 1 a 5% dos casos de câncer de mama e acomete mais frequentemente mulheres acima dos 50 anos.

Em metade dos casos, no momento do diagnóstico, se observa tumor palpável. Além disso, em 85 a 95% dos casos há relação com alguma doença dentro da mama.

Justamente por este dado, a teoria mais aceita para esta doença é de que células malignas da mama migrem pelos ductos da mama para a superfície da pele. Esta forma da doença é pouco comum dentro das apresentações do câncer de mama

TB: Quando devemos suspeitar?

LM: A doença de Paget invariavelmente é unilateral, atingindo então apenas uma das mamas, e se manifesta como uma descamação ou crosta no mamilo associada à saída de secreção através da papila. Pode se estender para a aréola e eventualmente para a pele adjacente. Como mencionado anteriormente, palpa-se tumor associado em metade dos casos. É importante diferenciar de outras doenças benignas da pele, sobretudo os eczemas ou dermatites – que são muito frequentes nas duas mamas –, micoses e outros cânceres da pele.

O dermatologista pode suspeitar pela falta de resposta ao tratamento e investigar através de uma biópsia da pele acometida. Se a suspeita for de doença de Paget, outros exames são necessários, mesmo se não houver tumor palpável. Em alguns casos, podem ser necessárias novas biópsias ou complementação com ressonância magnética.

TB: Como é o tratamento deste tipo de câncer de mama? O carcinoma de Paget tem cura?

LM: O tratamento da doença de Paget é cirúrgico, através da retirada da aréola e papila acometidas. No entanto, como na grande maioria dos casos existe doença também na mama (chamada carcinoma in situ ou invasivo), na prática o que se realiza é a ressecação deste câncer mamário juntamente com a doença da aréola e papila (quadrantectomia central ou mastectomia, a depender do tamanho do tumor e da mama ou da multiplicidade de lesões na mama).

A indicação de radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia seguem os mesmos critérios utilizados para outras formas de câncer de mama e são baseados nas características e informações destes tumores associados. Um aspecto muito relevante na doença de Paget é que em 80% das vezes o tumor expressa uma proteína (HER 2) que indicaria um tratamento chamado “terapia alvo” (imunoterapia). Portanto, o prognóstico da doença está diretamente relacionado à presença ou não de tumor mamário associado e ao estágio do mesmo.

 

womenshealthbrasil

Como identificar possíveis sinais de abuso sexual em crianças?

70% das vítimas de violência sexual são crianças e adolescentes (Foto: CDC/ Amanda Mills)

Casos de violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes são mais comuns do que se imagina – dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por exemplo, mostram que 70% das vítimas de estupro do país são menores de idade.

Segundo dados do Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e do Sistema Único de Saúde, mais de 120 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes foram registrados no país entre 2012 e 2015 – o equivalente a pelo menos três ataques por hora.

Mas como identificar abuso sofrido por uma criança próxima? O caso do uruguaio Felipe Romero, que teria sido vítima de seu técnico de futebol, chamou a atenção dos leitores da BBC Brasil, que pediram esclarecimentos sobre quais são, afinal, esses sinais.

Com base em informações de sites especializados e entrevistas com profissionais da área, a BBC Brasil elaborou o guia abaixo.

“Geralmente, nao é um sinal só, mas um conjunto de indicadores. É importante ressaltar que a criança deve ser levada para avaliação de especialista caso apresente alguns desses sinais”, diz Heloísa Ribeiro, diretora executiva da ONG Childhood Brasil, de defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

1) Mudança de comportamento

O primeiro sinal a ser observado é uma possível mudança no padrão de comportamento das crianças. Segundo Ribeiro, esse é um fator facilmente perceptível, pois costuma ocorrer de maneira repentina e brusca.

“Por exemplo, se a criança nunca agiu de determinada forma e, de repente, passa a agir. Se começa a apresentar medos que não tinha antes – do escuro, de ficar sozinha ou perto de determinadas pessoas. Ou então mudanças extremas no humor: a criança era superextrovertida e passa a ser muito introvertida. Era supercalma e passa a ser agressiva”, afirmou.

A mudança de comportamento também pode se apresentar com relação a uma pessoa específica, o possível abusador.

“Como a maioria dos abusos acontece com pessoas da família, às vezes a criança apresenta rejeição a essa pessoa, fica em pânico quando está perto dela. E a família estranha: ‘Por que você não vai cumprimentar fulano? Vá lá!’. São formas que as crianças encontram para pedir socorro, e a família tem que tentar identificar isso”, afirma a educadora sexual Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan.

Em outros casos, a rejeição não se dá em relação a uma pessoa específica, mas a uma atividade. A criança não quer ir a uma atividade extracurricular, visitar um parente ou vizinho ou mesmo voltar para casa depois da escola.

2) Proximidade excessiva

Apesar de, em muitos casos, a criança demonstrar rejeição em relação ao abusador, é preciso usar o bom senso para identificar quando uma proximidade excessiva também pode ser um sinal.

