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Flordelis e pastor Anderson tinham relações sexuais com filhos, diz pessoa que viveu com o casal

Uma pessoa que morou na casa da deputada federal Flordelis (PSD) afirmou que ela e o ex-marido assassinado, pastor Anderson do Carmo, mantinham relações sexuais com filhos e filhas.

A pessoa, que prefere se manter no anonimato, disse ao RJ2 que tem medo de sofrer represálias da família da deputada.

Como mostrado pela equipe de reportagem nessa segunda-feira (31), a pessoa afirmou que morou na casa de Flordelis – informação que é reforçada por testemunhas ouvidas na investigação sobre a morte do pastor Anderson, crime do qual Flordelis é acusada de ser a mandante.

No relato exclusivo ao RJ2, as histórias desconstroem a imagem de mãe amorosa e mulher bem-intencionada que Flordelis exibia.

“O que era perceptível é que ela mantinha um número para manter o marketing pessoal dela, de 50 crianças adotadas”, afirmou a pessoa.

Também segundo o depoimento, o “Ministério Flordelis” – uma espécie de congregação – servia para arrecadar dinheiro e sustentar os luxos da deputada.

“Tanto Flordelis quanto Anderson do Carmo não tinham nenhum tipo de emprego, nenhum tipo de renda. E este marketing, das 50 crianças, praticamente era a única fonte de renda que eles possuíam.”

E o dinheiro recebido, segundo o depoimento, não era pouco.

“Ela cantava nas igrejas, recebia as ofertas. O dinheiro circulava em grande quantidade, na verdade, na casa. (…) Regalias e carro do ano, bons restaurantes, era isso que era destinado.”

Só que os privilégios não eram para toda a família.

“Tinha diferença de tratamento. Algumas crianças tinham certos privilégios. Outros não tinham tantos privilégios quanto os primeiros”, detalhou a pessoa.

“Existia na casa, sim, uma geladeira que não ficava, na época, no quarto da missionária Flordelis. Essa geladeira ficava na cozinha, porém ela tinha cadeado e grade. Ficava trancada e só quem tinha acesso à chave era Anderson, missionária Flordelis e Carlos, que era quem cuidava de toda a alimentação da casa”, acrescentou.

Seguindo o relato, alguns integrantes da família de Flordelis comiam determinados alimentos, mas a grande maioria tinha outro tipo de refeição.

“Batata frita para os mais privilegiados, bife… E para outras crianças sempre era frango, sempre era uma comida um pouco de menos valor.”

Os relatos são confirmados por outros depoimentos. Um obreiro da igreja disse à polícia que a casa recebia doações de comida e que percebeu que a melhor parte ia para determinado núcleo familiar.

Linguagem em código

As investigações da polícia também mostraram que muitas informações precisavam ser mantidas em segredo pelo principal núcleo da família.

Foi aí que surgiu a ideia de usar uma linguagem comum entre crianças e adolescentes nas décadas de 1970 e 1980. O recurso virou um importante código de comunicação: a língua do “P”.

“Existia uma comunicação interna entre eles, onde eles não queriam que uma outra pessoa soubesse. Eles falavam a língua do P, mas de uma maneira bem acelerada, que era bem impossível uma pessoa sem prática reconhecer ou identificar”, detalhou.

A conversa ocorria geralmente entre Flordelis e Simone, uma das filhas biológicas. E a polícia também foi informada disso. Uma testemunha afirmou que a comunicação através de códigos era comum no grupo.

Relações sexuais

A pessoa ouvida pelo RJ2 também relatou práticas sexuais envolvendo moradores da casa.

“Durante o convívio, era perceptível que eles mantinham relações sexuais entre irmãos, entre pai e filha, entre mãe e filhos. Isso era nítido, notório, e inclusive contado pelos próprios.”

De acordo com o relato, a história de amor do casal Flordelis e Anderson começou a mudar quando o pastor começou a mandar mais do que a deputada nos negócios da família.

“Anderson se tornou uma pedra no sapato pra Flordelis. E ela fez com ele exatamente o que ela faz com todos: retira do caminho.”

