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Pe. Silva se irrita e desautoriza políticos a usarem seu nome e o da igreja em Alagoinha

(foto: Cristiano Alves)
(foto: Cristiano Alves)

O pároco da cidade de Alagoinha, no Brejo paraibano, Padre Silva, se irritou, neste final de semana, ao ver o seu nome e o da igreja sendo mencionado em campanha eleitoral nas redes sociais.

De acordo com informações levantadas pelo Portal MaisPB, estariam divulgando na internet que a Prefeitura de Alagoinha tinha tomado um terreno pertencente a igreja. No entanto Padre Silva reagiu as afirmações e desautorizou qualquer pessoa a tocar no seu nome ou mencionar a igreja em material político na internet.

“Não me envolva em política porque não sou politiqueiro. Desautorizo qualquer pessoa que utiliza o meu nome ou as redes sociais para colocar o nome do Padre ou da igreja com relação  à política”, desabafou o religioso.

O Portal MaisPB levantou ainda que uma fazendeira teria a sinalizado para a doação do terreno em questão para a igreja, mas o mesmo foi desapropriado pela Prefeitura de Alagoinha para a construção de escola e que  cedeu outra área para ser erguido uma capela.

Roberto Targino –  MaisPB

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Anderson Silva é pego novamente no antidoping, agora após o UFC 183

andersonO que era considerado impossível, e o maior pesadelo para Anderson Silva e para o próprio MMA brasileiro, aconteceu. Segundo informações apuradas pelo Combate.com com fontes próximas ao Ultimate, o resultado do exame antidoping feito por Anderson Silva no dia 31 de janeiro, data da sua vitória sobre Nick Diaz no UFC 183, deu positivo para substâncias proibidas. O exame ainda não foi divulgado pela Comissão Atlética do Estado de Nevada, apesar da requisição de nossa equipe para o envio de uma cópia dos testes.

Com o segundo resultado positivo (o primeiro foi no exame do dia 9 de janeiro), o peso-médio deve ser suspenso por um período que varia de nove meses a dois anos.  Spider, por sua vez, ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas deve ser ouvido na próxima terça-feira, 17 de fevereiro, em audiência da sede da NSAC, em Las Vegas. Seu rival, Nick Diaz, também foi convocado para comparecer à mesma reunião para explicar os resultados positivos para metabólitos de maconha em seu exame pós-luta.

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Anderson Silva foi flagrado pela primeira vez em um exame antidoping no teste feito dia 9 de janeiro, que continha em sua amostra de urina a presença de dois esteroides anabolizantes: androsterona e drostanolona. Em entrevista ao Combate.com na terça-feira, o diretor da NSAC, Bob Bennet, afirmou que o lutador ainda não tinha dado entrada no pedido de contraprova, e que teria até o dia 3 de março para fazê-lo.

Um segundo exame, feito dia 19 de janeiro e divulgado na semana passada, deu negativo para todas as substâncias proibidas, o que confundiu a opinião pública. Muitos acharam que o segundo exame era a contraprova do primeiro. O resultado positivo do terceiro exame, feito dia 31 de janeiro, logo após a luta contra Nick Diaz, praticamente sepulta as chances de absolvição de Anderson Silva. O lutador deve perder a bolsa da luta – cerca de US$ 800 mil, contando o bônus de US$ 200 mil pela vitória -, ter o resultado da luta alterado de “vitória” para “sem resultado” e sofrer uma longa suspensão. Aos 39 anos de idade, e já retirado do posto de técnico do TUF Brasil 4, sendo substituído por Rodrigo Minotauro, o Spider estaria analisando com sua equipe os próximos passos a dar na sua carreira.