Teria sido o caso, por exemplo, do técnico de futebol Fernando Sierra, que tinha uma relação quase paternal com o garoto Felipe Romero. O treinador buscou o menino na escola, desapareceu e ambos foram encontrados mortos dois dias depois.

A hipótese principal é que o treinador tenha atirado no menino e, em seguida, cometido suicídio por não aceitar um pedido da mãe para que se afastasse da criança. Laudo preliminar da autópsia indicou que o garoto vinha sendo vítima de abusos sexuais.

Importante notar, no entanto, que o papel do desconhecido como estuprador aumenta conforme a idade da vítima – ou seja, no abuso de menores de idade, a violência costuma ser praticada por pessoas da família na maioria dos casos.

Se, ao chegar à casa de tios, por exemplo, a criança desaparece por horas brincando com um primo mais velho ou se é alvo de um interesse incomum de membros mais velhos da família em situações em que ficam sozinhos sem supervisão, é preciso estar atento ao que possa estar ocorrendo nessa relação.

Segundo o NHS, o SUS britânico, 40% dos abusos no Reino Unido são cometidos por outros menores de idade, muitas vezes da mesma família. Também segundo os dados britânicos, 90% dos abusadores fazem parte da família da vítima.

No Brasil, 95% dos casos desse tipo de violência contra menores são praticados por pessoas conhecidas das crianças, e em 65% deles há participação de pessoas do próprio grupo familiar.

Nessas relações, muitas vezes, o abusador manipula emocionalmente a vítima que nem sequer percebe estar sendo vítima naquela etapa da vida, o que pode levar ao silêncio por sensação de culpa. Essa culpa pode se manifestar em comportamentos graves no futuro como a autoflagelação e até tentativas de suicídio.

“As pessoas acham que o abusador será um desconhecido, que não faz parte dessa vida da criança. Mas é justamente o contrário, na grande maioria dos casos são pessoas próximas, por quem a criança tem um afeto. O abusador vai envolvendo a criança pra ganhar confiança e fazer com que ela nao conte”, afirmou Ribeiro, da ONG Childhood Brasil.

“A violência sexual é muito frequente dentro de casa, ambiente em que a criança deveria se sentir protegida. É um espaço privado, de segredo familiar e é muito comum que aconteça e seja mantido em segredo.”

3) Regressão

Outro indicativo apontado pelas especialistas é o de recorrer a comportamentos infantis, que a criança já tinha abandonado, mas volta a apresentar de repente. Coisas simples, como fazer xixi na cama ou voltar a chupar o dedo. Ou ainda começar a chorar sem motivo aparente.

“É possível observar também as características de relacionamento social dessa criança. Se, de repente, ela passa a apresentar esses comportamentos infantis. Ou se ela passa a querer ficar isolada, não ficar perto dos amigos, não confiar em ninguém. Ou se fugir de qualquer contato físico. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de maneira verbal”, considera Ribeiro.

A diretora da ONG Childhood Brasil alerta, porém, que é importante procurar avaliação especializada que possa indicar se eventuais mudanças de comportamento são apenas parte do desenvolvimento da criança ou indicativos de vulnerabilidade.

“É importante lembrar que o ser humano é complexo, então esses comportamentos podem aparecer sem estarem ligados a abuso.”

4) Segredos

Para manter o silêncio da vítima, o abusador pode fazer ameaças de violência física e promover chantagens para não expor fotos ou segredos compartilhados pela vítima.

É comum também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de benefício material para construir a relação com a vítima. É preciso também explicar para a criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com adultos de confiança, como a mãe ou o pai.

5) Hábitos

Uma criança vítima de abuso também apresenta alterações de hábito repentinas. Pode ser desde uma mudança na escola, como falta de concentração ou uma recusa a participar de atividades, até mudanças na alimentação e no modo de se vestir.

“Às vezes de repente a criança começa a ter uma aparência mais descuidada, não quer trocar de roupa. Outras passam a não comer direito. Ou passam a comer demais”, pontuou Ribeiro.

A mudança na aparência pode ser também uma forma de proteção encontrada pela criança. Em entrevista à BBC Brasil no ano passado, a nadadora Joanna Maranhão, que foi vítima de abuso sexual por seu técnico quando tinha nove anos, revelou que se vestia como um menino na adolescência para fugir de possíveis violências.

Ribeiro cita também mudanças no padrão de sono da criança como indicativo de que algo não anda bem. “Se ela começa a sofrer com pesadelos frequentes, ou se tem medo de dormir ou medo de ficar sozinha.”

6) Questões de sexualidade

Um desenho, uma “brincadeira” ou um comportamento mais envergonhado podem ser sinais de que uma criança esteja passando por uma situação de abuso. “Quando uma criança que, por exemplo, nunca falou de sexualidade começa a fazer desenhos em que aparecem genitais, isso pode ser um indicador”, apontou Maria Helena Vilela.

