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Prefeitura de Serra da Raiz anuncia mais uma atração no São João da Serra  

O São João mais aconchegante da região ganhou mais um ingrediente a mais. A Prefeitura da Serra da Raiz anunciou nesta terça-feira, 18 de junho, o cantor Ranniery Gomes como mais uma atração na programação do dia 23 de junho no São João da Serra. O evento ocorre nos dias 21, 22 e 23.

Como já tinha sido anunciada anteriormente, a programação do dia 23 também conta com Os Barbosas.

Programação oficial:

Dia 19 (quarta-feira)

15:00h – Arraiá dos funcionários, Show com Wilton dos Teclados (Praça de eventos)

18:00h – Esquenta da quadrilha cafuçú na residência da Prefeita Adailma, com cortejo pelas Ruas da Cidade.

19:00h – Apresentação da quadrilha cafuçú, Forró pé de serra com Everson Félix (Praça de eventos)

Dia 21 (sexta-feira)

19:00h – Quadrilha Junina Raízes da Serra

22:00h – Forró de Cabo a Rabo, Giullian Monte.

Dia 22 (sábado)

17:00h – Pit Stop do Pegador com paredão do Mário

22:00h – Ramon Schnayder, Forró Pegado.

Dia 23 (domingo)

19:00h – Virgens Juninas

20:00h – Os Barbosas, Ranniery Gomes.

 

Assessoria

 

 

II Corrida da Serra acontece dentro da programação do Festival da Banana

Os amantes da corrida e caminhada já tem destino certo neste mês de Outubro, com a II Corrida da Serra, que acontece no domingo (14) em Bananeiras. O evento faz parte do calendário do II Festival da Banana de 12 a 14 de outubro com uma variedade de atividades esportivas e culturais.

Com percurso de 5km, os atletas percorrerão estradas de terra, asfalto, subidas e descidas até alcançar o pódio. Além de poder exercitar o corpo, a mente e vislumbrar belas paisagens que a cidade fornece.

As inscrições irão até o dia 12 de Outubro e são limitadas, a idade mínima dos participantes é de 18 anos. Os valores das inscrições variam,  Geral  R$ 30 reais sendo realizada através do site: www.contime.com.br.

Já as Locais, custam R$ 20 reais + 1kg de alimento não perecível e são realizadas na Casa do Turista, localizada na Praça Epitácio Pessoa, no centro de Bananeiras.

Haverá premiação em dinheiro para os primeiros colocados e para as faixas etárias, além de medalhas para todos os inscritos que concluírem a prova.

A distribuição do Kit será feita no dia 13 de Outubro, na casa do Turista, na Praça Epitácio Pessoa, centro de Bananeiras, das 08:00 às 12:00 e de 14:30 às 17 horas.

A largada será às 8h com concentração e saída da Praça Epitácio Pessoa

 Informações e regulamento clique aqui: http://contimeassessoria.com.br/eficiente/repositorio/corrida-da-serra-PB/6655.pdf

PREMIAÇÃO:
PREMIAÇÃO CATEGORIA: 5KM GERAL
1º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$500,00
2º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$300,00
3º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$200,00
4º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU
5º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU

PREMIAÇÃO CATEGORIA: 5KM – MORADOR BANANEIRENSE
1º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$200,00
2º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$100,00
3º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$50,00
4º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU
5º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU

PREMIAÇÃO CATEGORIA: 5KM – PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
1º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$50,00
2º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU
3º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU

PREMIAÇÃO CATEGORIA: FAIXA ETÁRIA 5KM
1º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU + R$50,00
2º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU
3º – colocado – Masculino e Feminino = TROFÉU

FAIXAS ETÁRIAS:
MASCULINO – 18/29 anos – 30/39 anos – 40/49 anos – 50/59 anos – 60 + anos
FEMININO – 18/29 anos – 30/39 anos – 40/49 anos – 50/59 anos – 60 + anos
Não haverá premiação dupla. Os atletas premiados nas categorias GERAL E MORADOR não concorrerão na Faixa Etária.

 

Secom-PMB

Com citações de Temer e Serra na Lava-Jato, semana deve ser de muita tensão

serra-e-temerA previsão é que, mesmo com a Olimpíada em andamento tranquilo, com a satisfação pelo sucesso da festa de abertura na sexta-feira, a semana política fique bastante tensa em Brasília a partir de hoje. Nem o recesso branco eleitoral da Câmara, com a semana útil resumida a segunda-feira e terça-feira, deverá aliviar o ambiente político.

Por duas razões:

(1) as denúncias, no fim de semana, no }âmbito da operação Lava-Jato, envolvendo o presidente-interino Michel Temer e o ministro das Relações Exteriores, José Serra. As duas já seriam fruto da pré-delação premiada dos executivos da Odebrecht.

(2) a votação, prevista pela manhã, da tecnicamente chamada “pronúncia” da presidente licenciada Dilma Rousseff pelo plenário do Senado – ela passará a ser considerada ré se perder, que é mais que provável. Embora precisem do voto apenas da maioria simples para isso, os governistas querem ter mais que os 54 votos necessários para a cassação definitiva de Dilma, de forma a demonstrar que votação lá pelo dia 25, será apenas para cumprir tabela.

Não se acredita que as histórias reveladas pela imprensa no sábado e no domingo, a respeito das negociações de Temer para pegar recursos para a campanha do PMDB e o financiamento da campanha presidencial de Serra em 2010, sejam suficientes para mudar votos no Senado em número suficiente para alterar a tendência favorável ao impeachment.