Combate

Técnico de Nick Diaz pede para que resultado de luta com Anderson Silva seja alterado

nick-diazAs consequências do caso de doping de Anderson Silva começam a aparecer. Após o anúncio do resultado positivo para o uso de um anabolizante, o técnico de Nick Diaz, derrotado por “Spider” na madrugada do último domingo, em Las Vegas, pediu para que o resultado da luta seja modificado. Para Cesar Gracie, o brasileiro se beneficiou com o uso de uma substância proibida para melhorar seu desempenho no combate.
“Na minha opinião é necessário que o resultado seja mudado, porque o cara usou drogas que o favoreceram na luta. Silva está com a idade mais avançada, mas se você precisa de anabolizante para lutar, então você não deve lutar”, declarou Gracie, em entrevista ao site americano TMZ.

 

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A Comissão Atlética do Estado de Nevada atestou positivo no exame antidoping para o uso de metabólitos da substância proibida drostanolona, anunciado na última terça-feira. Nick Diaz, por usa vez, foi pego no exame por uso de maconha. Cesar Gracie saiu em defesa de seu lutador e avisou que a substância encontrada no norte-americano não faria o mesmo efeito que as usadas pelo brasileiro.

 

“Qualquer um que tenha um pouco de cérebro sabe que maconha não aumenta a performance”, completou.

 

O embate contra Diaz, pelo UFC 183, foi cercado de expectativa por conta da ausência de mais de um ano de “Spider” no octógono. O ex-campeão dos pesos-médios fraturou o tornozelo esquerdo na luta em que buscava recuperar o cinturão diante de Chris Weidman, realizada em dezembro de 2013.

 

Após serem pegos nos exames, Silva e Diaz serão julgados pela Comissão Atlética de Nevada, nos Estados Unidos, no dia 17 de fevereiro.

Super Esportes 

Marina Silva quer Renata Campos, a viúva de Eduardo, como candidata a vice-presidente

marina-e-renataMarina Silva jamais esteve tão próxima da Presidência. No mundinho da política esse sentimento se espalhou por toda parte nas últimas 48 horas, em graus variados, entre adeptos e adversários da possível candidata.

Sim, Eduardo Campos ainda não foi enterrado; sim, Marina não assumirá a candidatura antes do funeral; sim, o PSB, partido que a hospeda, é um saco de gatos magros sem nenhuma liderança forte e ainda não decidiu oficialmente que rumo tomar.

Ninguém mais, no entanto, nem no PT nem no PSDB, cogita seriamente a hipótese de ver Marina fora da disputa. A carta do irmão de Campos reiterando a vontade da família de que a vice substitua o candidato morto praticamente encerra a questão.

A repórter Daniela Pinheiro, da piauí, tem a informação de que Marina quer Renata Campos, a viúva, como candidata a vice-presidente. Considera que ela, auditora do Tribunal de Contas de Pernambuco, gosta de política e entende de administração pública. Sua candidatura seria também uma maneira de homenagear o marido e manter viva a imagem da família na própria chapa presidencial. Seria, sobretudo, um tremendo lance de marketing.

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As resistências no PSB a Marina, tão repisadas nos bastidores da pequena política nas últimas horas, tendem a se diluir diante da perspectiva, agora real, de chegar ao comando do país. Ou seja, até em nome do oportunismo político os velhos socialistas brasileiros caminham para os braços da líder ambientalista, ainda que tenham horror a ela, o que é verdade em alguns casos.

Sem Marina, Dilma muito provavelmente venceria a eleição no primeiro turno. Aécio Neves, por sua vez, vive uma situação paradoxal: precisa de Marina no páreo para manter viva a expectativa de que haja segundo turno; ao mesmo tempo, corre o risco _a essa altura muito grande_ de ser ultrapassado pela representante da terceira via e ficar fora do palco da grande final.

O histórico das candidaturas sugere isso. Marina figurou pela última vez numa pesquisa do Datafolha como possível candidata do PSB em abril deste ano (só em maio o partido viria ratificar o nome de Campos na cabeça da chapa). Ela tinha, então, 27% das intenções de voto (marca que Aécio jamais alcançou). Dilma estava com 39% (praticamente no mesmo patamar em que se encontra hoje). Aécio somava 13%.