“Pode vir em forma de brincadeira também. Ela chama os amiguinhos para brincadeiras que têm algum cunho sexual ou algo do tipo”, observou Henrique Costa Brojato, psicólogo e especialista psicossocial. Podem, inclusive, reproduzir o comportamento do abusador em outras crianças.

Para Heloísa Ribeiro, o alerta deve ser dado especialmente para crianças que, ainda novas, passam a apresentar um “interesse público” por questões sexuais. “Quando ela, em vez de abraçar um familiar, dá beijo, acaricia onde não deveria, ou quando faz uma brincadeira muito para esse lado da sexualidade.”

O uso de palavras diferentes das aprendidas em casa para se referir às partes íntimas também é motivo para se perguntar à criança onde ela aprendeu tal expressão.

7) Questões físicas

Há também os sinais mais óbvios de violência sexual em menores – casos que deixam marcas físicas que, inclusive, podem ser usadas como provas à Justiça. Existem situações em que a criança acaba até mesmo contraindo doença sexualmente transmissível.

“Há casos de gravidez na adolescência, por exemplo, que é causada por abuso. É interessante ficar atento também a possíveis traumatismos físicos, lesões que possam aparecer, roxos ou dores e inchaços nas regiões genitais”, observou a diretora da Childhood.

8) Negligência

Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência.

Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família, com o diálogo aberto com os pais, estará em situação de maior vulnerabilidade.

O que fazer

Caso identifique um ou mais dos indicadores listados acima, o melhor a se fazer é, antes mesmo de conversar com a criança, procurar ajuda de um especialista que possa trazer a orientação correta para cada caso.

“Há muitas dessas características que são semelhantes às de um adolescente em desenvolvimento. Por isso que é importante ter avaliação de alguém que é especialista nisso. Um psicólogo, por exemplo. Se tiver dúvidas, a pessoa pode perguntar na escola, que costuma ter profissionais treinados pra identificar esses casos”, disse Ribeiro.

“É sempre aconselhável também acionar o Sistema de Garantia de Direitos à criança e ao adolescente, um conselho tutorial ou uma Vara da Infância e da Juventude para encontrar caminhos para uma resposta mais adequada”, afirmou Henrique Costa Brojato.

Muitas vezes por se sentir culpada, envergonhada ou acuada, a criança acaba não revelando verbalmente que está ou que viveu uma situação de abuso. Mas há situações também em que ela tenta contar para alguém e acaba não sendo ouvida. Por isso, o principal conselho dos especialistas é sempre confiar na palavra dela.

“Em primeiro lugar, é importante que quando a criança tentar falar alguma coisa, que ela se sinta ouvida e acolhida. Que nunca o adulto questione aquilo que ela está contando. Ou que tente responsabilizá-la pelo ocorrido”, diz Ribeiro.

G1

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Estudo médico adverte para sinais ignorados antes de ataques cardíacos

coraçãoOs primeiros sinais de alerta podem ter sido ignorados nos casos de uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco em hospitais ingleses, aponta um estudo.

Todos os ataques cardíacos e mortes entre 2006 e 2010 foram analisados pelos cientistas.

Pesquisadores do Imperial College de Londres descobriram que 16% das pessoas que morreram tinham sido internadas nos 28 dias anteriores. Alguns tinham sinais de alerta como dor no peito.

Diante desses resultados, os autores do estudo dizem que mais pesquisas são “urgentemente necessárias”.

Sou enfermeira e não percebi

Alison Fillingham, 49, estava no trabalho quando sentiu uma dor profunda em seu pescoço e clavícula.

Ela continuou seu plantão de homecare – atendimento na casa dos pacientes – antes de telefonar para um colega e pedir conselhos após a persistência da dor.

Uma ambulância foi chamada e um ataque de pânico foi diagnosticado. Mas exames de sangue feitos mais tarde no hospital mostraram que Alison tinha tido um ataque cardíaco.

“Eu fui enfermeira por 24 anos, mas eu não achava que era algo relacionado com meu coração. Meus sintomas não eram típicos. Você espera sentir uma dor no peito. Você pensa em pessoas agarrando seu próprio peito, mas não foi nada daquilo.”

Ela conta que não houve nenhuma urgência nos socorros que recebeu da equipe de resgate. “Se meu ataque cardíaco não tivesse sido diagnosticado no hospital, minha artéria teria bloqueado completamente e eu não estaria aqui agora.”

No ano passado, Alison fez um cateterismo e agora está se sentindo “ótima” após tirar alguns meses de repouso antes de voltar ao trabalho.

Ela diz: “Eu era uma pessoa saudável e ativa. E nadava, caminhava e fazia ioga três vezes por semana – e agora estou correndo de novo”.

Sem registro

A pesquisa, publicada na publicação científica Lancet, analisou os registros hospitalares de todas as 135.950 mortes causadas por ataques cardíacos na Inglaterra durante quatro anos.

