Arquivo da tag: sexual

Homem é preso suspeito de tentar trocar televisão por relação sexual com adolescente, na PB

Um homem de 68 anos foi preso nesta quinta-feira (27) suspeito de oferecer uma televisão em troca de relações sexuais com uma adolescente de 13 anos, em Santa Rita, na Grande João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, o homem manteve contato físico com a jovem e deve ser indiciado por estupro.

A adolescente é filha da mulher presa na terça-feira (26) por aliciar sexualmente as três filhas de treze, nove e seis anos. A polícia constatou que vários homens frequentavam intensamento a casa onde moravam, em Cicerolândia, Zona Rural de Santa Rita, para ter relações sexuais com a mulher ou com as meninas.

Ela passou por audiência de custódia nesta quinta-feira e vai permanecer presa. A mulher foi encaminhada para o Centro de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. As meninas foram encaminhadas para um abrigo e a Polícia Civil procura o pai delas, na cidade de Mari, ou algum parente que assuma a responsabilidade.

De acordo com a Polícia Civil, o exame realizada em uma das meninas constatou que uma das crianças sofreu abuso sexual recentemente. Ela informou que já mantinha relações sexuais com um parceiro fixo de 17 anos, a quem chamou de marido. Segundo ela, o jovem cedia R$ 50 por mês, que eram repassados para a mãe.

G1

 

PB tem 3 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por dia

A cada dia, três crianças ou adolescentes sofrem violência sexual na Paraíba. De acordo com dados enviados ao Ministério Público (MPPB) pelos Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas) regionais e municipais, em 2018, foram registradas 5.822 violações de direitos contra o público infanto-juvenil, em todo o estado.

Desses, 1.044 (16%) foram casos de vítimas de abuso ou exploração sexual. Para o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Criança e do Adolescente, o promotor de Justiça Alley Escorel, os dados revelam a importância de debates sobre formas de enfrentamento e prevenção a uma das mais graves e perversas formas de violência contra crianças e adolescentes.

Na última sexta-feira (17), em alusão ao dia nacional de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes’ (18 de maio), o MPPB participou de um evento promovido pelo Creas, no município de Bananeiras, para discutir o assunto junto com a rede de proteção, autoridades municipais, educadores da rede de ensino e alunos.

“Ministramos uma palestra, em que abordamos as situações que envolvem o abuso e a exploração sexual. Falamos sobre a diferença entre esses dois tipos de violência. Expusemos situações em que os educadores e outros profissionais podem identificar casos de risco e de violência sexual. Falamos sobre os sintomas apresentados pelas vítimas, orientamos quem deve ser acionado nessas situações e a quem as pessoas devem denunciar. Foi um trabalho bastante exitoso, com a participação de todos e mais uma oportunidade para que, enquanto Ministério Público, continuemos mobilizando toda a rede para que haja a proteção a crianças e adolescentes, principalmente, nas situações que envolvem violência sexual”, disse o promotor de Justiça.

Terceira maior violência

De acordo com dados dos Creas, o abuso e a exploração sexual de menores de 18 anos de idade são a terceira maior violência praticada contra crianças e adolescentes, na Paraíba, atrás da negligência (41%) e da violência psicológica (22%). Os dez municípios paraibanos que apresentam maior número de casos registrados são: Campina Grande, Ingá, Conde, Itabaiana, João Pessoa, Coremas, Sousa, Guarabira, Lagoa Seca e Cabedelo.

Conforme explicou o promotor de Justiça, dados do Disque 100 – o serviço nacional de denúncia de violência contra crianças e adolescentes, coordenado pelo Governo Federal -, em 70% dos casos de abusos e exploração sexual contra meninos e meninas registrados na Paraíba, no ano passado, os agressores foram o pai, o padrasto ou a mãe da vítima. “São pessoas muito próximas, com quem a vítima tem um grau de confiança e que, na verdade, deveriam proteger essa criança e esse adolescente”, lamentou.

Alley destacou a importância da participação das pessoas, no enfrentamento desse tipo de violência, sobretudo os profissionais da educação e da saúde, que lidam mais diretamente com crianças e adolescentes e que podem ter papel fundamental na identificação dos casos para encaminhamento aos serviços e órgãos competentes. “A simples suspeita pode ser encaminhada, anonimamente, por telefone, através do Disque 100 para que os órgãos investiguem e adotem as medidas necessárias em relação ao problema. Os casos também podem ser denunciados aos Conselhos Tutelares, que são a porta de entrada do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes e ao Ministério Público da Paraíba, nas promotorias de Justiça”, orientou.

 

portalcorreio

 

 

Tratamento de câncer afeta a vida sexual de homens e mulheres, mas é possível manter qualidade de vida

O tratamento de combate ao câncer vai afetar a minha vida sexual? Essa é uma das dúvidas de pessoas que recebem o diagnóstico da doença. A resposta? provavelmente sim, mas não necessariamente de maneira irreversível, afirma a oncologista Michelle Samoa, do grupo Oncoclínicas. Nesse momento, muito além do físico, é natural que a parte psicológica afete o paciente de forma mais severa, já que ainda há um estigma em relação ao diagnóstico do câncer.

“Muita gente acredita que está recebendo uma sentença de morte, o que não é necessariamente verdade. Mas é natural que, confrontado com esse tipo de notícia, o interesse na vida sexual diminua. E, durante o tratamento, é comum que homens e mulheres também apresentem perda do interesse por conta de alterações fisiológicas”, comenta a especialista.

Cada tipo de tumor demanda um tratamento e, dependendo de qual for feito, a alteração na vida sexual do paciente será diferente. De acordo com estudo divulgado pela National Center for Biotechnology Information (NCBI), 50% a 64% das mulheres com câncer de mama, por exemplo, apresentam dificuldade de excitação, desejo e lubrificação. Já nos casos de câncer cervical, após dois anos de radioterapia, 85% das mulheres se queixam de pouco ou nenhum interesse sexual devido à dor, que pode ser explicada “pelas alterações ocorridas pela falta de lubrificação vagina e pela formação de tecido cicatricial após a radioterapia, que pode tornar a vagina mais estreita (estenose vaginal), ou seja, menos capaz de esticar, o que pode tornar o sexo vaginal doloroso.”, afirma Michelle.

“É comum também que durante a quimioterapia a mulher tenha os mesmos sintomas de uma menopausa precoce, como ressecamento vaginal e interrupção do ciclo menstrual, mas isso não significa que será permanente e não determina o fim da vida sexual da mulher”, explica.

Efeitos também entre homens

Nos homens, a disfunção erétil acomete 75% dos pacientes tratados de câncer colorretal. Em casos de câncer de próstata, 60 a 90% referiam disfunção erétil. “Amputações, desequilíbrio hormonal, incontinência urinária ou fecal, alteração de peso e efeitos adversos do tratamento como náuseas, vômitos, diarreia e fadiga, associados ao tratamento, também podem levar a uma autoimagem negativa e este desconforto inibir a intimidade”.

Diante todos esses fatores, é importante, ressalta a médica, que os pacientes busquem ajuda médica e psicológica para recuperar, ou amenizar, os efeitos do tratamento do câncer em sua vida sexual, buscando uma melhor qualidade de vida.

“O diálogo entre o casal para ressignificar e adaptar sua vida, levando em conta o toque, o olhar, o cheiro, os beijos, as carícias são também importantes ferramentas para explorar o corpo e ter prazer”, finaliza.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

 

Sancionada lei que pune e torna crime a importunação sexual

Foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (25) a lei que aumenta pena para o estupro coletivo, além de tornar crime a importunação sexual, a chamada vingança pornográfica e a divulgação de cenas de estupro. A Lei 13.718, de 2018 já entrou em vigor nesta terça-feira.

A nova lei tem origem no ao projeto do Senado que aumentava a pena para o estupro coletivo e que se aprovado na forma de um substitutivo pela Câmara dos Deputados. O PLS 618/2015, da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), tramitou na Câmara em conjunto com outras iniciativas. O substitutivo (SCD 2/2018), da deputada Laura Carneiro (DEM-RJ), incorporou trechos de projetos do senador Humberto Costa (PT-PE) e da senadora Marta Suplicy (MDB-SP).

Para o chamado “estupro coletivo”, cometido por vários criminosos, o texto altera o aumento de pena previsto em lei, que atualmente é de um quarto, para até dois terços da pena. Igual aumento é estipulado para o chamado “estupro corretivo”, caracterizado como tendo um intuito “punitivo”, feito para controlar o comportamento social ou sexual da vítima.

A pena será aumentada em um terço se o crime for cometido em local público, aberto ao público ou com grande aglomeração de pessoas ou em meio de transporte público, durante a noite em lugar ermo, com o emprego de arma, ou por qualquer meio que dificulte a possibilidade de defesa da vítima.

Todos os crimes contra a liberdade sexual e crimes sexuais contra vulneráveis terão a ação movida pelo Ministério Público mesmo quando a vítima for maior de 18 anos. Esse tipo de ação (incondicionada) não depende do desejo da vítima de entrar com o processo contra o agressor.

Outros aumentos determinados pelo texto para os crimes listados contra a dignidade sexual são para o caso de gravidez e para a transmissão à vítima de doença sexualmente transmissível, quando o agressor sabe ou deveria saber ser portador. Em ambos os casos, o aumento pode chegar a dois terços da pena. Igual aumento de pena valerá se a vítima for idosa ou pessoa com deficiência.

Importunação sexual

Já para a importunação sexual, o texto estabelece um tipo penal de gravidade média, para os casos em que o agressor não comete tecnicamente um crime de estupro, mas não deve ser enquadrado em uma mera contravenção. Os senadores Humberto Costa e Marta Suplicy, autores dos projetos que tinham esse objetivo, citaram como exemplo os casos de assédio a mulheres do transporte coletivo.

Esse crime é caracterizado como a prática, na presença de alguém e sem sua anuência, de ato libidinoso com o objetivo de satisfazer lascívia própria ou de outro. A pena é de reclusão de 1 a 5 anos se o ato não constitui crime mais grave.

Vingança pornográfica

Ainda segundo o texto, poderá ser punido com reclusão de 1 a 5 anos quem oferecer, vender ou divulgar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outro tipo de registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável. Incorre no mesmo crime quem, sem consentimento, divulgar vídeo com cena de sexo, nudez ou pornografia ou ainda com apologia à prática de estupro.

Se o crime for praticado por alguém que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou tiver como finalidade a vingança ou humilhação, o aumento será de um terço a dois terços da pena.

Não há crime quando o agente realiza a divulgação em publicação de natureza jornalística, científica, cultural ou acadêmica de forma que impossibilite a identificação da vítima. Se a vítima for maior de 18 anos, a divulgação dependerá de sua prévia autorização. No caso dos menores de idade, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) proíbe esse tipo de divulgação.

Vulnerável

No caso do estupro de vulnerável (menores de 14 anos ou pessoas sem discernimento por enfermidade ou deficiência mental), a pena será de reclusão de 8 a 15 anos mesmo que a vítima dê consentimento ou tenha mantido relações sexuais anteriormente ao crime.

É criado, ainda, o crime de induzir ou instigar alguém a praticar crime contra a dignidade sexual, com pena de detenção de 1 a 3 anos. Sujeita-se à mesma pena aquele que, publicamente, incita ou faz apologia de crime contra a dignidade sexual ou de seu autor. A intenção da deputada Laura Carneiro foi de coibir, por exemplo, sites que ensinam como estuprar e indicam melhores locais para encontrar as vítimas.

 

Agência Brasil
Foto: 
Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

4 mitos sobre o HPV, vírus de transmissão sexual que afeta maioria das pessoas

Altos níveis de vergonha e desconhecimento estão associados ao HPV, que é sexualmente transmitido e afeta a maioria da população. É o que mostra uma pesquisa recente, realizada pelo Jo’s Cervical Cancer Trust, entidade de apoio a quem tem câncer do colo do útero no Reino Unido.

Apesar de ser a infecção sexualmente transmissível mais comum, o estudo revela que ainda existe um estigma em torno da doença – que pode ter consequências mais sérias do que o próprio papilomavírus humano (HPV).

Uma das conclusões mais preocupantes é que muitas mulheres não realizam o papanicolau, exame ginecológico para diagnosticar a doença, justamente por conta desse estigma.

Das 2 mil participantes da pesquisa, metade disse que se sentia envergonhada e perdeu o interesse pelo sexo por ter contraído o vírus.

O papilomavírus humano (HPV) é a principal causa do câncer do colo do útero
O papilomavírus humano (HPV) é a principal causa do câncer do colo do útero

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Além disso, 35% das entrevistadas responderam que não tinham ideia sobre o que era HPV, enquanto cerca de 60% afirmaram acreditar que era equivalente ao câncer.

No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou em 2017 dados preliminares do Estudo Epidemiológico sobre a Prevalência Nacional de Infecção pelo HPV, mostrando que a prevalência do vírus na população brasileira é de 54,6% – sendo que 38,4% apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

“Quando recebi a carta com o diagnóstico de HPV, eu não sabia o que era, então procurei na internet e descobri que era uma doença sexualmente transmissível. Pensei imediatamente então que meu parceiro tinha me traído”, disse Laura Flaherty, de 31 anos, cuja história é muito parecida com a de muitas entrevistadas.

“Eu não sabia nada sobre o assunto. Me senti suja. Levei um tempo para entender que o vírus pode ficar inativo por muito tempo e que é bastante comum. Ninguém próximo a mim sabia disso”, acrescentou Flaherty, que foi diagnosticada com câncer do colo do útero em 2016.

O estudo mostrou que há uma necessidade urgente de disseminar mais informações sobre o HPV, uma vez que o conhecimento é capaz de salvar vidas.

Derrubando os mitos sobre HPV

Mito 1: ‘HPV é transmitido apenas sexualmente’

Fato: a transmissão do HPV acontece geralmente por meio de relações sexuais sem proteção, mas também pode ocorrer pelo contato com a pele ou mucosas infectadas.

Mito 2: ‘HPV é um sinal de promiscuidade’

Fato: estimados 80% dos seres humanos vão contrair o vírus em algum momento da vida. É muito fácil ser contaminado e passar adiante – e você pode ser contagiado na primeira vez que tiver qualquer tipo de relação sexual.

Mito 3: ‘HPV significa que tenho câncer’

Fato: existem pelo menos 200 tipos de HPV. Cerca de 40 deles afetam a área genital, o que significa apenas que eles residem nessa área. Alguns causam sensações incômodas, mas inofensivas, como verrugas genitais. Cerca de 13 tipos são considerados de alto risco e podem causar câncer do colo do útero, além de outros cânceres genitais, assim como câncer de boca e garganta – mas é mais raro.

Mito 4: ‘Se você tem HPV, vai saber’

Fato: o HPV não apresenta sintomas e, na maioria dos casos, o sistema imunológico libera o corpo da infecção. O exame de papanicolau identifica quaisquer células anormais.

Um dos objetivos é mudar a mentalidade das pessoas sobre o HPV. E acima de tudo, como a fundação Jo sugere, incentivar que as mulheres falem mais sobre o tema.

O HPV não é transmitido apenas sexualmente, mas também por meio do contato com a pele ou mucosa infectadas
O HPV não é transmitido apenas sexualmente, mas também por meio do contato com a pele ou mucosa infectadas

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

“Fazer exame preventivo, para ver se você tem HPV, é a maneira mais eficaz de identificar se você corre risco de desenvolver câncer do colo do útero”, diz Robert Music, presidente da Jo’s Cervical Cancer Trust.

“No entanto, o HPV pode ser confuso, por isso temos que encontrar uma maneira de normalizar o conceito, para que as pessoas não se sintam envergonhadas em dizer que têm o vírus.”

Incidência

O HPV é responsável por 99% dos casos câncer de colo de útero, o terceiro mais frequente entre as mulheres no Brasil, o quarto que mais mata – e um dos poucos que pode ser prevenido com vacina.

Desde 2008, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou a vacina contra o HPV, houve um rápido declínio no contágio e na incidência da doença em algumas partes do mundo.

Segundo a OMS, a vacina reduz em 70% as chances de desenvolver câncer do colo do útero se for aplicada em jovens entre 12 e 26 anos, antes do primeiro relacionamento sexual.

Em 2008, a OMS aprovou a vacina contra o HPV, que, segundo a organização, reduziria em 70% a infecção causadora do câncer do colo do útero
Em 2008, a OMS aprovou a vacina contra o HPV, que, segundo a organização, reduziria em 70% a infecção causadora do câncer do colo do útero

Foto: Getty Images / BBC News Brasil

E, em algumas áreas onde as vacinas foram administradas, o benefício é evidente.

Por exemplo, um estudo do Royal Women’s Hospital, na Austrália, constatou uma redução de 86% nas infecções por HPV em jovens de 18 a 24 anos que receberam três doses da vacina, e de 76% entre aqueles que tomaram apenas uma dose.

No Reino Unido, os números são semelhantes. As infecções diminuíram entre adolescentes de 12 a 18 anos.

Já na América Latina, o cenário é diferente. Apesar da rápida implementação da vacina em seus primeiros anos, a cobertura foi reduzida devido a algumas anomalias que foram atribuídas à sua aplicação.

No Brasil, desde 2014, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente a vacina contra o HPV para crianças e pré-adolescentes de 9 a 14 anos, seguindo recomendação da OMS. Mas, até hoje, apenas 48,7% das meninas nesta faixa etária foram imunizadas.

BBC News Brasil

Criança morre e médicos suspeitam de abuso sexual

Uma menina de um ano e dois meses, moradora da cidade de Lagoa Seca, Agreste da Paraíba, portadora de Síndrome de Down e cardiopata, morreu nessa quinta-feira (9), às 18h30, após dar entrada no Hospital da Criança e do Adolescente de Campina Grande.

Os médicos, após exames, suspeitaram que ela teria sido abusada sexualmente, por identificar uma dilatação anormal nas partes íntimas da criança. O conselho tutelar de Lagoa Seca disse que se mantém atento ao caso e à suspeita de maus tratos contra a irmã da criança, uma menina de sete anos.

Após a suspeita, a mãe da criança, de 44 anos, registou um boletim de ocorrência, sobre um possível abuso sexual e solicitando o encaminhamento para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Campina Grande (Numol) para exames. O material foi encaminhado para o laboratório forense e o resultado só estará pronto após 30 dias.

O conselho tutelar pediu cautela até que a investigação seja concluída, mas chamou atenção para a segurança da irmã da criança, que tem sete anos. A criança mais velha pode estar passando por negligências e violências psicológicas.

“O que chega aqui é sigiloso, mas já tínhamos começado um acompanhamento a essa família”, afirma o conselho tutelar da cidade. “Não se sabe ainda se existe esse abusador ou não”, conclui.

O delegado da Polícia Civil de Lagoa Seca, Cícero Pereira, ainda está tomando informações sobre o caso. “Vamos saber alguma coisa quando iniciarmos o procedimento, imediatamente”, explicou.

*Com informações de Sandra Macedo, da Rede Correio Sat

Como identificar possíveis sinais de abuso sexual em crianças?

70% das vítimas de violência sexual são crianças e adolescentes (Foto: CDC/ Amanda Mills)

Casos de violência e abuso sexual contra crianças e adolescentes são mais comuns do que se imagina – dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), por exemplo, mostram que 70% das vítimas de estupro do país são menores de idade.

Segundo dados do Disque 100 (Disque Direitos Humanos) e do Sistema Único de Saúde, mais de 120 mil casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes foram registrados no país entre 2012 e 2015 – o equivalente a pelo menos três ataques por hora.

Mas como identificar abuso sofrido por uma criança próxima? O caso do uruguaio Felipe Romero, que teria sido vítima de seu técnico de futebol, chamou a atenção dos leitores da BBC Brasil, que pediram esclarecimentos sobre quais são, afinal, esses sinais.

Com base em informações de sites especializados e entrevistas com profissionais da área, a BBC Brasil elaborou o guia abaixo.

“Geralmente, nao é um sinal só, mas um conjunto de indicadores. É importante ressaltar que a criança deve ser levada para avaliação de especialista caso apresente alguns desses sinais”, diz Heloísa Ribeiro, diretora executiva da ONG Childhood Brasil, de defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

1) Mudança de comportamento

O primeiro sinal a ser observado é uma possível mudança no padrão de comportamento das crianças. Segundo Ribeiro, esse é um fator facilmente perceptível, pois costuma ocorrer de maneira repentina e brusca.

“Por exemplo, se a criança nunca agiu de determinada forma e, de repente, passa a agir. Se começa a apresentar medos que não tinha antes – do escuro, de ficar sozinha ou perto de determinadas pessoas. Ou então mudanças extremas no humor: a criança era superextrovertida e passa a ser muito introvertida. Era supercalma e passa a ser agressiva”, afirmou.

A mudança de comportamento também pode se apresentar com relação a uma pessoa específica, o possível abusador.

“Como a maioria dos abusos acontece com pessoas da família, às vezes a criança apresenta rejeição a essa pessoa, fica em pânico quando está perto dela. E a família estranha: ‘Por que você não vai cumprimentar fulano? Vá lá!’. São formas que as crianças encontram para pedir socorro, e a família tem que tentar identificar isso”, afirma a educadora sexual Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan.

Em outros casos, a rejeição não se dá em relação a uma pessoa específica, mas a uma atividade. A criança não quer ir a uma atividade extracurricular, visitar um parente ou vizinho ou mesmo voltar para casa depois da escola.

2) Proximidade excessiva

Apesar de, em muitos casos, a criança demonstrar rejeição em relação ao abusador, é preciso usar o bom senso para identificar quando uma proximidade excessiva também pode ser um sinal.

Teria sido o caso, por exemplo, do técnico de futebol Fernando Sierra, que tinha uma relação quase paternal com o garoto Felipe Romero. O treinador buscou o menino na escola, desapareceu e ambos foram encontrados mortos dois dias depois.

A hipótese principal é que o treinador tenha atirado no menino e, em seguida, cometido suicídio por não aceitar um pedido da mãe para que se afastasse da criança. Laudo preliminar da autópsia indicou que o garoto vinha sendo vítima de abusos sexuais.

Importante notar, no entanto, que o papel do desconhecido como estuprador aumenta conforme a idade da vítima – ou seja, no abuso de menores de idade, a violência costuma ser praticada por pessoas da família na maioria dos casos.

Se, ao chegar à casa de tios, por exemplo, a criança desaparece por horas brincando com um primo mais velho ou se é alvo de um interesse incomum de membros mais velhos da família em situações em que ficam sozinhos sem supervisão, é preciso estar atento ao que possa estar ocorrendo nessa relação.

Segundo o NHS, o SUS britânico, 40% dos abusos no Reino Unido são cometidos por outros menores de idade, muitas vezes da mesma família. Também segundo os dados britânicos, 90% dos abusadores fazem parte da família da vítima.

No Brasil, 95% dos casos desse tipo de violência contra menores são praticados por pessoas conhecidas das crianças, e em 65% deles há participação de pessoas do próprio grupo familiar.

Nessas relações, muitas vezes, o abusador manipula emocionalmente a vítima que nem sequer percebe estar sendo vítima naquela etapa da vida, o que pode levar ao silêncio por sensação de culpa. Essa culpa pode se manifestar em comportamentos graves no futuro como a autoflagelação e até tentativas de suicídio.

“As pessoas acham que o abusador será um desconhecido, que não faz parte dessa vida da criança. Mas é justamente o contrário, na grande maioria dos casos são pessoas próximas, por quem a criança tem um afeto. O abusador vai envolvendo a criança pra ganhar confiança e fazer com que ela nao conte”, afirmou Ribeiro, da ONG Childhood Brasil.

“A violência sexual é muito frequente dentro de casa, ambiente em que a criança deveria se sentir protegida. É um espaço privado, de segredo familiar e é muito comum que aconteça e seja mantido em segredo.”

3) Regressão

Outro indicativo apontado pelas especialistas é o de recorrer a comportamentos infantis, que a criança já tinha abandonado, mas volta a apresentar de repente. Coisas simples, como fazer xixi na cama ou voltar a chupar o dedo. Ou ainda começar a chorar sem motivo aparente.

“É possível observar também as características de relacionamento social dessa criança. Se, de repente, ela passa a apresentar esses comportamentos infantis. Ou se ela passa a querer ficar isolada, não ficar perto dos amigos, não confiar em ninguém. Ou se fugir de qualquer contato físico. A criança e o adolescente sempre avisam, mas na maioria das vezes não de maneira verbal”, considera Ribeiro.

A diretora da ONG Childhood Brasil alerta, porém, que é importante procurar avaliação especializada que possa indicar se eventuais mudanças de comportamento são apenas parte do desenvolvimento da criança ou indicativos de vulnerabilidade.

“É importante lembrar que o ser humano é complexo, então esses comportamentos podem aparecer sem estarem ligados a abuso.”

4) Segredos

Para manter o silêncio da vítima, o abusador pode fazer ameaças de violência física e promover chantagens para não expor fotos ou segredos compartilhados pela vítima.

É comum também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de benefício material para construir a relação com a vítima. É preciso também explicar para a criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com adultos de confiança, como a mãe ou o pai.

5) Hábitos

Uma criança vítima de abuso também apresenta alterações de hábito repentinas. Pode ser desde uma mudança na escola, como falta de concentração ou uma recusa a participar de atividades, até mudanças na alimentação e no modo de se vestir.

“Às vezes de repente a criança começa a ter uma aparência mais descuidada, não quer trocar de roupa. Outras passam a não comer direito. Ou passam a comer demais”, pontuou Ribeiro.

A mudança na aparência pode ser também uma forma de proteção encontrada pela criança. Em entrevista à BBC Brasil no ano passado, a nadadora Joanna Maranhão, que foi vítima de abuso sexual por seu técnico quando tinha nove anos, revelou que se vestia como um menino na adolescência para fugir de possíveis violências.

Ribeiro cita também mudanças no padrão de sono da criança como indicativo de que algo não anda bem. “Se ela começa a sofrer com pesadelos frequentes, ou se tem medo de dormir ou medo de ficar sozinha.”

6) Questões de sexualidade

Um desenho, uma “brincadeira” ou um comportamento mais envergonhado podem ser sinais de que uma criança esteja passando por uma situação de abuso. “Quando uma criança que, por exemplo, nunca falou de sexualidade começa a fazer desenhos em que aparecem genitais, isso pode ser um indicador”, apontou Maria Helena Vilela.

“Pode vir em forma de brincadeira também. Ela chama os amiguinhos para brincadeiras que têm algum cunho sexual ou algo do tipo”, observou Henrique Costa Brojato, psicólogo e especialista psicossocial. Podem, inclusive, reproduzir o comportamento do abusador em outras crianças.

Para Heloísa Ribeiro, o alerta deve ser dado especialmente para crianças que, ainda novas, passam a apresentar um “interesse público” por questões sexuais. “Quando ela, em vez de abraçar um familiar, dá beijo, acaricia onde não deveria, ou quando faz uma brincadeira muito para esse lado da sexualidade.”

O uso de palavras diferentes das aprendidas em casa para se referir às partes íntimas também é motivo para se perguntar à criança onde ela aprendeu tal expressão.

7) Questões físicas

Há também os sinais mais óbvios de violência sexual em menores – casos que deixam marcas físicas que, inclusive, podem ser usadas como provas à Justiça. Existem situações em que a criança acaba até mesmo contraindo doença sexualmente transmissível.

“Há casos de gravidez na adolescência, por exemplo, que é causada por abuso. É interessante ficar atento também a possíveis traumatismos físicos, lesões que possam aparecer, roxos ou dores e inchaços nas regiões genitais”, observou a diretora da Childhood.

8) Negligência

Muitas vezes, o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência.

Uma criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família, com o diálogo aberto com os pais, estará em situação de maior vulnerabilidade.

O que fazer

Caso identifique um ou mais dos indicadores listados acima, o melhor a se fazer é, antes mesmo de conversar com a criança, procurar ajuda de um especialista que possa trazer a orientação correta para cada caso.

“Há muitas dessas características que são semelhantes às de um adolescente em desenvolvimento. Por isso que é importante ter avaliação de alguém que é especialista nisso. Um psicólogo, por exemplo. Se tiver dúvidas, a pessoa pode perguntar na escola, que costuma ter profissionais treinados pra identificar esses casos”, disse Ribeiro.

“É sempre aconselhável também acionar o Sistema de Garantia de Direitos à criança e ao adolescente, um conselho tutorial ou uma Vara da Infância e da Juventude para encontrar caminhos para uma resposta mais adequada”, afirmou Henrique Costa Brojato.

Muitas vezes por se sentir culpada, envergonhada ou acuada, a criança acaba não revelando verbalmente que está ou que viveu uma situação de abuso. Mas há situações também em que ela tenta contar para alguém e acaba não sendo ouvida. Por isso, o principal conselho dos especialistas é sempre confiar na palavra dela.

“Em primeiro lugar, é importante que quando a criança tentar falar alguma coisa, que ela se sinta ouvida e acolhida. Que nunca o adulto questione aquilo que ela está contando. Ou que tente responsabilizá-la pelo ocorrido”, diz Ribeiro.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Modelos acusam donos da revista Playboy no Brasil de assédio sexual

Oito modelos acusam de assédio sexual dois sócios da editora que publica a revista “Playboy” no Brasil, a PBB Entertainment. Os empresários André Luís Sanseverino e Marcos Aurélio de Abreu Rodrigues e Silva teriam prometido oportunidades de trabalho, fama e sucesso em troca de fotos nuas e sexo, segundo informações de reportagem deste domingo (24) no “Fantástico”, da TV Globo.

De acordo com a reportagem, o assédio ocorreu após uma festa de relançamento da publicação em agosto de 2016. As modelos haviam trabalhado como personagens clássicas da revista, as “coelhinhas”. Sob o argumento de que poderia transformar “meninas comuns em grandes modelos ou atrizes”, Sanseverino passou a pedir fotos nuas das modelos, além de insistir com convites para encontros.

Rodrigues Abreu teria assediado as modelos durante a festa. As modelos estão processando os dois sócios e apresentaram na reportagem conversas pelo WhatsApp com Sanseverino. Os direitos sobre a marca da revista é da empresa americana Playboy Enterprises. A PBB relançou no ano passado a revista “Playboy” após a Editora Abril encerrar a publicação no Brasil em 2015.

Essa empresa foi criada apenas para gerir a revista. Sanseverino já havia feito trabalhos como fotógrafo para a “Playboy” e Rodrigues e Silva é dono de uma empresa de recursos humanos. A empresa ainda tem como sócio o empresário Edson Oliveira. Em nota, a “Playboy” declarou que “repudia toda forma de desrespeito contra a mulher”.

A empresa informou que decidiu pelo afastamento de André Sanseverino, por prazo indeterminado, de qualquer atividade relacionada à revista. “Acreditamos de forma franca e honesta que ele deverá colaborar para elucidar os fatos até que as denúncias sejam apuradas”, cita a nota.

Folha Press

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Vítima de violência sexual e doméstica terão atendimento especial

violencia_domesticaA lei que garante atendimento especializado para mulheres vítimas de violência doméstica e sexual no Sistema Único da Saúde (SUS) foi publicada no Diário Oficial da União dessa sexta-feira (31). O projeto que originou a lei, sancionada pelo presidente Michel Temer, está entre as quatro matérias aprovadas no início de março em homenagem à Semana da Mulher.

A partir de agora, os hospitais do SUS deverão oferecer também acompanhamento psicológico e cirurgias plásticas reparadoras, caso sejam necessárias.

Atualmente, as unidades já oferecem diagnóstico e tratamento das lesões físicas decorrentes da violência sexual, como deformações no aparelho genital e nas demais áreas afetadas; facilitação do registro da ocorrência e encaminhamento ao órgão de medicina legal e às delegacias especializadas com informações que possam ser úteis à identificação do agressor e à comprovação da violência sexual; profilaxia da gravidez; e profilaxia das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

Portal Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

 

Mais de 40 presos acusados de violência sexual e crimes bárbaros são transferidos para o PB-1

pb1A direção do presídio Padrão, em Campina Grande, transferiu, entre o fim de tarde desta segunda (16) e madrugada desta terça (17), 43 presidiários acusados de violência sexual e crimes bárbaros da unidade para o PB-1, em João Pessoa, para reformas na cela de segurança da unidade prisional.

“Essa cela de segurança é onde ficam os presos de casos de violência sexual, crimes bárbaros e aqueles que possuem conflitos de relação com outros presos. Então decidimos não colocar os detentos em outras celas, por isso eles vão para o PB-1. Mas, logo estarão de volta”, explicou o diretor.

Segundo o diretor Alexandre Moreira, os presos devem retornar com o fim da reforma, prevista para ser concluída em três semanas. O diretor explicou que as transferências não tem nada a ver com os casos de rebelião nas demais unidades do país.

Entre os transferidos, encontra-se o réu Nelsivan Marques, acusado de ser o mentor e mandante do crime de 2014, que obteve repercussão nacional, onde o casal Washington Luiz e Lúcia Santana foi assassinado na saída da festa de casamento do próprio acusado. As vítimas haviam sido convidadas para serem padrinhos do casamento de Nelsivan. Na ação, um vigilante ainda foi ferido pelo altor dos disparos.

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br