Na próxima segunda-feira, a Folha divulga o resultado de uma nova pesquisa com Marina de volta à cédula. A apreensão entre os petistas é imensa. “Sacanagem fazer a pesquisa nesse momento”, me disse um deles ontem à noite. “Ninguém da elite, em sã consciência, a quer como presidente. Querem usá-la para manter Aécio vivo, mas é uma manobra arriscada”, acrescentou.

Na avaliação desse petista, Marina será ungida candidata assim que o caixão de campos descer à terra. Haverá, num primeiro momento, uma pantomima para encenar a unidade do partido. Os problemas e as brigas virão logo nos dias seguintes: quem vai mandar na campanha? Qual será o discurso da candidata? Como se comportará diante das alianças regionais com petistas e tucanos feitas por Campos à sua revelia?

Muita gente parece ter descoberto que Eduardo Campos era seu candidato agora que ele morreu. Boa parte disso se deve às circunstâncias trágicas de seu fim e à comoção que tomou conta do país. Mas, além disso, parece que a morte de Campos trouxe à tona o desejo latente de mudança que fermenta há meses de forma difusa na sociedade. Até então nenhum candidato _nem Aécio nem Campos em vida_ tinha sido capaz de galvanizar esse sentimento de insatisfação, que não é necessariamente contra o governo (embora também o seja), mas, também, contra o sistema político. A deterioração do quadro econômico, embora lenta, só tende a engrossar o coro dos descontentes.

Marina parece ser o personagem ideal para o momento. Basta lembrar que, ao contrário da quase totalidade dos políticos, se beneficiou das revoltas de junho de 2013. No início daquele mês, quando o movimento ainda era gestado, Marina aparecia no Datafolha com 14% das intenções de voto; Dilma tinha 51%. Dois meses depois, em agosto, Marina tinha saltado para 26% (um crescimento de 100%), enquanto Dilma caía para 35%. A virtual candidata entrava em sintonia com o recado das ruas.

Renovação da política e aversão à política se confundem na figura de Marina. Sua fala a todo instante descamba para o registro messiânico, ao mesmo tempo em que ela preserva sua postura ponderada e dá sempre a impressão de ser uma pessoa extremamente racional. Há algo de genuinamente monástico em sua figura que contrasta com o bordel da política brasileira. Como ela vai governar, se chegar lá, talvez nem o Senhor saiba explicar.

Em 2010, Marina era uma candidata mambembe, com pouco tempo de TV e quase nenhuma estrutura partidária. Obteve quase 20 milhões de votos, surpreendendo a todos. Dois anos depois, nas eleições municipais, pressionada a sair candidata para aproveitar o cacife eleitoral acumulado, se recusou a fazê-lo. Foi além, retirando-se da disputa sem apoiar ninguém. Parecia um fim.

Quando eclodiram as revoltas de junho o nome de Marina andava esquecido. Praticamente ninguém a mencionava como peça importante do xadrez da sucessão. Em poucas semanas, ela ressuscitou nas ruas, quase à revelia de si mesma.

Logo adiante, voltou a afundar quando a Justiça Eleitoral negou o registro da sua Rede. A mão pesada do PT atuou para inviabilizar a provável candidatura presidencial da ex-ministra de Lula, sabemos disso. Mas o episódio também deixava patente a inabilidade (ou incompetência) de Marina para lidar com as contingências do mundo prático. Fora incapaz, apesar de todo o respaldo popular, de obter assinaturas ao longo de meses para criar seu partido. Isso enquanto outras legendas muito menos representativas ou francamente negocistas recebiam sua certidão de nascimento e ingressavam no circo da democracia institucional.

Em menos de 48 horas, no entanto, Marina virou o jogo novamente, aliando-se a Eduardo Campos, no que ficou conhecido como “casamento do ano”.