Os registros mostraram se a pessoa tinha dado entrada no hospital nas últimas quatro semanas e se os sinais de um ataque cardíaco foram registrados como a principal razão para a admissão hospitalar, uma razão secundária ou se não houve registro.

Thinkstock

Transpiração, falta de ar e tosse são alguns dos sintomas de um ataque cardíaco

Os dados mostraram que 21.677 desses pacientes não tinham registros de sintomas de cardíaco em seus registros hospitalares.

“Médicos são muito bons em tratar ataques cardíacos quando eles são a principal causa, mas não tratamos muito bem ataques cardíacos secundários ou sinais sutis que podem apontar para um ataque cardíaco que termine em morte num futuro próximo”, disse o médico e autor principal do estudo, Perviz Asaria.

Os autores do relatório dizem que sintomas como desmaio, falta de ar e dor no peito ficaram aparentes até um mês antes da morte em alguns pacientes.

Mas eles apontam que médicos podem não ter ficado em alerta para a possibilidade de que esses eram sinais da aproximação de um ataque cardíaco fatal porque não havia danos claros no coração na época.

“Nós ainda não podemos dizer por que esses sinais estão sendo descartados, razão pela qual uma pesquisa mais detalhada deve ser conduzida para recomendar mudanças nesse sentido”, disse o professor Majid Ezzati, que também trabalhou no estudo.

“Isso pode incluir orientações atualizadas para profissionais de saúde, mudanças na cultura das clínicas ou permitir que os médicos tenham mais tempo para examinar os pacientes e olhar seus registros anteriores.”

Para Jeremy Pearson, diretor médico associado ao Instituto Britânico do Coração, os números são importantes.

“Essa falha na detecção de sinais de alerta é preocupante. E esses resultados devem levar os médicos a serem mais vigilantes, reduzindo a chance dos sintomas se perderem e, em última análise, a salvar mais vidas.”

Um porta-voz do Royal College of Physicians disse que o tratamento contra ataques cardíacos é uma das histórias de sucesso da medicina moderna, “mas esse estudo é um lembrete importante de que ainda existem áreas que podemos melhorar”.

“Embora muitos ataques apresentem a clássica dor no peito em pessoas que fumam e têm outros fatores de risco para doenças cardíacas, muitos ataques cardíacos não se manifestam desta forma.”

“O desafio é diagnosticar com precisão e rapidez todos esses pacientes para que possam ser oferecidos melhores cuidados. A educação da sociedade, dos médicos de família, paramédicos e dos médicos de emergência é essencial se quisermos melhorar ainda mais o atendimento que oferecemos aos pacientes que têm um ataque cardíaco.”

Sintomas de ataque cardíaco

  • Dor torácica – sensação de pressão ou aperto no centro do peito
  • Dor em outras partes do corpo – pode ser sentida como se a dor estivesse viajando do peito para os braços (geralmente o braço esquerdo é afetado, mas pode atingir os dois), mandíbula, pescoço, costas e abdômen
  • Sensação de tontura
  • Transpiração
  • Falta de ar
  • Sentir-se enjoado (náuseas) ou vomitar
  • Sensação extrema de ansiedade (semelhante a um ataque de pânico)
  • Tosse ou chiado

Embora a dor no peito é frequentemente grave, algumas pessoas têm apenas uma dor menor, semelhante a uma indigestão. Em alguns casos, pode não haver qualquer dor no peito, principalmente em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.

Fonte: NHS (sistema de saúde britânico)

Uol

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Saiba quais são os sinais que podem indicar uma gravidez de risco

Estudo alerta que a mulher grávida deve conhecer o próprio corpo para prevenir problemas e administrar riscos

gravidez de riscoA gestação em si é uma fase que envolve inúmeras transformações físicas e psicológicas na vida da mulher. Essas transformações que ocorrem podem por si só gerar sensação de angústia, medos, preocupação, entre tantas outras.

Logo após a descoberta da gravidez, é primordial que a mulher realize o acompanhamento médico adequado que garantirá a sua saúde e a saúde do bebê. E é natural que alguns hábitos sejam modificados ou abolidos da vida da mulher na gestação, tanto para a garantia de sua saúde quanto da saúde da criança. Leia também Fumo na gravidez aumentaria o risco de autismo em bebês

Saiba o que é preciso observar em relação à gravidez para prevenir problemas

O estudo Mulheres com gravidez de maior risco foi realizado com 12 mulheres em atenção pré-natal em um serviço público em Cuiabá (MT). A pesquisa salienta que quando as mulheres não têm informações precisas sobre o que ocorre consigo e com o bebê, ficam expostas a novos problemas, sejam físicos ou emocionais, o que implica nas condições de se proteger e de proteger o bebê. O que quer dizer que é essencial que a mulher conheça o próprio corpo e que compreenda sobre os perigos aos quais está exposta. Sendo assim, é de extrema importância que a mulher tome cuidados na gravidez, que preste atenção nos sinais, pois essa observação pode prevenir problemas.