Ao desabafar, a pessoa afirmou ter percebido as mentiras de Flordelis – e do pastor.

“O que eles pregam não é exatamente o que eles vivem. Eles vivem uma vida de mentira, uma vida de omissões, uma vida sem amor, uma vida voltada praticamente pra si, pelo dinheiro, riqueza e fama.”

Procurada, a defesa da deputada não retornou aos contatos do RJ2.

 

G1

 

 

Denúncias sobre crimes sexuais na internet podem ser feitas on-line

Os crimes sexuais cometidos pela internet podem ser denunciados por meio de boletim de ocorrência on-line, alerta a Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana, que lançou nas redes sociais uma ação educativa e preventiva dirigida para mulheres e jovens, durante o período de isolamento social na pandemia do Covid-19. A divulgação é promovida em conjunto com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, por meio da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, e do Tribunal de Justiça da Paraíba e Universidade  Federal da Paraíba.

As cybers violências são tipos de violência praticadas contra alguém através da internet ou de outras tecnologias relacionadas.  Um dos crimes mais denunciados é a pornografia de vingança, que trata do compartilhamento de fotos e/ou vídeos íntimos pela internet, sem autorização da vítima, com o propósito de causar humilhação, consequentemente a violência psicológica e moral.

A ação alerta também para as agressões psicológicas e morais nas quais mulheres são classificadas de maneira pejorativa ou são ridicularizadas pela forma de forma de vestir, de se comportar, ao aspecto físico e comportamento sexual (orientação, identidade e relações).

A secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, afirma que as orientações sobre esses crimes são fundamentais neste período de isolamento social, caso a mulher seja importunada ou chantageada. “Vivemos numa sociedade onde as próprias vítimas são consideradas culpadas pelo abuso sexual sofrido e muitas vezes a violência de homens contra as mulheres é banalizada. É uma cultura do estupro que precisamos enfrentar diariamente. Para isso, contamos com as denúncias e a legislação em vigor”, afirma.

Nos casos de crimes sexuais on-line, podem ser aplicadas a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), se houver relação íntima entre agressor e vítima e/ou a Lei nº 12.737/2012 (Conhecida como Lei Carolina Dieckmann); ou a Lei nº 13.718/2018 (Lei de Importunação Sexual)

Importunação sexual  Praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro; oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio – inclusive por meio de comunicação de massa ou fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática, ou, sem o consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia (Para este tipo de crime aplica-se a Lei nº 13.718/2018 – Lei de Importunação Sexual. Aplicação de até 5 anos de prisão).

PB Agora

 

 

Homem é preso suspeito de matar mulher por ela ter negado ter relações sexuais com ele, na PB

Uma operação da Polícia Civil deflagrada no início da manhã desta quinta-feira (23), em Campina Grande, prendeu o homem suspeito de matar uma mulher com oito facadas no pescoço, na última segunda-feira (20). De acordo com a delegada Nercília Dantas, o homem preso teria matado Poliana Nunes Lourenço, de 31 anos, porque ela se recusou a ter relações sexuais com ele.

Ainda conforme informações da delegada, que está a frente da operação, a polícia chegou ao suspeito a partir de detalhes da cena do crime, que estava com bastante sangue, o que os levou a entender que teria sido um crime de ódio.

A principal hipótese da motivação do crime, de acordo com a Polícia Civil, é que a vítima tenha se recusado a ter relação sexual com o acusado, o que lhe causou revolta e o motivou a praticar o crime.

Após investigação, a polícia concluiu que o principal suspeito é Wanderley Luna Nascimento, de 37 anos. Ele está preso temporariamente na Central de Polícia de Campina Grande. O pai dele, José Alexandre do Nascimento, de 61 anos, também foi preso em flagrante.

Na casa do pai do acusado a polícia apreendeu um revólver e a possível arma do crime, uma faca, que será submetida a exames para verificar se há vestígios de sangue. Também foram apreendidas roupas que o acusado teria usado no dia do crime. Os objetos vão passar por uma perícia.