Nos últimos meses, muita gente na cúpula do PSB acusava Marina de jogar apenas para si mesma e fazer pouco esforço pela candidatura de Campos. A família de Eduardo, porém, a tinha e a tem em alta consideração. Seja como for, o fato é que Marina ainda não havia transferido sua popularidade ao ex-governador de Pernambuco. Parecia, mais uma vez, devolvida à condição de coadjuvante numa chapa com algum potencial de crescimento, mas na qual mais ninguém apostava suas fichas. Isso tudo até a manhã dessa quarta-feira, dia 13 de agosto.

A campanha eleitoral está praticamente recomeçando, a menos de 50 dias do primeiro turno, sob forte componente emocional. A tragédia de Campos o transforma num mártir. Marina Silva, por sua vez, tem certeza de que é uma predestinada. Como milhões de pessoas, crê nos desígnios de Deus. Só saberemos o final do filme em outubro. Mas para quem acredita em destino este é um enredo e tanto.

Piauí 

 

Dana White diz que Wanderlei Silva está demitido do UFC

O presidente do UFC, Dana White, disse nesta sexta-feira, em entrevista à revista “Fighter’s Only”, em Berlim, que o brasileiro Wanderlei Silva está fora do UFC. O lutador foi retirado do card do UFC 175, sendo substituído por Vitor Belfort na antepenúltima luta do evento, contra Chael Sonnen. Segundo o dirigente, Wanderlei simplesmente fugiu dos emissários da Comissão Atlética de Nevada (NSAC) quando eles o procuraram em sua academia para realizar testes médicos e antidoping surpresa.

Dana White Coletiva UFC 175 (Foto: Evelyn Rodrigues)Dana disse que Wanderlei fugiu dos emissários da NSAC pelos fundos da academia (Foto: Evelyn Rodrigues)

– Wanderlei está fora do UFC. Logo após a conferência de imprensa do UFC 175, que aconteceu na véspera do UFC 173, em Las Vegas, membros da Comissão Atlética de Nevada foram até a academia de Wanderlei Silva para um exame antidoping surpresa. Wanderlei simplesmente fugiu deles, saindo correndo pela porta dos fundos da academia. Ele entrou em seu carro e foi embora. Depois, pelo que eu soube, entrou em um voo da Malasyan Airlines para algum lugar, e não soube mais dele.

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Segundo Dana White, a NSAC é muito rígida com os seus protocolos.

– Se você não faz os exames que lhe são pedidos pela NSAC, eles simplesmente não concedem a licença para lutar no estado. Assim que oferecemos a luta para Vitor Belfort, ele aceitou. Sonnen também aceitou. Tudo agora depende da obtenção da licença por parte de Vitor. Ele terá que fazer todos os testes e exames que a Comissão pedir, e eu acho que serão muitos. A reunião que decidirá a questão é dia 16 de junho, e eu estou confiante que Vitor conseguirá a licença.

O dirigente também garantiu que, se vencer Chael Sonnen em julho, Vitor Belfort será o próximo desafiante ao cinturão dos pesos-médios.

– Se vencer, Vitor é o próximo desafiante. Caso Sonnen vença, teremos que ver. Não posso garantir que ele dispute o título, mas será uma vitória imensa para ele. Se Vitor não receber a licença para lutar, a luta entre ele e SOnnen será retirada do card do UFC 175 – finalizou.

Combate

´PSDB tem cheiro da derrota no segundo turno’, diz Marina Silva

marina silvaA ex-senadora e candidata a vice-presidente ao lado de Eduardo Campos (PSB), Marina Silva, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira (8) que o ex-governador de Pernambuco é o único postulante ao Palácio do Planalto capaz de vencer a presidente Dilma Rousseff nas urnas.

Segundo Marina, além de Campos ser mais competitivo, “sem dúvida alguma”, que Aécio Neves (PSDB), “o PT já aprendeu que a melhor forma de ganhar é contra o PSDB”.

— O PSDB sabe que já tem o cheiro da derrota no segundo turno.