No portal sobre maternidade Trocando Fraldas é explicado que nem toda gravidez de risco é causada por problemas relacionados à saúde. Isso porque algumas mulheres podem se enquadrar em gestação de risco por conta de particularidades. A gravidez de gêmeos, por exemplo, é considerada de risco pelos médicos por conta da condição diferenciada do útero que está preparado apenas para um bebê, o que quer dizer que quando a mulher espera por mais de uma criança, a condição do útero se torna mais delicada e essa gestação precisará ser observada com maior cuidado.

Fique por dentro dos sinais que indicam a importância de maior cuidado na gravidez

Presença de febre – A febre pode ser indicativo de alguma infecção presente e o sintoma deve ser informado imediatamente ao médico. Vale enfatizar que não se deve tomar quaisquer medicamentos sem a devida prescrição.

Sangramentos – Qualquer tipo de sangramento deve ser informado ao médico e no início de uma gestação pode ser indicador de aborto.

Secreção vaginal – A eliminação de secreção de aparência transparente ou leitosa em pequenas quantidades pode representar perda de líquido amniótico (que envolve a criança no útero), portanto, pode ser indicativo de complicação e o médico deve ser consultado imediatamente para uma avaliação.

Cólicas – As cólicas em si costumam ser naturais na gestação quando se parecem com contração ou provocam enrijecimento na região do abdômen, mas quando as cólicas são semelhantes às cólicas menstruais e são acompanhadas por perda de sangue, demandam atendimento médico imediato, pois podem indicar início de aborto.

Ausência de movimentos fetais – A partir do quarto ou quinto mês de gestação, os movimentos fetais podem ser sentidos, mas após esse período, se houver ausência de movimentos por até 12 horas é importante recorrer ao hospital para verificar.

Doenças – Problemas de saúde como pressão alta, diabetes, anemia, problemas cardíacos, entre outros, indicam que a gestação demandará maiores cuidados.

Histórico de aborto ou parto prematuro – Se a mulher já sofreu aborto espontâneo, é importante que o médico esteja ciente e que alguns cuidados sejam tomados. Ter tido um parto prematuro também é sinal para que cuidados sejam redobrados com a nova gestação.

Em caso de qualquer sinal anormal durante a gravidez, o ideal é que a mulher se dirija prontamente ao hospital para verificar se está tudo bem consigo e com a criança.

Fonte

OLIVEIRA, Daniela do Carmo; MANDÚ, Edir Nei Teixeira. Mulheres com gravidez de maior risco: vivências e percepções de necessidade e cuidado. Esc. Anna Nery. vol.19 nº1. Rio de Janeiro Jan/Mar. 2015.

Assessora de Comunicação – portal Trocando Fraldas

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Homem com sinais de embriaguez cai por cima de facas e fica ferido na PB

(Foto: Walter Paparazzo/G1)
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um homem de 35 anos ficou ferido após sofrer uma queda e se cortar em três facas peixeiras que carregava presas à cintura no bairro de Tambauzinho, em João Pessoa, na manhã deste sábado (12). Segundo informações do Samu, que prestou socorro, o homem apresentava sinais de embriaguez. Ele foi encaminhado para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Ainda de acordo com informações repassadas pelo Samu, a vítima chegou a perder muito sangue após sofrer uma perfuração na região posterior da perna. O homem estava caminhando no mercado público do bairro quando caiu por cima da facas, segundo o Samu com base em relatos de testemunhas.

O homem deu entrada no Hospital de Trauma por volta das 9h (horário local). Ele chegou a passar por procedimentos médicos de emergência e até as 11h15 (horário local) seguia internado em estado de saúde considerado grave.

G1 PB

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Reconheça os sinais de que sua tosse não é normal

tosse-alrgicaA tosse é um reflexo natural do aparelho respiratório para eliminar micro-organismos que estejam afetando as vias aéreas – seja nariz, garganta ou pulmões. Mas nem sempre a tosse é igual ou chega sozinha, e analisar os diversos aspectos dela pode ajudar a entender se é um quadro alérgico leve ou sintoma de algo mais grave, como uma pneumonia. Conheça as principais características da tosse e quando buscar ajuda médica:

Tosse seca

De acordo com o otorrinolaringologista Jamal Azzam, geralmente a tosse seca é bastante incomodativa e não faz barulho de secreção – nem na garganta, nem nos pulmões. A tosse seca quase sempre sofre alguma alteração no sistema respiratório, como:

  • Rinite alérgica
  • Faringites agudas irritativas, virais, bacterianas ou fúngicas
  • Amigdalites virais ou bacterianas
  • Laringites irritativas, virais ou bacterianas
  • Traqueítes ou laringotraqueítes virais ou bacterianas
  • Crise de asma/bronquite aguda
  • Pneumonia viral ou bacteriana
  • Uma causa grave e que pode levar à risco de morte é a embolia pulmonar.