Porém, a oposição vai fazer barulho e tentará utilizar-se disso para tentar postergar ainda mais a decisão sobre o afastamento de Dilma. Senadores petistas já anunciam que pedirão o afastamento imediato de Serra e de Eliseu Padilha, da Casa Civil, citado como sendo um dos destinatários do dinheiro da Odebrecht para o PMDB.

A estratégia da tropa de choque da presidente licenciada (e de parte do PT) é criar constrangimentos para Temer em todos os níveis. A intenção, inclusive, é atrasar ao máximo (ou até impedir) a votação das medidas de ajuste fiscal do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Nas suas contas, Lula e o PT avaliam que somente terão alguma chance de um desempenho eleitoral menos medíocre em outubro – e por consequência em 2018 – se o governo Temer fracassar na correção dos rumos da economia brasileira. Já há sinais, registrados em reportagens dos jornais de fim de semana, de inquietação no seio dos agentes econômicos com a demora das soluções mais emergenciais para a economia.

O temor é que o presidente-interino não tenha força política para vencer essas batalhas – como algumas das concessões que ele tem feito, ora por pressões dos políticos, ora para não desagradar o universo do funcionalismo público, deixaram a entrever.

Nesta segunda-feira o governo vai passar por um desses testes sobre sua força política. Está marcada a votação do projeto de renegociação da dívida do estados, adiada já da semana passada apesar de o Palácio do Planalto, a contragosto do ministro Meirelles, ter cedido a várias ponderações dos governadores e deputados. Ela é essencial no pacote fiscal, mas, mesmo com as mudanças iniciais há governadores insatisfeitos – e eles arrastam partidos e deputados.

É o grupo do Norte e do Nordeste que, por ter dívidas menores que os estados das outras regiões, querem alguma compensação financeira adicional. A proposta que estão levando a Brasília é o aumento do Fundo de Participação dos Estados (na arrecadação do IR e do IPI) de 22% para 24% – o que daria cerca de R$ 7 bilhões a mais por ano. Eles ganhariam porque a maior parcela do FPE vai para os estados menores e menos desenvolvidos.

Para complicar o dia, está marcada também a leitura no plenário da Câmara da decisão do Conselho de Ética que recomenda a cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha. É uma novela que ainda demorará a ter um fim. Lá no fundo, o próprio Palácio do Planalto não quer uma decisão agora, para não tumultuar a votação do impeachment no Senado.

Outros destaques dos

jornais do dia

– “Setores beneficiados pelo câmbio temem perder mercado este ano” (Folha)

– “Leilões de aeroportos já atraem grupos estrangeiros” (Valor)

– “União paga R$ 535 milhões de dívidas atrasadas do Estado do Rio” (Valor)

– “Despesa do seguro desemprego caiu no 1º semestre” (Valor)

– “Crise dos bancos europeus ainda não atingiu o fundo do poço” (Valor)

– “Isenção fiscal para templos de São Paulo atinge R$ 110 milhões” (Folha)

– “PT disputará menor número de prefeituras em 20 anos” (Estado)

– “Odebrecht deve delatar caixa dois do PSDB” (Globo)

LEITURAS SUGERIDAS

1. Valdo Cruz – “Brasil, medalha de lata e de ouro” (diz que, das despesas com seguridade social no ano passado, 75% bancaram benefícios públicos ou privados e a saúde do brasileiro ficou com apenas 14% – como os benefícios não param de subir, a conta não vai fechar) – Folha

2. Ricardo Noblat – “Odebrecht mira em Temer” (diz que ao apontar para o presidente-interino delação de Odebrecht mostra que crise política está longe do fim) – Globo

3. Paulo Guedes – “Esqueça a reeleição” (diz que a corrupção sistêmica torna insaciável a opinião pública e intermináveis as investigações – é preciso renovar a política e reformar a economia) – Globo

4. Marcos Nobre – “O fim das narrativas” (diz que o divórcio entre o sistema político e a sociedade vai continuar) – Valor

5. Editorial – “Bons sinais, por enquanto” (diz que país precisa de investimentos muito maiores e o primeiro passo será vencer a crise política) – Estado

6. Bernard Appy – ” Qual é o limite de despesa para 2016?” (diz que ainda que a PEC do Teto seja um grande avanço, ela não garante por si só um ajuste fiscal estrutural) – Estado

Destaques dos jornais

do fim de semana

SÁBADO

– “Investimento previsto para novas concessões pode alcançar R$ 31 bilhões” (Folha)

– “Norte e Nordeste ameaçam tirar apoio a projeto de socorro aos estados” (Estado)

– “MP vê Lula em esquema criminoso” (Estado/Globo)

DOMINGO

– “Odebrecht diz que repassou R$ 10 milhões a pedido de Temer” (Estado)

– “Serra recebeu R$ 23 milhões via caixa dois, diz Odebrecht” (Folha)

– “Governo planeja poupar militares em mudança na Previdência” (Folha)

Info Money

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Caminhos do Frio chega a Bananeiras com mistura de aventura e arte na Serra

BananeirasA partir desta segunda-feira (08) a cidade de Bananeiras recebe a Rota Cultural Caminhos do Frio e se estende até o próximo domingo (14). Com uma programação diversificada a rota que esta na sua 11º edição, vem para completar o calendário do evento que possui nove (9) municípios envolvidos, sendo a sexta a receber o evento. Sua abertura acontece às 19h30min no Espaço Cultural Oscar de Castro, com exposição de artes, feira de artesanato, muita música e dança.

