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Após 20 anos, silicone de mulher superturbinada estoura

Dee Stein realizou uma cirurgia para implantar 13,5 quilos de silicone nos seios, mas aos 53 anos, Dee passou a viver um drama por causa da turbinada: um dos implantes se rompeu e estourou dentro do seio direito.

Um médico definiu a situação de Dee como um seio “agonizante” no lado direito e um “desastre murcho” no outro. Ela contou ter aderido ao superimplante quando era dançarina.

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“O corpo humano não é equipado para lidar com esse volume de expansão no tecido dos seios”, afirmou o médico. Felizmente, após duas cirurgias, Dee voltou a ter seios levemente turbinados e simétricos.

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  • Com informações do OGlobo

Travesti morre após fazer aplicação de silicone industrial para aumentar o bumbum em JP

Reprodução/ arquivo pessoal Scheylla Mychelly teve infeccão generalizada
Reprodução/ arquivo pessoal
Scheylla Mychelly teve infeccão generalizada

O técnico de enfermagem Josivando dos Santos Silva, 28 anos, conhecido como ‘Scheylla Mychelly’, morreu nessa terça-feira (3), depois de aplicar no bumbum silicone de esteira elétrica para fins estéticos. A vítima era travesti e ela passou mal depois da aplicação de 1,5 litro do produto. O caso ocorreu em João Pessoa.

De acordo com a agente de saúde, Alzira Andrade, que prestou socorro a vítima, Scheylla comprou seis litros de silicone industrial na internet e o procedimento foi realizado por uma amiga, que também é travesti.

“Não sabemos quem foi a pessoa que aplicou o produto. Scheylla começou a passar mal logo após receber a primeira aplicação no bumbum de 1, 5 litro. O caso ocorreu no dia 25 de maio. Por cada aplicação, a vítima pagaria R$ 200. Assim que o lubrificante foi injetado, Scheylla teve reação e foi socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oceania, no bairro de Manaíra”, disse agente.

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Ainda de acordo com Andrade, sentido fortes dores no corpo, a travesti foi levada para o Complexo Hospitalar Ortrauma, o Trauminha de Mangabeira, de onde foi transferida para o Hospital Universitário (HU), da Capital. “Scheylla estava muito debilitada. Quando chegou no HU, na segunda-feira (1), ela foi direto para a UTI onde veio a falecer 24 horas depois, em decorrência de infecção generalizada”, disse.

O corpo da travesti está sendo velado na central de Velório Morada da Paz, em Jaguaribe. O sepultamento está marcado para ocorrer às 16h no Cemitério São José, no bairro de Cruz da Armas, em João Pessoa.

A aplicação do silicone industrial é crime que está previsto em três artigos do Código Penal – exercício ilegal da medicina, curandeirismo e lesão corporal. As penas variam de 2 a 8 anos de prisão.

 

Por Hyldo Pereira

 

Dançarina de 27 anos morre após fazer lipoaspiração e troca de próteses de silicone

A dançarina Mary Morena, nome artístico de Zulmariana Chareet Oliveira, de 27 anos, morreu na noite da última sexta-feira após se submeter a uma cirurgia de lipoaspiração e de troca de prótese nos seios numa clínica na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

 

 

Amigos da vítima informaram que ela teria sofrido uma parada cardiorrespiratória, por volta das 21h, e morreu no quarto da clínica após a realização dos procedimentos estéticos.

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— Ela era vaidosa ao extremo. Se algo incomodasse, ela não media esforços para mudar. Nos últimos meses, ela parou de dançar por causa de dores no peito e queria muito trocar a prótese de 350 ml que tinha posto há um tempo. Era bem visível que uma ficou maior do que a outra e, por isso, ela estava juntando dinheiro para fazer esse pacote — conta Josiely Abysoluta, líder do grupo As Absolutas do Funk, no qual Mary chegou a dançar.

Ainda segundo Josiely, a família de Mary não quer se pronunciar enquanto não sair o resultado da laudo pericial sobre a causa da morte da jovem.

 

 

Num dos últimos trabalhos, a funkeira dançava nos shows da MC Thamy Delícia, mas deixou de se apresentar justamente devido às dores.

