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Homem é suspeito de atear fogo na casa da ex por não aceitar separação, na PB

Um homem é suspeito de atear fogo na casa da ex-mulher, na madrugada desta terça-feira (11), no município de Areial, no Agreste da Paraíba. De acordo com o delegado do município, Kelsen Vasconcelos, as investigações apontam que o crime ocorreu porque o homem não aceitava a separação do casal. O Corpo de Bombeiros informou que ninguém ficou ferido.

Em outubro, conforme explicou o delegado, a mulher já havia denunciado o ex-companheiro por ameaças e a Justiça deferiu uma medida protetiva para que ele ficasse afastado dela.

Segundo o delegado, nesta segunda-feira (10), foi realizado um show em comemoração à emancipação do município, onde o suspeito encontrou a mulher. “Sabendo que ela iria ficar lá mais tempo, aproveitou para ir na casa onde eles moravam, arrombou uma janela lateral e tocou fogo na casa”, explicou a autoridade policial.

 

O delegado ainda comentou que o prejuízo registrado na casa é de mais de 90%, levando em conta os bens e o imóvel. Apesar disso, o suspeito fugiu e, até as 15h50 (horário local) desta terça-feira (11), não havia sido encontrado.

Conforme o delegado Danillo Orengo, da 12ª Delegacia Seccional, uma equipe de perícia foi encaminhada para o local e a mulher apresentou outra denúncia contra o ex-companheiro.

G1

 

Marido não aceita separação e esfaqueia ex-esposa na Paraíba

Mais uma mulher foi vítima de violência doméstica na Paraíba, desta vez foi no sítio Curimatá, no município de Barra de Santa Rosa, no Agreste. Sueli Barbosa da Silva, 36 anos, foi socorrida para Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, na manhã desta quarta-feira (28), depois de ter sido ferida com três golpes de faca pelo marido.

A vítima relatou que estava separada do marido, que tem 37 anos e não aceitava o fim do relacionamento. O suspeito insistiu em voltar para casa, houve uma discussão e luta corporal. A mulher foi ferida na mão e no tórax. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade hospitalar, o estado de saúde de Sueli Barbosa é considerado estável.

A mulher tem seis filhos, o mais velho é um adolescente de 16 anos e o mais novo tem 1 ano.

MaisPB

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Jovem esfaqueia outro por não aceitar separação em Pirpirituba/PB

jovemUm jovem esfaqueou outro no início da tarde de hoje (15), no município de Pirpirituba/PB. A tentativa de homicídio ocorreu na rua Antônio Florentino, em frente ao Grupo Estadual Monsenhor Walfredo Leal. O acusado do esfaqueamento é o jovem “Camilinho”, como é conhecido, que desferiu um único golpe em um dos braços de Pedro Júnior (imagem).

Segundo alunos, Pedro chegou com a ex-mulher de “Camilinho”, com quem está vivendo, para deixar um dos filhos dela na escola. Quando ela se dirigiu ao interior com o filho, o ex chegou perto do rapaz de motocicleta e começaram a discutir. Em certo momento, “Camilinho” puxou a faca e desferiu o golpe. Após o crime, o acusado fugiu com destino ignorado. Comenta-se que o ex não aceita a separação.

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Da redação com Gilvonildo Targino

STJ decide que separação gay dá direito a pensão

STJO  Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu nesta terça-feira o direito à pensão alimentícia a um dos parceiros de uma união homoafetiva. O Tribunal julgou o caso de um homem que viveu com um parceiro durante 15 anos, entre 1991 e 2006.

O autor da ação, que é portador do vírus HIV e possui hepatite C crônica, requereu o benefício alegando que não tinha condições de pagar a mensalidade do plano de saúde, no valor de R$ 290. Sua única fonte de renda era a aposentadoria de R$ 500. Ele afirmou que o parceiro teria condições de dar assistência financeira, pois tinha rendimentos líquidos acima de R$ 10 mil.

O  Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu nesta terça-feira o direito à pensão alimentícia a um dos parceiros de uma união homoafetiva. O Tribunal julgou o caso de um homem que viveu com um parceiro durante 15 anos, entre 1991 e 2006.

 

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O autor da ação, que é portador do vírus HIV e possui hepatite C crônica, requereu o benefício alegando que não tinha condições de pagar a mensalidade do plano de saúde, no valor de R$ 290. Sua única fonte de renda era a aposentadoria de R$ 500. Ele afirmou que o parceiro teria condições de dar assistência financeira, pois tinha rendimentos líquidos acima de R$ 10 mil.

