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Rota Cultural Raízes do Brejo começa em setembro e percorre nove cidades

O projeto Rota Cultural Raízes do Brejo chega a sua terceira edição e foi lançado na tarde desta quarta-feira (24) no Engenho Balancinho, em Alagoinha. A rota será aberta oficialmente no dia 20 de setembro, na cidade de Belém. Realizado numa parceria entre Sebrae Paraíba, Fórum de Turismo do Brejo e PBTur, ela vai integrar nove cidades da região e a programação completa pode ser visualizada online, no link ‘Raízes do Brejo’.

O tema abordado será “Terra de Arte, Fé e Cultura”. A programação na primeira cidade, Belém, segue até o dia 22 de setembro e terá oficinas de artesanato e visitas a locais de experiências exitosas, a exemplo do primeiro restaurante rural do município. “São nove municípios irmãos que têm em comum não apenas a parte geográfica, mas também a cultura e a história. Vamos focar na gastronomia, arte, cultura e lazer, com apresentações culturais e visitas ao engenho da cachaça D’dil, entre outros locais”, afirmou a prefeita de Belém, Renata Barbosa.

A prefeita do município de Alagoinha, Maria Rodrigues, explicou que a temática a ser trabalhada na cidade será “Engenho e suas belezas”. “A nossa programação vai contar com passeio de jipes, pedal até uma cachoeira, onde faremos um forró, além de visitas aos engenhos da região. Um dos pontos altos será a apresentação do Bloco Pereira, que sairá pelas ruas da cidade na meia-noite do sábado, como um grande carnaval fora de época. Alagoinha estava adormecida na cultura até integrar a Rota Raízes do Brejo. Agora, a população quer mostrar cada vez mais o artesanato e a cultura da cidade”, destacou.

A gerente da agência do Sebrae em Guarabira, Jacy Viana, explicou que a programação do evento, que acontecerá a cada fim de semana em uma cidade, inicia na sexta e se encerra aos domingos.

Municípios

Belém – 20 a 22 de setembro
Alagoinha – 27 a 29 de setembro
Duas Estradas – 11 a 13 de outubro
Lagoa de Dentro – 18 a 20 de outubro
Serra da Raiz – 25 a 27 de outubro
Borborema – 8 a 10 de novembro
Dona Inês – 15 a 17 de novembro
Pirpirituba – 22 a 24 de novembro
Pilõezinhos – 29 a 01 de dezembro
portalcorreio

 

Se não houver recursos, UFPB vai parar em setembro, alerta reitora

A reitoria da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), prevê que se até o final de setembro o Governo Federal não suspender a restrição de recursos na instituição, os quatro campi devem parar a partir de outubro. Para a reitora da UFPB Margareth Diniz, é preciso engrossar o coro de reitores que estão indo a Brasília pressionar o governo federal para reverter a medida.

Segundo ela, esse corte é inviável, uma vez que os recursos de custeios são os que viabilizam as atividades da universidade no seu dia a dia. “Nós pagamos energia, água, telefone, terceirização, motoristas, vigilantes, limpeza, recepção, portaria, tudo com esse recurso, de forma que isso vai fazer falta uma hora”, disse.

Se até o final de setembro Bolsonaro não suspender a restrição de recursos na instituição, os quatro campi devem parar a partir de outubro. Com isso, cerca de 35 mil estudantes, dos mais de 120 cursos da universidade, serão prejudicados.

De acordo com a pró-reitora de graduação, Ariane Sá, o forte risco de suspensão das atividades existe devido à falta de receita para administrar a UFPB. “Os 135 mil alunos com matrículas ativas hoje na UFPB, em todos os quatro campi, serão prejudicados à medida que atividades básicas deverão ser paralisadas, caso serviços essenciais como água, energia, manutenção deixem de funcionar pela falta de verbas para o custeio”, declarou.

E sem serviços de limpeza, energia e material de expediente não é possível utilizar salas de aula, banheiros, biblioteca nem laboratórios. Mas como um centro de ensino superior como a UFPB chegou a essa situação? As respostas podem ser encontradas ao fazermos uma retrospectiva ao mês de abril, quando o Governo Federal bloqueou 30% dos recursos da área de Educação em todo o país, sob a alegação de redução no orçamento da pasta.

pbagora

 

 

Contingenciamento ainda pode provocar “setembro negro” na UFPB

A reitora da Universidade Federal da Paraíba, Margarete Diniz, que recentemente foi a Brasília para audiência com o Ministro da Educação com o objetivo de discutir o contingenciamento no orçamento das universidades anunciado pelo Governo Federal voltou a demonstrar preocupação com a possível falta de recursos para a manutenção da instituição no segundo semestre.

De acordo com a reitora, se até o próximo mês de setembro os recursos que cabem à instituição não forem repassados pelo Governo Federal, o funcionamento da UFPB corre sérios riscos. “Nós estamos recebendo 10% de capital, que é a parte de investimento que nós tínhamos zero nessa rubrica. Estamos recebendo, mas ainda não chegou, R$ 1 milhão, para viabilizar as questões de acessibilidade e recebemos o financeiro para quitar 100% do que nós tínhamos liquidado”, explicou a reitora.

Margarete diz torcer que o corte não ocorra e que ao longo do segundo semestre os recursos seja repassados normalmente. “Torço que ao longo do ano seja descontingenciado, sob pena de não ó a UFPB, mas todas as instituições federais pararem. Recebemos a informação de corte, que depois se diz ser contingenciamento de 30%. Nesta situação, a universidade funciona até setembro”, revelou a reitora.

 

PB Agora

 

 

Reitores confirmam: Com cortes, instituições federais fecham as portas em setembro

Os reitores das instituições públicas federais de ensino superior da Paraíba reuniram-se na última quinta-feira (16) no gabinete da reitoria do IFPB para tratar sobre os bloqueios de recursos para a educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC).

Estavam presentes os reitores do IFPB, Nicácio Lopes; da UFPB, Margareth Diniz; e da UFCG, Vicemário Simões, além de todos os pró-reitores do IFPB.

O reitor Nicácio Lopes abriu a reunião expondo a situação do contingenciamento de recursos e agradecendo a mobilização dos reitores no enfrentamento dessa conjuntura.

Foto: Ascom

Foto: Ascom

“A ideia deste fórum é unificar esforços para dar mais visibilidade às ações de mobilização contra o bloqueio de recursos para a educação”, afirmou.

Para o Reitor da UFCG, Vicemário Simões, o movimento em defesa da educação pública que se viu no País foi uma demonstração de que a sociedade brasileira amadureceu.

“Precisamos contar com o apoio da sociedade civil organizada em defesa da educação pública brasileira em todos os seus níveis para reverter essa situação e evitar esse bloqueio de recursos”, ressaltou.

De acordo com a reitora da UFPB, Margareth Diniz, este é um momento de fortalecimento porque as instituições estão em sintonia com a sociedade na defesa da educação pública.

Para ela, é preciso esclarecer como é composto o orçamento das instituições públicas de educação para mostrar que o bloqueio efetuado inviabiliza o dia-a-dia das universidades.

A reitora da UFPB afirmou que nesta reunião ficou definido que os reitores vão entregar um documento ao Ministério Público demonstrando de fato onde aconteceram os cortes, ou seja, nos recursos discricionários, que são recursos que tratam das contas de energia, de água, terceirização, das bolsas de iniciação científica, monitoria, de extensão e estágio.

“Na UFPB, se os cortes não forem revertidos, no final de setembro nós não temos como continuar com as atividades da instituição”, frisou a Reitora Margareth.

Para o reitor do IFPB, Nicácio Lopes, a situação do IFPB é análoga. “Caso os cortes sejam mantidos, só poderemos continuar a funcionar até o mês de setembro. No entanto, tenho convicção de que, com muita luta, haveremos de reverter este cenário”, finalizou o reitor.

 

Ascom

 

 

Sem crédito, pagamento do Bolsa Família para em setembro, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, se o Congresso Nacional não aprovar o projeto de crédito suplementar de R$ 248 bilhões, necessário para cumprir a regra de ouro, travará os pagamentos do governo. De acordo com o ministro, sem o crédito, os pagamentos de subsídios param em junho, de benefícios assistenciais em agosto e, do Bolsa Família, em setembro. “Tenho que apostar que o Congresso vai aprovar o crédito suplementar”, completou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Guedes reforçou a necessidade de aprovação da reforma da Previdência e disse que o crescimento desses gastos pode impedir a tentativa do governo de “salvar o País”. “Pode não dar tempo”, afirmou.

Eles ponderou ainda que, como ministro da Economia, “manda muito pouco” e que não é ele quem decide onde são feitos cortes orçamentários, já que o presidente Jair Bolsonaro indica as prioridades do governo. “As pessoas acham que eu tenho muito mais poder do que eu tenho. O poder está em quem vai sancionar leis”, concluiu.

Imposto sobre dividendos

O ministro da Economia afirmou ainda que há outros temas que precisam ser endereçados no contexto econômico como, por exemplo, a tributação em cima de dividendos, mas que a reforma da Previdência é mais urgente neste momento. “Não vou cuidar do imposto em dividendos agora porque daí a Previdência já explodiu. É preciso desarmar essa bomba”, disse.

 

Exame

Foto: Adriano Machado/Reuters

 

 

Rota Cultural Raízes do Brejo 2019 ocorre de 20 setembro a 01 de dezembro

Reunidos em Serra da Raiz na tarde da quinta-feira, 21 de março, os Prefeitos e Prefeitas dos nove Municípios que compõem a Rota Cultural Raízes do Brejo, definiram as datas para a edição do evento deste ano, que vai de 20 de setembro a 01 de dezembro.

Como vem acontecendo nas edições anteriores, o Raízes do Brejo começa pelo Município de Belém e termina em Pilõezinhos. Para os Gestores e Gestoras dos Municípios envolvidos o evento já está consolidado e permite que a população de cada Município se aproprie de sua história e cultura, e permite que visitantes e turistas conheçam as particularidades de cada município.

O Raízes do Brejo é organizado e idealizado pelo Fórum de Turismo do Brejo Paraibano e realizado pelos Municípios.

Programação

Belém – De 20 a 22 de setembro.

Alagoinha – 27 a 29 de setembro

Duas Estradas – De 11 a 13 de outubro

Lagoa de Dentro – De 18 a 20 de outubro

Serra da Raiz – 25 a 27 de outubro

Borborema -08 a 10 de novembro

Dona Inês – 15 a 17 de novembro

Pirpirituba – 22 a 24 de novembro

Pilõezinhos – 29 a 01 de dezembro

Assessoria

 

 

Cheques devolvidos atingem o menor nível desde setembro de 2014

Foto: Agência Brasil

O número de cheques devolvidos (segunda apresentação por falta de fundos), como proporção do total de cheques movimentados, atingiu 1,83% em junho, registrando redução significativa em relação a junho de 2016 (-0,28 ponto percentual).

Com isso, o percentual atinge o menor nível desde setembro de 2014, quando foi de 1,80%. Os dados foram divulgados hoje (31), em São Paulo, pela Boa Vista Serviços, empresa de informações de crédito.

Na comparação mensal, o percentual de cheques devolvidos sobre movimentados também obteve queda (em maio, o nível foi de 2,11% frente a abril), sendo o resultado decorrente da diminuição de 20,5% dos cheques devolvidos e retração de 8,2% para os cheques movimentados.

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Inadimplência no mercado de crédito fica estável em setembro

inadimplenciaA inadimplência média das operações de crédito no sistema financeiro ficou estável em 3,7% em setembro, mostrou o Banco Central (BC) nesta quarta-feira. Nas operações com pessoas físicas, o índice de calote subiu de 4,1% para 4,2% de agosto para setembro. Já no crédito a pessoas jurídicas, a inadimplência ficou estável em 3,3%.

Considerando as operações de pessoas físicas com recursos livres, a taxa de calote ficou estável em 6,2%, enquanto as empresas mantiveram nível de inadimplência de 5,5%. Assim, a inadimplência total com recursos livres ficou estável em 5,9%.

No crédito direcionado, a inadimplência total subiu de 1,5% para 1,6%. A inadimplência das pessoas físicas ficou em 2%, após marcar 1,8% em agosto, e das empresas permaneceu em 1,3%.

Os empréstimos com recursos livres são aqueles cujas taxas são definidas livremente entre os bancos e os tomadores em cada operação. Incluem, por exemplo, cheque especial, cartão de crédito e financiamento de veículos.

O crédito direcionado é composto por operações cujos juros ou cuja fonte de recursos são definidos pelo governo, como o financiamento habitacional e o crédito rural, por exemplo.

Juro

A taxa de juro média cobrada nas operações de crédito como um todo registrou alta de 0,1 ponto percentual em setembro, saindo de 32,9% ao ano em agosto para 33% um mês depois. Em 12 meses, o custo médio do dinheiro aumentou 3,7 pontos percentuais.

Em setembro, a baixa dos juros ficou concentrada no segmento de pessoas jurídicas, com recuo de 0,6 ponto porcentual, para 21,4% ao ano. No caso das famílias, as taxas avançaram 0,7 ponto porcentual, para 42,5% ao ano.

Concessões de crédito

O sistema financeiro concedeu em setembro 2,1% a menos em novos empréstimos e financiamentos em comparação a um mês antes, apontou o Banco Central (BC). O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve aumento de 7,2%, na comparação com agosto.

Houve alta nas concessões para empresas e redução nas operações com famílias. Na comparação dos volumes acumulados em cada mês, as concessões para clientes corporativos aumentaram 5%, somando R$ 122,6 bilhões em setembro.

Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 152,5 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 7,2% abaixo do que tinha concedido em agosto.

Sob o ponto de vista do tipo de recurso usado pelas instituições para fornecer o crédito, a concessão com recursos livres caiu 1,5% e com recursos direcionados recuou 7% no mês passado.

As concessões no crédito direcionado caíram 17,1% nas operações com pessoas físicas, enquanto foi registrada uma alta de 3,6% nas operações com empresas.

Quando são consideradas as concessões no crédito livre, o volume subiu 5,2% nas operações com empresas e diminuiu 6,2% nas operações com as famílias.

Estoque

O estoque total de crédito do país recuou 0,2% em setembro, para R$ 3,110 trilhões. Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pelo BC para 12 meses, o estoque de operações saiu de 51,2% em agosto para 50,8% um mês depois. Em 12 meses, o recuo do estoque de crédito está em 1,7%.

O saldo total do crédito livre caiu 0,2% em setembro sobre o mês anterior, totalizando R$ 1,547 trilhão. O crédito direcionado diminuiu 0,2% no período, para R$ 1,563 trilhão.

No crédito às famílias, o saldo total aumentou 0,1% entre agosto e setembro, chegando a R$ 1,541 trilhão. Para as empresas, a retração foi de 0,4%, com o montante somando R$ 1,569 trilhão.

Valor Econômico

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Venda de veículos novos cai 20% em setembro, diz Fenabrave

carrosAs vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil recuaram 20% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2015, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (5) pela federação dos concessionários, a Fenabrave.

Em setembro, foram emplacadas 159,9 mil unidades novas no país. Com relação a agosto, que registrou 178 mil unidades, houve queda de 13%, considerando 2 dias úteis a menos.

No acumulado do ano, o mercado brasileiro encolheu 22,7%, de 1,95 milhão para 1,5 milhão, na comparação os 9 primeiros meses de 2015.

Para a Fenabrave, o desempenho negativo das vendas foi influenciado também pelo ritmo menor de produção no Brasil.

A Volkswagen ficou parada por cerca de 1 mês, por exemplo, por causa de um problema com fornecedores de peças. Outras fabricantes também ajustaram a produção, para reduzir os estoques.

Veículos de passeio
A Fenabrave pioroi a projeção de vendas de carros e comerciais leves (SUVs, picapes e furgões) no ano. Agora espera queda de 19,5%, com 1,99 milhão de unidades emplacadas. Em agosto, a estimativa era de declínio de 18%.

A federação diz que há sinais de recuperação econômica, mas se vê mais cautelosa com as vendas de carros e comerciais leves porque elas dependem de emprego, renda e crédito. E, na visão da entidade, não haverá melhoria rápida para esses itens.

“O segmento de autos e comerciais leves deverá ser o último a ter recuperação”, afirmou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção.
Vendas diárias e estoques
As vendas diárias de automóveis e comerciais leves ficaram em 7.380 unidades em setembro, contra 7.443 em agosto, divulgou a entidade. Em relação aos estoques, a média foi de 23 dias em setembro, enquanto agosto apresentou 19 dias.
Vendas de veículos no Brasil - Fenabrave (Foto: Arte/G1)
Veículos pesados
Os piores números estão no segmento de veículos pesados. No mês passado, apenas 828 ônibus foram emplacados, o que representa 46% a menos que as 1.539 unidades de setembro de 2015. Com relação a agosto deste ano, que teve 1.413 licenciamentos, a queda foi de 41%.

 

Já o número de caminhões ficou 30% abaixo, na comparação com as 5.9 mil unidades registradas no nono mês do ano passado. Pelo menos, as 4,1 mil unidades de setembro ficaram mais próximas do verificado em agosto deste ano, que teve 4,3 mil.

