Arquivo da tag: sérios

Cruzar as pernas ao sentar causa problemas sérios a saúde

cruzar-as-pernasSe você tem o hábito de cruzar as pernas, saiba que isso não é nada bom para sua saúde. Alguns especialistas pedem que as pessoas parem de cruzar as pernas ao sentar.

Uma série de problemas relacionados à coluna, aos ossos das pernas e, claro, à sua circulação, podem aparecer se você continuar cruzando as pernas ao sentar.

A paralisia peroneal, por exemplo, é um desses problemas. Localizado na batata da perna, o nervo peroneal ou fibular pode paralisar se você mantiver a mesma postura por muito tempo, especialmente no caso de se sentar com as pernas cruzadas. Quando paralisada essa região, os movimentos das pernas ficam comprometidos, assim como a sensibilidade no lugar.

A pressão sanguínea também pode aumentar. Isso acontece porque a posição impede que o sangue flua corretamente a partir dos joelhos, já que eles ficam posicionados um sobre o outro. Logo, você impede que o sangue percorra com naturalidade todo o caminho que lhe é devido é envia sangue das pernas até o tórax. Como resultado disso ocorre uma espécie de esforço, o coração acaba bombeando mais sangue e, assim, a pressão pode aumentar.

A alteração do eixo da articulação do quadril, pode aparecer quando você tem o hábito de se sentar assim diariamente e por muito tempo, ao longo dos anos. Isso faz com que sua coxa saia da posição original, mesmo que levemente. Com isso, é possível ainda que a ponta do fêmur não se encaixe mais como antes na cavidade do osso ilíaco.

Segundo os médicos, cruzar as pernas não faz com que as varizes apareçam, mas quem tem predisposição genética a esse tipo de problema deve se resguardar desse tipo de sentado. Isso porque, se você já tem problemas de circulação, as pernas cruzadas vão dificultar ainda mais que o sangue circule por suas veias e vasos, levando a inchaços e, no mínimo, aos indesejados vasinhos nas pernas.

Fonte: Segredos do Mundo

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Rouquidão constante pode indicar sérios problemas de saúde

Mandatory Credit: Photo by Garo/Phanie/REX (1896004iw) Model released - Sore throat. Woman stroking her throat. Various
Mandatory Credit: Photo by Garo/Phanie/REX 

Quem nunca ficou rouco de tanto torcer pelo seu time ou de gritar em um show da sua banda predileta? A rouquidão é comum depois de um esforço vocal excessivo. Ela é resultado de um edema ou vermelhidão nas cordas vocais e costuma melhorar em poucos dias. O problema está quando essa rouquidão persiste por meses. Aí é preciso procurar ajuda.

A voz e, por conseguinte, a fala humana é o resultado de um engenhoso processo de modulação do ar que vem dos pulmões de modo a produzir efeitos sonoros complexos. Essa modulação se inicia nas cordas vocais – que ficam na laringe, na altura do chamado pomo de Adão – e prossegue com ajustes finos pela garganta e língua até que o ar saia pela boca e nariz.

A lesão da corda vocal mais preocupante é o câncer de laringe que, assim como o câncer de pulmão, tem forte associação com cigarro e bebidas alcoólicas.

As cordas ou pregas vocais são, na verdade, músculos revestidos de mucosa que encurtam e esticam para criar diferentes sons. Quando forçamos demais a voz, criamos um edema (inchaço) nas cordas vocais, além de vermelhidão, que fazem com que nossa voz fique mais áspera e rouca. A rouquidão recebe a denominação médica de disfonia.

É fácil entender que um atleta como, por exemplo, um jogador de futebol, está mais sujeito a sofrer lesões musculares nas pernas do que a população em geral, justamente por levar a musculatura dos membros inferiores ao limite. Da mesma forma, os chamados profissionais da voz, cujos representantes mais populares são os professores, cantores e operadores de telemarketing, exigem demais das cordas vocais e, por isso, estão mais propensos a terem problemas de voz. A lesão mais comum das cordas vocais nesses casos são os chamados “calos” ou nódulos, que melhoram com fonoterapia e repouso vocal.