IG

Pai de Bernardo vai pedir separação da madrasta na Justiça, diz advogado

bernardoO médico Leandro Boldrini, pai de Bernardo, manifestou vontade de se separar de Graciele Ugulini, madrasta do menino, durante conversa com o advogado de defesa Jader Marques na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc), na Região Metropolitana de Porto Alegre, neste fim de semana. De acordo com o advogado, o pai da criança precisa primeiro reconhecer a união estável com a mulher, para depois pedir a dissolução na Justiça. No domingo (4), completou um mês da morte da criança.

Marques se encontrou com o cliente no presídio. Durante a conversa, segundo o advogado, Leandro disse estar indignado com a suposição levantada de que ele estaria em busca de alguma vantagem financeira em cima dos bens deixados pela mãe de Bernardo, Odilaine, morta em 2010. O objetivo da separação seria garantir que os bens dele e de Bernardo não fiquem com Graciele. Apesar de manter uma união estável, o casal nunca oficializou o relacionamento.

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“Ele me pediu para que tomasse essa providência. Também quer entrar com uma ação para ficar com a guarda da filha que tem com Graciele. Vou propor essa medida nesta semana”, afirmou Marques ao G1. Conforme o advogado, a avó materna de Bernardo ficaria com os bens do menino.

Bernardo Boldrini foi encontrado morto no dia 14 de abril, enterrado em um matagal em Frederico Westphalen, no noroeste gaúcho, a cerca de 80 km de Três Passos, no norte, onde morava com o pai, a madrasta Graciele Ugulini, e a meia-irmã. Ele estava desaparecido desde 4 de abril. Leandro, Graciele e a assistente social Edelvania Wirganovicz, amiga da mulher, estão presos temporariamente por suspeita de envolvimento.

Sobre a morte do filho, Marques afirma que Leandro não sabia que Graciele tinha cometido o crime. “Ele responde que a suspeita começou a aparecer na constatação objetiva do desaparecimento, mas que ele tinha outras hipóteses. Acreditava que ele estava vivo. O irmão [de Leandro], Paulo, diz até hoje, mesmo com ela tendo admitido, que é difícil de acreditar que ela teria feito isso”, completou Marques em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta segunda-feira (5).

Embora tenha conseguido liminar da Justiça para acessar o inquérito da Polícia Civil sobre o caso, Marques contou que não conseguiu uma cópia da investigação. Segundo ele, a Polícia Civil impediu o acesso. O advogado fez requerimento, também, para o fim do sigilo de justiça do processo, mas a solicitação ainda está pendente.

Graciele Ugulini foi transferida no sábado (3) para a Penitenciária Feminina de Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre, onde a assistente social Edelvania Wirganovicz também está presa. Conforme a Susepe, as duas não têm contato. Os três suspeitos estavam em uma casa prisional de Ijuí desde quarta-feira (30), quando haviam sido tirados do presídio de Três Passos.

Bernardo Boldrini Três Passos (Foto: Reprodução/RBSTV)
Bernardo foi encontrado morto no dia 14 de abril,
após passar 10 dias desaparecido
(Foto: Reprodução/RBSTV)

Entenda
Conforme alegou a família, Bernardo teria sido visto pela última vez às 18h do dia 4 de abril, quando ia dormir na casa de um amigo, que ficava a duas quadras de distância da residência da família. No domingo (6), o pai do menino disse que foi até a casa do amigo, mas foi comunicado que o filho não estava lá e nem havia chegado nos dias anteriores.

No início da tarde do dia 4, a madrasta foi multada por excesso de velocidade. A infração foi registrada na ERS-472, em um trecho entre os municípios de Tenente Portela e Palmitinho. Graciele trafegava a 117 km/h e seguia em direção a Frederico Westphalen. O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) disse que ela estava acompanhada do menino.

“O menino estava no banco de trás do carro e não parecia ameaçado ou assustado. Já a mulher estava calma, muito calma, mesmo depois de ser multada”, relatou o sargento Carlos Vanderlei da Veiga, do CRBM. A madrasta informou que ia a Frederico Westphalen comprar um televisor.

O pai registrou o desaparecimento do menino no dia 6, e a polícia começou a investigar o caso. Na segunda-feira (14), o corpo do garoto foi localizado. De acordo com a delegada responsável pela investigação, o menino foi morto por uma injeção letal, o que ainda precisa ser confirmado por perícia. A delegada diz que a polícia tem certeza do envolvimento do pai, da madrasta e da amiga da mulher no sumiço do menino, mas resta esclarecer como se deu a participação de cada um.

Luiza Carneiro

Comerciante insatisfeito com separação mata a ex-mulher e depois comete suicídio no Sertão

Reprodução/Instagram/Emerson Machado
Reprodução/Instagram/Emerson Machado

Um comerciante de 55 anos teria matado a ex-mulher de 41 e depois cometido suicídio na tarde desta segunda-feira (14), na cidade de Diamante, a 430 km de João Pessoa, no Sertão da Paraíba. As informações foram confirmadas pela Polícia Militar local.