Entretanto, a tosse também pode ocorrer como sintoma de outras doenças. “Ela pode ser sintoma de alterações cardiovasculares, reumatológicas ou gastroenterológicas, assim como de tumores benignos e malignos ou então um efeito colateral de medicamentos”, explica o otorrinolaringologista Jamal. Além disso, muitos quadros virais ou bacterianos – como um resfriado ou gripe – podem manifestar tosse seca no final ou após o final do tratamento. “A pessoa tem nariz entupido, secreções e cerca de uma semana depois tem tosse.”

O especialista afirma que se a tosse seca estiver acompanhada de febre alta persistente, mal estar intenso no corpo e dores nos olhos, é necessário buscar ajuda médica.

Tosse produtiva

“Na tosse é expelido o muco ou mais conhecido como catarro, que pode ser claro, espesso, branco, verde, amarelado ou em alguns casos acinzentado”, diz Jamal Azzam. O muco ou catarro é produzido por pequenas glândulas que ficam abaixo da mucosa, uma camada que reveste internamente as vias aéreas. Segundo o pneumologista Ciro Kirchenchtejn, o muco é composto por água (90 a 95%), glicoproteínas, sais e restos celulares. Sua função é proteger as vias aéreas do ataque de vírus, bactéria se outros micro-organismos que podem infectar nosso corpo.

A presença do sangue na tosse pode indicar uma infecção viral, fúngica ou bacteriana.
Justamente por isso, a cor, consistência e até mesmo o odor do muco podem nos dizer se há algo de errado, uma vez que para eliminar os organismos invasores ele poderá ficar mais concentrado, com sangue ou mesmo mal cheiroso. “Quando existe catarro, a sugestão é que não seja somente uma doença irritativa, e sim viral ou bacteriana”, explica Jamal. Da mesma forma que a tosse seca, a tosse produtiva também pode ocorrer após o tratamento de algumas doenças, uma vez que o organismo ainda está eliminando os micro-organismos.

Segundo os especialistas, sintomas como falta de ar e cansaço constante e/ou para atividades físicas leves devem motivar uma consulta médica. Clique aqui para saber mais sobre a cor e consistência do muco e quando ele indica problemas.

Que produz gosto ácido ou amargo na boca

Doenças como gastrite e refluxo gastroesofágico podem gerar uma tosse com gosto amargo na boca. “Quando há um retardo no esvaziamento dos alimentos do estômago, que sofrem uma fermentação por ação de bactérias, liberando odores desagradáveis”, explica o gastroenterologista Décio Chinzon, do Laboratório Pasteur, em Brasília. “Algumas sintomas associados à tosse levantam suspeita para um problema gastroenterológico, como azia, irritação constante na garganta, sensação de que tem algo parado na garganta, ardor na garganta ou na boca e queimação na língua”, enumera o otorrinolaringologista Jamal.

Tosse por tabaco

O tabagismo leva a uma tosse crônica, persistente e bastante incomodativa. Geralmente tem secreção associada cronicamente também. A secreção liberada na tosse do tabagista costuma ser escura, amarronzada. “O tabaco é um importante irritante das vias aéreas, tanto nasais como brônquicas e pode estimular as glândulas a produzirem mais muco”, diz o pneumologista Ciro.

Parar de fumar aumenta as chances desse tipo de tosse diminuir com o tempo. “No entanto, pessoas que fumam há anos dificilmente irão parar de tossir, uma vez que a irritação de toda árvore respiratória é crônica e sequelar”, completa Jamal Azzam.

Tosse com sangue

A presença do sangue na tosse pode indicar uma infecção viral, fúngica ou bacteriana. “Outras causas de tosse com sangue incluem ruptura de vasos do sistema respiratório, tumores, tuberculose, entre outros”, afirma o otorrinolaringologista Jamal. Segundo o especialista, toda a tosse com sangue deve ser investigada, principalmente se associada à rouquidão persistente.

Por que a tosse piora à noite?

Quem sofre com tosse crônica ou está passando por um quadro agudo sabe que a situação tende a piorar à noite, principalmente durante o sono. Segundo o otorrinolaringologista Jamal, nosso sistema de proteção contra as inflamações e infecções fica mais debilitado durante a noite. “A causa é que o hormônio anti-inflamatório e antialérgico, o corticoide natural, é liberado uma vez por dia, somente de manhã, então à noite esse hormônio já foi consumido, causando uma piora no quadro de diversas doenças”, diz. Essa situação é especialmente comum em crianças que apresentam alergia – nesses casos, a tosse começa cerca de 1 hora depois do sono e pode perdurar a noite toda.

Além disso, a posição deitada prejudica a drenagem das secreções das vias respiratórias, o que favorece seu acúmulo e estimula a tosse. Investir em travesseiros mais altos durante as crises de tosse podem ser uma alternativa para reduzir o problema.

