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Operação Feira Segura apreende animais silvestres em Solânea

Foi desencadeada a Operação Feira Segura nesta manhã na feira livre de Solânea com apoio da CPRv com objetivo de reduzir os índices de CVPs, crimes e infrações de trânsito e outros.

Nas abordagens, ao perceberem a presença da PM, alguns comerciantes de animais silvestres, abandonaram 14 aves silvestres que foram conduzidas à DP de Solânea para os procedimentos legais.

P/5 – 7ª CIPM

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Policiais do 4º BPM apreendem uma arma de fogo e vários animais silvestres, em Guarabira

(Foto: 5ªseção/4ºBPM)
(Foto: 5ªseção/4ºBPM)

Por volta das 2h10, as guarnições 5454 comandada pelo CB De Lima e 5837 comandada pelo CB Abrahao receberam a informação de que um veículo Astra estava parado em frente do posto Dudu Diesel em atitude suspeita. Ao chegar no local foi verificado que o carro estava em funcionamento e que no seu interior estava um cidadão com sintomas de embriaguez e ao seu lado uma pistola Taurus 938 com 24 munições estando uma deflagrada.

Antes dessa ocorrência o copom informou que um carro de cor escura teria efetuado disparo de arma de fogo próximo ao Pirpiri. Depois que o indivíduo se reestabeleceu o mesmo confirmou o disparo.

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Policiais fazem apreensão de animais silvestres em Guarabira

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(5ªseção/4ºBPM)

Solicitações chegaram ao COPOM, informando que na localidade conhecida como Sítio Escrivão estaria acontecendo vias de fato entre três indivíduos.

Deslocaram-se para o local as guarnições 5669, comandada pelo Ten. Jerônimo, e a Vtr.  5433 comandada pelo CB Targino, que visualizaram os três acusados proferindo ameaças entre si.

Contudo, foi possível, também, visualizar que na residência do primeiro acusado havia 8 gaiolas contendo pássaros de origem silvestre, proibidos pela legislação de serem criados em cativeiro doméstico.  Desta forma os três indivíduos e os objetos e animais apreendidos foram conduzidos até a Central de Polícia e apresentados a autoridade competente para as devidas providências.

5ªseção/4ºBPM

Policiamento Ambiental captura mais de 1,3 mil aves silvestres este ano na Paraíba

passarosO Batalhão de Policiamento Ambiental da Paraíba realizou, até novembro deste ano, 1.360 capturas de animais silvestres. Grande parte deles estava em situação de maus-tratos quando foi resgatada. O balanço, ainda não conclusivo, mostra que as aves continuam no topo das agressões praticadas contra o meio ambiente. Das 1.360 resgates, 879 foram de aves, o que corresponde a 64,6%. Em seguida, aparecem os mamíferos, com 242 recapturas, o equivalente a 17,7%, e os répteis, com 239, o que corresponde a 17,5%. O mês que concentrou o maior número de registro de apreensões de aves silvestres foi janeiro, com 442.

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De acordo com o chefe do setor de Planejamento Estratégico do Batalhão de Policiamento Ambiental, tenente Wellington Aragão, os números são expressivos. “São números que gostaríamos que não existissem. Por outro lado, refletem o nosso compromisso de combater qualquer tipo de agressão ao nosso meio natural, ao nosso meio ambiente. Para isso, assim como fizemos em 2014, vamos aumentar ainda mais as operações e as fiscalizações”, destacou.

Wellington Aragão enfatiza que a PM Ambiental não tem como função apenas reprimir os crimes ambientais. “Temos, antes de tudo, a missão de conscientizar a sociedade sobre a importância de se preservar as riquezas naturais que nós temos. Então, é necessário que, à medida que coibimos os crimes ambientais, tenhamos também um processo de conscientização do quanto é importante proteger a nossa fauna e flora”, disse.

Crimes mais comuns – A caça e o comércio ilegais, além do desmatamento, estão entre os crimes mais comuns cometidos contra o meio ambiente. “O nosso estado tem grandes áreas em que ocorrem todos esses tipos de crime. Mas  podemos dizer que a caça ilegal ocorre muito no interior do estado – até por uma questão cultural – enquanto o comércio ilegal de aves silvestres, notadamente, se concentra nas feiras livres da Região Metropolitana de João Pessoa”, explicou Wellington Aragão.

De acordo com o tenente, a Paraíba tem, ao todo, 38 unidades de conservação. Dentro dessas áreas, estão incluídos os parques estaduais e as áreas de pesquisa. “É um rico patrimônio que precisamos e devemos preservar. A filosofia adotada por nós é de que é melhor conscientizar, educar, do que punir. E é por esse objetivo que trabalhamos todos os dias do ano”, acrescentou.