De acordo com a mãe da vítima, Poliana foi mãe de três filhos. O mais velho era deficiente e morreu aos 15 anos de idade. Os outros dois filhos eram de 14 e 6 anos. “Desde o momento que começou a usar crack, ela destruiu tudo. Ela começou a vender tudo e a gente chegou a ficar sem roupa pra vestir. Ela tinha um filho especial e vendia até o respirador dele. Outra vez, o pai correu atrás dela porque ela estava com o último ventilador para vender e usar drogas”, contou Irene Nunes.

G1

 

Mulher é assassinada a facadas no Sertão após se negar a manter relações sexuais com suspeito

Foto: Diamante Online
Foto: Diamante Online

Uma mulher foi assassinada a facadas na noite dessa terça-feira (24), no município de Itaporanga, no Sertão do Estado. O suspeito de praticar, o pintor Gilmar Felipe de Sousa, foi detido em flagrante pela Polícia Militar.

Awsangêla Alves dos Santos, era garota de programar e teria sido assassinada após se negar a manter relações sexuais com o suspeito.

Segundo a polícia, o crime aconteceu no bairro Alto das Neves, quando a vítima teria se negado a cumprir o combinado e não devolveu os R$ 20 que havia sido pego pela relação. O pintor então teria esfaqueado a vítima e fugido em um veículo com destino a cidade de Igaracy, também no Sertão.

O homem foi preso na rodovia estadual PB-364. Ele confessou o crime e foi levado para a Delegacia de Itaporanga.

MaisPB

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Preso em flagrante suspeito de praticar crimes sexuais contra crianças em Pilões

sireneNa tarde desta quinta-feira (15) policiais civis da delegacia de Pilões, no Brejo da Paraíba, a 117 km de João Pessoa, prenderam em flagrante um jovem de 18 anos suspeito de praticar crimes de natureza sexual contra crianças do município. A polícia chegou até ele depois de investigar denúncias feitas por mães e pais de crianças que moram próximas ao suspeito.

O jovem foi preso na casa dele, no sítio Rio do Braz, na Zona Rural de Pilões. Ele foi ouvido na delegacia e reconhecido pelos pais de algumas vítimas de atos que teriam sido praticados por ele. As mães que procuraram a autoridade policial informaram que o suspeito praticava atos obscenos na frente dos filhos e tentava aliciá-los oferecendo dinheiro. O detido vai ficar na delegacia de Pilões aguardando determinações da Justiça.

Outra prisão

A Polícia Civil da 8ª Delegacia Seccional de Guarabira, também no Brejo da Paraíba, a 98 km da Capital, em uma ação coordenada pela equipe da delegacia de Pilões, deu cumprimento, na tarde desta quinta, a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça contra um homem de 36 anos, suspeito de praticar vários assaltos na cidade.

A polícia começou a investigar o suspeito depois que várias vítimas procuraram a delegacia denunciando que foram abordadas por um grupo de assaltantes. Algumas o descreveram como um dos integrantes do grupo criminoso. A partir das informações repassadas, os policiais iniciaram as buscas.

Foi montada uma campana no bairro apontado pelas vítimas como o local de atuação dos criminosos e, depois de uma diligência, foi descoberta a residência do suspeito. Ele foi preso na casa onde mora, no sítio Tabocal, localizado na Zona Rural de Pilões. Durante a abordagem ele disse que era o responsável por apontar para os outros integrantes do grupo as vítimas e as residências que seriam assaltadas.

O preso foi ouvido na delegacia e está recolhido na carceragem aguardando decisão da Justiça. Agora a polícia continua as investigações para identificar e prender os outros suspeitos de praticar os crimes patrimoniais.

portalcorreio

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Idoso é roubado por travestis e obrigado a praticar orgias sexuais na cidade de Sousa

sireneNa madrugada deste sábado (27), um fato curioso movimentou a área policial da cidade de Sousa.

Um senhor de idade acionou a polícia militar do 14º BPM e informou aos militares que acabou sendo roubado por um grupo de travestis, e obrigado a participar de orgias sexuais com os mesmos.