Apesar dos desempenho ruim do segmento, a Fenabrave acredita que a linha de pesados será a primeira a se recuperar. Para a entidade, isso ocorrerá com a aceleração de investimentos, sobretudo os de infraestrutura pública.

Motos
Contabilizado em separado dos automóveis, o comércio de motocicletas novas vem aprofundando sua crise, com queda de 29% em relação a setembro do ano passado. O segmento acumula retrocesso de 18% no ano.

 

De acordo com o presidente da Fenabrave, a situação para motos piora pela falta de crédito. Para automóveis, 3 pedidos de financiamento são aprovados em cada 10, enquanto o índice está em apenas 1 a cada 10 para motos. “Só quem realmente pode pagar está tendo a ficha aprovada”, afirmou Alarico.

Por marcas
A Chevrolet liderou as vendas em setembro, com 18,24% do mercado de carros e comerciais leves, seguida por Fiat (14%) e Hyundai (10,9%). Em um momento atípico, a Volkswagen foi para a 7ª posição, com apenas 7,8% das vendas no mês.
Por modelos
Renovado recentemente, o Onix continua na liderança do mercado brasileiro, já com folga para o Hyundai HB20. O Ford Ka aparece em 3º lugar, mas bem distante dos dois primeiros.

 

G1

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Cidade no Sertão da Paraíba está sem prefeito desde o dia 9 de setembro

 (Foto: Arnóbio Neto/Arquivo Pessoal)
(Foto: Arnóbio Neto/Arquivo Pessoal)

A cidade de São José de Espinharas, no Sertão paraibano, está sem prefeito desde o dia 9 de setembro, quando o atual, Renê Caroca (PSDB), que é candidato à reeleição, foi afastado do cargo e preso pela Polícia Federal. Paulo Medeiros, que era vice-prefeito, renunciou ao cargo e a presidente da Câmara Municipal, Maria do Socorro (PMDB), informou nesta sexta-feira (23) que negou tomar posse antes das eleições do dia 2 de outubro.

Maria do Socorro afirmou que não vai colocar sua campanha para reeleição a vereadora sob suspeita. “É um risco assumir uma prefeitura neste estado e com esses problemas. Fomos aconselhados a não tomar posse. Por isso, vou aguardar o fim das Eleições para virar prefeita [interina] de São José de Espinharas”, explicou.

A posse só deve acontecer no dia 3 de outubro. Até lá, a cidade vai continuar sem prefeito em exercício. Os servidores da prefeitura, tanto efetivos, comissionados e contratados, não receberam os salários do mês de agosto e estão acampados no auditório da Câmara Municipal desde a quinta-feira (22).

O servidor público Arnóbio Neto é um dos que estão se manifestando. “A cidade está parada. O município vive disso, dos empregos públicos. Ninguém tem dinheiro e estamos sem prefeito. No fim de setembro completaremos dois meses sem salário”, desabafou o funcionário.

A presidente da Câmara disse que já entrou com uma ação judicial para tentar pagar os servidores mesmo sem assumir a prefeitura. Segundo ela, a folha do mês de agosto girou em torno de R$ 498 mil, mais R$ 550 do duodécimo da Câmara Municipal e R$ 108 mil do repasse para a previdência.

“Não há dinheiro na conta corrente do pagamento da folha. Entramos na Justiça para podermos retirar de outras contas, onde há dinheiro de convênios, e pagarmos os funcionários. Nesta sexta, vou me pronunciar aos funcionários na Câmara e explicar a situação”, disse Maria do Socorro.

O ex-vice-prefeito, Paulo Medeiros (PTdoB), conhecido como Paulo Marchante, renunciou ao cargo no dia 13 de setembro. Segundo informações da vereadora Maria do Socorro, ele alegou que não fazia mais parte do grupo político de Renê Caroca e preferia deixar o cargo. Ele é candidato a vice-prefeito na chapa de oposição, encabeçada pelo candidato a prefeito Neto Gomes (PSB). OG1 entrou em contato com Paulo Medeiros, mas as ligações não foram atendidas até as 10h20.

Operação Veiculação
O prefeito de São José de Espinharas, Renê Caroca, foi preso durante a Operação Veiculação como suspeito de irregularidades em licitações e contratos públicos de locação de veículos. Além dele, foram presos o prefeiro de Emas, José William Segundo Madruga, e a chefe de gabinete da prefeitura de Patos, Ilanna Motta. A prefeita de Patos, Francisca Motta, foi afastada do cargo.

G1 PB

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