A PM disse que a mulher estava na casa de um parente quando o marido chegou extremamente irritado e os dois começaram a discutir. Familiares da vítima e vizinhos foram chamados para conter a confusão, mas eles não chegaram a tempo e a briga só acabou quando ele atirou na ex-mulher e depois se matou.

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A Polícia Militar informou ainda que o comerciante estaria insatisfeito com a separação e essa pode ter sido a motivação da tragédia. Os dois deixaram quatro filhos.

O Instituto de Medicina Legal em Patos, que fica na mesma região, foi acionado para a remoção dos corpos.

 

 

portalcorreio

Superlotadas, prisões brasileiras não fazem separação adequada de detentos, diz MP

presídioInspeção feita no mês de março pelo Ministério Público (MP) em 1.598 estabelecimentos prisionais constatou que, além de superlotadas, a maioria dessas instituições não tem separado de forma adequada os presos, nem dado a eles suficiente assistência material, de saúde ou de educação. O relatório A Visão do Ministério Público sobre o Sistema Prisional Brasileiro, divulgado nessa quinta (27) pelo MP, informa que, apesar de terem capacidade para 302.422 pessoas, tais estabelecimentos abrigam 448.969 presos, com déficit de quase 150 mil vagas e ocupação 48% acima de sua capacidade.

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A superlotação ocorre em todas as regiões do país e em todos os tipos de estabelecimentos – penitenciárias, cadeias públicas, casas de albergado, colônias agrícolas ou industriais e hospitais de custódia, entre outros. O estudo não aborda as condições de carceragens, nem de custódias em delegacias porque estas serão objeto de levantamento próprio.

O MP constatou também que os presos não estão sendo separados de forma adequada. Em 79% dos 1.269 estabelecimentos, não há separação entre presos provisórios ou definitivos; em 1.078 (67%), não há separação em função dos regimes (aberto, semiaberto ou fechado); em 1.243 (aproximadamente 78%), não há separação entre presos primários e reincidentes; em 1.089 (68%), não há separação em função da periculosidade ou do delito; e em 1.043 (65%), presos de diferentes facções criminosas convivem sem separação.

A inspeção identificou a presença de grupos ou facções criminosas em 287 estabelecimentos, além de constatar que 91% dos estabelecimentos não separam os presos adultos dos idosos (acima de 60 anos).

Dos 1.598 locais visitados, em 780 não havia camas e 365 não tinham colchões para todos os detentos. Em 1.099 estabelecimentos, os presos não dispunham de água quente para banho e, em 636, não eram fornecidos produtos de higiene pessoal. Além disso, 66% dos estabelecimentos (1.060) não forneciam toalha de banho e em 42% (671) não havia distribuição de preservativos.

“Isso acaba favorecendo a geração de mercados paralelos nessas unidades”, ressaltou Roberto Antônio Dessié, coordenador do estudo e membro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Faltam também bibliotecas em 968 (60%) instituições prisionais e espaço para prática esportiva em 756 (47%) delas. Em 155 estabelecimentos (10%), falta local para banho de sol.

De acordo com o MP, entre março de 2012 e fevereiro de 2013, foram registradas 121 rebeliões no sistema prisional e, em 23 delas, foram feitos reféns. As rebeliões resultaram em 769 mortes, das quais 110 foram classificadas como homicídios e 83 como suicídios. O relatório registra a ocorrência de 23.310 fugas, 3.734 recapturas e 7.264 retornos espontâneos, bem como apreensão de drogas em 654 estabelecimentos prisionais (40% do total visitado).

Quanto à disciplina, o relatório do MP denuncia que 37% (ou 585 estabelecimentos) não observam o direito de defesa do preso na aplicação de sanção disciplinar e que, em quase 65% deles, não há qualquer serviço de assistência jurídica na própria unidade.

Presente à cerimônia de lançamento do relatório, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), considera fundamental a presença de pelo menos um advogado ou defensor público em cada uma dessas instituições, de forma a facilitar a assistência jurídica dos detentos. Para ele, com isso, será possível mudar esse quadro de violência, abuso e de prisões abusivas.

“Essa deveria ser uma meta institucional, e acho que ela é absolutamente factível”, disse o ministro. Segundo ele, esse cenário poderia ser alcançado por meio de parcerias com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ou com a ajuda da advocacia voluntária que vem sendo feita por várias instituições. “Claro que com a Defensoria Pública coordenando esse trabalho”, completou Mendes.

Agência Brasil