 

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Depois de Campos e Aécio manterem uma agenda parecida e discursos semelhantes sobre os planos para o Brasil, as declarações de Marina devem afastar de vez os dois candidatos. Para Marina, “a gente tem que parar com essa história de tentar diluir as diferenças”.

— Quando alguém fica muito ansioso para dizer que é iigual, é porque sabe que é diferente. […] Campos protagoniza uma agenda progressista de respeito aos direitos sociais, de não ir pelo caminho mais fácil de reduzir a maioridade pena e as conquistas dos trabalhadores.

A ex-senadora disse ainda que tanto a Rede — partido encabeçado por ela, mas que ainda não existe oficialmente — e o PSB, sigla a qual se aliou para participar das Eleições 2014, terão autonomia para apoiar candidatos diferentes nos Estados. No entanto, em São Paulo, está descartado o apoio à reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB).

O discurso reforça a tese de que o pessebista Márcio França deverá ser o candidato do partido ao governo paulista.

Críticas a Dilma

Como de praxe, Marina disparou contra a presidente Dilma Rousseff, que, segundo a ex-senadora, usou pronunciamento na televisão para anunciar medidas populistas como o reajuste do Bolsa Família e a correção da tabela do Imposto de Renda — que isenta mais pessoas da mordida do Leão.

Em relação à economia, disse que “a presidente encerra o gtoverno sem uma marca, como a estabilização econômica de FHC e a inclusão social de Lula”.

— A marca de Dilma é o retrocesso. O Brasil atravessa um momento com baixo crescimento e aumento da inflação e dos juros.

Por fim, Marina também comentou sobre a possivilidade de disputar a Presidência da República em 2018. Ela disse que não tem qualquer acordo com Eduardo Campos para disputar o pleito em 2018. Em discursos recentes, Campos afirmou por várias vezes ser contrário à reeleição e prometeu acabar com o modelo. Isso abriria espaço para Marina disputar o pleito daqui a quatro anos.

— Não fizemos nenhum tipo de acordo eleitoral. Não tenho como objetivo de vida ser presidente do Brasil.

R7

Anderson Silva revela que escolheu não lutar este ano; saiba por quê

anderson silvaA lesão de Anderson Silva, que aconteceu durante luta contra Chris Weidman no UFC 168, chocou o mundo. Fãs e esportistas ficaram espantados com a gravidade da fratura na perna, que poderia afastar Spider dos octógonos para sempre. Porém, em entrevista exclusiva ao R7, o lutador revelou que não teve medo de se aposentar mais cedo.

— Em momento nenhum eu pensei em parar de lutar. Quando eu voltar a lutar vou fazer o trabalho que eu sempre fiz.

Anderson afirmou também que ainda não tem adversário para sua primeira luta após a lesão, mas que está focado em fazer seu trabalho.

— Eu ainda não tenho adversário e também não estou pensando no cinturão.  As coisas vão acontecer do jeito que tem que acontecer. Nunca escolhi adversário, nunca falei que gostaria de lutar com esse ou com aquele. Vou fazer meu trabalho, caso me credencie para o título, eu vou lutar, mas nada do que fiz, desde que entrei no UFC, foi pensando no título.

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O lutador brasileiro ainda revelou a reportagem do R7 algo inédito sobre sua recuperação:

— Eu espero voltar e fazer minha parte, eu estaria pronto para lutar este ano já, se quisesse, mas não está nos meus planos. Tenho meus projetos pessoais e é isso que vou fazer.

Anderson não revelou quais são os trabalhos que pretende desenvolver enquanto não retorna ao octógono, mas falou sobre um antigo desejo seu de trocar, ainda que momentaneamente, a grade pelo ringue.

— É um desejo pessoal meu de fazer uma luta de boxe com Roy Jones Jr.

Será que Dana White vai “liberar” Spider para uma troca de socos com o pugilista, ou será que Anderson terá que realizar a luta em detrimento do UFC?  Os fãs vão ter que esperar para ver, Spider só deve voltar à ativa em 2015.