Mas, sem dúvida, a lesão da corda vocal mais preocupante é o câncer de laringe que, assim como o câncer de pulmão, tem forte associação com cigarro e bebidas alcoólicas. Qualquer pessoa que fume e apresente rouquidão por mais de duas semanas deve fazer um exame das cordas vocais. Quando detectado precocemente, o câncer de laringe tem uma chance de cura de cerca de 90%.

O exame das cordas vocais é feito com uma ótica (endoscópio) e se chama laringoscopia. Trata-se de um exame rápido, bem mais simples que a endoscopia digestiva e que não necessita de sedação ou preparo.

Uma vez estabelecido o diagnóstico da rouquidão, o otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo devem trabalhar em conjunto para restabelecer a voz do paciente.

Não é difícil, portanto, manter sua saúde vocal. Sua voz também merece atenção!

minhavida

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Síndrome do Pensamento Acelerado afeta quem trabalha muito e pode trazer sérios problemas

Reprodução/ TV Correio HD
Reprodução/ TV Correio HD

Paraibanos extremamente ativos na jornada diária já aparecem entre os que sofrem com a Síndrome do Pensamento Acelerado, um sintoma do Transtorno de Ansiedade, que pode comprometer a qualidade de vida.

Kéka é publicitária e relata que sofre do problema, inclusive com dificuldades para se desligar do trabalho, dormir ou aproveitar momentos de folga.

Ela fala que precisa da ajuda de aplicativos para ter sono e que, quando acha espaço, tira cinco minutos de pausa das atividades.

Especialistas afirmam que o problema é um dos males modernos e que precisa do diagnóstico de profissionais.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Assista à matéria exibida na TV Correio HD.

 

portalcorreio

Pesquisas eleitorais contêm ‘problemas sérios’ e deveriam ser vetadas, diz estatístico veterano

pesquisaNas últimas semanas, dezenas de pesquisas eleitorais incendiaram o cenário político, expondo uma acirrada disputa entre a candidata Marina Silva (PSB) e a presidente Dilma Rousseff (PT), e até mesmo uma recente reação de Aécio Neves (PSDB), cuja preferência de voto havia caído por conta da ascendente e fulminante chegada da ambientalista à corrida presidencial, após a trágica morte de Eduardo Campos em meados de agosto.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Esses estudos serviram de termômetro para o cenário eleitoral e foram amplamente repercutidos na imprensa, nas campanhas políticas, entre analistas, professores e, claro, por parte dos mais de 140 milhões de eleitores brasileiros. Mas, o que foi pouco falado diz respeito a quão precisos são os resultados?

O tema é espinhoso principalmente por dois motivos: um é a complexidade técnica do assunto, e outro diz respeito às discordâncias sobre a metodologia entre alguns estatísticos independentes e acadêmicos, de um lado, e estatísticos dos institutos e sociólogos, do outro. (Ver ao fim da reportagem as explicações dos institutos sobre o método aplicado)

Para o estatístico José Ferreira de Carvalho, professor aposentado da Unicamp e livre docente pela USP, além de consultor da Statistika, em Campinas, as pesquisas eleitorais contém “problemas sérios”, em grande parte por causa da margem de erro, e, por isso, deveria ser “vetadas”.

Ele sustenta que os institutos se valem de uma “amostragem não probabilística”, ou seja, a maneira pela qual os entrevistados são encontrados recai sob o julgamento do pesquisador, e não sob uma forma totalmente aleatória. Isso ocorre porque é mais rápido, barato e fácil do que realizar uma “amostragem probabilística”, na qual cada eleitor teria a mesma probabilidade de ser selecionado.

Assim, por exemplo, para preencher a quota de, digamos, 2.000 eleitores consultados, o entrevistador seria enviado para um lugar na cidade onde seria mais fácil encontrar certo tipo de pessoa buscada – faixa etária, gênero, escolaridade etc. “Tenho respeito pelo problema que eles (pesquisadores) encaram”, disse Carvalho ao Yahoo Brasil. ”Mas fazem a amostra deles apenas para preencher as quotas.”