Outras ações – O balanço mostra ainda que as autuações por poluição sonora tiveram o maior registro. Até novembro, foram 42 autuações, contra 41 por falta de licença ambiental para a execução de obras, por exemplo. Em seguida, aparecem os crimes praticados contra a fauna, com 31 ocorrências, e extração de minério, com 13 ocorrências. Ocorrências de desmatamento totalizaram 12.

Secom-PB

 

Apreensões de animais silvestres em 2013 somam o dobro do ano anterior na PB

animais_silvestresO número de animais silvestres apreendidos pelo Batalhão Ambiental da Polícia Militar da Paraíba nos primeiros nove meses de 2013 já é duas vezes maior do que o ano passado inteiro.

Em 2012, 796 animais foram apreendidos contra 1.608 apreendidos entre 1º de janeiro e 13 de setembro deste ano. O aumento foi influenciado pela intensificação nas ações de fiscalização e por devoluções espontâneas de animais mantidos em cativeiro.

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De acordo com o comandante do Batalhão, tenente coronel Paulo Sérgio de Oliveira Bastos, os pássaros são a maioria dos animais apreendidos no Estado neste ano.

“Lançamos a Operação Resgate, já que sabemos que muita gente tem pássaros em casa como uma questão cultural. Incentivamos a entrega voluntária e as denúncias pelo telefone 190 para a reinserção dos animais na natureza”, afirmou. Até 13 de setembro deste ano, foram apreendidos 1.277 aves, 203 repteis, 124 mamíferos e dois animais de outras espécies.

Em parceria com o Ibama e a Sudema, os animais capturados são levados para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), na Mata do Amém, em Cabedelo, onde passam por uma triagem realizada por biólogos e veterinários e, dependendo da situação, eles são enviados para o seu habitat natural.

Se a apreensão for feita perto de habitat natural, o animal pode ser reinserido no habitat de forma imediata na natureza. A multa para quem for flagrado com animais silvestres é de pelo menos R$ 500 por animal e pode chegar a R$ 5 mil se ele estiver na lista de animais em extinção. O Batalhão Ambiental da Polícia Militar da Paraíba foi criado com o objetivo de coibir os crimes contra fauna, flora e meio ambiente, com atuação em todo o Estado.

Ainda este ano, duas novas companhias de Polícia Ambiental devem ser instaladas em Campina Grande e Patos para intensificas as ações no interior da Paraíba. Três jet-skis e uma lancha também devem fazer parte da estrutura do batalhão para a fiscalização no estuário dos rios e no litoral paraibano.

 Secom/PB

População poderá obter guarda provisória de animais silvestres

animais silvestresPessoas em todo o País poderão ter a guarda provisória de espécies da fauna silvestre quando não houver outra solução. A decisão faz parte de resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), na última quarta-feira (22). A prioridade de guarda continua a cargo dos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), autorizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e responsáveis pela recuperação e reintrodução desse animais na natureza.

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A medida regulamenta uma lei de 1998, que prevê que os órgãos ambientais podem encaminhar animais apreendidos, resgatados ou recebidos espontaneamente para serem cuidados por pessoas cadastradas. No entanto, é importante ressaltar que a alternativa é provisória e a reintrodução ao habitat é uma prioridade prevista em lei.

Em último caso, quando não houver condições de transporte ou abrigo em instalações adequadas ou mesmo guardador cadastrado, a guarda pode ser dada provisoriamente à pessoa encontrada em posse do animal. Porém, ela continuará tendo que responder judicialmente pela posse ilegal do animal. As leis ambientais brasileiras consideram crime retirar animais silvestres de seus habitats sem a prévia autorização dos órgãos ambientais competentes.

Nem todas as espécies são passíveis de criação em cativeiro para fins comerciais ou para serem criados como mascotes. O Ibama terá 90 dias para publicar a chamada “lista pet”, relacionando as espécies abrangidas pela resolução do Conama. A medida aprovada deverá trazer segurança jurídica tanto para a guarda e depósito quanto para a fiscalização após a apreensão dos animais. Criar animais silvestres como domésticos, principalmente aves e pequenos primatas, é costume em pequenas comunidades interioranas. Isso acaba inviabilizando sua reintrodução à natureza.

 

Tráfico de animais

O comércio ilegal de animais silvestres é um dos grandes problemas enfrentados na conservação da fauna brasileira. Milhões de bichos são mortos pelas negociações de traficantes e, também, pela desinformação de pessoas que criam bichos selvagens como se fossem animais domésticos.

Calcula-se que o tráfico de animais silvestres retire, anualmente, cerca de 12 milhões de animais das matas brasileiras. Outras estatísticas estimam que o número real esteja em torno de 38 milhões.

 

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente