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Energisa e Cagepa ficam proibidas de incluir nome de clientes no SPC e Serasa em JP

/Foto: Reprodução/Instagram/raissa_lacerda

A partir da sanção de uma Lei Municipal na tarde desta segunda-feira (4), por parte do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, as empresas Cagepa e Energisa, respectivamente concessionárias dos serviços de fornecimento de água e luz, estão proibidas de colocar os nomes dos clientes inadimplentes nos serviços de proteção ao crédito.

A proposta de número 131/2017, que estabelece a proibição, é da vereadora Raissa Lacerda (PSD). Segundo o texto, a “vedação ocorrerá quando o serviço for prestado de forma direta pela administração pública ou por meio de concessionário ou permissionária ou autorizada pelo serviço público”.

Por meio das redes sociais, a parlamentar comemorou a sanção da lei:

“Dia de conquista para João Pessoa. Hoje o prefeito Luciano Cartaxo  sancionou a Lei que proíbe as empresas Energisa e Cagepa  incluírem consumidores inadimplentes no SPC e Serasa. O povo foi atendido, o povo não será mais constrangido”, disse Raissa.

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Serasa aponta que os idosos são mais propensos a casos de fraudes

idosoPesquisa realizada pela Serasa e baseada em grupos de pessoas com maior propensão de serem vítimas de fraude, registrou que os brasileiros são os que correm maior risco em casos de falsidade ideológica, onde dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios ou na obtenção de crédito com a intenção de não cumprir prazos de pagamento.  O levantamento também apontou crescimento na quantidade de idosos que são vítimas desses golpes. No primeiro semestre de 2014, o resultado obtido foi de 36,5%, já em 2016, o ele aumentou para 43,6%.

De acordo com a Serasa , o sexo masculino representa a maioria entre os idosos, com 71,6% dentro da categoria de pessoas acima de 60 anos. Além disso, em 2016 e na região Sudeste, os homens representavam 50,9% do grupo mais buscado por esses criminosos. Para o especialista em prevenção a fraudes e fundador da DNpontocom, Daniel Nascimento, a alta na quantidade de idosos propensos a serem fraudados pode ser explicada: “trata-se de um público que tende a apresentar mais dificuldade em operações bancárias e no uso da tecnologia empregada em caixas eletrônicos, por exemplo. Além disso, o homem é mais visado porque, na maior parte das fraudes com documentos, o criminoso também é do sexo masculino e ele precisará, em algum momento, se passar pela vítima.”

O estudo ainda apresentou o elevado grau de risco para homens entre 25 e 59 anos, com renda de R$ 850  a R$ 1.075 e residentes na região Sudeste do País. De acordo com o especialista, pessoas dentro dessa faixa etária são consideradas economicamente ativas e por isso as chances de fraude são maiores. “Esse perfil se encaixa no grupo que normalmente busca pequenos financiamentos para a compra de itens como eletrônicos e eletrodomésticos. Basta uma identidade, um CPF e um comprovante de pagamento falsos para que a venda seja efetivada de forma parcelada, estendendo o golpe por meses”, explica.

Região

Segundo o estudo de alta propensão da Serasa, no primeiro semestre de 2016 a região Sudeste foi registrada como a mais propensa a esses riscos, com 50,4% do total. Em seguida ficaram as regiões Sul, Nordeste e Centro-Oeste, com 18,5%, 16,2% e 9,9%, respectivamente. O Norte apresentou o menor resultado, com 4,9%.

No primeiro semestre de 2016 e na região Norte, o sexo masculino predominava a alta de propensão de fraudes, com 74,6%. No mesmo período de 2014, o Centro-Oeste ocupava essa posição, com 71,4%. Já em relação às mulheres, o Sudeste foi a região mais vulnerável aos criminosos, com 31,5% de participação.

No ano passado os idosos eram os mais visados no Sudeste, com predominância de 50,9%. No Centro-Oeste, a propensão desse grupo é menor, com 31,3%.  Porém, é  também nesta região que os adultos entre 29 e 59 anos , assim como os jovens têm maiores chances em serem vítimas de fraude, com  62,5% e 6,3%, respectivamente.