 

De acordo com os especialistas, a tosse aguda é aquela que dura até 3 semanas. Já a tosse crônica dura mais de 8 semanas e deve ser investigada independente dos sintomas relacionados. “Entre as tosses aguda e crônica existe a tosse subaguda, que já deve ser tratada com atenção”, afirma Jamal Azzam. Por isso, muito cuidado: tosse persistente por mais de 10 dias já é justificativa para uma consulta médica!

Minha Vida

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Em 66% dos casos de câncer de mama é a própria mulher que detecta os sinais

mamaUma pesquisa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgada nesta quinta-feira (6) aponta que, em 66,2% dos casos de câncer de mama, é a própria mulher quem detecta os primeiros sinais da doença.

O estudo foi feito pelo Núcleo de Pesquisa Epidemiológica da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, que entrevistou 405 mulheres que procuraram atendimento devido a câncer de mama pela primeira vez entre junho de 2013 e outubro de 2014 no Rio de Janeiro.

Os principais sinais notados por essas mulheres foram a presença de um caroço (citado por 89,6% das mulheres) dor na mama (20,9%), alterações na pele da mama (7,1%), alterações no mamilo (2,6%), saída de secreção do mamilo (5,6%) e alteração no formato da mama (3,7%).

Em 30,1% dos casos, a doença foi identificada por uma mamografia ou outro exame de imagem e, em 3,7% dos casos, um profissional de saúde detectou a suspeita. O Inca e o Ministério da Saúde lançaram, nesta quinta-feira, uma campanha do Outubro Rosa, movimento de prevenção ao câncer de mama celebrado este mês, chamada “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”. A ideia é divulgar a informação de que todas as mulheres de 50 a 69 anos façam a mamografia a cada dois anos.

Câncer mais comum entre mulheres
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Segundo estimativa do Inca, o Brasil deve ter 57.960 novos casos de câncer de mama em 2016. O câncer de mama também pode atingir homens, mas apenas 1% dos casos da doença correspondem a eles.

Em 2013, último ano com dados disponíveis, 14.388 pessoas morreram de câncer de mama no Brasil, sendo 14.206 mulheres e 181 homens.

Diagnóstico
A realização anual da mamografia para mulheres a partir de 40 anos é importante para que o câncer seja diagnosticado precocemente.

O autoexame é muito importante para que a mulher conheça bem o seu corpo e perceba com facilidade qualquer alteração nas mamas e assim procure rapidamente um médico. Vale lembrar que o autoexame não substitui exames como mamografia, ultrassom, ressonância magnética e biopsia, que podem definir o tipo de câncer e a localização dele.

Tratamento
O câncer de mama tem pelo menos quatro tipos mais comuns e alguns outros mais raros. Por isso, o tratamento não deve ser padrão. Cada tipo de tumor tem um tratamento específico, prescrito pelo médico oncologista. Entre os tratamentos estão a quimioterapia e radioterapia, a terapia alvo e a imunoterapia.

Por G1

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4 sinais claros de que a bebida está se tornando um problema sério

bebidaalcoolicaEnquanto algumas pessoas sequer chegam perto de bebidas alcoólicas, outras optam por consumi-las apenas socialmente. Contudo, existem também aquelas que não se conseguem controlar e – mesmo não se classificando como alcoólatras – acabam por apresentar um sério problema com a bebida.

Bosco Rowland, investigador da Escola de Psicologia da Universidade de Deakin, revela quais os principais sinais demonstrados pelas pessoas que têm, de fato, um problema com o álcool, aponta o site The Conversation.

Um desses sinais é a necessidade de consumir maiores quantidades de álcool para se sentir alegre do que consumia há algum tempo. Para o especialista, precisar de mais bebida para ficar alcoolizado é um sinal de dependência e de consumo recorrente e excessivo deste tipo de bebida.

Sentir remorsos depois de uma noite regada a àlcool é também um sinal claro, tal como a dificuldade em parar de beber, seja numa noite com amigos ou numa tentativa de abstinência.

Para o pesquisador, as pessoas com problemas com o álcool tendem também a continuar bebendo mesmo sabendo que não devem e que isso vai danificar ainda mais a saúde, ignorando toda e qualquer recomendação dada para que se abrande ou pare de consumir bebidas alcoólicas.

180 Graus

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10 sinais que provam que você está estressado

estresseNos dias de hoje, é muito comum dizer que está estressado e vários fatores contribuem para que isso aconteça.

Se você acha que não sofre desse problema, confira a nossa lista com alguns sintomas do estresse e tire suas próprias conclusões.

1. Sonhos bizarros

Seus sonhos são de deixar o pintor Salvador Dalí boquiaberto? Pois saiba, é necessário corrigir o sono e dormir sete, oito horas por dia. Procure evitar, também, o uso de cafeína, bebidas alcoólicas e drogas ilegais. Seu sono vai ser melhor, tenha certeza.

2. Náuseas

O estresse libera um ácido – que é o responsável pela ânsia e pela dor. O ideal para aliviar o estresse é dar umas boas risadas com os amigos, assistir a um filme e alguma atividade que lhe faça bem – como tocar algum instrumento musical.