O idoso contou que a confusão aconteceu próximo a um bar, e em seguida, os travestis fugiram do local com sua bolsa e todos os seus objetos pessoais.

A PM orientou à vítima a registrar um boletim de ocorrência na delegacia para formalizar o ocorrido.

Diário do Sertão

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Escravas sexuais eram obrigadas a trabalhar 17 horas por dia no DF

Reprodução/TV Record
Reprodução/TV Record

A quadrilha que escravizava homens e mulheres no Disitrito Federal obrigava as vítimas a se prostituir por 17 horas por dia. Três mulheres escravizadas foram regastadas pela polícia nesta semana. Outras duas mulheres e um homem que haviam chegado a Brasília e seriam escravizados também foram resgatados. As mulheres eram atraídas com promoessas de emprego com carteira assinada, mas quando chegavam ao DF eram mantidas em cárcere privado, forçadas a se prostituir, não recebiam remuneração pela prostituição e ainda eram forçadas a consumir drogas.

As investigações foram feitas pela 21ª Delegacia da Polícia Civil (Taguatinga). Três homens e uma mulher foram presos. A polícia chegou a um dos locais de cárcere quando uma das mulheres caiu da escada, se machucou e não foi socorrida. Vizinhos chamaram a ambulância e ela foi atendida em um hospital.

De acordo com o delegado Alexandre Dias Nogueira, as vítimas, que tinham entre 18 e 25 anos, usavam principalmente crack, entre outras drogas. Elas eram mantidas em cativeiros na região da Areal (DF), e só podiam sair para atender clientes como escravas sexuais em Taguatinga Sul.

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— Eles viciaram as pessoas para que elas ficassem. As vítimas eram captadas dos estados de origem e trazidas para o DF como se fossem trabalhar em qualquer outro emprego, mas na verdade, assim que elas chegavam aqui eram colocadas em cárcere. Elas eram vigiadas, e só saíam para fazer os programas que eles organizavam para elas.

Segundo Nogueira, as vítimas estavam em uma das seis casas onde a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nesta semana.

— Foram apreendidas roupas de outras pessoas, possivelmente outras vítimas, além de um caderno de anotações com tudo que eles ganhavam por mês.

De acordo com as investigações, a associação criminosa age no Distrito Federal desde 2012. Mais mandados de prisão ainda serão cumpridos no DF e em outros estados.

 

R7

Casal filmava programas sexuais e faturava até R$ 100 mil com extorsão

casalA Polícia Civil deteve dois suspeitos de extorsão no Plano Piloto. Os golpistas – um casal formado por um rapaz e uma travesti – ofereceriam programas sexuais, filmavam o serviço e usavam os vídeos para chantagear as vítimas. Em um dos casos, os suspeitos faturaram R$ 17 mil, informaram os investigadores nesta segunda-feira (27/4). As prisões ocorreram na última quinta-feira (23/4), no local em que Gustavo Henrique da Silva Gomes, 21 anos, e Anitta, nascida Thiago Nishikawa, 27, atendiam, na Asa Norte.

A polícia começou a apurar ocorrências em que as vítimas relatavam problemas semelhantes, mas não davam o depoimento verdadeiro por vergonha. Dois homens solteiros informaram que pagaram o casal para um programa. No dia do encontro, o casal fez vídeos e fotos sem autorização dos clientes. Na hora do pagamento, o casal ameaçou e extorquiu os denunciantes.

De acordo com a investigação da Divisão de Repressão a Sequestro (DRS), os suspeitos tinham uma máquina para receber o pagamento do programa em forma de débito. Uma das vítimas foi obrigada a passar R$ 17 mil no cartão. Segundo o diretor da DRS, Leandro Ritt, o casal que praticou os crimes não é de Brasília. Os dois têm o costume de ficar um mês em cada cidade e planejavam seguir para Belo Horizonte nesta segunda-feira (27/4).

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Segundo a polícia, a estimativa é de que os dois tenham faturado R$ 100 mil no último mês, com o golpe. Os criminosos faziam o anúncio dos programas em sites de prostituição e nas redes sociais. A vítima contratava o serviço por valores  300 a 500 reais. O grupo vai responder por extorsão qualificada. A pena é de até 12 anos de prisão.

 

correiobraziliense

Uso de lubrificantes, vibradores e outros acessórios sexuais podem trazer riscos a saúde

sexoMais do que uma forma de reprodução, o sexo também é uma fonte de prazer. Por isso mesmo, há cada vez mais espaço para fantasias, e para brinquedos que apimentem a relação. “Portanto, qualquer item que estimule o aspecto lúdico é bem-vindo e considerado saudável”, considera o ginecologista Jorge José Serapião, especialista em terapia sexual e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ). Isso inclui os famosos acessórios que fazem o sucesso dos sex shops.

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Porém, apesar de serem bem-vindos do ponto de vista do prazer, é preciso tomar cuidado ao comprar esse tipo de produto, para que a saúde íntima possa ser preservada. “Como o órgão sexual da mulher é um orifício e tem uma mucosa, são necessários cuidados com traumas e lesões. E no caso do homem, não é porque é mais simples que não devemos tomar cuidado: é preciso ficar atento ao tipo de material dos produtos e não deixar a empolgação se sobrepor à cautela”, alerta o urologista Valter Javaroni, membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Rio de Janeiro.

Tendo isso em mente, mostramos quais os cuidados que é preciso ter com alguns desses acessórios sexuais, para garantir sexo prazeroso e divertido para homens e mulheres.

Lubrificantes

Os lubrificantes não são apenas um acessório para se divertir: muitas mulheres realmente precisam deles na relação sexual. Mas é importante se manter atento ao tipo de produto que você está usando. De acordo com o ginecologista Jorge José Serapião, especialista em terapia sexual e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ), existem três tipos desses géis: os formulados com substâncias solúveis em água, que normalmente são mais fáceis de limpar; os derivados de petróleo, como a vaselina, que costumam sujar o corpo e as roupas; e aqueles que não se conhece a composição. “Quando não sabemos a origem não é possível prever como o organismo vai reagir: pode ocorrer ardores ou mesmo alergias”, ressalta o especialista.

É importante também levar em conta o tipo de preservativo e o tipo de lubrificante que você usa. “Sempre ao usar algo de látex, como camisinhas, temos que evitar a vaselina, porque ela dissolve ou fragiliza essa cobertura, comprometendo sua eficácia”, ensina Serapião.

Preservativos diferentes e géis

Existem diversos preservativos com funções além de proteger os parceiros de doenças ou uma gravidez não planejada. Muitos têm sabor artificial ou com propriedades térmicas, causando mais calor ou frio com o atrito. Em ambos os casos, é importante sempre verificar a procedência do produto, já que ele terá contato com a boca ou com a genitália. “Sempre compre o produto em local confiável e de marca conhecida”, assinala o urologista Valter Javaroni, membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Rio de Janeiro. Mesmo nesses casos, pode ser que haja alguma alergia, devido a sensibilidade do homem ou da mulher a esse produto, portanto, se você sentir alguma ardência ou desconforto, evite o uso. Os mesmos princípios ativos podem ser usados em géis, principalmente os que se esquentam um pouco, por isso cabe o mesmo cuidado quanto à procedência.

Uma dúvida comum é se a camisinha com sabor pode ser usada também na penetração. “Na maioria das vezes não causará algum dano, mas se você usar um de sabor de pimenta, isso pode ser desconfortável”, ensina o ginecologista Serapião.

Cremes para estreitar a vagina

Não, não existe um creme capaz de reduzir a espessura da vagina, algo que só pode ser feito com a contração muscular, treinada em exercícios como o pompoarismo. Mas então, como essas fórmulas funcionam? “Elas são compostas por substâncias que deixam o canal tão ressecado e pouco elástico, que parece que a vagina está mais estreita”, explica Serapião. É o mesmo princípio do pó da pedra hume, usada por algumas mulheres com essa mesma finalidade. O uso do produto também não é recomendado e pode gerar muito desconforto para a mulher durante a relação. “Se o ressecamento for muito grande, isso pode ser irritante ou até mesmo traumático para a vagina da mulher”, ressalta o especialista. Mas tudo depende, é claro, das preferências do casal, por isso, caso queira usar, o ideal é ter parcimônia.