Idade

Ainda levando em consideração o primeiro semestre do ano passado, o público entre 25 e 59 anos representa 49,9% das pessoas que correram mais riscos de sofrer fraude. Em segundo lugar estão as pessoas acima de 60 anos, com 43,6% e  em seguida estão os jovens de até 24 anos, com 4,9%.

Sexo e Renda

Na distribuição por gênero, 69% das pessoas com alto risco de se tornarem vítimas de criminosos são homens e 31% são mulheres. De acordo com o estudo, mulheres de até 24 anos predominam essa tendência, com 33,9% do total, enquanto os homens a partir dos 60 anos são os mais propensos, com 71,6%.

Pessoas que recebem salários abaixo de R$ 1.650  detém 52,9% de chances. Já 28,3%, é representado por quem fatura mais de R$ 4.875.

Mulheres com renda de até R$ 850, tem a maior participação no grupo de alto risco de fraudes, com 41,4%. Na faixa mais alta, mulheres com remunerações acima de R$ 7.600, representam 22,1% do total, menor percentual de risco entre o público feminino. Já com sexo masculino, o fenômeno é contrário, uma vez que 77,9% do total evidenciam homens com rendimento financeiro acima de R$ 7.600.

De acordo com a pesquisa da Serasa e com o especialista Daniel Nascimento, o detentor da menor renda se torna a vítima preferida por não praticar ou ter conhecimento sobre processos de segurança. “Documentos e dados pessoais são informações que precisam de muita proteção. Ao preencher um cupom de sorteio, por exemplo, é preciso ficar atento: o estabelecimento solicitante é confiável? O consumidor não pode correr riscos de ter seus dados circulando no meio de fraudadores”, conclui.

 

iG

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Serasa dá dicas para consumidor renegociar dívidas e limpar o nome em feirão

serasaO Super Feirão Limpa Nome da Serasa – que acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, na versão presencial, e se estende até o dia 8 de maio na internet – tem como proposta aproximar consumidor e credor e facilitar a renegociação de dívidas atrasadas, contribuindo para diminuir a inadimplência e reabilitar o crédito do cidadão.

Para obter uma negociação de sucesso, o consumidor precisa fazer as contas e verificar quais são as sobras mensais que podem ser destinadas à renegociação, tirando os valores empenhados em despesas fixas e em dívidas já assumidas ou previstas. “Muitos clientes esquecem que, ao assinar uma renegociação, estão assumindo um novo débito que terá prazos a ser cumprido. O não pagamento gerará mais transtornos, além de uma nova restrição”, diz o superintendente do SerasaConsumidor, Júlio Leandro.

O consumidor deve ouvir a proposta e, se não estiver de acordo, fazer uma contraproposta, considerando as contas feitas previamente. “O importante é que, depois de renegociada, a dívida caiba no bolso do cidadão”, diz Leandro.

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Segue o passo a passo sugerido pelos especialistas do SerasaConsumidor:

1. Não tenha receio de olhar para as dívidas que saíram do controle: quanto você já pagou? Qual o valor devido?

2. No caso do Feirão Limpa Nome em São Paulo, não esqueça de levar seu CPF e um documento de identificação com foto.

3. Tenha clara sua real condição financeira no momento da renegociação: quanto pode ser disponibilizado de seu orçamento para quitar a dívida atrasada? Existe alguma renda extra (venda de algum bem, bonificação salarial etc.) que lhe permita fazer uma proposta à vista?

4. Não assuma uma nova conta, com a qual você não poderá arcar, contando com verba de terceiros, que ainda não está disponível ou com a venda de bens ainda não comercializados.

5. Cumpra os novos prazos de pagamento até o final.

Todas as instituições participantes do Super Feirão Limpa Nome oferecem vantagens exclusivas a seus clientes para a negociação de pendências financeiras.

Nesta edição, o feirão presencial, realizado em São Paulo, oferecerá serviços de cidadania, orientação jurídica e ao cidadão, acesso a vagas de empregos, documentação e outros.