Com o tema “Aventura e Arte na Serra”, a Programação contará com oficinas, apresentação de teatro de bonecos, exposições de artes plásticas, exibição de filmes, espetáculo de dança e teatro, feira de artesanato, mostra gastronômica e trilhas ecológicas. Entre as atrações musicais estão os shows de Banda SCFV, Eloisa Olinto, Tinho e Banda, Kelson Kiss, Banda Anthares, Sandra Belê, Curió e Forró Caboclo.

Todos os anos a programação do Caminhos do Frio na cidade de Bananeiras homenageia artistas da região, esse ano as homenagens são direcionadas para o Guarabirense Clóvis Júnior e o Bananeirense Alexandre Filho, artistas plásticos de renome internacional que representam a arte Naif.

Além dos diversos meios de hospedagem alternativa que são oferecidos em casas residenciais, os três maiores empreendimentos de hotelaria, em Bananeiras, dispõem de 383 leitos, distribuídos em apartamentos, chalés e alojamentos. Entre os pontos turísticos mais visitados estão o Túnel Ferroviário, a Lagoa do Matias, o Cruzeiro de Roma, as pinturas rupestres no Sítio Umarí, a Bica dos Cocos, o Colégio Agrícola Vidal de Negreiros, o Engenho Rainha, a Casa de Solón de Lucena, entre outros.

A primeira cidade a receber o roteiro foi Areia (04 a 10/07); logo em seguida passando por  Pilões (11 a 17/07), Remígio (18 a 24/07), Solânea (25 a 31/07), Serraria ((01 a 07/08), chegando em  Bananeiras e seguindo para os municípios de Matinhas (15 a 21/08), Alagoa Nova (22 a 28/08), com encerramento em Alagoa Grande (28/08 a 04/09).

O Caminhos do Frio é uma realização do Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano e das prefeituras envolvidas, contando com apoio do Governo do Estado, por meio da PBTur e do Sebrae-Paraíba. Toda a programação da Rota Cultural pode ser vista no site do evento, www.caminhosdofrio.com.

Ascom-PMB

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Serra obteve R$ 23 milhões de caixa dois, diz Odebrecht

serraEm sua delação premiada, Marcelo Odebrecht, preso há mais de um ano, relatou que Serra recebeu R$ 23 milhões, via caixa dois, em sua campanha presidencial de 2010, segundo reportagem da jornalista Bela Megale que foi a Curitiba recolher as informações.

Parte dos recursos, que, corrigidos pela inflação, hoje equivaleriam a R$ 34,5 milhões, foi paga no exterior, o que, em tese, poderia levar à cassação do registro do PSDB.

Além disso, as doações também podem ser decorrentes de propina e desvios de recursos públicos da Dersa, uma estatal paulista, uma vez que a Odebrecht também apontou corrupção na construção do Rodoanel e supostos intermediários de Serra na arrecadação de propinas.

O chanceler interino nega irregularidades e diz que sua campanha transcorreu dentro da legalidade. No entanto, a Odebrecht pretende apresentar recibos de pagamentos feitos no exterior e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não terá alternativa a não ser denunciar Serra.

Brasil 247

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Projeto de Serra tira R$ 25 bi da educação por ano

serraEspecialistas apontam que a educação brasileira poderá perder R$ 25 bilhões ano, se for aprovado o projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP), que altera o regime de exploração do pré-sal. Em projeção para os próximos 15 anos, o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) estaria definitivamente impedido. A estimativa é da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

A proposta de Serra não altera a destinação e nem os valores dos royalties, mas pode diminuir muito a arrecadação do Fundo Social, pois retiraria da Petrobras a exploração exclusiva de todos os campos do pré-sal. Ou seja, qualquer outra empresa privada poderia assumir essa função, com os devidos ganhos.

Para os especialistas, este é o momento de investir em educação. “A nossa sociedade vive o último ‘bônus demográfico’. É a última etapa da nossa história em que a maior parte da nossa população é jovem”, alerta Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

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Para a ex-presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) Cleuza Repulho, “éimportante ficar atento a isso e não abrir (a exploração do pré-sal) para outras empresas. A Petrobras passa por um momento difícil, mas isso vai passar”. Ela reafirma que os recursos do pré-sal são importantes para que as 20 metas do PNE sejam alcançadas.

“Nós garantimos o dinheiro do pré-sal em cima de metas que foram acordadas nos 5.570 municípios, mais os 26 estados. Mudar a regra do jogo e tirar esses recursos vai fazer com que nós não possamos atingir as metas. Não atingir as metas significa não colocar todas as crianças na escola, não ter professores em todas as salas de aula e não ter infraestrutura mínima adequada pra receber essas crianças e jovens”, afirma Cleuza.

 

brasil247

Requião: ‘Projeto de Serra para pré-sal é perda total. Querem acabar com a Petrobras’

MOREIRA MORIZ/AGÊNCIA SENADO/FOTOS PÚBLICAS
MOREIRA MORIZ/AGÊNCIA SENADO/FOTOS PÚBLICAS

Crítico ácido do governo da presidenta Dilma Rousseff e, ao mesmo tempo, da oposição, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) tem se destacado como um dos parlamentares que mais tem contribuído para combater o Projeto de Lei do Senado (PLS) 131/2015, de José Serra (PSDB-SP). O tucano pretende mudar a Lei de Partilha do Pré-sal, aprovada em 2010, para acabar com o papel da Petrobras como operadora exclusiva do pré-sal, e sua participação mínima, de 30%, nos leilões de exploração de petróleo, o que em última instância tem sido percebido pelas centrais sindicais como um ataque destruidor à soberania do país.

“Estão fazendo com a Petrobras o que fizeram com a Sabesp em São Paulo e a Sanepar em Curitiba. Isso significa que estão diminuindo os investimentos em extração e em projetos de médio e longo prazos, mudando o cronograma de investimentos da empresa, e aumentando os preços para aumentar o lucro dos acionistas. A Petrobras está engasgada pelo tipo de administração que tem e pela orientação da Fazenda”, afirma Requião.

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Irônico em sua abordagem da realidade, o que reflete sua indignação com os ditames neoliberalistas na política e economia, o senador é do tipo de político que não tem papas na língua e gosta de uma polêmica. Nesta entrevista, ao comentar os episódios recentes da Operação Lava Jato, que investiga a tomada da Petrobras por meio de propinas a empresas prestadoras de serviço, ele ironiza as tarjas pretas que protegeram nomes da oposição nos vazamentos seletivos e a ilação que tenta associar a palavra ‘vaca’ a João Vaccari Neto, o tesoureiro do PT preso pela operação. “Agora, se um daqueles nomes traduzidos por letra era uma vaca, seguramente o JS era o bezerro. Não é José Serra, é o filho da vaca”, afirma provocando risos.

Requião considera que reforma política que não elimina financiamento empresarial e coligações é “tapeação”, porque o dinheiro de empresas “manda no Congresso” transforma partidos em bancadas financiadas. Sobre o comportamento da imprensa, defende a legalização do direito de resposta. “Se o Jornal Nacional chamar o José das Couves de ladrão, estelionatário, desonesto, improbo e tiver de desmentir no dia seguinte, no mesmo espaço, ele perde a credibilidade e importância. O direito ao contraditório é fundamental e ele não existe na mídia brasileira.”

Há um debate acalorado, polêmico, por conta do projeto de lei do Senador José Serra. O que é importante para a população entender sobre o projeto, para que se possa fazer a defesa da Petrobras?

O Wikileaks dizia que o Serra (senador José Serra) tinha um compromisso de acabar com o pré-sal e entregá-lo sob o regime de concessão a empresas estrangeiras, notadamente a Chevron. O Serra negou isso durante meu discurso no plenário, mas não é o que demonstra o projeto que ele fez. O projeto mantém a legislação de partilha, mas entrega o comando do processo todo, que é o controle dos custos, o fornecimento de máquinas e insumos fora do Brasil, o controle da vazão. Ou seja, eles tiram o que quiserem e quando quiserem, e vão tentar tirar a quantidade máxima de petróleo de custo baixo, e entregam isso às concessionárias com o pretexto que a Petrobras não tem condição de explorar o pré-sal.

Isso é uma falácia mas, na verdade, o Serra não deixa de ter razão, porque o ministro Joaquim Levy (da Fazenda) proibiu o BNDES de fazer empréstimo à Petrobras, e a presidenta Dilma nomeou uma diretoria de mercado no comando da empresa, um conselho de administração de mercado. Então, estão fazendo com a Petrobras o que fizeram com a Sabesp em São Paulo e a Sanepar em Curitiba. Isso significa que estão diminuindo os investimentos em extração e em projetos de médio e longo prazos, mudando o cronograma de investimentos da empresa, e aumentando os preços para aumentar o lucro dos acionistas. A Petrobras está engasgada pelo tipo de administração que tem e pela orientação da Fazenda.

“Você acha que o Serra facilitaria para o governo da Dilma, para que ela venda alguns poços de Libra e do pré-sal para fechar seu superávit primário? Isso é descartado por qualquer raciocínio inteligente”

O sr. considera isso um choque de neoliberalismo?

Não é só um choque. É o neoliberalismo funcionando sem limites na condução da economia brasileira, e de uma forma absolutamente errada. Não estou comparando o Brasil com a Grécia, os gregos produzem azeite e turismo, mas é o mesmo projeto que levou a Grécia à falência de hoje. Quando isso começou na Grécia, em 2010, a dívida era de 104% do PIB, e hoje, cinco anos depois, com desnacionalizações, arrocho salarial, diminuição de direitos trabalhistas e privatizações, o déficit da Grécia é de 180% do PIB. Ela está sendo submetida de uma forma vil aos interesses da banca do mercado que comanda a política europeia.

Por que acontece isso?

A Dilma cedeu à pressão do mercado, cedeu às exigências do capital. Colocou o Levy para fazer esse tipo de política que ela diz concordar, mas só uma ressalva, ela, ainda por não ser uma liberal puro sangue, está mantendo as politicas compensatórias, as bolsas (programas sociais, como o Bolsa Família).

Mas eu vejo que essa política fracassou de forma completa. O governo não reduziu o déficit, ele reconheceu que essa política de arrocho e recessão havia diminuído a receita fiscal e que era impossível cumprir a meta. Eles simplesmente disseram oficialmente que não vão cumprir a meta.

Ontem (28) tivemos em São Paulo e Brasília manifestações contra a reunião do Copom…

Tem um artigo do Serra na Folha que é um ‘encanto’. Ele considera o Copom uma reunião de vestares, que provavelmente estão em um templo de adoração à deusa Vesta, completamente isolados do mundo e agindo tecnicamente. Ele faz um protesto porque um membro do Copom adiantou à Folha a sua opinião, que deveria aumentar os juros, o que é uma estupidez. O Serra diz que não foi para isso que ele e o FHC criaram o Copom, porque o comitê não pode discutir nada por antecipação. O comitê se reúne diante das explicações colocadas pelo Banco Central, ele toma uma posição que é imediatamente anunciada pela Secom (Secretaria de Comunicação do governo), ou seja, ele estabelece o predomínio celestial dos técnicos em finanças sobre os interesses da democracia e da população. É a política que vige hoje no mundo hoje, de reação ao estado social, do trabalho e dos executivos e da prevalência da suposta capacidade técnica dos gestores do mercado. É a submissão do país aos interesses do capital financeiro.

Existe alguma projeção, algum numero que dá uma dimensão do prejuízo que viria com o projeto do Serra sobre o pré-sal?

Perda total. Perderíamos o controle do preço, o controle da vazão, que influencia no preço, e eles teriam o controle dos custos, comprando insumos fora do Brasil, faturando como quisessem, como faz toda multinacional.

O projeto educacional com verbas do pré-sal estaria acabado?

Dança! Porque aumentam os custos, eles vão aumentar o custo de produção, vai diminuir isso tudo, será reduzir a uma expressão muito simples, ditada pelo interesse do capital investidor.

Por que o governo Dilma, que é um governo popular, estaria cedendo à pressão?

Cedeu porque cedeu, cedeu à pressão do capital e dos bancos.

O resultado das eleições no ano passado, que mostrou o país divido, não contribui?

O que diferencia a política da Dilma da política do Aécio é que ela ainda mantém a política social.

Qual seria o caminho para recuperar a Petrobras?

O primeiro caminho é demitir essa direção e colocar uma direção que tenha uma visão nacional, e não uma visão imediatista do mercado financeiro, a mesma que quebrou os Estado Unidos em 2008. Essa visão é a que esquece o planejamento de médio e longo prazos, o investimento na inovação e tecnologia, e se dedica apenas a obter o lucro dos acionistas no momento.

Como se viabiliza a Petrobras hoje? A ideia que desenvolvemos no Senado, com alguns companheiros, é a emissão de letras do Tesouro, que seriam repassadas ao BNDES e a Petrobras tomaria esse volume de recursos através de debêntures, e imediatamente ela punha para funcionar o seu planejamento anterior, eliminando os ladrões, os desvios, o superfaturamento, com uma direção limpa e nacionalista.

Mas para isso a Petrobras precisa de uma capacidade de endividamento…

A Petrobras tem a maior capacidade de endividamento do planeta, ela não pode ser analisada pelo seu valor de mercado hoje, não tem nada a ver com seu valor patrimonial. O valor patrimonial da Petrobras é um valor estratégico para o Brasil, é o valor do nosso futuro e das nossas reservas de petróleo no território nacional. Não tem limite isso, não é quantificável. O endividamento da Petrobras hoje é muito menos devido ao roubo diante dos investimentos que foram feitos e do retorno desses investimentos.

O sr. acredita que há um ataque orquestrado à Petrobras?

Sim, por parte do Levy, por parte das medidas tomadas pelo nosso governo e por parte do Serra e de alguns parlamentares. É evidente que estão tentando acabar com a Petrobras, ou você acha que o Serra, de uma hora para outra, tentaria facilitar o governo da Dilma, viabilizando que ela venda alguns poços de Libra e do pré-sal para fechar seu superávit primário?! Isso é totalmente descartado por qualquer raciocínio moderadamente inteligente.

E como o sr. vê a atuação da Operação Lava Jato nesse contexto?

Eu vejo, do ponto de vista do garantismo jurídico do qual eu sou um adepto, grandes furos. Mas do ponto de vista nacional, muito bom. Estão expondo o que não seria exposto. É claro que existem verdadeiras esdruxularias, por exemplo, hoje descobri que o procurador da República Deltan Dallagnol vai a uma igreja e diz (não com todas as letras, mas se pode inferir) que a Lava Jato é a maior operação policial. É um culto, é uma obra de Deus. É uma estupidez isso. Ele é uma espécie de novo jihadista, um cruzadista, está sendo dirigido pelo Senhor. É uma bobagem monumental. Por outro lado, tem outras bobagens, você descobre que a vaca citada não é o Vaccari, é uma vaca (um animal) premiada. Mas uma vaca premiada adquirida por R$ 2,2 milhões seguramente é uma lavagem de dinheiro, muito comum nos leilões de gado, onde as empresas e os bancos compram por preços altíssimos, pagam com o dinheiro comunitário, o dinheiro empresarial, e recebem de volta na pessoa física, como caixa dois. É evidente isso e conhecido no Brasil inteiro.

“A legalização do direito de resposta é mais importante que qualquer controle da mídia. Se oJornal Nacional chamar o Zé das Couves de ladrão, e tiver de desmentir no dia seguinte, no mesmo espaço, perde credibilidade. O direito ao contraditório é fundamental e não existe na mídia brasileira”

A lavagem de dinheiro em países em desenvolvimento como o Brasil não está minando a democracia?

Veja os leilões de obras de arte. De repente, o banco compra um quadro por R$ 15 milhões. Na verdade, ele paga R$ 500 mil para o dono e fica com R$ 14,5 milhões. Mas o banco saiu, os acionistas perderam e alguém da direção que decidiu a compra ficou no caixa dois. Agora, se um daqueles nomes traduzidos por letra era uma vaca, seguramente o JS era o bezerro. Não é José Serra, é o filho da vaca (risos).

Por conta desse contexto da Operação Lava Jato, e dos incansáveis vazamentos seletivos, o sr. acredita que é preciso discutir a regulação da mídia?

A minha proposta é a legalização do direito de resposta. Isso é muito mais importante do que qualquer espécie de suposto controle da mídia. Se o Jornal Nacional chamar o José das Couves de ladrão, estelionatário, desonesto, improbo e tiver de desmentir no dia seguinte, no mesmo espaço, ele perde a credibilidade e importância. O direito ao contraditório é fundamental e ele não existe na mídia brasileira.

Mas com essa finalidade teve um projeto que o sr. aprovou recentemente?

Aprovei por unanimidade no Senado e está engavetado por Eduardo Cunha (presidente da Câmara, do PMDB-RJ) na Câmara. Nem em regime de urgência é votado. Provavelmente, o Cunha está esperando um parecer do círculo religioso para saber se pode ou não pode pôr em votação. Um culto estranho…

Como vê a questão da tarja preta?

Tarja preta foi uma estupidez, uma burrice monumental de um agente ou de um delegado. Provavelmente aecista mesmo, ou foi para colocar o Serra em evidência, o que seria imaginar muita inteligência por parte dele, porque não tem justificativa. Lá estavam também detentores de foro privilegiado, como Alckmin (Geraldo Alckmin, governador de São Paulo), e outros que apareceram na integralidade dos seus nomes.

Ele põe tarja preta no JS, que hoje já se sabe que é o bezerro da vaca, e não coloca tarja preta nos outros, e não coloca tarja preta no escritório da secretária do bezerro e nem nos números de telefone.

Como o sr. está vendo a gestão do Beto Richa, a questão inclui principalmente…

Você está falando no que não existe, não é?! Não existe gestão no Paraná.

Principalmente na questão dos professores…

Não, na questão da administração dos recursos públicos. Pelo que a gente vê hoje, tem uma quadrilha comandando o estado do Paraná.

Voltando à Lava Jato…

Você veja, 13 ou 14 anos atrás houve a primeira delação premiada do Youssef (Alberto Youssef, doleiro). Se quiser, procure “delação premiada”, entra ali na pesquisa. Você vai ver que ele denunciou o governo do PSDB e do DEM inteirinho. Mas, como os fatos eram estaduais, não foi ele que levou à frente. Até hoje, as pessoas não foram nem sequer citadas, passados 14 anos. Jaime Lerner, o presidente do Tribunal de Contas, aquele pessoal todinho, com pacotes e pacotes de dinheiro, e nada aconteceu em relação a isso. Então, isso deu esta complacência, teve continuidade no governo… Deu continuidade na administração do Beto Richa.

Agora, no histórico jurídico, digamos assim, da delação premiada, a lei mais recente é da presidenta Dilma…

Veja bem, a delação premiada é corriqueira, ela tem de ser confirmada por fatos processuais.

Mas o sr. vê nesse aparato jurídico que garante a delação premiada, inclusive nesta lei mais recente, algum problema, algum buraco que deixou espaço para os vazamentos seletivos?

Existem críticas à condução policial do Ministério Público e do próprio juiz nas ações. Mas esta crítica garantista não pode se transformar na garantia da impunidade desse bando de ladrões.

Esses vazamentos seletivos tão falados deveriam estar previstos na lei?

Não, o Serra não acredita nisso, ele acha que no Banco Central nunca houve. Só não haveria vazamento seletivo se a Polícia Federal e o Ministério público fossem compostos por querubins e versais. Claro que o vazamento seletivo acaba sendo uma derivação da natureza humana das pessoas múltiplas que conduzem um processo desses. Veja, estão protestando hoje contra o vazamento do depoimento do Júlio Camargo em relação ao Eduardo Cunha. Não existe vazamento. Porque o Eduardo Cunha não era réu. Ele era testemunha em uma ação, e seu depoimento foi público. Ele já tinha sido ouvido pelo Supremo (Tribunal Federal) e dito a mesma coisa. Neste caso não era nem delação premiada, ele era testemunha dos processos. Então, a rigor, o Supremo Tribunal Federal deve considerar absolutamente correto o depoimento.

Qual a perspectiva que o sr. tem para este segundo semestre nos trabalhos do Senado?

O Senado está trabalhando sob comando. Tem relatores únicos. O relator exclusivo do Senado agora é o Romero Jucá (PMDB-RR). A gente, eu, por exemplo, me considero completamente marginalizado das decisões do Senado. Eles indicam o Vital (do Rêgo, PMDB-PB) ministro do Tribunal de Contas e você só sabe disso no dia da votação. Então, os senadores como eu não participam de nada no Senado.

Agora, vai ser uma chapa quente no Congresso inteiro. Temos um projeto que estabelece que as relatorias sejam distribuídas conforme o Judiciário distribui processos. Por um computador que funciona com algorítimo. Eu apresentei esse projeto com 60 assinaturas ou mais dos 81 senadores. Está engavetado.

“Olha, reforma política é proibir coligação e proibir doação de pessoa jurídica. O resto é tapeação. Hoje o dinheiro da pessoa jurídica manda no Congresso. Nós não temos mais partidos, praticamente, temos bancadas financiadas”

O que se pode esperar do Senado na questão da redução da maioridade penal?

Eu espero que ele rejeite isso. Você não pode admitir mais a impunidade de um menino de 17 anos e 9 meses que matou quatro pessoas. Mas você não pode admitir esses tipos de condenações. Crimes de tipo aberto, o que existe na França. Na França, quem decide a periculosidade do crime é o juiz e o promotor. Então, se eles brigaram com a mulher de manhã cedo, ou estão irritados por alguma coisa, eles pegam teu filho que roubou uma maçã no bar da esquina, e condenam.

Aqui inventaram, para atenuar, essa do crime hediondo, que é uma estupidez, ninguém sabe exatamente o que é isso. Eu acho que tem de haver uma solução. Tentaram essa solução do José Serra, que não tem muita ligação com a realidade, que é aumentar o período de segregação nestas escolas disciplinares, estes reformatórios.

Então, está muito mal conduzido isso. Pode ser que tenham de estabelecer alguns tipos que levariam à condenação do menor. A reincidência e o tipo de crime. Mas isso muito bem definido por lei, para não ficar ao visto de juízes e promotores.

A redução pura e simples é um retrocesso bobo. Você vê, Nova York discute hoje a volta da responsabilidade criminal para 18 anos.

Em relação à reforma política, seria importante mudar o financiamento de campanha?

Olha, reforma política é proibir coligação e proibir doação de pessoa jurídica. O resto é tapeação. O dinheiro de empresas manda no Congresso. Nós não temos mais partidos, praticamente, temos bancadas financiadas.

E chegamos a isso também por conta da jurisprudência sobre as eleições, que também veio evoluindo nesse sentido?

Não. É evidente que os tribunais estão legislando. Mas o fundamental é o financiamento privado. Se forma a bancada, aí entra na questão do liberalismo mesmo. O povo não tem mais influência. É precarização do trabalho, precarização do Congresso por meio do financiamento de pessoa jurídica e precarização do Executivo através do domínio absoluto da economia pelo Banco Central.

Isso é cada vez mais comum no mundo hoje. Se você quer uma crítica, tem um livro de um alemão, que chama-se Wolfgang Streeck. Como não leio alemão, li em uma edição em português do livro. Muito interessante, chama-se Tempo Comprado.

O que esperar do futuro?

Só tenho um desejo. Que essa crise seja curta. Para o Brasil voltar a ser reconstruído do ponto de vista nacional, democrático e popular. Agora, o risco é que a crise leve a uma solução, por exemplo, como a eleição do Berlusconi na Itália.

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Prefeito de Bananeiras confirma programação do São João Pé de Serra 2015

bannerO Prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, confirmou nesta quarta-feira, 03 de junho, a programação oficial do São João Pé de Serra 2015.

A programação que começa no dia 20, com o auto do São João Menino, conta com shows de Cezinha, Waldonys, Os Gonzagas, Adriano José, Raniery Gomes, entre outros.

Uma programação alternativa será oferecida. No sábado (20), no Distrito Vila Maia, tem o Segundo São João na Vila e no Restaurante da Estação, tem shows nos dias 20 e 23.

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Programação

Abertura oficial

Sábado – 20 de junho –

Hora – 19h30

Local – Colégio Emília Neves

Evento – Auto do São João Menino (Escola Municipal de Teatro)

Cortejo Junino para a Sala de Reboco com Quadrilha Matuta interativa – Grupo Serras de Bananeiras

Forró na Sala de Reboco

Hora – 22h00

Local – Rua Castro Pinto

Atrações – Forró de Cabo a Rabo e Forró de Montão

Domingo – 21 de junho –

Hora – 21h00

Local – Rua Castro Pinto

Atrações –  Ranniery Gomes, Cezinha e Severo Gomes e Forró Potiguar

Sala de Reboco – Ronaldo Show

Segunda-feira – 22 de junho –

Hora – 21h00

Local – Rua Castro Pinto

Atrações –  Alejadinho de Pombal, Os Gonzaga e Forró Ficado

Sala de Reboco – Origens do Forró

Terça-feira – 23 de junho –

Hora – 21h00

Local – Rua Castro Pinto

Atrações –  Adriano José, Waldonys e Curió e Caboclos do Forró

Sala de Reboco – Trio Rainha

Programação Alternativa

Sábado – 20 de junho –

II São João na Vila

Local – Distrito de Vila Maia

Atração – Trio Rainha

Evento particular – Arraiá da Estação

Hora – 22h00

Local – Restaurante da Estação

Atrações – Ytalo e Reno e Ramon Shynayder

Terça-feira – 23 de junho –

Hora – 16h00

Local – Restaurante da Estação

Atrações – Osmídio e Vinícius e Sobral

Assessoria

 

O plano de Serra para a Petrobras: privatizar

serraO senador José Serra (PSDB-SP) concedeu uma entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues (leia aqui), em que apresentou uma proposta polêmica para a Petrobras: o fatiamento da companhia, que seria dividida em várias áreas, que ficariam sob o comando de uma holding. Depois disso, alguns ativos seriam vendidos, ou seja, privatizados.