3. Acne

Comum na adolescência, as acnes são alguns dos indícios do estresse. Ninguém gosta de tê-las, e é prejudicial para a autoestima, além de, eventualmente, deixar-lhe com a face toda marcada.

4. Dores musculares

Talvez o sintoma mais comum, as dores musculares incomodam e alteram o humor. Tudo é motivo para gritos e xingos. Geralmente, é a região do pescoço e coluna que são atingidos e lhe fazem estremecer por causa da dor.

5. Falta de apetite sexual

Se você anda trabalhando demais e quando chega em casa não está nem aí para seu parceiro, provavelmente seu apetite sexual foi para o beleléu. Já citado acima, uma boa transa é fator primordial para desestressar, mas se você está cansando demais – ou trabalhando de mais – não tem como. O sexo vai ter de ficar para depois.

6. Mudança de humor

A mudança de humor é um forte indício de estresse. Você não tem paciência, responde atravessado e se exalta por qualquer coisa.

7. Ansiedade

Quando nos deparamos com esse sentimento, logo procuramos amenizá-lo da forma mais trágica: com biritas. Biritar é bom, sim. Mas se lembre: bebida e estresse, de fato, não combinam.

8. Problemas cardiovasculares

As veias e artérias se comprimem e ocasionam o fluxo de sangue e batimentos cardíacos irregulares. Manter uma rotina saudável, com alimentação adequada, atividades físicas e sexuais podem acabar com esses sintomas.

9. Dores de cabeça forte

Você costuma sentir muitas dores de cabeça quando não está trabalhando. Ter ótimas noites de sono, além de repor as energias, deixam-lhe pronto para encarar a jornada do dia seguinte.

10. Calvice

Problema que assola e tira nosso sono. Ninguém quer ficar sem cabelo, e vê-los caindo não é nem um pouco legal. Praticar atividades físicas e tomar algum suplemento indicado pelo um especialista pode resolver seus problemas.

Fonte: Ultra Curioso

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7 sinais que mostram que seu relacionamento vai acabar

casalO relacionamento é algo muito importante na vida de um casal. Mas você sabe quando ele está prestes a acabar? Listamos alguns sinais que você precisa conferir.

1. Quando vocês ficam incomodados se não há nada para fazer

É mais do que natural que, de vez em quando, o casal não tenha assunto ou que um dos dois esteja a fim de ficar em silêncio, assistir ao jornal ou ler um livro. Se o outro se sente incomodado com isso, eis um mau sinal, afinal relacionamentos são também feitos de momentos de silêncio, e, quando há intimidade de verdade, não tem por que transformar isso em um momento constrangedor.

2. Conversas chatas

Quando as conversas não têm muita empolgação ou conteúdo, é um sinal grande de alerta. Ainda que programas como ir ao cinema ou passear no parque sejam divertidos, é importante que o casal consiga conversar de uma forma profunda, divertida, íntima e agradável.

3. Joguinhos de culpa

Todo casal discute e isso deveria ser uma coisa saudável. Por que não é? Porque as pessoas discutem da forma errada e, em vez de assumir suas falhas e se propor a melhorar alguns aspectos, acabam colocando a culpa sempre no parceiro ou em algum fator externo.

4. Muitas observações negativas

É óbvio que nem tudo o que você faz vai agradar à outra pessoa e vice-versa. É natural, inclusive, que a outra pessoa diga isso de vez em quando, mas se tudo o que ela faz é criticar as suas atitudes, aí a coisa complica mesmo. Em termos estatísticos, ainda que seja difícil calcular, o legal é que, para cada coisa negativa que seu parceiro diga a seu respeito, ele diga cinco coisas positivas. Aí tudo se equilibra.

5. Insegurança

Se você vive se perguntando se deveria mesmo se casar ou entrar de cabeça no relacionamento é porque não se sente totalmente à vontade e confiante. Nesse caso, se você ainda não tem certeza se deve ou não casar, é sinal de que algo não está certo.

6. Incompatibilidade com familiares e amigos

Contra estatísticas, não há argumentos: 18,9% dos relacionamentos terminam porque um dos parceiros não consegue se relacionar com os amigos ou familiares do outro. A dica aqui não é forçar ninguém a conviver com quem não gosta, mas manter certa independência: se o parceiro não suporta seus amigos, tudo bem, contanto que, de vez em quando, você vá, ainda que sem a companhia dele, encontrar a galera.

7. Se o namoro/casamento é mais feliz nas redes sociais do que na vida real

A quantidade de publicações sobre o relacionamento é um forte indicativo de como vai a vida amorosa do casal. Quanto mais forte for a sua relação, menos você precisa divulgá-la, até mesmo porque quem precisa aproveitar a dor e a delícia do relacionamento é o casal e não um monte de gente aleatória. Lógico que é possível postar fotos e fazer declarações de amor de vez em quando – o problema é sempre o excesso.

Fonte: Mega Curioso

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