Para isso, estarão presentes no evento: o Centro de Apoio ao Trabalho (CAT), que realizará emissão de carteira de trabalho, inscrição em cursos de capacitação profissional, habilitação ao seguro-desemprego, entre outros; e o Centro de Integração da Cidadania (CIC), que fará a emissão segunda via das certidões de nascimento, casamento e óbito e carteira de trabalho

Ainda no Feirão de São Paulo, o consumidor terá palestras gratuitas: de educação financeira, com dicas e orientações para não se endividar além da capacidade de pagamento, ministradas por voluntários da Serasa, e sobre quando a compra vira doença, ministrada por especialistas do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo.

Feirão Limpa Nome Online
Data: de 28 de abril a 08 de maio
Horário: 24 horas
Para participar, basta entrar no http://www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online e preencher um simples cadastro.

Catraca Livre

Bate recorde o número de empresas inadimplentes, diz Serasa

serasaO número de empresas inadimplentes chegou a 3,57 milhões em julho e bateu recorde, segundo a Serasa Experian. No mesmo período de 2013, houve registro de 3,28 milhões e em 2012, quando o estudo teve início, eram 2,99 milhões de empresas.

De acordo com o estudo, perto da metade, de um total de 7 milhões de companhias do país, apresenta dívidas atrasadas com credores e fornecedores.

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O segmento de PMEs é o que mais impacta o estudo – 91% das inadimplentes são pequenas e médias – “uma vez que, no Brasil, 99% das empresas pertencem a este segmento”.

O setor mais atingido entre as empresas inadimplentes é o de comércio (comércio de bebidas,vestuário, veículos e peças, eletrônicos, entre outros), com 47,2% do total. Em seguida estão as companhias de serviços (bar, restaurante, salões de beleza, turismo, entre outros), com 42,6% e indústria, com 9,1%.

Entre as regiões analisadas, a Sudeste é a que concentra a maioria das empresas inadimplentes do país: 51%. Em segundo lugar aparece o Nordeste, com 18%, seguido do Sul (17%), Centro-oeste (8%) e Norte (6%).

Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, o quadro recessivo que se instalou na economia brasileira neste ano vem afetando negativamente o ritmo dos negócios e, por consequência, a geração de caixa por parte das empresas.

G1

Pedidos de falência crescem 23%, segundo Serasa

falenciaO número de pedidos falências cresceu 23,7% em julho na comparação com o mês anterior, segundo levantamento divulgado nessa segunda-feira (4) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Em julho foram registrados 141 pedidos ante 114 em junho. Na comparação com julho de 2013, quando foram registrados 136 pedidos, houve avanço de 3,7%. As micro e pequenas empresas foram responsáveis pela maioria dos requerimentos de falência (64) do mês passado, as médias (41) e as grandes (36) aparecem na sequência, de acordo com o levantamento.

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Segundo os economistas da Serasa, o aumento dos pedidos de falências no início do segundo semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado é reflexo das dificuldades impostas pela atual conjuntura econômica (juros altos, estagnação da economia e elevações de custos). Os economistas também citam o acúmulo de feriados e dias paralisados em junho, por conta da primeira fase da Copa do Mundo, como fatores que contribuíram para o aumento dos requerimentos.

Já as recuperações judiciais requeridas apresentaram queda de 10,1% em julho na comparação com junho. Foram 62 solicitações ante 69. As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial com 33 pedidos, seguidos pelas médias (20), e pelas grandes (9).

Colaboração Agência Brasil

Demanda do consumidor por crédito sobe 1,3% em abril, aponta Serasa

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

O número de pessoas que procurou crédito  no mês de abril foi 1,3% maior que no mês de março. Os dados foram divulgados hoje (16) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Em relação a abril do ano passado, que teve menos dias úteis (22 contra 20), a demanda do consumidor caiu 11%. No acumulado dos primeiros quatro meses deste ano, a busca por crédito apresentou queda de 5,3% ante o mesmo período de 2013.

De acordo com os economistas da Serasa, o custo mais alto do crediário, o menor grau de confiança dos consumidores e a aceleração da inflação vêm impactando a disposição dos consumidores em aumentar os níveis de endividamento.

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A alta na busca por crédito em abril ocorreu principalmente entre consumidores com renda mensal até R$ 500 (alta de 2,2% em relação a março). Em seguida, foram registrados crescimentos de 1,4% e 1,2% na demanda por crédito de pessoas que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais e entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais, respectivamente. Já os consumidores que recebem entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês e os que ganham mais de R$ 10.000 mensais tiveram aumento de 1,1% na busca por crédito. Segundo a Serasa, o menor avanço mensal (0,9%) foi verificado entre os consumidores que recebem entre R$ 5.000 e R$ 10.000 mensais.

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2014, a maior queda na busca por crédito ocorreu para os consumidores que ganham até R$ 500 por mês – recúo de 13,2% na comparação com o mesmo período de 2013. No segmento dos que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 e os que recebem mais de R$ 10.000 mensais a queda foi 9,4% e 9,6%, respectivamente. Já entre os que recebem entre R$ 2.000 e R$ 5.000 o recúo foi 6,1%. A menor queda (-2,3%) foi observada na camada de rendimento entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês.

Em uma análise regional dos dados, a Serasa Experian aponta que o Nordeste apresentou o maior avanço na busca por crédito em abril ante março: 5,9%. Nas regiões Centro-Oeste, Sul e Norte, as variações mensais foram semelhantes: 3%; 3,1% e 2,7%, respectivamente. Apenas no Sudeste houve recúo de 1,3% na procura por crédito em abril.

A queda da procura por crédito no primeiro quadrimestre foi mais expressiva na região Centro-Oeste (-8,8%), seguida pela Norte (-5,9%). Na região Sudeste, o recuo foi de 5,6% e no Nordeste, a demanda do consumidor por crédito caiu 4,3% no primeiro quadrimestre deste ano. Na região Sul o recuo foi o menor: -3,6%.

Agência Brasil

Serasa faz feirão online para limpar nome de consumidor inadimplente

limpar-nome-sujoA partir da última segunda-feira (7) até 17 de abril, o consumidor inadimplente pode negociar suas pendências financeiras diretamente com os credores pela internet, no Feirão Limpa Nome Online. O serviço, oferecido pela Serasa Experian, é gratuito. Para participar é necessário acessar a página:www.serasaconsumidor.com.br/feirao-limpa-nome-online. O consumidor precisa de cadastrar no site do Serasa Consumidor.Confira o passo a passo:
1. O consumidor precisa de cadastrar no site do Serasa Consumidor.

2. Após o cadastro o consumidor será levado a uma página onde estarão relacionadas todas as empresas do Limpa Nome Online com as quais ele possui alguma dívida pendente e que constam na base de dados da Serasa.

3. A partir daí, o consumidor pode entrar em contato diretamente com as empresas para negociar possíveis descontos na dívida. Em alguns casos, é possível até mesmo que o boleto já esteja disponível, a partir de uma proposta feita pela própria empresa.

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Cerca de 90 empresas participam do Feirão. De acordo com o Serasa, entre as empresas que aderiram ao programa, 36 oferecerão condições especiais e diferenciadas nos descontos e parcelamentos. São elas: Anhanguera Educacional, Autotrac, Banco BMG, Banco Cifra, Banco Itaucard, Banco Mercantil, Banco Pan, Banco Bradesco, Bradesco Cartões, Bradescard, Cartões American Express, Bradesco Financiamentos, Cartão Marisa, Casas Bahia, Cepisa, Cifra Crédito Financiamento, CPFL, Credsystem, Escelsa, Financeira Itau CBD, Hipercard, HSBC, Itaú, Itaú Unibanco Financeira, Itaucred, Losango, Luizacred, Omni Financeira, Pernambucanas, Ponto Frio, Porto Seguro Cartões, Recovery, Santander, Santander Financiamentos, Supermaia e Tim Celular.

Cuidados – Para a assessora do Procon-SP Vera Remedi, é preciso ter cuidado ao fazer uma negociação do tipo. “Tem que analisar com muito critério. As pessoas vão a feirões sem ajuda, sem saber o que está incluído no valor oferecido pela empresa. Não sabem se estão incluídos juros, multas e honorários, por exemplo”, disse. “Além disso, se a pessoa tiver cinco credores, cada um vai tentar tirar o máximo”, acrescentou. Por isso, enfatizou Vera, para participar de feirões, é preciso ter certeza de que a proposta de renegociação é realmente boa.

O Portal tentou testar o serviço durante a tarde desta segunda-feira (7), mas o site apresentou problemas pelo excesso de acessos. Uma mesagem informa que há um alto volume de acessos e pede para o consumidor tentar novamente.

Agência Brasil

Segurança no Natal: criminosos cibernéticos atacam de SERASA às vésperas do Natal

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Com muita gente precisando fazer suas compras, criminosos usam e-mail falso sobre pendência de crédito para enganar os usuários de computador e roubar dados bancários e de cartões de crédito.

A Nodes Tecnologia, distribuidora das soluções de segurança da Avira no Brasil, acaba de identificar uma nova tentativa de ataque dos criminosos cibernéticos, que estão enviando um e-mail falso aos usuários de computador em nome da Serasa alertando sobre débito pendente.

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Como muitos consumidores podem ter realmente este tipo de pendência, os criminosos esperam que o usuário abra o e-mail para verificar do que se trata. É nesta hora que um arquivo contaminado com um cavalo de Tróia é instalado no computador para realizar a coleta dos dados bancários e de cartões de crédito das pessoas.

A mensagem temo como remetente um e-mail falso, mas com um domínio que engana as pessoas: “Serasa S/A (nnnnnnnnn)@serasa.com.br” e dizendo que o CPF cadastrado para o endereço eletrônico do usuário possui débitos que devem ser quitados. “Como para fazer compras o consumidor necessita ter nome limpo, ele pode se apavorar, principalmente nesta época do ano porque ele tem poucos dias para fazer suas compras de Natal. É neste momento que os criminosos podem obter êxito em sua tentativa de roubar as pessoas”, comenta Eduardo Lopes, diretor da Nodes Tecnologia.

“Nossa orientação é que o usuário nunca acredite neste tipo de mensagem, porque também a Serasa e outros órgãos que trabalham com esta modalidade de serviço fazem este tipo de comunicado somente pelos Correios para a residência da pessoa. Nunca por e-mail”.

Além desta dica, o executivo também orienta os consumidores a manterem seus computadores e aparelhos móveis sempre com sistemas operacionais e programas atualizados, além de ter um sistema antivírus de qualidade instalado.

AScom

Inadimplência cai 1,5% em janeiro e sobe 12,9% em um ano, diz Serasa

Businessman Using CalculatorA inadimplência dos consumidores brasileiros caiu 1,5% em janeiro em relação a dezembro, informou nesta sexta-feira (15) a Serasa Experian, citando aumento das renegociações e recuo nos juros como algumas das causas para o terceiro mês seguido de queda.

Na comparação com janeiro de 2012, no entanto, houve alta de 12,9%.Na véspera, o Serviço de Proteção ao Crédito em parceria com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (SPC/CNDL) afirmou que a inadimplência do consumidor cresceu 11,8% sobre o mesmo mês de 2012 e estimou um crescimento menor das vendas este ano.

Segundo a Serasa, as dívidas não bancárias (cartões, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços) e a inadimplência com os bancos foram as responsáveis pela queda do indicador na comparação com dezembro, com variação negativa de 0,5% e 3,3%, respectivamente.Os títulos protestados subiram 14,8% e impediram uma queda maior da inadimplência, informou a Serasa.2012No ano de 2012, na comparação com 2011, a inadimplência teve alta de 15%.

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Em dezembro, a inadimplência do consumidor pessoa física cresceu 14,2% na comparação com o mesmo mês de 2011 e caiu 1,5% frente ao mês anterior.

 

G1