“Minha amiga batalhou a beça para conseguir essa grana para no fim acontecer isso! Estou indignada, pois eu também ia fazer essa cirurgia e Deus me livrou. Infelizmente, foi tarde para nossa amiga Mary Morena. ‘Uma vez delícia sempre delícia’. E pensar que ela quis dar um tempo na dança para se preparar mais, fazer as cirurgias e melhorar nos palcos. Olha que eu sempre falei que ela já era linda e gostosa e não precisava de mais nada. Estou arrasada, amiga, porque você me deixou tão nova assim?”, escreveu MC Thamy Delícia no Facebook.

O corpo da dançarina se encontra no Instituto Médico Legal (IML) e o enterro acontecerá neste domingo, às 11h30, no Cemitério de Ricardo de Albuquerque.

Extra

Jovem entra em coma e fica paralítica após colocar silicone nos seios

Foto: Reprodução/Acidcow.com
Foto: Reprodução/Acidcow.com

A jovem Linda Perez, 18 anos de idade, entrou em coma em agosto do ano passado após fazer uma cirurgia para aumentar o tamanho de seus seios. A jovem já está em casa, mas ainda é incapaz de se mover por conta própria e só consegue dizer algumas palavras. As informações são do site Daily Mail.

De acordo com a publicação, ela tem de estar sob constante supervisão, pois seu peso caiu bruscamente devido a sequelas da cirurgia, chegando a ficar esquelética. Os médicos temem que Linda possa nunca mais se recuperar, mas a mãe ainda está otimista, já que ela não se alimenta mais através da sonda.
— Ainda tenho esperanças, porque ela está viva e em casa, mas Linda anda muito deprimida e chora constantemente ao ver que não consegue nem mexer as próprias pernas.

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Por enquanto, não há uma explicação médica exata para o que aconteceu com Linda  .

Ainda segundo o Daily Mail,  ninguém contou ao filho de Linda sobre a doença da sua mãe. Os avós da criança querem recorrer ao tribunal para se tornarem os guardiões legais das crianças e da filhaa. Os pais da jovem também irão processar o médico que fez o implante .

A cirurgia foi feita no The Coral Gables Cosmetic Center, e Linda pagou quase R$ 6.000 pela cirurgia, cerca de metade do preço normal do procedimento. Sua família foi informada de que seu coração parou durante a operação e ela chegou a ser dada como morta quando saiu da sala de cirurgia.

Linda sofreu os danos cerebrais uma hora após a cirurgia. O médico que realizou o procedimento está tentando ter acesso a antigos registros médicos, pois ele afirma que ela escondeu fatos importantes sobre a sua saúde. A jovem teria sofrido uma complicação da anestesia que lhe foi dada durante o nascimento de seu filho.

Linda não teria contado para o médico suas antigas complicações, pois a porque a cirurgia poderia não ser feita. Ela disse ao médico que já possuiu um histórico de convulsões há oito anos, mas tinha parado de tomar os medicamentos pois as crises haviam parado. Ela não tinha problemas pulmonares ou cardíacos, e também havia parado de fumar.

O médico Jacob Freiman, que realizou a cirurgia, tem ficha limpa e é um cirurgião plástico renomado, de acordo com o Departamento de Saúde da Flórida. Freiman está pedindo uma investigação sobre o histórico médico de Linda, pois, de acordo com ele, a jovem sabia que tinha sofrido complicações quando deu à luz .

Em relatório apresentado pelo centro médico, Freiman diz que se Linda tivesse contado a ele sobre o incidente anterior, ele teria feito a cirurgia de forma diferente.

— A anestesia foi aplicada na coluna, quando na verdade, Linda precisava ser entubada

 

midia paraiba

Pesquisa testa derivado de cana-de-açúcar como substituto de silicone

protese-de-siliconePesquisa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) pretende usar um material feito a partir da cana-de-açúcar como substituto do silicone em próteses para cirurgias plásticas. Trata-se de um tipo de biopolímero produzido com uso de bactérias. Sua aplicação vem sendo estudada em várias áreas médicas. Na primeira fase de testes, a equipe usou o material em porcas, aplicando cerca de 5 ml em gel nas tetas dos animais.