Vibradores

Os vibradores ou pênis de borracha são acessórios que podem ser usados para masturbação. E nesse caso o principal cuidado que se precisa ter é com a higiene do produto. “É importante que ele seja de uso pessoal, pois compartilhar o vibrador, ainda que rapidamente, pode ser fator de contaminação”, explica o ginecologista Serapião. Por isso mesmo, também é importante que o material seja de fácil higienização, como o plástico ou silicone sem porosidades. Acessórios feitos de esponja ou com superfícies irregulares podem reter resíduos. “Alguns vibradores que se assemelham ao pênis são feitos com material de esterilização difícil, por serem muito porosos, então não são os ideais”, alerta o especialista.

Capa peniana

Para tornar a penetração diferente, muitos homens aderem à capa peniana, um objeto semelhante à camisinha, mas com uma superfície mais irregular, o que causa estímulos diferentes na vagina. Mas o ideal é que elas sejam feitas de materiais que não agridam a mucosa da vagina, evitando alergias ou machucados.

Porém, o cuidado mais importante está em não confundir a capa peniana com um preservativo. “Ela não se adere à pele do pênis e não o envolve completamente, pode ser deslocada durante o movimento e não tem a vedação e outros critérios exigidos do preservativo para sua ação protetora contra DSTs e contraceptiva”, estabelece o urologista Javaroni. Portanto, a melhor forma de usar esse acessório é por cima da camisinha, tomando cuidado para ver se ela não acaba se movendo ou rasgando durante a relação.

Anel peniano

Ao contrário de muitos itens descritos nessa galeria, o anel peniano não tem como sua principal finalidade o prazer sexual. Antes de tudo ele foi feito para auxiliar homens com problemas específicos, como dificuldades em manter a ereção. “O mecanismo da excitação normal ocorre com o aumento do fluxo sanguíneo para o pênis e redução do retorno desse sangue. Quando o homem usa o anel na base do pênis, ele ajuda a fechar essas vias, permitindo que o sangue fique lá por mais tempo, um artifício para aumentar rigidez e facilitar a penetração”, ensina Javaroni.

O problema é que esse truque não faz sentido para homens que já tem uma ejaculação saudável e o uso do anel sem orientação adequada pode causar uma série de problemas. “Ele não pode ser usado por longos períodos de tempo, o limite é uma relação de até uma hora, mais do que isso descansar por uma hora e apenas reutilizar desde que não haja ferimento na região em que o anel foi colocado”, ensina o especialista. O uso incorreto pode trazer diversos problemas vasculares para o pênis, além de poder causar problemas em outros órgãos internos relacionados a ejaculação, já que a uretra também é comprimida.

Bombas penianas

Todas as promessas de que as bombas a vácuo podem aumentar a espessura ou o comprimento do pênis são falhas, nem adianta acreditar. E, na verdade, a bomba peniana também tem uma função original terapêutica. “A ereção é saudável para o homem e a bomba peniana é indicada para quem tem dificuldades para obtê-la manter a saúde de seu tecido erétil”, explica Javaroni. No caso de alguém saudável resolver usar o acessório, há o perigo de manter o pênis por muito tempo no vácuo ou mesmo ao manusear o anel peniano que vem em alguns desses produtos.

 

R7

Casos de AIDS crescem na população idosa; estimulantes sexuais são os vilões desse aumento

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Os casos de AIDS estão crescendo na população idosa.  De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES),  no período de 2008 a 2014 foram registrados  231 casos em homens e 118 em mulheres.  A faixa etária mais atingida é de 50 a 59 anos para ambos os sexos.