 

Guilherme Gomes e Guilherme M. Martinelli, do R7

Luís Carlos da Silva: Janot “atira” em Azeredo, ricocheteia em Aécio e desmonta armações do tucanato

quartetoNessa sexta-feira, 7 de fevereiro, o Procurador-Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais à Ação Penal 536, o chamado mensalão tucano, que a mídia insiste em chamá-lo de mensalão mineiro.

Janot manifesta-se pela condenação do deputado federal Eduardo Brandão de Azeredo (PSDB) e sugere pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa.

As chamadas alegações finais da Procuradoria Geral da República (na íntegra, ao final deste texto) trazem toda a argumentação que sustenta a tese de que Eduardo Azeredo, de fato, foi o líder do mensalão tucano.

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Além disso, trazem um um roteiro completo que deixa, de cabelo em pé, parte dos que festejaram as condenações na AP 470. O passo a passo que será lido a seguir mostra também o potencial desmonte de vários pilares da ação que levou petistas à condenação. O negrito das imagens abaixo são do próprio procurador-geral, Rodrigo Janot.

PGR rejeita a tentativa (da defesa de Azeredo) de desqualificar testemunhas e documentos

Primeiro, porque o texto de 84 páginas mostra os nexos concretos e materiais que vinculam o então governador Eduardo Azeredo ao esquema de desvio de recursos públicos para fins de financiamento de campanhas eleitorais. Há uma referência direta à autenticidade da assinatura de Cláudio Mourão, tesoureiro da campanha, na confecção da lista de beneficiários da operação criminosa. Isso é importante porque uma das atitudes mais contundentes do alto tucanato, nacionalmente, em todo esse período, foi tentar desqualificar planilhas e listas como sendo produto de falsificação.

Neste afã, os tucanos tinham um alvo prioritário: o lobista Nilton Monteiro. Lembremo-nos que, no caso da afamada Lista de Furnas, eles contrataram por 200 mil reais um perito estadunidense, que já fora preso por perjúrio, para fazer um laudo por sobre cópias xerox a ele enviadas. Lógico que o tal perito, Larry F. Stewart, conclui ser uma montagem a tal lista, em face dos interesses de seus contratantes. No caso da “lista do Mourão”, a PGR é conclusiva: a lista é autêntica. E seu divulgador foi Nilton Monteiro. No caso da de Furnas, laudo do mesmo Instituto Nacional de Criminalística (INC/PF) também a considerou autêntica.

Montante arrecadado pelo esquema em 1998 ultrapassa  R$ 365 milhões (valores atualizados)

Segundo, porque o que se arrecadou salta aos olhos: “mais de 100 milhões de Reais”, de acordo com o próprio tesoureiro da campanha de 1998, em documento também considerado autêntico pelo INC/PF. Se atualizados, esses valores chegariam, em janeiro de 2014 a cerca de R$ 365 milhões! E isso é o que vem à tona.

Há robustas provas documentais, testemunhais e circunstanciais que ligam Azeredo a Valério

O terceiro motivo para tirar a tranquilidade do alto tucanato é que as provas documentais (vários documentos declarados de fé pública e a lista de telefonemas dados entre Azeredo e Valério), somadas às testemunhais e às circunstanciais, vinculam o líder tucano ao esquema, de forma robusta. O que contrasta com as alegações na AP 470, que indicavam José Dirceu mentor do mensalão petista. A não ser a acusação de Roberto Jefferson, nada há em relação a Dirceu que se assemelhe às provas contra Azeredo.

O desvio de recursos públicos, no caso tucano, é irrefutável

Em quarto lugar, o desvio de recursos públicos para as campanhas tucanas é comprovado à exaustão nas “alegações finais” da PGR. A conclusão, expressa na imagem abaixo, é inequívoca quanto a isso. Isso contrasta com a afirmação, na AP 470, de que teria havido recursos públicos no chamado mensalão petista. Segundo Gurgel e Barbosa, o Fundo Visanet seria a prova disso. Pizzolato e outros réus já demonstraram que a Visanet é uma entidade jurídica de direito privado e que foi esta empresa que repassou recursos à agência de Valério. E não o Banco do Brasil.