Essa metodologia ocasionaria um grande problema na margem de erro da pesquisa (aquele dado que diz, por exemplo, 2 pontos percentuais para mais ou para menos), a qual, assim, não pode ser estipulada com precisão, constituindo um grave erro estatístico. “O erro é que é maior do que se preconiza”, afirma o veterano.

Esse embate, inclusive, já gerou problemas para o consultor, que chegou a ser processado pelo Conselho Regional de Estatística (Conre) por “improbidade profissional”. A entidade, que regula a profissão, perdeu o processo, disse ele.

Outro grande problema consiste no aval da Justiça Eleitoral às pesquisas, considerando que elas precisam ser propriamente registradas. “O fato de os tribunais registrarem as pesquisas faz com que sejam cúmplice do mal feito”, alertou Carvalho.

Institutos e alguns analistas políticos, por outro lado afirmam que as pesquisas eleitorais tem resultados comprovados, mas o estatístico é enfático: “Não está provado coisa nenhuma”.

Ele reconhece que as vezes os institutos acertam resultados, mas alertou que isso não deve ser motivo para que continuem sendo divulgados. “Cada vez que acertam, colocam isso em letras garrafais na 1a página, e quando erram deixam passar.”

Seja como for, independentemente das provas matemáticas de Carvalho a respeito dos erros das pesquisas, o fato é que elas têm muitos efeitos no processo eleitoral. “As pesquisas eleitorais são importantes para medir o retrato do momento, o grau de satisfação, a expectativa do eleitorado”, disse o analista de comunicação política Gaudêncio Torquato, da GT Consultoria. Ele falou ao Yahoo em uma entrevista no fim de agosto.

E em uma coisa eles concordam: esses estudos ajudam a moldar a decisão do eleitor.  Por exemplo, uma pessoa que não quer a reeleição de Dilma pode escolher votar em Marina por julgar que ela tem mais chances do que Aécio, que seria sua escolha inicial.

“As pesquisas eleitorais tendem a favorecer os candidatos que estão na dianteira, os quais vão encontrar mais patrocinadores. As doações serão maiores para aqueles com mais pontos nas pesquisas”, afirmou o Torquato.

Carvalho, por sua vez, quis se distanciar de mais polêmica, mas disse: “Acredito que a pesquisa manipule (a escolha do eleitor), mas não sei se (os institutos) fazem intencionalmente.”

Com o argumento nessa direção, nas eleições presidenciais de 2014 alguns candidatos presidenciais de certa popularidade, mas pior colocados nas pesquisas, como Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) têm repetidamente solicitado aos eleitores para que votem por convicção no primeiro turno, ou seja, que escolham o candidato com o qual mais se identificarem, para depois, se for o caso, escolherem o “menos pior” em um iminente segundo turno.

A cruzada de Carvalho, que se disse um militante contra as pesquisas eleitorais, já não tem mais o mesmo fôlego de anos atrás, contida pelo fraco eco de suas afirmações fora da academia, pelo processo sofrido e por ele ter mais coisa na vida para fazer.

“Não falo mais sobre isso porque já encheu a paciência”, disse ele, resignado.

É atribuído a Otto von Bismarck, líder que formou o Império Germânico do fim do século 19, a frase “se você gosta de leis e salsichas, é melhor não saber como são feitas”. Dependendo do que se escolher gostar, isso pode valer também para pesquisas eleitorais.

Funcionamento

Como funcionam as pesquisas eleitorais?

Primeiramente, todas as pesquisas são registradas no Tribunal Superior Eleitoral e as entrevistas são realizadas em todo o país.

Grosso modo, os institutos de pesquisa (Datafolha, Ibope, Vox Populi etc.) consultam poucos milhares de eleitores (o montante varia de pesquisa a pesquisa), levando em conta a diversidade de gênero, idade, escolaridade, cor, entre outros dados básicos, a fim de estabelecer comparações e relações mais amplas com o eleitorado.

A Folha de S. Paulo, divulgou uma explicação bastante simplificada do processo do Datafolha, que pode ser vista aqui.

Veja também como o Ibope explica sua pesquisa aqui aqui.