A Gerente operacional de DST/AIDS  e Hepatites Virais da SES, Ivoneide Lucena Pereira explica que esse aumento está relacionado com o advento dos medicamentos estimulantes sexuais. “ Como  essas pessoas  não tem a cultura do uso da camisinha em todas  as relações sexuais essa população vem se tornando uma população muito vulnerável levando em conta ainda que muitos trabalhadores de saúde  não solicitam os testes anti- HIV para essa população, uma vez que não fazem nenhuma relação de que essa população idosa tenha relações sexuais, sendo esse um grande erro, pois os dados nos apresenta outra realidade”, comentou.

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Ela explica que as DSTs não são doenças de notificação compulsória, somente a sífilis adquirida, a sífilis em gestantes e a sífilis congênita. As outras DSTs são tratadas de acordo com os sintomas e na atenção básica.

Esse ano de 2014 foram registrados 206  casos de AIDS sendo 152 casos em pessoas do sexo masculino e 54 casos em pessoas do sexo feminino.

Os locais de atendimento para AIDS/HIV são o Hospital Clementino Fraga e o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HU), em João Pessoa, o Hospital Universitário Alcides Carneiro e o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), em Campina Grande, os SAE Municipais de Santa Rita, Cabedelo e Patos, além da 9ª Gerência Regional de Saúde, em Cajazeiras.

Ela lembrou que no decorrer dos anos  aconteceram muitos avanços, principalmente com relação ao diagnóstico por meio do teste rápido que é feito  gratuitamente nos serviços de saúde de  referência e o resultado pode sair em vinte minutos.

Com relação ao tratamento, Ivoneide Lucena explica que (independente da carga viral e das células de Defesa)  o mesmo  já inicia após o diagnóstico com uso anti-retrovirais. O tratamento é gratuito e acompanhado pelo infectologista de acordo com a necessidade de cada indivíduo acometido. “O tratamento, assim como o diagnóstico  são realizados na rede Pública de Saúde”, destacou.

A gerente disse ainda que no decorrer desses anos as medicações sofreram mudanças e  aprimoramentos, de forma a ser menos  agressiva, reduzindo as dosagens, desconforto e stress desses pacientes.

“Sabe-se que AIDS não mata, o que mata são as doenças oportunistas, associada quase sempre com o abandono do tratamento. Inclusive, se o paciente segue corretamente as orientações do profissional médico, infectologista e tomar corretamente a medicação,vive, tranquilamente sem grandes intercorrências, já do contrário,  tem sérios problemas, ocasionando em um  maior número de internações e óbitos nos serviços de referências.

Estima-se que é ainda maior o número de pessoas acometidas pelo Vírus  e/ou doença, porém são subnotificados, isso significa dizer que muitos  não tem o seu diagnóstico ou  têm e não querem tratar,  já que  não podemos obrigar a realizar o teste  e muito menos  aderir ao  tratamento. HIV/AIDS, está presente em todo o Estado da Paraíba, independente da Classe Social.

Medicação –

AZT chegou em 1986, primeira droga com alguma eficácia no tratamento da Aids. Depois surgiram o DDI e a Estavudina, todas prescritas isoladamente, mas com impacto discreto sobre a doença. O AZT é fabricado no Brasil desde 1993. Existe 3 apresentações : Cápsulas 100mg, Solução Oral e Injetável.  Desde 1996, o Brasil distribui gratuitamente o coquetel anti aids para todos que necessitam do tratamento.

Atualmente existem 22 tipos de Antirretrovirais com 40 apresentações, divididos em 6 classes. Para combater o HIV é preciso utilizar 3 ARVs combinados, sendo 2 medicamentos de classes diferentes, que poderão ser combinados em um só comprimido.

Entre as novidades está  O Tenofovir ( TDF ) 300mg + Lamivudina ( 3TC) 300mg em um único comprimido, o chamado 2 em 1. Já disponível na Paraíba. Aproximadamente 75 mil   pacientes no Brasil fazem uso do tenofovir( 01 comprimido ao dia) e Lamivudina ( 02 comprimidos ao dia ). No início de 2015 será disponibilizado o 3 em 1 ( Tenofovir + Lamivudina + Efavirenz ).

Paulo Cosme