Neste caso, o uso do “domínio do fato” foi distinto daquele dado à AP 470

Longe da teoria original de  Claus Roxin, inadequadamente usada na AP 470, teve-se na peça acusatória a Azeredo o uso do princípio do domínio do fato, nos termos previstos pelo Código Penal brasileiro (art. 29) e não na doutrina germânica. Nesta, o domínio do fato era uma “forma” de encontrar a responsabilização (desde que igualmente com provas) do partícipe no crime. No caso em evidência, partiu-se para o “conteúdo” da responsabilização, exaustivamente demonstrado. Isso tudo contrasta também com as ilações e generalidades que “fundamentaram” a AP 470.

A validação do testemunho de Nilton Monteiro

A tentativa de desqualificação, por parte da defesa de Azeredo, dos depoimentos de Nilton Monteiro, foi considerada primária e carente de razoabilidade pela PGR. Os supostos fatos narrados e atribuídos a Nilton Monteiro, em ações distantes daquelas que o envolvem com o mensalão tucano, não invalidam o conteúdo de seus depoimentos. A PGR destaca, em itálico, a expressão “suposta” pratica de ilícitos por ele, para dizer que nem isso invalidaria seu testemunho. Ou seja, para a PGR é preciso manter distância dessa tentativa de descrédito da testemunha, pela parte interessada na absolvição de Azeredo.

Detalhe off topic: as recentes operações da cúpula da Polícia Civil mineira, tentando incriminar Nilton Monteiro e Marco Aurélio Carone, aparecerão também como uma armação tucana…

O STF ante uma “sinuca de bico”

Diante de robustas provas e argumentações, o STF terá que condenar Azeredo. Mas, se o fizer estará “condenando” também boa parte das argumentações e condenações oriundas da AP 470. Se não o fizer, cairá a máscara da justiça e aparecerá, oficialmente, o emblema da partidarização e politização do Supremo. As consequências disso são imprevisíveis.

A PGR atirou e acertou no que viu: o mensalão tucano. E, involuntariamente, atingiu o que não viu: a AP 470 e suas incongruências. Isso aí, somado ao inquérito 2474 e ao provável julgamento de Pizzolato pela Corte italiana, pode levar às desmoralização da mais alta instância do judiciário brasileiro.

Viomundo

“Uma história para a posteridade” é o título do livro sobre o CAVN de Manoel Luiz da Silva

manoelUm dos mais conceituados trabalhos de pesquisas da historiografia do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros e, da educação regional, foi re-lançado, no último dia 07 de Setembro, em grande solenidade, no memorial do CCHSA/CAVN, pelo consagrado escritor Manoel Luiz da Silva, numa festa, das mais aplaudidas.

Estruturando o significativo evento, encontravam-se presentes, a Direção do CCHSA, através da professora Terezinha Domiciano e, do CAVN, pelo Educador Edvaldo Beltrão, além de diversos educadores, servidores, ex-alunos, estudiosos, pesquisadores e, varias outras pessoas, amantes da história, da cultura, da educação e, dos caminhos trilhados pelo conceituado Colégio Agrícola, de Bananeiras, que inclusive estava completando 89 anos de atividades.

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Ao fazer um abreviado resumo de toda obra que acabava de re-lançar, Manoel Luiz da Silva, foi, por demais enfático, ao apontar as dificuldades enfrentadas, a força de vontade de vencê-las, bem como os apoios recebidos, como parte integrante de seus princípios ideológicos, de transformar os escritos idealizados, num mecanismo de substancial importância, para a vida da coletividade, como um todo.