O posicionamento mais técnico de Carvalho sobre o assunto está em um artigo publicado conjuntamente com o professor Cristiano Ferraz, da Universidade Federal de Pernambuco (UNPE), em 2006.

Para acompanhar os resultados e interpretações, acompanhe Plínio Fraga, blogueiro do Yahoo.

 

yahoo

Professores dizem estar “frustrados” e afirmam que proposta do governo tem “problemas sérios”

A proposta apresentada pelo governo federal nesta sexta-feira (13) para os professores das universidades e institutos federais, categoria que está em greve há quase dois meses, frustrou as lideranças das entidades sindicais. “A proposta tem problemas muito sérios”, afirmou Eduardo Rolim, presidente da Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior).

Uma das críticas à proposta, que prevê aumento salarial para todos os docentes e mudanças no plano de carreira, é que privilegia mais quem está no topo da carreira. “Os doutores-titulares são minoria na categoria. Quem é mestre ou não tem titulação sai prejudicado, até porque muitos não têm condições de obter titulação”, disse Marinalva Oliveira, presidente do Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).

O governo propõe reajuste de 16% a 45,1% para os professores em três anos -o percentual varia conforme a titulação e ao regime de dedicação (20 ou 40 horas por semanas). Esses percentuais já levam em conta os 4% concedidos por meio de uma medida provisória recente e que são retroativos a março deste ano.

O problema, segundo o Andes, é que só 7% dos professores das universidades federais se encaixam na categoria máxima, que é a de professor titular e dedicação exclusiva, para receber os 45,1% de aumento.

A proposta, que ainda será encaminhada como projeto de lei para aprovação no Congresso, reduz de 17 para 13 os níveis de carreira, uma das reivindicações do movimento grevista. No entanto, de acordo com Marinalva, não está claro quais serão os critérios de progressão de carreira.

Greve nas universidades federais

De acordo com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o impacto no orçamento será de R$ 3,9 bilhões ao longo dos próximos três anos, com 40% desse total sendo aplicado em 2013, 30% em 2014 e o restante, em 2015. A partir daí, o impacto anual previsto será de R$ 3,9 bilhões.

Representantes das categorias e do governo se reuniram por quase quatro horas nesta sexta para debater a proposta. Agora, os sindicatos irão apresentar os pontos nas assembleias de base. Uma nova reunião com o governo está marcada para o dia 23 de julho. Ainda não há perspectiva do fim da greve dos docentes em 55 das 59 universidades federais e em 36 institutos federais, além do colégio Pedro 2º.

Impacto no orçamento

De acordo com Miriam, o impacto no orçamento será de R$ 3,9 bilhões ao longo dos próximos três anos, com 40% desse total sendo aplicado em 2013, 70% em 2014 e 100% em 2015. A partir daí, o impacto anual previsto será de R$ 3,9 bilhões.

A principal reivindicação do movimento grevista é a reestruturação da carreira docente, por isso, as negociações são feitas com o Ministério do Planejamento. Na última reunião, a pasta propôs que a greve fosse encerrada e que as discussões continuassem com base na carreira do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). Os docentes não concordaram em acabar com a paralisação.

O governo diz ainda que irá conceder reajuste salarial a todos os docentes federais de nível superior, totalizando 143 mil profissionais, além dos 4% já concedidos por uma medida provisória e retroativos a março, ao longo dos próximos três anos.

Principais reivindicações dos professores em greve

Carreira única para todos os professores das instituições federais (sem a distinção entre Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico
Estrutura de carreira simples, dividida em 13 níveis, com degraus de 5% na referência salarial, a serem cumpridos a cada dois anos
Piso salarial com referência no salário mínimo do DIEESE (atualmente R$ 2.329,25), para 20 horas semanais
Ingresso através de concurso no nível inicial
Desenvolvimento na carreira que valorize critérios acadêmicos e atribuições que tenham como base o tripé ensino – pesquisa – extensão
Dedicação Exclusiva como regime preferencial de trabalho
Restabelecimento da isonomia salarial por meio de remuneração única e uma linha só no contracheque, incorporando todas as gratificações
Paridade dos docentes da ativa com os aposentados e pensionistas
  • Fonte: Andes-SN

Uol