De acordo com o cirurgião plástico Ivo Salgado, que está fazendo a pesquisa como parte de sua dissertação de mestrado, o biopolímero tem a vantagem de ser melhor aceito pelo organismo do que o silicone, material mais usado em próteses atualmente.

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“Quando implantamos silicone, não há problema nenhum, só que o organismo cria uma ‘defesa’, uma espécie de cápsula para se defender do material dentro da mama, e com o tempo ele precisa ser trocado. Já o comportamento do biopolímero de cana é diferente do silicone. Ele vai sendo substituído por tecidos do animal: o tecido mamário e os que estão em volta, que invadem o biopolímero. Assim, a prótese não precisa ser trocada, e pode ficar dentro do corpo até a morte”, assegura Ivo Salgado.

Nos testes feitos com três porcas, o médico injetou o biopolímero em metade das tetas de cada uma das fêmeas para observar o comportamento e a reação à aplicação, totalizando 18 aplicações. “Elas reagiram bem, os estudos mostram que é biocompatível, sem causar danos”, contou Salgado. A segunda fase da pesquisa envolve outros testes nos suínos, que serão realizados a partir do implante de próteses feitas com o material.

O cirurgião explicou ainda que o passo seguinte é dar continuidade às pesquisas na área, para que possam ser feitos testes em humanos. “A gente vai refinar o estudo para que isso possa ser usado em humanos. Faltam ainda análises da Anvisa e de outros órgãos competentes, e isso leva um certo tempo”, pontuou.

Ivo Salgado trabalha com cirurgia plástica há 30 anos em Pernambuco, e contou que a procura pelos implantes de seios cresceu muito no estado nos últimos anos, assim como aumentou o tamanho das próteses. “Antigamente todo mundo queria mamas pequenas, fazia-se muita plástica para diminuir a mama. Hoje é o contrário: todas querem mama grande. As próteses, de 100 ml, 200 ml, foram sendo substituídas pelas de 300 ml, 350 ml”, contou o médico, que calcula realizar cerca de sete implantes de silicone por mês, o que representa de 20% a 30% de todos procedimentos cirúrgicos feitos por ele mensalmente.

 

 

Fonte Minha vida

Diarista morre duas horas após implante de silicone em São Paulo

siliconeUma diarista morreu duas horas após uma cirurgia de implante de silicone, em São Paulo, na noite de terça-feira (5). Maria Gilessi Pereira Silva, 42, sofreu uma parada cardiorrespiratória súbita enquanto conversava com o médico no Hospital Salt Lake, na zona sul de São Paulo.

Segundo o filho, Danilo Pereira, 21, Maria sonhava com a cirurgia e a família fez um empréstimo bancário. ” Eu era contra a cirurgia e estava com medo, mas não queria atrapalhar o sonho dela”, disse Pereira.

A cirurgia custou R$ 5.550 e foi paga à empresa Pro Corpo Estética, que contratou o médico e o hospital para realização do procedimento, segundo Pereira. A irmã da diarista também chegou a fazer orçamento na clínica para uma plástica nos seios.

Pereira disse que o procedimento estava marcado com um médico para o dia 18 deste mês, mas a mãe quis antecipar e operou ontem com outro profissional.

Segundo o filho, o primeiro cirurgião disse à diarista ela só poderia colocar 360 ml de silicone em cada seio, mas o que realizou a cirurgia colocou 450 ml. ” O que chama a atenção é a divergência entre os dois médicos”, afirma Pereira.

A família informou que a mulher havia feito todos os exames exigidos para a cirurgia, mas tomava remédio para controlar a hipertensão.

OUTRO LADO

O Hospital Salt Lake informou que a paciente teve uma parada cardiorrespiratória súbita quando conversava com o médico duas horas após o procedimento cirúrgico no setor de recuperação pós-anestésica.

Segundo o hospital, foram tomadas todas as medidas emergenciais, mas os médicos não conseguiram reverter o quadro da paciente. O hospital entregou todos os exames da diarista no 14º Distrito Policial, em Pinheiros, que vai investigar o caso.

O hospital aguarda o laudo do IML (Instituto Médico Legal) para se pronunciar sobre o caso.

 

 

Folha de S. Paulo