Presença dos Diretores

No seu aplaudido pronunciamento, a Professora Terezinha Domiciano, fez questão de elogiar as determinações de Manoel Luiz, aplaudindo-o pelo que chamou de teimosia de enfrentar dificuldades para materialização da história e, para o resgate vivo, das tradições populares, em toda sua abrangência.

O mesmo tom de colocação, foi feito, logo em seguída, pelo vice diretor do CAVN, Edvaldo Beltrão, como representante do titular, Gerson Alves de Azeredo que, por motivos superiores, não pode participar da solenidade, pois, encontrava-se em  outro Estado, representando o Colégio, num grande encontro em beneficio do mesmo.

Depois dos dois, o Jornalista Geraldo Belo, também se expressou, fazendo um balanço da significativa importância do escritor e, seus trabalhos,  para a vida sócio-cultural, de todo Brejo e, para a Paraíba, em toda sua abrangência.

Depois das solenidades, um vasto coketel foi servido aos participantes, completando-se de vários autógrafos do próprio autor, aos diversos exemplares que, no momento, eram adquiridos pelas incontáveis pessoas que se faziam presentes.

Por Geraldo Belo

“Diário de Pernambuco” se defende das acusações de Marina Silva sobre “distorção”

A matéria publicada no portal do jornal Diário de Pernambuco, em 14 de maio, sobre as declarações da ex-senadora Marina Silva, gerou muito mais do que a repercussão por causa de sua suposta “defesa” ao presidente da Comissão de Direitos Humanos, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC), mas motivou críticas e acusações de Marina contra o jornal diante de uma possível “distorção e utilização de suas declarações em má-fé”.

EBC

Intitulada “Em agenda no Recife, Marina Silva sai em defesa do pastor Marco Feliciano”, a matéria publicada inicialmente na versão online do jornal repercutia declarações da senadora deu em palestra na Universidade Católica de Pernambuco, no mesmo dia.

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Mesmo depois de declarações contra o jornal, na última sexta (24), em artigo publicado na Folha de S.Paulo, Marina escreve que a publicação fez uma edição maldosa que a acusa de defender o deputado Feliciano.

Segundo Marina, o jornal pernambucano teria “distorcido” e “retirado do contexto” as declarações sobre Feliciano, uma vez que ela não se referia a sua posição como presidente da Comissão de Direitos Humanos e sim como evangélico.

Em resposta às criticas, o editor-executivo do Diário de Pernambuco, Paulo Goethe, esclareceu à IMPRENSA que, o que incomodou a ex-senadora foi a utilização da palavra “defesa” em função da grande repercussão que gerou a matéria. “Vale ressaltar que a assessoria de Marina Silva, no primeiro contato com o jornal após a publicação da matéria, não questionou o teor do texto e nem a reprodução de suas declarações a respeito do que pensa sobre Feliciano.”
Goethe defende que o uso da palavra “defesa” é compatível editorialmente. “Uma possível candidata à presidência chamava a atenção para a perseguição de uma pessoa pelo fato de ser evangélica”. Segundo o editor, diante da repercussão negativa sobre o comentário, “a pré-candidata passou a tratar o Diário de Pernambuco como um veículo que usou de má-fé em relação ao que ela disse”.
Ainda sobre o assunto, Goethe explica que Marina chegou a divulgar matérias e vídeos de um mês anterior, em uma palestra na Unicamp (São Paulo) como se fossem referentes à palestra da Unicap. “Uma forma de descredenciar o veículo, confundir o internauta e tirar de foco a manifestação religiosa em favor de Marco Feliciano. Só no final da tarde, pelo Facebook, o vídeo da palestra da Unicap foi disponibilizado, trazendo as declarações de Marina”.
O jornalista ainda conta que, diante da repercussão do assunto nacionalmente, portais e jornais do Sudeste ligaram para a redação para repercutir as declarações de Marina a respeito da má-fé do Diario. “Diante do que constataram, não deram eco às reclamações da candidata, porque a versão dela não refletia o que realmente ocorreu”.
Luiz Gustavo Pacete