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“A Petrobras deveria ser dividida em empresas autônomas [e] uma holding. Aí, [em] cada caso, ou você vende, ou você abre o capital. O Banco do Brasil fez isso com alguma coisa na área de seguro. Deu certo. Eu não teria nenhum problema de desfazer, ou conceder, ou associar a Petrobras em áreas diversas, que ela não tem que estar”, disse ele.

Serra citou, inclusive, alguns ativos que devem ser vendidos. “A meu ver ela não tem que produzir fio têxtil, não tem que fazer adubo necessariamente. Tem que ficar concentrada. A Petrobras tem 300 mil funcionários terceirizados. Isso é ‘imanejável’. Você criou um monstro, que não dá para governar”.

Segundo o senador, a empresa deve manter seu foco em produção e exploração, mas defendeu a abertura do setor a empresas privadas, nacionais e internacionais, com a retomada do modelo de concessões. Ele disse ser a favor de “abrir para mais produção, sob controle”, no sistema de concessões.

Serra afirmou, ainda, que não se trata de privatização e que se for acusado disso irá reagir. “Vou dizer, primeiro, é mentira. Segundo, a política de vocês [PT] é que levou à destruição da Petrobras, que hoje é clara”.

Ele também falou sobre eventual impeachment da presidente Dilma Rousseff e afirmou que esse debate prospera porque “quanto mais fraco o governo, menos chance tem de terminar o mandato”. No entanto, disse que essa não deve ser a agenda do PSDB. “Eu acho que impeachment não é programa de atuação da oposição. A oposição tem que cobrar, criticar, mostrar as vulnerabilidades. Apontar aquilo que está acontecendo.”

brasil247

Serra Leoa confina 6 milhões de pessoas em casa para conter ebola

ebolaUm toque de recolher de três dias foi iniciado em Serra Leoa para permitir que agentes de saúde encontrem e isolem novos casos de ebola, doença que já causou 2.600 mortes na África Ocidental.

O objetivo é manter as pessoas confinadas em casa durante a operação e prevenir que a doença se espalhe ainda mais. Críticos, no entanto, dizem que a medida diminuirá ainda mais a confiança entre público e autoridades médicas.

Seis milhões de cidadãos não poderão sair às ruas até domingo. Cerca de 30 mil voluntários farão uma busca de porta em porta para encontrar pacientes e vítimas.

Autoridades disseram que as equipes não entrarão nas casas, mas chamarão serviços de emergência para lidar com pacientes e corpos.

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Equipes distribuirão sabonetes e informações para prevenir novos contágios.

Serra Leoa é um dos países mais atingidos pelo surto do ebola na África Ocidental, com mais de 550 mortos. Dos 14 distritos do país, 13 registraram casos da doença.

Nas horas que antecederam o toque de recolher, as ruas da capital, Freetown, ficaram congestionadas. Pessoas estocaram óleo de cozinha, arroz e outros mantimentos.

Segundo a correspondente da BBC Umaru Fofana, nem mesmo a forte chuva na cidade conteve as milhares de pessoas que lotaram mercados. Uma atendente disse que prateleiras tiveram que ser repostas cinco vezes em apenas dois dias.

A agência Médicos Sem Fronteiras (MSF) criticou a medida, dizendo que, no final, ela ajuda a espalhar a doença, e não a contê-la, já que oculta potenciais casos da doença.

Autoridades, no entanto, dizem que o toque de recolher reduz a disseminação da doença, e que milhares de oficiais serão deslocados para garantir que moradores cumpram as restrições.

A porta-voz do Ministério da Saúde, Sidie Yahya Tunis, disse à BBC neste mês esperar o cumprimento do toque de recolher. “Ou você cumpre ou você está descumprindo a lei. Se você desobedecer, você está desobedecendo ao presidente”, disse.

Ebola (EPA)Autoridades africanas têm enfrentado dificuldades em conter o surto do ebola

Ebola (AP)Equipes em Serra Leoa distribuirão informações para prevenir a disseminação do ebola

Na vizinha Guiné, foram encontrados os corpos de nove agentes médicos e jornalistas desaparecidos e que participavam de uma campanha para conter o ebola.

Um porta-voz do governo disse que alguns dos corpos foram encontrados em uma fossa no vilarejo de Wome. A equipe foi atacada por moradores na terça-feira.

Correspondentes dizem que muitos moradores desconfiam dos esforços oficiais para combater a doença e o incidente mostra as dificuldades que equipes médicas enfrentam.

‘Ameaça à paz internacional’

O Conselho de Segurança da ONU declarou o surto do ebola uma “ameaça à paz e segurança internacional” e adotou por unanimidade uma resolução pedindo por mais recursos para combater a epidemia.

Integrantes do Conselho foram informados que a resposta internacional tem que ser 20 vezes maior do que atualmente e que o número de casos está dobrando a cada duas semanas na África Ocidental.

Ebola (Getty)Conselho da ONU se reuniu e declarou surto do ebola “ameaça à paz e segurança internacional”

A resolução também pediu que restrições a viagens sejam canceladas, dizendo que os países afetados necessitam ter acesso à ajuda ao invés de serem isolados.

Em uma apresentação em vídeo, um médico que estava na Libéria alertou que se a comunidade internacional não aumentar seus esforços, “nós seremos eliminados”.

BBC Brasil